PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Nicole Kidman vive terror entre vaias e aplausos no Festival de Cannes

    23 de maio de 2017 /

    O cineasta Yorgos Lanthimos exigiu um verdadeiro sacrifício grego do público no Festival de Cannes. Brutal, “The Killing of a Sacred Deer” fez pessoas abandonarem a sala de projeção, tamanha aflição causada por seu suspense. Mas a vingança não tardou, ouvida nas sonoras vaias que acompanharam a exibição dos créditos finais. A crítica, porém, elogiou o tom fúnebre do horror e a ousadia com que a trama se descortina. O novo filme do diretor grego, que venceu o Prêmio do Júri do festival em 2015 com “O Lagosta”, gira em torno de uma família rica e feliz, formado por Colin Farrell. Nicole Kidman (ambos também presentes em outro filme da competição: “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola) e seus dois filhos. O personagem de Farrell fez fortuna como um cirurgião carismático e não estranha quando é procurado por um adolescente (Barry Keoghan, que está em “Dunkirk”, de Christopher Nolan), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma obsessão. O adolescente passa a exigir cada vez mais atenção do seu novo “amigo”. E quando um dos filhos do médico fica gravemente doente, ele anuncia: “Você tirou uma vida da minha família, eu vou tirar uma da sua”. O impacto é de filme de terror, mas a origem das vinganças sangrentas preconizados pela trama vem mesmo dos clássicos gregos. E embora o público perceba tudo como uma grande tragédia, o diretor insiste que se trata de uma comédia. De humor negro e perturbador, mas ainda assim uma comédia. “Eu disse aos meus atores que o projeto era uma comédia, e acredito nisso”, Lanthimos revelou, durante o encontro com a imprensa. “Nunca tratei de temas pesados com seriedade”, explicou, revelando que o filme se torna “brutal por acumulação de elementos, não em suas partes menores”. Como comédia, porém, “The Killing of a Sacred Deer” é muito sem graça. Os risos são apenas nervosos. E o que acontece… “Meus filhos não vão ver esse filme”, sintetizou Nicole Kidman, após a exibição.

    Leia mais
  • Filme

    Michael Haneke filma burguesia para falar de crise humanitária em Cannes

    23 de maio de 2017 /

    Apresentado como um drama sobre a crise da imigração na Europa, o novo filme de Michael Heneke (“Amor”), que compete no Festival de Cannes, foca o tema apenas de forma ambígua, como um elemento secundário. Na verdade, “Happy End” é um drama sobre uma família burguesa de Calais, no Norte da França, onde existiu um dos maiores campos de refugiados europeus. Mas, segundo o diretor, o que não se vê destacado na tela é que é importante. E ele explicou porquê, durante a entrevista coletiva do festival. Em “Happy End”, a atriz Isabelle Huppert (“Elle”), que realiza seu quarto filme com o diretor, vive a chefe da família Laurent, administrando a empresa construtora do pai (Jean-Louis Trintignant, de “Amor”), um viúvo octogenário que não quer mais viver. Uma curiosidade da trama é que os personagens de ambos parecem ser os mesmos de “Amor”. Mas o tom, entretanto, é de ódio. As tensões entre os membros da família se tornam cada vez mais evidentes, envolvidos com negócios, divórcios, filhos negligenciados, ao mesmo tempo em que o filme ressalta seus privilégios de classe. Já a crise humanitária é sugerida apenas levemente, pela presença dos serviçais da família e os imigrantes que perambulam pelas ruas da cidade. Segundo o diretor, isso é proposital e reflete a forma como os personagens veem o mundo. “Essa história poderia acontecer em qualquer lugar do mundo, não é sobre a situação em Calais, especificamente. O que o ambiente do filme pode fornecer é a ideia do quanto nos tornamos alheios à realidade à nossa volta”, apontou Haneke, na entrevista coletiva do festival. “Não é tão óbvio quanto parece, porque na realidade não há grandes surpresas nem artifícios em ‘Happy End’. Mas, sim, queria que ficassem claras as linhas que sobrevoam o argumento. Minha aposta é mostrar o menos possível para que seja a imaginação do espectador que complete o filme”. Mesmo assim, ele não reforça nenhum ponto com esclarecimentos necessários. “Não quero responder sobre os imigrantes, porque é você quem tem que responder a essa pergunta. Eu coloco pistas para o espectador e ele tem que encontrar suas respostas”, disparou, diante da tentativa de se criar um esboço mais claro de suas intenções. Mas Haneke não quer deixar nada claro. Ele busca provocar a imaginação desde as primeiras cenas de “Happy End”, que são perturbadoras, criadas pelo diretor de 75 anos com imagens de aplicativos de telefone. A opção também visou ressaltar que o excesso de informação da vida moderna não ensina nada sobre como se deve viver. “Há uma certa amargura no tipo de vida que levamos”, ele observou. “Somos constantemente inundados por informações, mas continuamos sem aprender nada com elas. A única coisa que conhecemos vem das nossas experiências pessoais.” Diante disso, torna-se inevitável questionar o título. Afinal, qual é o final feliz da história? Assim como todo o filme, Jean-Louis Trintignant explicou que o desfecho é propositalmente ambíguo. “Michael decidiu que seria assim, e, por isso, eu também estou contente”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Roger Moore (1927 – 2017)

