Veja o primeiro minuto e 25 fotos do episódio de retorno da série Pretty Little Liars
O canal pago americano Freeform divulgou o primeiro minuto e 25 fotos de “Playtime”, episódio que marca o começo da reta final de “Pretty Little Liars”. A prévia mostra Spencer (Troian Bellisario) entre a vida e a morte, após ser baleada no cliffhanger da midseason. Mas nem é preciso se preocupar muito com a heroína, já que as fotos e a sinopse do capítulo confirmam sua sobrevivência. Segundo a sinopse, Spencer vai se concentrar em descobrir mais sobre sua conexão com Mary Drake, enquanto Aria e Ezra desvendam o que o futuro reserva, agora que Nicole está de volta. Mona vai ajudar Hanna a colocar sua carreira de moda de volta no rumo certo, e Emily lutará para equilibrar as coisas entre Ali e Paige, agora que as três estão trabalhando em Rosewood High. Enquanto isso, A.D. tem uma entrega especial para as Liars, que revela o final do jogo. As Liars perceberão que este último presente levará as coisas para um novo nível. A série voltará para seus 10 episódios finais em 18 de abril nos EUA.
Primeiro anime produzido por Stan Lee ganha prévia
Stan Lee está envolvido com a produção de um anime. O projeto se chama “The Reflection”, e está sendo desenvolvido desde 2015 pelo Studio DEEN, responsável por séries animadas clássicas, como “Patlabor”, “Ranma ½”, “DNA²”, “You’re Under Arrest” e “Rurouni Kenshin”. Agora o anime ganhou um pôster e uma primeira prévia, que tem narração do próprio Stan Lee e visual ocidentalizado, que lembra produções antigas da Marvel. Confira abaixo. “O que aconteceria se um grupo de humanos ao redor do planeta ganhasse super poderes? Como isso aconteceu? Por que aconteceu? Como isso afetará a humanidade? E o que acontecerá quando este exército de super-humanos atacar o resto da humanidade?”, descreve Stan Lee, em seu estilo conhecido. A direção está a cargo de Hiroshi Nagahama, diretor das séries “Mushishi” (2005) e “As Flores do Mal” (Aku no Hana, 2013). Embora o vídeo mostre figuras praticamente estáticas, a expectativa é de que tudo esteja pronto para um lançamento em julho no Japão.
Scarlett Johansson pensa em seguir carreira política
A atriz Scarlett Johansson pode trocar os filmes de ação de Hollywood pelos dramas de política da vida real. Pelo menos, a ideia passa por sua cabeça, conforme revelou durante uma entrevista ao programa “Good Morning America”. Segundo Johansson, o principal obstáculo para uma carreira política no momento é sua filha pequena. “Sempre fui interessada em política local”, disse a atriz de 32 anos. “No entanto, acho que com minha filha pequena e o momento de minha carreira, não é a hora certa. Mas eventualmente, quando minha filha for mais velha e eu puder focar totalmente em algo assim, acho que poderia ser interessante.” Como é comum em Hollywood, Johansson tem posições mais progressistas em relação a política. No dia seguinte à posse de Donald Trump como presidente dos EUA, ela participou da Marcha das Mulheres em Washington e discursou a favor do direito ao aborto e do planejamento familiar. Confira abaixo o vídeo da entrevista, realizada para promover a estreia de seu novo filme, “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”.
