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    Operação Overlord: Terror de J.J. Abrams com demônios/zumbis nazistas ganha primeiro trailer legendado

    18 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou fotos e o primeiro trailer legendado do terror “Operação Overlord”, nova produção de J.J. Abrams, que chegou a ser considerada para a franquia “Cloverfield” – seria chamado “Operação Cloverfield”, mas realmente não tem nada a ver com os filmes anteriores. A trama se passa na 2ª Guerra Mundial e acompanha um grupo militar americano que, ao invadir uma vila europeia ocupada por nazistas, depara-se com uma experiência macabra: a transformação de soldados em demônios (ou zumbis) para lutar na guerra. A prévia é bastante sangrenta, mas se mostra repleta de momentos de outros filmes, do começo do combate de “No Limite do Amanhã” (Edge of Tomorrow, 2014) à jornada dos soldados de “Cães de Caça” (Dog Soldiers, 2002) até os nazistas do castelo de “A Fortaleza Infernal” (The Keep, 1983), sem esquecer as experiências de “O Exército das Trevas” (Frankenstein’s Army, 2013) e os zumbis do bunker nazista de “Missão de Risco” (2008). O roteiro que junta todas estas referências foi escrito por Billy Ray (“Jogos Vorazes”) e Mark L. Smith (“O Regresso”), e dirigido por Julius Avery (“Sangue Jovem”). O elenco inclui Jovan Adepo (série “The Leftovers”), Wyatt Russell (“Jovens, Loucos e Mais Rebeldes”), Iain de Caestecker (“Agents of SHIELD”), Bokeem Woodbine (“Fargo”), Jacob Anderson (“Game of Thrones”), Pilou Asbaek (“Ghost in the Shell”), John Magaro (“Máquina de Guerra”) e Mathilde Ollivier (“The Misfortunes of Francois Jane”). A estreia está marcada para 1 de novembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Atriz de Mulher-Maravilha entra na série The Walking Dead

    18 de julho de 2018 /

    A produção de “The Walking Dead” anunciou a escalação de mais uma integrante do grupo de Magna, que vai chegar em Alexandria na 9ª temporada. A atriz Eleanor Matsuura, que viveu uma das amazonas de “Mulher-Maravilha” e a Baronesa Chau na série “Into the Badlands”, será a intérprete de Yumiko, personagem importante na próxima “guerra total” da série, contra os Sussurradores. Ela se junta a Lauren Ridloff (“Sem Fôlego”), intérprete de Connie, a primeira personagem nova escalada – com a diferença que, na TV, Connie será surda. O grupo de Magna apareceu nos quadrinhos na edição seguinte ao desfecho da guerra contra Negan, que é exatamente o ponto em que a 8ª temporada foi encerrada. Yumiko é a namorada de Magna, formando o primeiro casal lésbico da publicação original em quadrinhos. A produção ainda não escalou Magna, a líder destas novas sobreviventes. A 9ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear em outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Steve Carell vira boneco de ação no trailer legendado do novo filme de Robert Zemeckis

