Fargo pode acabar ao final da 3ª temporada
A série “Fargo” pode estar chegando ao fim. O criador e showrunner Noah Hawley recomentou ao público do ATX Television Festival, que está acontecendo em Austin, para aproveitar bem os próximos capítulos, que “podem ser os últimos”. Ele disse ainda que existe um limite para certas histórias e que ele sente que o de “Fargo” já chegou. “Há apenas uma certa quantidade de histórias que você pode contar na linha de ‘Fargo’. Eu adoro contar histórias nesta linha, mas ainda não tenho outra. Então assistam ao 10º episódio da 3ª temporada, porque pode ser a último”, ele avisou. O presidente do canal FX afirmou que não pretende continuar a produção sem Hawley no comando. Contudo, não cancelou a série oficialmente, o que indica que ela pode entrar em hiato indefinido, tal como “Louie”. Hawley parece estar mais interessado em se concentrar em sua outra série do FX, “Legion”, estrelada por Dan Stevens e passada no universo dos “X-Men”. A produção foi renovada para sua 2ª temporada e deverá retornar no início do ano que vem. “Fargo” é um dos maiores sucessos de crítica do canal FX, tendo vencido vários prêmios importantes, como o Emmy e o Globo de Ouro de Melhor Minissérie. Em formato de antologia, cada temporada conta histórias completas de crimes, inspiradas no tom do filme homônimo dos irmãos Coen. O último episódio da 3ª temporada será exibido em 21 de junho. Apesar de sua repercussão, a série nunca foi exibida no Brasil, devido a problemas de licenciamento entre a Fox e a MGM.
Desventuras em Série inclui Nathan Fillion, Tony Hale e outros no elenco de sua 2ª temporada
Os atores Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”) entraram na 2ª temporada de “Desventuras em Série” (A Series of Unfortunate Events). Mas a Netflix não revelou que papéis eles interpretarão. A 1ª temporada adaptou os quatro primeiros livros da coleção de Lemony Snicket, pseudônimo do escritor Daniel Handler. A expectativa é que a 2ª adapte mais quatro ou cinco, deixando os últimos volumes, de um total de 13 publicados, para a já encomendada 3ª temporada. Os livros originais foram publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix. Os próximos capítulos ainda não tem previsão de estreia, mas só devem chegar à plataforma de streaming em 2018.
Netflix confirma razões do cancelamento de The Get Down e Sense8
Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, finalmente deu a versão oficial para o cancelamento das séries “The Get Down” e “Sense8”. Durante um evento do Sindicato dos Produtores realizado no sábado (10/6), ele afirmou o que todos já supunham: as séries eram caras e tinham menos audiência do que parecia. “As pessoas estão assistindo com a mesma relação do tamanho dos gastos? Isso é bastante tradicional. Quando digo isso, quero dizer que um programa muito caro para um grande público é ótimo. Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de fazer funcionar por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio”, ele explicou. “The Get Down” custava US$ 12 milhões por episódio e “Sense8” US$ 9 milhões, o que as colocava entre as séries mais caras de todos os tempos. O preço da série de Baz Luhrmann ela elevado pela recriação de época e trabalho com coreografia, composições e gravações da trilha sonora. Já a produção das irmãs Wachowski encarecia devido a logística de gravar cenas nos quatro cantos do mundo – o elenco gravou até em São Paulo. Recentemente, Reed Hastings, cocriador da Netflix, também falou sobre os cancelamentos. Ele polemizou ao dizer que queria ver mais séries canceladas no serviço, pois isso significaria que a empresa não estaria acomodada e, com os riscos, teria mais chances de chegar a sucessos surpreendentes como “13 Reasons Why”.
