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    Rio Heroes: Nova série coloca Murilo Rosa e Priscila Fantin em lutas clandestinas

    24 de fevereiro de 2018 /

    A Fox Premium estreia na noite deste sábado (4/2) a nova série brasileira “Rio Heroes”, que mergulha no universo das lutas de vale tudo. Inspirado na história verdadeira da criação de uma competição de lutas clandestinas, a atração reúne alguns nomes conhecidos do grande público, como Murilo Rosa, Priscila Fantin, André Ramiro e Duda Nagle. Um vídeo de bastidores, recém-divulgado, apresenta a trama em detalhes, com entrevistas do elenco e do “personagem” real que inspirou a história. Veja abaixo. Criada por Fabio Danesi (“O Negócio”) e dirigida por Pablo Uranga (“Superbonita”), a série se passa no início dos anos 2000 e traz Murilo Rosa como o lutador e professor de jiu-jitsu Jorge Pereira, adepto de métodos pouco ortodoxos: logo na cena de abertura, Jorge incentiva seu pupilo Rogerinho (Nagle) a brigar com o segurança de uma balada, como parte de seu treinamento. Com as crescentes restrições que passavam a vigorar no esporte naquela época, Jorge Pereira decide retomar o espírito original do vale-tudo quando um empresário lhe propõe organizar um campeonato que seria transmitido para apostadores americanos – o “Rio Heroes” do título, que na verdade aconteceu em Osasco, na Grande São Paulo. Mas a série não é só lutas. Há vários dramas que Jorge precisa enfrentar, além de uma multiplicidade de personagens e romance. Com cinco episódios, “Rio Heroes” chega às telas já com sua 2ª temporada aprovada. As gravações vai acontecer ainda este ano, novamente coproduzida por duas multinacionais, a Fox e a NBCUniversal, em parceria com a produtora Mixer. Vale lembrar que não é a primeira vez que as lutas de artes marciais mistas viram série dramática. “Kingdom” abordava o universo dos lutadores, acompanhando uma família dentro e fora do ringue, com um elenco que incluía Frank Grillo, Kiele Sanchez, Matt Lauria e o cantor Nick Jonas. Durou três temporadas no canal pago americano Spike (hoje, Paramount), entre 2014 e 2017.

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    Cinema brasileiro bate recorde de reconhecimento com cinco prêmios no Festival de Berlim 2018

    24 de fevereiro de 2018 /

    O cinema brasileiro saiu consagrado do Festival de Berlim 2018 com a conquista de cinco prêmios paralelos, entre eles os de favoritos da crítica e do público. Ao todo, três documentários, um longa de ficção e uma coprodução latina foram premiados na programação do evento alemão, um recorde de reconhecimento para a produção cinematográfica nacional. Três prêmios já tinham sido antecipados na sexta (23/2) e mais dois foram anunciados na tarde deste sábado. Veja abaixo o que cada filme venceu. “O Processo”, documentário de Maria Augusta Ramos sobre o impeachment de Dilma Rousseff, venceu o Prêmio do Público como o Melhor Documentário da mostra Panorama, a segunda mais importante do evento. “Zentralflughafen THF”, documentário de Karim Aïnouz sobre o centro de apoio a refugiados instalado no antigo aeroporto de Tempelhof na capital alemã, recebeu o prêmio Anistia internacional. “Tinta Bruta”, dos gaúchos Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, venceu o prêmio Teddy, concedido por um júri independente aos melhores filmes com temática LGBTQ da seleção oficial do festival. O filme acompanha um jovem que usa o codinome GarotoNeon para trabalhar como camboy, fazendo performances eróticas com o corpo coberto de tinta para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. O mesmo júri selecionou “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora e ativista transexual Linn da Quebrada, com o Teddy de Melhor Documentário. Para completar, a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) elegeu “Las Herederas”, do paraguaio Marcelo Martinessi, com o vencedor do Prêmio da Crítica. Coproduzido pela diretora carioca Julia Murat (“Pendular”), “Las Herederas” também conta com apoio de produtoras do Uruguai, da França e da Alemanha. A coprodução internacional, segundo o cineasta Marcelo Martinessi, é a única forma de se fazer cinema de qualidade no Paraguai. Leia a entrevista do diretor aqui.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Nanette Fabray (1920 – 2018)

