Ator da série The Expanse é acusado de assédio
O estúdio Alcon Entertainment, responsável pela produção da série sci-fi “The Expanse”, iniciou uma investigação independente sobre o ator canadense Cas Anvar, que nesta semana viu seu nome envolvido em inúmeras acusações de assédio e abuso sexual. A polêmica aumentou nos últimos dias, com mais mulheres se apresentando para compartilhar suas histórias no Twitter, incluindo capturas de tela do que dizem ser mensagens inapropriadas de Anvar. Nenhum dos supostos incidentes de agressão sexual aconteceu no set da série, que foi resgatada pela Amazon após seu cancelamento pelo canal pago Syfy. A maioria dos casos seria relacionado a convenções de fãs. Daniel Abraham, um dos co-autores da série de livros em que a atração é baseada, revelou que depois que descobriu que um membro do elenco havia sido acusado de má conduta sexual, “imediatamente transmitiu essas graves acusações ao estúdio Alcon. A Alcon contratou uma empresa independente para investigar esse assunto e leva essas acusações muito a sério”. O perfil de James SA Corey, pseudônimo usado por Abraham e Ty Franck para assinar os livros, também tuitou as notícias da investigação, agradecendo às mulheres que se manifestaram. As acusações contra Anvar ganharam visibilidade em um tópico do Reddit que agregou todas as reivindicações, e também contou com tuítes e reações de Abraham e Corey, além de membros do elenco da Expanse. Isso inclui Steven Strait, Wes Chatham e Dominique Tipper, cuja declaração foi publicada na conta dos autores. Ao contrário das recentes e refutadas acusações contra o elenco de “Riverdale”, as contas de Twitter das acusadoras não são recém-criadas. Ao contrário, interagem na rede social há anos, possuem fotos e identificações claras. Depois de três temporadas no Syfy, “The Expanse” teve seu quarto ano lançado em dezembro passado pela Amazon. A série foi renovada para uma 5ª temporada na plataforma de streaming.
Sandy e Junior terão dois projetos inéditos na Globoplay
A plataforma Globoplay vai lançar dois projetos inéditos envolvendo a dupla Sandy e Junior em julho. A produção principal é uma série documental exclusiva, que será lançada no dia 12. “Sandy & Junior: A História” vai contar a trajetória dos irmãos músicos em sete episódios, nos quais os fãs poderão acompanhar vários momentos da vida da dupla. Além disso, celebridades como Roberto Carlos e Ivete Sangalo gravaram depoimentos descritos como “carinhosos” para a produção. A série documental terá registros do outro programa, previsto para ir ao ar intercalado com seus capítulos. Trata-se de um documentário da turnê “Nossa História”, que marcou o retorno dos irmãos à música no ano passado. São imagens de diversas apresentações, mas principalmente do show que ocorreu no Allianz Parque, em São Paulo. Vai ao ar em 17 de julho. Como preparação para os projetos, a plataforma ainda vai investir na nostalgia, disponibilizando a novela “Estrela-Guia”, de 2001, que teve Sandy num dos papéis principais, como Cristal. Chega na Globoplay já em 6 de julho.
