Josh Duhamel e Fergie anunciam fim de casamento de oito anos
O ator Josh Duhamel (“Transformers: O Último Cavaleiro”) e a cantora Fergie anunciaram sua separação nesta quinta-feira (14/6), após um casamento de oito anos. O comunicado antecede a apresentação da cantora no Rock in Rio 2017, onde ela tem show marcado para a sexta-feira. Entretanto, apesar da notícia ter chegado agora, a separação não é recente. Em declaração conjunta enviada pelos dois ao canal de notícias CNN, o casal afirma que já estavam separados há algum tempo. “Com absoluto amor e respeito decidimos nos separar como um casal mais cedo neste ano”, diz a nota. “Para dar à nossa família a melhor oportunidade para se ajustar, queríamos manter este assunto privado antes de compartilhar com o público. Nós estamos e sempre estaremos unidos em apoio um do outro e da nossa família”, completa o texto. Fergie e Duhamel são pais de um menino, Axl, de 4 anos.
Primeira foto do reboot de Hellboy mostra a transformação impressionante de David Harbour
A produção do filme “Hellboy” divulgou a primeira imagem do ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) completamente transformado no personagem-título. Impressionante, o resultado não só é convincente como parece uma versão marombada do visual dos dois filmes em que o anti-herói foi vivido por Ron Perlman, na década passada. A imagem foi postada tanto na conta oficial do filme no Twitter como na rede social de Mike Mignola, criador dos quadrinhos originais, e marca o início das filmagens, após os produtores virarem a página da escalação polêmica de um coadjuvante, o Major Ben Daimio. Contratado originalmente, Ed Skrein desistiu do personagem, que nos quadrinhos é asiático, ponderando que atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. Em seu lugar, os produtores escalaram Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”), que fez questão de agradecer a Skrein pela atitude e pela oportunidade de viver o papel. Os outros atores confirmados na produção são Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) também é tida como certa no papel da vilã Nimue, mas ainda não houve anúncio oficial. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda não tem data de estreia prevista.
Youtuber mais popular do Brasil, Whindersson Nunes vai virar filme
Considerado o youtuber mais influente do país, segundo pesquisa recente do Google, o piauiense Whindersson Nunes vai virar filme. “Whindersson Nunes – O Filme” (provável/inevitável título) será uma produção da Conspiração Filmes e está autorizado a captar R$ 7,5 milhões via Lei do Audiovisual, que concede incentivos fiscais a empresas privadas patrocinadoras. O filme contará a história do youtuber, mas a Conspiração não informou ainda quem serão roteirista e diretor, nem qual a participação de Whindersson na história. Ele passou a ser conhecido no país em 2013, devido a vídeos em que faz paródias e comenta fatos cotidianos, e no ano passado seu canal ultrapassou o Porta dos Fundos, transformando-o no youtuber brasileiro com o maior número de seguidores. Atualmente, são mais 23 milhões de inscritos e 1,8 bilhão de exibições. A popularidade transformou Whinderson até em cantor, com direito a shows pelo Brasil, além de ator. Ele já participou de dois longas: como dublador de “A Era do Gelo: O Big Bang” (dublou o dinossauro Roger) e num pequeno papel em “Os Penetras 2: Quem Dá Mais?”, ambos lançados em 2017. “Whindersson Nunes – O Filme” (que ainda pode ter outro título – sqn) será o segundo filme sobre uma celebridade do youtube nacional. O primeiro, “Eu Fico Loko”, cinebiografia do youtuber Christian Figueiredo, estreou em janeiro e muita gente nem lembra mais.
