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    Deadpool 2 vai ganhar versão estendida com piadas inéditas

    22 de maio de 2018 /

    O diretor David Leich revelou que está trabalhando numa versão estendida de “Deadpool 2”. Em entrevista ao site CinemaBlend, Leitch disse que está conversando com os roteiristas Ryan Reynolds, Rhett Reese e Paul Wernick para definir quais piadas cortadas entrarão na nova versão. Leitch adiantou algumas coisas. “A cena do suicídio está lá e tem uma cena de café da manhã na mansão X. Terá mais coisas da Dominó e várias piadas novas”, revelou. Por fim, ele afirmou que a versão estendida terá mais de duas horas. O que não quer dizer muita coisa. A versão cinematográfica de “Deadpool 2” tem 1h59 de duração. A Fox ainda não definiu como irá distribuir a nova versão, mas o material deve ser lançado pelo menos em Blu-ray.

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  • Filme

    Casal Obama vai produzir séries, filmes e documentários para a Netflix

    22 de maio de 2018 /

    A Netflix anunciou ter fechado um acordo de produção de filmes e séries com uma dupla inesperada de produtores: Barack Obama e Michelle Obama, ex-presidente e ex-primeira-dama dos Estados Unidos. A plataforma não revelou se já há algum projeto em andamento, mas, segundo o comunicado, os Obamas vão produzir séries roteirizadas, séries sem roteiro, séries de documentário, documentários e filmes de longa-metragem. Este é o segundo contrato do casal Obama para desenvolver obras culturais. Em março de 2017, Barack e Michelle assinaram um acordo editorial de valor recorde com a Penguin Random House, que prevê um livro de cada um. Segundo o jornal Financial Times, a editora, que não falou em números, teria oferecido mais de US$ 60 milhões para garantir os direitos de ambas as obras.

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    Série Krypton é renovada para a 2ª temporada

    22 de maio de 2018 /

    O canal pago americano Syfy renovou a série “Krypton”, sobre o planeta de Superman, para sua 2ª temporada. Apesar de considerada pela crítica americana como pior série derivada dos quadrinhos da DC Comics – 60% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , “Krypton” é a atração do Syfy que conseguiu mais audiência em sua estreia no canal nos últimos quatro anos – desde a minissérie “Ascension”. A série é acompanhada por 1,8 milhão de telespectadores, computados três dias de exibição em todas as plataformas. A audiência ao vivo, porém, é bem menor. Após a estreia diante de 1,3 milhão, perdeu metade do público, até registrar 606 mil telespectadores no episódio mais recente. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e destaca Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher?”) como o protagonista Seg-El, o avô de Superman, que surge em sua juventude, num planeta dividido por complôs políticos e atritos entre clãs radicais, a caminho de sua própria destruição. O final da 1ª temporada vai ao ar na quarta (23/3) nos Estados Unidos.

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    Meghan Markle comparece a primeiro evento público como duquesa de Sussex

    22 de maio de 2018 /

    Atriz Meghan Markle (série “Suits”) compareceu a seu primeiro evento público como duquesa de Sussex, nesta terça-feira (22/5), ao lado do marido, o príncipe Harry. O casal foi ao Palácio de Buckingham, em Londres, para uma festa de comemoração aos 70 anos do pai de Harry, o príncipe Charles. Harry e Meghan adiaram sua saída para a lua de mel para participar da festa, que é celebrada no jardim do Palácio. No evento, a atriz assumiu o visual conservador que acompanha sua cunhada desde o casamento com o príncipe William, com chapéu e vestido claros da grife britânica Goat, além do mesmo estilo de penteado com coque. Para completar, ainda usou meias brancas de lycra, apesar de ter sido um dia de calor em Londres. Vale apontar que a Chanel apostou na volta das meias brancas à moda em seu mais recente desfile em Paris. Por curiosidade, o simples fato de Meghan aparecer com a roupa da Goat fez o site oficial da grife entrar em colapso pelo excesso de visitas no Reino Unido. Até agora, o local da lua de mel dos recém-casados é desconhecido, com alguns veículos de imprensa apostando que eles podem viajar para Botswana, possivelmente para um campo de safari exclusivo que o casal visitou em agosto do ano passado, poucos meses antes de anunciar seu noivado.

