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  • Série

    Fotos registram a volta de Arsenal à série Arrow

    23 de fevereiro de 2018 /

    A rede CW divulgou 17 fotos de “Doppelgänger”, episódio da série “Arrow” que marca a volta de Arsenal à atração. As imagens mostram um retorno em dose dupla, com a participação de Colton Haynes, visto nas imagens como Roy Harper, torturado por policiais, e com Thea Queen, a personagem de Willa Holland, vestindo novamente o antigo uniforme de capuz vermelho do herói. As fotos registram o reencontro dos antigos namorados, ele como o ex-herói em perigo e ela como a ex-donzela vestida para salvá-lo. Segundo a sinopse, “Roy é chamado de volta à Star City para ajudar a resolver um assunto urgente de grande importância para o time do Arqueiro Verde. Sua curta visita se transforma em algo surpreendente quando se reúne com Thea e isso provoca uma mudança nas vidas de ambos, que terá consequências duradouras…” Haynes saiu da série da DC no final da 3ª temporada, quando seu contrato original acabou. Ele foi visto pela última vez em Star City em 2016. A exibição de “Doppelgänger” está marcada nos Estados Unidos para 8 de março. No Brasil, “Arrow” é exibida pela canal pago Warner.

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  • Série

    Legends of Tomorrow terá novas visitas de Constantine, Jonah Hex e Jesse Quick

    23 de fevereiro de 2018 /

    A nave Waverider vai precisar de mais assentos de passageiros. Os produtores de “Legends of Tomorrow” revelaram que a reta final da 3ª temporada da série contará com os retornos de Constantine (Matt Ryan), Jonah Hex (Johnathon Schaech) e uma visita de Jesse Quick (Violett Beane). Jesse ainda vai aparecer num episódio de “The Flash” previsto para 6 de março nos Estados Unidos, intitulado “Enter Flashtime”, antes de correr para “Legends of Tomorrow” em “Necromancing the Stone”, em 19 de março. Este mesmo capítulo também contará com a volta de Constantine, bisando sua participação em “Daddy Darhkest”, há cerca de duas semanas. Vale lembrar que o ex-namorado de Jesse, Kid Flash (Keiynan Lonsdale), também está em processo de virar “legendário”, após ser convidado a salvar o mundo por Rip Hunter (Arthur Darvill) nesta semana (em “Here I Go Again”). Já Jonah Hex aparecerá pela terceira vez na série, num novo reencontro com os heróis no Velho Oeste programado para o final da temporada. “Legends of Tomorrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    The Flash: Novo pôster da série revela que Iris vai virar super-heroína

    22 de fevereiro de 2018 /

    A rede americana CW divulgou um novo pôster da série “The Flash”, que revela a personagem Iris West Allen (Candice Patton) num uniforme de super-heroína. O cartaz foi feito para promover o episódio “Run, Iris, Run”. Na trama, o poder de velocidade de Barry Allen (Grant Gustin) será transferido temporariamente para Iris, após o casal enfrentar um meta-humano chamado Melting Pot, que tem a capacidade de trocar o DNA das pessoas. Com a cidade em perigo, Barry terá que assumir o papel de líder de equipe enquanto Iris precisará vestir seu primeiro uniforme de supervelocista. Confira abaixo a imagem da personagem caracterizada como heroína. O episódio vai ao ar na terça (27/2) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Killing Eve: Trailer da nova série estrelada por Sandra Oh explora suspense e humor negro

    22 de fevereiro de 2018 /

    A BBC America divulgou o primeiro trailer de “Killing Eve”, série de suspense estrelada por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (série “The White Princess”). A prévia explora o humor negro, acompanhando um diálogo entre as duas e o comportamento daquela que a outra define como psicopata. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a trama é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno das duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não realiza suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). A estreia está marcada para 8 de abril.