    24 de fevereiro de 2018 /

    Morreu Nanette Fabray, estrela do teatro, do cinema e da TV americana, que venceu o Tony nos anos 1940 e três Emmys nos 1950. Fabray tinha 97 anos e faleceu na quinta (22/2) em sua casa em Palos Verdes, na Califórnia. Californiana criada em Los Angeles, Nanette praticamente saiu da formatura no colegial para sua estreia no cinema, com apenas 19 anos de idade. Seu primeiro papel foi como uma aia da rainha Elizabeth I (Bette Davis) em “Meu Reino Por um Amor” (1939), quando ainda assinava Nanette Fabares. Mas sua carreira acabou tomando o rumo do palco. Quando voltou ao cinema no famoso musical “A Roda da Fortuna”, em 1954, já era uma estrela premiada da Broadway. Por isso mesmo, o filme aproveitou seu talento para incluir uma coreografia memorável, em que ela, Fred Astaire e Jack Buchanan interpretavam bebês, com cabeças e torsos de tamanho adulto, mas pernas curtas de crianças. No mesmo ano, ela estrelou seu primeiro papel fixo na TV, na série “Caesar’s Hour”, do humorista Sid Caesar. E em 1956 venceu dois prêmios Emmy como Melhor Comediante (como a categoria era chamada na época) e Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho. Nanette ainda bisou a segunda categoria no ano seguinte, com um detalhe vexatório para os produtores da atração: a vitória aconteceu após ela ter sido demitida, após seu agente exigir um melhor salário. Não quiseram nem ouvir que ela quase deu sua vida para a série. Em 1955, Nanette ficou hospitalizada duas semanas depois de ter sido nocauteada pela queda de tubos nos bastidores do programa, durante uma transmissão. Ela não emplacou mais nenhum sucesso televisivo, mas fez inúmeras aparições em séries e programas de variedades. Nos anos 1970, teve participações recorrentes como mãe de duas personagens icônicas da TV: de Mary Tyler Moore na série que levava o nome da atriz e de Ann Romano, personagem de Bonnie Franklin na sitcom “One Day at a Time”. Uma década mais tarde, ela ainda viveu outra mãe na série “Coach”, desde vez da personagem Christine Armstrong, vivida por sua sobrinha Shelley Fabares. Foi o último trabalho de Nanette. Os problemas de audição acabaram encurtando sua carreira. Ela deixou de cantar ao vivo aos 30 anos, quando percebeu que não conseguia ouvir direito a orquestra, durante a apresentação de um musical. Foi isso que a fez migrar da Broadway para a TV. A atriz foi diagnosticada com otosclerose, uma doença em que o crescimento excessivo nos ossos da orelha média interfere na transmissão do som. Mas guardou isso em segredo, vendo o problema se agravar a cada ano, até ficar praticamente surda. Quando assumiu a doença, virou porta-voz do Conselho Nacional sobre Deficiência e lutou pelos direitos dos deficientes, o que lhe rendeu inúmeros prêmios humanitários, inclusive do Sindicato dos Atores.

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  • Etc

    Mulher invade casa de Krista Allen para roubar vibrador

    24 de fevereiro de 2018 /

    A casa de Krista Allen (da série clássica “Baywatch” e do cultuado terror “Banquete no Inferno”) foi invadida por uma mulher alucinada na noite de quinta (22/2), que resultou em ferimento dos dois cachorrinhos da atriz, chutados covardemente, durante uma tentativa de roubo. A invasora, que não foi identificada, consumiu bebida alcoólica e ingeriu pílulas enquanto estava na casa, em San Fernando Valley, e ainda tentou roubar um vibrador quando foi surpreendida pela chegada de Allen. Ao se deparar com os cachorros feridos, a atriz conseguiu deter e segurar a desconhecida até a chegada da polícia. A mulher tentou argumentar que um dos cãezinhos pequenos já estava mal quando ela chegou. Um veterinário confirmou que o pescoço e espinha do beagle de estimação da atriz, de 11 anos de idade, foram feridos durante o incidente. A atriz publicou um vídeo do cachorro no Instagram e também revelou que o outro animal, um pug, teve a perna quebrada. Veja abaixo o rostinho assustado do animal. Beagle and Puggle update! Vet visit #2 Both are in the brilliant care of @drjeffwerber and puggle’s leg is bruised but will be fine. Jack is getting X-rays and lots of love while me and @jakemoritt wait. We’re in good hands! ✨ ✨ This is Jack the beagle from this morning all cuddled up. Who knew as soon as I left the house, he would experience such a terrible trauma. The lady who broke into my house and fractured his neck and spine is in jail. She also kicked Jack’s best friend, Jake the Puggle and hurt his back leg. On way to to see @drjeffwerber for some laser treatments for both dogs pain. Jack is hurting really bad, send good thoughts!! ❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Krista Allen (@kristaallenxo) em 22 de Fev, 2018 às 3:22 PST

