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    3ª temporada de Preacher ganha primeiras fotos

    9 de abril de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou as primeiras fotos da 3ª temporada de “Preacher”. As imagens destacam o personagem-título, vivido por Dominic Cooper, sua ex-namorada, interpretada por Ruth Negga, e o vilão fanático religioso encarnado por Pip Torrens. A série é baseada nos quadrinhos homônimos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics) criados por Garth Ennis e Steve Dillon, e foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). A trama acompanha o pastor Jesse Cutler (Cooper) após ser atingido por uma entidade sobrenatural e adquirir o poder da Palavra de Deus, que é a capacidade de ser obedecido por todos. Em busca de respostas, ele se junta ao vampiro bêbado Cassidy (Joseph Gilgun) e a sua ex-namorada pistoleira Tulip (Negga) e parte em busca de Deus, com uma primeira parada em Nova Orleans, onde se torna alvo dos fanáticos liderados por Herr Starr (Torrens). A 2ª temporada da série registrou uma audiência média de 1,1 milhão de telespectadores ao vivo e 0,4 na demo, mas o número dobra com a soma de outras plataformas no período de sete dias após a exibição original. Além disso, também aumentou sua aprovação entre a crítica, registrando 90% de jornalistas satisfeitos no site Rotten Tomatoes (contra 89% na temporada inaugural). Os novos episódios começam a ser exibidos em 24 de junho nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago AXN no Brasil.

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    Cinegrafista do documentário Human Flow é assassinado por militares de Israel

    9 de abril de 2018 /

    Um cinegrafista palestino que trabalhou no documentário de Ai Weiwei “Human Flow”, foi assassinado enquanto cobria os confrontos entre manifestantes em Gaza e militares israelenses na sexta-feira (6/4). De acordo com autoridades locais, Yasser Murtaja, de 30 anos, foi baleado na lateral do estômago por militares israelenses enquanto cobria as manifestações ao longo da fronteira entre Israel e Gaza e morreu mais tarde no hospital. Murtaja era uma figura conhecida na comunidade local de filmes e mídia. Além do filme sobre a crise mundial de refugiados, “Human Flow”, que abriu a última Mostra de São Paulo, ele trabalhou na série “Ouroboros”, de Basma Alsharif, em 2017, exibida nos festivais de Locarno e Londres, bem como na BBC. O cineasta Ai Weiwei se manifestou em protesto, retuitando uma série de postagens relacionadas ao incidente, incluindo várias em que artistas e a grande mídia questionam por que um cinegrafista, que usava um colete de proteção com as palavras “Press” (imprensa) foi atingido em cheio por uma bala em uma parte desprotegida de seu corpo. As autoridades isralenses se pronunciaram com uma declaração à agência de notícias Reuters. “As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) não alvejam intencionalmente jornalistas. As circunstâncias em que os jornalistas foram supostamente atingidos pelo fogo da IDF não são familiares para a IDF e estão sendo investigadas”, diz o comunicado. O jornalista da Ain Media foi o 29º palestino morto nos protestos ao longo de uma semana, segundo a Reuters.

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    Viúva de Elvis diz em documentário que o cantor cometeu suicídio

    9 de abril de 2018 /

    Priscilla Presley, viúva de Elvis Presley (1935-1977), revelou em um novo documentário acreditar que o cantor se suicidou. “Ele sabia o que estava fazendo”, afirma Priscilla no documentário da HBO “Elvis Presley: The Searcher”, referindo-se à overdose de medicamentos prescritos para emagrecimento que levaram Elvis à morte. “Ele sabia o que estava fazendo e as pessoas me perguntam o motivo de eu não ter feito nada. Isso é mentira, as pessoas próximas a ele falavam, mas ninguém conseguia mandar o Elvis fazer nada. Todos tentavam e não tínhamos nenhuma chance com ele”, conta a viúva, que hoje está com 72 anos de idade. A declaração coincide com o teor de duas cartas divulgadas a público há poucos meses por seu amigo pessoal e empresário Joe Esposito, que expõem a depressão do cantor. Nos textos, Elvis afirma: “Eu estou doente e cansado da minha vida, eu preciso descansar”. O meio irmão do músico, Rick Stalney foi procurado pelo jornal The Sun para comentar as cartas e afirmou: “Para mim, é um indício claro de que suicídio estava passando pela cabeça dele”. Elvis e Priscilla Presley se separaram em 1973, logo após o nascimento da única filha do casal, Lisa Marie. no entanto, os dois continuaram próximos até a morte dele, quatro anos depois, quando o músico tinha 42 anos e lotava estádios. Dividido em duas partes, “Elvis Presley: The Searcher” começa a ser exibido em 14 de abril no canal pago HBO. Veja o trailer neste link.

