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    Weinstein diz que Salma Hayek mente e Antonio Banderas defende honestidade da amiga

    14 de dezembro de 2017 /

    Após a atriz Salma Hayek denunciar o assédio de Harvey Weinstein, com direito a ameaças de morte e boicote de seu filme “Frida” (2002), um porta-voz do produtor negou as acusações, dizendo que “não são precisas”. “Todas as alegações sexuais retratadas por Salma Hayek não são precisas e outros que testemunharam os eventos têm opiniões diferentes”, diz o comunicado emitido em nome de Weinstein, que ainda alega que o produtor “não lembra” de ter exigido que ela fizesse uma cena de sexo com uma mulher em “Frida”. “O sr. Weinstein não se lembra de ter pressionado Salma para fazer uma cena gratuita de sexo no filme. Entretanto, isso faz parte da história, já que Frida Kahlo era bissexual”, diz o texto. Diante disse, o ator Antonio Bandeira, amigo de longa data da atriz, foi ao Twitter defender Hayek. “Estou impactado e triste pelo terrível relato que minha queria amiga Salma Hayek tornou público sobre o produtor Harvey Weinstein”, escreveu o ator na rede social, acrescentando: “Sua integridade, honestidade como mulher e profissional me fazem dar total crédito para suas palavras”. Veja abaixo. Estoy impactado y triste ante los terribles hechos que ha hecho públicos mi querida amiga Salma Hayek sobre el productor Harvey #Weinstein. Su integridad, su honestidad como mujer y como profesional me hacen dar absoluto crédito a sus palabras. pic.twitter.com/GZJsgxYGRE — Antonio Banderas (@antoniobanderas) December 14, 2017

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    Frontier: Série de Jason Momoa na Neflix é renovada para a 3ª temporada

    14 de dezembro de 2017 /

    A Netflix e a Discovery do Canadá confirmaram a produção da 3ª temporada de “Frontier”, série passada na América colonial e estrelada por Jason Momoa (“Liga da Justiça”). A notícia tinha sido antecipada em julho por um blog americano, mas só agora se tornou oficial. A 2ª temporada já tinha sido anunciada antes que qualquer capítulo da produção fosse ao ar, o que servia de precedente para a confirmação de forma antecipada. A trama de “Frontier” acontece em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que a atração foi filmada no norte do Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. Além de Momoa, o elenco inclui Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Katie McGrath (série “Supergirl”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”), Allan Hawko (série “Republic of Doyle”) e Jessica Matten (série “Blackstone”). Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), “Frontier” é uma coprodução com o canal pago Discovery Canada. A atração teve seis episódios em sua 1ª temporada, que foram disponibilizados na plataforma de streaming no final de 2016. Também com seis episódios, a 2ª temporada estreou em outubro na TV canadense e chegou na Netflix em 24 de novembro. O terceiro ano consistirá de mais seis episódios, com previsão de lançamento para o final de 2018.

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    HBO renova Curb Your Enthusiasm para a 10ª temporada

    14 de dezembro de 2017 /

    A HBO anunciou que “Curb Your Enthusiasm” (Segura a Onda) vai voltar para sua 10ª temporada no ano que vem. A produção dos novos episódios começará “em poucos meses”, segundo o comunicado, deixando claro que não haverá um novo hiato no programa. “Curb Your Enthusiasm” ficou cinco anos fora do ar, após seu criador e protagonista Larry David decidir que iria fazer outras coisas. Mas as outras coisas foram poucas e não chamaram atenção. Por isso, o programa foi retomado, sem maiores explicações, com a exibição da 9ª temporada a partir de outubro passado. O último dos dez novos episódios foi ao ar em 4 de dezembro. Cultuadíssima, a série foi premiada com o Globo de Ouro em 2003 e acompanha Larry David no papel de si mesmo, vivendo as misérias e fatos sem sentido de sua vida cotidiana. Co-criador da série “Seinfeld”, David também conseguiu reunir o elenco original da atração estrelada por Jerry Seinfeld na 7ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”, que serviu como um reencontro e matou as saudades dos fãs da comédia clássica. Ao comentar a renovação, Larry David resumiu da seguinte forma a decisão: “Como eu já disse muitas vezes, se alguém tem uma oportunidade para irritar outras pessoas, deve fazer isso”.

