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    Halle Berry ajuda a fazer de O Sequestro um thriller melhor que seu baixo orçamento

    28 de setembro de 2017 /

    Halle Berry é um dos vários casos de atrizes que chegam ao primeiro time de Hollywood, mas são amaldiçoadas pelo Oscar. Ela venceu o troféu da Academia por sua ótima atuação em “A Última Ceia” (2001), de Marc Forster. Isso foi há 16 anos. De lá pra cá, ela esteve presente em alguns filmes da franquia X-Men, fez um filme que todo mundo adora odiar (“Mulher-Gato”), esteve presente como coadjuvante em alguns bons títulos (e outros não tão bons também), fez uma obra de respeito (“Coisas que Perdemos pelo Caminho”) e se especializou em estrelar alguns thrillers de gosto duvidoso, mas que às vezes se mostram uma delícia de assistir. Foram os casos de “Na Companhia do Medo” (2003), de Mathieu Kassovitz, “A Estranha Perfeita” (2007), de James Foley, o pouco visto “Maré Negra” (2012), de John Stockwell, e “Chamada de Emergência” (2013), de Brad Anderson, que é o título que mais se assemelha com o novo “O Sequestro” (2017), devido à tensão constante e o desespero da protagonista para salvar a vida de alguém. No caso, trata-se da vida do próprio filho, que é sequestrado por um casal white trash. No filme, a atriz interpreta uma garçonete que está sofrendo com um divórcio litigioso e leva o filho a um parque de diversões, quando o garoto desaparece. O que parecia um thriller bem ordinário acaba se mostrando uma diversão empolgante logo que a personagem de Berry sai em disparada com o próprio carro perseguindo os bandidos na estrada. Até imagina-se que em algum momento “O Sequestro” vai perder o fôlego, mas não é isso que acontece. Ponto para o diretor Luis Prieto, mais ou menos conhecido por “Contra o Tempo” (2012) remake britânico de “Pusher”, de Nicolas Winding Refn. É um diretor que merece a atenção daqueles que apreciam um bom filme de ação de baixo orçamento. Aliás, muito bom o modo como pintam os vilões. Eles realmente parecem ameaçadores. E isso ajuda o público se colocar no lugar da mãe desesperada, que prefere não esperar pela polícia – que pede para as pessoas preencherem formulários e esperarem sentados. Se há filmes que valorizam a polícia americana, este aqui faz uma crítica, remetendo um pouco aos famosos thrillers de justiceiros que foram moda nos anos 1970 e 1980, como “Desejo de Matar”. Mas “O Sequestro” não é um filme de vingança. A própria protagonista, ao tentar negociar com os sequestradores, afirma que não tem nenhum interesse em entregá-los à polícia, que só quer que eles lhe devolvam o filho. Vale destacar o bem-sucedido clímax, que, por mais que siga a fórmula de outros filmes do gênero, é bastante eficiente na construção de seu suspense e do medo. Pode até passar a impressão de que a última cena, seguida dos créditos, confirma o filme como um legítimo trash. Mas por que não considerar isso como um de seus charmes?

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  • Série

    The Gifted: Veja os seis primeiros minutos da série derivada dos X-Men

    28 de setembro de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou os primeiros seis minutos de “The Gifted”, série derivada dos “X-Men”. O vídeo se concentra nos protagonistas mutantes da trama, mostrando Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) em fuga da polícia e seu primeiro encontro com Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”) e Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”). O desfecho ajuda a explicar porque Polaris aparece presa nas fotos do segundo episódio. Criada por Matt Nix (série “Burn Notice”), a atração se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com o grupo de mutantes rebeldes descrito acima. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”), Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). A estreia no Brasil foi programada para as 22h30 do dia 3 de outubro, no canal pago Fox, um dia após o lançamento nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), que também é um dos produtores da atração. Mostrando que a expectativa da Fox é alta, o segundo episódio da série tem direção de outro cineasta: Len Wiseman (diretor e roteirista de “Anjos da Noite”), que também entrou na equipe de produção.

