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    Empresário de Britney Spears pede demissão em apoio à cantora

    6 de julho de 2021 /

    O empresário de Britney Spears rompeu sua relação com a pop star para não compactuar com a exploração da cantora por seu próprio pai. Larry Rudolph abandonou a longa relação profissional com Britney após ouvi-la declarar que se sentia uma escrava obrigada a trabalhar, desde que a Justiça deu a Jamie Spears o controle sobre todos os aspectos de sua vida. A iniciativa é a segunda consequência do forte depoimento de Britney à Justiça de Los Angeles no mês passado. Apesar da juíza Brenda Penny não ter se comovido e mantido a cantora sob tutela do pai, as declarações foram consideradas chocantes e também fizeram a Bessemer Trust, empresa de gerenciamento de finanças que é cotutora do patrimônio de Britney Spears, peticionar para abandonar o arranjo. O empresário enviou seu pedido de demissão por meio de uma carta aberta, endereçada a Jamie Spears e à tutora indicada legalmente Jodi Montgomery, afirmando que seus “serviços não são mais necessários”, já que Britney “expressou sua intenção de se aposentar oficialmente”. “Já se passaram mais de 2 anos e meio desde que Britney e eu nos comunicamos pela última vez, momento em que ela me informou que queria fazer um hiato de trabalho por tempo indeterminado. Hoje cedo, fiquei sabendo que Britney estava expressando sua intenção de se aposentar oficialmente”, ele escreveu, revelando a decisão radical da cantora para lidar com a situação forçada de tutoria. Para apoiá-la, Rudolph disse que ela não precisaria mais de empresário. Após trabalhar com a cantora por mais de 25 anos, ele ainda reforçou que nunca fez parte da tutela ou de suas operações, lembrando que seus serviços foram requisitados anos atrás pela própria Britney, antes de todos esses problemas. Por tudo isso, concluiu que seu afastamento seria o que melhor “serve aos interesses dela” neste momento. A cantora de 39 anos está sob tutela desde que teve um colapso mental em 2008, quando uma audiência de 10 minutos na Justiça de Los Angeles colocou todas as decisões sobre suas finanças e seus cuidados pessoais a cargo de seu pai. Em seu depoimento recente, Britney classificou a tutela de 13 anos de abusiva, dizendo que se sente traumatizada e revoltada e que quer sua vida de volta. Entretanto, ela não encontra parecer favorável e segue sendo obrigada a permanecer submetida às vontades do pai.

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    Spike Lee chama Bolsonaro de gângster no Festival de Cannes

    6 de julho de 2021 /

    O cineasta americano Spike Lee, que preside o júri da 74ª edição do Festival de Cannes, chamou Jair Bolsonaro de “gângster” durante a primeira entrevista coletiva do evento, nesta terça-feira (6/7). “O mundo está sendo comandado por gângsteres. Há o Agente Laranja [o ex-presidente americano, Donald Trump], o cara do Brasil [Jair Bolsonaro] e [o presidente russo Vladimir] Putin. São bandidos e vão fazer o que desejarem. Não têm moral ou escrúpulos e precisamos falar alto sobre gente assim.” A declaração foi só uma mostra do que vem por aí, já que o evento também conta com Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”) em seu júri, responsável por um famoso protesto no tapete vermelho do festival francês contra o Impeachment de Dilma Rousseff. Na entrevista coletiva, ele defendeu que uma das formas de “resistir” é divulgar a informação e denunciar, por exemplo, “o fechamento da Cinemateca Brasileira há mais de um ano”, uma “forma muito clara de reprimir a cultura e o cinema”. Spike Lee é o primeiro artista preto a ocupar a presidência do festival francês, mas já participou três vezes da disputa pela Palma de Ouro. Ele venceu o grande prêmio do júri em 2018, por “Infiltrado na Klan”, mas é considerado injustiçado por ter sido preterido pelo júri presido por Wim Wenders em 1989, quando exibiu seu filme mais importante, “Faça a Coisa Certa”. “Muita gente disse que o filme daria início a uma série de motins raciais pelos EUA”, lembrou Lee, em referência ao conteúdo do filme, que termina com uma rebelião racial em um bairro negro em Nova York. “Escrevi o filme em 1988. Mas quando vejo o irmão Eric Garner e o rei George Floyd mortos [homens negros assassinados por policiais brancos, em 2014 e 2020], lembro do [personagem de ‘Faça a Coisa Certa’ também assassinado] Radio Raheem. Você imaginaria que 30 malditos anos depois a população negra não fosse mais caçada como animais.” O cineasta, que lançou seu filme mais recente (“Destacamento Blood”) pela Netflix, também comentou a resistência do Festival de Cannes ao streaming, proibindo a inclusão de filmes não feitos para o cinema na competição. Para Lee, o streaming não ameaça o cinema. “Não é uma novidade, porque é sempre um ciclo”, afirmou, lembrando que a TV e os vídeos também sofreram a acusação de causarem o fim da experiência cinematográfica. “O cinema e o streaming podem, sim, coexistir.” O Festival de Cannes começa oficialmente nesta terça na França, com a exibição da estreia mundial de “Annette”, aguardado longa do francês Leos Carax, estrelado por Marion Cotillard e Adam Driver. Além de Spike Lee e Kleber Mendonça Filho, o júri do festival também inclui duas diretoras de cinema: a francesa Mati Diop (“Atlantique”) e a austríaca Jessica Hausner (“Little Joe”). O corpo de jurados se completa com cinco atores: o sul-coreano Song Kang-ho (“Parasita”), o francês Tahar Rahim (“O Mauritano”), a americana Maggie Gyllenhaal (“Secretária”), a francesa Mélanie Laurent (“Oxigênio”) e a canadense Mylène Farme (“A Casa do Medo – Incidente em Ghostland”), que também é cantora e compositora. Com cinco mulheres e quatro homens, trata-se de um dos grupos mais diversos da história de Cannes, que terão a difícil tarefa de suceder o júri comandado pelo diretor mexicano Alejandro González Iñárritu (“O Regresso”), responsável por apresentar ao mundo “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro em 2019 e, posteriormente, do Oscar em 2020.

