Conheça Kiss Me First, série sci-fi britânica similar a Jogador Nº 1, que chega em breve na Netflix
O Channel 4 estreou nesta semana no Reino Unido uma nova série sci-fi que deve agradar aos fãs de “Jogador Nª 1”, já que inclui uma espécie de Oasis, um lugar acessível apenas via realidade Virtual e onde os personagens viram avatares criados por computação gráfica. Veja três vídeos abaixo para perceber as similaridades. “Kiss Me First” conta uma história que se passa entre o mundo real e o virtual. Na trama, após a morte de sua mãe, a solitária Leila (Tallulah Haddon, de “Taboo”) tem que aprender como levar a vida sozinha. Mas ela tem um avatar digital, Shadowfax, e quando se loga no jogo de realidade vitual Azana começa a fazer novas amizades. É lá que ela conhece a misteriosa Mania (Simona Brown, de “The Night Manager”) e descobre um paraíso secreto, Red Pill, antes de ser expulsa por Adrian (Matthew Beard, de “O Jogo da Imitação”), o líder do lugar, porque ela entrou sem ser convidada. Entretanto, Leila logo descobre Mania, cujo nome verdadeiro é Tess, no mundo real, e a partir daí o mistério se aprofunda. Criada por Bryan Elsley (o criador de “Skins”), a série foi produzida em parceria com a Netflix e adapta livremente o livro homônimo de Lottie Moggach – que originalmente tratava de mídias sociais e não aborda realidade virtual. Por conta desse detalhe tecnológico, que coloca a trama no futuro próximo, a imprensa britânica a comparou a “Black Mirror”. A Netflix ainda não começou a divulgação da produção porque só deve lançá-la após a série terminar sua exibição no Reino Unido – como aconteceu com “The End of the F***ing World” e “Requiem”. São, ao todo, apenas seis episódios, com final previsto para o dia 7 de maio.
Veja cena completa do Homem-Aranha em Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel divulgou uma cena completa de “Vingadores: Guerra Infinita”, que teve partes vislumbradas em alguns trailers e na foto acima. O vídeo mostra a sequência em que Peter Parker sente o arrepio do “sentido Aranha” num ônibus escolar, e como ele aproveita uma aparente ameaça alienígena para escapar de fininho e virar o Homem-Aranha. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Arábia transporta o espectador para outra realidade, o Brasil
O cinema dispõe de recursos poderosos para nos trazer/reportar realidades que podem estar distantes de nós, não apenas por meio de uma riqueza de informações, mas também com a carga emocional que a situação apresentada requer. Bons personagens, dentro de uma boa estrutura dramática, são capazes de nos levar a viver a experiência de vida intensa e sofrida de pessoas que estão mergulhadas em contextos sociais diversos dos nossos. O filme brasileiro “Arábia”, por meio do personagem Cristiano (Aristides de Souza) e seu diário encontrado após sua morte pelo jovem André (Murilo Caliari), nos coloca em cheio na realidade do trabalhador operário no Brasil dos últimos anos e da atualidade. Conhecemos sua existência bem de perto, o que faz, como trabalha e se relaciona com as pessoas, suas andanças e mudanças, desejos, esperanças, desilusões. Uma vida muito dura, penosa, mas enfrentada com vigor e resignação. Emocionalmente nos transportamos para um universo psíquico, que requer um equilíbrio precário e difícil, como fator de sobrevivência, para além das circunstâncias materiais propriamente ditas. Quem nos conta sua vida no cotidiano é o próprio personagem, na narrativa descritiva e também reflexiva de seu suposto diário, escrito em linguagem simples, mas nem por isso menos elaborada, enquanto dimensão humana. Os diretores-roteiristas João Dumans e Affonso Uchoa evitaram a intelectualização da escrita, mas a deixaram consistente e profunda. Detalhada demais para a situação, talvez. É essa narrativa simples e forte que conquista o jovem leitor, que vive no mesmo ambiente e nas mesmas condições de penúria e vulnerabilidade. “Arábia” é um nome estranho à narrativa do filme. Refere-se apenas a uma piada contada no bar, que ilustra uma percepção simplista de uma situação inusitada, essa, sim, ligada ao contexto árabe. Mas é um título que esconde o que é o filme. Grande vencedor do Festival de Brasília 2017, premiado como Melhor Filme, Ator, Montagem, Trilha Sonora e vencedor do Prêmio da Crítica, foi também bem recebido e premiado em muitos outros festivais internacionais, especialmente em competições latino-americanas.
