Vencedor do Festival de Gramado chega aos cinemas com Atômica, Emoji e Dupla Explosiva
A programação de cinema da semana registra dez estreias, que oferecem entre suas opções a animação americana pior avaliada do ano e o filme brasileiro que venceu o Festival de Gramado. O primeiro (execrável) recebeu distribuição ampla e o segundo (excelente) entra em cartaz em circuito limitado, comprovando algumas teses. “Emoji – O filme” é um desastre completo. A animação sobre os símbolos usados por quem não gosta de escrever é o anti-“Divervente”, uma lição de conformismo para crianças, que gira em torno do único emoji que tem mais de uma expressão e quer ser monotemático como os demais. Com direito a personagens que são literalmente cocôs, ganhou descarga da crítica norte-americana e envergonhantes 7% de aprovação no Rotten Tomatoes. Há duas semanas em 1ª lugar nos Estados Unidos, “Dupla Explosiva” é outra bomba, ainda que menos fétida, com 40% no Rotten Tomatoes. A comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson (“Os Vingadores”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”) é uma produção de baixo orçamento (US$ 29 milhões), que tem um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”) e história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988). Em suma, um guarda-costas é contratado para proteger e levar até um tribunal um assassino que todos querem matar – uma trama tão genérica que a distribuidora nem se preocupou em diferenciar o lançamento de outros três que também receberam o mesmo título no Brasil. Melhor das estreias americanas, com 75% no Rotten Tomatoes, “Atômica” traz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a “loira atômica” do título durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. A trama é baseada na graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, e foi adaptada pelo roteirista Kurt Johnstad (“300”), responsável por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”), dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem. A direção é de David Leitch, ex-dublê que impressionou ao virar diretor com “De Volta ao Jogo” (2014) e atualmente filma “Deadpool 2”. “Os Guardiões” se resume à curiosidade de ser uma produção russa de super-heróis. A trama parte da premissa que, durante a Guerra Fria, a antiga União Soviética criou um programa para desenvolver superpoderes em pessoas comuns, de diferentes países da cortina de ferro. Estes heróis soviéticos mantiveram suas identidades em segredo após o fim do comunismo, mas a chegada de uma grande ameaça à Moscou faz com que eles voltem a ser convocados para defender a nação. A direção é do armênio Sarik Andreasyan (“O Último Golpe”), que não evita o resultado trash. Em contraste, o terror australiano “O Acampamento” foi recebido com muitos elogios durante sua exibição no Festival de Sundance deste ano e tem 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar de sua premissa não ser novidade – evoca outro bom terror australiano, “Wolf Creek – Viagem ao Inferno” (2005). O filme acompanha um casal em busca de descanso numa praia remota, onde se depara com um acampamento abandonado. A falta de vestígio de seus ocupantes os deixa preocupados, ainda mais quando descobrem uma criança solitária e traumatizada nas proximidades. A verdade surge em flashbacks e no encontro com os sociopatas que aterrorizam os turistas da região. Vencedor de seis prêmios em Gramado, entre eles o de Melhor Filme, Direção, Atriz (Maria Ribeiro), Ator (Paulo Vilhena) e Atriz Coadjuvante (Clarisse Abujamra), “Como Nossos Pais” é o quarto longa de ficção de Laís Bodanzky – depois dos também premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000), “Chega de Saudade” (2007) e “As Melhores Coisas do Mundo” (2010). O filme retrata uma mulher de classe média nos seus 40 anos que precisa lidar com as pressões de ser mãe, dona de casa e profissional, e também foi exibido no Festival de Berlim, onde recebeu críticas elogiosas dos sites The Hollywood Reporter, Screen e Variety. Com distribuição já garantida em 10 países, é um dos principais lançamentos brasileiros do ano. Outro filme comandado por uma diretora brasileira também chega aos cinemas nesta quinta (31/8), mas em circuito reduzidíssimo e com qualidade completamente diferente. O melodrama “Entrelinhas” marca a estreia de Emilia Ferreira. O detalhe é que a mineira mora em Nova York, filmou em inglês a adaptação de um livro americano, com produtores americanos e atores americanos. Típico drama “cabeça”, acompanha o processo criativo de uma escritora que tenta materializar sua primeira peça de teatro, dividindo sua atenção entre o palco, a ficção e os relacionamentos de seu cotidiano. Com elenco de filmes B, permanece inédito e sem previsão de lançamento nos Estados Unidos. Completam a programação mais três estreias invisíveis, em circuito restrito (Rio e/ou São Paulo): o drama francês “150 Miligramas”, de Emmanuelle Bercot (“De Cabeça Erguida”), sobre um escândalo farmacêutico real, o drama islandês “Heartstone”, premiado em vários festivais, sobre descobertas sexuais da adolescência num lugarejo remoto, e o documentário “David Lynch – A Vida de um Artista”, sobre o cineasta responsável por “O Homem Elefante” (1980), “Veludo Azul” (1986), “Cidade dos Sonhos” (2001) e a série “Twin Peaks”, resultado de entrevistas feitas ao longo de três anos, enquanto Lynch pinta quadros. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de todas as estreias.