Simpsons, Família da Pesada, Big Mouth e Central Park trocam dubladores brancos de personagens negros
Várias produtoras e canais de séries animadas americanas anunciaram que não utilizarão mais atores brancos para dublar personagens negros ou de outras etnias. A decisão foi resultado de uma súbita conscientização causada pelo questionamento do racismo estrutural, que virou pauta urgente, após o assassinato de George Floyd por policiais brancos e o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) tomar as ruas dos EUA. As atrizes Kristen Bell e Jenny Slate foram quem chamaram atenção para o problema, denunciando a si mesmas, na quarta passada (24/6), como mulheres brancas que estavam dando vozes para personagens mestiças (meninas negras, filhas de mães brancas). “Este é um momento para reconhecer nossos atos de cumplicidade”, postou Kristen Bell nas redes sociais. Aqui está um dos meus. Interpretar a personagem Molly em ‘Central Park’ mostra uma falta de consciência do meu privilégio generalizado. A escalação de um personagem mestiça com uma atriz branca prejudica a especificidade da raça mista e da experiência dos negros americanos”, apontou. “Estava errado e nós, da equipe do ‘Central Park’, estamos comprometidos em fazer a coisa certa”, continuou Bell. “Fico feliz em renunciar a esse papel e passá-lo a alguém que possa dar uma interpretação muito mais precisa e me comprometerei a aprender, crescer e fazer minha parte por maior igualdade e inclusão”. Em uma declaração conjunta, a equipe do programa da plataforma Apple TV+ tentou justificar a escolha da atriz, que esteve no elenco da série “desde quase o primeiro dia de desenvolvimento do programa – antes mesmo de haver uma personagem para ela interpretar – e desde então ela apresentou uma performance engraçada, sincera e bonita”. “Mas, após reflexão, Kristen, junto com toda a equipe criativa, reconhece que a escalação da personagem Molly é uma oportunidade de obter uma representação correta – escalar uma atriz negra ou de raça mista e dar a Molly uma voz que ressoe com todas as nuances e experiências da personagem como a desenhamos”, continuam. Kristen Bell, porém, continuará a ser parte da série, dublando uma nova personagem que será introduzida na 2ª temporada, enquanto a interpretação de Molly passará para outra atriz. Já Jenny Slate perdeu o emprego, após decidir parar de interpretar Missy em “Big Mouth”, da Netflix. “No começo do programa, eu raciocinei comigo mesma que era admissível que eu interpretasse Missy porque a mãe dela é judia e branca — assim como eu”, afirmou a atriz em sua conta no Instagram. “Mas Missy também é negra, e personagens negros em programas animados devem ser interpretados por pessoas negras”, acrescentou. As decisões das duas atrizes criaram um efeito cascata. Na sexta (26/6), o ator Mike Henry, também branco, anunciou que deixaria de dublar o personagem negro Cleveland Brown na popular série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy), da rede Fox. “Foi uma honra interpretar Cleveland por 20 anos. Eu amo esse personagem, mas pessoas de cor (não brancas) devem interpretar os personagens de cor. É por isso que estou deixando o papel”, escreveu ele no Twitter. Além do personagem aparecer em “Uma Família da Pesada”, ele também estrelou sua própria série, “The Cleveland Show”, por quatro anos, exibida entre 2009 e 2013. A iniciativa de Henry, por sua vez, repercutiu em outra série da Fox, que se viu forçada a repensar sua atitude pouco responsável em relação à escalação de seus papéis. “Os Simpsons”, que já tinha um problema histórico com Apu, finalmente deu o braço a torcer, anunciando também na sexta que não escalaria mais atores brancos para interpretar personagens de minorias étnicas. “A partir de agora ‘Os Simpsons’ não terão mais atores brancos representando personagens que não são brancos”, informou uma nota sucinta da Fox. O anúncio, na verdade, é bem tardio. Em janeiro, o ator branco Hank Azaria já tinha dito que não dublaria mais o comerciante indiano Apu, após a representação racista do personagem ter ganhado até documentário – “O Problema com Apu”, dirigido por Hari Kondabolu em 2017, que criticou a forma como as produções americanas tratam as pessoas do sul da Ásia. Azaria tinha ficado incomodado com a forma escolhida pelos produtores de “Os Simpsons” para lidar com o questionamento racial. O tema virou piada, num episódio exibido em 2018 que criticou a forma como situações “inofensivas no passado” tinham virado “politicamente incorretas”. O fato é que, neste caso, “Os Simpsons” não previram o futuro e quase foram atropelados pela História. A mudança tardia de atitude agora deve afetar também o personagem do Dr. Hibbert, médico negro interpretado pelo ator branco Harry Shearer. Assim como Azaria (voz de Moe e do Comic Book Guy), Shearer dubla vários personagens e deve permanecer na série como o Sr. Burns, Ned Flanders e o diretor Skinner.
