JediJoker? Coringa de Gotham estrela novo videogame de Star Wars
A brincadeira de Mark Hamill, que batizou de JediJoker (CoringaJedi) a gargalhada ouvida ao final do trailer de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, acabou servindo para definir um novo lançamento da franquia. A Lucasfilm revelou o primeiro teaser do game “Star Wars Jedi: Fallen Order”, e o principal Jedi da trama é vivido por Cameron Monaghan, o Coringa da série “Gotham”. Sim, JediJoker. O game apresenta uma história original, passada logo após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e segue um personagem totalmente novo, Cal Kestis (Monaghan), um jovem Padawan que de alguma forma conseguiu sobreviver ao extermínio da ordem dos Jedi, e tem se escondido do Império no planeta Bracca, apresentado pela primeira vez na saga. Cabe aos jogadores “pegar as peças do passado despedaçado de Cal para completar seu treinamento e dominar a arte do icônico sabre de luz – tudo isso enquanto se mantém um passo à frente do Império e seus inquisidores mortais”. Ao longo do caminho, Cal fará novos amigos, como seu misterioso companheiro Cere, além de se deparar com alguns rostos familiares da franquia, tudo isso acompanhado de seu fiel droide BD-1. Mas também será caçado pela Segunda Irmã, uma das inquisidoras de elite do Império, que procura extinguir esse sobrevivente Jedi com ajuda do Exército de Extermínio, forças imperiais especiais treinadas para caçar Jedis. “Star Wars Jedi: Fallen Order” será lançado em 15 de novembro para Xbox One, PS4 e PC. E, cá para nós, o trailer sugere que a história daria um filmaço. Confira abaixo.
Mark Hamill diz que risada no fim do trailer de Star Wars é do Coringa
Mark Hamill, o intérprete de Luke Skywalker na saga “Star Wars”, resolveu brincar com os fãs sobre a gargalhada misteriosa que se ouve ao final do primeiro trailer de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Contrariando a noção de que risada marca o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), Hamill jurou no Twitter que a gargalhada era do Coringa, vilão do Batman que ele próprio interpreta nas produções animadas da DC Comics. “Mistério que quem está rindo do final do trailer: resolvido. JediJoker (CoringaJedi)”, escreveu Hamill, provavelmente rindo ainda mais que a voz ouvida no trailer. A piada divertiu os seguidores do ator, que a multiplicaram em memes e gifs. Mas a gargalhada é mesmo de Palpatine. Após a exibição do trailer no evento Star Wars Celebration, que aconteceu na sexta-feira (12/4) em Chicago, o ator Ian McDiarmid apareceu no palco e, usando a voz clássica do vilão, pediu para a prévia ser exibida de novo. Ele está no filme. Veja abaixo. Último capítulo da saga espacial iniciada em 1977, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Mystery of who's laughing at the end of the trailer: SOLVED.#JediJoker pic.twitter.com/QUGmagYU2A — Mark Hamill (@HamillHimself) April 13, 2019
Trailer do novo Star Wars tem cena inspirada em clássico de Alfred Hitchcock
O diretor J.J. Abrams se inspirou num filme de 1959 para materializar a primeira cena vista no trailer de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. A forma como Rey (Daisy Ridley) se depara mo deserto com uma nave espacial (um TIE Fighter) é muito similar à sequência em que Cary Grant é perseguido por um avião no clássico do suspense “Intriga Internacional”, de Alfred Hitchcock. Quem reparou na influência foi o site de cinema Pinland Empire, especializado em comparações de frames de diferentes filmes – vale muito a pena visitar. Confira abaixo a comparação original feita entre as duas obras e um vídeo que confirma o “achado”. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. North By Northwest/Star Wars: Episode 9#sidebysiee #StarWars #StarWarsEp9 #movies #cinema #film #INFLUENCE #hitchcock #alfredhitchcock #movies #cinema #film @starwars #starwarstheriseofskywalker #jjabrams #carygrant pic.twitter.com/R8M2DLyKut — PINNLAND EMPIRE (@PINNLAND_EMPIRE) April 12, 2019
Novo Star Wars vai se chamar A Ascensão Skywalker no Brasil
A Disney anunciou como o novo filme de “Star Wars” vai se chamar no Brasil. Poucas horas depois de divulgar o trailer como “Episódio IX”, o estúdio postou nas redes sociais sua tradução do título “Star Wars: The Rise of Skywalker”. O longa virou “Star Wars: A Ascensão Skywalker” no país. E o detalhe que diferencia a tradução do nome original – a ausência de preposição – já está chamando atenção. Embora tenha sido suficiente para inspirar teorias nerds, o sumiço do “de” pode ser uma reprise do equívoco de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que transformou “the last jedi” em plural, quando se referia singularmente a Luke Skywalker apenas. “A Ascensão de Skywalker” também parece uma alusão bastante clara ao personagem. Já “A Ascensão Skywalker” é uma denominação mais genérica, podendo sugerir um movimento inspirado no último Jedi. O roteirista, diretor e produtor JJ Abrams deve em breve abordar melhor o título em entrevistas, esclarecendo se o óbvio é ululante ou aberto a interpretações. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de dezembro. Star Wars: A Ascensão Skywalker, dia 19 de dezembro nos cinemas! pic.twitter.com/URIIrrlrn4 — Star Wars Brasil (@StarWarsBR) April 12, 2019
Atriz de Master of None entra na 3ª temporada de Westworld
A atriz, roteirista e produtora Lena Waithe entrou no elenco da 3ª temporada de “Westworld”. Ela é conhecida por seu trabalho como atriz na série “Master of None”, mas também escreveu para “Bones” e criou “The Chi” e “Boomerang”, atualmente renovadas nos Estados Unidos. Ainda não foram reveladas informações sobre seu papel. Não se sabe se a participação é especial ou se ela será recorrente. Os detalhes da temporada, que vai se passar fora do parque do velho oeste, estão sendo mantidos em sigilo. Até então, o único integrante novo confirmado era Aaron Paul (de “Breaking Bad”). Os novos episódios só vão estrear em 2020, na HBO.
Filme com Donald Glover e Rihanna estreia de graça na Amazon
O filme “Guava Island”, com Donald Glover (“Atlanta”) e Rihanna (“8 Mulheres e um Segredo”), teve sua première mundial neste final de semana durante o festival Coachella. E após vencer uma disputa por seus direitos de exibição, a Amazon está disponibilizando a obra de graça em seu serviço Prime Video. Mas apenas por 18h, a partir deste sábado (13/4). Depois disso, quem quiser assistir ao filme deverá assinar o serviço de streaming. Filmado em Cuba, “Guava Island” conta a história de um músico em ascensão que sonha em levar um festival de música para a ilha. O problema é que ele é sequestrado no dia do show. Com apenas 55 minutos, o filme foi dirigido por Hiro Murai, que trabalhou com Glover (pode chamar de Childish Gambino) no já icônico clipe de “This Is America”. O roteiro é do irmão do astro, Stephen Glover, e a produção é apresentada como “um filme de Childish Gambino”, porque é cheia de músicas do alter-ego rapper do ator. Além de Glover e Rihanna, o elenco também inclui os atores Letitia Wright (“Pantera Negra”) e Nonso Anozie (série “Zoo”). A crítica internacional adorou a produção, que atingiu impressionantes 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Entre os elogios rasgados, a revista Variety, por exemplo, disse que Glover mais uma vez provou ser capaz de se reinventar. “Não importa o que os fãs de Glover pensem do filme. Ele é tudo o que eles não esperam”. Veja abaixo uma cena da produção.
Cacá Diegues assume vaga na Academia Brasileira de Letras
O cineasta Cacá Diegues, um dos fundadores do Cinema Novo, assumiu na sexta-feira (12/4) sua vaga como novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele foi eleito no dia 30 de agosto do ano passado para a cadeira número 7, sucedendo ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, que morreu no dia 21 de abril de 2018. Cacá Diegues venceu dez concorrentes: Conceição Evaristo, Pedro Corrêa do Lago, Raul de Taunay, Remilson Soares Candeia, Francisco Regis Frota Araújo, Placidino Guerrieri Brigagão, Raquel Naveira, José Itamar Abreu Costa, José Carlos Gentili e Evangelina de Oliveira. Dos atuais 39 membros da ABL, apenas cinco são mulheres. Havia uma grande expectativa de que a cadeira fosse assumida por Conceição Evaristo, o que faria dela a primeira mulher negra a entrar para a ABL. Embora tenha existido uma mobilização nas redes sociais e uma campanha na internet com 25 mil assinaturas, a autora de “Ponciá Vivêncio” recebeu apenas um voto dos acadêmicos. Cacá Diegues é um dos grandes nomes do cinema brasileiro desde os anos 1960. Seus filmes já concorreram em três ocasiões à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e incluem clássicos como “Cinco vezes Favela” (1962), “Ganga Zumba” (1963), “Joana Francesa” (1973), “Xica da Silva” (1976), “Chuvas de Verão” (1978) e “Bye Bye Brasil” (1979). O filme mais recente do diretor, “O Grande Circo Místico”, também teve première em Cannes e foi o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar passado. “A escolha da Academia pelo meu nome é também uma homenagem a Nelson, ao cinema brasileiro, a tudo que nós fizemos juntos e separados. É uma grande noite para o cinema brasileiro”, disse Diegues, após a cerimônia, em entrevista à TV Globo.
Arnold Schwarzenegger foi quase barrado ao tentar entrar no Brasil sem visto
O ator Arnold Schwarzenegger chegou a São Paulo nesta sexta-feira (12/4) para a edição de 2019 do evento Arnold Sports Festival South America, mas acabou tendo problemas na alfândega do Aeroporto Internacional de Guarulhos. Segundo a assessoria de imprensa da Policia Federal, o ator desembarcou com um passaporte novo, sem o visto brasileiro. Ele teria sido impedido de entrar no país por 2 horas e meia. “A PF avisou o consulado e o Ministério das Relações Exteriores e o desembarque aconteceu logo em seguida. Foi concedido prazo de permanência de oito dias, como de praxe em casos como esse”, informou a assessoria de imprensa da Policia Federal. Schwarzenegger tem compromissos apenas até domingo no país, quando se encerra o evento. Vale lembrar que o presidente Jair Bolsonaro liberou os turistas americanos da necessidade de visto para entrar no Brasil. A medida foi publicada há menos de um mês, no dia 18 de março. Apesar de nascido na Áustria, Schwarzenegger tem cidadania americana e já foi até governador da Califórnia.
2ª temporada de Kakegurui ganha data de estreia na Netflix
Com o final de sua exibição no Japão, a 2ª temporada de “Kakegurui” finalmente ganhou data de estreia oficial na Netflix. Intitulada “Kakegurui XX”, o segundo ano da animação estreia em 13 de junho em streaming. O fato da trama de “Kakegurui” ser baseada em apostas em jogos de cartas é algo que o diferencia dos outros animes, já que a popularidade desse tipo de jogo não é vista tão abertamente nos mangás japoneses. No entanto, com sites de apostas cada vez mais populares, como o Sportingbet, a produção acabou chamando atenção e gerou uma franquia com vários produtos. Tudo começou com o mangá homônimo. Criado em 2014 com textos de Homura Kawamoto e ilustrações de Tōru Naomura, a trama tornou-se rapidamente cultuada à particularidade de sua história. No mangá, além das recompensas monetárias obtidas pelas grandes apostas, os vencedores também obtêm o benefício de transformar os perdedores em escravos particulares, mantendo uma certa ordem hierárquica, até que Yumeko Jabami chega para fazer parte das competições e rompe com o status quo, tornando-se a High Roller do lugar. O mangá original já tem 9 volumes, que estão disponíveis na Amazon – o mais recente é do mês passado. Assim como nos quadrinhos, o anime segue a protagonista Yumeko Jabami, recém-chegada no colégio particular Hyakkaou, onde impera um sistema imposto pelo grêmio acadêmico baseado em apostas de jogos de azar. Uma vez endividado, o aluno assume a alcunha de “bicho de estimação”, passando a ser humilhado pelos colegas e obrigado a fazer serviços forçados. A protagonista é uma apostadora compulsiva que sente prazem em se arriscar nestes jogos. Habilidosa, ela passa a incomodar os interesses dos alunos da elite japonesa que formam o conselho do grêmio estudantil. Além do mangá e do anime, “Kakegurui” também inspirou uma série live-action estrelada por Minami Hamabe (“Ace Attorney”), ligeiramente diferente da trama dos desenhos, que durou duas temporadas entre 2017 e 2018 e que será concluída com um filme. O longa encontra-se em desenvolvimento para lançamento em maio no Japão.
Blue Bloods é renovada para a 10ª temporada
A rede CBS renovou a série policial “Blue Bloods” para sua 10ª temporada. A atração estrelada por Tom Selleck (o Magnum original) vai chegar, assim, à produção de seu 200º episódio – justamente o primeiro da 10ª temporada. Uma das 10 séries mais vistas da TV americana, com média de 8,5 milhões de telespectadores por episódio, “Blue Bloods” também é a atração mais visualizada nas plataformas digitais da rede CBS – incluindo a plataforma CBS All Acess – , onde supera o público de “NCIS”, drama que lidera a audiência televisiva nos Estados Unidos. Um detalhe que chama atenção no sucesso da criação de Mitchell Burgess e Robin Green (roteiristas da “Família Soprano”) é sua capacidade de juntar tanto público às 22h de sexta-feira, considerada a pior faixa de exibição para uma série de TV. O horário é o mesmo desde a 1ª temporada, quando a família policial de Tom Selleck – que inclui o irmão de Mark Wahlberg, o ex-New Kid on the Block Donnie – foi apresentada ao público. Há um mês dos Upfronts, eventos de apresentação das novas temporadas das redes americanas, a CBS já tem nove renovações confirmadas em sua programação de 2019-2020: “Blue Bloods”, “NCIS”, “Young Sheldon”, “Mom”, “Criminal Minds”, “FBI”, “God Friended Me”, “Magnum P.I.” e “The Neighborhood”. Interrompida e esquecida pela TV paga nacional, “Blue Bloods” tem várias temporadas disponíveis nas plataformas de streaming Now e Prime Video (da Amazon).
Ouça três versões da música de Anitta na trilha da animação UglyDolls
A gravadora Atlantic Records divulgou a íntegra das versões da música “Ugly”, cantada por Anitta na trilha da animação “UglyDolls”, filme baseado na linha de bonecas de mesmo nome. A brasileira gravou a música três vezes, com vocais em português, espanhol e inglês. Confira abaixo. Trilhas de filmes animados tendem a ficar presos ao tema da produção. E “Ugly” não é exceção. A letra tenta passar uma mensagem de autoestima. “Mesmo quando estou mal/ Tenho que lembrar, não é real/ Porque eu não sou feia, sei que não sou feia/ Eu sou linda como sou”, canta Anitta no refrão em português. Os versos são justamente a moral da história de Moxy e seus amigos Ox, Ugly Dog, Wage, Babo e Lucky Bat, que moram na colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. A música de Anitta foi composta por ninguém menos que o célebre DJ Fatboy Slim em parceria com Max Martin, fabricante de hits em série de Britney Spears, Katy Perry e Selena Gomez. Mas o resultado não distingue nenhuma característica particular da brasileira, que canta a melodia de forma chorosa-melosa, ao estilo genérico das calouras de reality musical americano. A trilha sonora de “UglyDolls” também vai incluir faixas cantadas por Kelly Clarkson, Nick Jonas, Janelle Monáe, Bebe Rexha e Blake Shelton, todos dubladores de personagens do desenho. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho das bonecas tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Elisabeth Moss vai estrelar remake de O Homem Invisível
A Universal confirmou a atriz Elisabeth Moss, protagonista da série “The Handmaid’s Tale”, no remake de “O Homem Invisível”. Não está claro se ela vai substituir Johnny Depp (“Criaturas Fantásticas: Os Crimes de Grindelwald”), previamente escalado no papel-título. Caso isso aconteça, logicamente, o filme não deverá mais ser chamado de “O Homem Invisível”. Vale lembrar que Depp foi contratado em 2016, quando a Universal tinha planos megalômanos para atualizar seu catálogo de monstros clássicos, projetando o lançamento de um universo compartilhado – batizado de “Dark Universe”. Mas tudo ruiu quando “A Múmia”, filme que deveria inaugurar esse projeto, fracassou nas bilheterias no ano seguinte. Em vez de uma “Marvel de monstros”, o estúdio recalibrou as expectativas e reiniciou seus planos, desta vez em parceria com a produtora Blumhouse, especialista em terrores baratos bem-sucedidos. E, assim, a produção trocou seu astro decadente de salário cinematográfico por uma atriz em ascensão de preço televisivo. Na história original de H.G. Wells, publicada em 1897, um cientista descobria a fórmula para ficar invisível, mas isso o tornava paranoico e acabava transformando-o num assassino procurado. Nada nesta premissa impede uma mulher de assumir o papel principal. Mas há uma ironia evidente nesta troca de gêneros. Afinal, ela repete a opção narrativa da “A Múmia”, ao transformar o monstro do título numa mulher. Além disso, vale lembrar da aparência de Claude Rains, que marcou época com seu visual “invisível” no primeiro filme a adaptar o romance clássico de H.G. Wells. Sob a direção do mestre James Whale (que também fez “Frankenstein”), ele se enrolava em trapos, feito uma múmia em 1933. Teremos uma nova múmia mulher num terror recente da Universal? O responsável por evitar essa comparação será o cineasta Leigh Whannell, um dos criadores das franquias de terror “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”, que estreou como diretor em “Sobrenatural: A Origem” e assinou recentemente a ficção científica “Upgrade”. Ele vai escrever e dirigir o remake de “O Homem Invisível”. Ou Mulher Invisível. Ou Criatura de Sexualidade Indefinida que Ninguém Consegue Distinguir Visualmente. Ainda não há previsão para a estreia.
Good Girls é renovada para a 3ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação de “Good Girls” para a 3ª temporada, apesar de a série ter perdido um terço de seu público com a exibição dos episódios mais recentes. Atualmente na metade de sua 2ª temporada, “Good Girls” tem atraído em torno de 2,4 milhões de telespectadores ao vivo e marcado 0,6 ponto na demo – contra 4,4 milhões de telespectadores e 1 ponto no ano passado. Mas é um público bastante estável, sem grandes oscilações. Também pesa favoravelmente na sua conta o fato de a atração ser parcialmente financiada pela Netflix, que faz sua distribuição internacional – inclusive no Brasil. Desenvolvida por Jenna Bans (criadora de “The Family” e produtora de “Scandal”), a série gira em torno de três mães suburbanas que, com dificuldades para pagar as contas, resolvem roubar o supermercado local e acabam virando alvo de criminosos. Quando o valor do saque se revela muito maior do que o esperado, elas descobrem que o lugar era usado para guardar dinheiro de gângsteres, que agora querem recuperar o que perderam. As protagonistas são interpretadas por Christina Hendricks (“Mad Men”), Mae Whitman (“Parenthood”) e Retta (“Parks and Recreation”). “Estamos animadas para continuar seguindo a amizade e as aventuras destas três mulheres incríveis, além de continuar explorando temas cotidianos de formas engraçadas e surpreendentes”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, presidentes de programação da NBC, em comunicado sobre a renovação.