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  • Filme

    Gary Oldman incorpora Winston Churchill no novo trailer legendado de O Destino de Uma Nação

    28 de setembro de 2017 /

    A Universal divulgou novas fotos, dois pôsteres americanos e o trailer legendado de “O Destino de Uma Nação” (Darkest Hour), que traz Gary Oldman irreconhecível, numa impressionante transformação em Winston Churchill (1874-1965), o político que liderou o Reino Unido durante a 2ª Guerra Mundial. O filme acompanha Churchill em 1940, no início de seu mandato como Primeiro Ministro britânico. Diante do avanço do nazismo pela Europa, com Hitler expandindo territórios e colecionando vitórias, ele se vê diante de um dilema: aceitar a pressão de seus colegas por um vergonhoso acordo de paz com a Alemanha ou se jogar numa guerra com a perspectiva de uma derrota iminente. O roteiro foi escrito por Anthony McCarten, responsável por “A Teoria de Tudo”, trabalho indicado ao Oscar e vencedor do BAFTA, e a direção está a cargo de Joe Wright, de “Orgulho e Preconceito” (2005), “Desejo e Reparação” (2007), “Anna Karenina” (2012) e “Peter Pan” (2015). O elenco conta ainda com Kristin Scott Thomas (“Suite Francesa”) no papel de Clementine, esposa de Churchil, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História de Star Wars”) como o rei George VI, John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”) como o ex-primeiro ministro Neville Chamberlain e Lily James (“Cinderela”) como a secretária de Churchill, Elizabeth Nel. A estreia está marcada para 22 de novembro nos EUA e apenas em 11 de janeiro no Brasil.

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  • Filme

    Liam Neeson é o Garganta Profunda em trailer legendado e fotos de drama sobre o escândalo Watergate

    28 de setembro de 2017 /

    A Diamond Filmes divulgou o trailer legendado de “Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”, filme sobre o escândalo Watergate, que traz Liam Neeson (“Busca Implacável”) como o misterioso Garganta Profunda (Deep Throat). Também foram disponibilizados o pôster oficial americano e 12 fotos da produção. O escândalo político começou com a invasão do prédio Watergate, onde estava alojado o comitê nacional do Partido Democrata, em Washington. Cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do Partido Democrata. Mas a cúpula do FBI tentou interromper a investigação. O acobertamento envolveu altas esferas do governo federal e acabou denunciado numa série de reportagens históricas do jornal Washington Post, graças a uma fonte secreta no próprio FBI: Garganta Profunda. A investigação jornalística sacudiu o poder e levou à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974, quando estava prestes a sofrer um processo de impeachment. Esta história já rendeu um filme clássico, “Todos os Homens do Presidente” (1976), centrados nos jornalistas Carl Bernstein (vivido por Dustin Hoffman) e Bob Woodward (Robert Redford). Mas embora o filme recriasse os encontros secretos numa garagem subterrânea entre Woodward e o informante, ninguém sabia quem era Garganta Profunda na época. Apenas 30 anos depois, o ex-vice-diretor do FBI Mark Felt revelou ser a fonte das denúncias. O novo filme conta a sua versão da história, mostrando sua indignação pela obstrução da justiça e politicagem que tomou conta do FBI, além de recriar seus encontros subterrâneos com a imprensa. O elenco grandioso inclui Diane Lane (“Batman vs. Superman”), Marton Csokas (série “Into the Badlands”), Tony Goldwyn (“Scandal”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Josh Lucas (“The Mysteries of Laura”), Wendi McLendon-Covey (“The Goldbergs”), Kate Walsh (“Private Practice”), Brian d’Arcy James (“13 Reasons Why”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Michael C. Hall (“Dexter”), Tom Sizemore (“Twin Peaks”), Julian Morris (“Pretty Little Liars”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Noah Wyle (“Falling Skies”) e Eddie Marsan (“Ray Donovan”). A direção é de Peter Landesman, que já demonstrou sua predileção pela história criminal da política americana em sua estreia no cinema, como diretor e roteirista de “JFK, a História Não Contada” (Parkland , 2013), sobre o dia em que o presidente John Kennedy foi assassinado, e também como roteirista de “O Mensageiro”, sobre outro escândalo, envolvendo o acordo da CIA com traficantes de cocaína para financiar a guerrilha na Nicarágua nos anos 1980. O filme tem produção dos cineastas Ridley Scott (“Prometheus”), Jay Roach (“Os Candidatos”) e do ator Tom Hanks (“Ponte dos Espiões”), e teve première no Festival de Toronto. A estreia comercial acontece nesta sexta (29/9) nos Estados Unidos e apenas um mês depois, em 26 de outubro, no Brasil.

