Maisa Silva vai virar Cinderela Pop no cinema
A estrelinha da rede SBT Maisa Silva vai viver uma fábula moderna no cinema. Ele foi anunciada como a personagem-título de “Cinderela Pop”, adaptação o livro homônimo da escritora Paula Pimenta. O anúncio foi feito pela editora que publica a obra. Na adaptação, Maisa irá interpretar Cintia Dorella, uma adolescente que descobre uma traição no casamento dos pais. Ela então se muda para a casa da tia e passa a trabalhar como DJ, virando a Cinderela Pop. Paula Pimenta comemorou a escolha da protagonista em suas redes sociais. “Vem aí o filme de ‘Cinderela Pop’ e quem vai fazer o papel da DJ Cinderela é a fofa da Maísa! Não é demais? Quem já está na maior ansiedade aí?!”, publicou a escritora. A história da Cinderela Pop foi publicada na coletânea “O Livro das Princesas”, em que quatro escritoras de livros infantis contemporâneos (duas delas americanas) reimaginaram os contos de fadas para o mundo de 2013. Fez tanto sucesso que acabou estendida num livro individual em 2015 – ainda assim, bem “fininho”. Maisa Silva já esteve nos cinemas em duas adaptações da novela “Carrossel”, em 2015 e 2016, além de ter feito várias dublagens de filmes animados. “Cinderela Pop”, que ainda não tem previsão de estreia, será seu segundo papel de protagonista, na sequência do ainda inédito “Tudo Por um Pop Star”, baseado em outro livro infantil, de Thalita Rebouças (“É Fada”), que chega aos cinemas em 19 de julho. Agora que já saiu na imprensa eu posso contar… Vem aí o filme de Cinderela Pop e quem vai fazer o papel da DJ Cinderela é a fofa da Maisa! Não é demais? Quem já está na maior ansiedade aí?! ??♀️ #cinderelapop #cinderelapopfilme Uma publicação compartilhada por Paula Pimenta (@paulapimenta) em 4 de Mai, 2018 às 3:21 PDT
Mateus Solano tenta lembrar uma grande paixão no trailer de Talvez uma História de Amor
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Talvez uma História de Amor”, comédia romântica brasileira com uma premissa que evoca de cara “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” (2004). Mas é uma adaptação do romance homônimo do francês Martin Page, escrito em 2008, exemplar da escola da dramaturgia do absurdo. A prévia mostra o protagonista Virgílio (Mateus Solano, de “Confia em Mim”) ouvindo uma mensagem na secretária eletrônica, em que Clara (voz de Thaila Ayala, de “Pica Pau”) comunica a ele que o relacionamento dos dois está acabado. O problema é que Virgílio não faz ideia de quem ela é. O medo de sofrer de amnésia dispara uma obsessão, fazendo com que ele busque pistas sobre a identidade daquela pessoa, que amigos lhe dizem ter sido a mulher da sua vida. E o fato de todos se lembrarem do casal o leva à perplexidade, fazendo-o tomar uma decisão surreal: reconquistar a mulher que ele não lembra. Mas não é só isso que causa estranheza. O fato de Virgílio usar uma anacrônica secretária eletrônica poderia situar a trama nos anos 1980. Mas o trailer também exibe um take-postal do Museu Solomon R. Guggenheim, inaugurado em 2001, e o obrigatório passeio pelo Time Square nova-iorquino, entre anúncios de 2017. A tecnologia antiquada já estava na obra original e diz respeito à personalidade do personagem – embora Mateus Solano não pareça um hipster no trailer. Este é o segundo filme brasileiro recente que lida com “desaparecimentos” de pessoas do cotidiano de seu protagonista. Por coincidência, “Entre Abelhas” (2015) também partia de um rompimento. “Talvez Uma História de Amor” também é o primeiro longa dirigido por Rodrigo Bernardo (da minissérie “(Des)Encontros”) e seu elenco inclui ainda Bianca Comparato (série “3%”), Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”), Nathalia Dill (novela “Rock Story”), João Côrtes (série “O Negócio”), Dani Calabresa (humorístico “Zorra”) e Marco Luque (programa “Altas Horas”), além da americana Cynthia Nixon (série “Sex and the City” e candidata a governadora de Nova York). A estreia de “Talvez uma História de Amor” está marcada para o dia 14 de julho.