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  • Série

    The Marvelous Mrs. Maisel é renovada até a 3ª temporada

    22 de maio de 2018 /

    A Amazon anunciou a renovação de “The Marvelous Mrs. Maisel” para sua 3ª temporada. O detalhe é que a série ainda não estreou seu segundo ano. O anúncio foi feito após a criadora da série, Amy Sherman-Palladino, brincar que já merecia o sinal verde para o terceiro ano ao receber o Peabody Award no sábado (19/5). “The Marvelous Mrs. Maisel” também venceu o Critics Choice e o Globo de Ouro, ambos nas categorias de Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz de Comédia (Rachel Brosnahan). A plataforma de streaming havia encomendado a série inicialmente para duas temporadas, num acordo original para a produção de 18 episódios no total. Mas o projeto teve repercussão maior que a esperada e, com o anúncio do final de “Transparent”, posiciona-se para se tornar a série de maior relevância para a Amazon – ao menos, até a estreia de algumas superproduções recentemente encomendadas. Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “The Marvelous Mrs. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Antes do estouro da atração, sua criadora, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel. Exibida entre 2000 e 2007 na TV aberta americana, “Gilmore Girls” foi recentemente resgatada numa leva curta de quatro episódios especiais pela Netflix. A 2ª temporada de “The Marvelous Mrs. Maisel” ainda não tem data de estreia definida, mas será disponibilizada aos assinantes do serviço de streaming da Amazon ainda neste ano.

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  • Série

    Série de comédia LA to Vegas é cancelada ao final da 1ª temporada

    22 de maio de 2018 /

    A rede Fox cancelou a série de comédia “LA to Vegas” após apenas uma temporada. A notícia do cancelamento foi compartilhada pelo ator Amir Talai via Twitter. “Eu amo vocês, fãs de ‘LA to Vegas’. É por isso que me parte o coração dizer que nossa série não vai voltar”, ele escreveu, acrescentando que não tinha uma explicação oficial, mas que isso pouco importava, porque já estava decidido. “LA to Vegas” tinha uma média de 2,3 milhões de telespectadores e marcava 0,7 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Criada por Lon Zimmet (produtor-roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”), a série acompanha a tripulação e os passageiros de um voo comercial de ida e volta entre Los Angeles e Las Vegas. O elenco destacava Dylan McDermott (série “American Horror Story”) como o Capitão Dave, Amir Talai (“O Círculo”) como o copiloto, e Kim Matula (série “UnReal”) e Nathan Lee Graham (“Zoolander 2”) como comissários de bordo. O último episódio foi ao ar em 1 de maio nos Estados Unidos. I love you so much #LAtoVegas fans. That's why it breaks my heart to tell you that our show is not coming back. I don't have an explanation for you, but it doesn't actually matter. It's done. I'm gonna miss our #LAtoVegas family so much, and that includes you. pic.twitter.com/vO3sFSiTmi — Amir Talai (@AmirTalai) May 22, 2018

