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    Série O Último Cara da Terra é renovada para a 4ª temporada

    12 de maio de 2017 /

    A rede americana Fox anunciou a renovação da série de comédia “O Último Cara da Terra” (The Last Man On Earth), que chegará à sua 4ª temporada. Criada e estrelada por Will Forte (“Nebraska”), e com produção da dupla de cineastas Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”), “O Último Cara da Terra” se passa num futuro apocalíptico, quando restou apenas um punhado de pessoas vivas no planeta. A trama deu uma guinada sombria em sua 3ª temporada, o que causou uma erosão em sua audiência. A série é atualmente vista por cerca de 2,1 milhões de telespectadores, contra 2,7 milhões da temporada anterior. São números de cancelamento, portanto a permanência na programação da Fox deve ser creditada ao prestígio dos produtores e às cinco indicações que já obteve ao prêmio Emmy. A renovação também é um prêmio de consolação para Phil Lord e Chris Miller. A dupla lançou as séries “Son of Zorn” e “Making History” na atual temporada, mas ambas devem ser canceladas por baixa audiência. No Brasil, “O Último Cara da Terra” é exibida no canal pago FX.

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  • Série

    Nova série da Globo, Carcereiros será disponibilizada por streaming seis meses antes da estreia na TV

    12 de maio de 2017 /

    A minissérie “Carcereiros”, protagonizada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), terá seus 12 episódios disponibilizados simultaneamente para os assinantes do Globo Play, a plataforma digital da Globo, no dia 8 de junho, numa experiência para testar o mercado de streaming. Na televisão, a produção só é prevista para o primeiro trimestre de 2018, possivelmente em janeiro. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado no começo deste ano, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada indefinidamente. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, realizado em abril em Cannes, na França, onde venceu o prêmio de Melhor Série Internacional de Drama. O juri presidido por Frank Spotnitz (“Arquivo X”, “The Man in the High Castle”) elegeu a obra brasileira sobre as britânicas “Clique”, “Gap Year” e “Fearless”, a russa “The Territory”, a francesa “Missions” e a sueca “Veni Vidi Vici”. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. Lombardi vive Adriano, alguém que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, o carcereiro vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”).

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    Casal da série Revenge revela noivado na vida real

    12 de maio de 2017 /

    O casal da série “Revenge” está noivo na vida real. A atriz Emily VanCamp revelou na quinta-feira (11/5) que está noiva do ator Josh Bowman. Na série, os personagens dos dois chegaram a se casar, mas tudo fazia parte de um plano de vingança de Emily (a personagem, que tinha o mesmo nome da atriz). Enquanto faziam cenas românticas, os dois atores se apaixonaram na vida real. Segundo a revista Us Weekly, eles estão juntos desde o início de 2012. O noivado foi divulgado no Instagram por meio de uma imagem de Emily, que tapa os olhos mostrando um grande anel de noivado na sua mão esquerda. Na legenda, um coração. Veja abaixo. Emily vai voltar à TV na próxima temporada. O piloto de série médica em que trabalhava, “The Resident”, recebeu encomenda de temporada na rede Fox. Já Josh Bowman segue caminho oposto, com o cancelamento de “Time After Time”, que ele estrelava como o famoso serial killer Jack, o Estripador. ❤️ Uma publicação compartilhada por Emily VanCamp (@emilyvancamp) em Mai 11, 2017 às 12:54 PDT

