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    James Franco diz que acusações de assédio contra ele “não estão corretas”, mas apoia sua divulgação

    10 de janeiro de 2018 /

    O ator americano James Franco falou pela primeira vez sobre as acusações de assédio sexual que apareceram no Twitter, após sua vitória no Globo de Ouro 2018. Em entrevista ao programa “Late Show”, na noite de terça-feira (9/1), Franco disse que não havia lido as postagens, mas tinha ouvido falar sobre as denúncias. Ele negou que tenha cometido alguma conduta sexual inapropriada. James Franco comentou diretamente uma mensagem postada por Ally Sheedy (do clássico “Clube dos Cinco”), que foi apagada. A atriz, com quem ele trabalhou numa peça em 2014, havia postado “James Franco venceu. Por favor nunca me perguntem por que eu deixei a indústria cinematográfica e televisiva”. Ela ainda complementou. “Ok, espera. Tchau. Christian Slater e James numa mesa no Globo de Ouro. #MeToo. Por que um homem está apresentando [a cerimônia]? Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. “Eu não tenho ideia do que fiz à Ally Sheedy. Eu não tive nada além de um ótimo tempo com ela. Tenho total respeito e não sei porque ela ficou chateada. Mas ela apagou o tuíte e não posso falar por ela”. Sobre as demais, o ator disse que “assume a responsabilidade pelos seus atos” e que está sempre disposto a se corrigir quando comete erros. Mas ressaltou: “As coisas que ouvi falar, que estão no Twitter, não estão corretas”. Mesmo assim, o ator afirmou ser a favor de que essas denúncias sejam feitas. “Apoio completamente as pessoas a exporem isso e terem a possibilidade de ter voz, afinal, elas não tiveram por tanto tempo. Eu não quero calá-las. Acho que é algo bom e eu apoio”. Ele completa: “Se eu fiz algo errado, eu vou consertar. Eu tenho que fazer isso. Eu não sei o que mais poderia fazer. Em relação à questão maior sobre como fazer isso, eu não tenho respostas. Acho que o ponto central disto é que nós devemos ouvir. Estou aqui para ouvir e mudar minha perspectiva onde ela estiver errada. Estou completamente disposto e quero fazer isso”.

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    Michelle Williams teria recebido muito menos que Mark Wahlberg para refilmar Todo o Dinheiro do Mundo

    10 de janeiro de 2018 /

    O ator Mark Wahlberg teria recebido um cachê 1500 vezes maior do que o de Michelle Williams para as refilmagens de cenas de “Todo o Dinheiro do Mundo”. Segundo o site do jornal USA Today, o cachê ator foi de US$ 1,5 milhão. Enquanto isso, a também protagonista Michelle Williams recebeu US$ 80 por dia, totalizando US$ 1 mil. Com isso, Michelle ganhou menos de 1% do que foi recebido por Mark. As refilmagens aconteceram em decorrência da decisão do diretor Ridley Scott de substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num