A Vigilante do Amanhã é, acima de tudo, um espetáculo sensorial
Com a tecnologia avançando ao ponto de viabilizar a fabricação de robôs com capacidade de obedecer a muito mais que uma dúzia de comandos, a diferença entre a realidade e as projeções da ficção científica é cada vez mais menor. Baseado tanto no mangá de 1989 de Masamune Shirow quanto no anime de 1995, “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” trata essencialmente dessa questão, ambientando a sua história em um futuro indeterminado, mas já menos distante em 2017. Interpretada por Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), a protagonista Major é a primeira de sua espécie, com uma anatomia inteiramente robótica denominada “concha”, capaz de abrigar o “espírito” de um ser humano. Ou melhor, o cérebro de uma jovem que teria sido vítima de uma explosão terrorista e que recebe uma segunda chance para servir a um propósito maior. Integrada a uma equipe policial cibernética (Seção 9), ela ganha um parceiro, Batou (o dinamarquês Pilou Asbæk, da série “Os Borgias”), a supervisão de Aramaki (o japonês Takeshi Kitano, de “Zatoichi”, que não se presta a falar em inglês), e uma missão para interromper os crimes cibernéticos de Kuze (Michael Pitt, da série “Boardwalk Empire”), que estaria se infiltrando como um hacker na consciência de humanos com ciber-cérebros. Porém, essa caçada a reconecta com o seu eu anterior, que desconhecia por ter ficado apenas com fragmentos de memórias. Diretor de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), que tinha nos visuais o maior atrativo, o inglês Rupert Sanders prova que é dono de um senso estético arrojado, ao materializar os cenários futurísticos do mangá ao estilo de “Blade Runner” (1982). Além da imaginação para apontar abismos sociais, dos edifícios periféricos aglutinados à uma metrópole tomada por hologramas gigantes, impressiona a caracterização de personagens, como as gueixas robôs que cometem um ataque terrorista. É tudo muito bonito, ainda que este deslumbre visual seja por vezes comprometido por um excesso de profundidade de campo, que borra a cenografia digital. Mas o bombardeio sensorial de efeitos vertiginosos não substitui o fator humano, tão importante em premissas como a de “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”. Nem a “controvertida” escalação de Scarlett Johansson em papel originalmente japonês traz prejuízos, uma vez que a produção optou por um elenco essencialmente globalizado (com destaque para a francesa Juliette Binoche, de “Acima das Nuvens”, e a romena Anamaria Marinca, de “Corações de Ferro”, em um papel que merecia ser mais amplo), apresentando um mundo cosmopolita, étnica e culturalmente integrado, que reflete o contexto da história.
O Mundo Fora do Lugar faz do jogo de aparências um mistério repleto de surpresas
“O Mundo Fora do Lugar” é o mais recente trabalho de Margarethe von Trotta. A diretora e roteirista alemã já nos deu filmes importantes sobre grandes mulheres da história, como “Rosa de Luxemburgo” (1985) e “Hannah Arendt” (2012). Foi casada e trabalhou como codiretora com Volker Schlöndorff, importante cineasta do novo cinema alemão. Trabalhou como atriz em muitos filmes, inclusive de Rainer Werner Fassbinder, a grande figura de renovação do cinema alemão nos anos 1970. Tem em Barbara Sukowa sua atriz favorita e foi ela quem encarnou tanto Rosa de Luxemburgo quanto Hannah Arendt. Em “O Mundo Fora do Lugar”, Barbara Sukowa é novamente protagonista, mas não encarna uma figura histórica. Aqui ela faz uma diva de ópera, Caterina Fabiana, que vive em Nova York. Sua descoberta na internet por Paul Kromberger (Mathias Habich, de “O Leitor”) causa comoção, por ser muito parecida com sua falecida esposa, Evelyn, o que acaba levando Sophie (Katja Riemann, de “Sangue e Chocolate”), filha de Paul, a uma viagem a partir da Alemanha, em busca de conhecer essa mulher. É bom parar a informação sobre a trama do filme por aqui, para não prejudicar ou antecipar coisas a quem for assistir, porque “O Mundo Fora do Lugar” segue uma narrativa linear, mas carregada de mistérios desde o primeiro momento. É preciso se concentrar para não deixar passar informações sobre os personagens, quem são e que relação têm entre si. E o que viveram no passado. A história vai se formando, pouco a pouco. O mistério vai sendo compreendido. Mas, ainda assim, são muitas as surpresas que aparecem, em cada etapa da narrativa. As coisas são bem mais complicadas do que podem parecer. É preciso permanecer atento. O que se vê é a construção de uma trama muito bem engendrada, que o filme vai revelando. Quem gosta de deslindar uma boa história vai certamente apreciar. Destaca-se, além de Barbara Sukowa, sempre muito boa, Katja Riemann que, com muita competência, estrela o filme, estando em cena quase todo o tempo. O restante do elenco também está muito bem, mesmo sem ter a importância dos dois papéis femininos principais. A cena da briga física entre dois irmãos já anciões, muito bem construída e divertida, é uma prova disso. O roteiro realmente coloca aquele mundo todo fora do lugar, mas a produção alemã tem tudo sob seu controle, funcionando muito bem. Como seria de se esperar, por sinal, de um filme de Margarethe von Trotta.