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  • Série

    Final de Game of Thrones terá maior batalha já vista na TV

    9 de abril de 2018 /

    Aparentemente, “Game of Thrones” quebrou seu próprio recorde de batalha mais grandiosa já gravada para a televisão, num episódio que irá ao ar em sua 8ª e última temporada. A façanha foi revelada pelo diretor de segunda unidade da série, Jonathan Quinlan, em sua conta privada do Instagram. Ele publicou uma nota de agradecimento dos produtores, em que é possível ler que a série teve uma sequência de ação que demorou 55 noites consecutivas para ser gravada, em meio ao frio, à neve, à lama, ao esterco de ovelhas e aos ventos gelados, ao redor dos vilarejos de Toome e Magheramorne, na Irlanda do Norte. Isto é mais do que o dobro de tempo dispendido na gravação da lendária “Batalha dos Bastardos”, na 6ª temporada, até hoje a maior sequência de ação já realizada para a TV. “Quando dezenas de milhões de pessoas assistirem a este episódio em todo o mundo, daqui a um ano, eles não saberão o quanto vocês trabalharam duro. Não se importarão em saber o quanto vocês ficaram cansados e quão difícil foi trabalhar em temperaturas congelantes. Eles apenas saberão que estarão vendo algo que nunca foi feito antes”, diz a mensagem de agradecimento. Veja a íntegra abaixo. Vale lembrar que o diretor vencedor do Emmy pela “Batalha dos Bastardos”, o inglês Miguel Sapochnik, comanda dois episódios da última temporada da série, o que alimenta a expectativa para confrontos grandiosos entre os Caminhantes Brancos e os exércitos reunidos em torno de Winterfell, além de um provável combate final entre os sobreviventes da aliança entre Jon Snow (Kit Harington) e Daenerys (Emilia Clarke) contra os soldados da rainha Cersei (Lena Headey). Ainda sem data de estreia oficial, a 8ª temporada de “Game of Thrones” só deve estrear em 2019.

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  • Série

    Veja o trailer e uma cena do último episódio da temporada de The Walking Dead

    9 de abril de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer e uma cena do último episódio da 8ª temporada de “The Walking Dead”, que encaminha o confronto entre os Salvadores e a resistência dos sobreviventes de Hilltop para seu final. Muitos personagens aparecem em risco no trailer, especialmente Dwight (Austin Amelio) e o padre Gabriel (Seth Gilliam). Também chama atenção a forma como Morgan (Lennie James) aparece desiludido e disposto a tudo. Ele vai sair da série após este episódio. Já a cena destacada evita spoilers ao trazer Negan (Jeffrey Dean Morgan) fazendo tiro-ao-alvo num boneco de Rick (Andrew Lincoln). Intitulado “Wrath”, o final da temproada vai ao ar em 15 de abril. No Brasil, a série é exibida pelos canais Fox e Fox Premium (sem intervalos).

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  • Filme

    Novo trailer legendado de Han Solo tem clima de filme de assalto no espaço

    8 de abril de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Han Solo: Uma História Star Wars”. A prévia de dois minutos tem clima de heist movie (filme de assalto), ao se desenrolar com a formação da uma equipe de foras da lei espaciais e apresentar referências a um grande golpe. As cenas também deixam claro que a nave Millennium Falcon ainda pertence ao jovem Lando Calrissian (Donald Glover, da série “Atlanta”) e que Han Solo (agora encarnado por Alden Ehrenreich, de “Ave César!”) acaba de conhecer Chewbacca (Joonas Suotamo). Os novos personagens são interpretados por Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Thandie Newton (série “Westworld”) e, para completar, Phoebe Waller-Bridge (série “Fleabag”) faz a voz do droide L3-37. O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e bastidores tumultuados de direção: Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. “Han Solo” tem estreia marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Telefilme do romance de Meghan Markle e príncipe Harry ganha novo comercial

