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  • Filme

    Selena Gomez vai viver a montanhista peruana Silvia Vásquez-Lavado no cinema

    12 de novembro de 2020 /

    A cantora Selena Gomez vai estrelar um filme sobre a montanhista e empreendedora social peruana Silvia Vásquez-Lavado, primeira mulher homossexual a completar os Oito Cumes, os pontos mais altos do planeta, incluindo montanhas em cada um dos seis continentes e o maior desafio de todos, o Monte Evereste. Além de montanhista, Vásquez-Lavado também é a fundadora da Courageous Girls, uma organização sem fins lucrativos que ajuda mulheres sobreviventes de abuso e tráfico sexual, e juntou as duas atividades ao organizar excursões para vítimas de abuso ao acampamento base do Monte Everest. O roteiro está a cargo de Elgin James, cocriador da série “Mayans MC”, e será baseado num livro de memórias da peruana, intitulado em inglês “In the Shadow of the Mountain”, que só será lançado em 2022. Selena Gomez vai viver Vásquez-Lavado e também produzir o longa por meio de sua empresa, July Moon Productions, em parceria com a Tempesta Films, da produtora Donna Gigliotti (que já venceu o Oscar de Melhor Filme por “Shakespeare Apaixonado”), e a One Community, do produtor Scott Budnick (da franquia “Se Beber, Não Case!”). “Me sinto humilde e agradecida por compartilhar esta notícia emocionante, que está em andamento nos últimos 10 meses, que uma equipe de estrelas vai adaptar meu vindouro livro de memórias para o cinema”, escreveu Silvia Vásquez-Lavado em seu Instagram na quarta-feira (11/11). “Fico honrada e emocionada pela ousada, talentosa e brilhante Selena Gomez assumir o papel de protagonista e também como produtora”, continuou. “Mal posso esperar para compartilhar mais!” Ver essa foto no Instagram I am so humbled and grateful to share this thrilling news, which has been in the works for the last 10months, that an all-star team has optioned my upcoming memoir In The Shadow of the Mountain (to be published 02-2022 by @madelinecjones Holt/Macmillan) for a movie adaptation. I am so honored and touched for the bold, talented, and brilliant @selenagomez in taking the starring role and as producer; To her incredible team @zackmorgenroth and @aleenkeshishian; Grateful to have the groundbreaking visionary #DonnaGigliotti and her Tempesta films involved; For the talented @elginnjames on the helm for screenplay and direction; And the support of @onecommunity films led by the trailblazer @scottbudnick1 and @lauren_denormandie None of this would have happened without the faith of my amazing family at @ideaarchitects, my incredible agent and dearest friend @laralovehardin, #dougabrams and my sweet family at WME led by #sylvierabineau and #carolinabeltran And to all of my family and friends, thank you for all your words of encouragement and support along this road. I can’t wait to share more! Link on my bio! Uma publicação compartilhada por Silvia Vasquez-Lavado (@silviavasla) em 11 de Nov, 2020 às 2:34 PST

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  • Música

    Bad Guy: Clipe do hit de Billie Eilish atinge 1 bilhão de visualizações

    12 de novembro de 2020 /

    O clipe de maior sucesso da cantora Billie Eilish, “Bad Guy”, ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube na manhã de quarta-feira (11/11). O vídeo entrou no seleto clube dos bilhões pouco mais de um ano e meio após seu lançamento. Enquanto “Bad Guy” é a primeira música da cantora a entrar na prestigiosa lista, o diretor do clipe, Dave Meyers, comemora o ingresso de seu segundo trabalho. No início do ano, “Señorita”, que ele dirigiu para Shawn Mendes e Camila Cabello, também atingiu a marca. Meyers tem vários outros clipes com centenas de milhões de visualizações, incluindo “ME!” de Taylor Swift, “God Is a Woman” de Ariana Grande e “HUMBLE” de Kendrick Lamar. No videoclipe de “Bad Guy”, a então emergente Eilish faz uma entrada triunfal no universo pop, ao estourar uma parede de papel amarelo e dominar as cenas, inclusive sentando-se sobre um homem fazendo flexões, entre outras coisas. A faixa serviu como um dos singles de “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”, o álbum de estreia que deu à cantora um lugar na história do Grammy. Ela ganhou cinco troféus na premiação de 2020, incluindo Melhor Artista Nova, Álbum, Gravação e Música do ano. Assista ao vídeo da música “Bad Guy” abaixo.