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  • Filme

    Adaptação dos quadrinhos de Danger Girl define roteirista

    22 de fevereiro de 2018 /

    Os quadrinhos de “Danger Girl”, criados em 1998 por J. Scott Campbell e Andy Hartnell, vão virar filme. E o estúdio alemão Constantin (da franquia “Resident Evil”), parceiro da Sony, já definiu seu roteirista. A má notícia é que se trata de Umair Aleem, que tem apenas um trabalho lançado, o péssimo thriller B “Operação Resgate” (2015), com impressionantes 6% de aprovação no Rotten Tomatoes. Se isso indicar a opção por um filme barato, pode não só frustrar os fãs como desperdiçar o imenso potencial de uma franquia divertida, ao estilo de “Kingsman”, outra adaptação de quadrinhos. “Danger Girl” acompanha um grupo de lindas agentes secretas lideradas por um mentor chamado Deuce – que a trama deixa no ar ser um antigo agente 007, uma vez que os desenhos são inspirados em Sean Connery. A publicação da editora WildStorm se assume como paródia dos filmes do agente secreto de James Bond, só que com as Bond Girls encarregadas da ação central. Ou melhor, uma combinação de Bond Girls, As Panteras e Indiana Jones. As personagens principais são a caçadora de tesouros Abby Chase, a femme fatale australiana Sydney Savage e a menina prodígio Silicon Valerie, hacker extraordinária. Além delas, as aventuras também incluem Sonya Savage, irmã de Sydney, a espiã russa Natalia Kassle, que era uma Danger Girl que virou vilã, o mencionado Deuce, o agente da CIA Johnny Barracuda e o misterioso agente secreto Zero, um mestre dos disfarces que ninguém sabe como realmente se parece – “dizem” que ele seria o famoso ladrão italiano Diabolik. Por curiosidade, as heroínas de Danger Girl já encontraram o Batman num crossover de quadrinhos. Além de “Operação Resgate”, Umair Aleem escreveu “Kate”, outro thriller de ação, atualmente em desenvolvimento na Netflix. A adaptação de “Danger Girl” ainda não tem cronograma de produção ou previsão de lançamento.

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  • Filme

    Netflix divulga pôster nacional e o primeiro trailer legendado de Aniquilação

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix começou a fazer a divulgação de “Aniquilação”, filme elogiadíssimo pela crítica americana, que a Paramount não botou fé e negociou com o serviço de streaming após financiar toda a sua produção. O pôster e o primeiro trailer legendado chegam um dia antes da estreia da sci-fi nos cinemas americanos, onde terá lançamento limitado nesta sexta (23/2), antes de também virar streaming. A prévia demonstra o visual psicodélico da adaptação do livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, cinco mulheres de campos científicos diversos embarcam numa expedição a uma região abandonada e contaminada, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Dirigido pelo britânico Alex Garland (do premiado “Ex Machina: Instinto Artificial”), o longa reúne Natalie Portman (“Thor”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) em seu elenco. “Aniquilação” chega na Netflix em 12 de março.

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  • Filme

    Despachado para a Netflix, Aniquilação arranca elogios rasgados dos críticos americanos

