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    Warner confirma produção de Sherlock Holmes 3 com data de estreia

    8 de maio de 2018 /

    A Warner Bros. confirmou que realmente vai produzir um terceiro filme da franquia “Sherlock Holmes”, ao anunciar a data de estreia da produção: o Natal de 2020. Embora ainda não haja confirmação oficial a respeito do retorno de Robert Downey Jr. e Jude Law aos papeis principais, e nem se Guy Ritchie assumirá mais uma vez a direção, tudo leva a crer que sim. Afinal, o estúdio não anunciaria a continuação de uma franquia sem os astros principais, quando seria mais fácil propor um reboot. Há quase dois anos, a Warner contratou os roteiristas Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), Justin Malen (do vindouro “Baywatch”), Gary Whitta (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Geneva Dworet-Robertson (do vindouro “Tomb Raider”) e Kieran Fitzgerald (“Snowden”) para desenvolver a trama de “Sherlock Holmes 3”. Os dois primeiros filmes da série foram grandes sucessos de público e arrecadaram mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais (US$ 524 milhões o primeiro, de 2009, e US$ 545 milhões o segundo, de 2011). O estúdio sempre teve a intenção de realizar mais um filme, e a produção só não saiu antes devido à agenda complicada de Downey Jr., super-requisitado como o Homem de Ferro da Marvel. O intérprete de Sherlock Holmes terminou recentemente as filmagens de “Vingadores 4” e está atualmente trabalhando em “Dr. Dolittle”, enquanto seu parceiro Dr. John Watson filma “Capitã Marvel”. Já Guy Ritchie desenvolve o remake com atores do clássico animado da Disney “Aladdin”. O anúncio do calendário de estreias da Warner para 2020 ainda inclui o terceiro “Animais Fantásticos”, “Godzilla vs. Kong”, um novo “Scooby Doo” e o filme solo do super-herói “Ciborgue”.

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  • Série

    Trailer legendado de 13 Reasons Why mergulha no bullying e na escuridão

    8 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou novas fotos e o trailer legendado da 2ª temporada de “13 Reasons Why”. A prévia retoma o tema do teaser e dos pôsteres, anteriormente divulgados, em que fotos revelam segredos íntimos dos personagens e afirmam que Hannah (Katherine Langford) não foi a única vítima de bullying na escola. Paralelamente, há vislumbres de mais bullying e de uma campanha de difamação, culminando em ameaças de retaliação e vingança, com o protagonista Clay (Dylan Minnette) transtornado pela culpa – e assombrado por Hannah – a ponto de decidir fazer justiça com as próprias mãos e um revólver. Segundo a sinopse oficial, a 2ª temporada vai acompanhar “as consequências da morte de Hannah e a difícil jornada de nossos personagens rumo à recuperação. A escola Liberty se prepara para ir a julgamento, mas alguém quer impedir a todo custo que a verdade sobre a morte de Hannah venha à tona. Fotos ameaçadoras levam Clay e seus colegas à descoberta de um segredo terrível – e uma conspiração para encobri-lo”. Embora toda a história do livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, que inspirou a atração, tenha sido contada na 1ª temporada, o próprio escritor encorajou o showrunner Brian Yorkey a continuar a série ao dizer que gostaria de ver uma 2ª temporada. Os novos episódios estreiam em 18 de maio na plataforma de streaming.

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    Roman Polanski chama movimento #MeToo de “histeria coletiva” e “hipocrisia”

    8 de maio de 2018 /

    O cineasta Roman Polanski chamou o movimento #MeToo de “histeria coletiva” e “hipocrisia”, em uma entrevista para a edição polonesa desta semana da revista Newsweek. “Parece-me que é uma histeria coletiva, do tipo que acontece nas sociedades de tempos em tempos”, disse o diretor de 84 anos, em entrevista realizada poucos dias antes de ser expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, devido ao código de ética implementado justamente após demandas do #MeToo. Polanski comparou o movimento à histeria criada em outros momentos históricos da civilização. Para ele, tais fenômenos “às vezes tomam um rumo mais dramático, como a Revolução Francesa ou a noite de São Bartolomeu na França (massacre de protestantes em 1572), e às vezes menos sangrenta, como em 1968 na Polônia (revolta estudantil e campanha antissemita) ou o macarthismo nos Estados Unidos”, disse Polanski. “Todos, impulsionados principalmente pelo medo, se esforçam para se juntar a esse movimento. Quando observo isso, me faz lembra da morte de um amado líder norte-coreano, que fez todo mundo chorar terrivelmente, e alguns choravam tão forte que não pudemos deixar de rir”. “Então, é puramente hipocrisia?”, pergunta-lhe o jornalista da publicação. “Na minha opinião, é tudo hipocrisia”, confirma o diretor. Além do caso em que assumiu o estupro de Samantha Geimer, de 13 anos, em 1977, outras quatro mulheres, algumas delas atrizes, sentiram-se encorajadas pelo movimento #MeToo a acusar Polanski de outros abusos cometidos no mesmo período. Ele nega as novas acusações, que não foram à julgamento por terem prescrito. Após a entrevista, mas antes que Newsweek polonesa chegasse às bancas, Polanski foi expulso da Academia. “O Conselho continua a encorajar padrões éticos que exigem que membros mantenham os valores da Academia de respeito pela dignidade humana”, afirmou a instituição em nota.

