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    Suburra: Primeira série italiana da Netflix ganha imagens e trailer legendado repleto de ação

    5 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, 25 fotos e o trailer legendado de “Suburra”, sua primeira série original italiana. A prévia é repleta de ação, mostrando uma aliança no submundo do crime. Na trama, um projeto quer transformar o cais de Roma numa área de cassinos e o território passa a ser disputado entre empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. No meio desse jogo de interesses, três jovens de diferentes grupos formam uma aliança contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder. A série é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e está à frente de “Soldado”, a continuação de “Sicario” (2015), que marcará sua estreia em Hollywood. Apesar desta relação, a série vai se passar vários anos antes dos eventos vistos no filme, funcionando como um prólogo. Os episódios de “Suburra” foram dirigidos por Michele Placido (“Atirador de Elite”), Andrea Molaioli (“La Ragazza del Lago”) e Giuseppe Capotondi (“A Hora Dupla”), e o elenco conta com Filippo Nigro (“A Janela da Frente”), Francesco Acquaroli (“Pasolini”), Adamo Dionisi (do filme “Suburra”), Alessandro Borghi (também do filme “Suburra”), Eduardo Valdarnini (também de “Pasolini”), Emmanuele Aita (“Le Redoutable”) e Claudia Gerini (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”), entre outros. Os dois primeiros episódios foram exibidos no Festival de Veneza e a estreia está marcada para o dia 6 de outubro.

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  • Série

    The Gifted: Série derivada dos X-Men será exibida com um dia de diferença no Brasil

    5 de setembro de 2017 /

    A Fox anunciou a data de estreia da série “The Gifted”, derivada do universo dos “X-Men”, no Brasil. Composta por 13 episódios de uma hora, a série irá ocupar todas as noites de terça do canal pago a partir de outubro. A estreia foi programada para as 22h30 do dia 3 de outubro, um dia após o lançamento nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”). Singer é um dos produtores da atração, criada por Matt Nix (série “Burn Notice”). A série se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com um grupo de mutantes rebeldes, conhecidos dos quadrinhos dos X-Men. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) , Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). Já os super-heróis que os ajudam são Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”), Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) e Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), único dos quatro que não existe nos quadrinhos. Mostrando que a expectativa da Fox é alta, o segundo episódio da série tem direção de outro cineasta: Len Wiseman (diretor e roteirista de “Anjos da Noite”). Ele também vai produzir a atração.

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    Confira a pegadinha de Sílvio Santos com o palhaço de It: A Coisa

    5 de setembro de 2017 /

    O SBT disponibilizou no YouTube a pegadinha de terror com o palhaço Pennywise, de “It: A Coisa”, que recria uma cena do filme. Exibida no domingo (3/9), no quadro “Câmera Escondida” do “Programa Sílvio Santos”, a pegadinha mostra o ator mirim Gian Lucca pedindo ajuda para diferentes pessoas pegarem seu barquinho de brinquedo que teria caído dentro de um bueiro. Assim que as vítimas se aproximam, se assustam com o surgimento de Pennywise, interpretado pelo ator Robim Castro. O bueiro não é de verdade. Ele foi especialmente construído pela equipe de cenografia do SBT e conta com um minielevador para auxiliar o intérprete do palhaço a pular sobre os incautos. A cena já é icônica, pois marcou gerações de fãs da minissérie que adaptou o livro “It: A Coisa” em 1990. O filme do diretor argentino Andy Muschietti (“Mama”), que estreia na quinta (7/9) no Brasil, será a primeira versão desta história para o cinema. A pegadinha também será exibida nas salas da rede Cinépolis, antes das sessões de “It: A Coisa”, repetindo a trajetória das pegadinhas inspiradas nos filmes “Invocação do Mal 2” e “Annabelle 2”. Todas as três, inclusive “It”, abordam produções da Warner.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Rogéria (1943 – 2017)