Festival online do Espaço Itaú exibe as melhores (pré) estreias da semana
O principal programa online do fim de semana é o Festival de Pré-Estreias do Espaço Itaú, que traz uma seleção de filmes inéditos nos cinemas, entre eles “Pacarrete”, grande vencedor do Festival de Gramado do ano passado. O longa levou oito troféus, incluindo os de Melhor Filme na votação do júri e do público, além de prêmios para a atriz Marcélia Cartaxo e o diretor-roteirista Allan Deberton. Em “Pacarrete”, Marcélia Cartaxo dá vida à história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a mulher do título sonha em se apresentar na festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores. Outro destaque digital do Espaço Itaú é “Dora e Gabriel”, novo filme do diretor Ugo Giorgetti, que é disponibilizado pela primeira vez em streaming, em consequência do cancelamento e/ou adiamento dos festivais de cinema nacional de 2020. Há também títulos internacionais na seleção. O detalhe é que os filmes ficarão disponíveis apenas 48 horas. É preciso correr para assistir, ao contrário dos outros títulos disponibilizados neste fim de semana. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos digitais inéditos nos cinemas brasileiros, que chegam aos serviços de VOD (locadoras online) e streaming neste fim de semana. A curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos e com alta rotatividade) e produções de baixa qualidade que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Festival de Pré-Estreias do Espaço Itaú Uma seleção de filmes inéditos, disponíveis por apenas 48 horas, que inclui os brasileiros “Mangueira em Dois Tempos”, de Ana Maria Magalhães, “Dora e Gabriel”, de Ugo Giorgetti, “Pacarrete”, de Allan Deberton, “Guerra de Algodão”, de Marília Hugues e Claudio Marques, além de títulos estrangeiros, em que se destacam “O Chão Sob Meus Pés”, de Marie Kreutzer, e “Liberté”, de Albert Serra, premiado no Festival de Cannes passado. Programação completa, com datas de exibição e links de acesso em Espaço Itaú Play. Indianara | Brasil | 2019 O documentário vencedor do Festival Mix Brasil do ano passado acompanha Indianara Siqueira, líder de um grupo de mulheres transgênero em luta contra o preconceito, a intolerância e a polarização. Desde disputas partidárias até o puro combate contra o governo opressor, a ativista de origens humildes passou por uma longa trajetória até se tornar ícone do movimento LGBTQIA+. Disponível em Google Play, Now, Looke, Vivo Play, Amazon Prime Video e YouTube Filmes Afunde o Navio | EUA | 2019 Filme com maior aprovação crítica da semana – 98% no Rotten Tomatoes – , o suspense criminal acompanha duas irmãs que precisam lidar com a morte de um estranho numa cidadezinha pesqueira com muitas mulheres que parecem saber tudo da vida de todo mundo. A dupla planeja se livrar do corpo sem deixar vestígios, mas o crime não passa despercebido. E um policial aparece em sua porta antes do previsto. A trama cheia de reviravoltas e humor negro, ao estilo dos irmãos Coen, rendeu o troféu de Melhor Roteiro para as cineastas novatas Bridget Savage Cole e Danielle Krudy no Festival de Tribeca do ano passado. Disponível na Amazon Prime Video Ninguém Sabe que Estou Aqui | Chile | 2020 Premiado no Festival de Tribeca deste ano e com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, o drama traz Jorge Garcia (o Hurley de “Lost”) como um ex-cantor infantil da música latina, cujos discos fizeram enorme sucesso no início dos anos 1990, mas que nunca foi conhecido do grande público, já que sua voz era dublada por outro menino – bonitão, com visual de ídolo juvenil. Agora recluso no sul do Chile, praticamente sem contato com o mundo e bem mais gordo, ele ainda tem a mesma voz que encantou multidões. A partir de visitas inesperadas, ele começa a colocar sua história em perspectiva e a ser ouvido de verdade. Disponível na Netflix Viveiro | EUA | 2020 O terror (com 71% no Rotten Tomatoes) traz Imogen Poots (“Sala Verde”) e Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) como um casal em busca da casa ideal. Ao entrarem num condomínio afastado, eles se vêem perdidos em um complicado labirinto feito de moradas idênticas entre si. Até que percebem que não podem escapar. A performance de Imogen