Eu Te Levo é retrato em preto e branco da geração canguru
“Eu Te Levo”, filme de Marcelo Müller, que também trabalhou no roteiro, toma como ponto de partida a chamada Geração Canguru, a dos jovens que permanecem vivendo na casa dos pais até uma idade avançada, por não conseguirem encontrar seus caminhos na vida e não serem capazes de prover o próprio sustento. Pesquisas indicam que cerca de 25% dos jovens entre 25 e 34 anos ainda moravam com os pais em 2014-2015 no Brasil. Encontrar-se, fazer escolhas, decidir seu rumo na vida, pode se tornar algo complexo, quando não encaminhado devidamente no período da adolescência. No filme “Eu Te Levo”, o personagem Rogério (Anderson Di Rizzi, da novela “Êta Mundo Bom!”), de 29 anos, se depara com a morte do pai e a herança de uma loja com a qual não se identifica, mas que representa muito, simbolicamente e como meio de vida, para sua mãe (Rosi Campos, também de “Êta Mundo Bom!”). Ele tem um sonho de criança, ser bombeiro, e uma experiência com uma banda de rock, como baterista, que ficou para trás. Na realidade, seus caminhos são nebulosos, ele não sabe o que quer. E os espectadores viverão esse dilema e essa angústia, embora não explicitada pelas ações do personagem, da indecisão, da perda de rumo. Isso se dá de modo abafado, já que Rogério é fechado, calado, prefere esconder do que compartilhar coisas. Tudo assim fica ainda mais difícil. Mas é interessante viver de dentro a indecisão do protagonista. Embora o filme pudesse explorar melhor as motivações e bloqueios do personagem. O jovem Cris (Giovanni Gallo, de “Califórnia”), a quem Rogério dá carona regularmente, a pedido de um amigo, é outro exemplo da Geração Canguru, um pouco mais jovem, mas igualmente em busca de algo que não se sabe bem o que é, desviando-se também do rumo que lhe foi traçado (ou que ele mesmo teria traçado?). Rosi Campos, grande atriz, faz a mãe Marta com a adequada intensidade, mas seu personagem não nos permite ir muito além do clichê da mãe sofredora. Um detalhe importante da trama chama a atenção para o papel da ideologia nas escolhas profissionais. Nas tratativas para chegar a se tornar bombeiro, Rogério é forçado a se posicionar frente ao comportamento da polícia militar do Estado de São Paulo, a quem pertence a corporação dos bombeiros. O que complicará enormemente a sua escolha. Ou seja, os dramas e conflitos não são só internos ao personagem. Dão-se objetivamente nas instituições, na sociedade. Rodada em preto e branco, a produção põe em discussão uma questão real dos jovens, sobretudo de classe média, que merece mesmo a nossa atenção, talvez ainda carecendo de personagens mais aprofundados. Para um primeiro longa-metragem como diretor, Marcelo Müller se saiu muito bem. Sua já larga experiência como roteirista – “Infância Clandestina”, “Amanhã Nunca Mais”, “O Outro Lado do Paraíso” – certamente contribuiu para esse resultado.