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  • Série

    Criador de Hard Sun revela que a série é inspirada em música de David Bowie

    9 de janeiro de 2018 /

    Lançada na noite de sábado (6/1) no Reino Unido, dois dias antes do aniversário de David Bowie, a série sci-fi “Hard Sun” surpreendeu o público ao terminar seu episódio de estreia com uma música clássica do cantor, que soava estranhamente como um resumo da atração. A escolha da trilha não foi coincidência. O criador da série, Neil Cross (criador também da série “Luther”), acabou confessando para a imprensa britânica que escreveu a história inspirado na letra de “Five Years”, música que abre o álbum sci-fi de Bowie, “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, de 1972. “A canção de David Bowie, ‘Five Years’, foi mesmo a inspiração”, disse o roteirista e produtor, em entrevista para o site Radio Times.”‘Five Years’ é sobre um jovem Bowie caminhando por Londres após descobrir que a Terra tem apenas cinco anos antes de se extinguir. E agora que ele está ciente do fim do mundo, tudo se torna carregado de valor e maravilhamento”. “Mas esta música sobre o fim do mundo não é o que se poderia esperar”, ele acrescenta. “Não é um rock pesado, sombrio e niilista. É uma balada épica que, estranhamente, afirma a vida. E essa foi a inspiração para ‘Hard Sun’.”. Na trama da série, uma dupla de policiais londrinos formada por Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e a ex-modelo Agyness Deyn (“Fúria de Titãs”) encontra um flashdrive roubado contendo informações secretas sobre um iminente “evento de nível de extinção”. De acordo com os dados, o mundo acabará em cinco anos. E ter essa informação faz a dupla ser perseguida por pessoas misteriosas e violentas, além de revelar a existência de uma conspiração. Com seis capítulos dirigidos por Brian Kirk (série “Game of Thrones”), Nick Rowland (“Ripper Street”) e Richard Senior (“Doctor Who”), a série não tem previsão de estreia no Brasil. Vale lembrar que as músicas de David Bowie inspiraram mais duas séries britânicas neste século, “Life on Mars” (2006-2007) e “Ashes to Ashes” (2008-2010) – a segunda é continuação da primeira. Além disso, a série “The Last Panthers” (2015) tinha como tema a canção “Blackstar”, um dos últimos trabalhos do cantor.

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    Enfermeiras acusam Stan Lee de assédio sexual

    9 de janeiro de 2018 /

    A maior lenda viva dos quadrinhos, criador de personagens como Homem-Aranha, X-Men e os Vingadores, Stan Lee entrou na lista dos assediadores sexuais de Hollywood aos 95 anos de idade. Presente na maioria dos filmes da Marvel, o figurante mais famoso do cinema foi denunciado por enfermeiras que trabalharam em sua casa, em Los Angeles. Elas afirmam que foram tocadas diversas vezes por ele, que costumava andar nu pela mansão. Além disso, ele ainda teria pedido para receber sexo oral das funcionárias. O caso foi revelado pelo tabloide britânico Daily Mail. Segundo a publicação, a empresa de enfermeiras contratada por Lee teria parado de trabalhar com ele após uma série de reclamações e entrado em litígio. Mas a polícia americana não tem registro de nenhuma queixa contra Stan Lee. Os advogados do empresário rebatem as acusações e afirmam que entraram com uma ação contra a empresa, alegando difamação. “O sr. Lee não será extorquido nem chantageado, e não vai pagar qualquer dinheiro a ninguém porque não fez absolutamente nada de errado”, afirma o advogado Tom Lallas. Ainda de acordo com Lallas, Lee “nega categoricamente” as acusações “falsas e desprezíveis” e tem total intenção de limpar seu “estelar bom nome”. No ano passado, ele perdeu sua mulher, Joan B. Lee, com quem foi casado por 70 anos.

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  • Filme

    Scooby-Doo se junta a Batman em trailer de nova animação

    9 de janeiro de 2018 /

    A DC Animation divulgou o trailer de “Scooby-Doo! & Batman: The Brave and the Bold”. A prévia mostra Batman pedindo ajuda de Scooby e seus amigos para resolver um problema em Gotham City, com direito à participação de diversos vilões clássicos dos quadrinhos, monstros e até da Liga da Justiça. Os mais velhos devem se lembrar que esta não é a primeira vez que Batman e Scooby-Doo se encontram. Eles já combateram o crime em outras animações, como num episódio de sete anos atrás da série “Batman: Bravos e Destemidos” (Batman: The Brave and the Bold) e na série clássica do Scooby-Doo dos anos 1970. O roteiro é de Paul Giacoppo (que trabalhou nos efeitos visuais de “Rogue One”) e James Tucker (“Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”) e a direção é de Jake Castorena (responsável pela série “Justice League Action”) “Scooby-Doo! & Batman: The Brave and the Bold” faz parte da linha de lançamentos animados da DC Comics produzidos pela Warner para o mercado de home video, e chega às lojas do Brasil nesta quarta (10/1), um dia após a distribuição nos EUA.