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  • Série

    iZombie vai manter Robert Knepper no elenco, apesar das acusações de assédio sexual

    14 de dezembro de 2017 /

    A rede CW decidiu manter Robert Knepper no elenco da série “iZombie”, apesar de várias alegações de má conduta sexual contra o ator. Após cinco mulheres acusarem Knepper de assédio e tentativa de estupro ao longo das últimos décadas, a Warner Bros. Television (WBTV) iniciou um processo investigativo. Entretanto, pelo teor do comunicado, a investigação foi focada apenas na conduta do ator durante a produção da série atual. “Estávamos profundamente preocupados com recentes alegações sobre Robert Knepper. Como resultado, realizamos um inquérito interno com parte do elenco e da equipe da ‘iZombie'”, afirmou o estúdio em comunicado. “Não encontramos nenhuma evidência de irregularidades no conjunto da série. Tomamos e continuaremos a tomar as medidas adequadas para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos, que é a nossa principal prioridade”, concluiu a nota. Entre as inúmeras acusações publicadas nas últimas semanas, nenhuma foi relacionada ao comportamento de Knepper em “iZombie”. Na série, ele interpreta Angus DeBeers, o pai de Blaine DeBeers (personagem de David Anders), que terá maior importância na 4ª temporada. A decisão possivelmente levou em conta que a temporada já está inteiramente gravada e seria caótico cortar o ator na pós-produção. Mas Knepper deve sumir do material de divulgação dos novos episódios, que começam a ser exibidos no início de 2018, ainda sem data definida. Não está descartada, também, a morte de seu personagem ao final da temporada – ou, até mesmo, o cancelamento da série no quarto ano. Knepper não se desculpou com as mulheres que o denunciaram, acusando-as de mentirem. Após a publicação da reportagem em que detalhes de seu passado foram revelados, ele emitiu o seguinte comunicado: “Nós chegamos a um momento em que carreiras construídas com trabalho duro estão sendo perdidas com base em acusações. Preciso reiterar que essas acusações contra mim são falsas. Perdemos a presunção de inocência, perdemos o ‘processo devido’ e perdemos a capacidade de requisitar evidências, permitindo que a mídia se torne ‘juiz e júri’. Até que eu possa me sentar e dialogar com os meus acusadores, não por meio da imprensa, mas por um mediador imparcial, não tenho mais nada a dizer sobre este assunto. Minha esposa, família e amigos íntimos me conhecem e a minha verdadeira natureza e seu grato por seu amor e apoio”.

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    Os Simpsons previram compra da Fox pela Disney em episódio exibido há 19 anos

    14 de dezembro de 2017 /

    Depois de Donald Trump presidente dos Estados Unidos, a derrota do Brasil na Copa do Mundo e Lady Gaga sobrevoando o Superbowl, os Simpsons acertaram mais uma previsão do futuro. Em episódio exibido em novembro de 1998, a série animada antecipou a compra da Fox pela Disney, firmada 19 anos depois, nesta quinta-feira (14/12). No episódio intitulado “When You Dish Upon a Star”, da 10ª temporada da atração, Homer Simpson começa a trabalhar como assistente do então casal Alec Baldwin e Kim Basinger, em Hollywood. Quando o episódio mostrava o estúdio Fox, um banner na entrada anunciava que a empresa era uma divisão da Walt Disney Company. Veja abaixo. A aquisição da Disney contempla o estúdio 20th Century Fox e diversas outras propriedades da empresa 21st Century Fox, como a produtora Fox Television Studios, que produz a série dos Simpsons.