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  • Filme

    Antonio Banderas vai estrelar filme sobre o fabricante de carros Lamborghini

    12 de maio de 2017 /

    O ator espanhol Antonio Banderas vai estrelar a cinebiografia de Ferruccio Lamborghini, fundador da marca luxuosa de carros italiana Lamborghini. Intitulado “Lamborghini — The Legend”, o filme também trará Alec Baldwin (“Blue Jasmine”) como o grande rival do empresário, Enzo Ferrari. A direção está a cargo de Michael Radford, indicado ao Oscar por “O Carteiro e o Poeta” (1994), e o roteiro foi escrito por Bobby Moresco (“Crash: No Limite”), numa adaptação do livro “Ferruccio Lamborghini: La Storia Ufficiale”, escrito por seu filho Tonino. “Meu livro é o único que respeita perfeitamente a história de vida do meu pai. Realmente acredito que esse filme possa traduzir em imagens e palavras a grande humanidade de Ferruccio, e transmitir ao público a sua personalidade: um homem cheio de energia, carisma e paixão”, disse Tonino Lamborghini, em comunicado. A trama irá abordar toda a trajetória do empresário, falecido em 1993, desde o início da carreira, quando fazia montagem de tratores e veículos militares na 2ª Guerra Mundial até o lançamento da sua fábrica de carros de luxo em 1963. O projeto é uma produção do grupo Ambi Media e será apresentado a investidores no Festival de Cannes, que acontece de 17 a 28 de maio. O projeto coincide com o desenvolvimento de uma cinebiografia de Enzo Ferrari, que será dirigida por Michael Mann (“Hackers”) e estrelada por Hugh Jackman (“Logan”).