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  • Filme

    Festival de Cannes celebra volta ao cinema

    6 de julho de 2021 /

    O Festival de Cannes começa sua edição de 2021 nesta terça (6/7), estendendo seu tapete vermelho inaugural para a projeção de “Annette”. A ópera rock de Leos Carax, estrelada por Adam Driver, Marion Cotillard e com trilha da banda Sparks, abre a programação do evento, que seguirá com muitas exibições até o dia 17 de julho. Após o cancelamento do ano passado, devido à pandemia de covid-19, o clima deste ano é de celebração. Cannes quer aproveitar a participação presencial do público, astros e cineastas para comemorar a reabertura dos cinemas e a volta do público às sessões. Mas é bastante simbólico que esta festa esteja acontecendo sem a presença da Netflix ou de longas brasileiros em seu Palácio. Em plena pandemia, o festival francês manteve seu veto aos filmes de streaming, embora toda a indústria cinematográfica, incluindo o Oscar e festivais rivais de igual prestígio, tenham aberto suas portas às formas alternativas de exibição cinematográfica. A situação levou o chefe do festival, Thierry Fremaux, a ter que se justificar, citando “regras” da competição – mas até o Oscar mudou suas regras durante a pandemia. Ele também reiterou convite para a Netflix apresentar seus filmes fora de competição no festival, uma condição que a plataforma já recusou anteriormente, por considerar desrespeitoso com os cineastas de suas produções. Premiado na última competição presencial do festival com “Bacurau”, o Brasil, por sua vez, está representado na disputa da Palma de Ouro de 2021 somente pela participação nos bastidores de um dos diretores daquele filme, Kleber Mendonça Filho, convidado a integrar o júri presidido por Spike Lee. Mendonça é um dos artistas que escolherão os melhores trabalhos do evento. A ausência de longas brasileiros na competição do Palácio dos Festivais já é reflexo do desastre cultural do governo Bolsonaro, que implodiu o cinema nacional com o fim de patrocínios e financiamentos, retendo até o dinheiro arrecadado do próprio mercado, cerca de R$ 2 bilhões em taxas cobradas via Condecine e Fistel que deveriam alimentar o inativo Fundo Setorial do Audiovisual. Mesmo assim, dois curtas brasileiros foram selecionados para a disputa da Palma de Ouro de sua categoria: “Sideral”, de Carlos Segundo, e “Céu de Agosto”, de Jasmin Tenucci. Produção do Rio Grande do Norte, “Sideral” contou com ajuda financeira da Lei Aldir Blanc, solução encontrada pelo Congresso para apoiar parcialmente projetos paralisados pela inoperância da Ancine sob o governo Bolsonaro, enquanto “Céu de Agosto” teve première no Festival de Tiradentes deste ano. Já a programação de longas da competição destaca “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), de Wes Anderson, que segue a linha de “O Grande Hotel Budapeste” e reúne um grande elenco para viver repórteres de um jornal francês de expatriados, e “Benedetta”, drama erótico do veterano diretor holandês Paul Verhoeven (de “Instinto Selvagem”) sobre uma freira do século 17 que sofre com visões místicas e tentação sexual. Ambos deveriam ter integrado a edição do ano passado, que não aconteceu devido à pandemia. Além desses, outros títulos com première mundial em Cannes incluem os novos trabalhos do americano Sean Penn (“Na Natureza Selvagem”), do italiano Nanni Moretti (“O Quarto do Filho”), do iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), do russo Kirill Serebrennikov (“O Estudante”), do dinamarquês Joachim Trier (“Mais Forte que Bombas”), do tailandês Apichatpong Weerasethakul (“Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”), do australiano Justin Kurzel (“Macbeth: Ambição e Guerra”) e dos franceses François Ozon (“Frantz”), Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”), Bruno Dumont (“Camille Claudel 1915”), Mia Hansen-Love (“Eden”) e Leos Carax (“Holy Motors”). E vale observar que a nova obra de Hansen-Love, “Bergman Island”, apesar de ter equipe totalmente europeia, foi feita com investimento da produtora paulista RT Features. Entre os destaques das premières fora da competição, Oliver Stone traz à Croisette uma versão retrabalhada de “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar”, de 1991, com cenas inéditas, o cineasta Todd Haynes (“Carol”) apresenta seu documentário sobre a banda The Velvet Underground e a atriz Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) estreia na direção com um documentário sobre sua mãe, a icônica estrela de cinema Jane Birkin (“A Bela Intrigante”). São nas sessões especiais e paralelas que se encontram os únicos longas de diretores brasileiros de toda a programação. Com exibição fora de competição, “O Marinheiro das Montanhas” resgata a história de amor dos pais do diretor Karim Ainouz (“A Vida Invisível”), enquanto “Medusa”, segundo longa de Anita Rocha da Silveira (“Mate-me Por Favor”), foi incluído na Quinzena dos Realizadores – é a única produção 100% brasileira, da Bananeira Filmes, com incentivos que antecedem o advento de Bolsonaro. Também na Quinzena, “Murina”, da croata Antoneta Alamat Kusijanovic, e “O Empregado e o Patrão”, do uruguaio Manuel Nieto Zas (Manolo Nieto), são outras coproduções brasileiras no festival, assim como “Noche de Fuego”, da salvadorenha/mexicana Tatiana Huezo, selecionado na mostra Um Certo Olhar e coproduzido pelo cineasta brasileiro Gabriel Mascaro. Foram as últimas obras realizadas antes que sumissem os editais e linhas de financiamento que permitiam aos produtores brasileiros injetar recursos em produções estrangeiras. Além de projetar filmes inéditos, o evento francês ainda prestará homenagens à atriz e diretora americana Jodie Foster (“O Silêncio dos Inocentes”) e ao cineasta italiano Marco Bellocchio (“Em Nome do Pai”) com Palmas de Ouro honorárias pelas realizações de suas carreiras. Entretanto, quem parece ser o grande homenageado do 74º festival é Spike Lee. O rosto do diretor nova-iorquino, extraído de uma campanha da Nike com o personagem de seu primeiro longa, “Ela Quer Tudo” (1986), ocupa cartazes, a marquise do Palácio, a decoração da sala de imprensa e toda a divulgação do evento. Só que ele não vai ganhar uma Palma honorária nem lançar um novo filme. Spike Lee vai entregar a Palma de Ouro oficial ao melhor filme, como presidente do júri. Ele é o primeiro artista preto a ocupar a presidência do festival francês e terá a difícil tarefa de suceder o diretor mexicano Alejandro González Iñárritu (“O Regresso”), que presidiu a premiação com louvor em 2019, apresentando ao mundo “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro em 2019 e, posteriormente, do Oscar em 2020.