Homem-Aranha conhece M.J. em divertido comercial das finais da NBA
A Sony divulgou o vídeo estendido da campanha promocional de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” exibida na TV americana durante as finais da NBA, a liga de basquete profissional dos Estados Unidos. O vídeo reúne os quatro comerciais produzidos numa história contínua, que mostra o que acontece quando Peter Parker (Tom Holland) é convidado por Happy Hogan (Jon Favreau) a assistir a final do campeonato numa festa exclusiva, com muitas celebridades esportivas, organizada por Tony Stark (Robert Downey Jr.). Um dos melhores momentos é quando Peter finalmente conhece M.J. Considerando que o filme trocou a raça de praticamente todo os colegas de classe do personagem, não é de estranhar que M.J. surja com pele escura e imponente, em seus mais de dois metros de altura. Mas pede para ser chamado por seu nome completo: Magic Johnson. Hilário. Para os fãs de rap, DJ Khaled também aparece no comercial, fazendo compras numa loja de conveniência. Estas cenas, claro, não fazem parte do filme, que estreia em 6 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
DC Comics presta tributo à memória de Adam West
A DC Comics emitiu um comunicado em memória a Adam West, intérprete de Batman na série clássica de 1966 e em inúmeros desenhos animados, que morreu na noite de sexta-feira (9/6). “O retrato de Adam West de Batman foi uma enorme contribuição para o status do Cruzado Encapuzado como um verdadeiro ícone da cultura pop. Seu trabalho ajudou a levar os quadrinhos ao grande público e encorajou uma geração a descobrir as maravilhosas histórias e personagens que compunham o mundo de Batman através das páginas dos quadrinhos”, diz o comunicado. “Assim como aconteceu com muita gente, o Batman de Adam West fez parte da minha infância”, acrescentou Geoff Johns, presidente e diretor criativo da DC Entertainment. “As reprises de ‘Batman’, que assistia todos os dias depois da escola, tornou a leitura de quadrinhos muito mais real para mim na minha infância”. “A popularidade de Batman estará ligada para sempre a Adam West”, resumiu Jim Lee, Publisher da DC Entertainment. “Ele trouxe alegria para legiões de fãs em todo o mundo e foi a porta de entrada para se descobrir ou, em alguns casos, redescobrir o amor pelos quadrinhos. Sua ausência será profundamente sentida”. Após décadas tentando se distanciar da imagem do programa de TV dos anos 1960, a editora tinha criado recentemente uma nova revista inspirada no Batman interpretado pelo ator, intitulada “Batman 66”. Algumas aventuras fizeram, inclusive, crossovers com outras séries clássicas da sua época, como “Os Vingadores” britânicos e o “Agente da UNCLE”. O passar dos anos transformou o Batman de Adam West em herói cult.
Papel misterioso de Zendaya em Homem-Aranha: De Volta ao Lar pode ter sido descoberto
Quem lembra quando Umberto Gonzales, o fofoqueiro que mais se equivoca no mundo geek, deu o “furo” exclusivo de que Zendaya viveria Mary Jane Watson em “Homem-Aranha: De Volta para Casa”? Na lista de personagens divulgada pela Sony, a atriz aparece listada apenas como Michelle, o que deixou muita gente inclinada a acreditar no boato, já que não há nenhuma Michelle nos quadrinhos do herói. Mas agora o site Comic Book alega ter descoberto o sobrenome desta personagem e ele é inesperado. A fonte citada é um livro que adapta a trama do filme. Nele, a jovem colega de aula de Peter Parker é chamada de Michelle Toomes. Embora não haja nenhuma Michelle Toomes em parte alguma das publicações da Marvel, o filme traz outro personagem com o mesmo sobrenome: Adrian Toomes, mais conhecido como o vilão Abutre. Caso isso se confirme, os roteiristas inventaram uma nova personagem. O Abutre tem, sim, uma filha nos quadrinhos. Mas ela é adulta e se chama Valeria Toomes, uma agente da SHIELD que esconde sua filiação. Se a ideia for realmente apresentá-la como filha do Abutre, será mais uma alteração racial do elenco em relação aos quadrinhos, já que Valeria é caucasiana como o Abutre. O filme também tem Angourie Rice (“Dois Caras Legais”), que é loira, vivendo a morena Betty Brant, Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapeste”), que é mulato, vivendo o loiro Flash Thompson, a negra Laura Harrier como a loira Liz Allen e o asiático Jacob Batalon como o loiro Ned Leeds. Tudo a ver, como se pode ver. A confirmação definitiva do papel de Zendaya virá na estreia de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, marcada para 6 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo marca final das filmagens de Tomb Raider
As filmagens do reboot de “Tomb Raider” foram finalizadas na sexta (9/6). O anúncio foi feito pelo próprio diretor da produção, Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que publicou um vídeo em sua conta do Instagram para marcar a ocasião. Veja abaixo. O diretor norueguês faz sua estreia em Hollywood com o longa, que traz a sueca Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) como Lara Croft. O filme vai contar a história de origem da personagem, ao estilo do game de 2013, com roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Sherlock Holmes 3”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A estreia está marcada para março de 2018, com distribuição da Warner Bros. That's a wrap! #tombraidermovie #tombraider Uma publicação compartilhada por Roar Uthaug (@roaruthaug) em Jun 9, 2017 às 10:46 PDT
Jessica Chastain se casa em cerimônia concorrida, numa villa vinícola italiana
A atriz Jessica Chastain se casou neste sábado (10/5) com o executivo de moda italiano Gian Luca Passi de Preposulo numa cerimônia concorrida, numa villa vinícola em Carbonera, na Itália. “O casamento foi impressionante”, disse uma fonte ao E! News. “O vestido de Jessica era perfeito e você podia dizer que ela estava muito nervosa caminhando pelo corredor. A comida estava deliciosa”. A fonte disse que muitos dos membros da família do noivo participaram, revelando que ele tem uma “família enorme”, enquanto a maioria dos convidados de Chastain eram amigos íntimos. A cerimônia também atraiu dezenas de socialites italianas. Entre os colegas famosas da atriz, Anne Hathaway, Emily Blunt e Edgar Ramirez marcaram presença. Eles trabalharam com Chastain nos filmes “Interestelar” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Hora Mais Escura” (2012), respectivamente. Chastain e Preposulo namoraram por cinco anos antes do casamento, mantendo o relacionamento discreto, ainda que público. Filho de aristocratas italianos, o noivo já trabalhou como diretor de relações públicas da grife Armani e hoje é ligado à grife Moncler.