Filme de ação Feito na América com Tom Cruise é a maior estreia da semana
O fim do verão norte-americano assinala uma pausa nos filmes-evento, criando um paradoxo curioso: os dois lançamentos mais amplos desta quinta (14/9) são produções hollywoodianas inéditas nos próprios Estados Unidos. A lista de estreias ainda inclui três filmes brasileiros. O ator Tom Cruise volta a ocupar a maior parte das telas, depois do fracasso de “A Múmia”, tentando levantar voo com “Feito na América”. Ao contrário do anterior, rejeitado pela crítica com 16% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo tem 88% de resenhas positivas. Equilibrando ação e humor, “Feito na América” conta a história verídica de Barry Seal, um piloto de avião que transportava ao mesmo tempo armas para a CIA e drogas para Pablo Escobar. Interpretado por Cruise com um sorriso arteiro e a arrogância de um ás indomável, o personagem esbanja carisma. E também marca a segunda parceria do ator com o diretor Doug Liman, após o bem-sucedido “No Limite do Amanhã” (2014). Um detalhe da produção é que a fotografia é de César Charlone (“Cidade de Deus”). Com distribuição em 547 salas, o filme chega ao Brasil duas semanas antes de seu lançamento nos Estados Unidos. Por outro lado, o terror “Amityville – O Despertar” nem sequer tem previsão para entrar no circuito norte-americano. Provavelmente porque deve sair direto em DVD por lá. Afinal, sua trama é uma continuação que renega os diversos filmes anteriores passados no mesmo lugar mal-assombrado. Segundo a premissa, nada aconteceu em Amityville desde os anos 1970, época em que mortes sangrentas inspiraram uma lenda e originaram a franquia de terror original. Por conta disso, uma nova família acha perfeitamente seguro se mudar para a casa mal-assombrada mais famosa do mundo. Em 1979 e 2005, foram recém-casados que se mudaram para o local. Desta vez, a trama é mais próxima do segundo longa, “Terror em Amityville” (1982), em que a assombração atacava o filho adolescente dos moradores incautos. O roteiro e a direção são do francês Franck Khalfoun, que recentemente revisitou outro terror clássico com o remake de “Maníaco” (1980). A animação canadense “O que Será de Nozes 2” é quase um remake. Assim como na primeira animação, o habitat dos bichinhos falantes sofre um acidente e eles são forçados a buscar um novo esconderijo. E, claro, precisarão lutar para defendê-lo. No caso, enfrentarão o projeto de transformar um parque verde num parque de diversões, fazendo de tudo para impedir as obras, como visto em inúmeros curtas do Tico e Teco, da Disney, e no recente “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012). O circuito limitado ainda traz mais dois dramas americanos. “Em Defesa de Cristo” segue a linha de “Deus Não Está Morto”, confrontando um ateu com “verdades religiosas”. Curiosamente, a efetividade deste tipo de propaganda, baseada no best-seller de um professor evangélico, é bastante limitada, já que atrai apenas os convertidos – foi um fracasso nas bilheterias dos EUA. Já “Columbus” é uma produção indie com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, que teve sua première no Festival de Sundance deste ano. O título se refere à cidade de Indiana onde um sul-coreano (John Cho, de “Star Trek”) se vê encalhado, quando seu pai, um arquiteto famoso, cai doente. A trama equilibra concreto e romance, conforme o protagonista vai conhecendo a cidade modernista e se envolve com uma bela jovem (Haley Lu Richardson, de “Fragmentado”) entusiasta de arquitetura, cuja mãe também sofre com uma doença diferente – o vício. Rara produção búlgara a chegar ao Brasil, “Glory” venceu diversos prêmios internacionais, especialmente pelo roteiro, que mostra como um ato ético pode ser corrompido por um governo inescrupuloso. Na trama, um trabalhador ferroviário encontra milhões em dinheiro espalhados sobre os trilhos e os entrega à polícia. Quando uma funcionária do Ministério dos Transportes decide usá-lo numa campanha para desviar a atenção da imprensa de um escândalo de corrupção, sua vida simples é submetida ao caos da burocracia estatal. A parábola dramática tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Três ótimos filmes nacionais completam a programação. No revelador documentário “A Gente”, o diretor Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”) filma a rotina de agentes penitenciários, uma profissão que ele exerceu antes de virar cineasta, no interior de uma penitenciária de Curitiba. “Deserto” marca a estreia do ator Guilherme Weber (“Real, O Plano por Trás da História”) como diretor e roteirista, e acompanha a chegada de uma trupe de artistas itinerantes numa cidade fantasma, que decidem habitar, revelando suas verdadeiras personalidades fora do palco. Com elenco liderado pelo veterano Lima Duarte (“Família Vende Tudo”), o filme chama atenção pelo visual felliniano e foi premiado por isso, com o troféu de Melhor Direção de Arte no Festival de Brasília passado. Por fim, “As Duas Irenes” possui uma carreira consagrada por participação no Festival de Berlim, prêmio de Melhor Filme de Estreia do Festival de Guadalajara e três Kikitos no recente Festival de Gramado, incluindo Melhor Ator Coadjuvante (Marco Ricca), Direção de Arte e Roteiro, escrito pelo diretor estreante Fabio Meira. Rodado em Goiás, a produção acompanha uma jovem que descobre outra filha de seu pai. Além do mesmo pai, a jovem ainda compartilha o mesmo nome que o seu. Sem se identificar, a primeira Irene se aproxima da outra. Mas a história não tem vingança ou perversidade. Em vez disso, explora a situação atípica como uma metáfora para as questões existenciais da adolescência. Com bela fotografia (da boliviana Daniela Cajías) e trama universal, merecia um lançamento em mais salas. Clique nos títulos destacados de cada filme para ver os trailers de todas as astreias da semana.
