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  • Filme

    Diretor confirma Capitã Marvel em Vingadores 4

    17 de março de 2018 /

    “Se não era oficial, agora é. Acredito que Capitã Marvel é uma ótima adição a este filme”. Com esta frase, o diretor Joe Russo anunciou a participação de Capitã Marvel, personagem vivida por Brie Larson, em “Vigadores 4” – ainda sem título oficial. A afirmação surgiu numa entrevista do site ComicBook, durante o questionamento da participação da heroína em “Vingadores: Guerra Infinita”. Joe Russo, que assina a direção dos dois filmes, em parceria com seu irmão Anthony Russo, garantiu que ela não participará do lançamento deste ano, mas poderá ser vista na continuação. Isto significa que ela aparecerá pela primeira vez em seu filme solo, que chega aos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro de 2019, apenas três meses antes de “Vingadores 4”. Já “Vingadores: Guerra Infinita” estreia no mês que vem, em 26 de abril.

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  • Filme

    Neil Young e Willie Nelson são roqueiros cowboys no trailer do primeiro filme dirigido por Daryl Hannah

    17 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer de “Paradox”, primeiro longa dirigido pela atriz Daryl Hannah (“Blade Runner”, “Kill Bill”). A prévia é amadora de doer, como se fosse rodada por hippies com câmeras caseiras durante um fim de semana, entre consumo de drogas no campo. Não falta sequer a cena da menina de longos cabelos loiros cheirando uma flor. A comunidade em cena, supostamente, é formada por cowboys foras-da-lei, que tocam country rock e assaltam bancos de maconha, em meio às ruínas de uma civilização tecnologicamente avançada. O líder desses cowboys hippies do futuro é interpretado por ninguém menos que o cantor Neil Young – que na velhice ficou parecido fisicamente com Meat Loaf! Ele estrela e canta no filme, ao lado de Willie Nelson e seus filhos. Vale reparar que todas as fotos divulgadas incluem violões. Exibido no Festival SXSW, “Paradox” será lançado na sexta-feira (23/3) na Netflix.

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  • Filme

    Dave Franco é viciado em heroína em trailers e imagens de drama indie

    17 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer de “6 Balloons”, drama indie em que Dave Franco (“O Artista do Desastre”) vive um viciado em heroína. O filme tem roteiro e direção de Marja-Lewis Ryan, que está desenvolvendo a sequência da série “The L Word”, e acompanha a personagem de Abbi Jacobson (série “Broad City”), uma mulher que precisa lidar com seu irmão viciado (Franco), enquanto tenta distrair sua filha pequena, ao longo de uma noite interminável. Exibido no Festival SXSW, “6 Balloons” será lançado no dia 6 de abril na Netflix.

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  • Música

    Trailer apresenta documentário pós-gravidez da cantora Pitty

    17 de março de 2018 /

    O documentário “Do Ventre à Volta”, sobre a cantora Pitty, ganhou o primeiro trailer. O filme é um registro do retorno da artista ao palco, um ano e meio após dar à luz à sua primeira filha, mostrando como a maternidade a transformou. Além de rock, o filme é marcado pelas dúvidas existenciais que afligem as mães do século 21, que tentam conciliar filhos pequenos e carreiras. Isso alimenta em Pitty inspiração para uma nova fase em sua carreira. Com direção de Otavio Sousa, o vídeo será disponibilizada na íntegra, de graça, nesta segunda (19/3), nos canais do Facebook e do YouTube da cantora.