Ben Affleck, o novo Batman, homenageia Adam West, o eterno Batman
A morte de Adam West, o ator que viveu Batman na série clássica dos anos 1960 e em diversos desenhos, mobilizou centenas de comentários e tributos nas redes sociais. Um deles foi escrito pelo ator Ben Affleck, atual intérprete de Batman nos filmes da Warner. “Adam West exemplificou o que é heroísmo. Gentil, engraçado, e um cara decente acima de tudo. Obrigado por nos mostrar como se faz”, ele escreveu em seu Twitter. Adam West ainda tem uma última aventura inédita como Batman. Ele estava trabalhando na dublagem de “Batman vs. Duas-Caras”, continuação do longa animado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, lançado com grande sucesso em Blu-ray no ano passado. Já Ben Affleck vestirá o capuz e a capa do herói em “Liga da Justiça”, que estreia em novembro, e estará no próximo filme solo de Batman, previsto para 2019. Adam West exemplified heroism. Kind, funny and an all around great guy. Thank you for showing us all how it's done. @therealadamwest — Ben Affleck (@BenAffleck) June 10, 2017
Adam West (1928–2017)
Morreu Adam West, o intérprete mais famoso e querido de Batman. Ele faleceu na noite de sexta (9/6), em Los Angeles, de leucemia aos 88 anos. William West Anderson só virou Adam West a partir de seu primeiro filme, o clássico “O Moço de Filadélfia” (1959), no qual viveu o pai homossexual de Paul Newman. Como podia chocar sensibilidades da época, a homossexualidade de seu personagem era apenas aludida e, antes que pudesse causar controvérsia, rapidamente enterrada. O mesmo acidente de carro que o tirou de cena foi o pretexto para avançar a história e mostrar seu filho adulto – Paul Newman era três anos mais velho que West. A preferência do sobrenome West sobre Anderson coincidiu com o fato dele fazer muitas séries de western no começo da carreira, como “Cheyenne”, “Bronco”, “Colt .45”, “Maverick”, “Bonanza”, “Laramie”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke” e “O Homem de Virgínia”, entre outras. Seu primeiro papel fixo na TV foi na série “Os Detetives”, em 1961. A atração só durou uma temporada de 30 episódios, apesar de ter em seu elenco o astro de cinema Robert Taylor (“Quo Vadis”) e até Mark Goddard, o futuro Major West de “Perdidos no Espaço”. No cinema, destacou-se como coadjuvante da sci-fi “Robinson Crusoé em Marte” (1964) e da comédia dos Três Patetas “Os Reis do Faroeste” (1965), antes de virar protagonista com o western spaghetti “Os Quatro Implacáveis” (1965) e a aventura “Mara das Selvas” (1965). Mas sua carreira de galã de filmes B e de participações televisivas tomou um rumo completamente diferente a partir de 1966, quando o ator assumiu o papel que marcaria sua vida. Adam West virou Batman em 1966 e nunca mais deixou o personagem na imaginação dos fãs, mesmo que a produção tenha sido cancelada após três temporadas, em 1968. Primeira série a levar a estética dos quadrinhos para a TV, com a inclusão de onomatopeias, clifhangers que continuavam na próxima história, lutas totalmente coreografadas, ameaças absurdas e um colorido digno de quadros da pop art, “Batman” virou um fenômeno de audiência, foi indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia e até ganhou um filme, que reuniu os principais vilões da atração num esforço conjunto para derrotar a dupla dinâmica, formada pelo cruzado encapuzado e o menino prodígio – Robin, vivido por Burt Ward. Infelizmente, o surto criativo durou pouco. A série tornou-se repetitiva com a falta de imaginação de seus roteiristas, que abusaram das mesmas piadas em torno da “batcaverna”, “batmóvel”, “batfone” e “bat-repelente de tubarão”, na mesma “bat-hora” e no mesmo “batcanal”, gerando fadiga. Para piorar, a ideia de renovação do produtor William Dozier foi criar novos vilões, tão bobões que só existiram em seus episódios. A falta dos vilões clássicos levou à queda de audiência, que culminou no cancelamento após três anos. Uma inovação, pelo menos, acabou entrando para