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  • Série

    Astro de The Walking Dead vai produzir série baseada no terror Mansão da Morte

    12 de novembro de 2020 /

    O ator Norman Reedus (o Daryl de “The Walking Dead”) vai produzir uma série baseada no terror cult “Mansão da Morte” (Sorority House Massacre), único filme escrito e dirigido por Carol Frank. O longa de 1986, com produção do pioneiro do terror indie Roger Corman, é exatamente o que o título sugere: uma história sobre universitárias de uma irmandade feminina, que são perseguidas por um assassino psicopata em sua mansão. O detalhe é que o assassino compartilha uma ligação telepática com uma das garotas. Considerado um dos melhores filmes do subgênero slasher, apesar de parte da crítica minimizá-lo pelas similaridades com a “Holloween”, “Mansão da Morte” se tornou especialmente popular durante o auge da era do VHS e acabou ganhando duas sequências em 1990. A minissérie está sendo desenvolvida em parceria com Stephen Trask, criador do célebre musical da Broadway “Hedwig and the Angry Inch”, e também vai marcar o primeiro projeto de conteúdo da Utopia, uma empresa de distribuição indie criada no ano passado pelo ator-cineasta-roqueiro Robert Schwartzman, irmão do ator Jason Schwartzman, sobrinho de Francis Ford Coppola, primo de Sofia Coppola e Nicolas Cage, e cantor-guitarrista da banda Rooney. “Eu não poderia estar mais animado para colaborar com Robert e sua incrível equipe da Utopia neste projeto”, disse Reedus, em comunicado. “Seu gosto e visão criativa são inspiradores e exatamente em linha com o tipo de conteúdo que a [produtora de Reedus] bigbaldhead se propôs a desenvolver. Estamos entusiasmados em revisitar este clássico cult e criar algo verdadeiramente único”, completou. Ainda em estágios iniciais, o projeto não tem plataforma ou canal definidos. Veja o trailer do filme original abaixo.

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  • Filme

    Relatos do Mundo: Netflix negocia lançar novo filme de Tom Hanks

    12 de novembro de 2020 /

    Os “Relatos do Mundo” devem chegar ao Brasil pela Netflix. A plataforma negocia um acordo de distribuição com a Universal Pictures para lançar “Relatos do Mundo”, novo filme estrelado por Tom Hanks, no mercado internacional. O estúdio ainda pretende manter a estreia do longa nos cinemas dos EUA, marcada para 25 de dezembro, mas, com o acordo, o lançamento do longa não aconteceria mais entre janeiro e fevereiro no Brasil. O negócio é similar a outros fechados recentemente pela Netflix, como a distribuição internacional de “Bob Esponja: O Incrível Resgate”. “Relatos do Mundo” (em inglês, “News of the World”) marca a segunda parceria entre o ator Tom Hanks e o cineasta Paul Greengrass, que colaboraram no premiado thriller “Capitão Phillips”, lançado em 2013, e deve ser destaque na temporada de premiações do começo de 2021. O filme é uma adaptação do best-seller homônimo de Paulette Jiles, com roteiro de Luke Davies (“Lion”), e se passa no período posterior à Guerra Civil Americana. A trama acompanha o capitão Jefferson Kyle Kidd, que viaja anunciando as notícias da época, de cidade em cidade, num Texas em que a imprensa ainda engatinha. Por sua profissão itinerante, ele aceita o compromisso de levar uma garotinha órfã de 10 anos pelas trilhas selvagens do Velho Oeste para entregá-la a seus parentes. Mas essa missão é posta à prova conforme os dois desenvolvem laços de amizade e ele descobre que os parentes da menina não só não a querem como tem planos perversos para ela. Além de viver Kidd, Hanks é coprodutor do filme e o elenco ainda inclui Elizabeth Marvel (“Homeland”), Mare Winningham (“The Outsider”), Neil Sandilands (“The Flash”), Chukwudi Iwuji (“Olhos que Condenam”), Thomas Francis Murphy (“The Walking Dead”) e a jovem alemã Helena Zengel (“Transtorno Explosivo”) como a menina. Veja abaixo o trailer legendado original da produção.