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  • Filme

    O monstro de Alien Covenant não é o que se espera – e nem o filme

    12 de maio de 2017 /

    Embora a imprensa, no geral, esteja fazendo pouco caso, “Alien: Covenant” não é filme a se menosprezar. No gênero ficção científica, consegue o status de acima da média. Decepcionante sim é ele ser dirigido por Ridley Scott. Quando se trata de Scott, a expectativa sempre é grande. Não que ele mereça crédito de confiança, mas criou-se uma aura mítica em torno de seu nome, por conta de “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979) e “Blade Runner” (1982), que talvez tenha colocado o diretor num patamar muito mais alto do que ele possa entregar. “Alien – O Oitavo Passageiro” e “Blade Runner” são dois filmes seminais, feitos um seguido do outro, e que trouxeram para o cinema dois pesadelos soturnos, contrapontos perfeitos a diversão e escapismo a que George Lucas e Steven Spielberg promoviam como tendência. Scott preferia o mistério, o estranhamento, e, mais que tudo, a desorientação do homem frente a um futuro complexo demais para entender. Os olhos do replicante no começo de “Blade Runner” tenta abarcar toda a extensão da Los Angeles de 2019, e se prostra frente ao mar de prédios, luzes e carros voadores. Essa perplexidade que nem o homem-máquina é capaz de processar, provoca um desconforto, uma aflição metafísica. A mesma razão leva os tripulantes da Nostromo, no primeiro “Alien”, a serem reticentes na busca e captura do visitante clandestino pelos corredores da nave, que, aliás, é escura e sinistra como uma caverna do principio dos tempos. Havia mesmo no Scott, daquela época, uma vontade de fazer filmes que escapassem ao controle da análise, e que revelassem a existência de uma realidade indizível do mundo. Parece viagem? Pois era a viagem do diretor, e ele não estava nem um pouco preocupado com o eco servil do poder financeiro do cinema. Mas isso tudo é passado. Os tempos mudaram e o mistério, o estranhamento por trás do “velho” “Alien” já não tem vez. “Alien: Covenant” é um filme que busca certezas. O espectador recebe uns chacoalhões, toma uns bons sustos, visita um planeta inóspito, enfrenta feras babonas e, no fundo, não quer escapar das convenções. Anseia por um terreno seguro. De olho na bilheteria e nas planilhas de sua produtora, a Scott Free, o diretor dá o que eles pedem. É tudo muito bem feito, com aquele apuro visual que o realizador aprendeu a vender como grife. Só falta uma trama bem amarrada e um desenvolvimento coerente e, se possível, inteligente. A inteligência dá as caras na abertura. Acena-se para uma reflexão filosófica sobre a natureza divina. Verdade que, para não correr riscos, o conceito será rapidamente abandonado. Mas está lá, desenvolvido enquanto o espectador se ajusta na poltrona e saboreia sua pipoca. O prólogo mostra o nascimento do personagem central de “Prometheus” (2012), o andróide David (Michael Fassbender). Ele abre os olhos e se vê, de pé, vestido de branco, em uma sala vasta e elegante, enquanto seu criador, Peter Weyland (Guy Pearce), provoca-o com perguntas oblíquas. O robô perceptivo já pode identificar uma estátua de Michelangelo, o mobiliário medieval em torno deles, e os acordes de um clássico de Richard Wagner. Ele foi programado para reconhecer e apreciar milhões de coisas, antes mesmo de tomar consciência da vida. Então a conversa se encaminha para um nó. Vida? O que é vida? Uma questão puxa a outra, num bombardeio de perguntas que só cessam quando David percebe a certeza única de sua existência. Ele sabe que o cientista o criou. Essa lógica, contudo, pertence ao mundo robótico. Mas quem criou o cientista? Em seguida, saltamos para 10 anos após os eventos de “Prometheus”, para a nave de colonização Covenant fazendo o seu trajeto através do espaço. Centenas de passageiros dormem numa viagem que levará sete anos até chegar em seu planeta destino. Apenas um único tripulante está acordado, o andróide Walter, coincidentemente um robô da mesma série que David (Fassbender também interpreta o personagem). Passa-se uns 50 minutos, antes que esses dois andróides se encontrem num inóspito e misterioso planeta. O primeiro diálogo entre ambos é fabuloso, pela forma como se estudam. Outros encontros virão, e gradativamente os dois robôs se revelarão tão competitivos quanto os humanos que eles criticam. Surpreende o fato que os aliens não são o prato principal do filme. Os técnicos de efeitos até concebem um monstro híbrido mais bizarro que o original, mas a criatura xenomorfa não causa mais grande impacto (seis filmes depois, o que poderia nos assustar?). “Prometheus” já tinha deixado claro que esse bicho papão não impressiona mais. Lá, Fassbender roubou a cena do monstro. Torna a dominar as atenções aqui, agora em papel duplo. O verdadeiro clímax de “Covenant” acontece do confronto desses dois androides. Um espelha o outro, e a briga obviamente é tão balanceada, que fica difícil prever quem sairá vencedor. A frustração do público advém dessa mudança de rumo inesperado. Pagaram esperando ver uma coisa e, pelas indecisões dos roteiristas e do diretor, estão vendo outra. Como se não bastasse, todo o resto do elenco, inclusive a nova mocinha guerreira, vivida por Katherine Waterston (a heroína de Animais Fantásticos e Onde Habitam), são pouco expressivos. Não passam de adereços em volta dos aliens e da dupla de robôs. Pra desculpar a falta de interesse de Scott por eles, somos constantemente lembrados que os tripulantes da Covenant não são soldados ou pessoas treinadas para lidar com emergências; ou seja, não passam de um bando de zé ninguém, que muitas vezes tentam ajudar e cometem trapalhadas. A maior patetada desta equipe ocorre quando aterrissam no planeta. Parece piada. Se a turma do 8º ano do meu filho fosse fazer uma exploração interplanetária, certamente que não se portaria de forma tão estúpida como os colonos. O quê, o nível de oxigênio está bom? Então vamos tirar os capacetes, certamente não existem agentes patogênicos no ar! Isso dá uma boa medida de como começará a contaminação desta vez. Pior em “Alien: Covenant” é constatar que o tempo de Ridley Scott também expirou. Ele será sempre um cineasta lembrado pelos dois filmes supracitados que dirigiu 40 anos atrás. Cabe uma pausa aqui. Um exame frio sobre a filmografia do cineasta, para recapitular o que de verdadeiramente relevante, ele realizou ao longo da carreira. Após “Alien” e “Blade Runner”, há um honroso “Thelma & Louise” (1991), seguido de meia dúzia de filmes medianos ou decepcionantes, e então “Gladiador” (2000) e “Falcão Negro em Perigo” (2001). Depois, meia dúzia de bombas e, então, “O Gângster” (2007). Finalmente, mais algumas bobagens e finalmente “Perdido em Marte” (2015). A filmografia de Scott parece o gráfico de um paciente terminal: de vez em quando, dá uns picos, gera certa animação, mas em seguida descamba. Um mito se desfaz aqui. É duro admitir, mas se havia alguma vitalidade criativa em Scott, a sobrevida artística está sendo mantida por máquinas. Ele se acomodou na função de artesão. Permanece o incrível bom gosto visual, mas é um diretor que perdeu o senso de ambição, um cineasta à mercê de um time de roteiristas inspirados. Quando encontra um, se sobressai. Como aconteceu em “Perdido em Marte”. Quando não encontra, temos no pior dos casos algo infame como “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) ou, na sorte, algo passável como “Alien: Covenant”. A carpintaria bem feita e, quase toda digital, dá uma enganada, mas, no fim, o filme funciona de soquinho. Avança um pouquinho, para, avança outro, emperra… Resta torcer para que não haja a mesma filosofia por traz da aguardada sequência de “Blade Runner” que Scott produz.