    4 de setembro de 2017 /

    Morreu a atriz Rogéria, o primeiro travesti a fazer sucesso na TV nacional, que se definia como “o travesti da família brasileira”. Ela vinha lutando contra uma infecção desde julho, sendo internada algumas vezes. Voltou ao hospital nesta segunda (4/9) no Rio de Janeiro, onde veio a falecer poucos horas após a internação, aos 74 anos. Seu nome artístico surgiu em um concurso de fantasias de Carnaval onde se apresentou como Rogério em 1964. Ao final do show, a plateia a ovacionou aos gritos de Rogéria. A partir daí, nunca mais usou o nome de batismo, Astolfo Barroso Pinto, a não ser como piada. E era realmente engraçado que Rogéria fosse Astolfo e ainda tivesse Pinto. Ela não tinha papas na língua. Costumava dizer que a cidade em que nasceu em 1943, Cantagalo, no interior do Rio de Janeiro, tinha sido o lar do maior macho do Brasil, Euclides da Conha, e da “maior bicha do Brasil: eu”. Desde sua infância tinha consciência da homossexualidade e na já adolescência virou transformista, buscando uma carreira de maquiadora, enquanto se descabelava aos gritos no auditório da Rádio Nacional, nos programas estrelados pela cantora Emilinha Borba, de quem era fã incondicional. Antes de se tornar famosa, Rogéria trabalhou como maquiadora na TV Rio. Lá, foi incentivada a ingressar no universo das artes cênicas, encontrando sua verdadeira vocação como atriz. Virou vedete de teatro de revista no notório reduto gay de Copacabana, a Galeria Alaska. Mas não se contentou em virar apenas um ícone LGBT+ do Rio. Chegou, inclusive, a ter carreira internacional. Viajou para Angola, Moçambique e seguiu para a Europa. Em Paris, virou estrela de renome graças a sua temporada na boate Carrousel entre os anos de 1971 e 1973. Ao voltar para o Brasil, emplacou filmes da Boca do Lixo, como “O Sexualista” (1975) e “Gugu, o Bom de Cama” (1979), ao mesmo tempo em que ganhou o Troféu Mambembe, conferido pelo Ministério da Cultura aos destaques teatrais do Rio e São Paulo, pelo espetáculo que fez em 1979 ao lado de Grande Otelo. Logo, começou a aparecer na TV. A princípio, como jurada de programas de calouro do Chacrinha. Seus comentários provocantes repercutiram com enorme sucesso entre o público, e assim ela se perpetuou nos programas de auditório por várias décadas, incluindo os comandados por Gilberto Barros e Luciano Huck. Rogéria também fez pequenas participações em novelas e séries de comédia da Globo, aparecendo em “Tieta”, “Sai de Baixo”, “Desejo de Mulher”, “Duas Caras”, “Babilônia”, “A Grande Família” e “Zorra Total”, além de fazer papéis bissextos no cinema, em filmes de diretores importantes e tão diferentes como Eduardo Coutinho (“O Homem que Comprou o Mundo”, 1968), Julio Bressane (“O Gigante da América”, 1978), José Joffily (“A Maldição do Sanpaku”, 1991) e Carla Camurati (“Copacabana”, 2001). No ano passado, ela lançou uma autobiografia intitulada “Rogéria — Uma Mulher e Mais um Pouco”, que comemorou os 50 anos de sua carreira, e participou do documentário “Divinas Divas, sobre as primeiras transformistas famosas do Brasil. Dirigido por Leandra Leal, o filme venceu o prêmio do público do Festival do Rio e do Festival SXSW, nos Estados Unidos. “Rogéria era uma artista maravilhosa. Era mais fácil trabalhar com ela do que com qualquer pessoa. Era só acender a luz que ela brilhava. Ela se dizia a travesti da família brasileira. Ela levava a família brasileira pra ver seus shows. Era sensacional”, lamentou o cartunista Chico Caruso, em depoimento ao jornal O Globo. “Ela abriu as portas para uma geração, ela desde sempre foi vanguarda, revolucionária e acho que é uma perda muito grande”, disse Leandra Leal. “Ela fazia a diferença, ela tinha voz, talento, força. Ela dizia: ‘Eu não levanto bandeira, eu sou a bandeira’. A maior mensagem que ela deixa é viver de acordo com a sua potência”.