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  • Filme

    Próximo filme de 007 transforma Daniel Craig no ator mais bem-pago do cinema

    8 de maio de 2018 /

    A revista Variety publicou um relatório sobre os salários atuais dos astros de Hollywood. Além de revelar que Daniel Craig virou o ator mais bem-pago do cinema, graças a seu acordo para estrelar o próximo filme do espião 007, a reportagem concluiu que os salários caíram em relação aos anos 1990, quando estrelas e não franquias eram responsáveis por atrair os grandes públicos de cinema. A lista demonstra que já não é comum ver artistas ganhando mais de US$ 20 milhões por filme, além de participação na bilheteria. Os únicos que faturaram mais de US$ 20 milhões por obra recente foram Daniel Craig, Dwayne Johnson e Vin Diesel. Daniel Craig fechou um acordo de US$ 25 milhões para voltar a viver James Bond, no filme ainda sem título que será lançado no ano que vem, enquanto Dwayne Johnson levou US$ 22 milhões para estrelar o thriller “Red Notice”, previsto para 2020, e Vin Diesel já guardou no banco US$ 20 milhões por “Velozes e Furiosos 8”, um dos maiores sucessos de bilheteria do ano passado – US$ 1,2 bilhão de arrecadação mundial. As primeiras mulheres da lista são Anne Hathaway, que receberá US$ 15 milhões para viver a boneca Barbie em 2020, e Jennifer Lawrence, que recebeu a mesma quantia por “Operação Red Sparrow” – filme que faturou apenas US$ 69 milhões em todo o mundo. Na relação entre tempo de trabalho e salário, porém, ninguém supera Robert Downey Jr. Por sua participação em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que totaliza de 15 minutos de filme, a Marvel lhe pagou US$ 10 milhões. Neste caso, porém, o investimento compensou – o filme rendeu US$ 880 milhões. Também chama atenção que, exceto Robert Downey Jr., nenhum outro ator ou atriz que interpretou super-heróis no cinema entraram na lista dos mais bem pagos. Ao mesmo tempo, confirmando a desvalorização do “star power”, Leonardo Di Caprio viu seu salário desabar após vencer o Oscar. O astro, que tinha recebido US$ 20 milhões para fazer “A Origem”, fechou pela metade para estrelar o próximo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon a Time in Hollywood”. A Variety ainda revelou que a disparidade entre atores e atrizes continua gritante, já que Chris Pratt ganhou US$ 2 milhões a mais do que Bryce Dallas Howard no filme “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Os dois tem o mesmo protagonismo na franquia, cuja continuação estreia em 21 de junho no Brasil. Há que se considerar que o relatório não é completo, uma vez que não inclui Johnny Depp, que deve ter negociado um baú de tesouros para projetos como o último “Piratas do Caribe” e a franquia “Animais Fantásticos”, nem Will Smith, que alegadamente recebeu uma fábula por “Bright”, da Netflix. Por outro lado, no apanhado generalizante que publicou em forma de lista, a Variety incluiu até os US$ 2 milhões recebidos por Ethan Hank em “Uma Noite de Crime” de 2013. O detalhe é que o orçamento total daquele filme foi noticiado na época como sendo de US$ 3 milhões! Veja abaixo 20 valores salariais listados pela Variety. Daniel Craig – “James Bond 25” (2019) – US$ 25 milhões Dwayne Johnson – “Red Notice” (2020) – US$ 22 milhões Vin Diesel – “Velozes e Furiosos 8” (2017) – US$ 20 milhões Anne Hathaway – “Barbie” (2020) – US$ 15 milhões Jennifer Lawrence – “Operação Red Sparrow” (2018) – US$ 15 milhões Seth Rogen – “Flarsky” (2019) – US$ 15 milhões Tom Cruise – “A Múmia” (2017) – US$ 11- US$ 13 milhões Harisson Ford – “Indiana Jones 5” (2020) – US$ 10 – US$ 12 milhões Sandra Bullock – “Minions” (2015) – US$ 10 milhões Leonardo Dicaprio – “Once Upon a Time In Hollywood” (2019) – US$ 10 milhões Robert Downey Jr. – “Spider-Man: De Volta ao Lar” (2017) – US$ 10 milhões Kevin Hart – “Jumanji – Bem-Vindos À Selva” (2017) – US$ 10 milhões Chris Pratt – “Jurassic World 2 – Reino Ameaçado” (2018) – US$ 10 milhões Emily Blunt – “Jungle Cruise” (2019) – US$ 8 – US$ 10 milhões Bryce Dallas Howard – “Jurassic World 2 – Reino Ameaçado” (2018) – US$ 8 milhões Tom Hardy – “Venom” (2018) – US$ 7 milhões Ryan Gosling – “First Man” (2018) – US$ 6.5 milhões Jack Black – “Jumanji: Bem-Vindos À Selva” (2017) – US$ 5 milhões Michael B. Jordan – “Creed 2” (2018) – US$ 3 – US$ 4 milhões Ethan Hawke – “The Purge” (2013) – US$ 2 milhões