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  • Série

    Dublês denunciam falta de segurança na produção da série de “O Senhor dos Anéis”

    6 de julho de 2021 /

    Os dublês da série de “O Senhor dos Anéis”, produção bilionária da Amazon Studios, denunciaram condições de trabalho perigosas no set das gravações na Nova Zelândia, após uma profissional sofrer acidente e precisar passar por cirurgia cerebral. Vários depoimentos anônimos foram publicados pelo jornal New Zealand Herald com queixas sobre falta de segurança no trabalho. O problema ganhou grandes proporções após a dublê Dayna Grant ser diagnosticada com um aneurisma cerebral após seu acidente, que não foi reportado pela Amazon às autoridades locais. Um dos acusadores afirmou que Dayna Grant, que tem 20 anos de experiência como dublê, se acidentou após ser obrigada a fazer manobras com as quais não estava confortável. Apesar disso, a produção não pagou suas despesas médicas, pois a condição seria resultado de várias quedas, ao longo da carreira, precipitadas pela mais recente. Ela precisou recorrer ao financiamento coletivo e contou com apoio de Lucy Lawless, a eterna Xena, e outras estrelas com quem trabalhou para angariar os fundos necessários para sua cirurgia – que era de emergência! Mas Grant não foi a única baixa das gravações. O jornal neozelandês denunciou que pelo menos dois outros dublês que trabalharam na produção sofreram acidentes graves, que também não foram reportados às autoridades pela Amazon. Mais dois se afastaram do set por lesões, e teve até um que abandonou a série com a alegação de que precisava preservar sua saúde mental. Os profissionais entrevistados pelo jornal ainda afirmaram que suas queixas não foram levadas a sério pelo supervisor de dublês da produção. Um deles se identificou. Thomas Kiwi sofreu uma lesão no ombro durante as gravações e diz ter sido obrigado a continuar trabalhando por horas, mesmo depois de avisar ao supervisor que os cabos que o seguravam não estavam montados adequadamente. Ele disse que foi o pior set em que já trabalhou. “Foi a produção com mais dinheiro envolvido, mas a forma como eles fazem tudo é muito insegura. Não é nada bom, especialmente com esse orçamento”, reclamou. O orçamento realmente é impressionante. O ministro de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Nova Zelândia, Stuart Nash, revelou numa entrevista televisiva que a Amazon vai gastar US$ 465 milhões apenas com a produção da 1ª temporada. Ou seja, só a 1ª temporada será mais cara que a trilogia completa de cinema de “O Senhor dos Anéis”, orçada em US$ 281 milhões. E muito mais cara que o maior orçamento televisivo de todos os tempos, superando “Game of Thrones”, da HBO, que custou cerca de US$ 100 milhões por temporada. Diante da polêmica, a Amazon emitiu um comunicado rechaçando as denúncias. “A Amazon Studios leva extremamente a sério a saúde e o bem estar físico e emocional do nosso elenco e equipe. Como prioridade máxima, a equipe de produção continua colaborando completamente com os padrões de segurança da Nova Zelândia. Qualquer alegação ou denúncia de que as atividades no set são inseguras ou não cumprem os protocolos são completamente falsas”, diz o texto.

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  • Série

    Trailer da nova animação de “Transformers” resgata “Beast Wars”

    6 de julho de 2021 /

    A Netflix divulgou um pôster e um trailer dublado em português da nova série animada de “Transformers”, que conta pela primeira vez o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. A prévia revela o retorno de personagens clássicos da franquia e diálogos que abusam do slow motion – arrastadíssimos. O título de “Transformers: War For Cybertron – O Reino” reflete a decisão de dividir os 18 episódios em três temporadas, cada uma com uma etapa diferente da história. “O Reino” é a terceira e última parte, que sucede “O Cerco” e “O Nascer da Terra”, lançados no ano passado. O final pretende homenagear os 25 anos da animação “Beast Wars”, reunindo os grupos liderados por Optimus Prime e Optimus Primal na luta contra Megatron. O próximo filme live-action da franquia, “Transformers: O Despertar das Feras”, também será um resgate de “Beast Wars”. A série está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por outras atrações animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto pela AT&T, após comprar a Time Warner. A estreia de “Transformers: War For Cybertron – O Reino” está marcada para 29 de julho. Confira abaixo o trailer nacional e a versão americana, com as dublagens originais.