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  • Etc

    WarnerMedia promove centenas de demissões

    12 de novembro de 2020 /

    A WarnerMedia promoveu uma grande leva de demissões nesta semana. A largada começou com um e-mail do CEO Jason Kilar aos funcionários na manhã de terça (11/11), reconhecendo que o processo era “doloroso”, mas também uma etapa “crítica” na evolução da empresa, que virou uma divisão de entretenimento da AT&T após ser comprada pela companhia de telecomunicações. A Warner sofreu várias reduções de pessoal desde a aquisição de 2018, mas a tendência ganhou maior ênfase neste semestre atual, conforme a AT&T busca reorganizar seus negócios. Historicamente, as três unidades principais da companhia – HBO, Warner Bros e Turner – operavam principalmente como grupos autônomos. Agora, a palavra de ordem é sinergia, com equipes sendo mescladas pela primeira vez em décadas e muitas posições eliminadas no processo. O objetivo é reduzir uma dívida nada desprezível de US$ 151 bilhões, que disparou com a falta de receitas de cinema durante a pandemia de coronavírus e o investimento pesado no lançamento da plataforma HBO Max. Com cinemas fechados e empresas anunciando menos na TV, as demissões levaram em conta a nova realidade da companhia, que passa realmente por priorizar o streaming. A AT&T imagina reduzir entre 20% e 30% dos custos operacionais da WarnerMedia com a nova rodada de demissões, que inclui figurões e promove uma devassa no marketing da empresa. Entre os demitidos, estão Scott Rowe, vice-presidente de marketing da Warner Bros Television, que passou 27 anos na companhia, JP Richards, co-presidente de marketing do estúdio cinematográfico Warner Bros, e Jim Gallagher, vice-presidente de marketing do departamento de animações e filmes infantis. O departamento de recursos humanos da WarnerMedia não revelou números, mas a imprensa americana acredita que centenas de funcionários foram dispensados. Fontes do site Deadline revelaram que o CEO da companhia se dirigiu aos remanescentes numa videoconferência, na tarde de quarta (11/11), visando levantar a moral com um discurso de que, após os cortes, a WarnerMedia se posicionou para vencer no mercado. “Se tivermos convicção e coragem, seremos maiores do que a empresa jamais foi”, disse ele. Jason Kilar voltou a enfatizar a importância da HBO Max para o futuro da empresa, reiterando que “dizer que essa área é importante para nós é um eufemismo”, e confirmou os planos de expansão internacional para o streaming – sem fornecer detalhes. Embora o ritmo de demissões tenha estacionado nos EUA, após esta semana agitada, elas mal começaram no exterior, onde a empresa também passará por grande reformulação para lançar sua plataforma.