rendeu prêmio de Melhor Atriz no Festival de Sitges, na Espanha, um dos mais tradicionais do gênero fantástico. Disponível em iTunes, Now, Google Play, Oi Play, Vivo Play, YouTube Filmes Bulbbul | Índia | 2020 Combinação de terror e conto de fadas, princesinha e criatura das trevas, gira em torno do mistério de uma mulher sonhadora que é abandonada e precisa lidar com o passado doloroso enquanto sua aldeia é assolada por assassinatos misteriosos. O filme marca a estreia na direção de Anvita Dutt, compositora de Bollywood, mas curiosamente não tem elementos musicais. Disponível na Netflix A Guerra de Anna | Rússia | 2018 Anna é uma menina judia de 6 anos que precisa sobreviver sozinha durante a 2ª Guerra Mundial, após sua família ser executada pelos nazistas. Ela se se esconde na chaminé do escritório do comandante nazista, onde pretende ficar até sua vila ser liberada pelos russos. O filme venceu o Golden Eagle Awards, o “Oscar da Rússia”. Disponível em iTunes, Now, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes The Little Comrade | Estônia | 2018 Baseado em dois romances autobiográficos da escritora Leelo Tungal, o filme apresenta o autoritarismo soviético sob perspectiva infantil, por meio de uma criança que tenta encontrar sentido nas complexas circunstâncias de sua vida. A mãe de Leelo, de 6 anos, é diretora da escola e um dia é presa diante da criança, enviada para um campo de concentração, durante o auge do stalinismo. O medo de que o sumiço da mãe seja sua culpa pesa na consciência da criança, que decide se comportar o melhor que pode para que ela volte. Mas a mãe não volta e Leelo se envolve em um problema atrás do outro, fazendo com que “bom” e “mal” comportamento se confundam em sua cabeça. Disponível na iTunes Festival Eurovision da Canção | EUA | 2020 A primeira comédia de Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) na Netflix acompanha um casal de cantores islandeses fictícios (vividos por Ferrell e Rachel McAdams, de “Doutor Estranho”) na tradicional competição musical Eurovision, que acontece anualmente entre os países europeus. A direção é de David Dobkin, que retoma a parceria com a dupla após “Penetras Bons de Bico” (2005), e o resultado é puro Ferrell – isto é, medíocre, com 59% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco ainda inclui Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”), Dan Stevens (“Legion”), Natasia Demetriou (“What We Do in the Shadows”) e até a cantora Demi Lovato (“Sunny Entre Estrelas”). Disponível na Netflix
Disney anuncia novo adiamento de Mulan
A Disney anunciou novo adiamento de “Mulan”, encerrando oficialmente as esperanças do parque exibidor americano de ter uma temporada de filmes de verão. O filme, que chegaria originalmente em março, tinha sido remarcado para 24 de julho, data que outros estúdios já consideraram inviável quando a Disney se posicionou – a Sony adiou “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, para 19 de março de 2021 nos EUA, e passou “Ghostbusters: Mais Além”, de 10 de julho para 5 de março de 2021. Agora, o remake live-action do desenho animado foi adiado para 21 de agosto. “Embora a pandemia tenha mudado nossos planos de lançamento para ‘Mulan’ e continuemos a ser flexíveis conforme as condições o exigirem, ela não mudou nossa crença no poder deste filme e em sua mensagem de esperança e perseverança”, disseram em comunicado os co-presidentes da divisão cinematográfica da Disney, Alan Horn e Alan Bergman. “A diretora Niki Caro e nosso elenco e equipe criaram um filme bonito, épico e comovente que é tudo o que a experiência cinematográfica deve ser e é na tela de cinema que acreditamos que ela pertence, para que o público em todo o mundo divirta-se junto com o filme.” “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”) após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. O elenco destaca a atriz Liu Yifei (“O Reino Perdido”) no papel título, além de Donnie Yen (“Rogue One”), Jet Li (“Os Mercenários”), Chen Tang (“Tiras, Só que Não”), Yoson An (“Maquinas Mortais”), Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”). O adiamento da produção segue um segundo remanejamento de “Tenet” pela Warner, que também deveria estrear em julho e foi para 12 de agosto nos EUA.