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  • Filme

    Diretores criaram cena falsa do Hulk apenas para o trailer de Vingadores: Guerra Infinita

    8 de maio de 2018 /

    Quem viu “Vingadores: Guerra Infinita” pode ter estranhado a falta do Hulk na sequência de luta em Wakanda. Afinal, a cena era proeminente nos trailers da produção. Mas ela não foi cortada. Os diretores Joe e Anthony Russo revelaram que ela nunca existiu, e foi concebida com trucagem de efeitos digitais especificamente para o trailer. “Essa cena nunca esteve no filme que você viu. Ela nem foi feita para isso. Ela foi literalmente criada para o trailer”, disse Anthony Russo ao site Collider. O motivo foi despistar o público. “Nós usamos todo o nosso material que estava em nosso alcance para fazer o trailer. Nós olhamos para ele como uma experiência diferente do filme. Eu acredito que o público tem muita habilidade de prever o que vai acontecer”, disse Joe Russo. “As pessoas são muito espertas e basicamente as pessoas assistem ao trailer e já sabem o que vai acontecer no filme. Nós usamos várias sequências que pudemos manipular com efeitos especiais para contar uma história específica para ao trailer, e não refletir o filme”, completou. Mas será que ludibriar o público, ao apresentar um trailer com cenas que não estão no filme, é diferente de fazer propaganda enganosa, conforme disposto no artigo 37º do código de defesa do consumidor? Lançado há duas semanas, “Vingadores: Guerra Infinita”, o mais recente da franquia, tornou-se o filme que mais rapidamente faturou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais em todos os tempos.