    23 de maio de 2017 /

    O ator britânico Roger Moore, famoso por interpretar o agente secreto James Bond em sete filmes, morreu nesta terça-feira (23/5), aos 89 anos. Segundo a família, Moore faleceu na Suíça, “após uma brava luta contra o câncer”. “Obrigado, papai, por ter sido você, e por ter sido tão especial para tanta gente. Com o coração pesado, compartilhamos a péssima notícia de que nosso pai, Sir Roger Moore, morreu nesta terça-feira. Estamos devastados”, disseram os três filhos do ator, em comunicado publicado no Twitter. Moore atuou em dezenas de filmes ao longo de mais de 70 anos de carreira na TV e no cinema, mas será sempre lembrado como o ator que melhor substituiu Sean Connery no papel de James Bond — ele foi o terceiro intérprete do agente secreto no cinema. Sua filmografia começou quando ele tinha apenas 18 anos, como um legionário romano no filme “César e Cleópatra” de 1945, estrelado por Claude Rains e Vivien Leigh. E após meia dúzia de outras figurações, ele conseguiu passar num teste da RADA (Academia Real de Artes Dramáticas) para estudar como virar um ator profissional. Entre as aulas, conheceu sua primeira esposa. Mas a convocação para o serviço militar interrompeu provisoriamente seus planos. Depois de três anos no exército, Moore tentou retomar a carreira, mas só conseguiu novas figurações e trabalho como modelo fotográfico de revistas de moda. Sem desistir, resolveu se mudar para Nova York em 1953 com a segunda esposa, a cantora Dorothy Squires, para tentar a sorte na televisão americana. E após três telefilmes, chamou atenção da MGM, que lhe deu seu primeiro contrato. Ironicamente, o ator inglês foi se destacar em Hollywood, antes de ser reconhecido em sua terra natal. Sua breve passagem americana incluiu papéis nos clássicos “A Última Vez que Vi Paris” (1954) e “Melodia Interrompida” (1955). Mas o que chamou mais atenção foi sua bem-sucedida carreira de herói da TV, a começar pelo papel de Ivanhoé na série homônima de 1958. Ele também teve um papel recorrente na série de western “Maverick”, aparecendo em 16 episódios como o primo britânico do personagem-título, vivido por James Garner. A popularidade crescente o levou de volta à Europa para desempenhar seu primeiro papel de protagonista, como Romulus, fundador de Roma no épico italiano “O Rapto das Sabinas” (1961). E finalmente o conduziu ao personagem que lhe permitiu explorar o charme cínico que marcaria sua carreira: Simon Templar, o ladrão herói da série britânica “O Santo”. Moore estrelou “O Santo” por mais de 100 episódios, entre 1962 e 1969, chamando atenção pelo carisma demonstrado na tela. Basicamente um Robin Hood moderno, o Santo era um ladrão britânico elegante, que roubava criminosos em nome de boas causas, daí seu apelido. Mas claro que ele também enriquecia e se divertia com as femme fatales enquanto ajudava os oprimidos. A série foi um fenômeno tão popular que conseguiu projeção internacional, algo ainda raro para as produções britânicas dos anos 1960. Seu final fez o ator ser disputado para vários projetos, mas ele preferiu protagonizar um filme, “O Homem Que Não Era” (1970), que lhe rendeu vários elogios. Entretanto, foi um novo papel televisivo que determinou seu futuro. Os produtores comemoraram quando ele topou viver o playboy aristocrata Lord Brett Sinclair em “Persuaders!”, contracenando com o americano Tony Curtis. A série era inspirada nos filmes leves de ação da época, envolvendo grandes golpes em tom de comédia. Na trama, ambos eram playboys, mas de temperamentos e origens diferentes. A motivação da dupla para solucionar crimes “que a polícia não conseguia resolver” era se divertir. O inegável atrativo dos dois astros parecia destinado a transformar a atração em outro sucesso. Mas “Persuaders!” teve apenas uma temporada, exibida entre 1971 e 1972. Porque, em 1973, Roger Moore virou James Bond. Os produtores da franquia 007 