Fifth Harmony sensualiza em novo clipe
O Fifth Harmony lançou seu terceiro clipe como quarteto, após a saída de Camila Cabello do grupo. “He Like That” traz as cantoras sensualizando com dançarinos descamisados. A coreografia rala e rola sobre uma base contagiante. O diretor James Larese é o mesmo do clipe “Down”, o primeiro single do novo disco, que foi premiado no Video Music Awards 2017, da MTV, como melhor clipe de Música Pop. Vale lembrar que em outubro as cantoras voltam ao Brasil para três shows em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.
Ator de Pretty Little Liars é condenado a seis meses de prisão
O ator Brandon W. Jones, que participou da série “Pretty Little Liars” entre os anos de 2013 e 2015, como Andrew Campbell, foi condenado nesta a 6 meses de prisão na segunda-feira (28/8). A sentença foi o saldo de uma briga com um de seus vizinhos em março do ano passado. Na ocasião, Brandon chegou a apontar uma arma para o vizinho, ameaçando atirar. A defesa do ator argumentou que a arma que ele portava era registrada e que ele havia se sentido ameaçado durante a discussão, mas não convenceu o juiz. Além dos 180 dias de prisão, Brandon foi condenado a três anos de liberdade condicional e terá de prestar 30 dias de trabalho comunitário. O ator também terá que frequentar aulas de gestão de fúria. Na audiência, Brandon não apresentou nenhuma objeção, visto que podia pegar até 5 anos e meio de prisão. Além de “Pretty Little Liars”, ele teve papel recorrente em “The Fosters” e fez participações recentes em “The Big Bang Theory”, “Unbreakable Kimmy Schmidt” e na cancelada “Doubt”.
Especial de stand-up de Jerry Seinfeld ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Jerry Before Seinfeld”, o primeiro de dois especiais que o comediante Jerry Seinfeld fará para a plataforma de streaming. Com foco no início de sua carreira, Seinfeld revisita piadas antigas e apresenta inéditas na atração, que inclui imagens de arquivo, mas tem como centro narrativo um show do comediante num cenário de clube de stand-up. Além dos especiais, o programa “Comedians in Cars Getting Coffee” também irá para Netflix – deixando a plataforma Crackle. O contrato milionário assinado pelo comediante também prevê que ele passe a atuar como curador da programação de comédia do gigante do streaming. E, de fato, alguém precisa “curar” a empresa que nas últimas semanas lançou “Friends from College” e “Disjointed”, as duas piores séries do ano. “Jerry Before Seinfeld” estreia em 19 de setembro.