The Boys ganha teaser, pôster, live e data de estreia da 2ª temporada
A Amazon divulgou um pôster e um teaser legendado, com uso de metalinguagem, para anunciar a data de estreia da 2ª temporada de “The Boys”, adaptação de quadrinhos em que os super-heróis são, na verdade, supervilões. Os novos episódios vão estrear em 4 de setembro no serviço Prime Video. Além disso, o elenco se juntou numa live nesta sexta (26/6), que trouxe mais novidades, além de cenas inéditas da produção. Veja tudo isso abaixo. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a série acompanha um grupo de vigilantes que investigam as atividades clandestinas dos super-heróis. A razão da desconfiança é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E embora pareçam um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias – , desta vez eles têm razão: os super-heróis da série são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças à empresa de marketing que os financia. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração.
Margot Robbie e roteirista de Aves de Rapina farão novo Piratas do Caribe
A atriz Margot Robbie e a roteirista Christina Hodson, que trabalharam juntos em “Aves de Rapina”, vão voltar a colaborar num novo filme da franquia “Piratas do Caribe”. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, o novo filme não será a sexta aventura de Jack Sparrow, o personagem de Johnny Depp, mas outra história passada naquele universo com personagens novos. Este filme também não tem relação com os planos de relançar a franquia, que estão sendo tocados pelo roteirista original de “Piratas do Caribe”, Ted Elliott, em parceria com o criador de “Chernobyl”, Craig Mazin. Mas os dois projetos compartilham o mesmo produtor: Jerry Bruckheimer, responsável por todos os filmes de “Piratas”. Uma das sagas cinematográficas mais lucrativas de todos os tempos, os cinco filmes lançados pela Disney arrecadaram mais de US$ 4,5 bilhões em todo o mundo. Mas os mais recentes faturaram menos que a trilogia original. O último, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, rendeu só US$ 795 milhões, reforçando os planos do estúdio de relançar a franquia com novos personagens. Christina Hodson também trabalha atualmente nos roteiros de mais dois filmes de super-heróis da DC Comics, “The Flash” e “Batgirl”, enquanto Margot Robbie será vista a seguir em “O Esquadrão Suicida”, em que voltará a viver a personagem de quadrinhos Arlequina.
Os Muppets cantam Beatles em participação animada no programa de James Corden
A banda dos Muppets, que inclui o famoso baterista Animal, mostrou todo o seu talento numa participação animada no programa “The Late Late Show”, de James Corden. Os astros fantoches se juntaram remotamente para tocar e cantar o clássico dos Beatles “With a Little Help From My Friends”, faixa do disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, de 1967. A música, que foi gravada originalmente com a voz de Ringo Starr, também é bastante conhecida pela versão de Joe Cocker, que marcou época no Festival de Woodstock e nas séries “Anos Incríveis” e “Ciranda Cirandinha” no Brasil. A música demonstra como amigos podem se ajudar, o que reflete o atual momento, tanto da pandemia de coronavírus quanto das reivindicações antirracistas. Na versão do “The Late Late Show”, a banda dos Muppets é acompanhada por outros astros famosos, como Caco, Miss Piggy, Gonzo e o urso Fozzie, além do próprio James Corden e de Melissa, antigamente conhecida como Karen, que é a banda residente do programa. Confira abaixo.