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  • Filme

    Festival de Cannes começa sob pressão do streaming e do empoderamento feminino

    8 de maio de 2018 /

    O Festival de Cannes 2018, que inicia nesta terça-feira (8/5), busca um equilíbrio impossível em meio a abalos tectônicos de velhos paradigmas, num período agitado de mudanças para o cinema mundial. Saudado por sua importância na revelação de grandes obras, que pautarão o olhar cinematográfico pelo resto do ano, o evento francês também enfrenta críticas por seu conservadorismo, ignorando demandas femininas e o avanço do streaming. Mas sua aposta para manter-se relevante é a mesma de sempre: a politização do evento. Os carros-chefes do festival desde ano não são obras de diretores hollywoodianos, mas de cineastas considerados prisioneiros políticos, o iraniano Jafar Panahi e o russo Kirill Serebrennikov, que estão em prisão domiciliar em seus países. Ambos vão disputar a Palma de Ouro. O caso de Panahi é um fenômeno. Desde que foi preso e proibido de filmar, já rodou quatro longas, contando o atual “Three Faces”. Do mesmo modo, o evento se apresenta como aliado de um cineasta que enfrenta dificuldades legais para exibir seu filme, programando “The Man Who Killed Don Quixote” (O Homem que Matou Dom Quixote, em tradução literal), de Terry Gilliam, apesar da disputa jurídica que impede sua projeção – um conflito entre o diretor e o produtor, Paulo Branco, que exige o cancelamento da exibição. O mérito da questão está atualmente em análise pelos tribunais franceses. Em comunicado, o presidente do festival Pierre Lescure e o delegado geral Thierry Frémaux afirmaram que Cannes “respeitará a decisão” que será tomada pela Justiça “seja ela qual for”. Mas ressaltaram no texto seu compromisso com o cinema. Após citar que os advogados de Branco prometeram uma “derrota desonrosa” ao festival, afirmaram que a única derrota “seria ceder à ameaça”, reiterando que “os artistas necessitam mais que nunca que sejam defendidos, não atacados”. Para completar esse quadro, digamos, quixotesco, Cannes também decidiu suspender o veto ao cineasta dinamarquês Lars von Trier, que tinha sido considerado “persona non grata” no evento em 2011, após uma entrevista coletiva desastrosa, em que afirmou sentir simpatias por Hitler – num caso de dificuldade de expressão numa língua estrangeira, o inglês. A mensagem do evento é bastante clara. Mas sua defesa da luta de homens contra a opressão e a censura segue ignorando a luta das mulheres. Como já é praxe e nem inúmeros protestos e manifestos parecem modificar, filmes dirigidos por mulheres continuam a ser minoria absoluta no evento francês. Apenas três diretoras estão na disputa pelo principal prêmio: a francesa Eva Husson, a libanesa Nadine Labaki e a italiana Alice Rohrwacher. Diante desse quadro, os organizadores buscaram uma solução curiosa, aumentando a presença feminina no juri do evento – com a inclusão da diretora americana Ava DuVernay (“Uma Dobra no Tempo”), a cantora e compositora Khadja Nin, do Burundi, e as atrizes Kristen Stewart (“Personal Shopper”) e a francesa Léa Seydoux (“Azul É a Cor Mais Quente”), D sob a presidência da australiana Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). Assim, mulheres poderão votar nos melhores candidatos homens, mais ou menos como acontece na política eleitoral. Obviamente, não se trata de solução alguma. E para adicionar injúria à falta de igualdade, o “perdão” a Lars Von Trier representa um tapa na cara do movimento #MeToo. Seu retorno acontece em meio a escândalos sexuais cometidos em seu estúdio e graves acusações de abusos, reveladas numa reportagem da revista The New Yorker e por uma denúncia da cantora Bjork, que contou detalhes das filmagens de “Dançando no Escuro”, musical que rendeu justamente a Palma de Ouro ao diretor no festival de 2000. Bjork relatou nas redes sociais algumas das propostas indecentes que ouviu e as explosões de raiva do “dinarmaquês” (que ela não nomeia) por se recusar a ceder, enquanto a reportagem da New Yorker descortinou o “lado negro” da companhia de produção Zentropa, criada pelo diretor. Segundo a denúncia, Von Trier obrigava todos os empregados da Zentropa a se despirem na sua frente e nadar nus com ele e seu sócio, Peter Aalbaek Jensen, na piscina do estúdio. Em novembro, a polícia da Dinamarca iniciou uma investigação sobre denúncias de assédio na Zentropa. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês Politiken, nove ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Considerando que o próprio festival francês estabeleceu um “disque denúncia sexual” este ano, como reação tardia à denúncias de abusos cometidos durante eventos passados em Cannes, a decisão de “perdoar” Lars Von Trier sofre, no mínimo, de mau timing. Também há um componente de inadequação na disputa do festival com a Netflix. Afinal, não é a definição de “cinema” que está em jogo – filme é filme, independente de onde seja visto, a menos que se considere que a exibição do vencedor de uma Palma de Ouro na TV o transforme magicamente em algo diferente, como um telefilme. Trata-se, no fundo, na velha discussão da regulamentação/intervencionismo estatal. O parque exibidor francês conta com o apoio das leis mais protecionistas do mundo, que estabelecem que um filme só pode ser exibido em vídeo ou streaming na França três anos após passar nas salas de cinema do país – a chamada janela de exibição. Trata-se do modelo mais extremo da reserva de mercado – como comparação, a janela é de três meses nos Estados Unidos – , e ele entrou em choque com o outro extremo representado pela Netflix, que defende a janela zero, na qual um filme não precisa esperar nenhum dia de diferença entre a exibição no cinema e a disponibilização em streaming. No ano passado, Cannes ousou incluir dois filmes produzidos pela Netflix na disputa da Palma de Ouro, “Okja”, de Bong Joon-ho, e “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, de Noah Baumbach. E sofreu enorme pressão dos exibidores, a ponto de ceder aos protestos, de forma oposta à valentia que demonstra para defender cineastas com problemas em outros países. Em entrevista coletiva do evento deste ano, Thierry Fremaux afirmou que a participação dos filmes da Netflix “causou enorme controvérsia ao redor do mundo”. Um grande exagero, já que a polêmica foi toda local. “No ano passado, quando selecionamos dois de seus filmes, achei que poderia convencer a Netflix a lançá-los nos cinemas. Eu fui presunçoso: eles se recusaram”, disse Fremaux. “As pessoas da Netflix adoraram o tapete vermelho e gostariam de nos mostrar mais filmes. Mas eles entenderam que sua intransigência em relação ao modelo (de negócios) colide com a nossa”. A Netflix poderia, no entanto, exibir filmes em sessões especiais do festival, fora da competição oficial, disse Fremaux. Ao que Ted Sarandos, diretor de conteúdo da Netflix, retrucou: “Há um risco se seguirmos por esse caminho, de nossos cineastas serem tratados desrespeitosamente no festival. Eles definiram o tom. Não acho que será bom para nós participarmos”. Em jogo de cena, os organizadores de Cannes lamentaram a decisão da plataforma de streaming. E, ao fazer isso, assumiram considerar que os filmes da Netflix não são apenas filmes, mas filmes que poderiam fazer falta na programação do próprio festival. Ao mesmo tempo, a Netflix pretende adquirir as obras que se destacarem no evento. Já fez isso no passado, quando comprou “Divines”, vencedor da Câmera de Ouro, como melhor filme de diretor estreante no Festival de Cannes de 2016. E estaria atualmente negociando os direitos, simplesmente, do longa programado para abrir o evento deste ano, “Todos lo Saben”, novo drama do iraniano Asghar Farhadi, vencedor de dois Oscars de Melhor Filme em Língua Estrangeira, que é estrelado pelo casal espanhol Penélope Cruz e Javier Bardem, além do argentino Ricardo Darín. O resultado dessa disputa deixa claro que um festival internacional está sujeito a descobrir que o mundo ao seu redor é vastamente maior que interesses nacionais possam fazer supor. Mas não é necessariamente um bom resultado. Afinal, a política de aquisições da Netflix já corrói de forma irreversível o Festival de Sundance, com repercussões no próprio Oscar. Considere que o filme vencedor de Sundance no ano passado simplesmente sumiu na programação da Netflix, sem maiores consequências. E a concorrência com a plataforma fez a HBO tirar do Oscar 2019 o filme mais falado de Sundance neste ano, programando-o para a televisão. Assim, a recusa “pro forma” de Cannes apenas demonstra seu descompasso com o mundo atual. Não é fechando a porta à Netflix que o streaming vai deixar de avançar. O cinema está numa encruzilhada. Enquanto se discute a defesa da arte e o pacto com o diabo, um trem avança contra os que estão parados. Fingir-se de morto não é mais tática aceitável. Olhar para trás é importante, como nos pôsteres do festival, que celebram a nostalgia, assim como olhar para os lados e, principalmente, para a frente. Este barulho ensurdecedor são os freios do trem. É bom que todos abram os olhos, se quiserem sobreviver.