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  • Série

    Vigilante vai encontrar o Pacificador na série derivada do Esquadrão Suicida

    11 de novembro de 2020 /

    A HBO Max anunciou o elenco coadjuvante da série derivada do vindouro filme “O Esquadrão Suicida”, revelando que um dos personagens será um herói bastante controvertido dos quadrinhos. Chamada de “Peacemaker”, a atração será uma minissérie de oito episódios centrada no vilão Pacificador (The Peacemaker). Assim como no filme, a atração será estrelada por John Cena, além de ser escrita e dirigida pelo cineasta James Gunn. Os atores anunciados são Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”), Steve Agee (também de “Brightburn”) e Freddie Stroma (“Bridgerton”). Danielle Brooks e Robert Patrick interpretarão personagens inéditos nos quadrinhos, enquanto Jennifer Holland e Steve Agee reprisarão seus papéis do vindouro “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Mas é o papel de Stroma que chama atenção. Ele dará vida a Adrian Chase, que nos quadrinhos virou o herói sanguinário Vigilante. Fãs da série “Arrow” também podem lembrar de Chase como um promotor que se revela um grande vilão, mas a série mudou bastante a história original do personagem para surpreender o público, que esperava que ele fosse a identidade do misterioso Vigilante na 5ª temporada. Criado por Marv Wolfman (o “pai” de Blade, o Caça-Vampiros) e George Pérez em 1983, numa edição anual dos “Jovens Titãs”, o Vigilante chegou a ter uma revista própria, que foi encerrada de forma brutal após 50 exemplares, com a morte do personagem. Concebido como uma espécie de Justiceiro da DC Comics, Vigilante foi a identidade adotada pelo promotor público Adrian Chase após sua família ser assassinada por gângsteres. A diferença para o anti-herói da Marvel estava em seu código moral. A princípio, ele buscava prender, em vez de matar os criminosos. Mas depois que Alan Moore (criador de “Watchmen” e “V de Vingança”) assinou duas edições de sua revista, ele embarcou numa espiral de autodestruição, culpando-se pela morte de um policial e de um amigo próximo, até perder o controle sobre suas ações, tornando-se ainda mais violento, paranoico e cheio de remorsos. Após começar a matar inocentes, ele se tornou o primeiro herói a se suicidar nos quadrinhos. Curiosamente, Pacificador e Vigilante nunca se enfrentaram nos quadrinhos, porque o personagem-título não é um personagem original da DC Comics. Ele foi criado por Joe Gill e Pat Boyette em 1966 na Charlton Comics, editora que mais tarde foi adquirida pela DC. Sua estreia em segundo lar aconteceu numa minissérie lançada apenas em 1988, mesmo ano em que o Vigilante original morreu. Em sua identidade civil, Christopher Smith era originalmente um diplomata pacifista. Mas sua visão da paz logo se revela distorcida, pois, como diz a sinopse de “O Esquadrão Suicida”, ele “acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para obtê-la”. Mentalmente perturbado, o Pacificador também acredita que as alma das pessoas que mata são coletadas por seu capacete e passam a conversar com ele. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que a decisão de fazer a série começou com a interpretação de Cena do personagem, que se tornou favorito dos executivos da Warner durante as sessões de teste do filme, ofuscando um elenco extremamente estrelado. “Peacemaker” é a segunda série derivada de um filme da DC Comics na HBO Max. A plataforma também colocou em andamento a produção de um drama policial ambientado na Gotham City do filme “Batman”, de Matt Reeves. A Warner resolveu priorizar a produção de conteúdo premium para o serviço de streaming, após o lançamento da HBO Max decepcionar com pouco material exclusivo, devido à pandemia de coronavírus. A plataforma da WarnerMedia ainda não tem data oficial para chegar no Brasil, mas existe uma expectativa de estreia para breve.

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  • Filme

    Jake Gyllenhaal e Dylan O’Brien negociam estrelar thriller de Michael Bay

    11 de novembro de 2020 /

    Os atores Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Dylan O’Brien (“Maze Runner”) estão negociando viver irmãos em “Ambulance”, o próximo thriller de ação do diretor Michael Bay (da franquia “Transformers”). A informação é do site The Hollywood Reportar, que alerta que nenhum dos dois ainda fechou contrato. A trama vai acompanhar dois irmãos que roubam uma ambulância, dentro da qual estão uma paramédica e um paciente em estado crítico. Além de Gyllenhaal como o irmão mais velho e O’Brien como o caçula, a atriz Eiza Gonzalez (“Em Ritmo De Fuga”) foi contatada para viver a paramédica. O roteiro é de Chris Fedak, criador das séries “Chuck” e “Prodigal Son”, que faz sua estreia em longa-metragem. O tom da produção seria inspirado em thrillers dos anos 1990, como “Velocidade Máxima” e “Bad Boys”. Este último foi a estreia de Bay no cinema, em 1995, após dirigir uma porção de bandas cabeludas em clipes esquecidos e raramente reprisados pela MTV.

