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    FBI investiga se ator de Empire forjou cartas com ameaças de morte

    19 de fevereiro de 2019 /

    O caso “Empire”, como a polícia de Chicago batizou o suposto ataque violento ao ator Jussie Smollett, ganhou mais um desdobramento. Segundo o canal ABC News, o FBI e o serviço dos correios dos Estados Unidos estão investigando se uma carta com ameaças contra o ator da série da Fox, enviada dias antes do ataque, teria sido enviada por ele mesmo. A ABC News afirma ter confirmado a investigação com dois agentes federais. Como mostrou o site TMZ, o ator recebeu uma carta na semana anterior ao ataque, contendo ameaças de morte e o termo “MAGA” (abreviatura de “Make America Great Again”, slogan da campanha de Donald Trump) escrito com letras vermelhas. Smollett afirmou que seus agressores gritaram o termo. A ABC News ainda noticiou que os dois irmãos suspeitos, que foram investigados na semana passada, disseram que Smollett ficou chateado por a carta não ter recebido a atenção necessária. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens em meio a insultos racistas e homofóbicos, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Só que tudo mudou desde então. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. A polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos, mas os produtores resolveram diminuir as aparições do ator, cortando suas cenas. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

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  • Série

    Novos – e provavelmente últimos – episódios de Arrested Development ganham pôster e fotos

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou seis fotos e o pôster dos últimos episódios de “Arrested Development”. As imagens pertencem à segunda metade da 5ª temporada da série, que será exibida dez meses após o lançamento da primeira parte. O grande espaçamento reflete uma tentativa de se distanciar dos problemas envolvendo Jeffrey Tambor, intérprete do trambiqueiro patriarca da família Bluth. O ator não só foi demitido de “Transparent”, na Amazon, como ainda foi acusado de tumultuar as gravações da série da Netflix. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica nos bastidores da nova temporada da atração. Originalmente exibida de 2003 a 2006 na rede americana Fox, “Arrested Development” consagrou-se como uma das séries de comédia mais elogiadas pela crítica na década passada. Mesmo assim – e com um elenco de primeira – nunca conquistou grande audiência. Na verdade, a Fox ensaiou cancelá-la desde o final da 1ª temporada, mas os prêmios do Emmy e Globo de Ouro a mantiveram no ar por três anos. Fora do ar, virou cult. E acabou resgatada pela Netflix para uma 4ª temporada em 2013, seis anos após a exibição de seu último episódio na TV aberta americana. O começo da 5ª temporada, por sua vez, chegou ao streaming após novo hiato de cinco anos. E o final levou mais um ano de “desenvolvimento arrastado”. Os novos episódios continuarão a história de Michael Bluth (Jason Bateman), seu filho George Michael (Michael Cera), dos pais George Bluth Sr. (Jeffrey Tambor) e Lucille (Jessica Walter), dos irmãos George Oscar Bluth II (Will Arnett), Buster Bluth (Tony Hale) e Lindsay Funke (Portia de Rossi), do cunhado Tobias (David Cross) e da sobrinha Maeby (Alia Shawkat). Eles chegam ao streaming em 15 de março.

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  • Filme,  Série

    Clássico infantil Banana Splits vai voltar como telefilme de “terror”