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  • Música

    Donald Glover retoma carreira musical de forma impactante, com clipe mais comentado do ano

    7 de maio de 2018 /

    Donald Glover voltou a impactar. O astro de “Atlanta”, vencedor do Emmy 2017 como Melhor Ator e Diretor de Série de Comédia, lançou um novo clipe de sua persona musical. Ele não gravava como Childish Gambino, seu nome artístico no mundo do rap, desde 2016, priorizando a carreira dramática. Mas seu retorno ao rap foi como um incêndio nas redes sociais, disparando alertas, surtos e comentários. O clipe de “This Is America” é o primeiro single de um vindouro novo álbum, que, pela prévia, deve repetir a consagração de “Awaken, My Love”, indicado ao Grammy. A direção é de Hiro Murai, que assinou diversos episódios de “Atlanta”, e é repleto de momentos desconcertantes, com assassinatos, execuções, correrias, garotas de uniforme colegial, coral e polícia, tudo encenado num grande galpão, entre passos de coreografia exagerada. Algumas referências são claras, como o movimento Black Lives Matter, sobre mortes de negros pela polícia, e o March for Our Lives, que protesta contra a política de armas nos Estados Unidos, após o massacre de estudantes em Parkland, na Flórida. Mas o clipe se presta a muitas teorias, o que já alimentou quase 30 milhões de visualizações em menos de 48 horas. Para completar, na letra, paradoxalmente, Glover canta que “nós” só queremos festa e dinheiro. Há quem entenda essa ambiguidade como uma crítica ao rap ostentação, diante de um país que atinge ponto máximo de ebulição. E quem veja na coreografia expansiva e na felicidade transfigurada do rapper uma citação às caricaturas dos minstrel shows do século 19 – quando brancos usavam blackface para imitar negros estereotipados, numa manifestação racista. Outro ponto que chama atenção é o a forma como entra a encenação do efeito das drogas no vídeo. Elas ajudam a alienar e fazer parecer que está tudo bem – e Glover fica literalmente “high”, ao subir no capô de um carro. Mas também geram noia, refletida no desespero dos segundos finais. Ou a realidade seria tão terrível que não há como escapar? “Isto é América, não vá ser pego no vacilo”, ecoa o refrão.