Frank Vincent (1939 – 2017)
O ator americano Frank Vincent, conhecido por seus papéis de mafioso na série “Família Soprano” (The Sopranos) e nos filmes de Martin Scorsese, morreu na quarta-feira (13/9) os 78 anos, em um hospital de Nova Jersey. Ele passava por uma operação, após ter sofrido um ataque cardíaco na semana passada. Nascido em 1939 em North Adams, Massachusetts, e de ascendência italiana, Frank Vincent quase despontou como talento musical, tendo tocado bateria, trumpete e piano para os cantores Trini López e Paul Anka. Mas acabou trocando de carreira após aparecer num pequeno papel como um jogador endividado em “The Death Collector” (1976), estrelado por Joe Pesci. O filme chamou atenção de Robert De Niro, que sugeriu a Scorsese que o visse. E foi assim que Joe Pesci e Frank Vincent entraram na filmografia do cineasta, escalados para atuarem juntos num dos maiores clássicos de Scorsese, “Touro Indomável” (1980). O papel de Vincent era Salvy Batts, a conexão mafiosa de Jake LaMotta (De Niro). O ator acabou transformando aquele personagem numa carreira, revivendo os trejeitos de mafioso em dezenas de filmes, dentre eles “Os Bons Companheiros” (1990) e “Cassino” (1995), em que voltou a contracenar com De Niro e Pesci, com direção de Scorsese. O papel de Frankie Marino, vivido em “Cassino”, marcou tanto que o ator foi convidado a revivê-lo num clipe do rapper Nas, “Street Dreams” (1996). Frank Vincent também foi um mafioso divertido em comédias como “Nos Calcanhares da Máfia” (1984), de Stuart Rosemberg, “Quem Tudo Quer, Tudo Perde” (1986), de Brian De Palma, e “Mafiosos em Apuros” (2000), de Michael Dinner. Ele ainda trabalhou em dois clássicos de Spike Lee, “Faça a Coisa Certa” (1989) e “Febre da Selva” (1991), e filmou com Sidney Lumet (em “Sombras da Lei”, 1996) e James Mangold (em “Cop Land”, 1997). Mas foi mesmo na aclamada produção da HBO, “Família Soprano”, que obteve o maior destaque da carreira. Seu personagem, o mafioso Phil Leotardo era o grande inimigo do protagonista Tony Soprano (James Gandolfini, também já falecido).