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  • Filme

    O Matador: Veja o trailer do primeiro filme brasileiro da Netflix

    28 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de seu primeiro filme brasileiro, intitulado “O Matador”. A prévia localiza a trama no sertão e sugere o clima de faroeste caboclo da produção, com muita ação e tiroteios. Escrito e dirigido por Marcelo Galvão (“A Despedida”), o filme se passa no sertão pernambucano nas décadas de 1910 e 1940, e conta a história de Cabeleira (Diogo Morgado, “O Filho de Deus”), que foi abandonado ainda bebê e criado por um cangaceiro chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro, de “A Despedida”). Quando Sete Orelhas desaparece, ele vai a sua procura e acaba encontrando uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Etienne Chicot, de “O Código Da Vinci”), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador. O elenco ainda inclui Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos”), Marat Descartes (“Quando Eu Era Vivo”), Nill Marcondes (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Daniela Galli (“Meu Amigo Hindu”), Thogun (“O Escaravelho do Diabo”), Igor Cotrim (“Elvis & Madona”) e a portuguesa Maria de Medeiros (“Pasolini”), entre outros. “O Matador” teve première no Festival de Gramado, onde recebeu os Kikitos de Melhor Fotografia e Música, e estreia na Netflix em 10 de novembro.

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  • Etc

    Julia Louis-Dreyfus revela ter câncer de mama

    28 de setembro de 2017 /

    Poucos dias após receber o Emmy de Melhor Atriz em Série de Comédia pela sexta vez consecutiva, Julia Louis-Dreyfus revelou ter sido diagnosticada com câncer de mama. O anúncio foi feito pela própria atriz nesta quinta-feira (28/9), numa publicação em seu perfil oficial no Twitter. A interprete da presidente Selina Meyer na série de comédia “Veep“, da HBO, escreveu: “Uma em cada oito mulheres têm câncer de mama. Hoje, eu sou uma. A boa notícia é que eu tenho o mais glorioso grupo de amigos e familiares carinhosos, e um fantástico seguro de saúde”, escreveu a atriz na rede social. “A má notícia é que nem todas as mulheres são sortudas como eu, então vamos lutar contra todos os tipos de câncer e tornar o seguro de saúde universal uma realidade”, continuou, sobre a luta pela assistência médica que tramita no Congresso norte-americano. Em comunicado, a HBO informou que o diagnostico da atriz não possui relação com a decisão dos produtores de encerrar “Veep” na próxima temporada. “Os roteiristas continuarão preparando a série como de costume e a HBO ajustará o cronograma de produção, conforme necessário”, diz a empresa, em declaração. “Nosso amor e apoio vão para Julia e sua família neste momento. Temos toda a confiança de que ela conseguirá passar por isso com sua tenacidade habitual e espírito destemido, e esperamos seu retorno à saúde e à HBO para a temporada final de Veep”.