se viram em apuros quando Sean Connery desistiu de viver o espião pela segunda vez – após a primeira substituição, com George Lazenby, não ser bem-recebida pelos fãs, a ponto de implorarem para Connery retornar. A solução se mostrou óbvia quando o nome de Roger Moore entrou no páreo. Ele já era um protótipo de James Bond, como Simon Templar e como Brett Sinclair. E tudo o que precisaria para assumir o papel era dizer Bond, James Bond. Moore estreou como James Bond em “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973), introduzido por uma música-tema inesquecível de Paul McCartney. Foram sete filmes como o espião britânico com licença para matar, até “007 – Na Mira dos Assassinos” (1985), desta vez com trilha do Duran Duran, para demonstrar como o mundo mudou desde que ele assumiu o papel. Sua interpretação moldou Bond, dando-lhe mais características de playboy e sedutor, além de uma leveza que deixou suas aventuras bem-humoradas. Os filmes ganharam títulos que refletiam essa mudança, como “007 – O Espião Que Me Amava” (1977), “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981) e “007 Contra Octopussy” (1983). As Bond girls se tornaram cada vez mais sexy e importantes, ao mesmo tempo em que a ação foi se aproximando do ridículo, como em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), que teve cenas rodadas no Rio de Janeiro, com James Bond lutando contra o vilão Dentes de Aço no alto do bondinho do Pão de Açúcar, além da infame caminhada por uma lagoa infestada de jacarés, utilizando os bichos como “ponte”. Numa entrevista, ele explicou que sua abordagem mais cômica do personagem se devia ao fato de James Bond não ser um bom espião. “Você não pode ser um espião de verdade após fazer questão que todos saibam qual é seu nome e sua bebida favorita. Isso é apenas engraçado demais.” Apesar do tom leve, durante a filmagem de “Octopussy” na Índia, Moore teve sua visão de mundo mudada pelo contato com a miséria, e a partir daí resolveu usar sua popularidade para ajudar a combater a pobreza extrema. Por conta disso, tornou-se embaixador da Unicef, participando de eventos em todas as partes do mundo. Seu trabalho humanitário o levou a ser nomeado Cavaleiro do Império Britânico. James Bond foi seu personagem mais marcante, mas Moore precisou deixá-lo de lado aos 58 anos, quando passou a ser considerado velho demais para se insinuar para garotas de biquíni. Durante o período em que estrelou a franquia, também foi protagonista de filmes de ação, encabeçando produções de grande elenco, como “Selvagens Cães de Guerra” (1978), “Fuga para Athena” (1979) e “Resgate Suicida” (1980), além de ter feito uma bem-sucedida incursão pela comédia, com “Quem Não Corre, Voa” (1981), ao lado de Burt Reynolds. Entretanto, após deixar de viver 007, sua carreira estagnou. Até uma parceria com Michael Caine, a comédia “Ladrão de Ladrão” (1990), falhou em encantar. O que o levou a contracenar e ser dirigido por Jean-Claude Van Damme em “O Desafio Mortal” (1996). Depois disso, ainda fez uma aparição no musical “O Mundo das Spice Girls” (1997) e coadjuvou no besteirol americano “Cruzeiro das Loucas” (2002), que seus fãs preferem esquecer. Em 2016, Moore chegou a fazer uma participação no piloto de um revival de “O Santo”, que acabou não virando série. Por conta disso, seus últimos papéis foram como o personagem que mais marcou sua vida. Não James Bond, mas Roger Moore. Ele viveu a si mesmo em seus dois últimos filmes, ambos comédias: o francês “Incompatibles” (2013) e o britânico “The Carer” (2016). Em sua autobiografia de 2008, “My Word Is My Bond”, ele resumiu sua carreira como a arte de interpretar a si mesmo. “Passei a vida interpretando heróis porque parecia ser um”, escreveu. “Praticamente, todos os papéis que me ofereceram exigiam apenas que me parecesse comigo mesmo. Mas a verdade é que adoraria ter podido interpretar um verdadeiro vilão”.