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  • Série

    Emanuelle Araújo vai estrelar nova série brasileira da Netflix

    4 de setembro de 2017 /

    A Netflix anunciou nesta segunda-feira (4/9) o início das gravações de sua nova série brasileira: “Samantha!”, uma comédia de sete capítulos idealizada e produzida no país. Criado por Felipe Braga, o projeto foi revelado em fevereiro, mas só agora confirma Emanuelle Araújo (“Bingo – O Rei das Manhãs”) no papel-título. Na trama, Samantha é uma decadente ex-celebridade mirim dos anos 1980, que hoje se apega desesperadamente aos últimos vestígios da fama com planos absurdos para conseguir voltar aos holofotes, enquanto seu marido Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol, volta para casa após uma longa estadia na prisão. Os dois serão pais de Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves), e, no decorrer da trama, a família irá receber alguns “convidados especiais”, segundo o comunicado da Netflix. A sinopse lembra ligeiramente a vida de uma ex-celebridade mirim real dos anos 1980, que se casou com um rapper que passou sete anos preso no Carandiru. Curiosamente, o nome desta pessoa também começa com S de Simony. Com previsão de estreia para 2018, “Samantha!” tem produção das Losbragas, produtora paulista que junta Felipe Braga e a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”). Os dois não são parentes, apesar de compartilharem o mesmo sobrenome, e trabalharam juntos na produção das séries “Latitudes”, exibida no canal de TV paga TNT, e “Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos”, ambas em 2014. Além desta atração, a Netflix ainda está investindo numa série sobre a Operação Lava Jato, atualmente em produção pelo cineasta José Padilha, com quem a plataforma já tem relação profissional bem-sucedida por meio da série “Narcos”. O serviço de streaming também produziu seu primeiro filme brasileiro em 2017, “O Matador”, dirigido por Marcelo Galvão (“A Despedida”), que teve première no recente Festival do Gramado.

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  • Filme

    Star Wars: Os Últimos Jedi revela 80 artes produzidas para livros, cards e outros produtos da franquia

    4 de setembro de 2017 /

    Oitenta artes produzidas para os mais diferentes projetos de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foram divulgadas durante evento da franquia espacial da Lucasfilm no fim de semana. São imagens de álbuns ilustrados, coleções de figurinhas (trade cards), pôsteres decorativos, livros de referência e outros projetos colecionáveis. As artes destacam todos os personagens da continuação, além de revelar mais detalhes visuais de novos alienígenas e uniformes da guarda pretoriana da Nova Ordem. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), o filme estreia no Brasil em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las em tela inteira.

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  • Filme

    Star Wars: Os Últimos Jedi ganha quatro fotos novas com Rey, Luke Skywalker e General Leia

    4 de setembro de 2017 /

    A Lucasfilm divulgou quatro novas fotos de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. As imagens destacam Rey (Daisy Ridley), Luke Skywalker (Mark Hamill) e a General Leia (Carrie Fisher) em sua despedida da franquia. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las em tela inteira.