The Crown confirma os protagonistas de sua 3ª temporada
A Netflix oficializou o elenco central da 3ª temporada de “The Crown”, série sobre a família real britânica, que mudou seus protagonistas para refletir a passagem do tempo. A maioria dos nomes já tinham sido adiantados, como Olivia Colman (série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy no papel da rainha Elizabeth II, assim como Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret. “Não tenho certeza se estou com mais medo de fazer justiça ao papel da princesa Margaret ou repetir a grande atuação da Vanessa Kirby como a princesa”, brincou Carter, a mais famosa de todos os integrantes do elenco, no comunicado do anúncio. Além deles, foi anunciado o ator Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson. “Estou encantado por ser parte desta série. E também muito entusiasmado por trabalhar novamente com Peter Morgan. Harold Wilson é um personagem fascinante e muito importante para a nossa história”, disse Jason Watkins. O ator e o criador de “The Crown” colaboraram antes na minissérie “The Lost Honour of Christopher Jefferies”, em 2014. Apesar do anúncio, ainda falta definir alguns personagens importantes, como o príncipe Charles, Camilla Parker Bowles e Diana Spencer. A princesa Diana deve aparecer no final do terceiro ano da série da Netflix, passado nos anos 1970, e ganhará mais destaque na 4ª temporada, situada uma década depois. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Já Camilla Parker Bowles foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. Esta situação também será abordada na 4ª temporada. A 3ª temporada vai começar a ser gravada para lançamento apenas em 2019. Por outro lado, a Netflix informou que irá produzir a 4ª temporada na sequência, com o mesmo elenco.
Advogado e vítima de Polanski chamam expulsão do diretor pela Academia de abuso
O advogado do cineasta Roman Polanski considerou um “abuso” a decisão de sua expulsão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, anunciada na quinta-feira (3/5), junto do banimento do ator Bill Cosby, condenado na semana passada por estupro. E foi ecoado pela vítima do diretor, que chamou o ato de “cruel”. Polanski, atualmente com 84 anos, também tinha sido condenado por agressão sexual em 1977, envolvendo uma menina de 13 anos. Ele fez um acordo com promotoria pelo qual confessaria a culpa e passaria alguns dias na cadeia. Mas após cumprir esse período, percebeu nas audiências que o juiz do caso pretendia ignorar o acordo e fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado devido à sua nacionalidade, e lá continuou sua carreira como diretor de cinema. Mesmo no exílio, a Academia reconheceu seu trabalho, dando-lhe o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista” (2002). “O que aconteceu tem a característica de abuso psicológico a nosso cliente, uma pessoa idosa. Colocar Bill Cosby e Roman Polanski no mesmo nível é um mal-entendido, uma perseguição”, manifestou-se o advogado do diretor, Jan Olszewski, em registro da agência France Presse. “Polanski teve apenas um incidente em sua vida, pelo qual foi considerado culpado, assumiu a responsabilidade, e pelo qual sua vítima o perdoou”, afirmou Olszewski, comparando o caso do diretor com o de Cosby, que não assumiu erro, foi acusado por mais de 40 mulheres e jamais perdoado. Segundo o advogado, o cineasta é um homem psicologicamente forte, mas está “chocado” com a decisão da Academia. “Ele já viveu coisas (ruins) em sua vida, e não está feliz. Está chocado”, ressaltou o defensor. A vítima de Polanski, Samantha Geimer, atualmente com 55 anos, também reclamou da hipocrisia da Academia ao banir Polanski após lhe dar um Oscar, descrevendo a expulsão de “um membro que há 41 anos se declarou culpado de uma única acusação e cumpriu sua sentença” como um “ato cruel que só serve às aparências”. “Isso não contribui em nada para mudar a cultura sexista em Hollywood e prova que eles comeriam uns aos outros para sobreviver”, ela escreveu em seu blog. A decisão de expulsar Polanski (e Cosby) aconteceu seis meses após a expulsão de Harvey Weinstein, cujo escândalo sexual precipitou um movimento de cunho feminista, que vem varrendo os predadores da indústria do entretenimento nos Estados Unidos, e pouco mais de um mês após o próprio presidente da Academia, John Bailey, ser inocentado de acusação de assédio sexual. Em dezembro, a Academia divulgou um código de conduta, motivado pelo caso de Weinstein, apontando que os membros da organização poderiam ser expulsos por abuso, assédio e discriminação. Polanski e Cosby foram os primeiros a ser enquadrados neste código. Assim como Polanski, Woody Allen também foi julgado por abuso de menor, a própria filha Dylan Farrow, mas o caso não resultou em condenação.