    Leia mais
  • Filme

    Pai dos zumbis modernos, George Romero busca financiamento para fazer seu sétimo filme do gênero

    23 de maio de 2017 /

    O diretor responsável pela invenção dos filmes de zumbis modernos, George A. Romero, está em busca de financiamento para voltar a filmar outro longa do gênero. Foi Romero quem concebeu a ideia de uma apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem: “A Noite dos Mortos-Vivos”. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. Mas a contaminação causada por suas criaturas foi maior que o esperado, infectando o cinema – e hoje em dia a TV – com sua popularidade, a ponto de originar um verdadeiro subgênero, com centenas de filmes de zumbis. O próprio Romero estabeleceu as bases da evolução dos zumbis com mais dois filmes, o igualmente clássico “Despertar dos Mortos” (1978), passado num shopping center, e “Dia dos Mortos” (1985), num bunker militar. Depois da trilogia inicial, ele voltou aos zumbis apenas no século 21, com mais três filmes: “Terra dos Mortos” (2005), “Diário dos Mortos” (2007) e “A Ilha dos Mortos” (2009). Seu novo projeto se chama “Road of the Dead” (estrada dos mortos). Mas, com 77 anos, o lendário mestre do terror não vai dirigir o longa, apenas produzi-lo. A direção ficará a cargo de Matt Birman, que foi diretor assistente da segunda trilogia dos Mortos. Assim como “A Ilha dos Mortos”, a trama vai se passar numa ilha. Lá, zumbis participam de corridas de carros malucas, numa combinação de autódromo e Coliseu moderno, para a diversão de humanos ricos. Romero e Birman roteirizaram o longa, que busca investidores para sair do papel e lançá-lo em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” estará completando 50 anos.

    Leia mais
  • Música

    Alexandre Nero vive o maestro João Carlos Martins em trailer e novas fotos da cinebiografia