Ella e John é road movie da Terceira Idade
O diretor e roteirista italiano Paolo Virzì tem uma larga trajetória no cinema, com muitos prêmios importantes pelo caminho. “Ella e John” é seu 13º filme. Entre os seus trabalhos anteriores estão “A Primeira Coisa Bela” (2010), “Capital Humano” (2013) e “Loucas de Alegria” (2016). São bons filmes, realizados visando a atingir boas fatias de público, em produções comerciais bem cuidadas, com bons atores e atrizes. E com equívocos, também. “Ella e John” é, desta vez, um filme holywoodiano, um road movie, protagonizado por uma dupla de veteranos notável: Helen Mirren (Ella) e Donald Sutherland (John). Eles vão atravessar os Estados Unidos, indo de Boston até a casa do escritor Ernest Hemingway, em Key West, na Flórida. Um detalhe: eles farão isso com um velho trailer, antigamente usado para viagens familiares, que foi mantido na garagem de casa. Serviu muito no passado, mas estava sem uso e superado. Apelidado de caça lazer – leisure seeker, o nome original do filme – , era visto como uma relíquia de família. Outro detalhe: os dois são um casal bem idoso, ela, com câncer, ele, com uma espécie de alzheimer, que vai corroendo sua memória progressivamente, reduzindo a lucidez. No entanto, ele é capaz de dirigir na estrada muito bem, ainda. Só que pode tomar decisões esdrúxulas, se for deixado sozinho. Terceiro detalhe: ambos resolvem fazer essa viagem de trailer sozinhos, sem avisar os filhos ou informar para onde vão. É uma espécie de última viagem de suas vidas, para comemorar uma longa jornada juntos, embora ele, às vezes, esqueça quem ela é. O destino a alcançar tem tudo a ver com a vida universitária de John, professor e profundo conhecedor de literatura, em especial da obra de Hemingway, que ele sabe em grande parte de cor, tantas vezes foi visitada, consultada, ministrada aos alunos. Uma verdadeira paixão. As peripécias vividas durante a viagem podem ser facilmente imaginadas. Coisas de um passado remoto, que já deveriam estar enterradas, vêm novamente à tona. Ao mesmo tempo, o afeto se renova, o companheirismo, a cumplicidade e a tolerância. Pelo menos, sempre que as sinapses cerebrais dele não falhem. Ella comanda tudo com firmeza, mas com o corpo vulnerável. Personagens em idade avançada e tendo de encarar a morte próxima crescem significativamente nos roteiros cinematográficos. O mundo envelhece, a medicina prolonga a existência com melhor qualidade de vida, o mercado pede. Bom para os atores e atrizes, que também envelhecem, encontrando bons papéis, e de protagonistas. É uma oportunidade para vermos em cena talentos como os de Helen Mirren e Donald Sutherland em primeiríssimo plano. Só por aí já vale a pena ver “Ella e John”. A situação criada é bem desenvolvida, de modo geral. A produção é boa, o diretor, competente e experimentado. Embora o resultado não seja brilhante.
Série The Last Kingdom tem 3ª temporada confirmada
Quase um ano após o final de sua 2ª temporada, a série “The Last Kingdom” finalmente teve a produção de sua 3ª temporada confirmada. Quem lembrou de compartilhar a notícia foi o ator Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”), intérprete de Uhtred, filho de Uhtred – como ele mesmo brincou. O astro da série contou a novidade em um vídeo publicado no Twitter, em que explicou que os novos episódios, inclusive, já estão sendo gravados. “Os rumores são verdade”, ele contou, com um sorriso de felicidade, acrescentando que a produção da temporada já está bem adiantada. “Creio que será a nossa melhor temporada até agora”, exaltou. Um detalhe que chama atenção no post é a revelação de que os episódios serão distribuídos mundialmente pela Netflix. Mas não há nenhuma menção à BBC, que produziu as duas primeiras temporadas – com um intervalo épico de quase dois anos entre a 1ª e a 2ª. A série medieval adapta a saga literária das “Crônicas Saxônicas”, de Bernard Cornwell, e curiosamente sua trama tem intersecção com a história de “Vikings”, embora com desenvolvimentos bem diferentes. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande. O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto com desconfiança por Alfredo. O elenco também inclui David Dawson (série “Ripper Street”), Ian Hart (série “Boardwalk Empire”), Harry McEntire (série “Episodes”), Simon Kunz (série “Requiem”), Emily Cox (série “Jerks”), Tobias Santelmann (“Expedição Kon-Tiki”), Peri Baumeister (“Zonas Úmidas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Brian Vernel (“Star Wars: O Despertar da Força”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. ARSELINGS! Alexander Dreymon, your very own Uhtred son of Uhtred, has some exciting news for you…#TheLastKingdom season 3 is in production, and will be coming to Netflix worldwide later this year! pic.twitter.com/g7MJuXNS5I — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) April 4, 2018