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  • Filme

    Your Name: J.J. Abrams vai filmar versão com atores do maior sucesso da animação japonesa

    28 de setembro de 2017 /

    A produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), e a Paramount Pictures anunciaram que vão adaptar a animação japonesa “Your Name” em uma versão com atores. Lançado no ano passado, o filme de Makoto Shinkai se tornou o anime mais bem-sucedido de todos os tempos, ao registrar uma arrecadação recorde de 23,5 bilhões de ienes (US$ 207 milhões), superando no país até o lançamento do blockbuster de Abrams, “Star Wars: O Despertar da Força” (11,6 bilhões de ienes). “Your Name” (Kimi No Na Wa, no título original) conta a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. Taki e Mitsuha vivem as vidas um do outro, deixando notas em seus celulares das experiências, mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, seu destino sofre uma reviravolta fantástica, à medida que o tempo se dobra em realidades alternativas. Eric Heisserer, que venceu o Oscar pelo roteiro de “A Chegada” (2016), será o responsável por adaptar o anime numa versão live action americana. “O Sr. Abrams e sua equipe cativaram audiências com suas reinvenções de filmes conhecidos e Mitsuha e Taki encontraram um perfeito narrador, o Sr. Heisserer, para contar sua história de amor, carregada de ficção científica, que deu ao filme um grande impulso. As reuniões até agora foram criativamente estimulantes, com ideias fantásticas as quais, certamente, farão deste um excelente filme. Tenho muita honra de trabalhar com estes incríveis criadores para levar para as audiências a versão live-action hollywoodiana de ‘Your Name’”, disse o produtor da animação original, Genki Kawamura, em comunicado. Mas a produção não tem previsão para começar a ser filmada ou data de estreia nos cinemas, uma vez que Abrams filmará a seguir “Star Wars: Episódio IX”, o final da saga de Luke Skywalker. O anúncio, entretanto, não confirma se, além de produzir, Abrams também dirigirá “Your Name”, embora isto pareça implícito. Por coincidência, a animação, que estreou em agosto do ano passado no Japão, deve chegar aos cinemas brasileiros em outubro, com exibição exclusiva na rede Cinemark.

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  • Série

    Série clássica Party of Five pode ganhar remake com irmãos latinos

    28 de setembro de 2017 /

    A clássica série adolescente “Party of Five”, também conhecida pelo título nacional “O Quinteto”, pode ganhar remake. Seus criadores Chris Keyser e Amy Lippman estão desenvolvendo uma nova versão da famosa história dos anos 1990, sobre como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A série girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. A nova versão, segundo o site The Hollywood Reporter, preservaria a premissa, mas mudaria um detalhe: os irmãos seriam latinos, filhos da primeira geração de familiares que imigraram para os EUA. Isto atualizaria a trama para o contexto dramática dos EUA presididos por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram ainda mais famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf está atualmente na série “Plantão Noturno” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “Criminal Minds”. O projeto do remake ainda está em estágios muito iniciais na produtora Sony.

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  • Série

    Klaus e Caroline se reencontram em foto de bastidores da série The Originals

    28 de setembro de 2017 /

    A atriz Candice King compartilhou uma foto de bastidores em seu Instagram ao lado de Joseph Morgan, marcando um reencontro entre seus personagens, Caroline e Klaus, vampiros das séries “The Vampire Diaries” e “The Originals”. Veja abaixo. Os dois personagens tinham um romance mal-resolvido, que ficou pendente desde os dias em que Klaus ainda fazia parte de “TVD”, e agora, na última temporada de “The Originals”, a química da dupla poderá ser novamente conferida. Na postagem, ela diz ter se divertido com o “hooligan” nos últimos dias e agradece à nova série por recebê-la. O reencontro dos personagens é consequência do final da temporada passada de “The Originals”, quando Alaric (Matthew Davis) levou Hope, a filha de Klaus, para Mystic Falls, onde a menina iria estudar na escola para crianças sobrenaturais comandada por Caroline. O casal formado por Caroline e Alaric chegou a ser considerado para um novo spin-off, centrado na escola mencionada, mas a premissa parece ter sido condensada e incorporada em “The Originals”, onde a trama vai passar por um novo salto no tempo para mostrar Hope adolescente. Vivida por Summer Fontana, de apenas 9 anos, Hope será agora interpretada por Danielle Rose Russell (que estreou no filme “Caçada Mortal”), de 16 anos de idade. A 5ª temporada e a última temporada de “The Originals” vai estrear na midseason, no começo de 2018. Had fun playing with this hooligan over the past couple of days ? Thanks for having me Originals! #onefortheKlarolineShippers Uma publicação compartilhada por Candice King (@craccola) em Set 27, 2017 às 2:45 PDT