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  • Etc

    Astros dos Vingadores tatuam símbolo do grupo na pele

    7 de maio de 2018 /

    Os atores originais da franquia “Vingadores” revelaram nesta segunda-feira (7/5) que fizeram uma tatuagem comemorativa, para eternizar a participação nos filmes com o famoso tatuador Josh Lord. Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Chris Hemsworth (Thor) e Scarlett Johansson (Viúva Negra) apareceram em fotos e vídeos com a tatuagem do logotipo do grupo (A de “Avengers”, estilizado com uma flecha) e o número 6. O número refere-se à quantidade de heróis fundadores do grupo, vistos no primeiro filme, de 2012. A ideia foi de Scarlett, a primeira a tatuar o símbolo junto com Chris Evans (Capitão América), ainda em Nova York, no próprio estúdio de Josh Lord. Depois, o tatuador foi até Los Angeles e tatuou Downey Jr., Renner e Hemsworth. Só Mark Ruffalo (Hulk) não quis entrar na brincadeira. Assim, Downey Jr. e Johanson resolveram tatuar o próprio Josh Lord, como mostram vídeos dos bastidores da sessão, para completar o time. O tatuador compartilhou imagens da sessão no Instagram, após Robert Downey Jr. tomar a iniciativa de revelar a brincadeira, até então guardada em segredo. “Finalmente posso postar isso, já que foi revelado pelo próprio cara”, escreveu Lord. Os atores tem muito mesmo o que celebrar. Lançado há duas semanas, “Vingadores: Guerra Infinita”, o mais recente da franquia, tornou-se o filme que mais rapidamente faturou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais em todos os tempos. Oh man!!! I can finally post this!!! It’s revealed by the man himself! Avengers Assemble!!! Thank you all for the best time ever. @robertdowneyjr @renner4real @chrishemsworth #scarlettjohansson #chrisevans @avengers #avengersinfinitywar #avengerstattoo #ironman #blackwidow #captainamerica #thor #hawkeye #tracer @eastsideinktattoo @jimmy_rich !!!! Uma publicação compartilhada por Josh Lord (@joshualord) em 7 de Mai, 2018 às 9:57 PDT And last but certainly not least to the #firstavenger my brother #ChrisEvans “Now we are one…” @renner4real @chrishemsworth #scarlettjohansson #chrisevans ? @jimmy_rich and tattoos @joshualord Uma publicação compartilhada por Robert Downey Jr. (@robertdowneyjr) em 7 de Mai, 2018 às 2:31 PDT The Godfather of the OG Avengers. Working with this man was a childhood dream come true, and a great honor. He is kind, hilarious, sincere and brilliant. Plus he’s wearing our new East Side Ink t-shirt! @robertdowneyjr #robertdowneyjr #ironman #avengers #ironmantattoo #infinitywar #tonystark #stark #unicornsofdeath #eastsideink @eastsideinktattoo #avengersinfinitywar #marvel @avengers @marvel Uma publicação compartilhada por Josh Lord (@joshualord) em 27 de Abr, 2018 às 4:45 PDT Jeremy Renner!!!!!!!!!!! Hawkeye! Holy hell. I just have so many feelings about this. Thank you man!! Thank you all!! @renner4real @avengers #hawkeye #avengersinfinitywar #avengerspremiere #avengerstattoo #unicornsofdeath Uma publicação compartilhada por Josh Lord (@joshualord) em 3 de Mai, 2018 às 1:58 PDT @avengers part 2… But on this night receiving was just as sweet … Thank you @joshualord on behalf of all of us #chrisevans #scarlettjohansson @renner4real @chrishemsworth … ? and #dj credit @jimmy_rich Uma publicação compartilhada por Robert Downey Jr. (@robertdowneyjr) em 7 de Mai, 2018 às 9:04 PDT @avengers part 1… They say it’s better to give than to receive … @joshualord ? and #dj credit @jimmy_rich Uma publicação compartilhada por Robert Downey Jr. (@robertdowneyjr) em 7 de Mai, 2018 às 8:57 PDT Brave man to allow all the @avengers the opportunity to ink @joshualord what a killer day @robertdowneyjr @chrishemsworth #scarjo #chrisevans #avengersunited #eastsideink #hidethenerves Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@renner4real) em 3 de Mai, 2018 às 1:26 PDT Well team, we did it…? Thank you @joshualord for sharing ink with us all @avengers much love #eastsideink #bondedforlife @robertdowneyjr @chrishemsworth #chrisevans #scarjo #loveUall Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@renner4real) em 3 de Mai, 2018 às 1:36 PDT

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  • Etc

    Ator de Game of Thrones é o homem mais forte do mundo

    7 de maio de 2018 /

    O ator e atleta islandês Hafthór Júlíus Björnsson, que interpreta Gregor Clegane, o Montanha, em “Game Of Thrones”, recebeu neste domingo (6/5) o título de homem mais forte do mundo, após vencer um campeonato nas Filipinas. Quatro vezes campeão da competição de homem mais forte da Europa, o gigante de 29 anos, que pesa 181 quilos e tem mais de 2 metros de altura, disputou por oito anos o campeonato mundial antes de finalmente conquistar o título. Sua vitória veio após dois dias de provas, que envolveram levantar carros e puxar um ônibus de dois andares. O islandês comemorou a conquista em seu Instagram: “O homem mais forte do mundo em 2018. Gostaria de agradecer aos familiares, amigos e fãs que me apoiaram”. THE WORLD’S STRONGEST MAN 2018! ?? . . Want to thank all of my family, friends and fans for supporting me along the way. . Special thanks to my coach @australianstrengthcoach and my nutritionist @stanefferding . . Also want to thank my sponsors, @kjotkompani @sbdapparel @roguefitness . . Congratulations to @kieliszkowskimateusz and @shawstrength for their second and third finishes! . #numberone Uma publicação compartilhada por Hafþór Júlíus Björnsson (@thorbjornsson) em 6 de Mai, 2018 às 4:11 PDT

