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    Animação O Poderoso Chefinho vai ganhar sequência

    26 de maio de 2017 /

    A Dreamworks Animation confirmou a produção da sequência da animação “O Poderoso Chefinho”. Com arrecadação mundial de US$ 468,4 milhões, o filme foi considerado um sucesso pelo estúdio, que não revelou os valores de seu orçamento. Roteirizado por Michael McCullers (“Austin Powers”) e dirigido por Tom McGrath (“Madagascar”), “O Poderoso Chefinho” partiu de uma ideia do best-seller infantil de Marla Frazee, mas mudou toda a premissa do bebê mandão, transformando-o num agente secreto encarregado de descobrir porque cachorrinhos estavam ganhando mais atenção que os bebês. A crítica reclamou, mas o público gostou. A sequência trará de volta o ator Alec Baldwin como a voz original do bebê, porém vai demorar para chegar aos cinemas. O lançamento está previsto apenas para 26 de março de 2021.

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    Trailer da 7ª temporada de Game of Thrones bate recorde de visualizações

    25 de maio de 2017 /

    A ansiedade pela volta de “Game of Thrones” está tão alta que o primeiro trailer da 7ª temporada bateu recorde de visualizações. A prévia divulgado na última quarta-feira (24/5) teria sido vista mais de 61 milhões de vezes, em diversas plataformas digitais. Segundo a Deadline, trata-se de um recorde para um trailer de programa de TV. A quantia soma as exibições no YouTube e redes sociais da HBO e da própria série. O trailer também está na lista dos vídeos mais vistos do YouTube nesta semana. A 7ª temporada de “Game of Thrones”, que terá apenas sete episódios, começa a ser exibida no dia 16 de julho, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

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    Novos Mutantes será filme de terror

    25 de maio de 2017 /

    O filme dos “Os Novos Mutantes”, novo grupo de super-heróis do universo dos X-Men, será uma trama de terror. A afirmação foi feita pelo diretor responsável pela adaptação, Josh Boone. “Não haverá uniformess. Não haverá supervilões. Nós estamos tentando fazer algo muito muito diferente. Estamos fazendo um filme de horror dentro do universo X-Men”, ele disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. No ano passado, um storyboard do filme revelou que a trama adaptaria o arco do Urso Místico, uma criatura de pesadelos. O filme foi escrito por Boone e seus parceiros no filme “A Culpa É das Estrelas”, os roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber, e por enquanto tem apenas duas atrizes confirmadas em seu elenco: Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane) e Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik). Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o primeiro spin-off dos X-Men, abrindo caminho para a proliferação de inúmeras publicações e personagens mutantes, que o estúdio Fox agora está transformando em franquias. A ideia por trás do projeto original era voltar a mostrar mutantes adolescentes, já que àquela altura os X-Men não eram mais estudantes do Instituto Xavier. Na hora de definir quem seriam os novos personagens, o roteirista Chris Claremont ainda arriscou criar uma equipe mais diversa que a de Stan Lee, combinando diversas etnias: um americano caipira (Míssil), uma refugiada vietnamita (Karma), uma índia cheyenne (Miragem), uma escocesa lobisomem (Lupina) e até um herdeiro milionário brasileiro (Mancha Solar)! A primeira formação passou por várias reformulações, ganhando, entre outros, os reforços da irmã russa de Colossus (Magia), uma americana explosiva (Dinamite), um mexicano (Rictor), uma morlock (Skids), um alienígena (Warlock), outro nativo-americano (Apache), outra brasileira (Magma) – ou melhor, uma jovem criada numa cidade perdida da Amazônia – e um personagem capaz de ler qualquer código, que é mais lembrado por sua morte traumática (Cifra). O filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” chegou a mostrar dois Novos Mutantes, que apareceram lutando ao lado dos X-Men do futuro: Apache (vivido por Booboo Stewart) e o brasileiro Mancha Solar (Adan Canto), além de Blink (Fan Bingbing), que tem uma ligação com o grupo. Blink e Apache também aparecerão na vindoura série “The Gifted”, da Fox. A estreia está marcada para abril de 2018.