    8 de abril de 2018 /

    O canal pago americano Lifetime divulgou um novo comercial de “Harry & Meghan: A Royal Romance”, telefilme que fantasia o romance entre a atriz Meghan Markle (da série “Suits”) e o príncipe Harry. Brega de doer, da trilha melosa ao visual Disney com direito a girafas, a produção convida o público a assistir a história verdadeira de amor, antes do casamento real. O elenco traz a atriz Parisa Fitz-Henley (intérprete da bruxa Fiji na série “Midnight, Texas” e de Reva Connors em “Luke Cage”) como Meghan Markle, enquanto Murray Fraser (da minissérie “The Loch”) vive Harry. Com direção de Menhaj Huda (série “The Royals”), o telefilme vai mostrar como surgiu o romance, que gera atenção da mídia desde 2016, às vésperas do final feliz da proto-Cinderela americana, divorciada e negra – tudo o que seria rejeitado pela monarquia no passado, o que dá à história um apelo de fábula de princesa. A produção era considerada inevitável, já que o Lifetime fez o mesmo com o noivado do irmão de Harry. “William & Kate: The Movie”, sobre o romance entre o Príncipe William e Kate Middleton, foi lançado 11 dias antes daquele casamento real. Já o novo filme, com direção a cargo de Menhaj Huda (da série “The Royals”), tem exibição marcada para 13 de maio nos Estados Unidos, seis dias antes do “sim” do novo casal da realeza britânica, marcado para 19 de maio.

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  • Filme

    Pantera Negra ultrapassa Titanic nas bilheterias norte-americanas

    8 de abril de 2018 /

    O fenômeno “Pantera Negra” continua a superar expectativas e marcos importantes. Ao atingir US$ 665,3M (milhões) nos Estados Unidos e Canadá neste fim de semana, o primeiro filme de super-herói negro da Marvel ultrapassou “Titanic”, que somou US$ 659,3M em 1997. Com isso, “Pantera Negra” virou a terceira maior bilheteria de todos os tempos na América do Norte – atrás apenas dos recordistas “Avatar” (2009) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Quase dois meses após sua estreia, o longa ainda está lotando cinemas e mantém o impulso de suas bilheterias em ritmo constante. Só nos últimos três dias, o filme fez mais US$ 8,4M, ocupando o 4º lugar entre os mais vistos do cinema norte-americano no fim de semana. No ranking de arrecadação mundial, “Pantera Negra” também segue galgando posições. Com um faturamento global de US$ 2,29 bilhões, está atualmente em 10º lugar e pode chegar entre os oito primeiros nos próximos dias.

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    Corinthians parodia série La Casa de Papel na conquista do Campeonato Paulista

    8 de abril de 2018 /

    A página oficial do Corinthians no Instagram comemorou a conquista do Campeonato Paulista 2018 de forma inusitada, com um post que parodia a série espanhola “La Casa de Papel”, fenômeno nacional na Netflix. A imagem transforma o Allianz Parque em “La Casa da Fiel”, numa montagem que coloca o técnico Fábio Carille como o Professor, acompanhado por alguns jogadores mascarados, entre eles o herói do jogo, o goleiro Cássio. “Lançado o novo seriado da Corinthians TV!”, escreveu o perfil do clube, ironizando a arena do Palmeiras, palco da decisão deste domingo (8/4). A provocação reflete a popularidade da série no Brasil, cujas máscaras de Salvador Dali também invadiram o carnaval e até alguns clipes de funk – como “Fuleragem”, de MC WM. Além disso, Alok fez um remix para a música tema da série, apresentado no Lollapalooza com dançarinos mascarados ao estilo da série. A versão dos artistas brasileiros para “My Life Is Going On”, de Cecilia Krull, foi lançada oficialmente na última sexta-feira (6/4). Lançado o novo seriado da Corinthians TV! #LaCasaDaFiel #BicampeãoDaFé Uma publicação compartilhada por Corinthians (@corinthians) em 8 de Abr, 2018 às 3:13 PDT