Veja a primeira foto de Tom Welling na série Lucifer
A Fox divulgou, via revista Entertainment Weekly, a primeira foto de Tom Welling (o Clark Kent de “Smallville”) na 3ª temporada de “Lucifer”. Ele vai viver mais um personagem que não existe nos quadrinhos em que a série supostamente se baseia: Marcus Pierce, que se tornará rival de Lucifer (Tom Ellis). De acordo com a descrição oficial, trata-se de “um renomado oficial de polícia que é tudo que Lucifer não é: estrategista, reservado e respeitado. Mas talvez a parte mais irritante seja o que eles têm em comum. Ambos são charmosos, carismáticos e infernalmente bonitos. Quando Pierce começa a desenvolver uma conexão com a detetive Decker (Lauren German), as características infernais de Lucifer começam a aparecer”. Com cada vez menos semelhanças com a publicação da Vertigo (divisão adulta da DC Comics) que a nomeia, “Lucifer” volta a exibir episódios inéditos no dia 2 de outubro nos Estados Unidos. Já a exibição nacional está tão atrasada que a série só vai estrear sua 1ª temporada no Brasil em 18 de setembro, no canal pago Universal.
Comercial e 25 fotos de Fear the Walking Dead retomam trama de conflitos e traições
O canal pago AMC divulgou 25 fotos e um novo comercial da segunda parte da 3ª temporada de “Fear the Walking Dead”. A prévia mostra como a água começa a secar no acampamento em que os protagonistas se abrigaram, além de demonstrar como Troy (Daniel Sharman) ameaça trair a aliança com os índios. Não faltam conflitos, mas também reencontros, com Madison (Kim Dickens) cruzando o caminho de Victor Strand (Colman Domingo). Já as fotos abrangem os três próximos episódios e destacam o personagem Daniel Salazar (Rubén Blades). Curiosamente, não há nenhum zumbi nas imagens. “Fear the Walking Dead” retorna com os oito episódios finais da temporada em 10 de setembro. “Minotaur” e “Diviner” serão exibidos no mesmo dia, e “La Serpiente” na semana seguinte. No Brasil, a série também é exibida pelo AMC.
U2 volta a soar dançante no primeiro clipe de seu novo disco
A banda U2 divulgou o primeiro clipe de seu novo disco em sua página do Facebook. Intitulada “The Blackout”, a música é dançante como a banda não soava desde o século passado. O clipe registra a banda ao vivo, com participação sonora da platéia, e foi filmado em Amsterdam no mês passado pelo diretor Richie Smyth, que trabalhou antes com o U2, justamente na fase dançante dos anos 1990 – nos clipes de “The Fly” e “Even Better Than the Real Thing”, entre outros. Ele também estreou como diretor de filmes no ano passado, à frente de “Jadotville”, produção da Netflix estrelada por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). A faixa faz parte do disco “Songs of Experience”, que começou a ser gravado em 2016 e ainda não possui previsão de lançamento. Na semana que vem, a banda pretende divulgar um novo single, “You’Re The Best Thing About Me”, além de mais informações sobre o álbum.
Sob Pressão bate recorde de audiência e vira série mais vista da Globo desde A Grande Família
A série “Sob Pressão” bateu um recorde histórico de audiência na Grande São Paulo. O episódio exibido na terça (29/8) marcou 28,8 pontos, melhor audiência de uma série da Globo desde 2012, quando “A Grande Família” ainda vivia seu auge de popularidade. Com seis capítulos já exibidos, a atração médica vem emplacando uma média de 27,7 pontos. O detalhe é que esta audiência é superior a da novela “A Lei do Amor”, que em pleno horário nobre da Globo registrou média de 27,2. Não por acaso, a 2ª temporada da série já está confirmada. “Sob Pressão” é uma adaptação do filme homônimo, que por sinal tinha cara de piloto de série. Comandadas pelos diretores Andrucha Waddington, que também dirigiu o filme, e Mini Kerti, a 1ª temporada tem somente nove episódios. No filme, a equipe do Dr. Evandro (Julio Andrade) lidava com um dilema ético para realizar três cirurgias complicadas num mesmo dia. Na produção para a TV, são dramas como o da menina que é abusada e tenta suicídio, o da mulher espancada em casa, e o da grávida que não sabe que o marido está com Aids. Coprodução da Globo com a Conspiração Filmes, a série não tem todos os atores do filme, caso de Andréa Beltrão e Ícaro Silva. Mas traz de volta Marjorie Estiano, cuja personagem, a cirurgiã vascular Carolina, tem um romance com o médico vivido por Andrade. A trama é livremente inspirada no livro “Sob Pressão — A Rotina de Guerra de um Médico Brasileiro”, do médico Márcio Maranhão, que também atua como consultor da série. A versão para a TV tem redação final assinada pelo cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”), que escreve os episódios com Lucas Paraizo, Antonio Prata e Márcio Alemão.