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  • Etc

    Fotos confirmam romance de Olivia Wilde e Harry Styles

    6 de julho de 2021 /

    O que era boato ganhou fotos. Olivia Wilde e Harry Styles foram clicados se beijando durante um passeio de iate no litoral italiano. Um paparazzo flagrou toda a intimidade das férias românticas do casal, e a imagem correu o mundo. Embora até o momento eles não tenham se pronunciado sobre o relacionamento, os fãs já aprovaram o casal, celebrando o beijo sob o céu do Mediterrâneo. O relacionamento teria começado nos bastidores de “Don’t Worry Darling”, filme ainda inédito dirigido por Wilde e estrelado por Styles. No começo da produção, a atriz não escondeu sua felicidade por contar com a participação do cantor no elenco. “Eu fiz uma pequena dança da vitória”, confessou Wilde para a revista Vogue. A atriz de 37 anos terminou seu casamento de nove anos com o comediante Jason Sudeikis no início de 2020, enquanto o cantor de 27 anos está solteiro desde 2018, quando se separou da modelo Camille Rowe. Harry Styles and Olivia Wilde can't keep their hands off each other in Italy https://t.co/YMWdbtIZUF pic.twitter.com/nOm2zi1uiX — Page Six (@PageSix) July 5, 2021

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  • Filme

    Trailer da continuação de “Rua do Medo” homenageia terror dos anos 1970

    5 de julho de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado do segundo filme da trilogia “Rua do Medo”. A prévia reforça a conexão entre os dois primeiros longas ao apresentar a nova história como um grande flashback passado nos anos 1970, que homenageia “Sexta-Feira 13” e outros terrores de acampamentos de verão, e é estrelado por Sadie Sink, de “Stranger Things” A trama é inspirada na famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil”. Com livros publicados desde 1989, “Rua do Medo” é a segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes têm classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feitos para pré-adolescentes. Dirigidos por Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes estão sendo lançados semanalmente às sextas. “Rua do Medo: 1994” saiu no dia 2 e o próximo, “Rua do Medo: 1978”, chega no dia 9.

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  • Filme

    “A Guerra do Amanhã” quebra recorde de audiência na Amazon

    5 de julho de 2021 /

    O filme “A Guerra do Amanhã” teria quebrado o recorde de audiência da Amazon nas primeiras 48 horas de seu lançamento no Prime Video. A notícia foi dada pelo protagonista Chris Pratt em seu Instagram. Ele publicou um vídeo no domingo (4/7) em que agradeceu aos fãs pelo sucesso do longa. “Obrigado a todos que assistiram ‘A Guerra do Amanhã’ no final de semana. As primeiras 48 horas de audiência no Prime Video quebraram todos os recordes. Filme nº1 nos streamings ao redor do mundo!! E não poderíamos ter feito isso sem cada um de vocês”, comemorou o ator. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. E o personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo com sua filha adulta do futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). Considerado um amontado de clichês pela crítica internacional, o filme teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt)

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    Filha de Bruce Lee enquadra Quentin Tarantino: “Homem branco de Hollywood”