Liniker faz um carnaval na série 3% e ganha clipe da Netflix
A Netflix divulgou um clipe extraído da série “3%”, que traz Liniker como rainha do carnaval, acompanhada pelo bloco percussivo Ilú Obá de Min, desfilando o samba “Preciso Me Encontrar”, clássico de Cartola. A sequência carnavalesca acontece durante uma procissão festiva realizada no Continente, o lado mais pobre, onde vivem 97% da população na série distópica. Na cena, entre cortiços cenográficos e integrantes do elenco, Liniker aparece sentada em um trono, onde é carregada pelo povo enquanto entoa os versos: “Deixe-me ir/ Preciso andar/ Vou por aí a procurar/ Sorrir pra não chorar”. A direção é de Dani Libardi, que assina episódios da série e acompanha a trajetória da produção desde o piloto de 2011. A cena que virou clipe não é seu primeiro trabalho musical. Ela também dirigiu e ilustrou o clipe em animação da música “O Pardal”, para o álbum infantil “Zoró” (2014) do cantor Zeca Baleiro.
Ascensão de Donald Trump vai virar filme
A ascensão de Donald Trump, de empresário a apresentador de reality show e finalmente a presidente dos Estados Unidos, vai virar filme. Intitulado “The Apprentice”, mesmo nome do programa que o tornou popular – “O Aprendiz”, no Brasil – o longa terá roteiro de Gabriel Sherman, jornalista da revista Vanity Fair. “Como jornalista, informei sobre Donald Trump durante mais de 15 anos”, disse Sherman no comunicado sobre o projeto. “Há muito tempo me fascinaram suas origens como jovem empresário no mundo selvagem da Nova York dos anos 1970 e 1980. Esse período formativo deixa claras muitas coisas sobre o homem que hoje ocupa o Salão Oval”, acrescentou. O filme será produzido por Amy Baer através de sua empresa de cinema, Gidden Media, responsável por “Última Viagem a Vegas” (2013) e a vindoura cinebiografia “Mary Shelley”, sobre a criadora de Frankenstein. Ainda não há diretor definido nem previsão de estreia para o longa-metragem. Este será o primeiro roteiro de Sherman, que recentemente licenciou seu livro “The Loudest Voice in the Room”, sobre o falecido fundador da Fox News, Roger Ailes, para adaptação numa série do canal pago Showtime.