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  • Música

    Paródia de clipe de Anitta vira novo fenômeno viral de MC Melody

    9 de janeiro de 2018 /

    Fenômeno viral que já dura três anos, a menina Melody (Gabriella Abreu Severino, anteriormente conhecida como MC Melody) emplacou outro sucesso. Seu clipe de “Vai Baranga”, paródia de “Vai Malandra”, de Anitta, está em 1º lugar no ranking dos vídeos mais acessados do Brasil no YouTube. Em menos de 24 horas, o clipe atingiu mais de 800 mil visualizações na rede de vídeos do Google e 1,5 milhões no Facebook. E mantém o vírus de Melody contagioso por mais tempo que o prognosticado. Pra quem não lembra, a filha do funkeiro MC Belinho virou fenômeno ao tentar imitar um falsete de Christina Aguilera, num vídeo que viralizou em 2015. Agora com 10 anos de idade, a criança continua fazendo graça com o funk e o pop, sem abandonar o viés de empoderamento infantil e seus infames “falsetes” guinchados, que parecem freiadas de carro. Enquanto Anitta celebrava os mototáxis e o bronze na laje das favelas cariocas, em sua paródia de periferia paulista, Melody destaca os aparelhos de ginástica das praças públicas. Pegando a deixa no close das celulites de Anitta, a menina conta uma história em que é “baranga” por inteiro. Mas, influenciada pela imagem de beleza projetada pelas celebridades, entra numa dieta que troca a comida trash por peixe e proteínas, e passa a se exercitar. Como não tem grana para frequentar academias, usa os aparelhos gratuitos das praças. E no final termina “chamando atenção até dos urubus”. Apesar da historinha dar margem à discussão da sexualização precoce, o clipe usa bonecas para reproduzir o visual de biquínis de fita isolante de Anitta, lembrando que se trata de uma brincadeira de criança, e embute uma mensagem de autoafirmação que é mais importante qualquer paranoia. O vídeo é engraçado, realista em seu contexto e, de quebra, ainda ensina a importância de uma alimentação correta e exercícios físicos! Basicamente, um novo clássico do estilo “Vila Sésamo” de educar e divertir visualmente.

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  • Etc

    Gwyneth Paltrow anuncia noivado com criador de Glee e American Horror Story

    9 de janeiro de 2018 /

    Gwyneth Paltrow (“Homem de Ferro”) vai se casar novamente. Ela anunciou seu noivado com Brad Falchuk, cocriador de séries como “Glee” e “American Horror Story” ao lado de Ryan Murphy. “Nós nos sentimos incrivelmente sortudos por nos unirmos nesse ponto das nossas vidas, quando nossas realizações e fracassos podem servir como blocos na construção de um relacionamento saudável e feliz”, disse o casal em comunicado à imprensa americana. Os dois também aparecem abraçados na capa da nova edição da revista Goop, da empresa de Gwyneth, que chegou às bancas americanas nesta terça-feira (9/1). A atriz compartilhou a imagem em seu Instagram. Veja abaixo. Paltrow se separou de seu primeiro marido, o cantor do Coldplay Chris Martin, em 2014. Eles são pais de duas crianças e continuam amigos. Já o relacionamento com o produtor de “American Horror Story” tornou-se público em abril de 2015. A atriz conheceu Falchuk durante sua participação na série “Glee” em 2010, na qual interpretou a professora substituta Holly Holliday. Originalmente prevista para uma breve aparição, a personagem acabou fazendo muito sucesso e retornou em mais quatro episódios, em diferentes temporadas. ? Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 8 de Jan, 2018 às 8:59 PST