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount pode ter comemorado muito cedo o feito de passar adiante duas bombas sci-fi para a Netflix. Enquanto “The Coverfield Paradox” se provou um desastre radioativo, “Aniquilação”, que será exibido nos cinemas apenas nos Estados Unidos e por período limitado, está sendo saudado como uma obra inovadora pela crítica americana. O filme tem 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – que deu 17% para “The Coverfield Paradox”. Mas graças à pouca fé do estúdio, não terá um como deveria – chega nesta sexta (23/2) em duas mil salas na América do Norte – 1,4 mil a menos que a comédia “A Noite do Jogo”, também bem-avaliada (leia mais sobre isso aqui). “Aniquilação” também tinha estreia marcada para fevereiro nos cinemas brasileiros e alimentava grandes expectativas pelo elenco composto por Natalie Portman (“Thor”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). Agora vai sair direto em streaming, repetindo a sina do ótimo filme de estreia do diretor Alex Garland, “Ex Machina: Instinto Artificial” (2014), que venceu o Oscar de Melhores Efeitos Visuais e foi indicado na categoria de Melhor Roteiro Original, e acabou menosprezado com um lançamento direto em DVD por aqui. Em entrevista ao site Collider, o diretor não escondeu seu descontentamento com a decisão do estúdio. “Fiquei decepcionado. Fizemos o filme para o cinema. Veja, não tenho nenhum problema com a tela pequena. A melhor coisa que vi recentemente foi ‘The Handmaid’s Tale’, então acho que há um potencial incrível em tal contexto, mas se você está fazendo isso você faz exatamente para essa mídia e pensa dentro desses termos. Ao menos, o filme será lançado nos cinemas nos Estados Unidos. Uma das grandes vantagens da Netflix é que atingirá muita gente e você não precisa ter aquela preocupação se as pessoas vão aparecer no fim de semana de estreia, pois se não aparecerem o filme sai em duas semanas. Tem lados positivos e negativos, mas do meu ponto de vista e dos envolvidos na produção, foi feito para ser visto na telona.” Segundo fontes do site Deadline, a Paramount tomou a decisão de negociar com a Netflix após as sessões de teste, que renderam um racha entre os produtores David Ellison e Scott Rudin. O público não reagiu bem às primeiras exibições do filme e Ellison, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no desfecho para deixá-lo mais comercial. Como Rudin ficou do lado do diretor e “Aniquilação” não foi alterado, Ellison, que vem amargando uma sequência de fracassos comerciais com “Vida”, “Baywatch” e “Tempestade: Planeta em Fúria”, praticamente desistiu do longa, após ter gastado uma fortuna para realizá-lo. As reações da crítica demonstram que ele cometeu um grande erro. “Aniquilação” era a chance de a Paramount ter um blockbuster bem-avaliado após produzir a maioria dos candidatos ao Framboesa do Ouro 2018, a premiação dos piores do ano – “Transformers: O Último Cavaleiro”, “Baywatch”, “Mãe!” e “Pai em Dose Dupla 2”. Veja uma mostra do que os críticos norte-americanos acharam do filme: “Com sua estreia ‘Ex Machina’, um estudo extraordinário de inteligência artificial e falácia humana, Garland mostrou potencial como um verdadeiro visionário de ficção científica e dá seu próximo passo com ‘Aniquilação’. Alguns espectadores vão curtir a audácia, outros poderão achá-lo o filme mais louco desde ‘Mãe!’. É um conto completamente bizarro que deixará o público tonto em relação ao que acabou de ver, mas ainda assim é genuinamente satisfatório” – Brian Truitt, jornal USA Today. “‘Aniquilação’ é uma prova perfeita de que ele é um diretor e visionário para valer – não só por criar um mundo imersível, mas um mundo tão fascinante que você vai querer investigar repetidamente. Foi uma longa espera desde ‘Ex Machina’, mas Garland provou que valeu a pena esperar” – Eric Eisenberg, site CinemaBlend. “Em termos de tom, há muito aqui, mas nunca excessivamente exagerado ou incongruente. Existem algumas cenas particularmente sangrentas de horror corporal (uma dissecação específica é garantia de pesadelos) e o gosto de Garland por imagens delirantes garante que muitas cenas no filme deixarão uma impressão duradoura” – Benjamin Lee, jornal The Guardian. “‘Aniquilação parece fabulosamente verdejante e ameaçador, a combinação certa para um filme que deseja receber o espectador em seu mundo para abalá-lo. Trata-se de um prato refinado de carne vermelha cinematográfica – perfeitamente cozido no lado de fora, mas sangrento por dentro” – Todd McCarthy, revista The Hollywood Reporter. “Sem receio de parecer um sonho e impenetrável, mas com uma evidente essência sinistra, ‘Aniquilação’ é uma fantasmagoria de outro nível, uma meditação profunda sobre as qualidades objetivas e subjetivas da autodestruição. Uma experiência visionária com dimensão monumental, capaz de deixar Kubrick orgulhoso” – Rodrigo Perez, site The Playlist. “Uma jornada a um coração de trevas estranho, ‘Aniquilação’ parece que foi criado a partir de uma combinação de genes de ‘Apocalypse Now’, de Francis Ford Coppola, ‘O Enigma de Outro Mundo’, de John Carpenter, e ‘2001 – Uma Odisseia no Espaço’, de Stanley Kubrick, com um surrealismo tão prolongado e fascinante que fez meus olhos arder, principalmente porque eu não queria piscar para não perder nenhum momento de insanidade” – Nick Schager, site Daily Beast. “Sim, ‘Aniquilação’ é um tipo de ficção científica intelectual e complicada, mas os lançamentos do gênero nos últimos anos tem se provado ambiciosos e um filme como o de Garland também poderia ser apreciado por vários tipos de espectadores” – Molly Freeman, site ScreenRant. A Netflix disponibiliza o filme em 12 de março no Brasil.