Mostra Indie 2017 traz retrospectiva de Philippe Garrel, clássicos e filmes premiados nos grandes festivais
A mostra Indie completa 17 anos de poucas concessões, trazendo alguns dos cineastas mais obscuros e as produções mais autorais do cinema contemporâneo ao Brasil. Em 2017, o evento “começa ao contrário”, por São Paulo, estendendo-se por um semana a partir de quarta (13/9), antes de ser retomado em Belo Horizonte, seu lar original, na terça (20/9). Entre os 43 filmes, selecionados de 15 países, 22 pertencem a uma retrospectiva do diretor francês Philippe Garrel, mais conhecido das novas gerações como o pai do galã Louis Garrel. O próprio cineasta selecionou os títulos e decidiu quais seriam exibidos em cópias de 35mm e quais teriam exibição digital. Nove filmes fazem parte do começo experimental de sua carreira – obviamente – , incluindo o curta “Actua I” (1968), um registro raro de maio 1968, cuja cópia era considerada perdida até pouco tempo. Mas a maior curiosidade é “La Cicatrice Intérieure” (1972, foto acima), estrelado pela modelo, atriz e cantora Nico, da banda Velvet Underground. A tradicional Mostra Mundial traz 16 filmes anti-comerciais, dentre eles seis dirigidos por mulheres. Os destaques são para “Na Praia à Noite Sozinha”, do sul-coreano Hong Sang-Soo, que vendeu o prêmio de Melhor Atriz (Kim Minhee) no Festival de Berlim deste ano, e “Jovem Mulher”, da francesa Léonor Serraille, premiado com a Câmera de Ouro (melhor primeiro filme) no Festival de Cannes 2017. O festival também tem uma seção chamada Clássica, que apresentar clássicos restaurados. Este ano, terão projeção em 4K duas obras-primas que estão completando 50 anos: “A Bela da Tarde” (1967), de Luis Buñuel, e “A Primeira Noite de Um Homem” (1967), de Mike Nichols. A lista também inclui “Stromboli” (1950), de Roberto Rossellini, “Acossado” (1960), de Jean Luc-Godard, e o contemporâneo “Mulholland Drive – Cidade dos Sonhos” (2001), de David Lynch. Para saber mais sobre a programação do evento, cinemas e horários, visite o site oficial.
Roteirista de Mulher-Maravilha vai reescrever o filme de Robotech
O roteirista Jason Fuchs, um dos muitos nomes creditados pelo roteiro de “Mulher-Maravilha”, vai escrever a adaptação do anime “Robotech” para a Sony. E não será uma tarefa fácil. A série animada dos anos 1980 é uma ficção científica que se passa no futuro e mostra a resistência da humanidade contra uma sucessão de ataques alienígenas. Pra defender a Terra, os humanos adquiriram tecnologias a partir de uma nave extraterrestre que caiu no planeta com a qual construíram um nave-robô gigante para impedir a invasão. Sim, “Independence Day: O Ressurgimento” (2016) já reciclou esta história. Mas este nem é o principal problema. O nó da questão é que a maior parte da trama conhecida pelos fãs da versão dublada do anime foi inventada pelo roteirista americano Carl Macek, numa tradução maluca do desenho original japonês. Para começar, o anime original tem o título “Robotech”, mas “Super Dimension Fortress Macross” na tradução em inglês, e seu protagonista não se chama Rick Hunter e sim Hikaru Ichijyo. “Robotech” era o nome de uma coleção de mechas (robôs pilotados por humanos) lançada pela marca de brinquedos Revell que incluía miniaturas colecionáveis de vários animes, incluindo “Macross”. Bizarro? Pois piora. A 2ª temporada da história “continua” numa série completamente diferente. E a conclusão, na 3ª temporada, também é de outra série distinta. Até os estilos de animação são desiguais. Mas Macek reescreveu as três séries como se fossem uma só, colocando os dubladores americanos para falar qualquer frase na produção. A mudança de personagens resultante da colagem de três animes diferentes era “explicada” com o aviso de que anos tinham se passado e aquela era outra geração. Apesar desse samba do crioulo doido, “Robotech” acabou fazendo muito sucesso nos Estados Unidos e nos demais países que importaram sua versão remix, entre eles o Brasil. Com isso, acabou por introduzir os animes modernos ao público internacional, apresentando pela primeira vez as animações de mechas gigantes e tramas altamente serializadas, que continuavam no próximo capítulo, com cenas de tensão e até romance como as crianças ocidentais nunca tinham visto antes num desenho animado. O projeto do filme estava sendo desenvolvido desde 2007 na Warner Bros., mas o estúdio percebeu onde estava se metendo e acabou desistindo, o que abriu caminho para a Sony comprar os direitos. Vários roteiristas depois, a história ainda não foi aprovada. O último a mexer no vespeiro antes de Jason Fuchs tinha sido Michael Gordon (“300” e “G.I. Joe: A Origem de Cobra”), mas “Robotech” também já passou pelas mãos de Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Into the Badlands”) e Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”), entre outros. O filme também já esteve para ser dirigido por Nic Mathieu (de “Spectral”) e James Wan (“Invocação do Mal”), e atualmente está na lista de projetos do diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”). Apesar disso tudo, ninguém ainda apontou para o elefante no meio da sala. Afinal, por mais interferência que tenha sofrido de um americano, a história continuou se passando no Japão e a ter personagens japoneses. Ou seja, isto deverá ser levado em conta na escalação do elenco, especialmente após a repercussão da atitude de Ed Skrein, ao recusar-se a interpretar um papel de personagem asiático em “Hellboy”. Apesar de estar em desenvolvimento há uma década, a produção não tem previsão de lançamento nos cinemas.