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  • Filme

    Diretor de A Chegada e do novo Blade Runner negocia dirigir épico sobre Cleópatra

    28 de setembro de 2017 /

    Após as primeiras impressões da crítica taxarem “Blade Runner 2049” como “obra-prima”, o cineasta canadense Denis Villeneuve foi procurado pela Sony para assumir a direção de um novo épico sobre a rainha egípcia Cleópatra. Diretor também de “A Chegada”, que conquistou inúmeros elogios e prêmios no ano passado, Villeneuve planejava filmar a seguir um remake de “Duna”. Mas o site Deadline afirma que as negociações com a Sony já começaram. O projeto da nova “Cleópatra” é antigo. Desde que o produtor Scott Rudin (“A Rede Social”) comprou os direitos do best-seller “Cleopatra: A Life”, de Stacy Schiff, em 2010, a Sony cobiça Angelina Jolie para viver o papel principal. Isto, claro, foi num período em que não havia tanto clamor contrário à escalação de atores anglo-saxões em papéis de outras etnias. Para se ter noção, antes de Villeneuve ser convidado, Paul Greengrass (“Jason Bourne”), James Cameron (“Avatar”), David Fincher (“Garota Exemplar”) e Ang Lee (“As Aventuras de Pi”) chegaram a ser cotados para assumir sua direção, mas nenhum deles se entusiasmou. A história de Cleópatra já foi narrada diversas vezes no cinema. A versão mais famosa foi lançada em 1963 e protagonizada por Elizabeth Taylor. Scott Rudin e Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) são os produtores deste projeto, cujo roteiro passou por versões de David Scarpa (“O Dia em que a Terra Parou”), Eric Roth (“O Curioso Caso de Benjamin Button”) e Brian Helgeland (“Robin Hood”). Não há cronograma para a produção ou previsão de estreia.

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  • Filme

    O Fantasma da Sicília transforma o horror da realidade em fábula

    28 de setembro de 2017 /

    O ponto de partida do filme “O Fantasma da Sicília” não poderia ser mais ancorado na realidade. Aborda o sequestro e morte, com requintes de crueldade, do adolescente Giuseppe (Gaetano Fernandez), de 13/14 anos, por ser filho de um membro da máfia siciliana que se converteu em informante da polícia, fato real ocorrido numa pequena cidade da região nos anos 1990, que deixou a comunidade inteira amedrontada e sob o jugo da Cosa Nostra. A forma como essa história é trabalhada pelos diretores Fabio Grassadonia e Antonio Piazza conduz ao terreno da fábula, em que a fantasia, a imaginação e o desejo se mesclam de tal maneira aos fatos que tudo se torna indistinguível. Da mesma forma, o tempo não é o tempo real dos acontecimentos, mas o que habita o psiquismo dos personagens, em especial o da pequena Luna (Julia Jedlikowska), amiga adolescente de Giuseppe e candidata a ser sua namorada, que não se conforma com seu desaparecimento. É por meio dela que vivemos a perplexidade da perda, acoplada à fantasia afetiva, amorosa, do despertar do desejo, e à raiva pela ausência de respostas efetivas por parte das pessoas com quem ela convive, em casa, na escola, na rua. Na imaginação, contudo, as coisas acontecem, ou poderiam acontecer, se os ditames da realidade não se impusessem, inexoravelmente. A violência do real se opõe à fantasia, seja como desejo de amor e interação, seja como meio de escape e salvação. “O Fantasma da Sicília” apresenta um esmero técnico, na construção dos planos e sequências, na colocação da câmera, nos belos enquadramentos, nas locações e nos efeitos que cria, buscando transmitir o clima fantasmagórico e de suspense, que foi o caminho escolhido para refletir sobre uma questão tão dolorosa. O som tem um papel fundamental nisso. Ele é marcante em todas as cenas, trazendo elementos que nos permitem viver emocionalmente a tragédia de Giuseppe e de Luna. A música é parte dessa sonoridade, sem se destacar como tal. E o silêncio acaba sendo muito notado e intenso, quando aparece. Um bom elenco sustenta essa narrativa convincentemente. O ritmo do filme é lento e a intensidade das emoções baixa, o que acaba por acentuar a força e o significado do que está sendo mostrado na tela. Um bom trabalho do cinema italiano atual, dos diretores que estrearam com o premiado “Salvo” (2013).