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  • Série

    Grupo conservador americano quer tirar 13 Reason Why do ar

    22 de maio de 2018 /

    A 2ª temporada de “13 Reasons Why” já desperta tanta polêmica quanto a 1ª. Se na estreia a controvérsia se concentrava na abordagem do suicídio juvenil, agora são cenas de um tiroteio em escola e um estupro violento que dividem opiniões. A reação se tornou tão exacerbada nos Estados Unidos que uma das associações conservadoras de maior capacidade de pressão do país, a Parents Television Council, engajou-se numa campanha para tirar a série do ar. A entidade formada por pais de formação religiosa católica, que defendem uma programação televisiva mais sadia – com menos tolerância a gays, sexo e violência – , considera a série “potencialmente nociva”. Para eles, “13 Reasons Why” é “uma bomba relógio para crianças e adolescentes” e por isso “precisa ser tirada do ar” com urgência, segundo afirma em seu site oficial. A trama que rende objeção gira em torno do personagem Tyler Down (Devin Druid). Vítima de bullying, o adolescente sofre um estupro violento e decide promover um massacre contra seus colegas da escola, a fictícia Liberty High School, evocando eventos que estão atualmente nos noticiários americanos. O pior não chega a se concretizar, mas a forma como aconteceu a resolução causou controvérsia por apresentar uma linha de ação perigosa durante uma situação do tipo. Especialistas protestaram contra a solução da série. “Quando alguém tem uma arma, você não fica com a pessoa e tenta tirar a arma dela. Você chama as autoridades”, afirmou a diretora clínica da Sociedade de Proteção contra o Suicídio Adolescente, Phyllis Alongi, ao canal americano NBC. Para chegar nesse ponto, o personagem passou por uma jornada terrível, que incluiu um estupro por um dos integrantes do time de baseball da escola, dentro de um banheiro. Repleta de violência física, a cena gerou comoção até entre os fãs da série, que a descreveram no Twitter como “traumatizante” e “perturbadora”. Por isso, a indicação de que o episódio conteria cenas que poderiam ser sensíveis para alguns foi considerada insuficiente. “Eu sei que há um aviso sobre o conteúdo do episódio 13 de ’13 reasons why’, mas nada, absolutamente nada, poderia ter me preparado para a cena com Tyler e Montgomery no banheiro”, escreveu um usuário do Twitter. No entanto, alguns fãs saíram em defesa da série. “O ponto de ’13 reasons why’ é conscientizar. É para ser desconfortável assistir. Não pule o último episódio da 2ª temporada. É porque é gráfico que ele precisa ser visto”, defendeu uma telespectadora no Twitter. No programa que discute a série, “13 Reasons Why: Beyond the Reasons”, realizado pelos próprios produtores da atração, o criador e showrunner Brian Yorkey defendeu a violência da cena com o conceito de “empatia radical”. Para ele, a cena era necessária para fazer com que o público sentisse empatia por alguém tão diferente. “Era importante para nós trazer o público um pouco para o lado do Tyler. Por mais brutal que essa cena seja de assistir, desafio alguém a assisti-la e não sentir pena por Tyler”, argumentou o showrunner, que também defendeu a decisão do personagem de tentar disparar contra os colegas. “Nós tínhamos um personagem que obviamente sofria bullying grave, sofria de isolamento social e pensava em uma escolha muito trágica em relação a esses sentimentos. Na 2ª temporada, nós estávamos interessados em continuar a seguir a jornada dele e tentar compreender seu estado de mente e de alma. Eu acho que vocês verão que, no balanço dos episódios, estávamos tentando entender o personagem de Tyler e como um jovem problemático pode ser levado a considerar esse tipo de escolha difícil”, declarou Yorkey. Vale considerar que a Netflix decidiu cancelar um evento de pré-estreia da série após um aluno abrir fogo contra os colegas da Santa Fe High School, deixando pelo menos dez mortos na sexta passada (18/5). O pai do jovem assassino revelou que o filho sofria bullying na escola. A tragédia aconteceu antes que a série pudesse ser levada a julgamento moral por incitá-la. Mas é mais fácil para conservadores atacar a cultura, de forma hipócrita, que exigir mudanças nas leis que facilitam a proliferação de armas nos Estados Unidos. As próximas eleições brasileiras também podem conduzir à Brasília candidatos que defendem a descriminalização do porte armado, aumentando a quantidade de armas nas ruas, que se tornariam disponíveis para massacres em escolas, genocídio de populações indígenas e outros assassinatos banais.

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  • Série

    Lucifer vai ganhar dois episódios inéditos como bônus após o final da série

    22 de maio de 2018 /

    A Fox anunciou a exibição de dois episódios inéditos de “Lucifer”, anteriormente gravados para a 4ª temporada, que não será mais realizada. O produtor Joe Henderson chegou a descrevê-los como dois dos melhores episódios já feitos para a série e lamentou seus destinos, acreditando que eles não seriam exibidos, já que o cancelamento os deixou no limbo. Mas, embora tenha interrompido a produção, a Fox resolveu programá-los como “bônus” para os fãs. São episódios com histórias completas, mas não está claro se abordam o cliffhanger do final da 3ª temporada. De todo modo, ambos trazem participações curiosas e um deles serve até como um encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer) onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. Este episódio ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos juntos, na próxima segunda (31/5) nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia para esta “coda” no Brasil.