os quadrinhos: a Batgirl, originalmente interpretada por Yvonne Craig. Conforme foi emburrecendo, “Batman” também sofreu rejeição dos fãs de quadrinhos, e a editora DC precisou reinventar o herói de forma radical nos anos 1970, como uma figura sombria, para se distanciar do tom de pastelão do programa. A repercussão da atração foi tanta que Adam West encontrou dificuldades para fazer outro papel pelo resto da carreira. Embora tenha aparecido em algumas séries e coadjuvado dois filmes bem-sucedidos, “Só o Casamento Nos Separa” (1971) e “Hooper – O Homem das Mil Façanhas” (1978), os trabalhos se revelaram mais escassos que antes de “Batman”. Incapaz de sair da sombra de Batman, West acabou retornando ao papel após uma década como dublador da primeira série animada do herói, “As Novas Aventuras de Batman” (1977), que também contava com Burt Ward como a voz de Robin. Sem premeditação, esse trabalho acabou lhe abrindo uma nova linha de atuação. Ele voltaria a dublar Batman no desenho dos “Superamigos” (1985) e, a partir daí, passou a emendar inúmeras participações vocais em produções animadas – que eram melhores que os filmes trash que fez nos anos 1980, lutando contra zumbis e motoqueiros selvagens. Numa reviravolta, em 1992 foi convidado a enfrentar Batman, dublando o vilão Fantasma Cinzento na 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”. Mas foi só uma vez, e ele logo voltou a ser o herói encapuzado em desenhos dos “Animaniacs” (em 1997) e “Os Simpsons” (em 2002), antes de virar o prefeito de Gotham City na série animada “The Batman” (entre 2004 e 2006). Além de Batman, Adam West teve ainda outro papel reincidente: Adam West. Ao aparecer pela primeira vez como si mesmo na série “The Ben Stiller Show”, em 1992, o ator inaugurou um novo costume em sua carreira. Ele viveu Adam West em filmes como “O Tamanho das Melancias” (1996) e “Lindas de Morrer” (1999), séries animadas, como “O Crítico”, “Space Ghost Coast to Coast” e “Os Padrinhos Mágicos”, e em sitcoms, como “Murphy Brown”, “NewsRadio”, “The King of Queens”, “30 Rock” e “The Big Bang Theory” – num episódio exibido no ano passado. Sem esquecer que foi o Prefeito Adam West ao longo de mais de uma centena de episódios do desenho “Uma Família da Pesada” (Family Guy), entre 2000 e 2017. Famoso por ser ele mesmo, Adam West entretanto nunca foi reconhecido como alguém importante pelos produtores dos filmes de Batman. Ele jamais foi convidado a aparecer nos filmes do herói, embora intérpretes dos seriados de Superman tenham figurado nos longas do Homem de Aço. Esta desfeita refletia como a DC Comics enxergava o legado da série dos anos 1960. A avaliação negativa só começou a ser revista nos últimos anos, a ponto da Warner e a DC Comics desenvolverem novas linhas de produtos nostálgicos relacionados ao “Batman” de Adam West. Um desses lançamentos foi um longa animado, concebido como uma aventura da época da série, que fez grande sucesso no ano passado. Intitulado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, o filme voltou a reunir West e Burt Ward como Batman e Robin, além de resgatar a voz ronronante de Julie Newmar como Mulher-Gato. Lançado em home video, “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” teve repercussão tão forte que o ator estava trabalhando numa sequência, “Batman vs. Duas-Caras”, que seria lançada no segundo semestre. Não há informações sobre a etapa em que se encontravam as dublagens. Declarando-se devastado pela perda do amigo, Burt Ward deu a dimensão do legado de Adam West num texto publicado nas redes sociais. “Adam e eu tivemos uma amizade especial há mais de 50 anos. Nós compartilhamos alguns dos momentos mais divertidos de nossas vidas juntos. Esta é uma perda terrivelmente inesperada de meu amigo de toda a vida. Eu sempre sentirei sua falta. Existem vários atores que retrataram o Batman nos filmes. Mas, para mim, só houve um verdadeiro Batman, que é e sempre será Adam West. Ele era verdadeiramente o Cavaleiro das Luzes”.