    5 de julho de 2021 /

    Depois de ouvir seu pai ser mais uma vez ofendido por Quentin Tarantino, a produtora Shannon Lee (“Warrior”), filha do ator Bruce Lee, publicou um longo desabafo na revista The Hollywood Reporter. A briga entre Shannon Lee e Tarantino se tornou pública pela primeira vez quando ela reclamou do tratamento dado a seu pai em “Era uma Vez em… Hollywood”, após incontáveis casos de atores brancos pegaram papéis que podiam ser dele, passando-se por asiáticos. Para a filha do ex-ator e grande mestre das artes marciais, falecido em 1973, Tarantino podia ter tentado mostrar como Lee era estereotipado, em vez de desrespeitá-lo e retratá-lo como um asiático arrogante que puxava brigas com dublês. Na época do lançamento de “Era uma Vez… em Hollywood”, o diretor defendeu sua versão dizendo que “Bruce Lee era meio que um cara arrogante mesmo”. “O jeito que ele falava… Eu não inventei, ouvi ele falar coisas como essas. As pessoas me dizem ‘Ele nunca disse que poderia derrotar Muhammad Ali’, mas ele disse sim. E não foi só ele quem disse isso, sua esposa também. A primeira biografia dele que li foi ‘Bruce Lee: The Man Only I Knew’, de Linda Lee, e ela absolutamente disse isso.” O assunto voltou à tona no fim de semana, quando Tarantino foi divulgar o livro que expande a história do filme – lançado na terça passada (29/6) no Brasil. Em uma entrevista para o podcast “The Joe Rogan Experience”, o diretor baixou o nível ao voltar à carga. “Eu consigo entender a filha dele ter um problema com isso [a maneira como Lee foi interpretado]. É a p*rra do pai dela, eu entendo. Mas qualquer outra pessoa, vá chupar um p**!”. A resposta extremamente arrogante e mal-educada irritou de vez Shannon Lee, que foi convidada pelo THR a escrever uma coluna sobre a questão. “Como vocês já sabem, a forma como Bruce Lee foi retratada em ‘Era uma vez em… Hollywood’ pelo Sr. Tarantino, na minha opinião, foi pouco fiel e desnecessária, para dizer o mínimo (por favor, não vamos culpar o ator Mike Moh. Ele fez o que pôde com o que lhe foi dado). E embora eu esteja grata que o Sr. Tarantino tenha reconhecido tão generosamente a Joe Rogan que eu possa ter meus sentimentos sobre sua representação de meu pai, eu também sou grata pela oportunidade de poder expressar o seguinte: estou cansada pra c*ralho de homens brancos em Hollywood tentando me dizer quem era Bruce Lee”, escreveu Shannon. “Estou cansada de ouvir de homens brancos de Hollywood que ele era arrogante e um c*zão, quando eles não têm ideia e não conseguem entender o que pode ter sido necessário para conseguir trabalho em Hollywood nos anos 1960 e 1970 para um homem chinês com um (Deus o livre) sotaque, ou tentar expressar uma opinião em um set de filmagens sendo encarado como um estrangeiro e uma pessoa de cor”, continuou. “Estou cansada de homens brancos de Hollywood confundindo sua confiança, paixão e habilidades com arrogância e, logo, achando necessário diminuí-lo, assim como suas contribuições. Estou cansada de homens brancos de Hollywood acharem muito desafiador acreditar que Bruce Lee pode ter sido bom no que fazia e que talvez soubesse fazê-lo melhor que eles”. “Estou cansada de ouvir de homens brancos de Hollywood que ele não era um lutador de artes marciais e que só fazia isso para os filmes. Meu pai vivia e respirava artes marciais. Ele ensinava artes marciais, escrevia sobre artes marciais, criou sua própria arte marcial”, reforçou. “E, já que estamos aqui, estou cansada de me dizerem que ele não era americano (ele nasceu em São Francisco, Califórnia), que ele não era amigo de James Coburn, que ele não era bom com os dublês, que ele saía chamando as pessoas para brigas em sets de filmagens, que minha mãe disse em seu livro que meu pai acreditava que ele venceria Muhammad Ali (não é verdade), que tudo o que ele queria era ser famoso, e muito mais”. Ela finaliza com uma ressalva: “Claro, isso não se aplica a todos os homens brancos de Hollywood. Eu trabalhei com alguns colaboradores e parceiros maravilhosos. Mas encontrei muitos deles ao longo dos anos (e não só em Hollywood) que querem explicar Bruce Lee para mim e usam Bruce Lee quando e como lhes agrada sem reconhecer sua humanidade, seu legado ou sua família”.

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  • Música

    Marisa Monte resgata a MPB do tempo do “Fantástico”

    5 de julho de 2021 /

    A cantora Marisa Monte disponibilizou em seu YouTube o clipe de “Portas”, que interrompe um hiato de cerca de 10 anos sem músicas inéditas. Sem muitos elementos, além da trocas de figurino e truques simples de computação, o vídeo minimalista de Giovanni Bianco (“Girl from Rio”, de Anitta) chama mais atenção pela opção de divulgação: seu lançamento em primeira mão no “Fantástico” resgatou um costume antiquado da MPB, que tinha acabado com o advento da MTV nos anos 1990. Em plena era do YouTube, o capricho de lançar vídeo de fundo branco no programa dominical da Globo parece um aceno analógico de hipster, mas até combina com a sonoridade nostálgica da canção. Não é de hoje que Marisa Monte tenta resgatar sons da MPB de raiz, mais especificamente da época em que Gal Costa e Nara Leão eram parâmetros para as cantoras brasileiras – que teve seu auge quando ainda se lançava clipes no “Fantástico”. Depois de uma década sem novidades, ela continua do ponto em que parou, o que deve agradar seus fãs antigos.