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  • Série

    Fotos de Supergirl revelam a Legião dos Super-Heróis

    9 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou 20 fotos do próximo episódio de “Supergirl”, que marcará o retorno da série após o hiato de fim de ano. Além de mostrar a recuperação da heroína (Melissa Benoist), após a surra sofrida no último episódio do ano passado, as imagens destacam três integrantes da Legião dos Super-Heróis. O episódio foi batizado, justamente, de “Legion of Superheroes”, e traz Mon-El (Chris Wood) com sua roupa de super-herói, ao lado de Saturnia, bem como a estreia de Brainiac 5. E nenhum dos três lembra os personagens dos quadrinhos em que são baseados. Os fãs que esperam pela revelação do time de super-heróis do século 30 desde a introdução de Mon-El na temporada passada podem ficar decepcionados. Afinal, os famosos uniformes coloridos do grupo foram substituídos por trajes escuros de couro, seguindo a deixa do primeiro filme dos “X-Men”, em 2000. Mas esta não é a única diferença. Loira nos quadrinhos, Saturnia ganhou interpretação da estrela de Bollywood Amy Jackson. E até o esverdeado Brainiac 5, por algum motivo obscuro, tornou-se azulado na versão vivida por Jesse Rath (em seu segundo personagem alienígena, após Alak Tarr na série “Defiance”). Primeiros heróis cults dos quadrinhos, a Legião dos Super-Heróis surgiu numa história do Superboy de 1958, escrita por Otto Binder e desenhada por Al Plastino. E fez tanto sucesso que voltou a aparecer outras vezes, até ganhar sua série própria. Seus fãs eram os que mais escreviam cartas, além de se reunir em clubes e publicar fanzines, estimulados pelos editores, que promoviam votações abertas para determinar o líder anual do grupo – o que fomentou um fenômeno geek antes de existir cultura geek. Os quadrinhos da Legião também anteciparam “Star Trek” ao apresentar uma visão utópica do futuro, em que raças de diferentes planetas conviviam sob a… Federação dos Planetas Unidos! Por curiosidade, já houve um crossover da Legião com “Star Trek” nos quadrinhos. A publicação era tão respeitada que seu escritor de mais de uma década, Paul Levitz, virou presidente da DC Comics. Com o tempo, porém, os diversos reboots da empresa bagunçaram tanto a cronologia da publicação que ela acabou perdendo todo seu prestígio original. De todo modo, esta não é a primeira vez que a Legião aparece de carne e osso numa série da DC Comics. Saturnia e outros heróis do futuro tiveram uma pequena participação em dois episódios da antiga série “Smallville” – além de sua própria série animada no Cartoon Network, entre 2006 e 2008. O próximo episódio de “Supergirl” vai ao ar em 15 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Atrizes e intelectuais europeias lançam campanha polêmica a favor do assédio sexual

    9 de janeiro de 2018 /

    Um grupo formado por uma centena de mulheres artistas e intelectuais europeias — entre elas, as atrizes Catherine Deneuve e Ingrid Caven — assinaram um artigo no jornal francês Le Monde nesta terça-feira (9/1) para defender o assédio sexual no ambiente de trabalho. Ou melhor, a liberdade dos homens “de importunar”. “O estupro é um crime. Mas a paquera insistente ou desajeitada não é delito, nem é o galanteio uma agressão machista”, diz o texto, que pretende ser um ataque ao movimento #metoo, chamado de “campanha de delações”. Após as denúncias contra o produtor Harvey Weinstein, vítimas de abusos em Hollywood e na sociedade sentiram-se encorajadas a denunciar seus abusadores. Mas para a centena de atrizes, escritoras e jornalistas que assinam o texto no Le Monde, as denúncias não passam de “puritanismo”. Embora considere “legítima” a tomada de consciência sobre a violência sexual, sobretudo no ambiente profissional, o grupo avalia que o movimento obriga a se posicionar de certa forma e taxa de “traidores e cúmplices” quem se nega a seguir as diretrizes. Disfarçando-se de defesa da sexualidade, o texto tenta escamotear um ponto de vista conservador, que prefere mulheres caladas e submissas aos avanços indesejados. E defende o status quo, para que homens poderosos continuem tendo o direito de “importunar” funcionárias impunemente. Um trecho chega a lamentar que homens tenham sofrido “sanções na profissão ou obrigados a se demitir quando seu único erro foi tocar um joelho, tentar um beijo, falar de coisas íntimas no trabalho ou enviar mensagens de conotação sexual a uma mulher que não sentia atração recíproca”. Na visão das autoras do artigo, há uma “onda purificadora” que não serve à autonomia das mulheres, mas a inimigos da liberdade sexual, a extremistas religiosos, a reacionários e a quem vê o sexo feminino como “uma criança que pede proteção”. “Não nos reconhecemos neste feminismo que, para além de denunciar abusos de poder, encarna um ódio aos homens e à sexualidade”, diz o texto, que considera a “liberdade de importunar indispensável à liberdade sexual”. Esta curiosa visão da “liberdade sexual” implica que ser “importunada” no trabalho é uma conquista, e que reclamar disso seria um atraso. Trata-se de uma confusão entre submissão e liberdade que as novas gerações conseguem distinguir, mas aparentemente as mais velhas não. A francesa Catherine Deneuve e a alemã Ingrid Caven têm mais de 70 anos, idade que será atingida em abril pela escritora e curadora Catherine Millet, fundadora da revista Art Press, que reuniu o grupo. Também setentona, a atriz e roteirista Catherine Robbe-Grillet escreveu o roteiro do clássico erótico “The Image” (1975), sobre submissão/escravidão sexual. Entre as mais novas da turma, a atriz Brigitte Lahaie está com 62 anos. Deneuve, por sinal, já criou polêmica ao defender publicamente o cineasta Roman Polanski, acusado de estupro. Para a atriz, o diretor não sabia que sua vítima tinha 13 anos. “Sempre achei a palavra estupro excessiva”, ela declarou sobre este assunto.