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    Penélope Cruz vive Donatella Versace em foto da 3ª temporada de American Crime Story

    25 de maio de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem da 3ª temporada de “American Crime Story”, que, após acompanhar o julgamento de O.J. Simpson, ainda vai contar uma história relacionada ao Furacão Katrina antes de se focar na trama relacionada à foto: o assassinato do estilista Gianni Versace. A foto traz a espanhola Penélope Cruz loiríssima como Donatella Versace, com vestido longo rosa-choque e dois homens seminus ao seu lado. Baseado no livro “Vulgar Favors”, a série vai contar em 10 episódios o chocante assassinato de Gianni Versace, cometido em julho de 1997 pelo serial killer Andrew Cunanan. O elenco também destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace e Darren Criss (série “Glee”) como Cunanan. O roteirista Tom Rob Smith (criador da série “London Spy”) escreveu boa parte dos episódios. E além de produzir, Ryan Murphy assina a direção do primeiro capítulo. A estreia de “Versace: American Crime Story” só deve acontecer em 2018.

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    Novo Piratas do Caribe teria vilã feminina, mas Johnny Depp rejeitou o roteiro

    25 de maio de 2017 /

    Os bastidores conturbados de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” continuam a alimentar negatividade. A revelação mais recente veio do roteirista Terry Rossio, que, numa coluna do site de sua empresa de produção, manifestou mágoas contra Johnny Depp pela rejeição de sua história para o filme. Num longo texto sobre o árduo trabalho que é ser um roteirista em Hollywood, Rossio, que escreveu os quatro filmes anteriores da franquia “Piratas do Caribe”, disse que o quinto longa-metragem só não foi escrito por ele por causa de Depp. O ator teria rejeitado o material que ele criou. Tudo porque não queria enfrentar uma nova vilã feminina tão perto de “Sombras da Noite”. Preocupação que se revelou inócua, já que cinco anos separaram os lançamentos dos dois filmes. ‘Minha versão de ‘Dead Men Tell No Tales’ (o título original) foi descartada porque apresentava um vilã feminina e Johnny Depp estava preocupado por ser uma redundância com seu trabalho em ‘Sombras da Noite’, que também apresentava uma vilã… Às vezes, basta uma única decisão de uma única pessoa, muitas vezes apenas por capricho, para destruir anos de criação de história e de construção de um universo”. Ainda assim, Rossio foi creditado em ‘A Vingança de Salazar’ como autor da história. Mas, segundo ele, quem escreveu o roteiro filmado foi apenas Jeff Nathanson (de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”). “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” estreou nesta quinta (25/5) nos cinemas brasileiros.

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    Novata Kell Smith junta Luiza Brunet, Astrid Fontenelle, Fabi Bang e Luiza Possi em clipe contra o assédio

    25 de maio de 2017 /

    A cantora Kell Smith mal começou a carreira e já chama atenção. Seu primeiro clipe, “Respeita as Mina”, chega num timing perfeito, em tempos de empoderamento feminino e denúncias de assédio, e conta com participação de mulheres bem mais famosas que a própria artista: Luiza Brunet, Astrid Fontenelle, Fabi Bang e Luiza Possi. O refrão contagiante ensina: “Respeita as mina/ Toda essa produção não se limita a você/ Já passou da hora de aprender/ Que o corpo é nosso/ Nossas regras, nosso direito de ser”. E enquanto Kell canta, o vídeo apresenta situações de assédio sofridas por mulheres em seu cotidiano, incluindo transporte público, o ambiente de trabalho e a hora de lazer, onde entram em cena as famosas citadas. A direção é de Mess Santos, que fez, entre outros, o divertido clipe de Nego do Borel para “Você Partiu meu Coração”, com Anitta e Wesley Safadão. Com batida dançante e violões, a produção de Rick Bonadio vai num bom embalo até tropeçar num trecho de rap, em que Kell mostra que não é rapper. O detalhe é que ela nem precisava apelar para um textão clichê e mal ajambrado, quando seu refrão já diz tudo. E isto é tão raro. “Respeita as Mina” também pode induzir a um equívoco, sugerindo que Kell seja uma nova revelação do funk ou, vá lá, do hip-hop nacional. Mas outras canções de seu disco de estreia apontam falta de identidade musical, com um ecletismo que pode agradar até fãs de chororô sertanejo.