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  • Filme

    Documentário sobre David Lynch revela a Vida de um Artista

    4 de setembro de 2017 /

    Um timing perfeito o da chegada do documentário “David Lynch – A Vida de um Artista” aos cinemas. O cineasta voltou a ser incensado como um dos maiores gênios do cinema, ironicamente pela nova revolução que vem mostrando com “Twin Peaks – The Return”, que é, entre outras coisas, uma síntese de toda sua carreira, inclusive de seu período pré-cinema, como pintor, quando resolve experimentar pinturas que se movem. Um dos grandes acertos dos diretores Jon Nguyen, Rick Barnes e Olivia Neergaard-Holm foi ter conseguido fazer um documentário que é a cara de seu objeto de estudo. Ou seja, embora possa parecer às vezes um documentário tradicional, com muitas falas de David Lynch sobre sua infância, juventude, fatos inusitados de sua vida e arte, isso é contado com por meio de músicas (muitas delas compostas pelo próprio Lynch), sons e pinturas que funcionam como objetos lynchianos perfeitos para o documentário. Há também um interesse especial por situações surreais na vida de Lynch, como algumas lembranças que ele tem da infância, como a de uma mulher andando completamente nua na rua com sangue saindo pela boca. No geral, porém, não parece haver muitos motivos em sua vida para que o artista tenha preferido adotar esse gosto pelo bizarro e pela violência com humor, que caracterizaria boa parte de sua obra. Inclusive, sua infância parece ser tão perfeita quanto são as cidades que ele aborda, quando vistas de maneira superficial. É assim em “Twin Peaks” (1990), é assim em “Veludo Azul” (1986) etc. A emulação do jeito Lynch de ser está presente em outras situações e momentos do documentário, como quando há uma exploração do humor retirado da vida real: a primeira experiência com a maconha, ou a visita do pai à sua oficina artística (o conselho do pai: “Não tenha filhos”, ao acreditar que o filho é mentalmente doente, é hilário). Destaca-se também, nos monólogos, os silêncios, que são tão caros ao cineasta, com sua fala característica. O filme ainda dá bastante espaço para suas pinturas belamente sinistras, que são uma espécie de sublimação de seu lado mais sombrio através da arte. Sem falar no quanto esses quadros são familiares a quem acompanha a obra cinematográfica e televisiva de Lynch. Paradoxalmente, há poucos bastidores de seus filmes. Mas é possível ver a gênese de “Eraserhead” (1977), primeiro longa-metragem do cineasta, visto por ele como uma das melhores e mais belas coisas que já fez. Aqueles que procurarem em “David Lynch – A Vida de um Artista” uma espécie de compêndio de suas obras cinematográficas, ao estilo de “De Palma”, “Ozualdo Candeias e o Cinema” e “Jia Zhang-Ke, Um Homem de Fenyang”, para citar três exemplos recentes, pode sair um tanto decepcionado do cinema. Mesmo assim, fãs de Lynch ficarão bastante satisfeitos com o que é exibido.

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    Anitta vira morena bossa nova em clipe com cenas de nudez

    4 de setembro de 2017 /

    Anitta volta a cantar em inglês, após o dueto com a australiana com Iggy Azalea na música “Switch”. Em seu novo clipe, ele é produzida por Poo Bear, responsável por hits de Justin Bieber, mostrando mais alcance vocal que em suas músicas dançantes, e sem perder a brasilidade, ao combinar a letra importada com bossa nova. Mas o que chama mais atenção no vídeo de “Will I See You” são as cenas de nudez da morena bossa nova. Em entrevista à revista Caras, ela procurou minimizar. “É bem sutil, né? Não to dançando, é uma coisa mais emotiva, mais artística. Para mim tranquilo”, comentou. Em um evento para divulgar a música, ela adiantou que tem sete parcerias na “gaveta”, que serão lançados até o fim do ano, e chamou a estratégia de projeto “CheckMate”, na qual lançará um clipe de música nova por mês. A ideia é patrocinada pela C&A, que aproveita os vídeos para vender roupas. O top de renda usado pela cantora, por exemplo, custa R$ 39,90 nas lojas da rede.

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    Playlist: 10 clipes de bandas de rock indie lideradas por mulheres

    3 de setembro de 2017 /

    A banda de Lydia Night, a adolescente mais cool dos Estados Unidos, abre a playlist abaixo, puxando com seu rock feminista uma coleção de vozes femininas e distorções da cena indie atual. A impressionante líder das Regrettes tem apenas 16 anos e começou a carreira com 12, tocando numa banda com Ryan Reynolds (ele mesmo, do filme “La La Land”). A inglesa Marika Hackman também possui conexões cinematográficas, já que seus pais são animadores e ela teve uma banda com Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade de Mil Planetas”) antes de virar artista solo. No clipe de “Boyfriend”, Marika é acompanhada pela banda londrina The Big Moon, que aparece logo em seguida com o primeiro single de seu álbum de estreia. Quem acompanha mais atentamente a cena indie pode reconhecer as irmãs Clavin do Bleached de sua banda anterior, Mika Miko, de Los Angeles, famosa por suas performances frenéticas. Já o trio Hiccup é um spin-off televisivo. A cantora Hallie Bulleit (do Unlovables) conheceu seu parceiro Alex Clute quando os dois foram contratados para integrar um banda de TV, para fazer a trilha ao vivo do talk show nova-iorquino “The Chris Gethard Show”. Decidiram formar sua própria banda de verdade. The Coathangers vem de Atlanta e apresenta seu feminismo já no nome, que é um método abortivo. A lista ainda inclui o trio canadense The Courtneys, a dupla escocesa Honeyblood, a holandesa Pip Blom e a banda inglesa Milk Teeth. Ao apertar o play, reparem que os artistas têm uma sonoridade em comum, que evoca o rock alternativo que vigorou com mais força entre o final dos anos 1980 e o começo dos 1990, com notável influência de Nirvana, Hole, L7, Breeders, Blake Babes, Throwing Muses, etc. Dá até para supor, pela idade da turma, que cresceram ouvindo a coleção de discos de seus pais. A tracklist: The Regrettes – “Seashore” (EUA) Marika Hackman – “Boyfriend” (Inglaterra) The Big Moon – “Cupid” (Inglaterra) The Courtneys – “Silver Velvet” (Canadá) Honeyblood – “Babes Never Die” (Escócia) Pip Blom – “Truth” (Holanda) Bleached – “Wednesday Night Melody” (EUA) Hiccup – “Lady Macbeth & Miss Havisham” (EUA) The Coathangers – “Perfume” (EUA) Milk Teeth – “Owning Your Okayness” (Inglaterra)