    19 de fevereiro de 2019 /

    A banda de rock infantil formada por Bingo, Fleegle, Drooper e Snorky vai voltar à atividade. O canal pago SyFy e a Warner Bros Home Entertainment se juntaram para tirar os Banana Splits do limbo. E vai ser um horror – literalmente. Para quem não lembra, “Banana Splits” era o nome de um programa infantil dos anos 1960 apresentado por quatro animais falantes (ou melhor, três, já que Snorky era um elefante de pelúcia que não falava). Eles tocavam rock, liam cartas de fãs e fugiam das menininhas da Turma das Uvas Azedas, em segmentos curtos entre desenhos dos “Cavaleiros das Arábias”, “Os Três Mosqueteiros”, “Microaventuras” e o seriado live-action “Ilha do Perigo” (o “Lost” original). Os personagens foram criados pelos irmãos Krofft (de “O Elo Perdido”) para a produtora Hanna-Barbera e embora a série tenha durado apenas duas temporadas, entre 1968 e 1970, acabou marcando a cultura pop com quadrinhos, brinquedos, discos e a famosa música-chiclete “Tra-la-la Song”. O retorno vai acontecer num telefilme, que será lançado em vídeo pela Warner e exibido pelo Syfy na televisão. E o detalhe mirabolante é que a trama será uma história de terror. Segundo a sinopse divulgada, um garoto chamado Harley é convidado a passar seu aniversário nos bastidores da gravação do programa de TV dos Banana Splits, mas as coisas tomam um rumo inesperado – “e a contagem de corpos aumenta rapidamente”. O roteiro foi escrito por Jed Elinoff e Scott Thomas (criadores da série “A Casa da Raven”) e a direção está a cargo de Danishka Esterhazy (da sci-fi “Level 16”). Já o elenco conta com Dani Kind (“Wyonna Earp”), Finlay Wojtak-Hissong (“The Kindness of Strangers”), Steve Lund (“Schitt’s Creek”) e Sara Canning (“The Vampire Diaries”). Ainda não há previsão para a estreia. Relembre abaixo a abertura da série clássica ao som da “Tra-la-la Song”.

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  • Filme

    Kitbull: Veja na íntegra um novo e tocante curta animado da Pixar

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Pixar divulgou em sua página no YouTube a íntegra do curta “Kitbull”, primeira animação escrita e dirigida por Rosanna Sullivan, que fez parte das equipes de “Universidade Monstros” e “Os Incríveis 2”. O visual é bem diferente da animação computadorizada que costuma caracterizar as produções do estúdio, mas mantém o tom sensível e tocante da grife Pixar, ao mostrar a improvável amizade entre um gato de rua e um cão de guarda da raça pit bull. Recomenda-se lencinhos para acompanhar. “Kitbull” é o terceiro curta realizado dentro do programa SparkShorts, iniciativa voltada a estimular os funcionários do estúdio a explorar suas próprias ideias em projetos que os inspirem.

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  • Série

    Astro de Luke Cage será padre em projeto de série sobre investigações paranormais

    19 de fevereiro de 2019 /

    O ator Mike Colter já definiu seu próximo projeto após o cancelamento de “Luke Cage”, série em que interpretava o herói do título. Ele vai estrelar “Evil”, nova atração do casal Robert e Michelle King, com quem já trabalhou em “Good Wife” e seu spin-off, “The Good Fight”. No projeto, ele vai viver um padre, que se junta a uma psicóloga cética e um trabalhador braçal para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências estranhas. A atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) viverá a psicóloga e o terceiro papel ainda não foi preenchido. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela série CBS. Ele precisará ser aprovado para “Evil” virar série.

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  • Série

    Trailer da série de Manto e Adaga traz nova vigilante da Marvel em ação

    19 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano Freeform divulgou o trailer da 2ª temporada de “Cloak & Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga. E a grande novidade da prévia é a chegada da nova vigilante conhecida como Mayhem (caos ou desordem, em tradução literal). Como nos quadrinhos da Marvel, Mayhem é o codinome adotado pela detetive Brigid O’Reilly (Emma Lahana), após voltar da morte. Ela ganhou poderes inesperados ao sobreviver a um atentado no final da temporada passada, e passa a querer fazer justiça com as próprias mãos – ou garras. Já os heróis do título são vividos por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. A prévia também revela a data de estreia dos novos episódios: 4 de abril nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.