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  • Filme

    O Cidadão Ilustre usa humor negro para mostrar como o sucesso provoca inveja

    11 de maio de 2017 /

    Um escritor oriundo de uma pequena cidade argentina, Salas, se projeta como grande nome da literatura mundial, vivendo na Europa por três décadas, e conquista nada menos do que o Prêmio Nobel de Literatura. Esse personagem é Daniel Mantovani (Oscar Martínez). O início do filme “O Cidadão Ilustre” é a sua consagração na cerimônia de entrega do Nobel, em Estocolmo, e ali já se vê seu espírito crítico e a insubmissão que lhe são característicos. Se algum dia esse escritor, famoso mundialmente, resolver voltar para rever a pequena cidade natal de Salas, aproveitando um convite singelo para receber a medalha de Cidadão Ilustre da localidade, após cerca de 40 anos ausente, o que pode acontecer? Esta é a situação que o filme de Gastón Duprat e Mariano Cohn (mesma dupla de “O Homem ao Lado”) explora, na forma de uma comédia ácida, que lida com o efeito do sucesso cosmopolita sobre o mundo provinciano. De um lado, o orgulho do conterrâneo mal disfarça a inveja. De outro, uma espécie de entusiasmo patriótico é incapaz de ver o mundo para além das fronteiras nacionais. Há ambiguidade em ver sua pequena localidade também se tornar famosa, mas pelo que ela tem de pior. O desejo de usufruir das vantagens de ser o berço natal de um nome famoso no mundo vai de encontro à constatação da pequenez e mediocridade daquele espaço provinciano. A descoberta de que a grande literatura se alimentou das lembranças desse pequeno mundo limitado e opressor acaba por trazer à tona o que as pessoas têm de mais obscuro: a agressividade destruidora. Tom Jobim dizia que, no Brasil, o sucesso ofende as pessoas. Elas não podem suportá-lo. Quando esse sucesso revela sua face crítica, inevitável, aliás, muitos se sentem diminuídos, rejeitados, dispostos até a matar, por inveja. Isso não é um atributo brasileiro, ou argentino, é do ser humano frustrado, insatisfeito, que se sente rejeitado. De qualquer modo, essa visão da história não é necessariamente a única, nem precisa ser assim. É a visão do escritor, que a ela agrega fantasia, exageros, dramaticidade. O conflito existe, é real, mas pode adquirir diferentes configurações. Uma vez mais, se coloca o tema da verdade, o que ela é, como alcançá-la, se é que existe. E do que é factual e ficcional. O filme lida com isso também, embora de modo pouco original. No entanto, o conjunto do trabalho é muito bom. A atuação de Oscar Martínez (“Relatos Selvagens”), excelente, e o tom cáustico da comédia funciona muito bem. Além de tratar de um tema relevante. Não é nenhum besteirol, nem é nada apelativo. “O Cidadão Ilustre” foi escolhido para representar a Argentina na disputa pelo Oscar de filme estrangeiro. É uma coprodução com a Espanha e levou o prêmio Goya de melhor filme ibero-americano.