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    Dupla Explosiva completa três semanas na liderança das bilheterias da América do Norte

    3 de setembro de 2017 /

    “Dupla Explosiva” manteve o 1º lugar pelo terceiro fim de semana consecutivo na América do Norte, surpreendendo seu próprio estúdio, graças à falta de grandes estreias de Hollywood. A ausência de blockbusters resultou na pior arrecadação deste século no feriado do Dia do Trabalho norte-americano. Na verdade, desde 1990 o feriadão não rendia tão pouco para a indústria cinematográfica, segundo levantamento do site Box Office Mojo. A comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds já soma US$ 54,9 milhões no mercado doméstico, um grande resultado para a Lionsgate, que investiu US$ 29 milhões em sua produção. Com um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”) e história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988), o filme foi rejeitado pela crítica (40% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas, desde que entrou em cartaz, seus concorrentes conseguiram ser ainda mais fracos. A maior estreia da semana foi o relançamento do clássico sci-fi “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977). Distribuído em 900 cinemas, fez US$ 1,8 milhões e abriu em 13º lugar. Um desempenho bem melhor que o romance de época “Amor e Tulipas”, segunda maior estreia, que chegou em 765 salas e rendeu US$ 1,2 milhões. O desapontador 23º lugar ainda refletiu críticas extremamente negativas (só 11% de aprovação), que já viraram tendência na coleção de fiascos recentes estrelados por Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”). Para se ter ideia, até o piloto da série “Inhumans”, exibido em 393 telas de IMAX, rendeu mais: US$ 1,5 milhão e um 18º lugar. Ainda sem índice de aprovação, a atração também está rendendo críticas pesadas. Diante deste cenário árido, o Top 5 se manteve quase inalterado, com “Annabelle 2 – A Criação do Mal” inclusive repetindo a mesma arrecadação da semana anterior: US$ 7,3 milhões, em 2º lugar. A maior novidade no ranking foi o crescimento do thriller indie “Terra Selvagem”, que ampliou seu circuito para 2,6 mil telas e pulou para o 3º lugar. Escrito e dirigido por Taylor Sheridan, o filme recebeu o prêmio de Melhor Direção na mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2017, poucos meses após Sheridan ser indicado ao Oscar como Roteirista, por “A Qualquer Custo”. O elenco é liderado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen (ambos de “Vingadores: Era de Ultron”), como um caçador local e uma agente do FBI, que se unem para investigar o assassinato de uma jovem numa reserva indígena. Tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas, infelizmente, só vai chegar ao Brasil daqui a dois meses, em 2 de novembro. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes de maior bilheteria neste fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 54,9 milhões Total Mundo: US$ 54,9 milhões 2. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 88,9 milhões Total Mundo: US$ 253,3 milhões 3. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 18,2 milhões Total Mundo: US$ 18,2 milhões 4. A Bailarina Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 11,3 milhão Total Mundo: US$ 94,4 milhões 5. Roubo em Família Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 21,4 milhões Total Mundo: US$ 24,6 milhões 6. Dunkirk Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 178,7 milhões Total Mundo: US$ 458,7 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 324 milhões Total Mundo: US$ 746,1 milhões 8. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 80,3 milhões Total Mundo: US$ 159,5 milhões 9. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 257,8 milhões Total Mundo: US$ 993,9 milhões 10. 6. Girls Trip Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 111,5 milhões Total Mundo: US$ 125,8 milhões