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    A Forma da Água lidera indicações ao prêmio do BAFTA, o “Oscar britânico”

    9 de janeiro de 2018 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) divulgou os indicados a seu prêmio de cinema, considerado o “Oscar britânico”. E a fantasia “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, lidera a lista, citada em 12 categorias, incluindo Melhor Filme e Direção. O grande vencedor do Globo de Ouro 2018, “Três Anúncios para um Crime”, e a cinebiografia de Winston Churchill, “O Destino de uma Nação”, aparecem em seguida com nove indicações cada. Mas o que mais chamou atenção foram as ausências. “The Post”, de Steven Spielberg, não ganhou nenhuma menção sequer. A premiação do BAFTA está marcada para 18 de fevereiro, duas semanas antes do Oscar. Veja abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao BAFTA Awards 2018 MELHOR FILME “Me Chame pelo seu Nome” “O Destino de uma Nação” “Dunkirk” “A Forma da Água” “Três Anúncios para um Crime” MELHOR DIRETOR Denis Villeneuve, “Blade Runner 2049” Luca Guadagnino, “Me Chame pelo seu Nome” Christopher Nolan, “Dunkirk” Guillermo del Toro, “A Forma da Água” Martin McDonagh, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ATRIZ Annete Benning, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Frances Mcdorman, “Três Anúncios para um Crime” Margot Robbie, “Eu, Tonya” Sally Hawkins, “A Forma da Água” Saoirse Ronan, “Lady Bird” MELHOR ATOR Daniel Day-Lewis, por “Trama Fantasma” Daniel Kaluuya “Corra!” Gary Oldman, “O Destino de uma Nação”, Jamie Bell, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Timothée Chalamet, “Me Chame pelo seu Nome” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Allison Janney, “Eu, Tonya” Kristin Scott Thomas, “O Destino de uma Nação” Laurie Metcalf, “Lady Bird” Lesley Manville, “Trama Fantasma” Octavia Spencer, “A Forma da Água” MELHOR ATOR COADJUVANTE Christopher Plummer, “All the Money in the World” Hugh Grant, “As Aventuras de Paddington 2”, Sam Rockwell, “Três anúncios para um Crime” Willem Dafoe, “The Florida Project” Woody Harrelson, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR FILME BRITÂNICO “O Destino de uma Nação” “The Death of Stalin” “God’s Own Country” “Lady MacBeth” “As Aventuras de Paddington 2” “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ESTREIA DE ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO “The Ghoul”, Gareth Tunley (roteiro/direção/produção), Jack Healy Guttman & Tom Meeten (produção) “I Am Not a Witch”, Rungano Nyoni (roteiro/direção), Emily Morgan (produção) “Jawbone”, Johnny Harris (roteiro/produção), Thomas Napper (direção) “Kingdom of Us”, Lucy Cohen (direção) “Lady MacBeth”, Alice Birch (roteiro), William Oldroyd (direção), Fodhla Cronin O’Reilly (produção) MELHOR FILME ESTRANGEIRO “Elle”, Paul Verhoeven “First They Killed My Father”, Angelina Jolie “A Criada”, Park Chan-wook “Desamor”, Andrey Zvyagintsev “O Apartamento”, Asghar Farhadi MELHOR DOCUMENTÁRIO “City of Ghosts”, Matthew Heineman “Eu Não Sou Seu Negro”, Raoul Peck “Ícaro”, Bryan Fogel, Dan Cogan “Uma Verdade Mais Inconveniente”, Bonni Cohen, Jon Shenk “Jane”, Brett Morgen MELHOR ANIMAÇÃO “Viva – A Vida É uma Festa”, Lee Unkrich, Darla K. Anderson “Com Amor, Van Gogh”, Dorota Kobiela, Hugh Welchman, Ivan Mactaggart “Minha Vida de Abobrinha”, Claude Barras, Max Karli MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Jordan Peele, “Corra!” Steven Rogers, “Eu, Tonya” Greta Gerwig, “Lady Bird” Guillermo del Toro, Vanessa Taylor, “A Forma da Água” Martin McDonagh, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ROTEIRO ADAPTADO James Ivory, “Me Chame pelo seu Nome” Armando Iannucci, Ian Martin, David Schneider, “The Death of Stalin” Matt Greenhalgh, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Aaron Sorkin, “A Grande Jogada” Simon Farnaby, Paul King, “As Aventuras de Paddington 2” MELHOR TRILHA SONORA Benjamin Wallfisch, Hans Zimmer, “Blade Runner 2049” Dario Marianelli, “O Destino de uma Nação” Hans Zimmer, “Dunkirk” Jonny Greenwood, “Trama Fantasma” Alexandre Desplat, “A Forma da Água” MELHOR FOTOGRAFIA Roger Deakins, “Blade Runner 2049” Bruno Delbonnel, “O Destino de uma Nação” Hoyte van Hoytema, “Dunkirk” Dan Laustsen, “A Forma da Água” Ben Davis, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR EDIÇÃO Jonathan Amos, Paul Machliss, “Em Ritmo de Fuga” Joe Walker, “Blade Runner 2049” Lee Smith, “Dunkirk” Sidney Wolinsky, “A Forma da Água” Jon Gregory, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Sarah Greenwood, Katie Spencer, “A Bela e a Fera” Alessandra Querzola, Dennis Gassner, “Blade Runner 2049” Sarah Greenwood, Katie Spencer, “O Destino de uma Nação” Nathan Crowley, Gary Fettis, “Dunkirk” Paul Austerberry, Jeff Melvin, Shane Vieau, “A Forma da Água” MELHOR FIGURINO Jacqueline Durran, “A Bela e a Fera” Jacqueline Durran, “O Destino de uma Nação” Jennifer Johnson, “Eu, Tonya” Mark Bridges, “Trama Fantasma” Luis Sequeira, “A Forma da Água” MELHOR MAQUIAGEM Donald Mowat, Kerry Warn, “Blade Runner 2049” David Malinowski, Ivana Primorac, Lucy Sibbick, Kazuhiro Tsuji, “O Destino de uma Nação” Deborah La Mia Denaver, Adruitha Lee, “Eu, Tonya” Daniel Phillips, “Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha” Naomi Bakstad, Robert A. Pandini, Arjen Tuiten, “Extraordinário” MELHOR SOM “Em Ritmo de Fuga” “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “A Forma da Água” “Star Wars: Os Últimos Jedi” MELHORES EFEITOS VISUAIS “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “A forma da Água” “Star Wars: Os Últimos Jedi” “Planeta dos Macacos: A Guerra” MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO “Have Heart, Will Anderson “Mamoon”, Ben Steer “Poles Apart”, Paloma Baeza, Ser En Low MELHOR CURTA BRITÂNICO “Aamir”, Vika Evdokimenko, Emma Stone, Oliver Shuster “Cowboy Dave”, Colin O’Toole, Jonas Mortensen “A Drowning Man”, de Mahdi Fleifel, Signe Byrge Sørensen, Patrick Campbell “Work”, de Aneil Karia, Scott O’Donnell “Wren Boys”, de Harry Lighton, Sorcha Bacon, John Fitzpatrick

