Cinema americano distribui sacos de vômito para o público de terror canibal
Um cinema de Los Angeles resolveu distribuir sacos de vômito para quem for assistir ao terror canibal “Raw” (Grave), lembrando que o filme deixou pessoas passando mal em sua première no Festival de Toronto. “Um dos funcionários tomou a iniciativa de fazer os sacos. Me lembrei que isso costumava ser feito com alguns lançamentos de horror na década de 1970”, disse Mark Valen, programador do cinema Nuart. Coprodução entre França e Bélgica, o filme acompanha uma jovem vegetariana que, depois de sofrer um trote em um curso de veterinária, desenvolve um “desejo incontrolável” por carne… humana, é claro. Estreia em longas da cineasta francesa Julia Ducournau, o filme se tornou um dos mais aguardados do gênero pelo mal estar que vem causando no circuito de festivais. Após revirar estômagos no Festival de Cannes, onde venceu um prêmio da crítica, sua exibição no Festival de Toronto foi recebida não com aplausos, mas com desmaios. Projetado na popular sessão da meia-noite do festival, Midnight Madness, dedicada a filmes extremos, “Raw” fez com que alguns espectadores tivessem que receber atendimento médico após assisti-lo. Uma ambulância precisou ser chamada ao local após duas pessoas desmaiarem diante do forte conteúdo exibido na tela. Depois disso, o frisson só aumentou. A produção lotou sessões no Festival de Londres, onde conquistou o prêmio de Melhor Filme de Estreia, e venceu tudo no Festival de Sitges, na Espanha, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo. “Raw” estreou em 10 de março nos EUA, mas, apesar de ter passado no Festival do Rio, permanece sem previsão de lançamento no Brasil. Protagonizado por Garance Marillier, Raw promete dar que falar durante 2017, sendo de esperar mais iniciativas como esta nos diversos países onde o filme vai ser exibido. Aproveite e veja dois trailers aqui.
Brie Larson vai viver pioneira do feminismo que foi a primeira candidata à presidência dos EUA
Brie Larson, vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack”, vai viver a pioneira do feminismo Victoria Claflin Woodhull num filme da Amazon. Woodhull ficou conhecida no final do século 19 por defender o “amor livre”, liderar o movimento pelo direito das mulheres ao voto e se declarar a primeira candidata feminina à presidência dos Estados Unidos, em 1872 – 40 anos antes das mulheres conquistarem o direito de votar no país. Mesmo sem levar sua candidatura a sério, conservadores conseguiram sabotar suas pretensões ao prendê-la por “obscenidades”, após ela publicar a denúncia do caso de adultério entre o pastor Henry Ward Beecher (o mais influente porta-voz do conservadorismo na época) e Elizabeth Tilton, uma mulher casada da alta sociedade. Woodhull fez a denúncia para ilustrar a hipocrisia do pastor, que atacava sua posição em favor do amor livre, ao mesmo tempo em que tinha uma mulher casada como amante. Foi um escândalo que marcou época. O roteiro está sendo escrito por Ben Kopit (do vindouro “The Libertine”, com Johnny Depp) e a direção está a cargo de Brett Ratner (“Hércules”). Além de estrelar, Brie Larson também vai produzir o filme, que tem o título provisório de “Victoria Woodhull”. Não está claro se a produção será exibida nos cinemas. Ao contrário da Netflix, as produções originais da Amazon têm recebido distribuição em circuito cinematográfico, como, por exemplo, “Manchester à Beira-Mar”, que rendeu o Oscar 2017 de Melhor Ator a Casey Affleck, entregue pela própria Brie Larson – e isto rendeu outra polêmica, por sinal.