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  • Filme

    Disney promete manter Deadpool proibido para menores

    14 de dezembro de 2017 /

    A Disney está disposta a quebrar sua regra de não produzir filmes “R-rated” (para maiores) após a aquisição da Fox. Falando com a mídia americana sobre os desdobramentos da compra, o CEO da Disney, Bob Iger, abordou diretamente o futuro de “Deadpool”, a franquia do super-herói que fala palavrões e mostra a bunda no cinema. “‘Deadpool’ claramente é e será marca da Marvel. Mas pensamos que pode haver uma oportunidade para uma marca adulta da Marvel para algo como ‘Deadpool'”, disse Iger. “Uma vez que pudermos deixar claro para o público o que esperar, pensamos que podemos lidar com isso”. A Fox teve grande sucesso nos últimos dois anos com filmes “R-rated” da Marvel. Além dos US$ 783 milhões mundiais conquistados por “Deadpool” em 2016, “Logan” também foi um sucesso comercial e crítico neste ano, com US$ 616 milhões em todo o mundo. Ambos são considerados filmes que revitalizaram o gênero dos super-heróis, dando ao público algo novo. Se antes havia ceticismo em relação aos planos da Disney de continuar estas experiências, a declaração de Iger deve acalmar, ao menos provisoriamente, os fãs mais alarmados da Marvel. Entre eles, o ator Ryan Reynolds, intérprete do próprio Deadpool, que fez várias piadas sobre a compra da Fox pela Disney nas redes sociais. Nesta quinta, ele postou uma nova, com uma foto do herói sendo preso, após alegada tentativa de explodir a Disneylândia – num trocadilho com a palavra “blow” em inglês e o nome da montanha de gelo do parque. Apparently you can’t actually blow the Matterhorn. pic.twitter.com/2bEAAcZrUv — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) December 14, 2017

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    Diretor de Super Size Me denuncia-se por assédio sexual

    14 de dezembro de 2017 /

    Após dezenas de vítimas denunciarem a prática disseminada de assédio sexual em Hollywood, um perpetrador resolveu se auto-incriminar. “Eu sou parte do problema”, reconheceu o cineasta Morgan Spurlock, vencedor do Oscar pelo documentário “Super Size Me” (2004), ao admitir no Twitter que foi acusado de estupro na universidade e, já como profissional, assediou uma assistente de trabalho. O famoso documentarista americano relatou na rede social que não foi denunciado pelos crimes, mas que resolveu revelar seu histórico abusivo ao assistir “heróis e mais heróis” caírem e se motivar a ser uma pessoa melhor. Spurlock destacou que, diante das revelações de assédio, não se questionava quem seria o próximo, mas sim quando o movimento chegaria até ele. Na série de denúncias que derrubaram, entre outros, o produtor Harvey Weinstein e o ator Kevin Spacey, o cineasta viu que não era apenas um inocente observador das notícias. “Eu sou parte do problema. Na minha vida, houve vários momentos que se assemelham ao que vemos nas notícias. Quando estava na universidade, uma garota com que fiquei por uma noite me acusou de estupro. Não houve queixas ou investigações, mas ela escreveu sobre isso em um trabalho de classe e colocou o meu nome”, recordou o diretor. Ele confrontou a vítima por acreditar que a relação sexual tinha sido consentida. Os dois estavam bêbados, e a mulher precisou explicar que negou repetidas vezes o ato e sofreu com a insistência do documentarista. Anos mais tarde, ele fechou um acordo para uma acusação de assédio a uma funcionária não ir à frente. “Foi só verbal, mas foi tão ruim quanto”, reconheceu o americano, que dava apelidos eróticos para a colega de trabalho. Morgan Spurlock confessou que pagou pelo silêncio e “para continuar a ser quem eu era” sem que os outros soubessem. O cineasta também revelou aos seguidores que traiu todas as mulheres e namoradas com que se relacionou e que sofreu abuso sexual quando era criança e adolescente. Ele também assumiu seu alcoolismo. Desde os 13 anos, ele não consegue ficar sóbrio por mais de uma semana. No entanto, para ele, “nenhum desses fatores importa se você faz outra pessoa se sentir menos pessoa”. Aos seguidores, ele garantiu que já procurou ajuda. “Ao reconhecer e abrir publicamente o que fiz nesta situação terrível, eu espero empoderar a mudança em mim mesmo. Nós todos devemos achar a coragem para admitir nossas falhas. Mais do que qualquer coisa, espero reconstruir a confiança e o respeito daqueles que mais amo. Não sei se mereço, mas vou trabalhar todos os dias para reconquistar. Eu farei melhor. Eu serei melhor. Acredito que todos podemos ser melhores”, frisou. Spurlock recentemente dirigiu uma continuação de seu documentário mais premiado, “Super Size Me 2: Holy Chicken!”, exibido no Festival de Toronto e ainda sem estreia comercial definida. Ele também produz um filme sobre a história da MTV e outro sobre a evolução da Inteligência Artificial, previstos para 2018.