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    Good Time: Thriller frenético estrelado por Robert Pattinson ganha primeiro trailer

    25 de maio de 2017 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer de “Good Time”, filme dos irmãos Safdie (“Amor, Drogas e Nova York”) que impressionou a crítica mundial em sua exibição no Festival de Cannes. A prévia dá uma mostra do desempenho de Robert Pattinson, que arrancou elogios rasgados. Na trama, ele vive um jovem trapaceiro que se acha mais esperto que os outros, usando seu carisma e a capacidade de improvisação para se safar em momentos de pressão. Após a fuga de um roubo a uma agência bancária dar errado, seu irmão e cúmplice com problemas mentais (vivido pelo diretor Ben Safdie) acaba preso e ele precisa correr contra o tempo para levantar dinheiro para a fiança e evitar o pior, atirando-se numa espiral de violência e destruição. Como o vídeo mostra, a ação não para. Filmado nas ruas de Nova York em meio à população comum, numa tática de guerrilha, o thriller frenético também inclui em seu elenco Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) e Buddy Duress (“Amor, Drogas e Nova York”). A estreia está marcada para 11 de agosto nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Robert Pattinson choca Festival de Cannes com demonstração frenética de talento

    25 de maio de 2017 /

    O Festival de Cannes entrou em choque com a exibição de “Good Time”, dos irmãos Ben e Joshua Safdie (“Amor, Drogas e Nova York”), os mais jovens diretores da competição. Não apenas pelo ritmo frenético – hipnótico! – do thriller, mas porque Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”) finalmente comprovou o que os fãs sempre disseram: ele é um grande ator. O talento demonstrado em cena é inegável. Mas “Good Time” também aponta que ele poderia encabeçar blockbusters, tamanha energia que transmite em cena. O detalhe é que, para Pattinson chegar nesse ponto, o mundo precisou esquecê-lo. Isto se explica pela forma como “Good Time” foi realizado. “Foram filmagens no estilo guerrilha”, o ator descreveu no encontro com a imprensa do festival, contando que as cenas foram rodadas à noite, nas ruas de Nova York, em meio à população comum. “Eu me vi tentando passar por fantasma no meio da multidão”, contou. “Por isso eu fiquei um pouco preocupado com os paparazzi. Mas ninguém percebeu que era eu no trem, em plena hora do rush!”. “Foi uma loucura. Nunca estive em uma filmagem sem uma foto sequer de celular sendo tirada durante a filmagem inteira”, continuou, evocando seu passado de chamariz de paparazzi, durante a fase da franquia “Crepúsculo”. A tática de guerrilha também envolveu algumas situações arriscadas, ele revelou. “Filmamos em uma sala de emergência de um hospital sem permissão. É incrível o que você consegue fazer impunemente sem pedir permissão. Você simplesmente entra, faz e pronto”, disse o ator, que resumiu assim a experiência: “Esse filme é como um carro desgovernado. Não há freios para Connie, nem para a ousadia dos Safdie”. Connie é o nome do personagem do ator, um jovem trapaceiro que se acha mais esperto que os outros, usando seu carisma e a capacidade de improvisação para se safar em momentos de pressão. Após a fuga de um roubo a uma agência bancária dar errado, seu irmão e cúmplice com problemas mentais (vivido pelo diretor Ben Safdie) acaba preso e ele precisa correr contra o tempo para levantar dinheiro para a fiança e evitar o pior, atirando-se numa espiral de violência e destruição. A ação não para. E nem a música pulsante. Pattinson tinha se impressionado com o filme anterior dos Safdie, “Amor, Drogas e Nova York”, e os procurou se propondo a fazer o que eles quisessem, “seja servindo comida ou fazendo um papel no filme”, revelou Joshua Safdie. Graças a esse comprometimento, os diretores indies puderam contar com o primeiro astro de suas carreiras. E a parceria deu mais que certo. A opção de filmagem em estilo quase documental, em meio às ruas de Nova York, aproxima o longa dos thrillers urbanos dos anos 1970, época de clássicos de Martin Scorsese, William Friedkin, Michael Cimino e Sidney Lumet. Em comum com os thrillers da época, também há o fato de Pattinson viver um personagem marcante. “Nossos filmes nascem a partir dos personagens que imaginamos. Criamos biografias para eles desde o primeiro momento, o que torna o processo de construção do roteiro muito longo”, contou Joshua. Mas eles compartilham os créditos de “Good Time” com seu astro. “Pattinson é quase um terceiro irmão Safdie neste filme”, reforça o diretor. “Ele tem praticamente a coautoria do filme, que, desde o primeiro minuto, é uma descida ao Inferno”.