Michael Shannon é favorito para viver Cable em Deadpool 2
Quem acompanha sites geeks já deve ter se cansado de ouvir nomes pouco prováveis alinhados ao papel de Cable na continuação de “Deadpool”. Pois um nome completamente diferente dos que vinham sendo chutados está sendo apontado agora como favorito. Segundo o confiável The Hollywood Reporter, Michael Shannon está negociando com a Fox para viver o personagem. Caso a negociação seja bem-sucedida, ele vai imitar o astro Ryan Reynolds (o próprio Deadpool), saindo de uma adaptação da DC Comics para uma franquia da Marvel, na Fox. Shannon viveu o vilão General Zod em “O Homem de Aço” (2013), enquanto Reynolds estrelou, claro, “Lanterna Verde” (2011). As fontes do THR afirmam que Shannon não é o único nome cotado – os gargantas profundas suspiram de alívio – , mas lidera com vantagem a preferência dos produtores – Reynolds entre eles. Recentemente, a atriz Zazie Beetz, revelação da série “Atlanta”, foi escolhida para viver a caçadora de recompensas mutante Dominó. O novo filme terá os mesmos roteiristas, Rhett Reese e Paul Wernick, com reforço de Drew Goddard (“Perdido em Marte”), mas uma mudança de direção, com David Leitch (“De Volta ao Jogo”) no lugar de Tim Miller. A estreia vai acontecer em 2018.
Demi Lovato tem novas fotos íntimas vazadas na internet
A cantora e atriz Demi Lovato voltou a ser hackeada e ter fotos íntimas divulgadas na internet. As imagens teriam sido publicadas em diversos sites para adultos. Demi Lovato não teria sido a única vítima do que já está sendo chamado de Fappening 2.0 – numa referência ao nome dado ao vazamento em massa de fotos íntimas de celebridades em 2014 –, já que imagens de Emma Watson e Amanda Seyfried também teriam sido divulgadas ilegalmente. Não é a primeira vez que Demi é vítima de hackers. Em 2013, ela também teve fotos privadas vazadas ilegalmente. O atual vazamento acontece a poucos dias da estreia de um filme infantil que ela estrela. Demi dubla Smurfete na animação “Os Smurfs e a Vila Perdida”, que chega aos cinemas na próxima semana.
Adaptação americana do mangá Death Note ganha teaser com clima de terror
A Netflix divulgou o primeiro teaser e a primeira foto oficial (acima) da versão americana do mangá “Death Note”. A prévia (abaixo) traz cenas impactantes e ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. Caso os dois filmes sejam bem-sucedidos, podem precipitar uma onda de adaptações americanas dos quadrinhos orientais. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente estreou em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia foi marcada para 25 de agosto.
Primeiro trailer da animação revela a origem do Capitão Cueca
A DreamWorks Animation divulgou o primeiro trailer da animação do “Capitão Cueca”. Com apresentação dos dubladores, falada em inglês e sem legendas, a prévia revela a origem do impagável personagem-título, extraído dos livros da franquia infantil “As Aventuras do Capitão Cueca”, do escritor americano Dav Pilkey. A trama gira em torno de dois amigos de escola, George e Harold, que conseguem hipnotizar o terrível diretor Sr. Krupp e transformá-lo em um irreverente super-herói. O elenco de dubladores original inclui Kevin Hart (“Um Espião e Meio”) como George e Thomas Middleditch (série “Silicon Valley”) como Harold, além de Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) no papel do Capitão Cueca. Kristen Schaal (série “The Last Man on Earth”) e Jordan Peele (série “Key and Peele”) também estão no elenco de vozes. O roteiro é de Nicholas Stoller (“Cegonhas”) e a direção de David Soren (“Turbo”). A estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
O Poderoso Chefinho brinca com personagens de A Bela e a Fera em novo trailer animado
A DreamWorks Animation divulgou o terceiro trailer da animação “O Poderoso Chefinho”, sem legendas e com as vozes originais em inglês. Além de aprofundar a mudança de tom vista no material mais recente, a prévia faz alusão à “A Bela e a Fera”, com uma introdução inédita em que o bebê do título brinca com um candelabro e um relógio falantes. O vídeo confirma que a produção se afastou definitivamente da história original, adaptada do livro infantil de Marla Frazee, e que tinha sido vislumbrada nos primeiros trailers, em que o bebê da trama se revelava um pequeno tirano. Pois o filme não é nada disso. O bebê, que parecia mafioso, na verdade é um agente secreto. E ele não quer dominar a família. Em vez disso, está numa missão secreta para descobrir porque cachorrinhos estão ganhando mais atenção que os bebês. Mudou tudo. Na versão original, as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. O roteiro é de Michael McCullers (“Austin Powers”), a direção de Tom McGrath (“Madagascar”) e a estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.