    23 de maio de 2017 /

    A produtora LC Barreto divulgou 21 novas fotos e o trailer do longa “João, o Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. A prévia, entretanto, dá mais espaço para a juventude de Martins, como uma criança prodígio e um jovem pianista com carreira internacional brilhante. Nestas fases, ele é vivido pelo estreante Davi Campolongo e Rodrigo Pandolfo (“Minha Mãe É uma Peça”). Já as fotos revelam, além de cenas do filme, os bastidores com a participação do próprio João Carlos Martins, dando dicas para Nero interpretá-lo. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), “João, o Maestro” vai mostrar o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, terminando com a volta por cima, quando ele se reinventa como maestro. O trailer só não precisava acrescentar, em texto, que se trata de “uma história de superação e amor a vida”, pois parece descrição – e título – de novela. O elenco também destaca Fernanda Nobre (“Leo e Bia”) no papel de Sandra, primeira mulher do maestro, Alinne Moraes (“Tim Maia”) como Carmen, atual esposa, e Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”) como Kliass, o professor de piano do jovem João Carlos. A estreia está marcada para 3 de agosto.

    Leia mais
  • Filme

    James Wan vai produzir reboot da franquia Resident Evil

    23 de maio de 2017 /

    Surgiram novos detalhes do projeto da Sony para o reboot de “Resident Evil”. O site Deadline apurou que o diretor James Wan (“Invocação do Mal”, “Velozes e Furiosos 7”) vai produzir o recomeço da franquia. Além disso, foi definido o roteirista do primeiro filme. A história está a cargo de Greg Russo, já responsável pelo reboot inédito de “Mortal Kombat”, que também tem produção de James Wan. Wan não deve dirigir o novo “Resident Evil”, uma vez que está envolvido com as filmagens de “Aquaman” e contratado para comandar, a seguir, a adaptação do anime clássico “Robotech” na própria Sony. A produção só deve começar a escalar o novo elenco após definir o diretor. O projeto vem à tona quatro meses após a estreia do último longa da franquia original, “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, o que representa um recorde na categoria de reciclagens de Hollywood – superando a marca da própria Sony com o novo Homem-Aranha, cujos planos foram revelados nove meses após a chegada de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014) aos cinemas.

    Leia mais
  • Filme

    Sam Mendes negocia dirigir versão com atores de Pinóquio

    23 de maio de 2017 /

    A Disney abriu negociações com o diretor Sam Mendes (“007 Contra Spectre”) para comandar uma versão live-action de “Pinóquio”, o clássico animado que o estúdio lançou em 1940. Segundo o site Deadline, o filme sobre o boneco de madeira que queria virar criança já tem roteiro aprovado, escrito por Chris Weitz (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A produção pretende embarcar na onda bem-sucedida das refilmagens do catálogo de animações do estúdio com atores de carne e osso. Só neste ano, “A Bela e a Fera” rendeu US$ 1,2 bilhão ao redor do mundo. Além desse projeto, o estúdio também está desenvolvendo “O Rei Leão”, com direção de Jon Favreau (que já fez “Mogli, o Menino Lobo”), e “Dumbo”, de Tim Burton (que já fez “Alice no País das Maravilhas”). Outras produções em estágio inicial incluem “Aladdin”, “Mulan”, “A Pequena Sereia” e um filme sobre a vilã Cruella De Vil (Malvina Cruela, para os mais antigos) de “101 Dálmatas” (“A Guerra dos Dálmatas”). “Pinóquio” avança na Disney após outras produções baseadas na fábula clássica de Carlo Collodi baterem na trave. O cineasta italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) chegou a anunciar sua versão, para desistir e colocar outro filme como prioridade. Havia também um projeto da Warner que teria Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) no papel de Gepeto e uma animação sombria em stop-motion produzida pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”), sobre os quais ninguém fala há muito tempo.