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  • Filme

    Teaser de telefilme fantasia romance de Meghan Markle e o príncipe Harry

    17 de março de 2018 /

    O canal pago americano Lifetime divulgou o primeiro teaser de “Harry & Meghan: A Royal Romance”, telefilme que fantasia o romance da atriz Meghan Markle (da série “Suits”) e o príncipe Harry. Brega de doer, da trilha melosa ao visual de entardecer de clipe de música country, a produção convida o público a assistir a história verdadeira de amor, antes do casamento real. O elenco traz a atriz Parisa Fitz-Henley (intérprete da bruxa Fiji na série “Midnight, Texas” e de Reva Connors em “Luke Cage”) como Meghan Markle, enquanto Murray Fraser (da minissérie “The Loch”) vive Harry. O telefilme vai mostrar como surgiu o romance, que gera atenção da mídia desde 2016, entre o príncipe britânico e a atriz plebeia, americana, divorciada e negra – tudo o que seria rejeitado pela monarquia no passado, o que dá à história um apelo de fábula de princesa. A produção era considerada inevitável, já que o Lifetime fez o mesmo com o noivado do irmão de Harry. “William & Kate: The Movie”, sobre o romance entre o Príncipe William e Kate Middleton, foi lançado 11 dias antes daquele casamento real. Já o novo filme, com direção a cargo de Menhaj Huda (da série “The Royals”), tem exibição marcada para 13 de maio nos Estados Unidos, seis dias antes do “sim” do novo casal da realeza britânica, marcado para 19 de maio.

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  • Série

    Crítica americana destrói Krypton, pior série da DC Comics

    17 de março de 2018 /

    A primeira série de super-heróis da DC Comics produzida para a TV paga é também a pior de todas. A crítica americana destruiu “Krypton”, repetindo o destino do planeta que nomeia a produção, que já surgiu explodindo em sua primeira menção nos quadrinhos há 80 anos. A série do canal pago SyFy conseguiu apenas 43% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Até então, a crítica considerava “Constantine” a pior adaptação da DC Comics. Não por acaso, foi a única atração derivada dos quadrinhos da editora cancelada em sua 1ª temporada. O detalhe é que “Constantine” era “fraca” com aprovação de 72%. No contexto de outra atração atual que referencia Krypton, o abismo é ainda maior. “Supergirl” tem 93% de aprovação. E, anteriormente, “Smallville”, que também foi concebida como prólogo da história de Superman, tinha 90%. O que deu errado? No apanhado de reclamações, é possível listar o baixo orçamento, que faz com que muitas lutas pareçam acontecer no mesmo beco, a falta de talento do elenco, que atua como se estivesse numa peça da escola, e os roteiros fraquíssimos, que não sabem o que fazer com a premissa. É como se a série fosse aprovada pela sinopse e os roteiristas não soubessem como desenvolver o conceito inicial. “Uma perda de tempo”, “mais uma distopia futurista antiquada”, “premissa desperdiçada” e outros lamentos marcaram as avaliações da produção. “Qualquer série que pareça uma paródia já começa mal. Mas se essa série vai além, ao passar a impressão de que seus personagens foram criados sem a menor inspiração”, resumiu a revista The Hollywood Reporter. “Infelizmente, os temores sobre ‘quem ia querer assistir a uma série do Superman sem Superman’ são confirmados à medida que a trama avança”, sentenciou a revista Forbes. “Krypton” não tem nem sequer Jor-El, o pai de Superman. Ela segue o “avô adolescente” do herói. Por isso, falha em sua tentativa de se conectar com a mitologia dos filmes e dos quadrinhos. Por se distanciar muito no passado, impede o aproveitamento de personagens e tramas conhecidas. E o que decidiram fazer os produtores para contornar o problema que eles próprios criaram nessa abordagem? O velho truque do “Exterminador do Futuro”. Para fazer com que personagens contemporâneos dos quadrinhos possam interagir com sua criação, os produtores introduziram viagens no tempo. Assim, Adam Strange aparece como um Rip Hunter de terceira para levar a capa de Superman até seu avô, numa missão para avisar que uma ameaça do futuro pode destruir o planeta… Só faltou dizer “Venha comigo, se quiser viver”. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e destaca Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?) como o protagonista Seg-El, além de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) como Lyta Zod, membro do clã do General Zod. Já Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). Outros atores incluem Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”) e Blake Ritson (de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac, o tal exterminador que vem do futuro… A estreia está marcada para quarta (21/3) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Scandal encerra gravações e elenco compartilha bastidores do final da série nas redes sociais