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    Bingo – O Rei das Manhãs é um baita filme

    3 de setembro de 2017 /

    Daniel Rezende é pé quente. Seu primeiro filme como montador foi “Cidade de Deus” (2002). Já chegou com muita força, recebendo até indicação ao Oscar e um reconhecimento internacional que o levou a trabalhar com Terrence Malick, em “A Árvore da Vida” (2011). Sem falar em colaborações memoráveis em outros filmes marcantes de diretores brasileiros como Walter Salles, José Padilha, Laís Bodansky e novamente com Fernando Meirelles. Ser um editor de filmes de sucesso de público deve ter lhe dado uma sábia compreensão do que se deve fazer para que um filme flua bem. Em “Bingo – O Rei das Manhãs”, sua estreia na direção de longas-metragens, não parece haver nenhuma gordura. Tudo no filme está ali muito bem amarradinho. Difícil perder o interesse em algum momento. E não só porque é uma obra que fala de assuntos que interessam a quem viveu os anos 1980 e assistia ao programa do Bozo – embora tenha um sabor especial para quem testemunhou aqueles anos de exageros. “Bingo” tem uma estrutura mais clássica e um acabamento profissional que lembra bastante o cinema americano. Mas é, sim, um filme conceitualmente brasileiro, como foi a transformação do palhaço gringo Bozo em “coisa nossa”, como o Sílvio Santos, a Aracy de Almeida e o Pedro de Lara. Até a mudança do nome do palhaço para Bingo, por questões de direitos, contou para a “abrasileiração”, além de ampliar a liberdade da adaptação. Todos os personagens, à exceção de Gretchen (Emanuelle Araújo, de “S.O.S.: Mulheres ao Mar”), são tratados por outros nomes. Arlindo Barreto, o verdadeiro personagem da história, virou Augusto Mendes, vivido de maneira inspirada por Vladimir Brichta (“Muitos Homens num Só”). O fato de “Bingo” trafegar por caminhos sombrios é outro aspecto atraente. Até dá pra entender o fato de ter sido a Warner a distribuidora do filme aqui, já que é uma empresa que tem raízes nos filmes de gângster e nunca se desvencilhou totalmente dessa linha mais dark – inclusive, produziu o vindouro terror de palhaço “It: A Coisa”. Por sinal, “Bingo” também explora como a figura do palhaço pode despertar medo em algumas pessoas. E isso se reflete numa cena tão forte que leva a questionar se aquilo aconteceu de verdade com o Arlindo no SBT. Na trama, Augusto Mendes é um ator de pornochanchada que está separado da esposa e tem uma relação muito próxima com o filho. Logo no começo do filme, o menino até chega a flagrar um pouco o trabalho do pai dentro daquele universo, numa época em que o cinema brasileiro era uma versão nua, crua e mais desbocada da dramaturgia que hoje é representada nas telenovelas da Globo. Inclusive, era possível ver algumas das atrizes globais nuas em determinados filmes. Isso fazia parte da graça da época e é representado no filme na figura da ex-esposa de Augusto. As coisas ficam mais interessantes para o protagonista quando ele, depois de se sentir humilhado com uma ponta em uma novela da Rede Globo (no filme, Mundial), vai parar, sem querer, no teste para ser o palhaço Bingo, em uma das apostas mais caras do SBT, que aqui aparece com outro nome também. E é com sua inteligência e astúcia que ele consegue não só tirar sarro do produtor gringo, como mostrar, à sua maneira, que era preciso adaptar as piadas para o Brasil, se quisesse arrancar o riso e conquistar as crianças. Mas o que mais encanta no filme é o quanto esse universo de programa infantil é tratado como uma fachada para a vida louca de Augusto, que bebia e cheirava muito nos bastidores, além de se envolver em orgias e desfrutar das loucuras que o dinheiro podia comprar. Talvez o ponto fraco do filme seja ter quase que uma obrigação de fazer um arco dramático para redimir o personagem, embora isso seja perfeitamente coerente com um tipo de cinema mais comercial – sem querer colocar nenhuma carga pejorativa no termo. Os ingredientes que mais divertem e emocionam são as inúmeras referências pop dos anos 1980. Não apenas à televisão, mas ao comportamento da época e as canções escolhidas, com muita new wave brasileira, mas também duas lindas faixas do Echo and the Bunnymen. O que não quer dizer que também não haja uma trilha sonora original ótima, que se destaca principalmente nos momentos mais dramáticos e sombrios do filme. Claro que é possível encontrar alguns problemas nas interpretações e no roteiro, mas são coisas que podem ser relevadas diante de um todo brilhante. É um baita filme. Embora o maior mérito seja de Rezende, a produção está repleta de técnicos ilustres: Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”) como diretor de fotografia, Luiz Bolognesi (“Como Nossos Pais”) como roteirista, Marcio Hashimoto (“O Filme da Minha Vida”) como montador, Cassio Amarante (“Xingu”) na direção de arte, além de um elenco de apoio muito bom – como esquecer da cena do Brichta com a Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”) em um restaurante? Aliás, como esquecer tantas cenas memoráveis de “Bingo”? É o tipo de filme que merece ser visto e revisto, algo raríssimo entre os lançamentos do cinema nacional.