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  • Etc

    Quentin Tarantino compra cinema centenário de Los Angeles

    5 de julho de 2021 /

    O diretor Quentin Tarantino comprou um cinema de quase 100 anos em Los Angeles. Ele revelou nesta segunda (5/7), durante participação no podcast “Armchair Expert”, que comprou o histórico Vista Theatre na Sunset Drive e pretende reabrir a sala de tela única ainda neste ano. “Comprei o Vista na Sunset”, anunciou Tarantino com orgulho no podcast, sem entrar em detalhes do negócio. “Provavelmente vamos abri-lo na época do Natal”. O Vista Theatre foi inaugurado em 9 de outubro de 1923, com capacidade para 400 pessoas, e fechado em março do ano passado, no começo da pandemia de covid-19. Ele não chegou a reabrir como os demais cinemas de Los Angeles, exibindo atualmente em sua marquise apenas a mensagem “To be Continued” (continua). Tarantino já tem um cinema na cidade. Ele é dono do New Beverly desde 2007, onde exibe exclusivamente filmes de 35 mm e 16 mm, a maioria de sua própria coleção pessoal. Este cinema reabriu em meados de junho e tem esgotado todos os ingressos desde que passou a receber o público de volta. Explicando que a decisão de comprar estes cinemas se deve a ligações pessoais, Tarantino surpreendeu ao não fazer uma defesa intransigente do circuito cinematográfico como muitos poderiam imaginar. Ao contrário, disse que alguns dos cinemas que estão falindo em meio a pandemia já vão tarde. “Eu não gosto de ver nenhum cinema fechando, mas alguns desses que se vão, eles merecem mesmo ir”, disse Tarantino no podcast. “Eles já tinham tirado todo o prazer especial dos filmes. São redes de cinema que exibem só filmes comerciais, não apagam as luzes, usam assentos de estádio de m*rda de plástico”, reclamou. “Tem sido uma loucura ao longo da minha carreira ver como a experiência cinematográfica piora para os espectadores a cada cinco anos. No entanto, acho que os cinemas boutique realmente devem prosperar. E não estou falando de pedir nachos e margaritas durante um filme…”, acrescentou, diferenciando entre salas elitistas, que são basicamente restaurantes com filmes, das exibições que respeitam o público e enfatizam os prazeres puramente cinematográficos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael Idov (@michaelidov) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrew Farmer (@thatsajellyfish)

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  • Filme

    Hugh Jackman enlouquece fãs com imagens de Wolverine e do chefão da Marvel

    5 de julho de 2021 /

    Hugh Jackman está dando o que falar nas redes sociais, graças à duas postagens feitas em seu Stories no Instagram. Na verdade, ele fez três publicações que, de certo modo, são relacionadas, mas a primeira foi uma homenagem a Richard Donner, cineasta falecido nesta segunda (5/7), que produziu o filme dos “X-Men” e também o primeiro derivado de Wolverine. Em seguida, ele postou um desenho do Wolverine sem texto. Só que a imagem seguinte mudou completamente o contexto. Jackman publicou sem legendas uma foto em que aparece ao lado de Kevin Feige, chefão do Marvel Studios. Pode ser só uma forma de lembrar que Feige também trabalhou no primeiro longa dos “X-Men”, como produtor associado. Mas também pode ser a prévia da notícia que os fãs querem ver confirmada imediatamente: a volta de Jackman como Wolverine num filme da Marvel – provavelmente em “Deadpool 3”. Vale lembrar que, ao declarar que tinha se aposentado do papel do herói com “Logan” (2017), o ator brincou que só voltaria a viver Wolverine numa condição: se fosse num filme dos Vingadores. Na época, ninguém nem sonhava com os planos da Disney para comprar a 20th Century Fox, o que acabou acontecendo dois anos depois. Com isso, Wolverine já pode estrelar um filme dos Vingadores! Além de “Deadpool 3” – onde a participação é um desejo pessoal de Ryan Reynolds – , também há um boato antigo sobre um filme que juntaria Wolverine e Hulk. Após o alarme falso de “WandaVision”, Kevin Feige não revelou até o momento como vai introduzir mutantes conhecidos, como Wolverine e os X-Men, nas produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel).

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  • Etc,  Filme

    Richard Donner (1930-2021)