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    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

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    Disney oferece US$ 52,4 bilhões pela Fox

    14 de dezembro de 2017 /

    A Walt Disney Company fez uma oferta oficial de US$ 52,4 bilhões pelas divisões de entretenimento da 21st Century Fox. O negócio, que marca a união de dois gigantes de Hollywood, foi aceito preliminarmente nesta quinta-feira (14/12). O valor total da transação é, na verdade, mais alto: US$ 66,1 bilhões, uma vez que a Disney também assumiu US$ 13,7 bilhões de dívidas da Fox. Com a compra, a Disney vai se tornar o maior conglomerado de entretenimento do mundo, adicionando a seus negócios o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora indie Fox Searchlight Pictures, a produtora Fox 2000, mais um estúdio de animação, o Blue Sky (de “Rio” e “A Era do Gelo”), o grupo de canais pagos FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu e a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar realities como “Big Brother” e “MasterChef”), além das ações da Fox na rede europeia de canais pagos Sky e na rede indiana Star. E, como se não fosse suficiente, participação em mais uma editora de quadrinhos, a Boom! Studios. Em declaração oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que a aquisição “reflete a demanda crescente dos consumidores por uma maior diversidade de experiências de entretenimento, que sejam mais atraentes, acessíveis e convenientes”. “Estamos honrados e gratos por Rupert Murdoch [diretor da 21st Century Fox] ter confiado a nós o futuro do negócio que ele passou a vida construindo, e estamos felizes com essa oportunidade de aumentar significativamente o nosso portfólio de franquias amadas e conteúdos de marca para aprimorar nossas ofertas aos consumidores. O acordo também irá expandir substancialmente o nosso alcance internacional, permitindo a nós oferecer conteúdo de primeira qualidade e plataformas de distribuição inovadoras a mais consumidores em mercados estratégicos ao redor do mundo”, acrescentou. Murdoch também se pronunciou em comunicado: “Nós estamos extremamente orgulhosos de tudo o que construímos na 21st Century Fox, e eu acredito muito que essa junção com a Disney irá trazer ainda mais valores aos acionistas, conforme a nova Disney continue a ditar os rumos do que é uma indústria empolgante e dinâmica. Além disso, estou convencido de que essa combinação, sob a liderança de Bob Iger, será uma das maiores empresas do mundo. Sou grato a Bob por ter decidido prosseguir e estar comprometido a ser bem-sucedido com um time que não fica atrás de ninguém”. A empolgação de Murdoch se deve ao fato de parte do pagamento pela 21st Centory Fox ser com ações da Disney. Na prática, ele virou sócio de seu comprador, e tem interesse em que Iger seja bem-sucedido no comando dos negócios. Bob Iger, por sinal, estendeu seu contrato como CEO da Disney por mais dois anos, para liderar a transição do novo gigante, pois a expectativa é que o negócio só seja concluído em 18 meses, por precisar ser aprovado pelos órgãos regulatórios do governo americano. Além disso, a Disney tem planos de completar a aquisição da rede Sky e isso enfrentará outra etapa burocrática no Reino Unido. Haverá ainda um período longo de ajustes, com definições de quem comandará cada setor da nova empresa. São esperadas demissões, pois alguns cargos serão duplicados na junção das duas companhias. A Disney espera economizar US$ 2 bilhões só na unificação das operações, fechando escritórios internacionais, divisões de distribuição e marketing da Fox, já