    17 de março de 2018 /

    A série “Scandal” gravou seu último episódio na sexta (16/3) e o clima de despedida contagiou as redes sociais. A criadora Shonda Rhimes e os protagonistas Kerry Washington e Tony Goldwyn compartilharam vários momentos dos bastidores do último dia da produção com seus seguidores no Instagram e no Twitter. Apesar do encerramento da produção, a série ainda tem mais um mês de episódios inéditos previstos para ir ao ar na TV americana. O capítulo final tem exibição prevista para 19 de abril na rede ABC. Confira abaixo as imagens dos bastidores do último dia de produção da série. “Scandal” é transmitida no Brasil pelo canal pago Sony. You’re welcome. #Scandal Uma publicação compartilhada por Kerry Washington (@kerrywashington) em 17 de Mar, 2018 às 1:25 PDT Then this happened. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA #Scandal Uma publicação compartilhada por Kerry Washington (@kerrywashington) em 17 de Mar, 2018 às 1:42 PDT #Sholitz forever! #scandal #wrapday Uma publicação compartilhada por Tony Goldwyn (@tonygoldwyn) em 17 de Mar, 2018 às 1:26 PDT Oh Magoo. #scandal #wrapday Uma publicação compartilhada por Tony Goldwyn (@tonygoldwyn) em 17 de Mar, 2018 às 1:32 PDT Waiting for the last shot. #scandal #wrapday Uma publicação compartilhada por Tony Goldwyn (@tonygoldwyn) em 17 de Mar, 2018 às 12:32 PDT Last scene rehearsed. Can barely breathe. #scandal Uma publicação compartilhada por Shonda Rhimes (@shondarhimes) em 17 de Mar, 2018 às 1:20 PDT On the final shot of the second to last scene… Ish is getting real. ? #scandal #onelasttime Uma publicação compartilhada por Shonda Rhimes (@shondarhimes) em 17 de Mar, 2018 às 12:51 PDT Video Village isn’t usually this crowded. #LastShot #Scandal Uma publicação compartilhada por Tony Goldwyn (@tonygoldwyn) em 17 de Mar, 2018 às 11:16 PDT Standing room only behind the monitor for this final scene. #scandal #onelasttime Uma publicação compartilhada por Shonda Rhimes (@shondarhimes) em 17 de Mar, 2018 às 1:47 PDT And that’s a series wrap on #Scandal. Could not be prouder. Here is a shot of the Truman Balcony created by our amazing production crew. Thank you to every single person in our #scandalfam who helped bring this show to life. Uma publicação compartilhada por Shonda Rhimes (@shondarhimes) em 17 de Mar, 2018 às 3:24 PDT And that’s a wrap on #scandal. A lot of tears. A lot of love. Forever grateful for every second. — shonda rhimes (@shondarhimes) March 17, 2018 Heading home. This was the most unforgettable FRATURDAY ever!!!!!!!! #Scandal I’m overwhelmed with gratitude. — kerry washington (@kerrywashington) March 17, 2018