Clássico psicodélico dos Rolling Stones ganha clipe em homenagem a seus 50 anos
Os Rolling Stones lançaram um lyric video para “2000 Light Years From Home”, uma das músicas pioneiras do rock espacial, que completa 50 anos. O clipe antecipa o relançamento do álbum clássico “Their Satanic Majesties Request” (1967), considerado um dos discos mais psicodélicos de todos os tempos – obra-prima para alguns, “Sgt. Peppers” de segunda mão para outros. Dirigido por Lucy Dawkins (do documentário “My Secret World: The Story of Sarah Records”) e Tom Readdy (compositor de efeitos da série animada “Nina Needs to Go”), o vídeo é uma colagem psicodélica que evoca a arte do disco, mas também os primeiros curtas de ficção científica do cinema, dirigidos por Georges Méliès (1861–1938). As imagens desfilam astronautas, gurus, flores, outros mundos, dançarinas de can-can, exploradores renascentistas, demônios e garotas em trajes de banho, enquanto a letra surge na tela. A música clássica já tinha um registro, realizado com a banda, que pode ser visto abaixo para refrescar memórias. Mick Jagger declarou que escreveu a letra da música na Prisão de Brixton, onde esteve devido por três dias por porte de drogas, em junho de 1967. A edição de 50 anos de “Their Satanic Majesties Request” já está disponível para pré-venda e inclui versões remasterizadas das faixas do disco, além de um livro de 20 páginas com comentários do cineasta Rob Bowman e do ensaio fotográfico que o grupo fez para o LP original. O relançamento está marcado 22 de setembro pela gravadora ABKCO Records.
Netflix vende maconha para promover Disjointed, considerada a pior série do ano
A Netflix decidiu vender maconha para promover sua nova série original “Disjointed”, estrelada por Kathy Bates (série “American Horror Story”). A atração gira em torno de uma ex-advogada que sempre lutou pela liberação do consumo de maconha e resolve abrir uma loja de produtos feitos de cannabis quando a legislação lhe permite. Pois a Netflix criou uma coleção destes produtos para venda na Califórnia, visando chamar atenção para o lançamento (veja abaixo). “Cada tipo de maconha foi cultivado com base em alguma série específica, desenvolvido para complementar cada título, de acordo com seu tom. Por exemplo, para os shows mais bobos é recomendado o tipo Indica (que te deixa mais lento, relaxado), já para comédias dramáticas é recomendado o tipo Sativa (dá uma onda mais estimulante), para ajudar as cenas mais poderosas ressoarem”, escreveu a Netflix em um comunicado. Os produtos foram vendidos somente no fim de semana da estreia da série para consumidores legais de cartões de maconha medicinal. A Netflix não terá lucros com nenhuma das vendas. Mas a crítica americana aproveitou a ação de marketing para aconselhar quem for se arriscar a assistir a série a ficar mesmo chapadão, pois a opinião foi unânime: “Disjointed” é o “Transformers” das séries deste ano. “Disjointed” conseguiu superar “Friends from College” como a pior série lançada pela Netflix em 2017. Segundo o site Rotten Tomatoes, a ruindade da atração é tão grande que ultrapassa os limites do streaming. Nenhuma outra série, inclusive no antro de porcarias da TV aberta, teve avaliação tão baixa neste ano. Foram apenas 13% de aprovação, muito abaixo de “Friends from College” (24%), “Gypsy” (25%) e “Girlboss” (32%). Detalhe: todas as séries pior avaliadas são lançamentos da Netflix. O que deve encher de orgulho o CEO do serviço de streaming, Reed Hastings. Há cerca de três meses, ele se vangloriou que a taxa de sucessos da Netflix era elevada demais para o padrão de produções de séries e queria mais cancelamentos. Sua equipe ouviu e agora produz fracassos sem parar. Para demonstrar seu empenho em criar a pior programação disponível para seus assinantes, a Neflix já renovou “Friends from College” e contratou nada menos que 20 episódios de “Disjointed” para começar, quando a maioria de suas séries tem 13 capítulos. Criada por Chuck Lorre (“Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”) e David Javerbaum (programa “The Daily Show”), “Disjointed” foi aprovada sem passar por avaliação de piloto e disponibilizada em 25 de agosto.