    Leia mais
  • Filme

    Intérprete do novo Homem-Aranha vai estrelar a adaptação do game Uncharted

    23 de maio de 2017 /

    A Sony Pictures está tão entusiasmada com o desempenho de Tom Holland como o novo Homem-Aranha que vai entregar outra franquia para o jovem ator estrelar. O site Deadline apurou que ele viverá o caçador de tesouros Nathan Drake na adaptação do popular game “Uncharted”. Fãs do jogo do PlayStation 3 podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes do Homem-Aranha. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. A questão é que a Sony não vai adaptar os quatro jogos já lançados da franquia, mas fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. A ideia teria sido uma “inspiração” do chefão do estúdio, Tom Rothman, após ver uma edição finalizada de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, afirma o Deadline. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. Essa mudança na trama original é apenas uma das muitas que foram cogitadas desde que a adaptação de “Uncharted” começou a ser cogitada, há sete anos. Para se ter ideia, diretores tão diferentes quanto David O. Russell (“Trapaça”), Neil Burger (“Divergente”) e Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”) já estiveram envolvidos com a produção, que também esteve prestes a ser estrelada por Mark Wahlberg (“Transformers: A Era da Extinção”), Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e até Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) em incontáveis versões atrás. O filme se arrasta para sair do papel desde 2010. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que previa uma família Drake, e, antes da última “mudança de direção criativa”, havia um terceiro roteiro aprovado, de autoria de Mark Boal (“A Hora Mais Escura”). Nesta encarnação, Drake estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. O roteiro finalmente aprovado foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”) e entregue em janeiro, provavelmente antes da “inspiração” de Rothman. Se for realmente o caso, outra pessoa ainda precisará mexer na história. Já a função de diretor caberá a Shawn Levy, responsável pela trilogia cômica “Uma Noite no Museu” e produtor da série “Stranger Things”.

    Leia mais
  • Filme

    Universal oficializa seu universo de monstros e anuncia A Noiva de Frankenstein

    22 de maio de 2017 /

    A Universal anunciou oficialmente seus planos para criar um universo compartilhado de monstros, dando nome ao projeto: Dark Universe (Universo Sombrio). O estúdio lançou páginas dedicadas à franquia nas redes sociais, que já disponibilizaram uma foto que reúne as estrelas dos filmes e um vídeo que apresenta seu logotipo. A foto acima reúne Tom Cruise, Russell Crowe e Sofia Boutella, de “A Múmia”, Javier Bardem e Johnny Depp, que estrelarão os próximos filmes. Já o vídeo reúne cenas das produções clássicas de monstros do estúdio, e pode ser visto abaixo. Além disso, a Universal confirmou qual será o próximo lançamento desse universo. Após a estreia de “A Múmia”, que inicia a nova era das produções de monstros em junho, virá “A Noiva de Frankenstein”, com lançamento previsto para fevereiro de 2019. A nova versão do clássico de 1935 será dirigida por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), que já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), sobre os últimos anos da vida de James Whale, o diretor original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. Até o momento, apenas Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) está confirmado no elenco, como o monstro de Frankenstein. Anteriormente, o estúdio tentou convencer Angelina Jolie a interpretar a personagem-título, que foi vivida por Elsa Lancaster nos anos 1930. O filme também deve contar com a presença de Russell Crowe, reprisando o papel de Dr. Jekyll, introduzido em “A Múmia”. Seu personagem deve ser o principal elo de ligação entre os filmes. Johnny Depp, por sua vez, foi confirmado como o Homem Invisível, que deve ganhar um filme próprio logo a seguir. A criação do Dark Universe está a cargo dos produtores Alex Kurtzman (que também dirige “A Múmia”) e Chris Morgan (da franquia “Velozes e Furiosos”), que o vislumbram como uma antítese dos filmes de monstros clássicos da Universal – originalmente, produções baratas, em preto e branco e com atores típicos do gênero terror, lançadas entre os anos 1930 e 1950. Como demonstra “A Múmia”, os novos filmes terão grandes orçamentos, muitos efeitos visuais e astros do primeiro time de Hollywood. Welcome to a new world of gods and monsters. #DarkUniverse https://t.co/yMPyGVMcvH pic.twitter.com/Yg1KAxg4WX — #DarkUniverse (@darkuniverse) May 22, 2017

    Leia mais
  • Série

    Novas fotos de Game of Thrones revelam dragão gigantesco de Daenerys em cena de batalha

    22 de maio de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou novas fotos de “Game of Thrones”. As imagens, acompanhadas pelo indefectível logotipo da publicação, destacam a presença de Daenerys (Emilia Clarke) montada em seu dragão. A criatura cresceu consideravelmente e incendeia campos de batalha. Há também fotos de Jon Snow (Kit Harington) na neve, Arya (Maisie Williams) a cavalo e muitas cenas dos bastidores da produção. Algumas delas, inclusive, remetem à primeira leva de fotos oficiais, divulgadas no mês passado. A 7ª temporada, que será a penúltima da série, estreia em 16 de julho no canal pago HBO.