Vin Diesel e Dwayne Johnson estariam brigados desde as filmagens de Velozes e Furiosos 8
A briga entre Vin Diesel e Dwayne “The Rock” Johnson durante as filmagens de “Velozes e Furiosos 8” foi para valer ou não passou de marketing para promover o filme, já que os dois aparecem brigados na nova produção? Afinal, o estúdio diz que os dois “fizeram as pazes”. Mas pessoas próximas à produção alegaram ao site The Hollywood Reporter que eles estão sendo enviados para eventos em países distintos. “Eles estão deixando os dois separados sempre que possível”, disse uma fonte à publicação. Na terça-feira (29/3), eles estiveram em Las Vegas em um mesmo evento, mas com 12 horas de diferença para divulgar o filme. Nunca ficou muito claro porque a briga teria acontecido. Na reta final das filmagens, Johnson desabafou no Instagram sobre os bastidores tensos: “Alguns se comportam como homens e profissionais de verdade, outros não. Os que não, são muito covardes para dizer algo a respeito, de toda forma. Bunda-moles”, escreveu, desaforado, lembrando seus dias de luta-livre, quando “candy ass” (bunda-mole) era uma de suas expressões favoritas para atacar seus adversários. “Quando vocês assistirem ao filme no próximo mês de abril e parecer que não estou atuando em algumas cenas e que meu sangue está literalmente fervendo – vocês estarão certos. No final das contas, ficará ótimo no filme e encaixará muito bem neste personagem Hobbs que adentrou meu DNA”, completou. Depois disso, Johnson ainda se “esqueceu” de citar Vin Diesel, astro e produtor da franquia, num post sobre o encerramento da produção, no qual citou nominalmente o estúdio Universal, o diretor F. Gary Gray e os atores Scott Eastwood, Nathalie Emmanuel e Tyrese Gibson. O longa chega nos cinemas brasileiros no dia 13 de abril.
Audiências de Record e SBT desabam após saída da TV paga
As audiências das redes Record e SBT desabaram nas primeiras horas após o corte dos sinais das duas emissoras e da RedeTV nas operadoras de TV paga Net, Sky, Claro e Oi na Grande São Paulo. A madrugada desta quinta-feira (30/3) também foi a primeira após o apagão analógico na região metropolitana. A Record, que das três redes é a que tem mais público na TV paga, foi a mais afetada. O “Programa do Porchat”, que vinha registrando média de 4,4 pontos no Ibope, caiu para 3,0 na última madrugada, uma redução de 32%. Já o “Fala que Eu te Escuto”, que vinha com média de 2,3 pontos, despencou para 0,8, ou 65% a menos. No SBT, o “The Noite” teve queda de 15%. Oscilou de 4,8 pontos para 4,1. Exibido em seguida, o primeiro “SBT Notícias” perdeu um ponto, indo de 3,0 para 2,0. Na RedeTV!, curiosamente, quase não houve alteração. O “Leitura Dinâmica” perdeu apenas um décimo (foi de 0,7 para 0,6) e o programa de Amaury Jr. manteve a média regular de 0,6 ponto, mas cresceu 300% em relação à quarta-feira anterior (0,2). Desde os primeiros minutos da madrugada desta quinta, a maioria das operadoras de TV por assinatura de São Paulo não carrega mais os sinais de SBT, Record e RedeTV!. Com o fim da TV analógica, as emissoras ganharam o direito de negociar um valor por seus sinais digitais, mas não houve acordo com as empresas de TV por assinatura, que precisaram tirá-las de suas programação. Apenas a Vivo continua com os sinais das três redes. Segundo pesquisa do Ibope, realizada em março, 35% dos telespectadores da Grande São Paulo só veem televisão por meio de assinatura. Isso quer dizer que cerca de 7 milhões de pessoas estão sem acesso à Record, ao SBT e à RedeTV! no principal mercado publicitário do país. Para enfrentar o problema que elas próprias criaram, as redes têm buscado ensinar aos telespectadores como trocar de operadora ou pedir para cancelar o serviço, após o corte dos canais. Os últimos programas da noite de quarta nas três emissoras dedicaram bastante espaço para reforçar esta mensagem. A Igreja Universal, ligada à Record, também estaria mobilizando seus fiéis para reclamar junto às operadoras. Os canais também estão contando com outros revezes que podem afetar as operadoras. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já notificou as operadoras Net-Claro, Sky e outras a respeito da retirada das redes dos pacotes de seus assinantes, abrindo um Procedimento para Apuração de Descumprimento de Obrigações (Pado) “para apurar indícios de descumprimento de obrigações contidas no Regulamento Geral de Direitos dos Usuários de Serviços de Telecomunicações”. As operadoras notificadas têm agora 15 dias para se explicar, com base no art. 28 da resolução 488/2007 da Anatel, segundo o qual “qualquer alteração no Plano de Serviço deve ser informada ao Assinante no mínimo 30 (trinta) dias antes de sua implementação, e caso o Assinante não se interesse pela continuidade do serviço, poderá rescindir seu contrato sem ônus”. As operadoras dizem não ter descumprido nada e vão se defender, já que a decisão de sair foi das redes e elas não são canais pagos, portanto nunca foram cobrados dos assinantes. A briga vai longe.
Novo trailer de Planeta dos Macacos: A Guerra revela a grande escala do conflito
A 20th Century Fox divulgou mais um pôster e o novo trailer de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que apresenta a grande escala do conflito de seu título. A prévia não economiza cenas bombásticas, com direito a ataques aéreos e muitas explosões, para ressaltar o clima de guerra entre os macacos inteligentes de Caesar (novamente vivido por Andy Serkis) e o exército humano liderado pelo personagem de Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). Há também evidências de traição símia e a presença muda de uma menina humana entre os macacos – chamada Nova, como a personagem do clássico de 1968. A direção está a cargo de Matt Reeves, que assinou o filme anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), e a estreia acontece em 13 de julho no Brasil.
Clássico de terror de Stephen King, It ganha título nacional e primeiro trailer legendado
A Warner divulgou a versão legendada do trailer da aguardada versão cinematográfica de “It”, clássico da literatura de terror de Stephen King. A prévia inicia com a famosa aparição do palhaço demoníaco dentro de um bueiro. Fãs da minissérie lançada em 1990, com o subtítulo nacional de “Uma Obra-Prima do Medo”, vão reconhecer a importância da cena: o momento em que Pennywise atrai Georgie e termina agarrando o menino. A partir daí, o irmão mais velho da criança junta os amigos para enfrentar a criatura do mal. E se algumas cenas do trailer chegam a evocar a série “Stranger Things” é porque a produção da Netflix usa “It” entre suas referências. Por sinal, Finn Wolfhard, o Mike de “Stranger Things”, faz parte do bom elenco juvenil da produção (quase irreconhecível atrás de óculos de grau), que também inclui Jaeden Lieberher (série “Masters of Sex”), Owen Teague (série “Bloodline”), Nicholas Hamilton (“Terra Estranha”), Megan Charpentier (“Resident Evil 5: Retribuição”), Jack Grazer (“Tales of Halloween”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Sophia Lillis (“37”), Chosen Jacobs (série “Hawaii Five-0”), Jeremy Ray Taylor (“The History of Us”) e Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) como Pennywise. O trailer brasileiro também confirma que a adaptação terá por aqui o mesmo título do livro, publicado em 1986 e lançado no Brasil como “It – A Coisa”. O romance é um dos mais volumosos de Stephen King, com mais de mil páginas, e será adaptado em dois filmes distintos. A trama gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna que lhe dá título. Para sobreviver, elas precisarão superar seus medos e enfrentar Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também como adultos. O confronto adulto ficará para o segundo filme. “It: A Coisa” foi roteirizado por Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”) e a direção é do argentino Andrés Muschietti, do terror “Mama” (2013). A estreia está marcada para 7 de setembro no Brasil.