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    Filmes brasileiros vencem os principais prêmios paralelos do Festival de Berlim 2018

    24 de fevereiro de 2018 /

    Dois longas nacionais e uma coprodução brasileira foram consagradas no Festival de Berlim 2018 com os principais prêmios paralelos do evento. “Tinta Bruta”, dos gaúchos Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, venceu o prêmio Teddy, concedido por um júri independente aos melhores filmes com temática LGBTQ da seleção oficial do Festival de Berlim. O filme acompanha um jovem que usa o codinome GarotoNeon para trabalhar como camboy, fazendo performances eróticas com o corpo coberto de tinta para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. O mesmo júri selecionou “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora e ativista transexual Linn da Quebrada, com o Teddy de Melhor Documentário. Para completar, a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) elegeu “Las Herederas”, de Marcelo Martinessi, com o vencedor do Prêmio da Crítica. E por coincidência o filme também tem temática LGBTQ. Em sua apresentação do prêmio, a comissão de críticos afirmou que escolheu o filme de estreia de Martinessi pela “descrição de um assunto secreto e proibido: a homossexualidade feminina na sociedade paraguaia”. A trama gira em torno de um mulher sexagenária (Ana Brun, aplaudidíssima em Berlim) separada de sua parceira de toda a vida, enquanto precisa se desfazer dos móveis e obras de arte da família para pagar as contas da casa em que viveram juntas, atualmente em estado de ruína. As dívidas se acumulam, após uma delas ser presa por fraude bancária, deixando a outra sozinha no casarão. Até que, aos poucos, a senhora solitária cede aos convites da vizinha mais jovem, que gosta de sair para jogar pôquer com as amigas, e transforma o antigo Mercedez Bens herdado do pai em transporte particular. Primeiro longa paraguaio selecionado para a Berlinale, a obra é sutil, mas lida com temas poderosos, como amor e companheirismo entre mulheres, decadência da classe média, crise econômica, Terceira Idade, etc, tudo num microcosmo doméstico. E ganhou críticas elogiosas da imprensa internacional durante a exibição no festival alemão. Coproduzido pela diretora carioca Julia Murat (“Pendular”), “Las Herederas” também conta com apoio de produtoras do Uruguai, da França e da Alemanha. A coprodução internacional, segundo o cineasta Marcelo Martinessi, é a única forma de se fazer cinema de qualidade no Paraguai. Leia a entrevista de Martinessi aqui.

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  • Série

    Drew Barrymore começa a se decompor nas fotos da 2ª temporada de Santa Clarita Diet

    23 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix divulgou oito fotos da 2ª temporada de “Santa Clarita Diet”, a série em que Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) vira zumbi. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), a série também traz Timothy Olyphant (série “Justified”) como o marido de Barrymore, Liv Hewson (série “Dramaworld”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que os ajuda a lidar com a transformação da mãe suburbana numa morta-viva canibal. As imagens antecipadas mostram alguns dos desdobramentos surreais da situação da protagonista, além de alguns dos convidados dos próximos episódios, entre eles Gerald McRaney (série “House of Cards”), Joel McHale (série “Community”) e Zachary Knighton (“As Calouras”). A 2ª temporada estreia em 23 de março.

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  • Série

    A Bruxa de Blair vai virar série

    23 de fevereiro de 2018 /

    A Lionsgate está desenvolvendo uma série de TV de “A Bruxa de Blair”. A produção será realizada pela recém-lançada divisão digital da produtora, denominada Studio L. O primeiro filme, feito com uma estética “amadora” por Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens desfocadas. A franquia teve mais dois longas. Um terror realizado de forma convencional em 2000, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, e outro mais recente, novamente na estética “found footage”, intitulado apenas “Bruxa de Blair”, em que uma nova equipe de documentaristas tenta recriar os passos dos jovens que sumiram em 1999. Dirigido por Adam Wingard (“Você É o Próximo”), o filme fracassou nas bilheterias e basicamente acabou com os planos cinematográficos para a franquia. A ideia agora é transformar a busca pela bruxa numa aventura seriada, mas, por enquanto, não há maiores informações sobre a produção.