    Leia mais
  • Filme

    Cineastas europeus famosos assinam manifesto para enquadrar a Netflix

    22 de maio de 2017 /

    Importantes cineastas europeus, incluindo Michael Haneke (Áustria), Wim Wenders (Alemanha), Paolo Sorrentino (Itália), os irmãos Dardenne (Bélgica), Stephen Frears (Reino Unido), Michel Hazanavicius (França), Cristian Mungiu (Romênia), Fernando Trueba e Alejandro Amenábar (ambos da Espanha), assinaram nesta segunda-feira (22/5) um manifesto em defesa de maior regulamentação sobre os serviços de streaming na Europa. Divulgado no Festival de Cannes, onde a seleção de dois filmes da Netflix despertou polêmica, o abaixo-assinado defende a “territorialização” dos serviços, pede cotas para filmes europeus nos serviços de streaming em atividade na Europa, diferenciando a produção cinematográfica de cada país, além da implementação da mesma taxação existente para a TV e pagamentos vinculados à lucratividade de um filme. Enfim, regras fiscais e de proteção de mercado, num apelo dirigido ao Parlamento Europeu. Segundo o texto, “a integração dos gigantes da Internet na economia criativa europeia é determinante para o futuro do cinema”. E, para que isso aconteça, os cineastas consideram que “a Europa deve definir uma meta e assegurar as condições de um jogo competitivo mais justo e sustentável entre todos aqueles que difundem nossas obras”. “Todos os autores esperam que suas obras sejam acessíveis para o maior número de pessoas possível. Suas obras devem estar amplamente disponíveis em telas de cinema, TV e suas variantes digitais, e em todos os serviços on-demand”, diz o manifesto, que conclui com um chamamento. “Há muita coisa em jogo, mas o desafio é formidável: nos unirmos – atores políticos, criadores e cidadãos – para redesenhar e reconstruir uma política cultural exigente e ambiciosa, adaptada ao ambiente digital, a sua economia e as suas aplicações, que valorizem as obras e situem os criadores no epicentro da ação”, concluem. O texto até inclui um chavão: “A Europa não é o Velho Oeste selvagem e sem lei”. A frase visa reforçar o pedido de regulamentação, igualando streaming à exibição televisa. Ou, nas palavras do texto, “a aplicação das mesmas regras a todos os radiodifusores, plataformas, sites de compartilhamento e redes sociais”. Mas enquanto os cineastas buscam enquadrar a Netflix, não oferecem nenhuma palavra para incentivar o investimento, preferindo ignorar completamente a polêmica do festival francês, originada pela janela de lançamentos. Na França, o parque exibidor tem exclusividade de três anos sobre um filme, antes dele poder ser distribuído em outro formato, como streaming e vídeo. É um monopólio em descompasso com o resto do mundo e na contramão do interesse dos estúdios. O manifesto pode ser lido na íntegra, em inglês, no site da FERA, Federação dos Diretores de Cinema Europeus.