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  • Filme

    Columbus aproxima paixão por arquitetura e cinema

    28 de setembro de 2017 /

    Uma das vantagens de ver “Columbus” no cinema é que permite visualizar as belas construções arquitetônicas da cidade-título em dimensões próximas das reais. O que o diretor Kogonada faz em seu longa de estreia é aproveitar a cidade que ama, Columbus, no estado de Indiana, para usá-la como elemento primordial da direção de arte. Claro que não se trata apenas de pegar as construções e mostrá-las ao fundo enquanto os protagonistas desfilam e falam de seus problemas, mas há todo um cuidado com os ângulos, o modo como é mostrado cada edifício, seja ele um banco ou uma igreja, uma escola ou um hospital. Isso parece frio, mas é justamente o contrário: afinal, arquitetura também não é arte? Logo, um filme que se passa em uma cidade que é famosa por sua arquitetura modernista e que enfatiza isso intensamente, não deixa de passar muitos sentimentos, embora evite fincar os pés no melodrama ou numa história de amor tradicional. A trama transmite a paixão e o entusiasmo da personagem Casey pela história da arquitetura de sua cidade. Interpretada por Haley Lu Richardson em performance memorável, depois de ter papéis de coadjuvantes em filmes como “Quase 18” (2016) e “Fragmentado” (2017), Casey é uma garota que mora com a mãe viciada em drogas, e que conhece Jin (John Cho, de “Star Trek”), um sul-coreano que está passando uns tempos na cidade, por causa do estado de saúde de seu pai – no início do filme ele sofre um derrame. Filmes que unem estranhos são sempre interessantes, mesmo aqueles que procuram sair evitar a história de amor mais óbvia entre os protagonistas, como em “Apenas uma Vez” (2007) e “Mesmo se Nada Der Certo” (2013), ambos de John Carney. E, em alguns momentos o filme de Kogonada, ainda lembra um pouco “Antes do Amanhecer” (1995), de Richard Linklater. Mas “Columbus” não tem a intenção de explorar o romantismo. Seria, no máximo, uma espécie de versão negativa do clássico de Linklater. Se por um lado Casey é muito sensível e muito apegada à mãe – motivo de ela não sair da cidade para estudar ou fazer aquilo que mais lhe interessa, algo relacionado a arquitetura -, o que Jin sente pelo pai prestes a morrer é quase nada. Só não é nada pois podemos ver que se trata também de um sentimento de ressentimento por ter sido ignorado pelo pai durante tantos anos. Mas, devido à tradição coreana, ele é obrigado a passar por uma espécie de luto forçado. “Columbus” procura ir fundo nos diálogos e nos sentimentos de seus personagens, tornando-os sempre interessantes (ela angustiada e agitada, ele calmo e com ar de desiludido), mas o grande barato do filme é que as imagens conseguem se sobrepor a tudo. Como se, além de bombardeados pela aflição e pela angústia daqueles jovens, ainda tenhamos que nos sentir pequenos diante daquelas construções imponentes. E sem saber direito o que sentir diante de tudo isso, numa espécie de borrão de emoções. Nota-se um cineasta promissor em Kogonada, que antes de estrear com “Columbus” era conhecido por produzir vídeos elogiadíssimos, em que editava trechos de filmes clássicos para refletir sobre cinema. Foi com estes trabalhos que adotou seu pseudônimo, que é um trocadilho com o nome do roteirista japonês Kōgo Noda (grande parceiro de Yasujirō Ozu), além de ter chamado a atenção do diretor Chris Weitz (“A Saga Crepúsculo: Lua Nova”), que o procurou para produzir sua estreia. Fiquemos de olhos nos próximos projetos.