    18 de julho de 2018 /

    A Universal divulgou uma coleção de pôsteres e o segundo trailer de “Bem-Vindo a Marwen” (Welcome to Marwen) – o primeiro disponibilizado com legendas no Brasil. O filme é uma fantasia dramática de Robert Zemeckis, diretor dos clássicos “De Volta ao Futuro” (1985), “Uma Cilada para Roger Rabit” (1988) e “Forest Gump” (1994), que mistura animação de bonecos com atores reais e curiosamente é baseada numa história verídica. Sua trama é inspirada no documentário “Marwencol” (2010), de Jeff Malmberg, sobre a história de Mark Hogancamp. Vivido no filme por Steve Carell (“A Guerra dos Sexos”), Hogencamp concebeu uma cidade em miniatura, que batizou de Marwen, recriando cenas da 2ª Guerra Mundial com bonecos. Cada habitante de plástico de Marwen era inspirado em pessoas que ele conhecia. Mas o que se tornou uma ambiciosa instalação de arte começou como uma forma dele lidar com uma violenta agressão física que sofreu nas mãos – e pés botinados – de um grupo de brutamontes. Antes do ataque, ele era ilustrador, mas perdeu a capacidade de desenhar devido às sequelas do crime, além de ter ficado com danos físicos e abalado psicologicamente. Assim, passou a usar sua imaginação e talento criativo para criar cenários e contar uma história diferente, que mostrava vilões nazistas perdendo batalhas lideradas por ele mesmo, como um oficial aliado, na companhia das mulheres guerreiras que o ajudaram a se recuperar na vida real. Além de Carell, o elenco inclui ainda Leslie Mann (“Não Vai Dar”), Diane Kruger (“Em Pedaços”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), Merritt Wever (série “Godless”), Neil Jackson (série “Absentia”), Siobhan Williams (série “UnReal”), Falk Hentschel (série “Legends of Tomorrow”), Matt O’Leary (“O Preço do Amanhã”) e a cantora Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”). O filme estreia em novembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Astro de Game of Thrones investiga “Arquivo X real” no trailer de nova série de discos voadores

    18 de julho de 2018 /

    O canal pago History divulgou fotos e o primeiro trailer da série “Project Blue Book”, que dramatiza investigações reais sobre visões de discos voadores nos Estados Unidos. É uma espécie de “Arquivo X real”, baseada em casos documentados pelo astrônomo Josef Allen Hynek, considerado um dos pais da ufologia. Ele trabalhou com a Força Aérea dos Estados Unidos no chamado Projeto Livro Azul entre os anos 1960 e 1970, estudando a aparição de Objetos Voadores Não-Identificados (os famosos Óvnis) pelo país. Foi Hynek quem criou a famosa classificação em “graus” dos contatos imediatos entre humanos e alienígenas. O primeiro grau seria a identificação visual de OVNI; o segundo, uma reação física à suposta presença de alienígenas (carros sem energia, paralisia corporal, etc); e o terceiro grau, que batizou um célebre filme de Steven Spielberg, seria a comunicação direta com seres de outro mundo. Na série, o personagem real é vivido por Aiden Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). O elenco também destaca Neal McDonough (o Damien Darhk de “Legends of Tomorrow”) e Michael Harney (Sam Healy em “Orange Is the New Black”) como generais da Força Aérea, Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”) como o oficial encarregado de acompanhar o professor em suas investigações, e Laura Mennell (a Rebecca de “Van Helsing”) como a esposa de Hynek. “Project Blue Book” foi desenvolvida pelo roteirista estreante David O’Leary e cada episódio será baseado em casos reais, misturando teorias sobre discos voados e eventos históricos autênticos. Vale lembrar que estas mesmas investigações da Força Aérea americana já inspiraram uma série de ficção nos anos 1970, “Projeto U.F.O.”, que durou duas temporadas. A nova versão dos mistérios do Projeto Livro Azul tem produção do cineasta Robert Zemeckis, diretor da trilogia “De Volta ao Futuro”, e seus primeiros episódios trazem assinatura do diretor Robert Stromberg (de “Malévola”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Samantha! é renovada para a 2ª temporada em tempo recorde