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  • Filme

    Millie Bobby Brown vai estrelar mais um filme na Netflix

    11 de novembro de 2020 /

    Depois do sucesso de “Enola Holmes”, Millie Bobby Brown emplacou mais um filme na Netflix como produtora e protagonista. A produção de “Damsel” (Donzela, em tradução literal) também marcará o primeiro papel de princesa da atriz. Na trama da fantasia, ela viverá a princesa Elodie, que acredita que vai se casar com um príncipe, mas descobre que, na verdade, será sacrificada para um dragão. O filme tem roteiro de Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”) e será dirigido pelo espanhol Juan Carlos Fresnadillo, especializado em longas de terror, como “Extermínio 2” (2007) e “Intrusos” (2011), e que também está à frente do remake live-action de “A Espada Era a Lei”, da Disney. Millie Bobby Brown, por sua vez, ainda vai aparecer em 2021 na 4ª temporada da série “Stranger Things” como a poderosa Eleven (Onze) e estará nos cinemas em “Godzilla vs. Kong”, a sequência de “Godzilla II: Rei dos Monstros”.

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  • Série

    Netflix vai lançar primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger

    11 de novembro de 2020 /

    A Netflix fechou contrato para exibir a primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger, superando vários candidatos interessados em transmitir a atração produzida pela Skydance Television. Ainda sem título, a série foi criada por Nick Santora (criador de “Scorpion”), e trará o astro de 73 anos como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A personagem feminina será vivida por Monica Barbaro, que estrela a vindoura continuação de “Top Gun”. O negócio foi fechado apenas com uma apresentação preliminar e antes do roteiro do piloto ser finalizado, apurou o site The Hollywood Reporter. Além de estrelar, Schwarzenegger é um dos produtores da atração, ao lado de Santora e executivos da Skydance. A Skydance já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). Ainda em fase de desenvolvimento, a série só deve estrear em 2022.

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  • Etc

    Casal de The Good Doctor testa positivo para covid-19

    11 de novembro de 2020 /

    O ator Richard Schiff, intérprete do Dr. Aaron Glassman em “The Good Doctor”, anunciou na terça-feira (10/11) que ele e a esposa, Sheila Kelley, testaram positivo para covid-19. Kelley também co-estrela a série médica da rede americana ABC como a barista Debbie Wexler, que recentemente se casou com o Dr. Glassman. Na vida real, os dois são casados há 31 anos. “No dia da eleição, testei positivo para Covid-19”, revelou Schiff no Twitter. “Esta tem sido a semana mais bizarra de nossas vidas. Sheila Kelley também é positiva. Isso é difícil. Estamos determinados a encontrar um caminho para a saúde novamente. Torcemos por todos que estão lutando contra isso.” Em uma postagem subsequente no Instagram, Kelley contou um pouco mais sobre a situação atual do casal. “Estamos em quarentena em nossa casa em Vancouver, nos recuperando”, ela compartilhou. “Este vírus é uma desgraça escorregadia. Num minuto você se sente quase bem e no seguinte não consegue recuperar o fôlego. Os sintomas mudam radicalmente diariamente, mesmo a cada hora. ” De acordo com uma fonte da série, ouvida pelo site TVLine, a programação das gravações de “The Good Doctor” foi ajustada para acomodar a licença temporária de Schiff e não houve impacto perceptível na produção dos episódios. A série médica retornou à TV americana em 2 de novembro, com os primeiros episódios de sua 4ª temporada abordando justamente a “linha de frente” do combate à pandemia de coronavírus. “The Good Doctor” é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay. On Election Day I tested positive for Covid-19. This has been the most bizarre week of our lives. @thesheilakelley is also positive. This is tough. We are determined to find a way to health again. We root for everyone out there who are struggling with this thing. Love from here. — Richard Schiff (@Richard_Schiff) November 10, 2020 Ver essa foto no Instagram Richard and I have some news. We have both tested positive for COVID-19. We‘re quarantined in our home in Vancouver, recovering. This virus is a slippery sucker. One minute you feel almost fine and the next you can’t catch your breath. Symptoms change radically daily even hourly. I am grateful for @s.factor.official embodiment practice as it tunes me deeply into my body. It is helping me cope from minute to minute. For those of you who do not have this virus stay healthy keep practicing physical distancing. If you have Covid we’re in this together. Breath deeply. Breath slowly. Breath fully. We will get through this together. Uma publicação compartilhada por Sheila Kelley (@sheilakelleys) em 10 de Nov, 2020 às 1:49 PST

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    John Fraser (1931 – 2020)