Demi Lovato revela sua música no filme Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars
A cantora Demi Lovato divulgou no YouTube sua música do filme “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”, comédia da Netflix que estreou nesta sexta (26/6) em streaming. A faixa se chama “In The Mirror” e é uma balada potente, que valoriza os vocais da cantora. A letra bipolar dá voz a uma pessoa na mira dos flashes, muito adorada, mas também – explorando o clichê melodramático – solitária. “Estou em um foguete para o céu/ Todo mundo me ama/ Estou cercado por pessoas/ Desejando-me o melhor enquanto eu dou partida”, ela canta, na parte up da canção, antes de chegar na parte down, em que expressa sua depressão. “Então por que parece/ Como se eu fosse a garota mais solitária do mundo/ Como se houvesse uma outra metade escura de mim”… “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” vai explorar o exagero das apresentações pomposas da competição, que existe de verdade e foi realizada pela primeira vez na Suíça em 1956. A Eurovision já teve entre seus participantes diversos astros célebres, como a cantora Céline Dion (em 1988), o grupo ABBA (em 1974) e, mais recentemente, até Madonna (em 2019). Os personagens principais da comédia são um dupla de artistas islandeses fictícios, Sigrit e Lars, que se apresentam como Fire Saga. Eles são vividos por Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e Rachel McAdams (“Doutor Estranho”). Ferrell também produz e assina o roteiro em parceria com Andrew Steele, com quem já trabalhou na minissérie “The Spoils of Babylon” (2014) e na paródia em espanhol “Casa de Mi Padre” (2012). A direção é assinada por David Dobkin, retomando a parceria com os dois protagonistas após “Penetras Bons de Bico” (2005), e o elenco ainda inclui Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o pai de Lars, Dan Stevens (“Legion”) irreconhecível como um cantor “pegador”, Natasia Demetriou (“What We Do in the Shadows”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Alfa”) e Ólafur Darri Ólafsson (“NOS4A2”). Veja abaixo também um trecho da apresentação da cantora no filme.
Mc Zaac e Anitta retomam parceria em clipe com participação do americano Tyga
Mc Zaac soltou o “Pa Pa Pa” no YouTube. O novo clipe “Desce pro Play” juntou Mc Zaac, Anitta e o americano Tyga remotamente, mas nem parece, graças aos truques de edição, com direito a muita dança e efeitos visuais. A direção é de Thiago Eva – responsável pelo célebre vídeo “Ocean”, de Alok, Zeeba e Iro, uma superprodução com Rodrigo Santoro. Desta vez, o esquema foi mais caseiro. Literalmente. Cada artista gravou sem sua própria casa: Mc Zaac em São Paulo, Anitta no Rio de Janeiro e Tyga em Los Angeles, nos Estados Unidos. Para dar unidade à produção, os três dançaram e cantaram diante de um fundo branco, facilitando o truque da manipulação digital que os coloca um do lado do outro. Anitta não esqueceu de promover o lançamento, mesmo estando no hospital, internada com trombose. “Vamos focar na música, amo vocês, estou muito bem, estou ótima, tô maravilhosa, não foi dessa vez”, ela disse nas redes sociais, na madrugada desta sexta-feira (26/6). Ela foi internada na quinta-feira em um hospital para o tratamento de uma trombose em uma de suas pernas, mas já está sendo liberada. “Para quem o que é trombose, sabe o perigo que é essa doença”, afirmou Anitta em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. “Descobrindo essa doença, entra em tratamento, a minha estava em fase inicial. Então vai ficar tudo bem comigo. Amanhã estou indo dançar nos stories, fazer lives, promover o clipe novo. Vamos ver a música aí e aproveitar e comemorar que eu estou viva. Está bom?” “Sem vibe ruim, estou bem e está tudo certo”, acrescentou. Zaac e Anitta já tinham trabalhado juntos em “Vai Malandra” e “Bola e Rebola”, sempre com outros parceiros. Desta vez, a colaboração incluiu o ex de Kylie Jenner. Além do trio da comissão de frente, a canção ainda juntou nos bastidores o time de produtores da Brabo Music, equipe responsável por hits em série de Pabllo Vittar (“K.O.”, “Amor de Que”, entre outras), Luísa Sonza (“Garupa”) e Iza (“Dona de Mim”). A música lembra o hip-hop dos anos 2000, de produtores como The Neptunes (Pharrell Williams e Chad Hugo) e Timbaland. Mas com uma pegada de funk brasileiro. Che-che-cheque abaixo.