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    Johnny Depp teria filmado bêbado o novo Piratas do Caribe

    11 de maio de 2017 /

    Uma reportagem da revista americana The Hollywood Reporter sobre as dívidas de Johnny Depp lançou luz sobre os bastidores de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, revelando que ter os cães barrados na Austrália foi o menor dos problemas causados pelo ator durante as filmagens. Fontes ouvidas pela publicação afirmaram que o ator filmou a produção completamente bêbado. Como o personagem Jack Sparrow se porta de forma bêbada, poderia se argumentar que foi um caso e imersão no personagem – o famoso “Método” de interpretação. Mas o motivo teria sido bem diferente. Em 2015, quando começaram as filmagens, o ator já viva uma crise no casamento com Amber Heard, de quem se separaria no ano seguinte. Não está claro se ele bebia por causa disso, ou se era sua bebedeira que causava as brigas. Mas a atriz, em seu pedido de divórcio, mencionou que seu estado enebriado o tornava violento. Segundo apurou o THR, Depp chegava constantemente atrasado e bêbado no set, deixando a equipe inteira apreensiva. “Todos eram espectadores inocentes diante de um acidente de trem”, descreveu à revista, de maneira metafórica. O clima entre o ator e Amber, que viajou para a Austrália para acompanhá-lo, estaria péssimo, de acordo com as fontes, e as discussões faziam o ator chegar horas atrasado às filmagens. A situação chegou ao ponto de o orçamento ser usado para deslocar funcionários da equipe do filme para ficarem de plantão diante da moradia de Depp, para avisar aos outros quando ele aparecesse bem e desse indícios de que iria trabalhar. “Certamente, houve dias em que nossos planos foram desafiados”, assumiu o chefe de produção do filme, Sean Bailey, ao mesmo tempo em que tentou jogar panos quentes sobre o assunto, ressaltando o talento de Depp para dar vida ao amalucado Jack Sparrow, um pirata que anda e fala como se estivesse bêbado. Os bastidores da produção não geraram maior falatório graças ao esforço da Disney para conter a situação, tendo em vista que o filme tem um orçamento milionário e ainda não estreou. Mas, já no primeiro trailer, o estúdio tratou de anunciar que se tratava do capítulo final da franquia. Muitos acharam precipitado, pois o filme poderia se provar um blockbuster. A situação muda de figura diante dos problemas levantados pelo THR durante sua longa produção. Nem os tabloides imaginavam, tanto que pouco especularam, na época, sobre as causas de um acidente em que Depp machucou um dedo nas filmagens e precisou voar às pressas para operá-lo nos Estados Unidos. Oficialmente, fala-se que ele prendeu o dedo na porta do carro, mas não se diz em que estado ele estava quando isso aconteceu. Uma versão diferente só foi circular na época de seu divórcio, apontando que ele teria se ferido durante uma discussão mais acalorada com Amber Heard. Durante a separação, a atriz chegou a acusar Depp por violência doméstica, aparecendo com o rosto bastante machucado. Mas ela não deu prosseguimento na ação após conseguir um acordo de divórcio estimado em US$ 7 milhões. “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” estreia em duas semanas, no dia 25 de março no Brasil.

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  • Série

    Mumuzinho compartilha primeira foto dos novos Trapalhões

    11 de maio de 2017 /

    Mumuzinho compartilhou em seu Instagram a primeira foto que reúne o elenco dos novos “Trapalhões”. Os atores que estarão no remake posaram para o clique ao se encontrem em um workshop preparatório para as gravações. A foto reúne Lucas Veloso (novela “Velho Chico”), Bruno Gissoni (novela “Babilônia”), Gui Santana (ex-“Pânico”), Mumuzinho (“Esquenta!”) e o cantor Nego do Borel – que vão interpretar personagens inspirados em Didi, Dedé, Zacarias, Mussum e Tião Macalé, respectivamente. Para evitar confusão, Lucas e Bruno serão Didico e Dedeco, uma vez que Renato Aragão e Dedé Santana, o Didi e o Dedé originais, também vão marcar presença nos novos episódios, como tios dos jovens. A Globo ainda não anunciou a data de estreia do programa, que tem direção de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”), mas a expectativa é que entre no ar no segundo semestre deste ano. Mais um dia de workshop com essas feras. #remake #ostrapalhoes Uma publicação compartilhada por Mumuzinho (@mumuzinhoc) em Mai 11, 2017 às 7:53 PDT