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  • Série

    Série Mom é renovada para a 6ª temporada

    8 de abril de 2018 /

    A rede CBS renovou a série “Mom” para sua 6ª temporada. Ela se junta às outras duas séries de comédia do produtor Chuck Lorre que já tinham recebido confirmação de retorno – “The Big Bang Theory” e “Young Sheldeon” – na programação do canal. Criação de Lorre em parceria com o roteirista Eddie Gorodetsky (“Two and a Half Men”), “Mom” é estrelada por Anna Faris e Allison Janney, que este ano venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. “‘Mom’ tem sido uma comédia importante para nós nos últimos anos”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment, em um comunicado. “É uma série destemida que aborda questões sociais provocantes com risos e graça, e possui uma audiência grande e leal. Com as talentosos Anna [Faris] e Allison [Janney] encabeçando um grande elenco, e uma equipe de produção liderada por Chuck Lorre, Eddie Gorodetsky, Nick Bakay e Gemma Baker, esta série está cada vez melhor.” A série tem uma audiência média de 9 milhões de telespectadores nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Um Lugar Silencioso é uma aula de cinema brilhante e assustadora

    8 de abril de 2018 /

    Quem diria que John Krasinski, um ator mais conhecido por seu papel numa série de comédia (“The Office”), seria capaz de entregar um filme tão espetacular como diretor? “Um Lugar Silencioso” passa longe de ser comédia. É um filme de terror – e bastante assustador como raramente conseguem fazer atualmente –, realizado com amor e respeito não somente pelo gênero, mas principalmente pelas regras básicas da origem da sétima arte erguida através da harmonia entre imagem, som e trilha. Remete aos filmes mudos de mais de 100 anos atrás, mas executa essa inspiração em um equilíbrio perfeito com o que entendemos ser o cinema dos dias de hoje, mais comercial e direcionado a um público essencialmente jovem, que se distrai fácil e está atrás de um consumo rápido e prazeroso ao mesmo tempo. “Um Lugar Silencioso” surpreende por ser uma aula de cinema de quem jamais suspeitaríamos. Basicamente, basta você saber que o filme acompanha uma família tentando sobreviver num futuro em que a humanidade foi dizimada por criaturas que não sabemos de onde vieram e o que realmente são. Sabe-se apenas que elas são cegas e, por isso, guiadas pelo som. De forma brilhante, o filme começa sem explicar nada verbalmente. É tudo muito visual, desde à introdução, que registra o próprio John Krasinski ao lado de Emily Blunt (sua esposa na vida real, em seu primeiro trabalho juntos) e os filhos do casal buscando (em silêncio) suprimentos antes de voltar para casa. Conduzido por Krasinski, o excelente trabalho da diretora de fotografia Charlotte Bruus Christensen (“A Garota no Trem”) capta primeiro os cenários, depois vultos nas sombras, revelados posteriormente pela luz como membros da família citada. E, só nos minutos seguintes, descobrimos de maneira terrivelmente impactante o que assusta aquela gente e motiva o silêncio geral. É quando surge o título do filme na tela, assim como a certeza de que ninguém ali está seguro. E já nessa introdução se dá uma aula de roteiro e direção, tanto pela evolução da narrativa quanto na apresentação de personagens e o desenvolvimento crescente do suspense. É cinema à moda antiga, clássico, porque confia na inteligência da plateia, no silêncio, nas imagens, nas linguagens de sinais expressadas pelos atores e no terror de que o som pode surgir aqui e ali a qualquer momento. Ora num volume baixíssimo, dando a incômoda impressão de que na verdade não ouvimos nada e foi coisa da nossa imaginação, ora num repentino estouro em volume máximo para impactar e provar o quanto o som é importante num filme, embora Krasinski queira mostrar também o mesmo peso em relação à ausência de palavras e efeitos sonoros. E é na linha tênue que separa o silêncio e o som que reside a beleza e o horror de “Um Lugar Silencioso” como espetáculo. Sem falas, Krasinski consegue quebrar um vício atual que emburrece o cinema, ao contar sua história sem diálogos expositivos, voltando a atenção do espectador para as imagens que falam por si. Em poucos segundos, o filme explica o que precisamos saber sobre os monstros usando apenas recortes de jornais, além de fotos, anotações e impressões presas na parede. Krasinski também é objetivo e sutil ao revelar que a personagem de Emily Blunt está grávida. E econômico, sem precisar se repetir para dar o recado, sendo que um belo exemplo está na cena final. E os olhares dos atores de um elenco incrível dizem muito mais que quaisquer palavras. Também é um filme moderno, entretenimento veloz e furioso, que nem por isso menospreza seu público. Vai direto ao ponto, com uma duração de 1h30, e não dá a mínima chance do espectador mais apressado ou com déficit de atenção reclamar. Mesmo com a escassez de diálogos, a tensão é construída de forma crescente, ininterrupta e insuportável. Ou seja, são poucos os momentos em que podemos respirar entre as várias cenas nervosas. Algumas sequências alcançam o medonho, como o momento em que Emily Blunt (em uma de suas melhores atuações) tira seu bebê do “berço” e seu movimento é acompanhado pela criatura emergindo lentamente da água. Krasinski disse que “Tubarão”, de Steven Spielberg, foi uma de suas inspirações para fazer este filme. E ele acerta ao deixar claro que inspirar não é copiar, porque não lembramos do clássico de 1975 em momento algum enquanto assistimos a “Um Lugar Silencioso”, mas o clima e o tom, desde a sensação de medo e a utilização de som e música para orquestrar suas intenções, são realmente bastante similares. Mais que o terror, “Um Lugar Silencioso” se conecta com o público por ser um filme sobre família e mostrar os sacrifícios que somos capazes de fazer por quem amamos de verdade, além de servir de metáfora para um mundo aterrorizante e real, no qual a repressão tenta manter a todos em silêncio. Assim como Jordan Peele, com “Corra!”, o melhor filme de terror de 2017, Krasinski demonstra que não se pode subestimar comediantes que resolvem assustar o público, dando razão a quem tem medo de palhaços. Dificilmente “Um Lugar Silencioso” será superado por outro exemplar do gênero em 2018.

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    Um Lugar Silencioso assusta com estreia em 1º lugar na América do Norte

    8 de abril de 2018 /

    Um grande silêncio baixou sobre as bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá neste fim de semana, fruto de um susto que só os melhores filmes de terror conseguem causar. Até os executivos do estúdio Paramount ficaram de boca aberta, tamanho foi o desempenho de “Um Lugar Silencioso”, superando todas as projeções feitas ao longo da semana. Havia a expectativa de uma disputa acirrada pelo 1º lugar, entre o terror e a sci-fi “Jogador Nº 1”, que tinha estreado no topo na semana passada. Mas “Um Lugar Silencioso” rendeu o dobro do filme de Steven Spielberg – e 60% a mais que as estimativas dos analistas do mercado, que previam uma estreia na casa dos U$ 20 milhões. “Um Lugar Silencioso” abriu com U$ 50 milhões no mercado doméstico, valor que representa a segunda maior bilheteria de estreia do ano, atrás apenas do fenômeno “Pantera Negra” na América do Norte. Com isso, o filme já se pagou. Afinal, foi uma produção modesta, orçada em apenas U$ 17 milhões, o que ajuda a explicar a surpresa da Paramount. Vale lembrar que a última vez que o estúdio teve uma estreia com abertura superior a US$ 50 milhões foi com “Star Trek: Sem Fronteiras” em julho de 2016, e aquele lançamento custou US$ 185M. O resultado positivo demonstrou a importância do boca-a-boca, que pode se tornar viral nessa época de redes sociais. Importante lembrar que a produção foi rodada em sigilo e não contou com um marketing espontâneo de fotos vazadas de set ou expectativa criada em antecipação ao projeto. Em vez disso, todo o barulho foi causado pelo próprio filme, a partir da première estrategicamente realizada há um mês no Festival SXSW, diante dos principais críticos dos Estados Unidos, onde foi aplaudido de pé. A qualidade do trabalho foi elogiadíssima na imprensa, rendendo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes por ocasião da exibição. E os elogios continuaram num crescendo que culminaram em recomendação até do escritor Stephen King, em seu Twitter pessoal. A obra também consagrou o trabalho de direção de John Krasinski, como aconteceu com Jordan Peele ao comandar “Corra!” no ano passado – por coincidência, outro filme de terror. Ao contrário de Peele, porém, Krasinski já tinha dirigido dois filmes antes, as comédia indies “Brief Interviews with Hideous Men” (2009) e “Família Hollar” (2016). Além de dirigir e escrever, o ator também estrelou o longa, trabalhando pela primeira vez ao lado de sua esposa na vida real, a atriz Emily Blunt (“Sicario”). Na trama, os dois vivem os pais de uma família em fuga, que se afasta da civilização para viver no mais completo silêncio, numa fazenda isolada. O motivo do silêncio são criaturas terríveis, que invadiram o planeta e reagem ao menor barulho. “Jogador Nº 1” ficou com o 2º lugar, arrecadando US$ 25 milhões. Como é típico dos filmes de Spielberg, o longa não desabou após a estreia, mantendo-se entre os mais assistidos. Esta característica costuma render boas bilheterias aos longas do diretor, mesmo que não apresentem o comportamento típico dos blockbusters. A consistência já rendeu à sci-fi futurista US$ 96,9M no mercado doméstico e US$ 391,3M mundialmente, em seus primeiros 10 dias de exibição. É interessante analisar o contraste do desempenho de “Círculo de Fogo: A Revolta”, que liderou o ranking antes de “Jogador Nº 1”. Em apenas três semanas, o longa dos robôs gigantes caiu do 1º para o 9º lugar. A segunda melhor estreia da semana foi a comédia “Não Vai Dar” (Blockers), espécie de “American Pie” feminino, que conseguiu agradar à crítica com 83% de aprovação. Abriu em 3º lugar, com US$ 21,4M, mas só vai chegar ao Brasil em 31 de maio. O drama indie “Chappaquiddick”, sobre o escandaloso acidente de 1969 que acabou com as pretensões presidenciais do jovem senador Ted Kennedy (vivido por Jason Clarke, de “Planeta dos Macacos: O Confronto”), também agradou a crítica, com 80% de aprovação. Mas a pouca divulgação e distribuição mediana lhe rendeu um distante 7º lugar com US$ 6,2M. O filme não tem previsão de lançamento no Brasil. O pior desempenho coube ao drama edificante “The Miracle Season”, que juntou esportes, história real de superação e coadjuvantes veteranos num amontoado de clichês. Ficou com 33% de aprovação no Rotten Tomatoes e abriu fora do Top 10, em 11º lugar, com 4,1 milhão. Logo abaixo de “Ilha de Cachorros”, que finalmente entrou na parte superior do ranking. O detalhe é que a animação em stop-motion do diretor Wes Anderson continua a ser exibida em circuito limitado, num total de 554 telas. Mesmo assim, já faturou US$ 12M nos Estados Unidos. Trata-se do maior sucesso limitado de 2018. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 50M Total EUA e Canadá: US$ 50M Total Mundo: US$ 71M 2. Jogador Nº 1 Fim de semana: US$ 25M Total EUA e Canadá: US$ 96,9M Total Mundo: US$ 391,3M 3. Não Vai Dar Fim de semana: US$ 21,4M Total EUA e Canadá: 21,4M Total Mundo: 32,1M 4. Pantera Negra Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA e Canadá: US$ 665,3M Total Mundo: US$ 1,2B 5. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 69M Total Mundo: US$ 69M 6. Acrimony Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 31,3M Total Mundo: US$ 31,7M 7. Chappaquiddick Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 6,2M 8. Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 33,8M Total Mundo: US$ 45,7M 9. Círculo de Fogo: A Revolta Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 54,9M Total Mundo: US$ 267M 10. Ilha de Cachorros Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 17,4M

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    Russell Crowe vende a armadura de Gladiador para pagar seu divórcio

    8 de abril de 2018 /

    O ator Russell Crowe faturou US$ 3 milhões com o leilão de peças de recordações de seus filmes para pagar seu divórcio da cantora e atriz australiana Danielle Spencer. Com o título “Russel Crowe: A Arte do Divórcio”, uma pequena parte da memorabilia do ator foi leiloada em Sidney, na Austrália. Ao todo, foram vendidos 227 objetos, entre eles a armadura que usou em “Gladiador” (2000), o traje de “Mestre dos Mares” (2003) e a coquilha de “A Luta Pela Esperança” (2005). “As pessoas ficaram enlouquecidas. Foi uma crowemania”, disse o diretor-geral da Sotheby’s Australia, Gary Singer, ao canal de televisão Channel Seven. Ele qualificou as vendas, que superaram as expectativas, como “extremamente bem-sucedidas”. A armadura que seu personagem, Maximus, usava ao final de “Gladiador”, foi vendida por 125 mil dólares australianos (cerca de R$ 320 mil), ainda que o preço estimado estivesse entre 20 e 30 mil dólares. O ator fez uma aparição surpresa no momento em que leiloavam o violino que o capitão Jack Aubrey tocava em “Mestre dos Mares”. “Foi muito divertido preparar tudo isso para vocês”, ele disse aos compradores.

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