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  • Série

    Ator de Sense8 vai estrelar piloto baseado no filme Los Angeles: Cidade Proibida

    22 de fevereiro de 2018 /

    Brian J. Smith, intérprete do policial Will Gorski na série “Sense8”, definiu seu próximo projeto. Ele fechou contrato para estrelar o piloto da série “L.A. Confidential”, baseada no filme “Los Angeles: Cidade Proibida”. Ele foi escalado para dar vida a Ed Exley, que no filme de 1997 foi interpretado por Guy Pearce. O ator se junta a Walton Goggins (da série “Justified”), anteriormente anunciado como Jack Vincennes, papel de Kevin Spacey no cinema. O filme, assim como o livro homônimo de James Ellroy, girava em torno das investigações de três detetives da polícia, um certinho, um brutal e um fanfarrão, que, a partir do assassinato de prostitutas, desvendam uma teia de corrupção que ia dos subterrâneos de Hollywood à chefia da polícia. No cinema, os policiais foram vividos, respectivamente, por Pearce, Russell Crowe e Spacey. A adaptação está sendo desenvolvida pelo roteirista Jordan Harper (da série “Gotham”, que também tem influência noir) e vai contar uma trama ligeiramente diferente. O ponto em comum será a ambientação na Los Angeles dos anos 1950. O piloto também acompanhará as investigações de três detetives de homicídios, mas promoverá uma mudança no sexo do repórter de fofocas vivido por Danny DeVito, além da inclusão de uma atriz de Hollywood na história. A produção está a cargo de Arnon Milchan, que produziu o filme original, além de diversos outros longas premiados com o Oscar, como “Birdman”, “O Regresso” e “A Grande Aposta”. Já o trabalho de showrunner será desempenhado por Harper em parceria com Anna Fricke (série “Being Human”). É interessante observar que o projeto não será a primeira tentativa de transformar esta história numa série. Logo após o sucesso do filme dirigido por Curtis Hanson, um piloto estrelado por Kiefer Sutherland (hoje na série “Designated Survivor”) e Eric Roberts (atualmente fazendo mais de 12 filmes B por ano) foi produzido, mas acabou não sendo aprovado. E, em 2013, o próprio escritor James Ellroy tentou emplacar uma série que mostraria nova investigação dos policiais sobreviventes, mas na ocasião nenhum canal demonstrou interesse. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da rede CBS para virar série.

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  • Filme

    Estudo aponta que Hollywood faz cada vez menos filmes protagonizados por mulheres

    22 de fevereiro de 2018 /

    Apesar das três maiores bilheterias de 2017 – “Star Wars: Os Últimos Jedi”, “A Bela e a Fera”, “Mulher-Maravilha” – terem sido protagonizadas por mulheres, um levantamento realizado anualmente pela Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia, revelou que o ano passado, na verdade, foi de queda no número de filmes com mulheres no papel principal. As aparências podem enganar, especialmente após comemorações do empoderamento feminino representado pelos blockbusters citados, mas a análise do resto do ranking conta uma história muito diferente. Dos 100 filmes de maior bilheteria de 2017, apenas 24 tiveram protagonistas femininas — 5% a menos que em 2016, quando 29 dos títulos retratavam histórias de mulheres. O levantamento também revelou que as produções independentes continuam a dar maior atenção para o gênero, comparado aos filmes dos grandes estúdios hollywoodianos. Além disso, mulheres mais jovens continuam a ter maior chance de destaque na indústria do cinema. Enquanto entre os homens a porcentagem é bem equilibrada, entre as mulheres, apenas 29% das protagonistas tem 40 anos ou mais. As projeções para 2018 não prometem muitas mudanças neste cenário. Dos filmes anunciados, são poucas as opções com protagonistas femininas, especialmente com grande alcance comercial. As poucas exceções até o próximo verão (junho) incluem “Aniquilação”, “Operação Red Sparrow”, “Tomb Raider”, “Alma da Festa”, “Tully”, “Unsane” e “Uma Dobra no Tempo”.