Cinquenta Tons Mais Escuros vai ganhar versão “sem censura” em Blu-ray
Após o sucesso de filme de super-heróis para adultos, a Universal vai tentar algo “inédito”: lançar uma versão para adultos de um filme erótico! Pois é. Como “Cinquenta Tons Mais Escuros” foi bem fraquinho naquilo que mais se esperava da produção, o filme passou até com classificação indicativa para 12 anos na França! Mas agora o estúdio pretende “ousar”, com o lançamento da versão “unrated” – a edição “sem censura”. Só que para home vídeo, mercado em que não faltam ofertas mais, digamos, explícitas. A nova versão contará com 13 minutos de cenas inéditas, boa parte delas picantes – é o mínimo que se espera, não é verdade? O lançamento vai chegar em Blu-ray, DVD e streaming em 5 de maio nos EUA e em junho no Brasil. A musiquinha de cantor de boy band (boy, antônimo de homem adulto), porém, continua na trilha.
Alien: Covenant ganha trailer legendado, que ressalta paralelos bíblicos da sci-fi
A Fox brasileira finalmente divulgou a versão oficial legendada do segundo trailer de “Alien: Covenant”, 20 dias após sua estreia no site oficial da Fox americana. Ao menos, trata-se da edição mais forte, com banho de sangue, cadáveres em carne viva e mais ataques de aliens. De todo modo, as legendas registram uma novidade. O lançamento optou por traduzir “Covenant” nos diálogos, transformando a nave do titulo em “Aliança”. Este detalhe, aliado ao fato de haver apenas casais na nave (arca) e a descrição do planeta a ser colonizado como paraíso, ajudam a ressaltar aspectos importantes que vinham passando batidos: os paralelos bíblicos da história. Continuação de “Prometheus” (2012) e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro” (1979), o filme é estrelado por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Billy Crudup (“Spotlight”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”), Danny McBride (“É o Fim”), James Franco (“A Entrevista”) e participações de Noomi Rapace e Guy Pearce, que retomam seus personagens de “Prometheus”. Dirigido Ridley Scott, que realizou tanto “Alien” quanto “Prometheus”, “Alien: Covenant” estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Rihanna gravou vídeo em que acompanha sua estreia na série Bates Motel. Veja na íntegra
A cantora Rihanna finalmente estreou em “Bates Motel”. E o episódio exibido na noite de segunda (20/3) nos EUA rendeu um “live” no Instagram da artista, em que ela mostrou aos fãs sua reação ao se ver como Marion Crane, a personagem vivida por Janet Leigh no filme clássico “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock. Ela ficou ao vivo durante os 45 minutos de duração do episódio. E como foi sua primeira experiência do gênero, ela demonstrou dúvidas sobre se estava funcionando. Superada a virgindade, veio a diversão, que envolveu, claro, um “drinking game” com os amigos. O combinado foi tomar um shot de tequila a cada vez que Norman (Freddie Highmore) falava “mother”, sua obsessão, mas parece que não foi suficiente para ela. “Eu acho que temos que mudar esse ‘drinking game’. Norman não está falando muito ‘mother’ neste episódio. Temos que mudar para Sam. Sammmmm! Caramba, estamos três shots atrasados”, disse a diva. Assista a íntegra do vídeo de Rihanna (assistindo Rihanna em vídeo) abaixo.