Transformers: O Último Cavaleiro ganha 12 pôsteres de personagens
A Paramount divulgou 12 pôsteres de personagens de “Transformers: O Último Cavaleiro”. O elenco destacado inclui Mark Wahlberg (que retorna após “Transformers: A Era da Extinção”), Josh Duhamel (que estrelou a trilogia original), Laura Haddock (série “Da Vinci’s Demons”), Isabela Moner (da série “100 Coisas para Fazer Antes do High School”), Jerrod Carmichael (“Vizinhos”) e Anthony Hopkins (“Thor”). Há também seis robôs criados por computação gráfica: Optimus Prime (voz de Peter Cullen desde os anos 1980), Megatron (voz de Frank Welker desde os anos 1980), Hound (voz de John Goodman desde “Transformers: A Era da Extinção”), Cogman (voz do “novato” Jim Carter, da série “Downton Abbey”), o mudo Bumblebee e o “controvertido” estreante Hot Rod – o robô que substituiu Optimus Prime nos desenhos animados, “arruinando” a franquia para os fãs mais antigos. Curiosidade divertida: a estreia de Hot Rod, no longa animado “Transformers – O Filme” (1986), foi introduzida pelo hit brega “The Touch”, de Stan Bush, que também foi cantado por Mark Wahlberg no filme “Boogie Nights” (1997). Haveria uma homenagem a caminho? Novamente dirigido por Michael Bay, “Transformers: O Último Cavaleiro” estreia no dia 22 de junho.
Novo trailer de Carros 3 é veloz e furioso
A Disney divulgou três pôsteres de personagens e um novo trailer de “Carros 3”, ainda sem a dublagem nacional ou legendas. A prévia aposta em cenas velozes e furiosas, mostrando o protagonista Relâmpago McQueen em meio a corridas, com direito a acidentes, ultrapassagens e a trilha de “Take It To The Limit”, balada clássica da banda Eagles. Na trama, o carrinho vermelho, que nos EUA volta a ser dublado pelo comediante Owen Wilson (“Gênios do Crime”), vai contar com a ajuda de uma atrapalhada treinador, Cruz Ramirez (voz original de Cristela Alonzo, da série “Cristela”), para enfrentar um novo rival em seu retorno, a “supermáquina” Jackson Storm (voz de Armie Hammer, de “O Agente da UNCLE”). A treinadora latina será dublada por Giovanna Ewbank (novela “Escrito nas Estrelas”) no Brasil. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Trailers da nova sátira esportiva da HBO destacam elenco grandioso
A HBO divulgou dois trailers e o pôster de seu novo documentário esportivo falseta estrelado por Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”). Após “7 Dias no Inferno” (7 Days of Hell), sobre uma partida de tênis que durou uma semana, “Tour de Pharmacy” aborda uma competição ciclista dos anos 1980, em que todos os atletas participaram dopados, numa referência ao escândalo de doping de Lance Armstrong na Tour de France. O próprio, por sinal, faz parte do elenco, listado como “informante”. A sátira combina cenas do evento fictício de 35 anos atrás com depoimentos que mostram como os atletas estão hoje. Por exemplo, Freddie Highmore (série “Bates Motel”) cresceu e virou Julia Ormond (série “Incorporated”). Mas quem rouba a cena é o lutador do WWE John Cena (“Irmãs”), de peruca loira e roupa colada, retratando um ciclista em esteroides. O elenco grandioso ainda inclui Orlando Bloom (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Daveed Diggs (série “The Get Down”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Dolph Lundgren (“Os Mercenários”), James Marsden (série “Westworld”), Danny Glover (“Máquina Mortífera”), Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Kevin Bacon (série “The Following”), Will Forte (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), Mike Tyson (“Se Beber, Não Case”) e o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), entre muitos outros. Além de Samberg, o roteirista Murray Miller e o diretor Jake Szymanski são os mesmos de “7 Dias no Inferno”. A estreia está marcada para 8 de julho.