    18 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Samantha!”, sua terceira série brasileira, em tempo recorde. A série estreou há apenas 12 dias na plataforma de streaming. A notícia surgiu com um vídeo postado no Instagram, que supostamente teria furado a estratégia de divulgação da empresa. Nele, Emanuelle Araújo aparece encarnando a sua personagem para dizer o que não deveria. “Bom, me pediram para não falar nada, mas é o seguinte: Eu sou fiel ao meu público, e eu que tinha que dar essa notícia para vocês. Se vocês querem, se vocês precisam de mim… ‘Samantha!’, 2ª temporada em 2019, na Netflix”, ela falou, baixinho, que era pra “ninguém ouvir” na Netflix. A plataforma completou o teatrinho com um post oficial, afirmando que “Samantha vazou a notícia sobre ela mesma”, com uma foto do vídeo, acompanhada pela legenda: “Samantha compromete estratégia de divulgação e anuncia segunda temporada antes da hora”. A brincadeira pode até ter um fundo de verdade, tamanha a rapidez com a que a notícia foi divulgada – duas semanas mais rápido que a média das renovações da Netflix. O fato é que a divulgação combina com o estilo da personagem, uma ex-estrela mirim dos anos 1980, que nunca superou a sua época nos holofotes e inventa os esquemas mais bizarros para tentar chamar atenção e relançar sua carreira. Esquemas que podem incluir furar a si mesma na Netflix. Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), a série é uma produção da empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga, e estreou em 6 de julho da Netflix. NOTÍCIA URGENTE para o meu público do coração! Vocês são a minha prioridade!!!! #SamanthaTemporada2 Uma publicação compartilhada por Samantha! (@samantharealoficial) em 18 de Jul, 2018 às 7:02 PDT

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  • Filme

    Crítica americana acha Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo melhor que o primeiro filme

    18 de julho de 2018 /

    O musical “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”, que chega aos cinemas dez anos depois do primeiro “Mamma Mia”, ganhou suas primeiras críticas. E elas são afinadinhas, com um refrão elogioso, numa média de 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes – bem superior aos 54% obtidos pelo longa de 2008. A revista Entertainment Weekly chamou o filme de “um musical karaokê com um coração de ouro e uma trama que é puro poliéster”. A resenha destacou a participação de Cher, que “se não existisse, teria que ser inventada para o final”. “O desempenho dela é como o filme: cintilante, bobo, ao mesmo tempo exagerado e sincero – e filmado, em cada quadro, como um sonho”. A revista Variety também exaltou o tom exagerado do longa ao elogiá-lo: “’Lá Vamos Nós de Novo’ é uma colcha de retalhos brega, como se você estivesse assistindo a um manual de como fazer um filme pra chorar, mas embalado por algumas das músicas pop mais deliciosas já gravadas. E esse sentimento vem, especialmente no fim – um poema de amor dedicado ao laço primordial entre mães e filhas”. Já a revista The Hollywood Reporter apontou que o roteiro do novo filme é “bem melhor” do que o do original, mas o primeiro filme ficou com as músicas mais conhecidas do Abba, o que tornou o segundo um “equivalente cinematográfico de um Lado B: adequado, abençoado por alguns bons refrões e propenso a ter fãs fervorosos. Mas ninguém prestaria muita atenção se o outro não tivesse sido tão grande”. O jornal britânico The Guardian definiu o novo “Mamma Mia” como “estranhamente irresistível”. “Há algo na tolice e no ridículo avassaladores que, combinado com uma comédia autoconsciente, me fez rir apesar de mim mesmo: há performances divertidas e exageradas de Cher, Christine Baranski, Julie Walter e Alexa Davies, e algumas falas muito boas”. Por fim, o site IndieWire notou que participação de Meryl Streep foi bastante reduzida na continuação, mas isso permitiu que Lily James brilhasse. “’Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’ é uma sequência agradável e enérgica do hit de 2008. Mas está sem sua maior estrela, Meryl Streep como Donna Sheridan, e sua ausência é muito sentida. Graças a Deus existe Lily James, cuja performance como uma versão jovem da heroína irrepreensível de Meryl Streep parece uma daquelas que leva uma atriz a outro nível em sua carreira”. A sequência do sucesso de 2008 trama continua visitando o repertório do Abba, agora não mais relacionado ao musical da Broadway que foi adaptado no filme de dez anos atras, mas com um roteiro inédito e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”). A produção ainda inclui as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) como o Fernando cantado por Cher. Os jovens surgem por meio de flashbacks, inspirados pela gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, e por Irvine, Dylan e Skinner nos anos 1970. “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” estreia na sexta (20/7) nos Estados Unidos, mas apenas em duas semanas (2/8) no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Novo estudo conclui que críticos masculinos menosprezam trabalho de cineastas femininas