Amigos famosos de Gilberto Gil cantam juntos em clipe de aniversário
O cantor Gilberto Gil lançou nesta sexta (26/6) no YouTube e nas redes sociais uma nova versão da música “Andar com Fé”, sucesso de 1982, que foi gravada remotamente com amigos, colegas e familiares. A faixa começa com Chico Buarque batendo palmas para marcar o ritmo. Mas podiam ser palmas de “parabéns pra você”, porque o lançamento também comemora os 78 anos do músico. Os convidados da festa de aniversário incluem ainda Caetano Veloso, Milton Nascimento, Marisa Monte, Alcione, Fernanda Montenegro, Jorge Ben, Djavan, Lulu Santos, Ivete Sangalo, Zeca Pagodinho, Emicida, Nando Reis, Ana Carolina, Daniela Mercury, Alcione, Lenine, Silva, Roberta Sá, Iza, Jorge Ben Jor, Frejat, Marisa Monte, Rogério Flausino a filha Preta Gil, as atrizes Carolina Dieckmann, Regina Casé, Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, e até o cantor americano Stevie Wonder – entre muitos outros. O clipe tem direção remota de Andrucha Waddington e produção de Flora Gil, esposa de Gil. Por sinal, a festa continua mais tarde. Gil vai cantar seus sucessos e de Luiz Gonzaga acompanhado pelos filhos em uma live, “Fé na Festa do Gil”, que está marcada para esta sexta às 20h no canal do cantor no YouTube.
Trailer de série traz Zac Efron em busca de soluções de sustentabilidade pelo mundo
A Netflix divulgou o trailer da série documental “Curta Essa com Zac Efron”, que não é nem parecido com a tradução de “Down to Earth with Zac Efron”. De todo modo, traz o ator de “High School Musical” e “Baywatch” viajando ao redor do mundo para mostrar maneiras saudáveis e sustentáveis de levar a vida – uma vida mais “pé no chão” (quem diria, é o que significa “down to earth”!). “Estamos viajando pelo mundo para encontrar novas perspectivas para antigos problemas”, diz o ator na prévia. Acompanhado por um especialista em sustentabilidade, ele se aventura por lugares distantes e até em florestas, revelando suas descobertas. A mais notável é um saco gigante que acumula as flatulências de uma comunidade inteira. A estreia está prevista para o dia 10 de julho.
Série documental da filha de Michael Jackson revela cenas inéditas do cantor
O Facebook divulgou o trailer do documentário sobre Paris Jackson, a filha do cantor Michael Jackson. Na verdade, o documentário é sobre Paris e “mais um”, porque não esconde a intenção de promover seu atual trabalho musical como parte de uma dupla hippie-romântica, apresentando-se pelos EUA com uma van e um violão. Mas o fato é que ninguém vai ver “Unfiltered: Paris Jackson & Gabriel Glenn” por causa do namorado hippie da filha de Michael Jackson. E a prévia já deixa claro que Paris é o foco de atenção, mostrando-a desde criança, por meio de registros inéditos com seu famoso pai. O vídeo destaca uma conversa entre os dois. Michael pergunta o que a menina quer fazer quando crescer e ela diz: “Eu quero fazer o que você faz”. Michael pergunta o que ele faz e a garota responde: “Você dança e canta”. O cantor morreu em 2011 devido a uma parada cardíaca motivada por overdose de medicamentos, quando Paris tinha apenas 11 anos de idade. A série documental vai mostrar como ela lidou com a perda do pai, a luta para lidar com a pressão e a exposição que acompanha seu sobrenome, enquanto tenta divulgar sua banda Soundflowers. A estreia está marcada para terça-feira (30/6) na rede social.