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  • Filme

    Meryl Streep vai estrelar filme sobre o escândalo dos Panama Papers

    22 de maio de 2018 /

    A atriz Meryl Streep (“The Post”) foi confirmada como protagonista de “The Laundromat”, filme sobre o escândalo internacional de lavagem de dinheiro, que ficou conhecido na mídia como “Panama Papers”. O drama terá direção de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”), que ainda negocia com Gary Oldman (vencedor do Oscar 2018 por “O Destino de Uma Nação”) e Antonio Banderas (série “Genius”) para integrarem a produção. O filme marcará a quarta parceria entre o diretor e o roteirista Scott Z. Burns – após “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013). E se baseará no livro do premiado jornalista americano Jake Bernstein intitulado “Secrecy World: Inside the Panama Papers Investigation of Illicit Money Networks and the Global Elite” (sem edição em português). O “Panama Papers” foi uma investigação jornalística internacional que revelou 11,5 milhões documentos sigilosos sobre paraísos fiscais ligados ao escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca. O escândalo revelou fortunas não declaradas de diversos políticos e celebridades, entre elas o diretor espanhol Pedro Almodóvar, amigo de Antonio Banderas. A Netflix também está desenvolvendo um filme sobre o mesmo tema, igualmente baseado em um livro escrito por jornalistas que participaram do consórcio investigativo. Este projeto está sendo produzido por John Wells (diretor de “Álbum de Família” e produtor de inúmeras séries, como “E.R.”, “Shameless” e “Animal Kingdom”).

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  • Etc

    Evangeline Lilly diz que foi machucada de propósito durante gravações de Lost

    22 de maio de 2018 /

    Evangeline Lilly acusou o coordenador de dublês da série “Lost” de machucá-la intencionalmente durante a gravação da atração. O site Deadline registrou uma declaração da antiga intérprete de Kate durante um evento, sobre o tema da misoginia nos estúdios de Hollywood. Na ocasião, ela revelou ter ficado com os dois antebraços esfolados por conta da cena. “Havia feridas abertas, cheias de pus escorrendo. Eu parecia uma mutante. Minha mãe dizia ‘você nunca mais vai poder usar um vestido de festa de novo’”. Ela afirmou que não se tratou de um acidente, mas de negligência por parte do coordenador de dublês da produção. O homem, descrito como misógino, a teria punido por ela ter insistido em fazer a cena no lugar de uma dublê, ao contrário do que era o desejo dele. A cena em questão envolvia rolar por um galho de árvore e segurá-lo – não, havia, porém, risco de cair porque ela estava amarrada. Lilly disse que pediu para usar um tecido para proteger os braços, mas o coordenador negou, alegando que eles apareceriam na tela. Ela então repetiu a cena várias vezes com os braços desprotegidos, obrigada pelo coordenador. “Eu senti que ele estava dizendo ‘vou te colocar no meu lugar por me desafiar’. Ou eu me curvava ao poder dele, ou eu me machucava. Eu tinha 20 e poucos naquela época. Hoje, eu provavelmente voltaria atrás”, afirmou. Ao seguir carreira no cinema, ela se envolveu em muito mais cenas de ação que na época de “Lost”, mas nunca mais teve nenhum problema do gênero. Ela estará a seguir em “Homem Formiga e a Vespa”, em que interpreta a heroína Vespa, com estreia prevista para 5 de julho no Brasil.

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    Gary Oldman vai escrever, dirigir e estrelar filme sobre pioneiro da fotografia

    22 de maio de 2018 /

    Após vencer o Oscar de Melhor Ator por “O Destino de uma Nação”, Gary Oldman pretende aproveitar a onda de prestígio para estrelar, produzir, escrever e dirigir seu próximo filme. Ele pretende realizar uma cinebiografia do revolucionário fotógrafo inglês Eadweard Muybridge. Intitulado “Flying Horse”, o filme detalhará como Muybridge alcançou a fama por registrar pela primeira vez imagens em movimento de animais e humanos, revolucionando a técnica da fotografia e antecipando-se a cinematografia. O título do longa é uma referência direta à foto que conseguiu provar que cavalos levantavam os quatro cascos da terra durante uma corrida – desafio que o inspirou a criar as fotos em movimento. Mas ao mesmo tempo em que a imagem do cavalo voador o consagrou, ele descobriu que sua esposa tinha uma relação extramatrimonial com o crítico Harry Larkyns, o que resultou numa tragédia. Esta história conturbada, de genialidade e violência, já foi transformada numa ópera, “The Photographer”, em 1982 pelo compositor Philip Glass. Além disso, a influência pop de Muybridge também foi celebrada pela banda U2, que prestou homenagem às suas técnicas fotográficas no clipe da música “Lemon”, em 1993. “Flying Horse” será o segundo filme como diretor para Oldman, após estrear na função em 1997 com “Violento e Profano”.