    18 de julho de 2018 /

    Uma pesquisa divulgada pelo Centro de Estudos das Mulheres no Cinema e na TV da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, mostrou que os críticos masculinos de cinema claramente menosprezam os trabalhos de cineastas femininas. O estudo, que monitorou 4.111 textos de grandes lançamentos de 2018, concluiu que os jornalistas masculinos dos Estados Unidos normalmente não citam o responsável pela direção de um filme quando ele é feito por uma mulher. No levantamento, apenas 38% das análises escritas por homens sobre filmes dirigidos por mulheres citaram os nomes das cineastas, um número que subia para 52% quando a crítica do mesmo filme era assinada por mulheres. “Algo tão simples como citar o nome da diretora, e dizer que ela fez um bom trabalho, ou mesmo olhar para a carreira dela e dizer que ela é uma ‘mestre’ de sua arte, pode mudar a narrativa sobre mulheres em posições do poder no cinema”, disse a Dra. Martha Lauzen, responsável pelo estudo, ao site The Hollywood Reporter. “Esse desequilíbrio de gênero dentro das críticas de cinema importa, porque ele impacta a visibilidade de filmes criados e protagonizados por mulheres”. Segundo a pesquisa, os críticos homens são maioria no mercado de trabalho americano, representando até 68% dos profissionais em atividade na área. Por outro lado, o estudo também demonstrou que alguns veículos estão preferindo enviar jornalistas mulheres para cobrir filmes estrelados por mulheres ou dirigidos por elas. No total, 51% dos textos escritos por mulheres no levantamento tinham protagonistas femininas, enquanto apenas 37% dos textos escritos por homens tinham a mesma característica. Já 25% dos filmes resenhados por mulheres tinham uma diretora no comando, enquanto apenas 10% dos filmes resenhados por homens se encaixavam na mesma categoria. No campo da etnia, críticos brancos são responsáveis pela maioria das resenhas em ambos os gêneros. Os números são impressionantes: 82% dos homens que escrevem críticas são brancos e 83% das mulheres também. O estudo corrobora e complementa outro estudo divulgado no mês passado pela USC (Universidade do Sul da Califórnia), que analisou 19.559 resenhas para revelar que 77,8% foram escritas por homens e 82% foram escritas por críticos brancos. Assim como a nova pesquisa, o trabalho anterior também identificou que até os filmes voltados para o público feminino tiveram mais críticas escritas por homens que por mulheres. Mas este estudo também analisou filmes desenvolvidos para os públicos afro-americano e latino, concluindo que 80% deles foram criticados por brancos. Como resultado desta revelação, os festivais de Sundance e Toronto já anunciaram que passarão a adotar uma política de inclusão em sua cobertura de imprensa, disponibilizando uma cota de 20% de credenciais para freelancers de segmentos sub-representados entre a crítica norte-americana – mulheres e pessoas “de cor” (negros, latinos, asiáticos).

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  • Filme

    Jude Law diz que próximos filmes da franquia Animais Fantásticos vão explorar homossexualidade de Dumbledore

    18 de julho de 2018 /

    O ator Jude Law sugeriu que a franquia “Animais Fantásticos”, spin-off do fenômeno “Harry Potter”, vai explorar a homossexualidade do personagem Alvo Dumbledore. O diretor de Hogwarts aparece no novo filme, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, em sua versão mais jovem, interpretado por Law. Apesar de a trama não “deixar explícita” a sexualidade de Dumbledore, segundo o diretor David Yates, Law afirmou à revista Entertainment Weekly que é apenas uma questão de tempo para que isso mude. “Jo [J.K. Rowling, criadora do universo ‘Harry Potter’] revelou há alguns anos que Dumbledore é gay, e quando conversei com ela sobre esse papel ela me confirmou. No entanto, como acontece com todo ser humano, ser gay não define tudo o que Dumbledore é. O que você precisa lembrar é que esse é o segundo de cinco filmes, e Jo adora revelar os seus personagens lentamente, é parte da genialidade dela”, comentou Law. “Você está começando a conhecer Dumbledore nesse filme, e há muito mais por vir. Descobrimos um pouquinho sobre o passado dele no começo desse filme, e os relacionamentos entre os personagens vão evoluindo naturalmente. É algo que eu estou muito animado para interpretar. Não vamos revelar tudo de uma vez”, continuou. “Os Crimes de Grindelwald” é o segundo filme de cinco anunciados na nova saga, e todos serão escritos por Rowling, que já trabalha no terceiro roteiro. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” chega aos cinemas brasileiros em 15 de novembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Better Call Saul vai alcançar os eventos de Breaking Bad em sua 4ª temporada