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  • Filme

    Documentário sobre supostas vítimas de abuso de Michael Jackson ganha primeiro trailer

    19 de fevereiro de 2019 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer oficial de “Leaving Neverland”, o polêmico documentário que acusa Michael Jackson de abuso sexual de menores. Conforme explica a sinopse, o filme conta como “no auge do seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados sexualmente por Jackson e como eles chegaram a um acordo anos depois”. A prévia traz depoimentos de Wade Robson, James Safechuck e de suas famílias, lembrando quando eles foram convidados a visitar o rancho de Neverland, lar do rei do pop. “Os dias eram preenchidos com experiências mágicas da infância, víamos filmes, comíamos doces e chocolates”, conta Safechuck, antes do tom mudar radicalmente. “Ele me disse que se alguém descobrisse o que estávamos fazendo, nós iríamos para a cadeira para o resto de nossas vidas”, afirma Robson, antes de concluir. “Eu quero poder falar a verdade tão alto quanto eu tive que mentir por tanto tempo”. O australiano Wade Robson conheceu Michael Jackson nos bastidores de um show em seu país como prêmio de um concurso em um shopping em que ele imitava o rei do pop. Ele foi convidado a ir ao hotel de Michael após o show e viajar com sua família para os Estados Unidos, hospedando-se no rancho de Neverland. Foi aí que Robson ficou sozinho pela primeira vez com Michael. Já James Safechuck conheceu Michael Jackson após gravar um comercial para a Pepsi junto com o cantor. Os dois ficaram amigos e Michael também o convidou a ir para Neverland. Ambos chegaram a depor a favor do cantor quando ele foi julgado por outra denúncia de abuso de menor, o que gerou a revolta dos administradores do espólio do artista, que chamam os rapazes de “mentirosos” e acusam o filme de mostrar apenas um lado. A família de Jackson definiu o documentário como “linchamento público”. Dirigido por Dan Reed, “Leaving Neverland” será exibido em duas partes, nos dias 3 e 4 de março. A exibição foi marcada rapidamente para tirar proveito da notoriedade conseguida pela polêmica em torno da exibição em Sundance e ignora ameaças do advogado Howard Weitzman, representante dos herdeiros do astro do pop, que prometeu processar o canal caso siga em frente com seus planos. Os representantes de Jackson enviaram uma carta de 10 páginas para a HBO, em que afirmam que o documentário representará “o episódio mais vergonhoso” da história do canal.

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  • Filme

    Diretor e ator de Pantera Negra vão filmar história de um Pantera Negra real

    19 de fevereiro de 2019 /

    Depois do sucesso de “Pantera Negra”, o diretor Ryan Coogler e o ator Daniel Kaluuya vão voltar a trabalhar juntos em outro filme de Pantera Negra. Desta vez, do movimento político que se inspirou no nome do super-herói da Marvel para radicalizar a militância racial. O filme se chama “Jesus Was My Homeboy” e é uma cinebiografia de Fred Hampton, famoso ativista negro dos EUA e um dos líderes mais conhecidos dos Panteras Negras. O grupo Panteras Negras foi formado em 1966 com o objetivo de armar e proteger os bairros negros de Oakland, na California, contra o crime e também contra a violência policial. Mas, a partir de 1969, passou a se dedicar a iniciativas de saúde, educação e alimentação para melhorar a qualidade de vida na região, espalhando-se para outras cidades com reivindicações sociais. Essa proliferação fez o FBI passar a considerar os Panteras Negras subversivos, taxando-os de “maior ameaça para a segurança interna” dos Estados Unidos da época. Como resultado, a polícia promoveu uma campanha de desmoralização, por meio de monitoração, infiltração, assédio a seus líderes e incentivo à denuncias de supostos crimes do grupo. Numa dessas ações “de rotina”, Fred Hampton foi assassinado enquanto dormia em sua casa pela polícia de Chicago. Kaluuya, que viveu o guerreiro W’Kabi em “Pantera Negra” e foi indicado ao Oscar por “Corra!”, vai assumir o papel de Hampton. Além dele, Lakeith Stanfield, que contracenou com Kaluuya em “Corra!”, também está na produção. Ele vai interpretar William O’Neal, um informante do FBI que tinha entrado nos Panteras Negras e traiu Hampton, drogando-o na noite do ataque. Hampton foi executado com dois tiros na cabeça enquanto dormia ao lado da namorada grávida, incapaz de reagir. Ao todo, o FBI e a polícia dispararam 80 balas contra a residência, e receberam de volta apenas um tiro involuntário de um guarda, que apertou o gatilho após levar diversos impactos no peito. Os Panteras Negras que sobreviveram ao massacre foram acusados de disparar contra a polícia e presos, mesmo não tendo tempo de reagir. O assassinato rendeu um documentário, “The Murder of Fred Hampton”, em 1971. E as evidências apuradas pelo filme do diretor Howard Alk ajudaram a levar as autoridades a julgamento pela execução de Hampton. Oito policiais, um promotor público e seu assistente foram condenados por um tribunal do juri por planejar friamente o assassinato do ativista. Mas a sentença acabou revertida. A injustiça só não foi completa porque a família de Hampton venceu uma ação civil e foi indenizada em US$ 1,85 milhão pela cidade de Chicago em 1979. Coogler escreveu o roteiro ao lado de Will Berson (“Scrubs”) e também vai produzir o projeto. Entretanto a direção ficou a cargo de Shaka King, mais conhecido por comandar episódios das séries de comédia “People of the Earth” e “High Maintenance”, e que foi premiado pelo Spirit Awards em sua estreia no cinema, com o filme indie “Newlyweds” (2013).