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    Único filme brasileiro em Cannes, Gabriel e a Montanha vence prêmio do festival

    25 de maio de 2017 /

    Único filme brasileiro na seleção do Festival de Cannes 2017, “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Gamarano Barbosa, venceu dois prêmios na tarde desta quinta-feira (25/5). Exibido na seção Semana da Crítica, o drama brasileiro venceu o principal prêmio de sua mostra, que é paralela à disputa principal. Além do troféu Revelação, “Gabriel e a Montanha” também ganhou o prêmio da Fundação Gan, que vai auxiliar o lançamento do filme na França com incentivo financeiro para sua distribuição. O filme já tinha conseguido críticas muito positivas da imprensa internacional e foi aplaudido de pé durante sua exibição para o público de Cannes. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann (vivido na tela por João Pedro Zappa), jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pela África antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. “O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explicou Fellipe Barbosa, em comunicado para a imprensa. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.

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    Maior estreia da semana, novo Piratas do Caribe tem distribuição de blockbuster no Brasil

    25 de maio de 2017 /

    Maior estreia de cinema da semana, “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar” chega em mais de 1,3 mil salas acompanhado de controvérsias de bastidores e críticas negativas – apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com o resgate de personagens da primeira trilogia, a produção acaba servindo de fecho para a franquia, já que seu próprio trailer a anuncia como capítulo final. Este é o maior atrativo para quem acompanha o Capitão Sparrow desde os primeiros filmes, mas é bom avisar que também há inúmeras reprises de situações já vistas. Além disso, o excesso de efeitos e atuações cartunescas funcionam como um desenho animado com atores, tendência dos últimos lançamentos da Disney. O grande circuito também recebe “Real – O Plano por Trás da História”, que radicais chamam de golpista – sua inclusão no Cine-PE teria motivado a desistência de cineastas de participarem do festival, em protesto contra a “direita conservadora e grupos que compactuaram e financiaram o golpe”. Seus problemas, porém, estão nas doses de fantasia e cartunismo com que descreve fatos e situações, contaminando seu potencial de docudrama com imaginação desvairada. Nem Itamar Franco foi um personagem de “Zorra Total”, nem Gustavo Franco foi o James Bond da economia nacional. Mas há um saldo positivo, na forma como o enredo explica, sem didatismo e com clareza, os debates por trás do plano Real, que tirou o Brasil do abismo – fatos importantes num país de memória seletiva. Infelizmente, faz isso com muitas frases de efeito e histeria, numa dramaturgia de telenovela, em que até os vilões são genéricos. A estreia nacional que merece maior destaque é outra: “Comeback”. Mas foi lançada em circuito limitado. Último filme de Nelson Xavier, falecido há duas semanas, traz o ator como um matador aposentado, que resolve voltar à ativa. Xavier foi premiado no Festival do Rio pela interpretação, e é uma pena que a distribuição não permita um alcance maior para a performance