que passaria a administrar o estúdio no modelo em que trabalha com a Pixar, a Marvel e a Lucasfilm, suas aquisições anteriores, todas incorporadas numa única operação de distribuição, marketing, etc. Alguns desdobramentos são mais fáceis de alinhavar que outros, como a absorção dos personagens da Marvel que estavam na Fox. Heróis como X-Men, Deadpool, Novos Mutantes e Quarteto Fantástico passarão para o Marvel Studios, algo que o produtor Kevin Feige estava “ansioso” para que acontecesse. Mesmo assim, as consequências disso para a continuação da franquia “Deadpool” e filmes de super-heróis para maiores – “R-rated” – como “Logan” ainda são uma incógnita. A Disney, que já era líder em franquias de animação e de super-heróis, também vai virar a maior produtora de filmes de ficção científica de Hollywood, passando a explorar os mundos de “Avatar”, “Alien”, “Predador” e “Planeta dos Macacos”. Ao mesmo tempo, a companhia terá que aprender a trabalhar com filmes menores: as produções da Fox Searchlight, que costumam ser fortes candidatos ao Oscar. Para se ter ideia, o estúdio “indie” da Fox é responsável por “Três Anúncios de um Crime”, “A Forma da Água” e “A Guerra dos Sexos”, que devem aparecer no Oscar 2018. O conteúdo televisivo também é promissor. A Disney domina o mercado de séries infanto-juvenis por meio de três canais: Disney Channel, Disney XD e Freeform. Mas não tinha acesso ao mercado adulto, que o FX e seu spin-off FXX lhe abre. Além disso, o Fox Studios é responsável por diversos hits em exibição na TV aberta, como “This Is Us”, “Modern Family” e, claro, “The Simpsons”. Sem esquecer das séries clássicas da 20th Century Fox Television que podem ganhar novas versões. Uma delas, por sinal, já estava sendo desenvolvida na Netflix: “Perdidos no Espaço”. E, sim, há planos ambiciosos para o lançamento de um serviço de streaming capaz de rivalizar com a própria Netflix. A marca Fox, porém, continuará com o magnata Rupert Murdoch e seus filhos, James e Lachlan. Segundo rumores, o CEO da 21st Century Fox, James Murdoch, tende a ir para a Disney com a venda, enquanto seu irmão, diretor executivo, deve passar a comandar a nova Fox. James Murdoch é considerado um executivo visionário, por ter ampliado sensivelmente a participação da Fox no mercado internacional, o que, no final das contas, foi a cereja no bolo negociado. Com o acordo, a Disney se tornará a maior provedora de conteúdo da rede Fox. O conglomerado não poderia ter duas redes de TV aberta nos Estados Unidos e já é dono da ABC. Mas pode produzir o que o outro canal exibe, já que Murdoch pretende se focar em desenvolver apenas notícias e coberturas esportivas, explorando os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. Por conta destes canais, a Fox também manterá a parte física dos estúdios e escritórios da companhia nos Estados Unidos. Especula-se ainda que os bens da Fox sejam recombinados com os da News Corp., a empresa de Murdoch dedicada a conteúdo impresso – jornais e revistas. As duas companhias haviam sido separadas em 2013, para evitar que a Fox fosse atingida pelo escândalo de espionagem de celebridades que acabou levando ao fechamento do jornal News of the World no Reino Unido. Este escândalo, por sinal, foi o que levou os reguladores britânicos a barrarem o crescimento do controle da Fox sobre a Sky. A Disney não enfrentará o mesmo problema para adquirir a maior companhia de TV paga da Europa. Mas as repercussões do negócio ainda não foram totalmente exploradas. Muitas novidades serão anunciadas nos próximos dias.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi monopoliza os cinemas com sua Força