Harvey Weinstein quase trocou Peter Jackson por Quentin Tarantino em O Senhor dos Anéis
“O Senhor dos Anéis” dirigido por Quentin Tarantino? Isto quase aconteceu. O produtor Harvey Weinstein ameaçou substituir o diretor Peter Jackson por Tarantino, se ele não reduzisse a adaptação do livro de J.R.R. Tolkien para um longa de duas horas. A informação foi divulgada pelo site o jornal The Guardian, que teve acesso a um livro do escritor britânico Ian Nathan sobre os bastidores da produção, “Anything You Can Imagine: Peter Jackson & The Making of Middle-Earth”. A história revela a abordagem truculenta de Weinstein, que cultivava uma imagem de cult para a mídia, mas era o pior produtor de Hollywood, tão infame que ganhou o apelido de Harvey “Mãos de Tesoura”, pela mania de cortar filmes sem dó, inclusive produções internacionais de arte, que adquiria para exibir nos Estados Unidos com o objetivo de fingir imagem oposta do que era. O livro conta que Weinstein achava que o diretor estava desperdiçando US$ 12 milhões no desenvolvimento de um roteiro de dois filmes. Ele queria que tudo coubesse num filme só. E se Jackson não conseguisse diminuir a duração do filme, ele seria substituído pelo diretor de “Shakespeare Apaixonado”, John Madden, ou por Quentin Tarantino. Jackson bateu o pé e foi buscar outro parceiro financeiro para o projeto. A franquia acabou indo para o estúdio New Line, que comprou os direitos da Miramax, produtora dos irmãos Weinstein, por US$ 12 milhões. Curiosamente, a New Line também concordou que dois filmes não era o ideal. Fez três! E faturou quase US$ 3 bilhões nas bilheterias mundiais. Em dezembro do ano passado, Peter Jackson contou parte dessa história, comparando o comportamento dos irmãos Weinstein a “pistoleiros da máfia de segunda classe”. O assunto veio à tona após o escândalo de assédio sexual do produtor. Jackson se lembrou que duas das atrizes que acusaram Harvey Weinstein foram vítimas de uma “campanha de difamação” para que não trabalhassem em “O Senhor dos Anéis”. Ao saber disso, Ashley Judd decidiu entrar com um processo contra Weinstein por prejudicar sua carreira. Além dela, Mira Sorvino também estava cotada para atuar em “O Senhor dos Anéis”. Como as duas se recusaram a ceder aos abusos de Weinstein, ele cumpriu a ameaça de boicotá-las. “Lembro que a Miramax nos disse que era um pesadelo trabalhar com elas e que devíamos evitá-las a todo custo”, assegurou Jackson. “Naquele momento não tínhamos nenhuma razão para questionar o que estes caras estavam dizendo… Mas agora suspeito que nos deram informação falsa sobre estas duas talentosas mulheres e, como resultado direto, seus nomes foram eliminados da nossa lista de casting”, lamentou o diretor. Na ocasião, Jackson pediu desculpas às atrizes por ter acreditado nas mentiras de quem agora se sabe ser um predador sexual, e lamentou ter sido cúmplice na lista negra que prejudicou suas carreiras.
The Kissing Booth: Comédia romântica teen com a eterna Garota de Rosa-Shocking ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos de “The Kissing Booth”, comédia romântica adolescente com clima de Sessão da Tarde clássica, que recebeu o título “A Barraca do Beijo” no Brasil. A trama gira em torno de uma garota que desde bebê tem um grande melhor amigo. A amizade durou tanto porque eles tem um regra: ela não pode namorar o irmão mais velho dele. Só que o cara é irresistível e começa a perceber que a amiga chatinha de seu irmão caçula cresceu. Química e atração Física acabam complicando a Matemática desta relação de high school. Logicamente, os planos de esconder o relacionamento não dão certo, rendendo comédia e drama ao mesmo tempo. O elenco inclui Joey King (“O Ataque”, “7 Desejos”) como a protagonista, Joel Courtney (“Pacto Maligno”) como o melhor amigo e Jacob Elordi (“Swinging Safari”) como o galã adolescente mais velho. Mas o destaque não é para nenhum adolescente atual e sim para uma antiga adolescente, Molly Ringwald como a mãe de Joey King. A eterna “Garota de Rosa-Shocking” (1986) virou a mãe favorita de todo diretor de casting que faz produção do gênero – e atualmente vive essa tendência à maternidade de uma nova geração na série “Riverdale”. Adaptação do best-seller juvenil de Beth Reekles, “A Barraca do Beijo/The Kissing Booth” foi escrito e dirigido por Vince Marcello, que antes fez três telefilmes da franquia de bonecas American Girl. Este é o primeiro filme em que ele foca garotas mais velhas, que já não brincam de bonecas. A estreia acontece em 11 de maio na plataforma de streaming.