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  • Série

    Nathan Fillion revive Firefly em participação na série American Housewife

    17 de março de 2018 /

    O ator Nathan Fillion levou seus seguidores à loucura no Instagram, ao postar imagens em que aparece envergando o uniforme do capitão Malcolm Reynolds e num cenário que lembra a nave Serenity, da cultuada série sci-fi “Firefly”. Mas, apesar do frisson, não se trata de um revival da atração de 2003. A rede ABC tratou de desfazer o mistério, ao revelar que o ator fará uma participação na série “American Housewife” como “ele mesmo”. Junto dessa explicação, veio uma foto de Fillion com o uniforme do capitão da Serenity, abraçado ao elenco da sitcom. Provavelmente, a trama envolve a gravação de um episódio da série clássica. Ele vai aparecer em dois episódios vindouros de “American Housewife”, que servem de encerramento para a 2ª temporada da série. Após a revelação, o próprio Fillion brincou sobre a situação. “Não lembro dessa tripulante, mas vou embarcar nessa”, ele escreveu no Instagram, ao lado de uma imagem em que divide a cena com a atriz Katy Mixon, a própria “American Housewife”. “Firefly” teve somente 14 episódios produzidos em 2003 e foi cancelada pela Fox por baixa audiência. Mas ganhou um culto tão forte que acabou recebendo uma continuação no cinema dois anos depois – o filme “Serenity”. Apesar do longa tampouco ter virado blockbuster, transformou o criador da série (e também de “Buffy”) em diretor. Depois disso, Joss Whedon foi dirigir um filminho chamado “Vingadores”. Shh. Gimme a second to concentrate. It’s on the tip of my tongue. I wanna say, serendipity? #americanhousewife Uma publicação compartilhada por Nathan Fillion (@nathanfillion) em 14 de Mar, 2018 às 4:20 PDT A lot of this is aftermarket. #americanhousewife #firefly #mal Uma publicação compartilhada por Nathan Fillion (@nathanfillion) em 14 de Mar, 2018 às 6:31 PDT I don’t remember this crew member, but I’m just gonna go with it. #americanhousewife Uma publicação compartilhada por Nathan Fillion (@nathanfillion) em 15 de Mar, 2018 às 6:37 PDT Hey look, it's @NathanFillion with @KatyEMixon & @ImMegDonnelly on the set of @AmericanWifeABC! Stay tuned for more information on Nathan's upcoming guest starring role (as himself!) in two upcoming episodes of #AmericanHousewife #ABCPublicity pic.twitter.com/PAc6aRusGS — ABC Publicity (@ABC_Publicity) March 14, 2018

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  • Série

    Promos de Fear The Walking Dead apresentam os personagens da 4ª temporada

    17 de março de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou dois novos vídeos promocionais de “Fear The Walking Dead”, centrados nos personagens da 4ª temporada. As prévias apresentam rostos, armas e algumas falas, que definem suas personalidades. Os vídeos também sugerem que a angústia e a desilusão são os pontos em comum que irão aproximar Madison (Kim Dickens) do renegado Morgan (Lennie James), que fará um crossover da série “The Walking Dead” para o spin-off. Mas ele não será a única novidade do elenco na nova temporada. Como mostram os promos, há três personagens inéditos, vividos por Maggie Grace (de “Lost” e “Busca Frenética”), Garret Dillahunt (série “The Gifted”) e Jenna Elfman (série “Imaginary Mary”). Maggie Grace interpreta Althea, “alguém excepcionalmente qualificada para sobreviver neste mundo por causa de quem era antes do apocalipse”, adiantou o co-showrunner Ian Goldberg. Garret Dillahunt é John, “uma alma gentil e inocente, mas que não desconhece a violência”. E Jenna Elfman vive Naomi, “uma sobrevivente que tem uma ótima razão para manter as pessoas à distância”. “Mesmo assim, ela acabará desenvolvendo algumas conexões que a surpreenderão com a família de Madison, especialmente um vínculo com a Alicia”. Eles se juntarão aos protagonistas Kim Dickens, Frank Dillane, Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo e até Danay Garcia, intérprete da sumida Luciana, na luta pela sobrevivência no apocalipse zumbi. Os novos episódios de “Fear the Walking Dead” estreiam em 15 de abril nos Estados Unidos, com exibição logo após o final de temporada de “The Walking Dead”. Será a primeira vez que as duas séries serão exibidas no mesmo dia na TV americana, indicando que terão uma ligação forte, marcada pela presença de Morgan, num crossover significativo. E aí surge um detalhe inconveniente para os telespectadores brasileiros. “The Walking Dead” é exibido no Brasil pelo canal pago Fox. Mas “Fear the Walking Dead” passa no AMC brasileiro, que não está disponível na maioria dos pacotes de TV por assinatura. Além disso, o AMC anunciou que estreará a 4ª temporada do spin-off no dia 15, mas às 22h30, mesmo horário de “The Walking Dead” no país…