Disney já considera desenvolver spin-off de A Bela e a Fera
O sucesso de “A Bela e a Fera” é tão grande que a Disney já pensa no que fazer para transformar o filme numa franquia. Em entrevista ao site Deadline, o presidente de produções da Disney, Sean Bailey, revelou que o estúdio está analisando a possível realização de um spin-off ou uma história paralela ambientada no mesmo universo criado para o longa-metragem. Especula-se que o estúdio pode decidir contar as aventuras de Gaston e seu inseparável amigo LeFou, mas esta opção não deve ir adiante se o objetivo for faturar o máximo possível, uma vez que há um grande armário no meio do caminho deste relacionamento. Como diversos países – e cinemas do interior – reclamaram de alguns minutos do filme sobre isto, imagine um filme inteiro… Apesar desses planos, Bailey revelou que o filme não ganhará uma sequência. Ou seja, a Disney não pretende lançar “A Bela e a Fera 2”. Afinal, não há mais “Fera” na história e sim um Príncipe Encantado que, no máximo, pode ficar sem se barbear. Em seus cinco primeiros dias de exibição, o filme ultrapassou a arrecadação de US$ 400 milhões em todo o mundo. No Brasil, levou mais de 1,9 milhão de espectadores aos cinemas e já arrecadou R$ 34,2 milhões. “A Bela e a Fera” também se tornou o live-action número um da Disney e é a sexta maior abertura de todos os tempos no país.
Comerciais dublados mudam completamente a premissa da animação O Poderoso Chefinho
A Fox divulgou três comerciais dublados da nova animação “O Poderoso Chefinho”, que mudam completamente a premissa até então apresentada. A produção da DreamWorks Animation trazia em seu marketing inicial uma história bem próxima do livro infantil de Marla Frazee, em que se baseia, partindo da ideia comum entre pais de recém-nascidos de que bebês podem ser verdadeiros tiranos e dominar as atenções de uma família. Nos primeiros trailers, o bebê da trama se revelava, assim como no livro, um aspirante a mafioso, que usa terno, estala dedos, dá ordens e atira dinheiro sobre o irmão mais velho. Por sinal, o irmão era o único que achava isso esquisito, enquanto os pais ficavam simplesmente gugu dada pelo pequenino mandão. Pois é. Os novos comerciais mostram que o filme não é nada disso. O bebê mafioso, na verdade, é um agente secreto. E ele não quer dominar a família. Em vez disso, está numa missão secreta para descobrir porque cachorrinhos estão ganhando mais atenção que os bebês. E o irmão mais velho vira seu aliado. Mudou tudo. O que aconteceu? Será que esta sempre foi a premissa ou ocorreu uma adaptação de última hora, após testes de público terem rejeitado o bebê mafioso? Estranho. Enfim, na versão original as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. O roteiro é de Michael McCullers (“Austin Powers”), a direção de Tom McGrath (“Madagascar”) e a estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.
Intérprete de Josie em Riverdale estava falida antes de ser contratada para a série
A atriz Ashleigh Murray revelou que estava falida antes de ser chamada para viver Josie em “Riverdale”. Em entrevista ao site Collider, a líder da banda fictícia Josie e as Gatinhas contou que tinha apenas US$ 12 na conta antes de ser contratada para a série da rede CW. “Era o meu último teste. Então, eu fui para o teste e, no dia seguinte, fui a um mercadinho com apenas US$ 12 na minha conta bancária”, revelou. “Eu ainda tive que ligar para minha mãe e pedir US$ 5 extras, porque gastei tudo em comida e precisava de algo para voltar pra casa.” Antes de “Riverdale”, ela tinha conseguido trabalho apenas como figurante em “Younger” e “The Following” e vivia sendo rejeitada em testes, o que a deixou completamente sem dinheiro. “Eu não tinha dinheiro para ir à lavanderia, então eu lavava minhas roupas na pia do banheiro. Depois, eu ia pra rua e implorava pro cara da lavanderia deixar eu secar minha roupas, porque eu tinha um grande teste no dia seguinte”, afirmou a atriz ao Collider. Numa reviravolta, ela agora protagoniza seu primeiro longa, “Deidra & Laney Assaltam um Trem”, exibido no Festival de Sundance em janeiro e lançado por streaming na Netflix na semana passada. Veja o trailer abaixo.