    14 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” chega aos cinemas como uma Estrela da Morte, ocupando 1,3 mil salas sem dar chances à concorrência. Para as demais estreias desta quinta (14/12), sobra apenas o circuito limitado. A maioria são documentários brasileiros de personalidades, quase uma programação de TV educativa. Mas um dos lançamentos mais esperados do ano acabou sacrificado, com uma distribuição ridícula em apenas 10 telas. Saiba mais sobre as novidades da programação abaixo. E não esqueça de clicar nos títulos para assistir aos trailers de cada filme. Com a demonstração da Força de sua distribuição, o oitavo filme da saga espacial está posicionado para quebrar recordes de bilheterias. O novo “Star Wars” já é uma unanimidade entre a crítica, contando atualmente com 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Repleto de surpresas e reviravoltas, o filme acompanha a evolução de Rey (Daisy Ridley), que busca se tornar pupila do último jedi Luke Skywalker (Mark Hamill). Sim, a tradução brasileira de “the last jedi” está errada. Além de Rey, a trama também desenvolve bastante e humaniza os personagens de Kylo Ren (Adam Driver) e Finn (John Boyega), e marca a despedida cinematográfica da atriz Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia, que faleceu após terminar suas filmagens. A produção agradou tanto que a Lucasfilm encomendou uma nova trilogia ao diretor e roteirista Rian Johnson. Em compensação, poucos terão acesso à melhor estreia do circuito limitado. Aguardadíssimo, “Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas” chega em apenas uma dezena de salas. E olha que seu tema é popularíssimo: a história “secreta” da origem da Mulher-Maravilha. A trama acompanha o psicólogo da Universidade de Harvard, Dr. William Moulton Marston, que inventou o detector de mentiras e criou a Mulher-Maravilha, destacando o período em que precisou defender a super-heroína feminista contra acusações de “perversidade sexual”, ao mesmo tempo em que mantinha um segredo que poderia arruiná-lo. Isto porque a inspiração da personagem foi sua esposa, Elizabeth Marston, e sua amante e ex-aluna Olive Byrne, duas mulheres que também se destacaram na área da psicologia e desafiaram convenções, construindo uma vida a três com Marston, como mães de seus filhos, melhores amigas e parceiras de cama. Por muitos anos, o segredo real de Marston foi mais bem guardado que a identidade secreta da super-heroína. A produção traz Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contatada”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como os protagonistas da história real, e tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Candidato da Suíça a uma vaga no Oscar 2018, “Mulheres Divinas” é a última ficção recomendada da semana. O filme também é sobre mulheres-maravilhas da vida real. Ambientado em 1971, conta a história de uma jovem dona de casa, casada e mãe de dois filhos em um agradável vilarejo suíço. Mas um detalhe incomoda a protagonista. Seu país não permite o voto nem diversos direitos às mulheres. Inconformada com a opressão, Nora decide liderar uma campanha pelo voto feminino – com 70 anos de atraso em relação às sufragistas originais. Mistura de comédia e drama histórico, registra 83% no Rotten Tomatoes e ainda venceu os prêmios do Público e de Melhor Atriz no Festival de Tribeca. Como de praxe, a proximidade do Natal inspira programação religiosa. “Jesus – A Esperança” é uma versão da Paixão de Cristo produzida no Brasil. E “O Poder e o Impossível” transforma uma tragédia verídica numa história edificante de descoberta da fé. No filme americano, um atleta de hóquei viciado e descrente se perde numa nevasca ao ir sozinho fazer snowboarding, tem as pernas apodrecidas pelo frio intenso e passa a considerar sua salvação um milagre cristão. A crítica americana não levou fé, dando apenas 25% de aprovação. Os demais lançamentos são todos documentários. O mais interessante é o francês “Lumière! – A Aventura Começa”, que reúne os primeiros filmes (curta-metragens) da história do cinema, filmados pelos irmãos Lumière, inventores do cinematógrafo. O material foi remasterizado em 4k, ganhou nitidez impressionante e é acompanhado por comentários de Thierry Frémaux, que é diretor do Festival do Cannes e também preside o Instituto Lumière. Dos quatro documentários biográficos nacionais, só um foge da fórmula de depoimentos e imagens de arquivo, que iguala filme a programa de televisão. É “Cora Coralina – Todas as Vidas”, que dramatiza trechos da vida da escritora e reúne atrizes para declamar seus textos, entre as imagens de arquivo e os depoimentos. A programação se completa com “Silêncio no Estúdio”, que conta a história da apresentadora Edna Savaget, pioneira dos programas femininos da TV brasileira, “Tudo É Projeto”, sobre o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, e “Coragem! – As Muitas Vidas de Dom Paulo Evaristo Arns”, biografia do Cardeal brasileiro que se destacou por defender os direitos humanos durante o regime militar.