Karl Urban vai enfrentar super-heróis na nova série dos criadores de Preacher
O ator Karl Urban, intérprete do Dr. McCoy na franquia “Star Trek”, ficou com o papel principal de “The Boys”, nova série baseada em quadrinhos, que mostra o lado sombrio dos super-heróis. O bom é que o ator já tem a experiência de ter enfrentado Thor em “Thor: Ragnarok” e impor a lei contra vilões de quadrinhos em “Dredd”. Afinal, seu novo personagem precisará fazer coisas similares. Urban vai viver o chefe dos “The Boys” do título, Billy Butcher, cujo nome foi traduzido no Brasil como Billy Carniceiro. Ao receber a missão de vigiar a atividade dos super-heróis para a CIA, ele junta os garotos, uma turma de amigos da pesada formada por Hughie Mijão, Leite Materno, O Francês e A Fêmea. Adaptação da publicação homônima de Garth Ennis, o autor de “Preacher”, a série acompanha o grupo enquanto eles tentam colocar super-heróis renegados na linha. Ao conceber “The Boys”, Ennis declarou que pretendia superar as situações ultrajantes que consagrou em “Preacher”. E o resultado é barra-pesada, marcado por cenas de ultraviolência, estupros e ilustrações das piores tendências da humanidade. A ideia por trás da publicação consiste em examinar o que pessoas comuns fariam se ganhassem super-poderes. A conclusão é que virariam babacas. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo resolve contratar pessoas insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. Além de Urban, a produção já contratou Karen Fukuhara (a heroína Katana em “Esquadrão Suicida”) como A Fêmea, Jack Quaid (“Jogos Vorazes”) como Hughie e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como Leite. Ainda falta o Francês. Vários super-heróis também estão definidos, com Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”). Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a série na Amazon. A atração ganhou encomenda de oito episódios, mas ainda não tem previsão de estreia.
Netflix divulga abertura do remake da série Perdidos no Espaço
A Netflix divulgou o vídeo da abertura da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space). A prévia explora cenas da conquista espacial sob o ponto de vista de típicas famílias americanas, avançando no tempo até colocar uma típica família americano no espaço – o mote da atração. Ao final, é possível ver o perfil do novo intérprete de Will Robinson e a nave Júpiter 2, enquanto a trilha sonora referencia o famoso tema da 3ª temporada original – composto por um jovem chamado Johnny Williams, que hoje o mundo reverencia como o grande John Williams de “Star Wars”, “Indiana Jones” e muitas trilhas clássicas. A referência às famílias é muito pertinente. Afinal, “Perdidos no Espaço” foi concebida como uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell). Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para a próxima sexta-feira, dia 13 de abril. Compare abaixo a nova abertura com as aberturas clássicas da série.
The 100: Fotos da estreia da 5ª temporada destacam Clarke e novos personagens
A rede CW divulgou 12 fotos do episódio de estreia da 5ª temporada de “The 100”, intitulado “Eden”. As imagens destacam Clarke (Eliza Taylor), uma das últimas sobreviventes da superfície do planeta, e sua companheira Madi (Lola Flanery), uma menina de sangue negro, imune à radioatividade, que ela encontrou enquanto achava que estava sozinha, além de introduzir novos personagens, integrantes de uma nave-prisão que chegam à Terra, com ênfase nos papéis interpretados por Ivana Milicevic (série “Banshee”) e William Miller (série “Sr. Ávila”). A 5ª temporada de “The 100” estreia em 24 de abril nos Estados Unidos.