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    Festival Cine PE é adiado após saída de sete filmes em protesto

    11 de maio de 2017 /

    A saída de sete filmes da competição do festival Cine PE, em protesto contra as obras “alinhados à direita conservadora” da seleção oficial, causou um curto-circuito nos bastidores da organização, que decidiu adiar o evento. Marcado inicialmente para acontecer entre os dias 23 e 29 de maio, a 21ª edição do Cine PE, em Recife, vai refazer sua programação e só depois terá sua nova data anunciada. Em comunicado, a organização do festival lamenta a “surpresa por essa represália” em “tempo impróprio da pré-produção do evento”, que “proporcionou um ônus fora do planejamento”. Assinado pela diretora do Cine PE, Sandra Maria Ramos Bertini Bandeira, o texto aponta o histórico do festival, que jamais se pautou por priorizar uma linha política. “Com uma simples pesquisa sobre as edições passadas, facilmente será revelado que o Festival sempre se pautou em mostrar tendências, linguagens, estéticas e ideologias da forma mais coerente possível, por entender e evidenciar que o conceito da diversidade dever ser de todos e para todos”. Reiterando a confiança no trabalho da curadoria, ela explica que serão incluídos outros filmes que se inscreveram no evento, ressaltando o compromisso com “a liberdade de produzir e o sentimento de consideração pelas obras realizadas, na maioria das vezes, com enormes esforços”. O texto se encerra anunciando o adiamento. “Essa adequação da situação à nova grade de programação, por razões técnicas e burocráticas, demanda por um tempo superior ao prazo do período de realização agendado, de tal modo que, pelo dever da prudência que sempre inspirou o Festival, será necessária postergar a execução do evento, cuja nova data será divulgada oportunamente” Na quarta-feira (10/5), sete cineastas anunciaram a decisão de retirarem seus respectivos filmes da competição – cinco curtas e um longa-metragem. Em carta aberta, os dissidentes afirmam que a decisão foi tomada após a divulgação da programação na íntegra, quando foi revelada a presença de filmes que “favorecem um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuaram e financiaram o golpe ao Estado democrático de direito ocorrido no Brasil em 2016”. Não foram apontados quais são os “filmes golpistas”, mas o Cine PE incluiu em sua mostra competitiva o documentário “O Jardim das Aflições”, sobre o astrólogo ultraconservador Olavo de Carvalho, que foi feito sem incentivo público, mas com cotas de patrocínio de uma editora que prepara uma biografia do deputado Jair Bolsonaro. Além disso, o festival anunciou a exibição fora da competição de “Real – O Plano por Trás da História”, de Rodrigo Bittencourt, que resgata a criação da moeda em 1993. Vale observar que “O Jardim das Aflições” foi recusado por vários festivais anteriormente. Em entrevista ao UOL, no ano passado, o diretor Josias Teófilo chegou a reclamar de censura. “Os critérios exclusivamente políticos se mesclam com julgamentos estéticos”, defendeu.

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    Miley Cyrus muda de direção musical, mas continua sexy no clipe de Malibu