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  • Etc

    Kirsten Dunst está grávida do primeiro filho

    14 de dezembro de 2017 /

    A atriz Kirsten Dunst, até hoje lembrada por sua atuação como Mary Jane na trilogia de “Homem Aranha” (2002-2007), está esperando seu primeiro filho. A gravidez de Dunst foi revelada nesta quarta-feira (13/12) pelo site da revista Us Weekly. Segundo a publicação, a atriz já teria confidenciado a gravidez a amigos próximos, como os estilitas Kate e Laura Mulleavy. Ela namora o ator Jesse Plemons desde que interpretaram um casal na 2ª temporada de “Fargo”, e no começo de 2017 anunciaram planos de noivado. Dunst e Plemons pretendem se casar no final do primeiro semestre de 2018 em Austin, no Texas.

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  • Filme

    Novo filme de Clint Eastwood ganha primeiro trailer com heróis da vida real

    14 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer de “15h17 – Trem para Paris” (The 15:17 to Paris), novo filme de Clint Eastwood. Depois de contar a história do herói do Rio Hudson em seu drama de acidente aéreo “Sully”, aclamado pela crítica, o veterano cineasta recria outro evento heroico da vida real, mas levando a adaptação a um novo nível de precisão. Para contar a história, Eastwood dirigiu os personagens que a viveram de verdade: Anthony Sadler, Alek Skarlatos e Spencer Stone, que estreiam como atores interpretando a si mesmos. A trama acompanha três americanos de férias na Europa, que usam seu treinamento militar para impedir o ataque de um terrorista armado em um trem que viaja de Amsterdã para Paris. Além do incidente que os tornou famosos, o filme vai mostrar como eles se conheceram desde a infância, em Carmichael, na Califórnia, e o treinamento militar de Alek e Spencer, respectivamente como Guarda Nacional do Oregon e aviador da Força Aérea dos Estados Unidos. A história foi adaptada para a tela pela roteirista Dorothy Blyskal, assistente de produção de “Sully: O Herói do Rio Hudson” (2016), que também estreia na nova função. Além do trio de protagonistas, fazem parte do elenco os atores Tony Hale (série “Veep”), Jenna Fischer (“O Estado das Coisas”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), PJ Byrne (série “Big Little Lies”), Thomas Lennon (“Uma Noite no Museu”) e os meninos Paul-Mikel Williams (série “Westworld”), Bryce Gheisar (“Quatro Vidas de um Cachorro”) e William Jennings (“Wheels”), que interpretam as versões mais jovens de Anthony, Alek e Spencer. A estreia está marcada para fevereiro.

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  • Música

    Documentário sobre os últimos anos de David Bowie ganha trailer

    14 de dezembro de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer de “David Bowie: The Last Five Years”, documentário que registra os últimos anos de vida do músico britânico. O filme é dirigido por Francis Whately, que também fez “David Bowie: Five Years” (2013) sobre o auge do cantor nos anos 1970. E traz uma informação surpreendente, ao afirmar que Bowie só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário, ele descobriu que tinha poucos meses de vida enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. Bowie veio a morrer logo em seguida àquela gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado seu 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte – e que foi considerado um dos melhores discos de sua carreira. Produção original da BBC já exibida no Reino Unido, “David Bowie: The Last Five Years” chega na HBO no dia do aniversário do cantor, em 8 de janeiro.

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