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  • Etc,  Filme

    Ermanno Olmi (1931 – 2018)

    7 de maio de 2018 /

    O diretor italiano Ermanno Olmi, premiado nos festivais de Cannes e Veneza, morreu aos 86 anos. Ele sofria há tempos de uma doença autoimune rara conhecida como Síndrome de Guillain-Barré. A mídia italiana informou que ele foi hospitalizado na sexta-feira em sua cidade-natal de Asiago e faleceu na noite de domingo (6/5). Olmi foi saudado como um cineasta humanista, preocupado em filmar os menos favorecidos, e um poeta visual pela beleza plástica de seus filmes. Ele começou a carreira uma década depois do auge do neo realismo italiano, mas se tornou seu herdeiro mais dedicado. Desde seu primeiro filme, “O Tempo Parou” (1959), fez questão de focar a classe trabalhadora. A história dessa estreia é fantástica. Olmi era um funcionário da companhia de eletricidade estatal italiana, encarregado de produzir pequenos filmes de publicidade institucional para a empresa. E aproveitou o que deveria ser outro comercial sobre uma barragem nos Alpes para esticar a filmagem em segredo e registrar o cotidiano de dois trabalhadores do local, que viviam isolados, durante o inverno, para garantir a segurança da construção em total solidão. “O Tempo Parou” chamou atenção da crítica e até recebeu prêmios locais, lançando sua carreira. Mas ele continuou fazendo publicidade para pagar as contas por mais cinco anos, intercalando filmetes de eletricidade com longas-metragens, embora já em seu segundo longa, “O Posto” (1961), tenha deixado de ser apenas um jovem promissor para vencer o David di Donatello (o Oscar italiano) como Melhor Diretor do ano. Sua maior conquista foi a Palma de Ouro de Cannes em 1978 com “A Árvore dos Tamancos”, retrato de três horas da vida dura dos camponeses na Itália do século 19, com um elenco de atores amadores falando em seu dialeto nativo de Bérgamo, no norte do país. O filme contava a história de um pai que corta uma pequena árvore em segredo para fabricar tamancos para seu filho poder ir à escola. Quando o rico dono da propriedade descobre, expulsa a família da fazenda como exemplo para os outros empregados. Uma década depois, ele venceu o Leão de Ouro em Veneza por “A Lenda do Santo Beberrão” (1988), produção com atores bem conhecidos (Rutger Hauer, Anthony Quayle), que acompanha as tribulações de um alcoólatra desabrigado em Paris, que tenta saldar uma dívida com uma igreja local. O filme também lhe rendeu seu segundo David di Donatello de Melhor Direção. Ele ainda conquistou um terceiro “Oscar italiano” por “O Mestre das Armas”, lançado em 2001, que mostrava os últimos dias do jovem soldado da Renascença Giovanni de Medici. Seus últimos trabalhos foram o filme antiguerra “Os Campos Voltarão”, de 2014, indicado ao David di Donatello e premiado pela crítica na Mostra de São Paulo, e o documentário “Vedete, Sono Uno di Voi”, sobre o cardeal Carlo Maria Martini, em 2017. “Com Ermanno Olmi estamos perdendo um mestre cinematográfico e uma grande figura da cultura e da vida. Sua visão encantada nos fez entender as raízes do nosso país”, escreveu o primeiro-ministro italiano Paolo Gentiloni no Twitter.

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  • Filme

    Sylvester Stallone retoma projeto de Rambo 5

    7 de maio de 2018 /

    Nove anos depois de anunciar o projeto e dois após dizer que não faria, Sylvester Stallone voltou a ser relacionado à produção de “Rambo 5”. Segundo o site Deadline, o filme será produzido pela Millennium Films, de Avi Lerner, que também produz a franquia “Os Mercenários”. As filmagens vão acontecer em setembro, após Stallone terminar de escrever o roteiro, cuja premissa, de acordo com o Deadline, não mudou muito desde que a ideia surgiu em 2009 – ano seguinte à estreia de “Rambo IV”. Na ocasião, os planos eram filmar loga após “Os Mercenários”. Mas o filme que reunia diversos astros de ação dos anos 1980 estourou as bilheterias e sua continuação acabou sendo priorizada. Desde então, o projeto passou por várias configurações. Stallone chegou a defender os planos de incluir elementos sci-fi na trama, colocando Rambo contra monstros geneticamente modificados, mas Dwayne Johnson saiu na frente, filmando este Ram… “Rampage” antes. Também circularam planos para uma série sobre o filho de Rambo, quando Stallone começou a dizer que tinha se tornado velho demais para o papel. “O coração está disposto, mas o corpo diz, ‘Fique em casa!’. É como os lutadores que retornam para um último round e são derrotados. Vou deixar [esse papel] para outra pessoa”, declarou o astro em janeiro de 2016. Dois anos mais velho, ele agora volta ao plano original, anunciado em setembro de 2009, de enfrentar bandidos mexicanos para salvar uma jovem sequestrada na fronteira. Mas um detalhe mudou. Em vez de traficantes de escravas, os bandidos farão parte de um dos cartéis mais violentos do México. Sua ligação com a jovem também ficou mais clara. Ela é filha de um amigo. Troque Stallone por John Wayne e traficantes por índios, e o enredo fica mais claro – o clássico “Rastros de Ódio” (1958). Inaugurada em 1982, a franquia Rambo segue o personagem-título, um ex-combatente da Guerra do Vietnã, que, após ter problemas para se encaixar na vida civil, vira um combatente mercenário – mas só de boas causas, é claro. A Millennium Films vai apresentar novos detalhes do projeto para o mercado internacional durante o Festival de Cannes, quando buscará parceiros internacionais para financiar a produção. Além de “Rambo 5”, a Millennium e Stallone também preparam “Os Mercenários 4” – outro filme que o astro disse que faria, não faria, fará.