    11 de novembro de 2020 /

    O ator escocês John Fraser, que se destacou no cinema britânico dos anos 1960, morreu em 7 de novembro após uma longa batalha contra o câncer, aos 89 anos de idade. Fraser tinha decidido que não faria quimioterapia e foi encontrado já inconsciente por sua parceira, a artista Rodney Pienaar, mas a família só tornou sua morte pública nesta quarta (11/11). Com mais de 70 créditos como ator ao longo da carreira, ele começou como figurante no clássico de guerra “Ratos do Deserto” (1954), de Robert Wise, e progrediu nos anos seguintes para pequenos papéis em outros exemplares famoso do gênero, vivendo aviadores em “Labaredas do Inferno” (1955), de Michael Anderson, e “O Vento Não Sabe Ler” (1958), de Ralph Thomas. Sua carreira deu um salto de qualidade em 1960, após encarnar Bosie (Lord Alfred Douglas, filho do Marquês de Queensberry) no filme “Os Crimes de Oscar Wilde”, de Ken Hughes, em que contracenou com Peter Finch (que foi o vencedor do BAFTA daquele ano pelo papel do célebre dramaturgo irlandês). Poucos meses depois, voltou a se destacar como um oficial em outro drama de guerra, “Glória Sem Mácula” (1960), de Ronald Neame, ao lado dos monumentais Alec Guinness e John Mills (que venceu a Copa Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza pelo filme). Sua carreira de coadjuvante ilustre se estendeu a outros filmes marcantes da época, como a aventura “El Cid” (1961), de Anthony Mann, a comédia “A Valsa dos Toureadores” (1962), de John Guillermin, que foi estrelada por Peter Sellers, e o icônico thriller “Repulsa ao Sexo” (1965), de Roman Polanski. Em 1965, teve seu maior destaque cinematográfico em “Névoas do Terror” (1965), considerado um dos melhores filmes do famoso detetive Sherlock Holmes, no papel de Lord Carfax, o aristocrata britânico que seria Jack, o Estripador. Em seguida, voltou a trabalhar com Michael Anderson em novo thriller de guerra, “Operação Crossbow” (1965), juntando-se a Sophia Loren e George Peppard. Também teve proeminência em “Isadora” (1968), como o secretário para quem a dançarina Isadora Duncan, vivida por Vanessa Redgrave, ditava suas memórias (e a trama). Mas a partir daí passou a aparecer mais na TV que no cinema, com participações na atração americana “Columbo” (em 1972) e num arco de três episódios de “Doctor Who” (em 1981). Sua ligação com Sherlock Holmes também foi explorada em outros projetos, como a série “The Rivals of Sherlock Holmes” (em 1971) e a minissérie “Young Sherlock: The Mystery of the Manor House” (1982). O ator ainda participou de “Scarlett”, minissérie de 1994 que continuava a famosa história de “…E o Vento Levou”, antes de abandonar as telas em 1996, após um episódio da antologia “Screen One”.

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    Cadu Barcellos (1986 – 2020)