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  • Etc

    Hugh Hefner (1926 – 2017)

    28 de setembro de 2017 /

    O fundador da revista Playboy, Hugh Hefner, morreu nesta quarta-feira, aos 91 anos, em sua casa em Los Angeles. A informação foi confirmada por uma publicação em seu Twitter oficial, que trouxe uma conhecida frase de Hefner: “A vida é muito curta para viver o sonho de outra pessoa”. Segundo o TMZ, Hefner morreu em paz e cercado pela família. A causa da morte do empresário não foi informada. “Meu pai viveu uma vida excepcional e impactante. Defendeu alguns dos movimentos sociais e culturais mais importantes do nosso tempo, a liberdade de expressão, os direitos civis e a liberdade sexual”, destacou Cooper Hefner, filho de Hugh, ao confirmar o falecimento. Além de Cooper, Hugh Hefner deixa os filhos David e Marston, e a filha Christie. Hugh Hefner lançou revista Playboy em 1953, trazendo em uma primeira edição um ensaio nu de Marilyn Monroe. Na época, Hefner havia se demitido da revista Esquire após ter um aumento negado e pediu empréstimos para abrir seu próprio negócio. A edição com fotos de Marilyn Monroe nua, tiradas para um calendário de 1949, vendeu 50 mil cópias e fez deslanchar a nova publicação no concorrido mercado de revistas masculinas. Marilyn morreria três anos após o lançamento da Playboy, aos 36 anos, como um dos maiores sex symbols dos EUA. A Playboy registrou recordes de tiragens nas décadas seguintes, marcando a revolução sexual dos anos 1960 e 1970, quando passou a ser publicada em quase todo o planeta. O auge da revista aconteceu em 1972, quando chegou a vender 7,1 milhões de exemplares num único mês. Mas além de trazer mulheres nuas deslumbrantes, a Playboy também foi responsável por trazer a seus leitores um pouco de cultura. A revista cedeu suas páginas para artistas inovadores de quadrinhos, como Harvey Kurtzman, Frank Frazetta, Russ Heath e Will Elder, cartunistas como Shel Sliverstein, Graham Wilson, Doug Sneyd e Dean Yeagle e personagens clássicas como “Little Annie Fannie”. Além disso, também publicou contos de grandes autores literários, como Roald Dahl, o autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, Ian Fleming, criador de James Bond, Margaret Atwood, que escreveu “O Conto da Aia” (The Handmaid’s Tale), Ray Bradbury, mestre da sci-fi e autor do clássico “Fahrenheit 451”, Jack Kerouac, o beatnik de “Pé na Estrada”, e o colombiano Gabriel García Márquez, escritor do fenômeno latino “100 Anos de Solidão”, entre outros. Com o sucesso da publicação, a marca depois se estendeu à criação de clubes, produção de vídeos e conteúdos eróticos para TV e Internet, além do licenciamento de produtos com o conhecido logo do coelho de gravata. Mas tudo mudou no século 21, com a concorrência da Internet, o que levou a revista a experimentar, entre 2016 e 2017, publicações sem nudez. Cooper Hefner assumiu o comando da publicação neste ano e acabou retornando à fórmula original. Hefner, por sua vez, viveu uma vida literalmente de playboy. Conhecido por manter várias namoradas ao mesmo tempo em sua mansão, ele chegou a protagonizar o reality show “Girls of Playboy Mansion”. E era casado desde 2010 com a modelo Crystal Harris, 60 anos mais nova que ele, após dois divórcios nos anos 1950. “Hefner adotou uma abordagem progressiva não só para sexualidade e humor, mas também para a literatura, política e cultura”, destacou a Playboy. O fundador da revista só lamentava uma coisa na vida. Não ter namorado sua musa, Marilyn Monroe. “Sou apaixonado por loiras, e ela era a melhor delas.” Em 1992, Hefner comprou uma cripta ao lado do túmulo da atriz, no cemitério de Westwood Village, por US$ 75 mil, onde será enterrado.

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