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    A Noite do Jogo: Veja seis cenas da comédia estrelada por Rachel McAdams e Jason Bateman

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou seis cenas de “A Noite do Jogo” (Game Night), comédia estrelada por Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) e Jason Bateman (“A Última Ressaca do Ano”). Os vídeos são de cenas já exploradas nos trailers, com destaque para o casal de protagonistas. A comédia gira em torno de um grupo de amigos que se reúne semanalmente para uma noite de jogos. Sob sugestão do personagem de Kyle Chandler (série “Bloodline”), eles resolvem intensificar a brincadeira com o objetivo de desvendar um crime: alguém do grupo seria raptado e os demais deveriam descobrir para onde ele foi levado. Como mostra uma das cenas, esta é a deixa para criminosos invadirem a casa e sequestrarem o próprio Chandler, que pede ajuda e jura que aquilo está acontecendo de verdade, enquanto os amigos aplaudem e comem salgadinhos. Não demora para eles descobrirem que o crime foi mesmo real. Mas, até lá, divertem-se horrores. O elenco também inclui Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”), Lamorne Morris (série “New Girl”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Kylie Bunbury (série “Pitch”), Sharon Horgan (série “Catastrophe”) e Joshua Mikel (série “The Walking Dead”). Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein (a dupla do reboot de “Férias Frustradas”), “A Noite do Jogo” estreia nesta sexta (23/2) nos Estados Unidos, mas apenas em 10 de maio no Brasil.

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    Guillermo Del Toro nega que A Forma da Água seja plágio

    22 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Guillermo Del Toro resolveu negar publicamente que o filme “A Forma da Água”, indicado a 13 prêmios no Oscar 2018, seja um plágio da peça teatral “Let Me Hear You Whisper”, de Paul Zindel, escrita em 1969. Ele decidiu se manifestar após as insinuações virarem processo judicial, aberto na quarta-feira (21/2) pelo filho do autor, David Zindel. “Eu nunca li ou vi a peça teatral”, disse o diretor ao site americano Deadline. “Eu nunca ouvi falar sobre essa peça antes de fazer ‘A Forma da Água’, e nenhum dos meus colaboradores mencionaram a peça”, completou. Porém, o processo acusa o produtor Daniel Kraus, que propôs o filme a Del Toro, de ser um grande admirador da obra Zindel, assim como o cineasta. As coincidências entre os enredos de peça e filme são múltiplas. A história de Zindel gira em torno de Helen, uma faxineira que se encanta por um golfinho mantido em cativeiro pelo governo. Para salvar a vida do animal, ela arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Já no filme de Del Toro, Sally Hawkins vive Elisa, uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura marinha, mantida em cativeiro em um laboratório secreto do governo. Ela também arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Mas os resultados daí em diante são muito diferentes. De fato, se há similaridades na premissa, o restante, incluindo execução, desdobramentos e uma riqueza infinita de detalhes, são opostos. A Fox Searchlight também divulgou um comunicado apoiando Del Toro. “As acusações do senhor Zindel não têm fundamento, são totalmente sem mérito e vamos nos defender. Além disso, a queixa parece coincidir com o ciclo de votação do Oscar para pressionar o nosso estúdio a resolver o caso rapidamente. Em vez disso, nós vamos nos defender vigorosamente e, por extensão, este filme inovador e original”.

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    Joss Whedon desiste de filmar Batgirl: “Falhei”