The Walking Dead vira game de realidade aumentada
O canal pago americano AMC, responsável pela série “The Walking Dead”, juntou-se à Next Games para anunciar um novo game da franquia, que vai levar zumbis para a realidade aumentada do celular. O comercial do produto, que chegará em breve na App Store e no Google Play, foi disponibilizado e parece muito promissor. Imagine “Pokémon GO”, mas com zumbis em vez de monstrinhos infantis. Intitulado “The Walking Dead: Our World”, o game coloca os jogadores para enfrentar zumbis nos ambientes do mundo real, que serão captados pela câmera do seu smartphone. Basta apontar para o cenário para que os mortos-vivos apareçam. O game também vai disponibilizar diversas armas virtuais para usar contra as criaturas, além de dar uma ajudazinha se a situação sair de controle, com a inclusão providencial de Rick, Michonne e Daryl, saídos diretamente da séria para auxiliar na luta contra os mortos-vivos. Veja abaixo como será o visual do jogo.
Matt Damon estrela primeiro teaser da comédia sci-fi Pequena Grande Vida
A Paramount aproveitou a première mundial de “Downsizing”, filme de abertura do Festival de Veneza 2017, para adiantar o primeiro teaser da produção. A prévia explora o caráter fantasioso da trama, acompanhando a sensação de maravilhamento de Matt Damon (“Jason Bourne”) diante do mundo moderno, e concluindo com o processo de miniaturização a que ele decide se submeter. O filme foi batizado no Brasil de “Pequena Grande Vida”, título ironicamente três vezes maior e sem o mais importante, que é sua metáfora econômica. “Downsizing” quer dizer encolhimento, mas também é a figura de linguagem usada nos Estados Unidos para representar cortes de despesas. Um eufemismo para demissões em massa. A trama se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. O casal vivido por Damon e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O elenco ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Primeira comédia sci-fi de Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013), o filme tem lançamento marcado para 22 de dezembro nos Estados Unidos e apenas em 18 janeiro no Brasil.
Lena Headey estrela novo clipe da banda Kasabian
A atriz Lena Headey (a rainha Cersei Lannister de “Game of Thrones”) aparece irreconhecível, de óculos e alucinada no clipe da música “Ill Ray (The King)”, da banda britânica Kasabian. No vídeo, ela aparece fazendo um ritual mágico para ressuscitar Ricardo III, rei inglês vilipendiado por Shakespeare e cujos restos foram achados em um estacionamento de Leicester em 2012. No vídeo, ela arrasta o rei ressuscitado – e interpretado pelo ator Michael Socha (série “Once Upon a Time”) – para um pub, onde bebem até serem expulsos. Depois, dançam, namoram, experimentam um banquete trash. Até que ele passa mal e vira ossos e cinzas. Daí, a explicação para o surgimento da ossada nobre num local inesperado. Serge Pizzorno, guitarrista do Kasabian, escreveu e produziu o clipe. Ele confirmou que o roteiro foi inspirado na descoberta bizarra, que aconteceu, justamente, na cidade natal da banda (Leicester). A faixa “Ill Ray (The King)” faz parte do sexto álbum da banda, “For Crying Out Loud”, lançado neste ano.