    11 de novembro de 2020 /

    Morto a facadas durante um assalto, na madrugada desta quarta-feira (11/11), o diretor Cadu Barcellos, de 34 anos, era um exemplo de superação para a juventude das comunidades pobres do Rio Aos 23, ele foi um dos cinco jovens cineastas aspirantes selecionados para dirigir episódios da antologia “5x Favela, Agora por Nós Mesmos” em 2009. O filme era uma atualização da antologia clássica do Cinema Novo “Cinco Vezes Favela”, originalmente dirigida por diretores iniciantes que se transformaram em grandes cineastas brasileiros. Cacá Diegues, que estreou em longa no filme de 1962, foi o produtor do projeto, que inclui apenas equipes de comunidades pobres, registrando seus cotidianos. Ele já trabalhava no setor audiovisual antes de ser “descoberto”, produzindo vídeos independentes desde a adolescência. Com 17 anos, já participava de cursos de internet e audiovisual em ONGs do Rio. Formado pela Escola Popular de Comunicação Critica (ESPOCC), projeto do Observatório de Favelas, virou oficialmente diretor aos 20 com o curta-metragem “Feira da Teixeira” (2006). No ano seguinte, assinou o programa “Crônicas da Cidade”, do Canal Futura. Barcellos foi selecionado por Diegues pela experiência precoce e por se destacar em oficinas dedicadas ao cinema nas comunidades do Rio de Janeiro. O diretor afirmou ao jornal O Globo que Cadu foi um de seus melhores alunos. “Quando nós resolvemos produzir ‘5x Favela, Agora por Nós Mesmos’ apenas com moradores de favela, um dos destaques que nós tivemos logo foi o Cadu Barcellos. Ele era tão inteligente, tão bem-humorado, tão talentoso, que nós demos a ele um dos episódios”, disse Diegues ao Globo. “Isso me deixa muito mal por ele, que foi uma pessoa que conheci muito, que foi muito meu amigo, como também pelo Rio de Janeiro que tá uma cidade impossível de se viver”, afirmou. Após “5x Favela” ser exibido no Festival de Cannes e ganhar o prêmio do público no Festival de Paulínia, o jovem deu sequência à carreira de diretor e roteirista com a série “Mais X Favela”. Ele escreveu 13 episódios e dirigiu três capítulos das duas temporadas da atração, exibida entre 2011 e 2014 no Multishow. Também escreveu e dirigiu o documentário “5x Pacificação” (2012) sobre a implementação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nos morros do Rio, participou do roteiro de “Favela Gay” (2014) e foi diretor assistente de “Rio de Fé” (2013), documentário assinado por Cacá Diegues. Paralelamente, ajudou a lançar o Maré Vive, um canal de mídia comunitária feito de forma colaborativa por moradores do Complexo da Maré, e coordenou o projeto Jpeg, na ONG Promundo, em que liderava um grupo de jovens que promovia ações ligadas à saúde e à igualdade de gênero. Também foi dançarino e participou do Corpo de Dança da Maré, dirigido pelo coreógrafo Ivaldo Bertazzo, com espetáculos que rodaram o país, nos quais dançou por três anos. Em 2020, o profissional multitalentoso entrou para a equipe do Porta dos Fundos. Ele foi contratado como assistente de direção do programa “Greg News”, apresentado por Gregorio Duvivier e exibido pela HBO. Em seu perfil no Twitter, Duvivier afirmou que Barcellos era uma das melhores pessoas que já conheceu. “Um ser humano bom. Brilhante. Família. A morte do Cadu Barcellos deixa um buraco do tamanho do mundo.” Em nota, a equipe do Porta dos Fundos também ressaltou o talento do cineasta e disse que espera por justiça. “Hoje, nós do Porta dos Fundos acordamos profundamente tristes com a notícia do falecimento de Cadu Barcellos, um profissional amável, gentil, talentoso e dedicado, que trabalhou com a gente como assistente de direção na temporada de 2020 do programa “Greg News” (HBO). Aguardamos a apuração dessa tragédia e esperamos pela justiça, cientes de que nada pode reparar a perda da vida de uma pessoa tão jovem e querida.” O cineasta deixa a esposa e um filho de dois anos.

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    Cineasta Cadu Barcellos é assassinado à facadas no Rio

    11 de novembro de 2020 /

    O cineasta Cadu Barcellos, de 34 anos, foi morto a facadas no centro do Rio, na madrugada desta quarta-feira (11/11). O crime aconteceu na Avenida Presidente Vargas, esquina com a Rua Uruguaiana. Ele estava no local após deixar a Pedra do Sal, no Santo Cristo, com uma amiga, que seguia para a Zona Sul em um carro de aplicativo. O assassinato aconteceu por volta das 3h30 em uma suposta tentativa de assalto. Ele chegou a ser visto gritando por socorro, mas não resistiu, tendo morrido ao caminhar alguns metros e cair. Policiais do 5º BPM (Praça da Harmonia) foram acionados, mas já o encontraram no chão. Desde os 17 anos no setor audiovisual, ele trabalhava na produtora Porta dos Fundos, no programa “Greg News” e dirigiu um curta da antologia “5x Favela, Agora por Nós Mesmos”, exibida no Festival de Cannes em 2010 (clique aqui para saber mais sobre a carreira e os multitalentos de Barcellos). Segundo o amigo William Oliveira, “Cadu foi assassinado possivelmente por conta de um celular, um Riocard e um punhado de reais”. O cineasta deixa a esposa e um filho de dois anos.

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