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  • Música

    Rick e Morty enfrentam aliens com a violência de Tarantino no novo clipe de Run the Jewels

    17 de março de 2018 /

    Os heróis da animação “Rick e Morty” embarcam em uma aventura interdimensional no novo clipe da dupla de rap Run the Jewels, no qual enfrentam alienígenas com a violência de um filme de Quentin Tarantino. O vídeo de “Oh Mama” foi dirigido por Juan Meza-León, que assina os episódios da série “Rick e Morty”. Na trama, o cientista louco Rick e seu neto Morty (ou uma versão alternativa dele) viajam pelo espaço para resgatar um embrião alienígena de uma boate sombria. Enquanto os protagonistas eliminam seus inimigos de outro mundo, Meza-León mescla referências visuais de “Pulp Fiction” e “Cães de Aluguel” com citações às franquias “Homens de Preto” e “Star Wars”. O lançamento antecipa o envolvimento do Run the Jewels com o primeiro festival do canal pago Adult Swim, que exibe a criação de Dan Harmon e Justin Roiland. O evento, que vai misturar música e animação, só vai acontecer em outubro. Mas os ingressos começaram a ser vendidos nesta semana.

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  • Série

    Crossover de The Walking Dead e Fear the Walking Dead será exibido nos cinemas nos EUA

    17 de março de 2018 /

    O canal pago americano AMC anunciou que irá exibir o final da 8ª temporada de “The Walking Dead” e o início da 4ª temporada de “Fear the Walking Dead” em sequência, como um filme, nos cinemas dos Estados Unidos. Isto indica que as duas séries terão uma ligação mais forte que se imaginava, num crossover significativo. A exibição cinematográfica ganhou até um cartaz (veja abaixo), que deixa claro como o fio condutor das tramas será a participação de Morgan. O personagem vivido por Lennie James vai sair da série principal para entrar no spin-off, e sua jornada deve conectar as duas séries. As sessões vão acontecer em 750 cinemas espalhados pelos Estados Unidos no dia 15 de abril, simultaneamente à estreia televisiva, mas sem intervalos e com 30 minutos de conteúdo extra, que será revelado posteriormente. As duas séries também serão exibidas, pela primeira vez, no mesmo dia na TV americana, emendando o final de temporada de uma com o início da outra. Geralmente, “Fear the Walking Dead” inicia uma semana após o final de “The Walking Dead”. E aí surge um detalhe inconveniente para os telespectadores brasileiros. “The Walking Dead” é exibido no Brasil pelo canal pago Fox. Mas “Fear the Walking Dead” passa no AMC brasileiro, que não está disponível na maioria dos pacotes de TV por assinatura. Além disso, o AMC anunciou que estreará a 4ª temporada do spin-off no dia 15, mas às 22h30, mesmo horário de “The Walking Dead” no país…