Astro russo do filme Viking entra na série Vikings
O ator russo Danila Kozlovsky entrou em “Vikings”. Ele vai aparecer a partir da 6ª temporada da série, que foi recentemente anunciada. Mas não será a primeira vez que ele interpretará um viking. Na verdade, há uma grande coincidência a respeito de sua participação. Kozlovsky estrelou um filme chamado “Viking” no ano passado, no qual viveu o príncipe Vladimir de Novgorod, descendente do personagem que interpretará na atração do canal pago History. Ele dará vida a Oleg de Novgorod, o grande unificador das terras conhecidas como Kievan Rus, na metade do século 11. A região se estendia por grande parte da Europa Oriental, entre a Finlândia e a Turquia, onde então havia o Império Otomano, e sua capital era Kiev, hoje capital da Ucrânia. Isto significa a introdução de uma trama completamente nova na série, que tende a refletir os anos de expansão dos vikings pela Europa continental. Além de “Viking” (2016), Danila Kozlovsky também estrelou “Hardcore: Missão Extrema” (2015) e “Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras” (2014). A 6ª temporada de “Vikings” só deve estrear no final de 2018. Enquanto isso, a 5ª temporada, que mostrará a divisão e o enfrentamento dos filhos de Ragnar Lothbrok, está marcada para 29 de novembro na TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox Action.
Próximo filme da franquia The Purge será prólogo focado no primeiro expurgo
O quarto “The Purge” será um prólogo. O roteirista e criador da saga distópica James DeMonaco revelou que o próximo filme da franquia, intitulado “First Purge”, contará a história do primeiro expurgo. “O filme vai se passar em Staten Island (Nova York) e mostrará o primeiro expurgo experimental”, ele disse, em entrevista para o site Vulture. “Comecei a me questionar como faria para as pessoas para ficarem no local do primeiro expurgo, e vi que foi por meio da monetização. As pessoas de Staten Island conseguiriam facilmente ir para o Brooklyn de noite, então eles prometem rios de dinheiro para as pessoas mais pobres do bairro. Se tornou uma monetização de assassinato e violência, incentivando mortes e a manter pessoas no bairro para serem as vítimas. Então você vê desde o começo o quanto a ideia do expurgo é grotesca”, ele explicou. Além disso, ele confirmou que as filmagens começam este mês e a estreia vai acontecer no próximo dia 4 de julho. No Brasil, a franquia teve lançamento esquizofrênico por duas distribuidoras diferentes, que nomearam os filmes como quiseram. O primeiro foi batizado de “Uma Noite de Crime” (2013), o segundo de “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014) e o terceiro de… “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição” (2016). Por isso, a solução para falar de “The Purge” no país é usar o título original em inglês. “First Purge” será o primeiro filme da franquia que DeMonaco não vai dirigir. Ele continua como produtor e roteirista, enquanto a direção ficou a cargo de Gerard McMurray (“O Código do Silêncio”).