    11 de maio de 2017 /

    Miley Cyrus mudou, mas continua a mesma. Ela continua sexy, exibicionista e narcisista em seu novo clipe, mas a música evoca suas raízes de música country. “Malibu” é um choque de estilos, entre um lamento country e batidas dançantes. E curiosamente a melodia caipira é melhor que a batida programada. Longe de ser pioneira nessa tendência, já experimentada por Madonna em seu auge, “Malibu” chega cinco meses após Lady Gaga virar cowgirl pink em “Million Reasons”. Mas o clipe, que ela própria dirigiu em parceria com Diane Martel, provoca mais, com uma visual de garota natural, expondo a sensualidade de Miley entre a praia e o campo, pele contra areia, pernas roçando no capim, camiseta levantada até o sol cegar, ao estilo das ninfetas de David Hamilton (1933-2016). O resultado é mais sexy que os vídeos ostensivamente sensuais que a cantora lançou anteriormente. Martel, por sinal, assinou um destes, “We Can’t Stop” (2013). A música é uma homenagem ao litoral cheio de colinas que aparece no vídeo. Foi lá que ela se refugiou, numa casa com seu noivo Liam Hemsworth, que batizou de “Terra do Arco-Íris”. E a letra entrega uma declaração de amor. “Eu nunca teria acreditado se você me dissesse há três anos que eu estaria escrevendo essa canção. Mas aqui estou ao seu lado. O céu é mais azul em Malibu. Ao seu lado em Malibu. Ao seu lado”. “Malibu” será apresentada pela primeira vez ao vivo na cerimônia do Prêmio Billboard 2017, que acontece no dia 21 de maio na arena T-Mobile, em Las Vegas.

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  • Série

    Last Man Standing é cancelada após seis temporadas

    11 de maio de 2017 /

    A duradoura sitcom “Last Man Standing” foi cancelada pela rede americana ABC. Estrelada por Tim Allen (o dublador do astronauta Buzz Lightyear em “Toy Story”), a série chegou ao fim após seis temporadas. A decisão não levou em conta a audiência, já que “Last Man Standing” tem um dos públicos mais consistentes do canal. A 6ª temporada, encerrada em março, foi vista em média por 6,4 milhões de telespectadores, contra 6,7 milhões da temporada anterior. A diferença é muito pequena em relação à duplamente renovada “Modern Family”, assistida por 6,9 milhões ao vivo e em franco declínio – perdeu 1 milhão de telespectadores desde o ano passado. E reparem que “Last Man Standing” ainda tem a desvantagem de ser exibida às sextas, dia de pior audiência da TV americana. Mas enquanto “Modern Family” venceu prêmios e rende discussão, pouca gente cita a persistência de Tim Allen em contar as mesmas piadas conservadoras, semana após semana. De forma significativa, “Last Man Standing” nem sequer tem avaliação no site Rotten Tomatoes, porque a crítica simplesmente não se interessa por ela. Criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), a sitcom girava em torno do pai conservador de três meninas, que tenta manter sua masculinidade numa casa – e num mundo – cada vez mais feminista. A premissa é o avesso de “Modern Family”, em que o protagonista de “Last Man Standing” buscava defender seu ideal de “Old Family”, representando o público que elegeu Donald Trump – fye, Allen chegou a se fantasiar de Trump num episódio. Como suas reprises já são exibidas em outros canais, a ABC quis renegociar os custos de produção com a Fox TV. Mas a produtora não aceitou pagar mais pelos episódios, encarecidos pelo salário elevado de Tim Allen. Diante do impasse, a rede preferiu investir em um substituto mais barato ou que ela própria produzisse, encerrando a série.

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    Alien: Covenant é o maior lançamento da semana nos cinemas