    18 de julho de 2018 /

    “Better Call Saul”, spin-off de “Breaking Bad” que funciona como um prólogo da série original, vai finalmente alcançar o período em que Walter White (Bryan Cranston) começa a ganhar proeminência na história. Segundo Vince Gilligan, que criou ambas as séries, a 4ª temporada de “Better Call Saul” terá pela primeira vez cenas passadas no mesmo período de “Breaking Bad”. Na cronologia desse universo ficcional, “Better Call Saul” começou sua história em 2002, enquanto “Breaking Bad” compreende o período entre 2008 e 2010. “É uma trama coadjuvante dessa temporada que nos coloca diretamente no território temporal de ‘Breaking Bad'”, disse Gilligan para a revista Entertainment Weekly. “Nós realmente mergulhamos de volta no mundo de Walter White. Eu mal posso esperar para os fãs verem isso”. Gilligan, claro, não quis revelar quais dos personagens de “Breaking Bad” voltarão a aparecer, além de todos os que já aparecem na série – como os vividos pelos protagonistas Bob Odenkirk (Jimmy/Saul), Jonathan Banks (Mike) e Giancarlo Esposito (Gus). Mas vale observar que Aaron Paul (Jesse) e Bryan Craston (Walter), os protagonistas da série original, voltaram a se encontrar nesta semana no velho trailer de “Breaking Bad”. A explicação para o reencontro foi uma campanha beneficente – veja o vídeo abaixo. Mas a coincidência é muito grande. A 4ª temporada de “Bettter Call Saul” tem estreia marcada para 6 de agosto na rede americana AMC. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Filme

    A Menina que Matou os Pais: Crime de Suzane Von Richthofen vai virar filme

    18 de julho de 2018 /

    O crime brutal cometido por Suzane Von Richthofen, que encomendou o assassinato dos próprios pais em 2002, vai virar filme. Intitulado “A Menina que Matou os Pais”, a produção será dirigida por Maurício Eça (de “Carrossel: O Filme”) e já começou a selecionar os atores que interpretarão os papéis principais. A trama vai focar no julgamento de Suzane, então com 19 anos, e seu namorado Daniel Cravinhos, réu confesso do assassinato. O roteiro é de Ilana Casoy, escritora considerada a maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor de literatura policial e autor do roteiro de “Praça Paris” (2017). “O filme que iremos contar é um thriller psicológico, de suspense, onde discutiremos os motivos que levaram ao fato, entranto, em detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso”, prometeu o diretor Maurício Eça, em comunicado. “Sem dúvida alguma essa é uma história muito forte e original e por ser real torna tudo mais absurdo e instigante. O filme traz um tema que muita gente conhece e tem ideias preconcebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante que é o motivo que levou a filha e seu namorado a matarem seus pais. Por isso, esse projeto parte de um grande desafio que é entender um pouco a mente de cada um dos dois assassinos”, completa o diretor. “Tivemos todos os cuidados necessários para construir um roteiro inovador. Foram meses de pesquisa e entrega de todos envolvidos; não é fácil, psicologicamente, ter acesso a tantos detalhes e construir uma proposta de filme sobre um crime tão bárbaro. Será um desafio para nós, não só atrair a quem conhece o caso como também jovens que não tiveram acesso aos fatos na época”, acrescentou o produtor Marcelo Braga. “A Menina Que Matou os Pais” deve chegar aos cinemas no segundo semestre de 2019.