Vera Farmiga faz uma proposta perigosa para Liam Neeson em trailer de suspense
A Lionsgate divulgou a primeira foto, o pôster e o trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta instigante de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Estreia da 4ª temporada de Gotham ganha sinopse e 20 fotos
A rede americana Fox divulgou a sinopse e 20 fotos do primeiro episódio da 4ª temporada de “Gotham”. As belas imagens refletem o clima noir da série, enquanto a sinopse confirma que Charlie Tahan (série “Wayward Pines”) vai mesmo interpretar o Espantalho. Tahan viveu Jonathan Crane em dois episódios da 1ª temporada de “Gotham” em 2015. Na época, era apenas o filho adolescente do Dr. Gerald Crane (Julian Sands), mas acaba vítima das experiências do pai cientista louco, que, obcecado por fobias e toxinas, injetava no rapaz um soro que o deixa insano. Fim do flashback. Eis a sinopse oficial: “Gordon teme que Jonathan Crane (ator convidado Charlie Tahan) ainda esteja vivo e de volta a Gotham, quando o modus operandi do Espantalho é usado em uma série de assaltos. Enquanto isso, a pausa de Pinguim nos crimes se volta contra ele na grande inauguração do seu Iceberg Lounge. Também, após seu encontro com Ra’s Al Ghul, Bruce começa suas vigílias”. A ameaça do Espantalho e o retorno de Ras al Ghul reforçam elementos de “Batman Begins” (2005) na temporada, que pretende mostrar os primeiros passos de Bruce Wayne (David Mazouz) para se tornar Batman. Segundo o ator Ben McKenzie (intérprete de James Gordon), a segunda parte da temporada irá adaptar “Batman: Ano Um” (Batman: Year One), de Frank Miller e David Mazzucchelli, que lida justamente com o começo da carreira de Batman – e da Mulher-Gato. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do Comissário Gordon, em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato (Camren Bicondova), do Pinguim (Robin Lord Taylor), do Charada (Cory Michael Smith) e da Hera Venenosa (Maggie Geha), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A Fox adiantou a estreia dos novos episódios em uma semana nos Estados Unidos. A 4ª temporada vai chegar em 21 de setembro à TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Novo teaser e pôster de Justiceiro evocam missões militares no Afeganistão
A Netflix divulgou o pôster e um novo teaser de “Justiceiro” no perfil oficial da série no Twitter. O material destaca documentos secretos, com trechos censurados e timbre da CIA, sobre missões militares no Afeganistão. As referências coincidem com fotos e até um vídeo anteriormente divulgados, apontando que a trama irá mostrar o período em que Frank Castle (Jon Bernthal) serviu na Marinha americana, antes de virar o Justiceiro. Seu treinamento militar é, por sinal, o que o torna tão letal. Na versão original dos quadrinhos, ele era um marine (fuzileiro naval) veterano da Guerra do Vietnã. Mas como demonstra o novo vídeo, a história foi atualizada para refletir a idade de seu intérprete, tornando-o integrante dos Navy Seal durante um dos conflitos recentes dos Estados Unidos no Oriente Médio. Além de Jon Bernthal, a série contará ainda com Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw), Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, e Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible”/”O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente do governo que entra em conflito com o Justiceiro por sua interferência numa investigação. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e ainda não tem estreia marcada. Mas será em 2017, como o teaser deixa claro. How deep does the cover up go? pic.twitter.com/q6HIt1G0Ou — The Punisher (@ThePunisher) September 12, 2017
2ª temporada de Riverdale será exibida no Brasil simultaneamente com Estados Unidos
A 2ª temporada de “Riverdale” será exibida no Brasil simultaneamente com Estados Unidos. O canal pago Warner irá exibir os 22 novos episódios da série no mesmo dia da transmissão da rede americana CW. A prioridade da transmissão foi definida após “Riverdale” dominar o Teen Choice Awards 2017, A 1ª temporada da série terminou em cliffhanger (o popular gancho), com Fred Andrews (Luke Perry) baleado. Os novos capítulos vão continuar a trama a partir deste exato momento e investigar se a tentativa de assassinato do pai de Archie (K.J. Kapa) foi uma tentativa de assalto ou um crime encomendado. Os novos episódios tem estreia marcada para 11 de outubro.