    11 de maio de 2017 /

    Estreia de cinema mais ampla desta quinta (11/5), “Alien: Covenant” chega ao Brasil uma semana antes de seu lançamento nos Estados Unidos, numa continuação da história de “Prometheus” (2012) e num retorno ao clima de terror espacial do primeiro “Alien” (1979). O diretor é o mesmo nos três filmes, o veterano Ridley Scott, que, se não leva a franquia a novas direções nem entrega a história que se espera, também não desaponta com sustos, sangue e tensão. Com 75% de aprovação (provisória) no Rotten Tomatoes, desembarca em cerca de 800 salas. Terceira parceria entre o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg (após “O Grande Herói” e “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), “O Dia do Atentado” combina thriller e drama na reconstituição do atentado à bomba da Maratona de Boston de 2013 e da caçada aos terroristas que cometeram o crime. Bem feito, inclusive em seus clichês, o filme tem 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas não obteve o sucesso esperado nos Estados Unidos, onde rendeu apenas US$ 31,8 milhões em cinco meses, contra um orçamento de US$ 45 milhões. Pode-se culpar a ausência de surpresas e o final conhecido. Como curiosidade, destaca-se a participação de Melissa Benoist, a intérprete da Supergirl loiraça da TV, como uma muçulmana radical. Igualmente baseado em fatos reais e com ainda mais clichês, “A Promessa” conta uma história bem menos conhecida. Na verdade, sua intensão é justamente chamar atenção para um fato histórico que a Turquia se esforçou em esconder do mundo: o genocídio dos armênios. A trama se passa durante os últimos dias do Império Otomano e da 1ª Guerra Mundial, quando o governo decidiu exterminar a raça armênia, originando um verdadeiro holocausto. E este contexto torna ainda mais difícil aceitar a trama como um romance épico, com Christian Bale (“A Grande Aposta”) na pele de um repórter americano apaixonado por uma bela armênia, que Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) também tenta salvar. A crítica americana considerou um desperdício (48% de aprovação) e o público preferiu ignorar (só US$ 8 milhões de arrecadação). Maior preciosidade do circuito limitado nesta semana, “O Cidadão Ilustre” é prato cheio para fãs de comédias de humor negro. A produção argentina gira em torno de um escritor famoso, vencedor do Nobel, que volta a sua cidade natal para receber uma homenagem. Mas a satisfação do reconhecimento logo é substituída por velhos rancores e a recepção calorosa se transforma num pesadelo. Vencedor do troféu Goya (o Oscar espanhol) de Melhor Produção Iberoamericana do ano e o prêmio de Melhor Ator para o protagonista (Oscar Martínez) no Festival de Veneza, “O Cidadão Ilustre” tem ainda uma avaliação impressionante de 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para quem prefere suspense, “Uma Dama de Óculos Escuros com uma Arma no Carro”, é um remake francês do clássico homônimo de 1970, último filme do mestre do cinema noir Anatole Litvak (“Uma Vida por um Fio”), baseado no romance de Sébastien Japrisot (“Verão Assassino”). Mais conhecido como diretor de animações, Joann Sfar (“O Gato do Rabino”, “O Profeta”) não consegue superar o original, mas chega perto (80% de aprovação) ao caprichar na fotografia, acompanhando a viagem misteriosa da mulher do título, desta vez vivida pela jovem Freya Mavor (revelada na série teen britânica “Skins”). A programação se completa com dois documentários nacionais, que abordam o Brasil do século passado. “Crônica da Demolição” revela as consequências da ordem e do progresso da ditadura militar na arquitetura e na história do Rio de Janeiro, enquanto “Taego Ãwa” aponta as mazelas que se perpetuam há décadas entre a comunidade indígena, a partir do resgate de imagens dos anos 1970 da tribo Ãwa e o reencontro com os sobreviventes da época, ainda esperando a demarcação de suas terras. Clique nos títulos dos filmes para ver todos os trailers das estreias da semana.

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    Gotham é renovada para a 4ª temporada

    11 de maio de 2017 /

    A rede Fox renovou a série “Gotham” para sua 4ª temporada. Isto significa que o canal será o primeiro a exibir em sua programação séries das maiores editoras rivais de quadrinhos dos EUA: DC Comics (“Gotham”) e Marvel (a recém encomendada “The Gifted”). “Gotham” vem perdendo audiência a cada temporada. A atração que partiu com uma média de 6,1 milhões de telespectadores em sua temporada inaugural chegou à metade desse número em seu terceiro ano. Criativamente, porém, não tem deixado a desejar. Os fãs não podem reclamar do desenvolvimento dos personagens, reviravoltas e proliferação de vilões. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), o programa acompanha a juventude do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie), em seus primeiros dias como detetive policial na GCPD, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato, do Pinguim e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos de Batman. A atual temporada ainda tem cinco episódios inéditos, encerrando seu ciclo apenas em 5 de junho. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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