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  • Etc

    Morena Baccarin deixa imprensa brasileira boba

    7 de maio de 2018 /

    A atriz Morena Baccarin está no Brasil para divulgar “Deadpool 2”. E sua beleza pode ter deixado a imprensa brasileira boba. A intérprete de Vanessa, namorada de Deadpool (Ryan Reynolds), acompanhou uma pré-estreia do filme em São Paulo, deu uma entrevista coletiva e fez algumas gravações exclusivas. Mas a oportunidade de questionar uma estrela de Hollywood que fala português rendeu uma profusão de perguntas de jardim de infância. “Que super-heroína você gostaria de ser”, “Que superpoder você gostaria de ter”, “Qual papel gostaria de fazer”, “Imaginou que ia fazer parte de uma franquia grande”, “Prefere DC ou Marvel”, “Thanos ou Cable”, “Vingadores ou X-Men”, “Cinema ou série”, e assim por diante. “Deadpool 2”, entretanto, tem classificação etária para maiores de 16 anos. Alheia à falta de conteúdo do jornalismo cultural brasileiro – nada se aproveita das entrevistas, além da simpatia da atriz – , Morena aproveitou o passeio para visitar o Rio, sua cidade natal. Ela postou uma imagem no Instagram diante da Avenida Atlântica com a legenda “lar”. A atriz também registrou uma van de pamonha, adaptada para anunciar o filme no país, no ubíquo Beco do Batman, na Vila Madalena, em São Paulo. Veja abaixo. A estreia está marcada para 17 de maio nos cinemas brasileiros. Home!?????? Uma publicação compartilhada por Morena Baccarin (@morenabaccarin) em 5 de Mai, 2018 às 12:52 PDT Vans like this were used when I was a kid to publicize things and make announcements. It would go around the city with the driver shouting ads or political messages. And now here we are ❤️?❤️ (Van translation for those of you who don’t speak Portuguese: “don’t be a fool, go get your tickets.”) #deadpool2 Uma publicação compartilhada por Morena Baccarin (@morenabaccarin) em 6 de Mai, 2018 às 12:05 PDT

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  • Filme

    Cena dublada de Hotel Transilvânia 3 inclui os Gremlins nas férias de Drácula

    7 de maio de 2018 /

    A Sony divulgou um novo pôster internacional e uma cena dublada de “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas”, que mostra Mavis levando seu pai, o Conde Drácula, numa viagem de férias de surpresa. Mas tudo já começa errado com um voo comandando por gremlins – eles mesmos, os monstrinhos que fizeram sucesso nos anos 1980 e que não devem pertencer ao domínio público como os demais personagens góticos da trama. No longa, Mavis surpreende seu pai Drácula com uma viagem em família num cruzeiro de luxo, para que ele possa tirar férias de todos os outros no hotel, mas o resto da turma decide acompanhá-los. Os monstros aproveitam toda a diversão que o cruzeiro tem para oferecer, até que o inesperado acontece, quando Drácula se apaixona pela intrigante e perigosa capitã do navio – que, na verdade, faz parte da família Van Helsing e planeja vingança contra o vampiro. O elenco de vozes originais volta a contar com Adam Sandler como Drácula e Selena Gomez como Mavis, além de dublagens de Andy Samberg, Kevin James e outros comediantes famosos – até Mel Brooks retorna como o pai de Drácula. A novidade fica por conta de Kathryn Hahn (“Corra!”) como a voz de Erica Van Helsing. Nada que se note nos cinemas brasileiros, onde as animações costumam ser exibidas com dublagem em português. Enfim, a direção também é novamente de Genndy Tartakovsky, que desta vez assina o roteiro em parceria com Michael McCullers (“O Poderoso Chefinho”). A estreia de “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas” está marcada para 12 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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