    5 de julho de 2021 /

    O diretor Richard Donner, que encantou gerações com clássicos como “A Profecia” (1976), “Superman – O Filme” (1978), “Os Goonies” (1985) e “Máquina Mortífera” (1987), morreu nesta segunda (5/7) aos 91 anos, de causa ainda não revelada. O nome Donner era na verdade apelido de Donald, segundo nome do nova-iorquino Richard Donald Schwartzberg, que estudou teatro na NYU (Universidade de Nova York) e chegou a atuar em peças do circuito off-Broadway, antes de decidir tentar carreira atrás das câmeras. Ele até ensaiou atuar na TV, mas a experiência nunca passou de um punhado de séries, como “Agente da UNCLE” e “Lassie”. Em compensação, ao entrar na indústria televisiva rapidamente se estabeleceu como um dos diretores mais requisitados da década de 1960, somando em período recorde mais de uma centena de episódios de atrações como a própria “Agente da UNCLE”, “Procurado Vivo ou Morto”, “Rota 66”, “O Homem do Rifle”, “Paladino do Oeste”, “O Fugitivo”, “A Ilha dos Birutas”, “Perry Mason”, “James West”, “Agente 86” e principalmente “Além da Imaginação”, onde mostrou sua capacidade de comandar tramas fantásticas. Paralelamente, começou a dirigir seus primeiros filmes, inaugurando a lista com a produção de baixo orçamento “X-15”, estrelada por Charles Bronson. Mas apesar do desejo de fazer cinema, só conseguiu superar a tradicional resistência de Hollywood a profissionais da TV depois de 15 anos de atividades cinematográficas em filmes baratos, quando “A Profecia” estourou nas bilheterias. O terror de 1976 marcou época e inspirou continuações, remake e até uma série, sendo considerado o segundo filme mais assustador da década, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). O sucesso o credenciou a dirigir a produção que levaria os espectadores a “acreditar que um homem pode voar”. Donner entregou tudo o que o marketing anunciou e os fãs esperavam do primeiro filme de super-heróis com grande orçamento. Um ano após “Guerra nas Estrelas” inaugurar a era moderna dos blockbusters, “Superman – O Filme” consolidou a mudança de paradigma e o mercado cinematográfico nunca mais foi o mesmo. Infelizmente, ele brigou com os produtores Alexander e Ilya Salkind durante as filmagens de “Superman II” e acabou ficando sem créditos pelo trabalho seguinte, finalizado por Richard Lester, embora tenha contribuído com várias cenas do longa de 1980. Os fãs puderam ver a diferença quando a Warner restaurou sua versão em 2006, lançada em DVD como “Superman II: The Richard Donner Cut”, no mesmo dia da estreia de “Superman: O Retorno” nos cinemas. Após a frustração com “Superman II”, Donner decidiu montar sua própria produtora em parceria com sua esposa, Lauren Shuler Donner, visando manter maior controle de seus projetos. Foi pela empresa, que hoje é conhecida como The Donners’ Company, que ele lançou seus filmes seguintes e a iniciativa o transformou em milionário. Os primeiros títulos da produtora foram a fantasia medieval “O Feitiço de Áquila” (1982) e a aventura “Os Goonies” (1985), coproduzida por Steven Spielberg. O sucesso desses filmes, especialmente do fenômeno “Goonies”, ainda fizeram de Donner um dos diretores mais admirados da década de 1980. O detalhe é que ele guardou seu lançamento mais bem-sucedido para o final da década. Depois de entreter crianças e adolescentes, Donner ainda revolucionou a velha fórmula dos filmes policiais com “Máquina Mortífera” (1987), apresentando a parceria entre um jovem policial destemido/suicida e outro “muito velho para essa m*rda”. A química entre Mel Gibson e Danny Glover, aliada à combinação de ação e comédia, criou novo fenômeno de bilheteria, que ainda ganhou mais três sequências e permaneceu influente a ponto de inspirar uma série de TV nos últimos anos. Além de dirigir todos os quatro “Máquina Mortífera” ao longo de uma década (até 1998), o diretor voltou a bisar a parceria com Mel Gibson em mais dois longas, a adaptação da série de western “Maverick” (1994) e o thriller “Teoria da Conspiração” (1997). Seus últimos trabalhos como diretor foram a sci-fi “Linha do Tempo” (2003), estrelada por Paul Walker, e o thriller policial “16 Quadras” (2006), com Bruce Willis. Como produtor, Donner ainda trabalhou nos bastidores de continuações de seus sucessos, como “Superman III” e “A Profecia III”, além de ter realizado a trilogia “Free Willy”, a série “Contos da Cripta”, baseada em quadrinhos de terror dos anos 1950, e dois filmes derivados dessa atração. Mas sem dúvida sua maior contribuição longe das câmeras foi ter produzido o filme que lançou a era dos super-heróis da Marvel nos cinemas: “X-Men”, no ano 2000. Nos últimos anos, ele ensaiava voltar a dirigir um último filme, que seria “Máquina Mortífera 5”, resgatando a franquia com os atores originais. O projeto chegou a ser anunciado por Mel Gibson, mas agora não deve mais sair do papel. Apesar da repercussão de seus filmes, Richard Donner nunca teve seu talento reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mas é um equívoco subestimar seu talento, que rivalizava com os cineastas mais badalados de sua geração. Um dos plano-sequências de “Superman – O Filme” dava inveja em Martin Scorsese.

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