Ron Howard revela visita surpresa e contribuição de George Lucas em Han Solo
George Lucas tenta, mas não consegue ficar longe de “Star Wars”. O criador da franquia tinha se afastado das produções dos filmes quando vendeu sua empresa, Lucasfilm, para a Disney. Mas é grande amigo de Ron Howard, que dirigiu “Han Solo: Uma História Star Wars”. Assim, acabou fazendo uma visita surpresa ao set de filmagens. E não se conteve. Afinal, ele criou Han Solo. Howard contou, em entrevista no programa “The Late Show” com Stephen Colbert, que Lucas se virou para ele, durante a filmagem, e sugeriu uma piada. E ela acabou entrando no filme. “Estávamos filmando uma cena e ele estava tentando não atrapalhar, mas uma hora inclinou-se e disse ‘Você sabe o que Han realmente ia fazer ali?'”, contou Howard. “Eu disse ‘o quê?’ e ele descreveu a piada. Ele me deu uma pequena piada e me virei para à equipe e falei: ‘Adivinhem. Isso é o que vamos fazer na próxima tomada’. Eu sei quando escuto uma boa ideia.” Howard não deu detalhes sobre a piada, mas ela entrou na edição final. De acordo com o diretor, foi uma surpresa agradável ver Lucas no set e poder incluir uma contribuição dele no filme. “Somos amigos, continuamos amigos por muitos anos, e, para mim, significou muito que ele tenha aparecido para me dar apoio”, comentou Howard, que estrelou, na época em que ainda era ator, o melhor filme de George Lucas, “Loucuras de Verão” (1973), quatro anos antes da estreia de “Guerra nas Estrelas” (1977). Veja a íntegra da entrevista abaixo. “Han Solo: Uma História Star Wars” estreia em 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Superfly: Remake em ritmo de hip-hop do clássico “gangsta” da era do soul ganha novo trailer
A Sony divulgou o segundo trailer do remake de “SuperFly”. E o vídeo demonstra que quase nada sobrou do filme original, além dos nomes dos personagens. Para começar, a história clássica de 1972 foi mudada do Harlem, em Nova York, para a Atlanta atual. A trama, que acompanhava um traficante de cocaína chamado Priest, em busca de um último grande negócio para se aposentar, agora envolve guerra de gangues armadas e escalada ambiciosa para aderir a um poderoso cartel mexicano. E o Priest do século 21 não trabalha com dinheiro, mas com criptomoedas. Além disso, a trilha soul inesquecível de Curtis Mayfield foi substituída por músicas do rapper Future. Não é por acaso que o título é diferente. A mudança é sutil, mas existe. O original era “Super Fly”, separado. A “atualização” foi escrita por Alex Tse (“Watchmen”) e vai marcar a estreia no cinema de Director X., antigamente conhecido como Little X, cujo nome verdadeiro é Julien Christian Lutz. O diretor canadense ficou conhecido após gravar dezenas de clipes de rapppers e de… Justin Bieber. O elenco inclui Trevor Jackson (série “Black-ish”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”), Andrea Londo (série “Narcos”) e Lex Scott Davis (série “Training Day”), sem esquecer figurações de diversos rappers de Atlanta. “SuperFly” estreia em 15 de junho nos Estados Unidos e apenas em 30 de agosto no Brasil. Confira abaixo o trailer do filme original como parâmetro para verificar as mudanças e semelhanças entre os dois filmes.