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  • Filme

    Crô em Família ganha trailer para esquentar polêmica do “pink money”

    18 de julho de 2018 /

    A Imagem Filmes divulgou fotos e o primeiro trailer de “Crô em Família”, sequência do sucesso “Crô: O Filme” (2013). E se o primeiro filme, apesar do sucesso de público, foi considerado um dos piores de seu ano de lançamento, a prévia da continuação sugere um esforço de superação. Difícil achar uma cena que não seja caricata ou engraçada. Mais divertido é imaginar o que a comunidade LGBTQIA+, após implicar com clipes de artistas que estariam atrás do “pink money”, achará desse gay fake da Globo no cinema. Por enquanto, apenas os noveleiros se pronunciaram, rasgando a seda, nos comentários do vídeo. Na trama, Marcelo Serrado volta a viver Crô, o ex-mordomo de novela que é milionário no cinema. Dono da própria escola de etiqueta e finesse, mas sozinho e sem família, ele acaba ficando à mercê de supostos parentes, que aparecem de repente para morar na sua casa. Ao lado das inseparáveis Geni (Jefferson Schroeder), Magda (Mary Sheyla) e Jurema (Fabiana Karla), mas sempre desviando do veneno da pérfida colunista Carlota Valdez (Monique Alfradique), Crô embarcará numa aventura para descobrir a sua verdadeira família. Que pode ou não ser Orlando (Tonico Pereira), Marinalva (Arlete Salles), Luane (Karina Marthin), Nando (João Baldasserini) e Liz (Mel Maia), cujas intenções não parecem ser das melhores. A produção conta também com diversas participações especiais, entre elas Pabllo Vittar, Jojo Todynho, Preta Gil, Marcus Majella e Marcos Caruso. Os dois últimos, nas peles de Ferdinando e Seu Peru, seus personagens nas séries “Vai que Cola” e “Escolinha do Professor Raimundo – Nova Geração”. O roteiro é de Aguinaldo Silva, que criou o personagem Crô na novela “Fina Estampa”, a direção está a cargo de Cininha de Paula (“Duas de Mim”) e a estreia está marcada para 6 de setembro.

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  • Série

    Série baseada nas Crônicas Vampirescas de Anne Rice é encomendada pelo Hulu

    18 de julho de 2018 /

    Quase dois anos após o anúncio do projeto, a série baseada na saga literária de “As Crônicas Vampirescas” (The Vampire Chronicles), de Anne Rice, vai sair do papel. O serviço de streaming Hulu, responsável pelo sucesso de “The Handmaid’s Tale”, encomendou a 1ª temporada da atração. O projeto chegou a contar entre seus desenvolvedores com Bryan Fuller, criador de “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”, mas o produtor bateu seu próprio recorde para fazer o que tem feito nos últimos anos, abandonando mais uma produção – ele fez o mesmo com as duas últimas séries citadas neste parágrafo, além de “Amazing Stories” na Apple. Os leitores foram introduzidos primeiramente ao vampiro francês extravagante e filosófico do século 18, Lestat de Lioncourt, no primeiro romance da série, “Entrevista com o Vampiro” (1976), que foi adaptado para o cinema em 1994, com Tom Cruise no papel principal. O segundo volume, “O Vampiro Lestat” (1985), permanece inédito nos cinemas, mas o terceiro, “A Rainha dos Condenados” (1988), trouxe Stuart Townsend (“A Liga Extraordinária”) como uma versão roqueira de Lestat – cantando músicas de Jonathan Davis, da banda Korn – em 2002. A franquia literária possui mais de uma dezena de livros, que também abordam outros vampiros, como Armand, vivido por Antonio Bandeiras em “Entrevista com o Vampiro” (1994). Um dos mais recentes, “Príncipe Lestat”, foi publicado em 2014 para retomar a história principal, como uma continuação direta de “A Rainha dos Condenados”. A decisão de transformar os livros em série partiu da própria escritora. Ela postou uma mensagem em seu Facebook em novembro de 2016, anunciando ter recuperado os direitos das obras, cedidas para a Universal, e que pretendia transformar os livros numa série “ao estilo de ‘Game of Thrones'”. “Como muitos de vocês sabem, a Universal e Imagine Entertainment tinham adquirido a franquia para desenvolver filmes, mas não deu certo, deixando mais claro do que nunca que a televisão é o lugar onde os vampiros pertencem”, ela explicou. “Nesta nova idade de ouro da televisão, uma série é a melhor maneira de contar toda a história dos vampiros”, afirmou, adiantando seus planos. “Meu filho Christopher Rice e eu vamos desenvolver um roteiro do piloto e um esboço detalhado para uma série de duração indeterminada, que apresentará com fidelidade a história de Lestat como ela é contada nos livros. Nós provavelmente iremos começar com ‘O Vampiro Lestat’ e seguir em frente a partir daí. Quando nos sentarmos, finalmente, para conversar com produtores, teremos uma visão totalmente realizado deste projeto. Não consigo expressar o quanto estou feliz ao anunciar isso.” Anne Rice e seu filho serão produtores da série, que será realizada pela Paramount Television e a produtora Anonymous Content, com quem assinaram um contrato há três meses. “É inegável que Anne Rice criou um paradigma, com o qual todas as histórias de vampiros são medidas. O rico e vasto mundo que ela criou com ‘As Crônicas Vampirescas’ é incomparável e sofisticado, com tons góticos dos anos 1990 que serão adequados perfeitamente para o público. A série é recheada de personalidades atraentes liderados por Lestat, indiscutivelmente um dos melhores personagens originais da literatura ou qualquer outra arte”, afirmou Amy Powell, presidente da Paramount TV, em comunicado da época da negociação. Os executivos agora buscam um showrunner para começar a escalar o elenco.