Pesquisa revela que um terço do público de cinema nos EUA tem mais de 50 anos
Mais de um terço das pessoas que vão ao cinema nos EUA são maiores de 50 anos, segundo um estudo publicado por ocasião da convenção de exibidores CinemaCon, em Las Vegas. Este estudo, realizado pela firma Movio para a AARP, uma associação de aposentados dos EUA, desmente a ideia de que os jovens frequentam muito mais as salas de cinema que seus pais. E esta constatação pode transformar o público mais velho em um novo alvo para os produtores de Hollywood “Os maiores de 50 anos podem contribuir de maneira significativa para o sucesso dos filmes na bilheteria americana”, afirmou Heather Nawrocki, diretora da AARP, em comunicado sobre o estudo. “O público de mais de 50 anos tem uma renda disponível, mais tempo para o lazer e é mais fiel a certos atores. Por isso é um grupo etário de grande valor”, completou. A pesquisa tabulou 500 mil americanos que vão cinema pelo menos uma vez por ano e ajuda a explicar como atores mais velhos, como Liam Neeson, Kevin Costner e Tom Hanks, seguem lotando cinemas com seus filmes. Um exemplo de sucesso entre o público mais velho é “Sully: o Herói do Rio Hudson” (2016), dirigido por Clint Eastwood, de 86 anos, com Tom Hanks, de 60 anos. O filme atraiu um público composto em 75% de pessoas de mais de 50 anos e rendeu US$ 125 milhões de bilheteria só nos EUA.
Claws: Série de manicures e gângsteres mostra suas garras em três comerciais
O canal pago americano TNT divulgou três comerciais de sua nova série “Claws”, produzida pela atriz Rashida Jones (séries “Parks and Recreation” e “Angie Tribecca”). As prévias mostram muitas unhas coloridas, já que gira em torno de um salão de manicures, mas também cenas de prisão e armas em punho. Niecy Nash (série “Scream Queens”) lidera o elenco como Desna Simms, proprietária do salão, localizado no sul da Flórida, onde trabalham outras cinco mulheres: Polly (Carrie Preston, da série “True Blood”), que recentemente cumpriu pena por roubo de identidade, Jennifer (Jenn Lyon, da série “Justified”), uma garota tentando se livrar dos vícios, Quiet Ann (Judy Reyes, da série “Devious Maids”), a segurança do salão, e Virginia (Karrueche Tran, da série “The Bay”), sempre entediada com o próprio trabalho. O problema é que, sob esse esmalte de normalidade, o salão é uma fachada para lavagem de dinheiro de uma clínica ilegal comandada pelo mafioso Roller (Jack Kesy, da série “The Strain”). O elenco ainda conta com Dean Norris (série “Breaking Bad”), Harold Perrineau (série “Lost”) e Kevin Rankin (também de “Breaking Bad”). Criada por Eliot Laurence (roteirista da dramédia indie “Bem-Vindos ao Mundo”), a série ainda não tem previsão de estreia.
Ex-Power Ranger é condenado a seis anos de prisão por assassinato
O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Ranger vermelho na série “Power Rangers Wild Force” (2002), foi condenado a seis anos de prisão nesta quinta-feira (30/6) pelo assassinato de seu antigo colega de apartamento. Medina já tinha se confessado culpado por ter matado Josh Sutter em 31 de janeiro de 2015, usando uma espada. O crime aconteceu na casa em que moravam, em Palmdale, Los Angeles, Estados Unidos. Segundo investigação, a briga dos dois começou após eles discutirem por conta da presença da namorada de Medina no apartamento que dividiam. A discussão partiu para a agressão física. Irritado, o ator esfaqueou o colega, chamou o socorro e ficou no local enquanto acontecia o atendimento médico. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008).