Unbreakable Kimmy Schmidt evoca Mary Tyler Moore em vídeo de sua 4ª e última temporada
A Netflix divulgou um vídeo de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que revela a data de estreia da 4ª e última temporada da atração. A prévia sugere um começo de episódio, no alto astral da personagem. E chama atenção a forma como a sequência remete à abertura da série clássica “Mary Tyler Moore”, com direito a boina atirada para cima, numa explosão de otimismo. Mas se os gorros de Mary Richards (a personagem de Mary Tyler Moore em 1970) desapareciam no ar de Minneapolis no começo de cada episódio, as boinas de Kimmy (Ellie Kemper) viram decoração de uma árvore em Nova York. A 4ª temporada será dividida em duas partes. Os primeiros seis episódios chegam à Netflix em 30 de maio e outros sete serão lançados mais adiante, encerrando a série. De acordo com o site Deadline, a Universal Television teria um plano de finalizar a trama com a produção de um filme, escrito por Tina Fey e Robert Carlock, co-criadores da série. Ainda não há posição oficial da plataforma sobre este projeto. Enquanto isso, compare abaixo as semelhanças entre os otimismos de Kimmy e Mary, duas garotas que acreditavam poder mudar o mundo com seus sorrisos. E Mary Richards, de fato, mudou.
Seu Jorge, Jaloo e Júlio Andrade cantam clássicos bregas em duas cenas do filme Paraíso Perdido
A Vitrine Filmes divulgou duas cenas do drama musical “Paraíso Perdido”, que mostra duas interpretações no palco da boate brega cenográfica que batiza a produção. Num dos vídeos, Seu Jorge e Jaloo cantam “Tortura de Amor”, clássico romântico de Waldick Soriano, que chegou a ser censurado pela ditadura devido à palavra tortura no título. Mas é Júlio Andrade, que não é cantor profissional, quem se sai melhor, com uma versão roqueira de “Não Creio em Mais Nada” de Paulo Sérgio, artista muito comparado a Roberto Carlos, que faleceu precocemente, aos 36 anos, em 1980. O filme traz no elenco um representante desta época, o cantor Erasmo Carlos ao cinema, mais de 40 anos após os filmes da Jovem Guarda e 34 desde seu último trabalho como ator. Ele interpreta o pai de um clã musical e dono da boite Paraíso Perdido. Dirigido por Monique Gardenberg (“Ó Paí, Ó”), o filme gira em torno desse templo da música brega. A prévia não localiza a época da trama, mas o visual é bastante influenciado pela década de 1970, em especial as perucas, como a de Seu Jorge. A trama apresenta este universo pelo olhar do policial à paisana Odair (Lee Taylor), após ele salvar a drag queen Imã (Jaloo) de um ataque homofóbico, achando que se tratava de uma mulher. Diante da violência, ele é contratado como segurança de Imã, que é a principal estrela do local, além de neta de José, o personagem de Erasmo. Os demais integrantes da família são os filhos Angelo (Júlio Andrade), Eva (Hermila Guedes), que está presa depois de matar o homem que a espancou enquanto estava grávida de Imã, o filho adotivo Teylor (Seu Jorge) e a neta Celeste (Julia Konrad). O elenco conta ainda com Malu Galli, Marjorie Estiano, Humberto Carrão, Felipe Abib, Paula Burlamaqui e eterna musa da pornochanchada Nicole Puzzi. Só faltou mesmo Wander Wildner, o punk brega, que há anos reabilita o mesmo tipo de repertório do filme com pegada roqueira. O longa estreia no dia 31 de maio.
Elenco de 3% revela como é a experiência de fazer parte de uma produção da Netflix
A Netflix divulgou um nova peça da série “3%”, que brinca com o que acontece nos bastidores de gravação de um vídeo promocional da plataforma. Após os atores Laila Garin, Laila Garin e Rodolfo Valente fazerem numa chamada para a série, a câmera continua gravando uma conversa entre eles, em que a recém-chegada Laila quer saber como é a experiência de fazer parte de uma produção da Netflix. A conversa vai desde o desconhecimento das vovós sobre o trabalho, já que não é novela, até brincadeiras sobre karaokê com Will Smith e cobranças pelo final do “Sense8”. Ao final, o improviso se revela uma metalinguagem combinada. A 2ª temporada de “3%” já está disponível na plataforma de streaming.