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    Clint Eastwood vai voltar a atuar em filme sobre traficante idoso

    22 de maio de 2018 /

    O veterano astro Clint Eastwood vai voltar a aparecer na frente das câmeras em “The Mule”, a história real de um idoso de 90 anos que colaborava com o Cartel de Sinaloa transportando drogas. Eastwood, que completa 88 anos em 31 de maio, não estrelava um filme desde “Curvas da Vida”, em 2012, focando suas energias atualmente em dirigir. Além de atuar, Eastwood também irá dirigir o longa, no qual ainda retomará sua parceria com Bradley Cooper, após filmar o ator em “Sniper Americano” (2014). Já a última vez que ele dirigiu a si mesmo foi em “Gran Torino”, em 2008. Na trama, Eastwood interpretará Leo Sharp, um veterano da 2ª Guerra Mundial, que foi preso pela DEA (Agência Americana Antidrogas) por transportar drogas para o conhecido cartel mexicano – uma quantidade de cocaína avaliada em US$ 3 milhões – através de Michigan em sua antiga caminhonete. A história é real e Sharp foi condenado a três anos de prisão. A pena reduzida foi obtida após seu advogado alegar que ele sofria de demência. Cooper interpretará o agente da DEA que prendeu Sharp. A produção da Warner ainda não tem previsão de estreia.

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    Steven Spielberg e Leonardo DiCaprio planejam filmar “continuação” de Lincoln

    22 de maio de 2018 /

    O ator Leonardo DiCaprio e o diretor Steven Spielberg planejam voltar a trabalhar juntos, 16 anos depois da parceria feita na comédia “Prenda-me se For Capaz” (2002). Eles estão circulando uma cinebiografia do ex-presidente norte-americano Ulysses S. Grant, informou o site Deadline. O filme seria praticamente uma continuação de “Lincoln”, dirigido por Spielberg em 2012. Fontes revelaram ao Deadline que o projeto é “prioridade” para a dupla. Entretanto, ambos estão envolvidos em outros filmes atualmente. O ator vencedor do Oscar por “O Regresso” (2015) vai começar a filmar o novo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon Time in Hollywood”, nos próximos meses. Enquanto isso, o experiente diretor de 71 anos prepara o quinto “Indiana Jones” e, dizem, um remake de “Amor, Sublime Amor” (1961). Ulysses S. Grant é uma figura controvertida nos Estados Unidos. Herói para alguns, vilão para outros, ele foi o comandante militar que venceu a Guerra Civil Americana, sob a presidência de Abraham Lincoln. Graças à popularidade conseguida por sua vitória, cheia de batalhas árduas, mas também marcadas por grandes estratégias, tornou-se o 18º presidente dos Estados Unidos aos 47 anos, o mais jovem do país até então e apenas três anos após derrotar o exército confederado. Ele presidiu o país por dois mandatos. No primeiro, ajudou a unificar a República após a guerra, perseguindo a Ku Klux Klan e reforçando leis de direitos civis e de voto para os antigos escravos do Sul. Grant empregou o exército para impor Justiça nos antigos estados confederados, criou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e construiu o Partido Republicano no sul com apoio de eleitores negros. Mas o segundo mandato enfrentou a reação conservadora, que alimentou o ódio racial por meio de violência sem controle. Isto aconteceu porque o exército passou a ser mobilizado para outra frente – apaziguar conflitos com os índios – e porque seu governo implodiu sob acusações de corrupção – a ponto de ser considerado o mais corrupto da história dos Estados Unidos. Para completar, sua política econômica mergulhou o país numa grande crise. Por conta disso, sua morte, aos 63 anos por câncer, foi muito comemorada. Entretanto, após mais de um século, o lado positivo de seu legado é o que prevalece nas análises do período, com ênfase para seu papel na reconstrução de um país dividido, fortalecimento da Justiça, enfrentamento do racismo e pacificação dos índios com a criação de reservas federais.

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