derradeira deste gigante do cinema brasileiro. A programação inclui outro filme brasileiro: “Muito Romântico”, coprodução alemã, dirigida e estrelada por Gustavo Jahn e Melissa Dullius em Berlim. Mas, neste caso, a distribuição limitada se justifica pelas atuações artificiais e abordagem experimental ao extremo. Com perfil de festival de cinema, onde pode agradar cinéfilos, a obra segue o manual de como entediar o espectador comum. O drama indie “Punhos de Sangue” tem a terceira maior distribuição da semana. E vale a pena. Trata-se da história real e obscura que originou um fenômeno pop. A cinebiografia resgata a façanha de Chuck Wepner, boxeador amador de Nova Jersey que aguentou 15 assaltos em uma luta de pesos-pesados contra Muhammad Ali em 1975, derrubando o campeão uma vez antes de ser derrotado. O feito foi tão impressionante que inspirou Sylvester Stallone a escrever “Rocky” (1976). Mas a vida de Chuck Wepner não teve direito a revanche vitoriosa, como em “Rocky II”. Sua façanha acabou esquecida, conforme Rocky Balboa se tornou mais e mais popular. Apesar do tom melancólico, o filme também inclui momentos doces e engraçados, além de uma performance campeã de Liev Schreiber (série “Ray Donovan”). Com maior alcance entre os lançamentos limitados, “Faces de uma Mulher” tem como atrativo a combinação de duas das melhores atrizes da nova geração francesa, Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”) e Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”). A trama acompanha quatro mulheres em idades distintas, da infância à vida adulta, que flertam com o desastre permanente, até o título fazer sentido, mostrando que, por trás de nomes e intérpretes diferentes, há sempre a mesma mulher. Roteiro e direção são de Arnaud des Pallières (“Michael Kohlhaas – Justiça e Honra”), que transforma a trama complexa num filme fluído e acessível. O segundo filme francês da semana é o documentário “Reset – O Novo Balé da Ópera de Paris”, que capta com imagens belíssimas a criação do primeiro espetáculo de Benjamin Millepied como diretor artístico do Balé da Ópera de Paris. Millepied foi o criador da coreografia de “Cisne Negro” (2010), trabalho que lhe rendeu não apenas reconhecimento mundial, mas o casamento com a atriz Natalie Portman. Entretanto, foi considerado uma escolha pouco ortodoxa para seguir os passos dos gigantes da Ópera de Paris, como Serge Lifar e Rudolf Nureyev. Além de imagens deslumbrantes, o filme registra os dramas de bastidores, a luta contra o tempo e até um greve, entre os desafios que ele precisa superar. Mais restrita das estreias da semana, chega apenas no Rio. O circuito limitado ainda destaca filmes asiáticos das seleções do Festival de Cannes e Berlim do ano passado. O chinês “A Vida após a Vida” é um drama contemplativo e espiritual, que gira em torno de um menino possuído pelo espírito de sua falecida mãe, orientado a replantar uma árvore. Bem mais interessante, “Dégradé” combina comédia de salão de beleza com o clima da guerra permanente da Faixa de Gaza. O desequilíbrio é inevitável, mas não há como negar o apelo da premissa, em que se revelam vaidades de muçulmanas forçadas a usar véu, em meio ao cotidiano violento da Palestina. Clique nos títulos destacados para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    Série mais cara da Netflix, The Get Down é cancelada após uma temporada