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    Bye Bye Alemanha usa de bom humor para tratar de tema sério

    3 de setembro de 2017 /

    Os judeus alemães que conseguiram sobreviver ao regime nazista, logo após a 2ª Guerra Mundial, tinham um sonho comum: abandonar a Alemanha e partir para os Estados Unidos. É o caso de David Bermann (Moritz Bleibtreu) e seus amigos, em Frankfurt, em 1946. Com um negócio de família de venda de roupa fina para os alemães, foi possível obter o dinheiro para a viagem, e o visto para a América é quase automático na situação dele. Porém, ao examinar seus documentos e vasculhar seu passado recente, a oficial americana Sara Simon (Antje Traue) resolve investigar melhor e encontra coisas suspeitas. O filme “Bye Bye Alemanha”, do diretor Sam Garbarski, conta a história desse personagem da vida real, do que ele relata e do que ele esconde, e vamos descobrindo uma personalidade cheia de nuances e jogo de cintura, que explicam sua sobrevivência. David tem também uma malandragem e uma vivacidade intelectual que, certamente, contam muito em situações extremas. Basta dizer que um dos elementos centrais nessa história é sua capacidade de contar piadas, nos momentos e situações mais improváveis. E o humor salva. A trama é muito boa e muito bem contada, pelo cineasta que já nos deu dois bons filmes antes: “Irina Palm”, em 2007, e “O Tango de Rashevski”, em 2003. Seu estilo de narrar é tradicional e popular. Comunicativo e bem humorado, geralmente abordando temas bem sérios, como é o caso aqui. O ator alemão Moritz Bleibtreu é talentoso e compõe muito bem o tipo retratado no filme. Ainda assim, para um personagem que conta piadas, ele é discreto demais. Ele optou por uma interpretação contida, considerando o contexto, mas talvez tenha exagerado um pouco na dose. A personagem de Sara também comportaria mais expansividade. Ela enfatiza mais as suspeitas em relação ao personagem do que o acolhimento e o direito de considerá-lo uma pessoa inocente até prova em contrário, na maior parte do filme. Curiosamente, os dois atores principais trabalharam juntos em outro filme recente sobre as consequências do nazismo, “A Dama Dourada” (2015). “Bye Bye Alemanha” traz uma boa caracterização de época, incluindo uma fotografia que, em tons sépia, cinza e ambientação escurecida, nos remete ao passado, e um passado nada glorioso. Não fosse o tom bem-humorado da realização, poderia resultar em um filme pesado. Não é o caso. Esse é um dos méritos de “Bye Bye Alemanha”: tratar com respeito, mas sem muita dramaticidade, um assunto grave. E por um ângulo inesperado, como verá quem for assistir ao filme.

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