    22 de fevereiro de 2018 /

    O diretor e roteirista Joss Whedon (“Os Vingadores”) não vai mais fazer o filme solo da Batgirl. Em um comunicado à imprensa norte-americana, ele informou que “levou meses para perceber que não tinha realmente uma história” e, por isso, decidiu se afastar do projeto. Dirigindo-se ao presidente da DC Entertainment, Geoff Johns, e ao chefão da Warner, Toby Emmerich, Whedon agradeceu o apoio e admitiu ter falhado ao tentar tirar o projeto do papel. “Sou grato a todos que me deram as boas-vindas quando cheguei e foram tão compreensivos quando… tem uma palavra mais sexy para ‘falhei’?”. Whedon assumiu o projeto do primeiro filme solo de Barbara Gordon, a filha do Comissário Gordon, em março de 2017, com a missão de levar aos cinemas uma nova heroína empoderada. Rumores davam conta que havia até uma atriz cotada para o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Mas o sucesso de “Mulher-Maravilha” aumentou o nível de exigência do próprio cineasta. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter confirmaram que Whedon não soube que direção dar ao filme da heroína de Gotham City. Para complicar, ele acabou atendendo ao apelo da Warner para assumir o filme da “Liga da Justiça”, após o afastamento do diretor Zack Snyder. O problema é que suas intervenções, em filmagens adicionais, acabaram criando conflitos de tom. E, como se não bastasse, Henry Cavill apareceu com o bigode de seu personagem de “Missão Impossível: Efeito Fallout”, que precisou ser removido digitalmente, dando origem a um desastre digital. A obrigação de reaproveitar o material de outro diretor e a falta de controle da situação acabou se provando muito estressante, resultando em indiretas de Whedon sobre os equívocos da trama no Twitter. O filme também teria um “easter egg” do diretor sobre os problemas que ele enfrentou. Ao final, ele recebeu seu cachê e foi creditado como roteirista de “Liga da Justiça”, mas a relação com a Warner passou por uma tensão desnecessária, custando-lhe também credibilidade como autor geek – até quem odiava os filmes de Snyder assinou petição querendo ver a versão do diretor afastado. Tudo isso pode ter pesado nos bastidores da separação entre o diretor e a DC Comics.

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    Brendan Fraser culpa assédio de ex-presidente do Globo de Ouro por declínio na carreira

    22 de fevereiro de 2018 /

    Um dos atores mais populares dos anos 1990, Brendan Fraser desapareceu nos últimos anos. Mas a causa não teriam sido fracassos de bilheteria no começo do século. Ele finalmente resolveu contar sua versão da história, como mais um a dizer #MeToo (eu também). Em uma longa reportagem publicada pela revista americana GQ, o astro da trilogia “A Múmia” revelou que, além da atenção necessária para cuidar do filho autista, um fato o deixou depressivo e sem vontade de continuar a carreira: o assédio sexual que ele sofreu em 2003, durante um almoço realizado pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na singla em inglês), que promove o Globo de Ouro. Uma jornalista do The New York Times já havia revelado na época que Philip Berk, ex-presidente da organização, havia apertado as nádegas do ator durante o evento. Mas, segundo Fraser, Berk foi além: “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, relembrou o ator. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” Berk, que ainda é membro da HFPA, foi procurado pela GQ e contestou a história: “Fabricação total”. Entretanto, há fatos que atestam a veracidade da acusação. Além do relato da jornalista, os representantes do ator pediram na época um pedido de desculpas por escrito à Associação. Berk escreveu uma carta, mas afirmou que não admitiu “nenhuma transgressão”. “[Escrevi] o habitual. ‘Se eu fiz qualquer coisa que aborreceu o Sr. Fraser, não foi intencional e peço desculpas.” Fraser ainda comentou que tem acompanhado o movimento das mulheres que têm denunciado casos de assédio, tanto dentro quanto fora de Hollywood. “Eu conheço Rose [McGowan], conheço Ashley [Judd], eu conheço Mira [Sorvino]. Eu trabalhei com elas. Não falo com elas há anos, mas as considero minhas amigas. Eu assisti a este movimento maravilhoso, essas pessoas com a coragem de dizer o que não tive coragem de dizer.” O ator revelou também que desde o incidente com o ex-presidente da HFPA raramente é convidado ao Globo de Ouro. Berk nega qualquer tipo de boicote. “Sua carreira declinou sem nossa culpa”, diz o acusado de assédio. Brendan Fraser poderá ser visto a seguir no elenco da série “Trust”, que estreia em 25 de março no canal pago americano FX. Na produção, sobre o sequestro do neto de John Paul Getty nos anos 1970, ele terá o mesmo papel vivido por Mark Wahlberg no filme “Todo o Dinheiro do Mundo”.

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