    25 de maio de 2017 /

    A Netflix cancelou a série “The Get Down”, criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), após a disponibilização da segunda metade de sua temporada inaugural sem muita fanfarra. Considerada a mais cara produção do serviço de streaming, a série despertou grande expectativa, mas se revelou bem diferente do que se esperava. Prometida como um relato da origem do hip-hop, a atração se revelou fantasiosa e coreografada como um grande musical. Mesmo acompanhando personagens fictícios, a produção incorporou fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash era um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. Passada no berço do hip-hop em meados dos anos 1970, a trama girava em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos de South Bronx, em Nova York, que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços para a cena artística de Manhattan. A história também tinha uma trama paralela, envolvendo uma cantora de discoteca filha de um pastor evangélico. O elenco incluía uma nova geração de atores negros e latinos, mas também nomes conhecidos como Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Segundo o instituto de pesquisa Symphony Advanced Media, a primeira parte da temporada de estreia, lançada em agosto do ano passado, foi vista por 3,2 milhões de pessoas nos Estados Unidos em seus primeiros 31 dias no ar — menos de um quinto do registrado por “Orange is the New Black” em sua 4ª temporada. O fracasso é ainda maior considerando os altos custos de produção — um total de US$ 120 milhões, sendo US$ 7,5 milhões por episódio, maior orçamento de uma série da plataforma — e as várias paralisações na produção, que atrapalharam o andamento do projeto, criando a necessidade de dividir a temporada em duas partes – a segunda metade foi disponibilizada em abril. De acordo com a revista Variety, “The Get Down” teve a produção interrompida e reiniciada tantas vezes que a equipe passou a apelidá-la de “The Shut Down” (“Desligada”, em inglês). Relatos falam em bastidores tumultuados pelo perfeccionismo de Luhrman, que não teria se adaptado ao formato de produção em série. Durante as gravações, Luhrman chegou a se declarar sobrecarregado e considerou abandonar o projeto, mas decidiu ao menos terminar uma temporada completa.

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    Kit Harington e Rose Leslie estão procurando casa para morar juntos

    25 de maio de 2017 /

    O casal Kit Harington e Rose Leslie vão morar juntos em breve. Não é fofoca. Foi o próprio ator de “Game Of Thrones” quem fez a revelação, em entrevista à revista Esquire. Muito discreto sobre sua relação com a ex-companheira de trabalho, o intérprete de Jon Snow deixou a escapar a novidade sem querer. O comentário veio à tona quando ele contou que estava se “separando” de seu colega de apartamento, Dan West, com quem mora há vários anos. “Ele vai viver com a namorada dele e eu vou viver com a minha”, revelou Harington. O ator ainda disse que ele e Leslie estavam marcando compromissos com corretores de imóveis em Manhattan, Nova York. Mas não descartava viver no interior da Inglaterra. Perguntado sobre o relacionamento com a intérprete de Ygritte, seu par romântico entre a 2ª e a 4º temporadas de “Game of Thrones”, ele se declarou feliz. “Não posso falar por nós dois, mas sim, estamos muito felizes. É o que vou dizer a respeito disso”. Apesar dos rumores de um romance entre os dois terem começado em 2012, quando a atriz escocesa entrou na série e eles começaram a ser fotografados juntos por paparazzi, eles só se assumiram oficialmente como casal há um ano.

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    Antologia de comédia Trial & Error é renovada para a 2ª temporada

    25 de maio de 2017 /

    A rede NBC renovou a série de comédia “Trial & Error” para sua 2ª temporada. Concebida em estilo de pseudo-documentário, a atração de Jeff Astrof (criador da série animada “Os Thornberrys”) e Matt Miller (criador de “Lethal Weapon” e “Forever”) acompanha um caso de tribunal diferente por temporada, ao longo de 13 episódios, e, segundo o site Deadline, a NBC adorou a apresentação da história do próximo ano. O canal considera que seu conceito de antologia é capaz de atrair grandes nomes para cada arco, como John Lithgow (vencedor do SAG 2017 de Melhor Ator de Série Dramática por “The Crown”) na 1ª temporada. Além disso, o programa foi bem recebido pela crítica, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Estes dois fatores pesaram favoravelmente contra a baixa audiência. Os 13 primeiros episódios de “Trial & Error” foram assistidos por apenas 3,8 milhões de telespectadores ao vivo. A média sobe com a inclusão das plataformas digitais, atingindo 5,5 milhões por semana. A 1ª temporada, exibida entre março e abril, divertiu o público com os esforços do advogado vivido por Nicholas D’Agosto (o Harry Dent de “Gotham”) para provar que o personagem de John Lightgow não matou sua esposa, mas o álibi é fraco e há evidências da homossexualidade do suspeito. Como se não bastasse, seus assistentes (Sherri Shepherd, de “Policial em Apuros 2”, e Steven Boyer, de “Ponte dos Espiões”) são idiotas, ele não consegue dizer o nome da juíza (Patricia Belcher, de “Bones”) e a promotora (Jayma Mays, de “Glee”) é psicótica.

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