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  • Filme

    Novo trailer da série Barry traz Bill Hader como assassino profissional/ator amador

    23 de fevereiro de 2018 /

    A HBO divulgou mais um trailer de “Barry”, primeira série de comédia estrelada por Bill Hader depois de oito temporadas no programa humorístico “Saturday Night Live”. Em “Barry”, ele viverá um ex-militar que trabalha como assassino de aluguel no Meio-Oeste americano. Bem sucedido, mas não apaixonado por sua linha de trabalho, ele descobre que pode ser bom em outra coisa ao viajar até Los Angeles para um “serviço”. Ao seguir seu alvo, ele acaba se deparando com a comunidade de teatro amador da cidade. E passa a crer que atuar é sua verdadeira vocação. Desde que saiu de “Saturday Night Live” há três anos, Hader trabalhou principalmente como dublador – nas animações “Divertida Mente”, “Procurando Dory”, “Angry Birds: O Filme” e na aventura “Power Rangers” (voz original de Alpha 5). Ele criou “Barry” em parceria com Alec Berg, produtor do sitcom “Silicon Valley”, e fará sua estreia como diretor no comando de alguns episódios. O elenco também inclui Henry Winkler (o eterno Fonzie de “Happy Days”), Stephen Root (“Corra!”), Sarah Goldberg (“Um Golpe Perfeito”), Anthony Carrigan (Victor Zsasz em “Gotham”), Glenn Fleshler (série “Billions”) e Paula Newsome (série “No Tomorrow”). A estreia está marcada para 25 de março, inclusive no Brasil.

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    Al Pacino enfrenta escândalo sexual no trailer cinematográfico de Paterno

    23 de fevereiro de 2018 /

    A HBO divulgou o segundo e cinematográfico trailer de “Paterno”, filme de temática absolutamente atual, que deve dominar o Emmy 2018. O que levanta a inevitável questão: porque os filmes da HBO são indicados ao Emmy, quando os da Netflix concorrem ao Oscar? A prévia é uma paulada que resume a trama de forma eficiente pela exploração de seus conflitos, tanto de forma íntima quanto em grande escala, ao contar a história real de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso contra seu assistente Jerry Sandusky, que molestava os jovens. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. As acusações acabaram se tornando públicas e sepultaram as carreiras de todos os envolvidos. O filme traz Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) no papel-título e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a jornalista que não deixa o caso ser abafado, além de Kathy Baker (série “The Ranch”), Annie Parisse (série “Vynil”), Peter Jacobson (série “Colony”), Benjamin Cook (visto na série “Veep”), John D’Leo (“A Família”) e Nicholas Sadler (“Nunca Diga Seu Nome”). Trata-se do quarto trabalho de Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. A direção está a cargo de Barry Levinson, que foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack” e do mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro. A estreia de “Paterno” vai acontecer em 7 de abril.

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    Música indicada ao Oscar 2018 vira hino não oficial de protestos nos Estados Unidos

    23 de fevereiro de 2018 /

    “Stand Up For Something”, composta por Diane Warren e o rapper Common para o filme “Marshall”, e indicada ao Oscar 2018 na categoria de Melhor Canção Original, virou o hino não oficial de diversas manifestações dos últimos meses nos Estados Unidos, e atingiu unanimidade de escolha em eventos contra a violência armada que tomaram conta do país desde 14 de fevereiro, dia em que 17 estudantes foram assassinados numa escola de Ensino Médio da Flórida. A canção, que traz uma mensagem sobre a importância de se defender o que se acredita, tem sido ouvida em vários eventos uma de suas frases, “Você não pode simplesmente falar a conversa, você tem que caminhar a caminhada”, foi adotada como slogan por diversas organizações. Entre as coberturas, eventos e manifestações em que a música ressoou incluem-se CNN Heroes, NAACP Image Awards (premiação de artistas negros), a Gala da Declaração de Direitos da ACLU, a Marcha das Mulheres, e até no programa “Jimmy Kimmel Live”, quando foi dedicada para a defesa dos direitos dos imigrantes. A música será apresentada durante a cerimônia de premiação do Oscar 2018, com interpretação de Common e da cantora Andra Day, que a entoa no filme. Apesar de toda essa repercussão, o filme “Marshall” foi ignorado pelas distribuidoras brasileiras. Assim como outra produção estrelada por ator atro indicada ao Oscar (“Roman J. Israel, Esq.”), não tem previsão de lançamento no Brasil – coincidência? Além do intérprete principal, o diretor também é negro e a trama aborda um caso jurídico real da juventude do primeiro juiz negro da Suprema Corte dos Estados Unidos, quando atuava em defesa de negros acusados de crimes que não cometeram. Vale apontar que o ator principal, Chadwick Boseman, é o mesmo de “Pantera Negra”. Veja abaixo o clipe oficial de “Stand Up For Something”, bastante despojado, com cenas do filme, e a performance de Andra Day, Common e Diana Warren (nos teclados) durante a apresentação na noite de quinte (22/2) no programa de Jimmy Kimmel, o apresentador do Oscar 2018.