Novo cartaz de Vingadores: Guerra Infinita junta 23 heróis
A Marvel divulgou um novo pôster de “Vingadores: Guerra Infinita”, desta vez para o circuito Imax. A imagem reúne os 23 heróis da coleção de cartazes individuais revelada no começo da semana. E, de forma marcante, Homem-Formiga (Paul Rudd), Vespa (Evangeline Lilly) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) continuam ausentes, enquanto personagens secundários, como Wong (Benedict Wong) e Mantis (Pom Klementieff), se unem aos Vingadores. A produção marcará o encontro de diversos super-heróis para enfrentar o supervilão Thanos (Josh Brolin), que ameaça destruir bilhões de vidas. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
4ª temporada de The Affair ganha pôster e primeiro trailer
O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “The Affair”. A prévia mostra que os dois casais protagonistas continuam se encontrando. “Eu vivi essa história inteira antes e não acaba bem”, conclui Alison Bailey, a personagem de Ruth Wilson. Criada por Hagai Levi e Sarah Treem (série “Em Terapia”), o drama lida com o tema do matrimônio e da infidelidade, acompanhando o desenrolar de um caso que leva os personagens de Dominic West e Ruth Wilson a encerrarem seus casamentos, respectivamente com Maura Tierney e Joshua Jackson, enquanto se tornam suspeitos de um assassinato. A série chegou a ser queridinha da crítica e, como é típico, recebeu prêmios do Globo de Ouro em sua 1ª temporada. Mas não demorou a receber críticas negativas e atualmente já não desponta entre as listas de melhores séries do ano. O público, entretanto, mantém a audiência na casa do 1 milhão de telespectadores por episódios ao vivo, o que é ótimo para o padrão do Showtime. Ao contrário das três primeiras temporadas, que exploraram as complicadas conexões entre os personagens, o quarto ano vai separar os protagonistas, enviando-os em suas próprias viagens de autodescoberta. Cada personagem estará envolvido em um novo relacionamento, forçando-os a decidir se estão prontos e dispostos a deixar o passado para trás, optando por recomeços ou fins trágicos. Curiosamente, as duas principais novidades da nova fase não aparecem nas prévias. As atrizes Phoebe Tonkin (a Hayley de “The Originals”) e a veterana Amy Irving (da série Alias” e indicada ao Oscar por “Yentl”) vão cruzar o caminho do personagem vivido por Joshua Jackson. A 4ª temporada de “The Affair” estreia em 17 de junho nos Estados Unidos.
Killing Eve: Nova série de Sandra Oh é renovada antes da estreia
O canal pago BBC America anunciou a renovação de “Killing Eve”, que estreia só no domingo (8/2), para sua 2ª temporada. A presidente da BBC America, Sarah Barnett, justificou a renovação antecipada da série estrelada por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (série “The White Princess”) ao dizer que as reações iniciais foram muito positivas – está com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “É por essa razão — e porque nós completamente amamos essa produção original, engraçada, emocionante e divertida — que estamos felizes em seguir em frente e garantir uma 2ª temporada antes mesmo da 1ª estrear”. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a trama é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno de duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não cumpre suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). Conforme mencionado, a estreia está marcada para 8 de abril nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Episódio musical de terror de Riverdale ganha pôster especial
A rede CW divulgou um pôster do episódio musical de “Riverdale”, que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, definiu como um de seus favoritos nas redes sociais. A trama vai envolver a montagem de uma peça por alunos da Riverdale High School, “Carrie: The Musical”. Trata-se de uma versão musical de “Carrie, a Estranha”, clássico do terror escrito por Stephen King, que já ganhou dois filmes – o primeiro, de 1976, é obrigatório, com direção de Brian De Palma. O espetáculo será concebido e dirigido pelo personagem Kevin Keller (Casey Cott) e trará a ruiva Cheryl Blossom (Madelaine Petsch) no papel de Carrie, Veronica (Camila Mendes) como a menina malvada Chris, e Betty (Lili Reinhart) e Archie (K.J. Apa) como o casal Sue e Tommy. Intitulado “A Night to Remember”, o episódio musical irá ao ar em 18 de abril, após um hiato de três semanas da série. A adaptação dos quadrinhos da Archie Comics tem seus capítulos exibidos no mesmo dia no Brasil, pelo canal pago Warner.
Produtor revela primeira foto da nova série de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira
O produtor Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, revelou em seu Twitter a primeira foto das gravações da nova série da bruxinha Sabrina. A imagem mostra a atriz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira e Ross Lynch (série “Austin & Ally”) como seu namoradinho Harvey. Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). A atração é baseada na nova versão dos quadrinhos da personagem, “Chilling Adventures of Sabrina”, que mostra uma versão dark de Sabrina. Mais “Buffy” que a comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. O elenco grandioso inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série”Doctor Who”), Tati Gabrielle (da série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018. Well, it’s out there. A 1st look at Harvey and Sabrina from the “Chilling Adventures of #Sabrina.” ADORBS, right? pic.twitter.com/9n8cznpv2c — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) April 4, 2018