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    Novo trailer legendado de Pantera Negra destaca Andy Serkis como o vilão Garra Sônica

    9 de janeiro de 2018 /

    A Marvel divulgou um novo trailer legendado de “Pantera Negra”, que destaca o confronto do herói, interpretado por Chadwick Boseman (“Capitão América: Guerra Civil”), contra o vilão Ulysses Klaue, vivido por Andy Serkis (também retomando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”). O detalhe é que ele aparece pela primeira vez usando a garra sônica que lhe dá nome nos quadrinhos. A trama se passa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e acompanha a volta de T’Challa (Chadwick Boseman) para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. O elenco também inclui Michel B. Jordan (“Creed”), Letitia Wright (série “Humans”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”) e Martin Freeman (outro que reprisa seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”), “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Jumanji estreia em 1º lugar no Brasil

    9 de janeiro de 2018 /

    Reforçando o consenso: disponibilidade é tudo. O filme com maior distribuição na semana, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, estreou em 1º nas bilheterias do Brasil, com renda de R$ 23 milhões, e público de 900 mil espectadores entre quinta (4/1) e domingo (7/1). O filme também assumiu a liderança das bilheterias norte-americanas no último fim de semana. Sofrendo boicote de parte do parque exibidor, devido a uma exigência de maior participação na bilheteria, a estreia da animação “Viva – A Vida É Uma Festa” precisou se contentar com o 2º lugar e uma arrecadação R$ 6,5 milhões, sendo visto por 359 mil espectadores. Em 3º lugar em faturamento, o campeão anterior, o drama infantil “Extraordinário”, rendeu R$ 4,5 milhões, mas teve muito mais público que o desenho animado: 489 mil pagantes. A diferença se deve ao preço dos ingressos para as sessões em 3D. Maior sucesso brasileiro no ranking, a comédia “Fala Sério, Mãe!” aparece em 4º lugar. O filme protagonizado por Ingrid Guimarães e Larissa Manoela foi assistido por 1,3 milhão de espectadores no último fim de semana, mas já acumula renda de R$ 18,7 milhões em duas semanas de exibição.

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    Fracasso no exterior, Liga da Justiça vira a maior bilheteria de 2017 no Brasil

    9 de janeiro de 2018 /

    O fracasso de “Liga da Justiça” foi uma das maiores decepções do ano passado, levando até a mudanças no comando da DC Films, divisão da Warner encarregada de produzir os filmes de super-heróis. Mas, ironicamente, o longa está sendo comemorado como um grande sucesso no Brasil. Grande, não. O maior lançamento do ano passado. Segundo informações da Warner, a produção de super-heróis faturou a maior bilheteria dos cinemas brasileiros em 2017. Os números são impressionantes. Até domingo passado (7/1), o filme faturou R$ 133,6 milhões e foi assistido por um total de 8,5 milhões de pessoas. Com estes números, “Liga da Justiça” também virou a 4ª maior bilheteria de todos os tempos na indústria cinematográfica brasileira. E o filme continua em cartaz nos cinemas. Infelizmente, esse sucesso todo no Brasil não impediu o filme de dar prejuízo. Orçado em cerca de US$ 300 milhões, mais uma fortuna não revelada de marketing, “Liga da Justiça” fez apenas US$ 227 milhões nos Estados Unidos e US$ 652,8 milhões no mundo inteiro. A expectativa, para pagar custos tão elevados, era que a produção rendesse próximo de US$ 1 bilhão.

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