    Leia mais
  • Filme

    Zack Snyder abandona filme da Liga da Justiça após tragédia pessoal

    22 de maio de 2017 /

    O diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) não está mais trabalhando no filme “Liga da Justiça”, que estreia em novembro no Brasil. O cineasta abandonou a produção em março, mas só agora sua substituição foi divulgada. Snyder pediu para se afastar da produção após o suicídio de sua filha, Autumn, que se matou em março, aos 20 anos de idade. “Eu decidi me afastar do filme para ficar com minha família, estar com meus filhos, que realmente precisam de mim”, disse o diretor à revista The Hollywood Reporter. A morte de Autumn foi mantida em sigilo e o diretor e sua esposa chegaram a suspender a produção no filme por duas semanas, para lidar com a tragédia. A mulher do cineasta, Deborah Snyder, é produtora do longa-metragem. O casal tem ainda sete filhos, alguns dos quais foram adotados. Após um período inicial de luto, Snyder ainda previa retomar a produção, mas não conseguiu. “Em minha mente, eu pensei que seria uma coisa catártica voltar ao trabalho”, ele disse, na entrevista feita nos escritórios da Warner Bros. “Mas as exigências deste trabalho são bastante intensas. Estavam me consumindo. E eu cheguei à conclusão… Eu decidi dar um passo para trás e me afastar do filme para ficar com minha família, estar com meus filhos, que realmente precisam de mim”. A decisão teve total apoio da Warner. “O que eles estão passando é inimaginável, e meu coração – nossos corações – estão com eles”, disse o presidente da Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich. Para o lugar de Snyder, o estúdio chamou às pressas Joss Whedon, que irá filmar cenas adicionais e acompanhar o trabalho de pós-produção – como os efeitos visuais e a edição final. Com experiência em filmes que juntam diversos super-heróis, o diretor de “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015) tinha recentemente trocado a Marvel pelo universo cinematográfico da DC Comics, contratado em março para filmar o longa-metragem da Batgirl. As cenas adicionais serão filmadas na Inglaterra e, segundo Emmerich, não incluirão novos personagem. “Não estamos introduzindo novos personagens. São os mesmos personagens em algumas cenas novas. Ele (Snyder) está entregando o bastão para Joss, mas o curso foi realmente definido por Zack. Eu ainda acredito que, apesar desta tragédia, nós vamos lançar um grande filme”, disse o presidente do estúdio. “Eu sei que os fãs vão ficar preocupados com o filme, mas existem outras sete crianças que precisam de mim”, completou Snyder. “No final, é apenas um filme. É um grande filme, mas é apenas um filme”.

    Leia mais
  • Filme

    Fracasso nos EUA, Rei Arthur: A Lenda da Espada estreia em 1º lugar no Brasil

    22 de maio de 2017 /

    A visita de Charlie Hunnam ao Brasil, para divulgar “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, deu frutos. Ao contrário do fracasso registrado nos EUA, a aventura épica estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras do fim de semana. O lançamento levou 378 mil pessoas aos cinemas nacionais e arrecadou R$ 7 milhões. Com isso, o longa desbancou “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, após um reinado de três semanas. Os super-heróis espaciais da Marvel ficaram em 2º lugar, com 228 mil espectadores e faturamento de R$ 3,8 milhões. Ao todo, o filme já rendeu R$ 62,9 milhões e foi visto por 3,8 milhões de pessoas. O pódio se completa com a permanência da fantasia religiosa “A Cabana”, que fez mais R$ 3 milhões e já acumula R$ 68,2 milhões de bilheteria nacional, após ser levar mais de 4,5 milhões de espectadores aos cinemas desde sua estreia no Brasil, em 6 de abril. Além de “Rei Arthur”, as demais estreias da semana que entraram no Top 10 foram o terror americano “Corra!” (R$ 2,4 milhões em 4º lugar), a fantasia adolescente “Antes que Eu Vá” (R$ 1,3 milhão em 7º lugar), o terror brasileiro “O Rastro” (R$ 650 mil em 9º lugar) e o melodrama “Um Homem de Família” (R$ 218 mil em 10º lugar). Completam a lista “Velozes e Furiosos 8” (5º), “Alien: Covenant” (6º) e “O Poderoso Chefinho” (8º). Os dados da empresa de monitoramento ComScore são referentes ao período entre a última quinta-feira (18/5) e o domingo (21/5).

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie