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    Vestido de Charlize Theron sofre censura em vídeos do Irã sobre o Oscar de Asghar Farhadi

    1 de março de 2017 /

    O governo iraniano celebrou o Oscar de “O Apartamento”, do diretor Asghar Farhadi, mas sem perder o costume de censurar os maus hábitos ocidentais. As imagens do anúncio da vitória iraniana na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira sofreram intervenção da agência de notícias ILNA News, que cobriu a “falta de vergonha” da atriz Charlize Theron durante sua apresentação no Oscar 2017. Um vídeo disponível no site da agência mostra que os braços, ombros e o colo da atriz, que estavam descobertos, aparecem com uma mancha preta. Charlize Theron apresentou, ao lado de Shirley MacLaine, os indicados ao prêmio. Mas ela não foi a única a sofrer censura. Como Farhadi boicotou sua participação na cerimônia do Oscar em protesto contra a ordem executiva de Donald Trump, que suspendeu vistos de cidadãos de sete países de maioria muçulmana, entre eles o Irã, seu troféu foi recebido por sua representante, a iraniana Anousheh Ansari, conhecida por ser a primeira mulher turista a visitar o espaço. O detalhe é que ela também “escandalizou” as autoridades do país. Apesar de usar um xale nos ombros, parte de seu colo também estava descoberta e foi borrada nas imagens disponibilizadas no Irã.

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  • Etc,  Filme

    Diretor de Moonlight publica discurso que tinha preparado e não pôde dizer na confusão do Oscar 2017

    1 de março de 2017 /

    O final confuso do Oscar 2017 tirou do diretor Barry Jenkins a oportunidade de fazer seu discurso de agradecimento pela vitória de seu filme, “Moonlight”. Ele tinha o discurso preparado para caso seu filme saísse vencedor da premiação. Mas o funcionário tuiteiro da PwC se atrapalhou, entregou o envelope errado e quem agradeceu o Oscar foram os produtores do filme perdedor, “La La Land”. Com a correria que aconteceu no palco para corrigir o equívoco, Jenkins não teve chance de poder dizer o que queria, pois não houve o tempo necessário. Mas o texto não foi perdido. O site The Hollywood Reporter cedeu espaço para o diretor publicar o seu discurso original. Nele, Jenkins afirma que ele e o autor original da história, Tarell Alvin McCraney, enxergam-se no protagonista de “Moonlight” e que nunca imaginariam um dia vencer o Oscar. Leia abaixo a íntegra do discurso que não foi ao ar. “Tarell e eu somos Chiron. Nós somos aquele menino. E quando você assiste ‘Moonlight’, você não pensa que um menino que cresceu como e onde nós crescemos iria crescer e fazer um produto artístico que venceria um prêmio da Academia. Eu disse isso várias vezes, e o que eu tenho que admitir é que eu coloquei esses limites em mim mesmo, eu neguei esse meu sonho. Não vocês, não outra pessoa – eu. E então, para qualquer um vendo isso que se vê em nós, que isso seja um símbolo, um reflexo que leve você a se amar. Porque fazer isso pode ser a diferença entre sequer sonhar e, de alguma maneira através da graça da Academia, realizar os sonhos que você nunca se permitiu ter. Muito amor”.

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  • Série

    Ator de iZombie viverá vilão em Supergirl

    1 de março de 2017 /

    O ator Rahul Kohli foi escalado para fazer uma participação especial na série “Supergirl”. Ele já é conhecido das adaptações de quadrinhos da DC Comics do canal CW, como o Dr. Ravi em “iZombie”. As atrações pertencem a divisões diferentes da DC, já que “iZombie” é publicada pelo selo “adulto”, Vertigo. Em “Supergirl”, ele viverá Jack Spheer, um carismático gênio da tecnologia que trabalhou por décadas em uma inovação médica que pode acabar com as maiores doenças do mundo. Ele visita National City para demonstrar seu trabalho para a imprensa – inclusive Kara Danvers (Melissa Benoist) e Snapper Carr (Ian Gomez). Ao mesmo tempo, ele tem uma história romântica com Lena Luthor (Katie McGrath). A produção não adiantou maiores detalhes, mas, nos quadrinhos, a invenção de Spheer acaba transformando-o no vilão Biomax. A aparição de Rahul Kohli acontecerá no 18º episódio da 2ª temporada de “Supergirl”, ainda sem data oficial de exibição. Já a 3ª temporada de “iZombie” só vai estrear no dia 4 de abril nos Estados Unidos.

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  • Série

    Astros de The Big Bang Theory aceitam receber menos para que coadjuvantes ganhem mais por episódio

    1 de março de 2017 /

    Os atores Jim Parsons, Johnny Galecki, Kaley Cuoco, Simon Helberg e Kunal Nayyar, que formam o elenco central de “The Big Bang Theory”, renegociaram seus salários para que a série continue a ser produzida. E com uma grande novidade em relação às negociações passadas. Eles toparam receber menos, para que os salários de Melissa Rauch e Mayim Bialik sejam reajustados, de acordo com o site da revista americana Variety. Atualmente, os cinco atores ganham cerca de US$ 1 milhão por episódio, o maior salário da TV americana, mas aceitaram diminuir em US$ 100 mil cada um. Assim, a diferença de US$ 500 mil por episódio será dividida entre Melissa e Mayim, que atualmente ganham US$ 200 mil por episódio para participar da série. Mesmo assim, o salário delas será “apenas” metade do que fatura o quinteto principal – US$ 450 mil por episódio. A série está na 10ª temporada e a negociação dos salários do elenco era o maior entrave para a renovação. Até o momento, a rede CBS e a produtora Warner Bros não comentaram a situação.

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  • Série

    Série de serial killers produzida por David Fincher e Charlize Theron ganha primeiro teaser legendado

    1 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Mindhunter”, série sobre uma equipe de elite do FBI, especializada em caçar serial killers. A prévia mostra apenas flashes da produção, que será estrelada pelo ator Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”) e produzida pelo cineasta David Fincher (“Garota Exemplar”) e a atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A produção é baseada no livro de memórias “Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit”, publicado em 1996 pelo agente John Douglas, que será vivido na atração por Groff. O elenco também inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”) Além de produzir, Fincher também vai dirigir alguns episódios da 1ª temporada, como fez com “House of Cards”. E a estreia está prevista para outubro.

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  • Série

    Série de lutas livres femininas da criadora de Orange Is the New Black ganha primeiro teaser

    1 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Glow”, série passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A prévia destaca um pouco o visual “neon” da época, em meio a coreografias de lutas. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série é inspirada por histórias reais e gira em torno de uma atriz desempregada, que encontra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um seriado semanal sobre luta livre feminina. Pelos ringues de Los Angeles, ela encontrará personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos – , com quem lutará por destaque num mundo até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Alison Brie (série “Community”), Sunita Mani (série “Mr. Robot”), a cantora irlandesa Kate Nash e várias atrizes novatas. A estreia vai acontecer em 23 de junho.

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  • Série

    13 Reasons Why: Série teen produzida por Selena Gomez e o diretor de Spotlight ganha 12 pôsteres e trailer legendado

    1 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou 12 pôsteres de personagens e o trailer legendado da série “13 Reasons Why“, produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”). Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a trama gira em torno do adolescente Clay, que recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. O protagonista é vivido por Dylan Minnette (“O Homem nas Trevas”) e a suicida é interpretada pela novata australiana Katherine Langford. O elenco jovem ainda inclui Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”), Ross Butler (“Teen Beach 2”) e o brasileiro Henry Zaga (série “Teen Wolf”). Entre os adultos, o destaque fica com Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador da estudante. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, assina os dois primeiros capítulos da atração. Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série estreia em 31 de março.

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    Veja 20 fotos de Punho de Ferro, a nova série da Marvel produzida pela Netflix

    1 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou novas fotos de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março, com 13 episódios.

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    Nicholas Hoult se junta a Emma Stone no novo filme do diretor de O Lagosta

    1 de março de 2017 /

    O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) vai se juntar a Emma Stone no drama de época “The Favourite”, segundo filme falado em inglês do cineasta grego Yorgos Lanthimos (“O Lagosta”). O filme se passa no século 18 na corte da Rainha Anne, a última monarca britânica da casa dos Stuarts. Conhecida como Ana da Grã-Bretanha, ela foi responsável por unir a Inglaterra e a Escócia num único estado soberano, batizado de Grã-Bretanha, após séculos de animosidade entre os vizinhos. Hoult viverá o líder do partido conservador da época, no centro de várias maquinações políticas, enquanto Emma Stone será a Baronesa Masham, a amiga favorita da Rainha, justamente a personagem que rende o título da produção. O elenco inclui ainda Olivia Colman, que trabalhou com Lanthimos em “O Lagosta”, no papel da Rainha Anne, e Rachel Weisz, também de “O Lagosta”, como a Duquesa de Marlborough. O roteiro foi escrito pela estreante Deborah Davis e Tony McNamara (criador da série “Doctor Doctor”). Com isso, “The Favourite” marcará apenas a segunda vez – e a primeira desde sua estreia em 2001 – que Lanthimos não dirigirá um roteiro próprio. Por sinal, o cineasta grego foi a maior surpresa entre as indicações ao Oscar 2017, ao concorrer a Melhor Roteiro Original por “O Lagosta”. “The Favourite” ainda não tem previsão de estreia.

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    Continuação de Uma Aventura Lego será um musical espacial

    1 de março de 2017 /

    Com seis Oscars e uma derrota na disputa de Melhor Filme definida nos pênaltis, “La La Land” acabou colocando os musicais definitivamente em evidência. E o próximo filme a seguir a tendência é provavelmente o menos esperado. A continuação de “Uma Aventura Lego” também deverá ser um musical. Pelo menos foi o que garantiu Chris McKay, diretor de “Lego Batman”, durante entrevista para um podcast. “‘Lego 2’ vai ser um grande filme de ação musical e espacial. Isto tomará muito tempo de desenvolvimento, não só em mexidas no roteiro, mas também no trabalho com compositores. Por isso, será muito ambicioso lançar esse filme.” Não está claro qual será o envolvimento de McKay com “Uma Aventura Lego 2”, pois, depois do sucesso de “Batman Lego”, a Warner o contratou para dirigir um filme com atores do herói Asa Noturna (o antigo Robin). Roteirizada originalmente por Phil Lord e Christopher Miller, diretores de “Uma Aventura Lego”, a continuação está atualmente sendo reescrita por Raphael Bob-Waksberg (criador da série animada “BoJack Horseman”). A direção está a cargo de Mike Mitchell (“Trolls”) e a previsão de estreia é apenas para 2019.

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    Estreia do vencedor do Oscar 2017 tem bilheteria fraca no Brasil

    1 de março de 2017 /

    O filme “Moonlight”, que venceu o Oscar 2017, estreou com uma bilheteria fraca no Brasil no último fim de semana. Segundo a empresa ComScore, o drama premiado levou 62,4 mil pessoas às salas de cinemas no país e registrou uma renda de R$ 1,1 milhão, o que equivale ao 10º no ranking dos filmes mais assistidos. O resultado não deveria causar espanto. Mesmo na disputa do Oscar, o filme foi lançado em apenas 59 salas, numa avaliação pessimista da distribuidora, após sua performance nos EUA. Com US$ 22 milhões antes do Oscar, “Moonlight” era o filme menos assistido entre os candidatos à premiação da Academia. Mesmo assim, seu desempenho foi muito melhor que o do brasileiro “Aquarius”, lançado em meio a muita mídia espontânea e campanha para representar o país no mesmo Oscar. “Aquarius” abriu em mais salas, 89 ao todo, e em seu primeiro fim de semana foi assistido por 54 mil pessoas, vendendo R$ 880 mil em ingressos. Na época, muitos veículos sem costume de cobrir cinema publicaram que se tratava de um sucesso estrondoso. Mas, assim como “Moonlight”, o filme de Kleber Mendonça Filho estreou apenas em 10º lugar. Nada como colocar as coisas em suas devidas perspectivas. No outro extremo do ranking, o filme mais assistido do fim de semana também foi uma estreia, “A Grande Muralha”, confirmando uma tendência cada vez mais óbvia. No Brasil, o filme com maior distribuição tem sempre a maior bilheteria. O filme chinês estrelado por Matt Damon teve o lançamento mais amplo da última quinta (23/2), em 828 salas, das quais 561 em 3D (68% do total), além de todo o circuito IMAX (12 salas). Acabou sendo visto por 861,7 mil pessoas e arrecadou R$ 14,6 milhões. Confira abaixo as maiores bilheterias do fim de semana. BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. A Grande Muralha Fim de semana: R$ 14,6 milhões Total: R$ 14,6 milhões 2. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: R$ 7,7 milhões Total: 56 milhões 3. Lego Batman – O Filme Fim de semana: R$ 3,4 milhões Total: R$ 16,3 milhões 4. Internet – O Filme Fim de semana: R$ 2,6 milhões Total: R$ R$ 2,6 milhões 5. Monster Trucks Fim de semana: R$ 2.4 milhão Total: R$ 2.4 milhões 6. John Wick – Um Novo Dia Para Matar Fim de semana: R$ 2,4 milhão Total: R$ 6,6 milhões 7. Aliados Fim de semana: R$ 2 milhões Total: R$ 5,5 milhões 8. La La Land Fim de semana: R$ 1,4 milhões Total: R$ 22,1 milhões 9. Lion Fim de semana: R$ R$ 1,1 milhão Total: R$ 2,4 milhões 10. Moonlight Fim de semana: R$ R$ 1,1 milhão Total: R$ R$ 1,1 milhão

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    Scarlett Johansson se transforma em ciborgue no novo vídeo e pôsteres animados de A Vigilante do Amanhã

    1 de março de 2017 /

    A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres animados e o cartaz para IMAX de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”, além de um vídeo que mostra a transformação de Scarlett Johansson num ciborgue. Na prévia, a cientista vivida por Juliette Binoche (“Godzilla”) explica que ela virou RoboCop – sua mente e sua alma habitam um corpo artificial após o corpo natural se tornar irrecuperável em consequência de um ataque terrorista. O filme é uma adaptação do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e o cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii sobre a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. Na trama, Scarlett Johansson surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o filme estreia em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    A Bela e a Fera mostrará primeiro personagem gay a sair do armário num filme da Disney

    1 de março de 2017 /

    Depois do primeiro beijo gay num desenho animado do Disney Channel, a Disney vai apresentar seu primeiro personagem gay no cinema. A novidade vai acontecer na versão com atores de “A Bela e a Fera”. Em entrevista à Attitude, voltada à comunidade LGBTQ, o diretor Bill Condon afirmou que o filme vai tirar LeFou (Josh Gad) do armário. A trama abordará a homossexualidade do capanga do vilão Gaston (Luke Evans). Segundo Condon, “Le Fou é alguém que em um dia quer ser Gaston e no outro quer beijar Gaston”. “Ele está confuso sobre o que quer”, continua o diretor. “É alguém que está começando a descobrir que tem esses sentimentos. E Josh faz algo realmente sutil e delicioso, que rende uma recompensa no final, que eu não vou contar. Mas é um momento singelo e exclusivamente gay em um filme da Disney”, confirma. Estrelado por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Legion”) como Fera, o filme estreia no Brasil no dia 16 de março.

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