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  • Etc,  Filme

    Dwayne Johnson se torna o ator mais bem pago de todos os tempos

    17 de julho de 2018 /

    Dwayne Johnson se tornou o ator mais bem pago da história de Hollywood, segundo levantamento da Forbes. O astro dos filmes de ação embolsou o maior valor anual já registrado pela publicação, que começou a levantar os ganhos das celebridades há duas décadas. Nada menos que US$ 124 milhões. “Eu trabalho muito duro, mas nunca imaginei (em meus sonhos mais loucos) que me tornaria o ator mais bem pago da história da Forbes. Eu não tenho um MBA em Harvard, mas minha filosofia de negócios foi moldado pelos anos e pelos fracassos. Meu objetivo quando lutador de ganhar US$ 40 por luta continua o mesmo de hoje – colocar meu público em primeiro lugar. Tenho um chefe: o mundo”, escreveu The Rock no Instagram, como comentário da façanha. Apenas em 2017, o ator-lutador apareceu em “Velozes e Furiosos 8”, “Baywatch: S.O.S Malibu” e “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. Já em 2018, estrelou “Rampage: Destruição Total”, “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite” e a série “Ballers”. Considerando as celebridades de todas as profissões, The Rock aparece em 4º lugar na lista, atrás do lutador Floyd Mayweather (US$ 289 milhões), a socialite Kylie Jenner (US$ 166,5 milhões) e George Clooney, que não comparece no ranking como ator, mas como empresário. O diretor do fracassado “Suburbicon” ganhou US$ 237 milhões com a sua empresa de tequila, e não pelos trabalhos em Hollywood. ?? I work extremely hard but never anticipated (in my wildest dreams) I’d become the highest paid actor in Forbes’ history. I don’t have a Harvard MBA, but my business philosophy and acumen has been sharpened over time and thru failure. My goal when I was wrestling in flea markets for $40bucks per match (well before the bright lights of the @wwe) is still the exact same goal I have today – ALWAYS put my AUDIENCE FIRST. I have one boss – the world. Send you home happy, and I’ve done my job. I’m the dude who started w/ $7bucks. I’m grateful to the bone and hungry to the core. #MakingForbesHistory #AudienceFirstPhilosophy #FleaMarketDreams #HardestWorkerInTheRoom Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 17 de Jul, 2018 às 9:46 PDT

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