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  • Filme

    Todas as Razões para Esquecer é de partir o coração

    17 de março de 2018 /

    É raro ver um filme brasileiro contemporâneo que trate com seriedade da questão da depressão. Antes, tínhamos Walter Hugo Khouri, que com frequência tratava do tema com profundidade. Por isso, o filme de estreia de Pedro Coutinho, “Todas as Razões para Esquecer”, merece a devida atenção, ainda que seja um trabalho pequeno e modesto. Os próprios motivos de o personagem de Johnny Massaro se ver em uma teia de tarjas pretas, psicoterapias e tentativas de encontrar um outro alguém podem parecer pequenos para muitos: o fim de um namoro de três anos. Quem já passou por esse tipo de situação, de sofrer muito com a ausência da pessoa amada, mesmo duvidando do quanto gostava dela, pode pelo menos se sentir nos sapatos do jovem rapaz. O fim do relacionamento, por iniciativa de Sofia (Bianca Comparato), foi algo tão surpreendente para Antonio (Massaro) que ele fica à deriva, sem saber para onde ir e o que fazer, embora acredite que sobreviverá a isso. Primeiro, ele experimenta morar provisoriamente na casa de um casal de amigos, mas o casal passa por uma crise e faz terapia, justo no momento em que ele chega. Ao menos, ele conhece a terapeuta, que tratará do seu caso também. As cenas com a terapeuta talvez sejam as menos interessantes do filme, mas são a partir delas que algumas perguntas funcionam como gatilho para que Antonio repense os motivos da separação e suas motivações para seguir adiante. Sem falar que há algo de patético na figura da terapeuta, que a torna especialmente interessante e um dos alívios cômicos do filme. Aliás, muito bom poder rir em alguns momentos também. Rir, junto com o personagem, ajuda o espectador a se aproximar mais dele, como na cena de tentativa de conversa com moças via Tinder. E, a partir dessa aproximação, somos também convidados a compartilhar com Antonio de seu momento mais fundo do poço, de muito choro e enfrentamento da dor. E ter um final tão belo e agridoce também ajuda a deixar mais simpático.

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    Daphne evidencia camada psíquica de uma juventude medíocre

    17 de março de 2018 /

    Daphne é uma mulher jovem, que chega aos 30 anos bastante perdida, em relação a si mesma e ao mundo. Apesar de viver em Londres, uma cidade cheia de opções e possibilidades, sua vida é medíocre, de uma mesmice sem fim. Não tem planos claros de vida ou de carreira e a experiência amorosa inexiste. Resume-se a noitadas regadas a álcool, cocaína e outras drogas e sexo casual, sem compromissos. Um quadro de desencontros e alienação. Apesar de tudo, ou talvez por isso mesmo, a personagem Daphne, encarnada com brilho pela atriz Emily Beecham (a Viúva da série “Into the Badlands”), é muito interessante e envolvente. Estar desconectada de si e dos outros permite uma espécie de suspense por algo que possa surgir e como ela lidará com a nova situação. Quando a novidade aparece, a sensação do espectador é de frustração, já que Daphne é obrigada a se envolver num assalto com vítima que presenciou, mas ela não se compromete, nem demonstra intensidade de sentimentos. Tenta passar ao largo, mais uma vez. O registro do incidente, porém, trará consequências. Do nada, o serviço de saúde liga para o celular de Daphne, oferecendo psicoterapia para que ela possa lidar com a situação supostamente traumática. Ela, a princípio, nem quer saber do que se trata, depois, rejeita. Mas acaba aparecendo, mostra resistência ao tratamento e tudo o mais que se pode esperar desse tipo de personagem. No entanto, a verdade é que uma porta se abre e, mesmo a contragosto, pode se constituir numa saída para o impasse que era a sua vida. O que me parece importante ressaltar aqui é o quão valioso é um atendimento coletivo de saúde de qualidade. Proporcionado e, mais ainda, oferecido, até com insistência, a uma população que, de outro modo, não teria acesso a isso. Com as condições econômicas precárias da personagem e sem dar valor nem desconfiar do que poderia lhe trazer de benefícios, ela jamais buscaria esse tipo de ajuda, ou gastaria algum dinheiro nisso. Repetiria a busca pela via da droga, gastando seu dinheiro lá, ou numa opção religiosa fundamentalista, talvez. Reencenaria o círculo vicioso em que sempre esteve. O filme do diretor escocês Peter Mackie Burns, estreante em longa-metragem, escrito por Nico Mensinga, trabalha bem com uma personagem sem clichês ou estereótipos, que tem complexidade e vai além das aparências. Põe em evidência a realidade psíquica de uma camada feminina da juventude. São dois homens, mas a ideia de que só quem vive o problema de dentro é capaz de entendê-lo é falsa. Também são válidos os diferentes pontos de vista que podem oferecer-se para se compreender um determinado problema ou camada da realidade. Bom trabalho o desses homens que se propuseram a prescrutar o universo feminino, no filme “Daphne”.

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