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  • Etc,  Filme

    Emma Thompson abandona animação após chegada de produtor acusado de assédio sexual

    19 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Emma Thompson (“Johnny English 3.0”) abandonou a animação “Luck”, primeiro lançamento da Skydance Animation, após a contratação de John Lasseter como novo chefe do estúdio de animação. O diretor de “Toy Story” e “Carros”, que mandava no departamento animado da Disney, assumiu o posto após ter sido dispensado por seu antigo estúdio, em decorrência de denúncias de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho. Emma Thompson já tinha começado a dublar sua personagem quando soube da notícia de Lasseter e decidiu deixar o projeto. A animação contará a história entre a batalha entre a Sorte e o Azar, e Emma faria a voz de uma personagem que trabalha na equipe da Sorte. Ela já tinha trabalhado com Lasseter na animação “Valente” (2012), que ele produziu para a Pixar. Mas, na época, as acusações de assédio costumavam ser abafadas em Hollywood. Lasseter é um dos fundadores da Pixar, que começou como departamento da animação computadorizada da Lucasfilm, antes de se tornar empreendimento de Steve Jobs. Ele revolucionou a história da animação no cinema ao dirigir “Toy Story” (1995), que marcou uma ruptura com os desenhos animados tradicionais, criando um novo padrão para o gênero. Quando a Disney comprou a Pixar em 2006, Lasseter foi promovido a diretor criativo dos dois estúdios – Pixar e Walt Disney Animation – , ajudando a Disney a adotar a “estética Pixar” de animação computadorizada no lançamento de sucessos como “Enrolados” (2010), “Frozen” (2013) e “Moana” (2016). Mas, na esteira das revelações feitas pelo movimento #MeToo, funcionários da Disney/Pixar relataram que se sentiam constantemente “desrespeitados e desconfortáveis” com a postura do chefe, descrito como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. Sua contratação para o novo estúdio da Skydance, empresa parceira da Paramount em vários blockbusters, surpreendeu o mercado e rendeu manifestações de protesto. John Lasseter começou a trabalhar na Skydance Animation no final de janeiro. Além de “Luck”, do diretor Alessandro Carloni (“Kung Fu Panda 3”), os primeiros projetos animados da produtora são “Split”, escrito por Linda Woolverton (“Alice no País das Maravilhas”) e dirigido por Vicky Jenson (“Shrek”), e “Powerless”, de Nathan Greno (“Enrolados”), todos já em fase de produção.

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  • Etc,  Série

    Após suspeita policial, Jussie Smollett tem cenas cortadas de Empire

    19 de fevereiro de 2019 /

    A reviravolta na investigação do suposto ataque violento cometido contra o ator Jussie Smollett teve repercussão na produção da série “Empire”. Fontes dos sites TMZ e Deadline revelaram que cenas com participação do ator estão sendo cortadas, visando diminuir suas aparições nos próximos episódios. Segundo o site, algumas cenas que envolveriam Jamal Lyon, o personagem de Smollett, também foram reescritas para tirar o ator do set de “Empire” em Chicago, mesma cidade em que aconteceu o suposto ataque. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas desde então tudo mudou. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. A polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

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  • Filme

    Gwyneth Paltrow diz que Vingadores: Ultimato marca sua despedida da Marvel

    19 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Gwyneth Paltrow, intérprete de Pepper Potts nos filmes do Homem de Ferro e Vingadores, anunciou que está “se aposentando” do universo Marvel. Em entrevista à revista Variety, a atriz afirmou que “Vingadores: Ultimato” trará sua última aparição como a personagem. Paltrow disse que “se sente sortuda” por ter interpretado a personagem e confessou que não aceitou o desafio de primeira. “Eu precisei ser convencida. Eu sou amiga de Jon [Favreau, diretor dos dois primeiros ‘Homem de Ferro’]”, comentou. “Foi uma experiência incrível fazer o primeiro filme, e então ver como a franquia foi crescendo e se transformando nesta coisa gigantesca”, continuou. “Mas eu estou um pouco velha para usar um traje de super-herói a essa altura, né?”. O último comentário confirma indícios de que Paltrow virará a heroína Resgate em “Vingadores: Ultimato”, refletindo a trajetória de Pepper Potts nos quadrinhos. Ela ainda contou que não se sente mais estimulada a continuar sua carreira cinematográfica. A atriz de 47 anos disse que não lê mais os roteiros que são enviados para o seu agente, tendo encontrado mais satisfação ao comandar sua empresa Goop, autodescrita como “uma marca do estilo de vida moderno” e que oferece uma linha de produtos “new age” para mulheres, desde revista feminina até roupas e vitaminas. Para ela, Hollywood mudou muito nos últimos 20 anos, levando ao sumiço dos filmes de médio orçamento focados em adultos, e isso a desestimulou. “Eu não acho que um estúdio bancaria qualquer um dos filmes pelo qual eu fiquei conhecida hoje em dia”, disse. “‘Shakespeare Apaixonado’? ‘O Talentoso Ripley’? ‘Os Excêntricos Tenenbaums’? Não sei se eles fariam”.

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    The Man in the High Castle vai acabar em sua 4ª temporada

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon vai encerrar a série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming, na vindoura 4ª temporada. Os últimos dez episódios da produção chegam ainda este ano na plataforma. E eles concluirão a história, que chegará ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.

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    Filme da Capitã Marvel já irrita machistas antes de estrear

    19 de fevereiro de 2019 /

    As crianças da direita encontraram novo alvo. O filme da “Capitã Marvel” está sendo atacado nas redes sociais, em fóruns e no espaço dos usuários do Rotten Tomatoes por comentários de homens incomodados por a produção ser estrelada por uma atriz empoderada. A maioria das mensagens negativas mira Brie Larson, a intérprete da heroína do título, após ela pedir que as entrevistas sobre o filme levasse em conta uma divisão igualitária entre jornalistas homens e mulheres. “De repente, eu sinto que os Skrulls não são os inimigos do filme, mas eu sou”, escreveu um dos usuários, referindo-se à raça alienígena que a Capitã Marvel enfrentar no filme e o fato de ser um homem. “Eu nunca vou entender porque a Marvel decidiu escalar uma sexista e racista que direciona seu ódio a homens brancos. Se Robert Downey Jr. começasse a dizer que não se importa com a opinião de mulheres bancas, ou que não queria ser entrevistado por uma, as pessoas surtariam”, comparou outro, repetindo uma comparação reducionista que caracteriza a mentalidade opressora. “Eu não veria esse pedaço de m**da de filme nem se me pagassem”, ofendeu outro. “Estou farto da política de gênero tomando conta da cultura pop. Brie Larson poderia ser atropelada por um ônibus, e eu não derramaria uma lágrima”. Cuspindo clichês machistas, outro escreveu: “Não tenho interesse nenhum em assistir a um filme estrelado por uma ‘feminazi’ que odeia homens”. Mas nem todas as reações são negativas. Uma minoria tenta argumentar em meio às ameaças e ofensas gratuitas. “Já dá para perceber que a Capitã Marvel será a heroína que não esperávamos, mas precisávamos”, resumiu uma das mulheres usuárias do Rotten Tomatoes. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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