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  • Série

    Trailer anuncia data de estreia da 3ª temporada de The Expanse

    23 de fevereiro de 2018 /

    O SyFy divulgou um trailer da 3ª temporada de “The Expanse”, repleto de closes de personagens e foco nos impasses da atração, que é mais cara do canal pago americano. A única novidade do vídeo é a revelação da data de estreia dos novos episódios. “The Expanse” é baseada na franquia de livros “Leviathan Wakes”, escrita por James S.A. Corey, e se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A situação é agravada pelo ataque a uma nave espacial terrestre, falsamente creditado à Marte, e por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que ameaça conduzir a uma guerra entre mundos. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série é estrelada por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Jared Harris (série “Mad Men”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Além deles, a 3ª temporada contará ainda com participação recorrente da atriz Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) num papel descrito, por enquanto, apenas como alguém “que traz uma nova perspectiva espiritual para a série”. Pelos custos elevados, “The Expanse” foi concebida como uma série limitada de 10 episódios. Mas o sucesso obtido, especialmente entre a crítica, animou o Syfy a investir na sua continuação. A 3ª temporada estreia em 11 de abril nos Estados Unidos.

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  • Série

    Richard Coyle viverá vilão sombrio da nova série da aprendiz de feiticeira Sabrina

    23 de fevereiro de 2018 /

    O ator inglês Richard Coyle (séries “Hard Sun” e “The Collection”) entrou em “Chilling Adventures of Sabrina” no papel de um dos principais antagonistas da jovem aprendiz de feiticeira do título. Ele vai viver o Padre Blackwood, reitor da Academia das Artes Ocultas e sacerdote da Igreja da Noite, cujos objetivos sombrios o colocam em conflito direto com Sabrina e outros membros do conselho das bruxas. A produção que reinventa “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” como uma série de terror traz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) como a protagonista, Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”) e Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”) como suas tias Zelda e Hilda, Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”) como o primo inglês Ambrose, Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) como a melhor amiga humana Rosalind Walker, e Michelle Gomez (série”Doctor Who”) como a professora/vilã Mary Wardell/Madame Satã. Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série tem o mesmo título da nova versão dark da personagem, que reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Bem diferente da comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.

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  • Filme

    Saoirse Ronan mostra nova atuação arrebatadora em trailer da adaptação do best-seller Na Praia

    23 de fevereiro de 2018 /

    A distribuidora Bleecker Street divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer do drama de época britânico “On Chesil Beach”, novo filme estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bird”). A prévia tem fotografia belíssima e sugere mais um desempenho arrebatador da atriz, que apesar de ter apenas 23 anos já foi indicada três vezes ao Oscar, inclusive em 2018. Adaptação do best-seller “Na Praia”, de Ian McEwan, a produção marca a segunda vez que Saoirse filma um drama baseado na obra do escritor. A anterior foi “Desejo e Reparação” (2007), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Atriz Coadjuvante aos 13 anos de idade. “On Chesil Beach” se passa em 1962 e acompanha Florence, uma jovem e talentosa violinista, que sonha com uma carreira profissional e uma vida perfeita ao lado de Edward, um jovem estudante de História. O livro aborda temas como medo e mostra como os equívocos podem moldar o resto das nossas vidas. Dirigido por Dominic Cooke (minissérie “The Hollow Crown”), o filme ainda inclui no elenco Billy Howle (“Dunkirk”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Adrian Scarborough (série “Crashing”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Samuel West (“O Destino de uma Nação”). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto com críticas positivas, e a estreia comercial está marcada para 15 de julho no Reino Unido. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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