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  • Música

    Clipe junta Anitta, Simone & Simaria para dançar de shortinho e camiseta molhada

    6 de janeiro de 2017 /

    A união do sertanejo de Simone & Simaria com o funk de Anitta evoca o axé de outros carnavais – um reggaeton baiano, se preferir. E se o som de “Loka” não é exatamente inovador, o clipe dirigido por Anselmo Trancoso é ainda mais elementar, com direito a fogo, chuva, shortinhos e meias rendadas. O trio elétrico canta e dança num cenário de ferro-velho, entre carros em chamas e um climão de vídeos apocalípticos dos anos 1990, época, por sinal, em que os clipes não tinham vergonha de parecer sexistas por terminarem com mulheres rebolando de camiseta molhada por chuva artificial. Como a letra fala de mulher que supera uma traição indo curtir uma balada, vale avisar aos fãs que é mais fácil um ferro-velho parecer sinistro para mulheres de camiseta molhada do que virar cena de balada esfuziante. Como registro, a gravação ainda marca a segunda incursão de Anitta pelo universo sertanejo, após parceria com Luan Santana.

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  • Etc

    Mariana Ximenes empina o bumbum em foto de férias e o Instagram gosta

    6 de janeiro de 2017 /

    Mariana Ximenes não é das mais exibidas do Instagram, mas nem ela resistiu ao apelo do verão. Nesta sexta-feira (6/12), a atriz abriu uma exceção, empinou o bumbum e levantou os pezinhos numa foto sexy na janela de seu quarto de hotel, com uma praia paradisíaca ao fundo. Ela está curtindo férias no México, mas a paisagem que os fãs mais elogiaram foi seu bumbum empinado. “Maravilhosa”, escreveu um. “Arrasou”, comentou outra. “Por você eu faço tudo”, se declarou um terceiro. Até a youtuber Kéfera Buchmann babou: “Coisa linda”, rendendo eco. “Linda”, “Lindaaa”, “Lindaaaa!”, etc. Em questão de minutos, a foto teve mais de 10 mil “gostos” na rede social. ??❤️️ Uma foto publicada por Mariana Ximenes (@marixioficial) em Jan 6, 2017 às 6:48 PST

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  • Música

    Documentário afirma que David Bowie só soube que seu câncer era terminal três meses antes de morrer

    6 de janeiro de 2017 /

    Um novo documentário sobre David Bowie, produzido pela rede BBC, afirma que o cantor britânico só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário “David Bowie: The Last Five Years”, o cantor descobriu que morreria em poucos meses enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. “Soube no fim de semana da gravação que ele tinha se inteirado de que tudo havia terminado”, diz o diretor do clipe, Johan Renck, em entrevista para o documentário. Bowie veio a morrer logo em seguida à gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado o 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte. “David Bowie: The Last Five Years” é dirigido por Francis Whately (que também fez “David Bowie: Five Years” sobre o auge do cantor nos anos 1970) será exibido no sábado (7/1) pela BBC, em homenagem aos 70 anos de nascimento do artista e ao primeiro aniversário de sua morte.

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    Om Puri (1950 – 2017)

    6 de janeiro de 2017 /

    Morreu o ator indiano Om Puri, que atuou em mais de 300 produções, entre elas o épico “Gandhi” (1982) e o sucesso recente “A 100 Passos de um Sonho” (2014). Ele faleceu nesta sexta-feira (6/12) aos 66 anos, vítima de um ataque cardíaco em sua casa em Mumbai. Om Puri estreou no cinema nos anos 1970 em um filme em idioma marathi, antes de alcançar a fama mundial com grandes sucessos de Bollywood, falados em hindi, a principal língua da Índia. Também participou de alguns filmes paquistaneses que geraram controvérsia em seu país. Mas o público mundial o conhece mais por suas produções ocidentais, incluindo “Gandhi”, o filme biográfico dirigido por Richard Attenborough e protagonizado por Ben Kingsley que venceu oito Oscars em 1983. Ele também atuou em “A Cidade da Esperança” (1992), junto a Patrick Swayze, foi pai da jovem Archie Panjabi na comédia britânica “Tradição É Tradição” (1999) e encarnou o ex-presidente paquistanês Mohammed Zia em “Jogos do Poder” (2007), de Mike Nichols, ao lado de Tom Hanks, Julia Roberts e Philip Seymour Hoffman. Seu último trabalho em Hollywood foi “A 100 Passos de um Sonho” (2014), de Lasse Hallström, como o patriarca de uma família indiana forçada a sair do país por uma tragédia e que, ao atentar se reerguer abrindo seu próprio restaurante, enfrenta o preconceito europeu e Helen Mirren. Ele deixou alguns filmes finalizados, entre eles “Viceroy’s House” (2017), drama histórico sobre o fim do período colonial britânico na Índia, no qual contracenou com Gillian Anderson, Michael Gambon e Hugh Bonneville. As redes sociais homenagearam o ator com muitas declarações de carinho e lembranças de seus êxitos cinematográficos. “Não posso acreditar que um de nossos maiores atores, Om Puri, já não está aqui. Profundamente triste e abalado”, declarou o ator Anupam Kher em um tuíte.

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  • Etc

    Jornalista arma barraco virtual com Danielle Winits e recebe ameaça de André Gonçalves

    6 de janeiro de 2017 /

    O babado virou a madrugada e pode descambar para a violência, se as ameaças forem cumpridas. Um bate-boca iniciado pela publicação de uma fofoca pelo jornalista Leo Dias sobre a atriz Danielle Winits (“Até que a Sorte nos Separe”) levou a uma troca de ofensas entre os dois nas redes sociais, e chegou a nível tão baixo que o marido da atriz, o também ator André Gonçalves (“Os Maias: Cenas da Vida Romântica”) entrou na discussão de forma curta e grossa só para avisar que vai quebrar os dentes do outro. Tudo começou com uma notinha publicada na coluna de Leo Dias na terça-feira (3/2), sobre a atriz ter alegado estar grávida para entrar com prioridade em um avião, onde passou o réveillon. Ao ter conhecimento da fofoca, Danielle deu início às postagens chamando o autor do texto de “pseudojornalista” em sua conta no Instagram. “Leo Dias (pseudojornalista) é um ser humano que merece muito além do que apenas 15 minutos de fama a qual tanto persegue anos a fio… Merece ser suprido de amor tamanha carência a qual esmaga esse peito desnutrido de afeto… Merece um basta em si mesmo tamanha falta de respeito para com o próximo… Merece ser amado pelo amor que o falta, pela mentira que o completa, pela incompletude que o cerca”, desabafou a atriz. O jornalista respondeu no Twitter. “Danielle Winits, você não sabe com quem está mexendo. Vou contar tudo agora, ok? Liga o ventilador”, alfinetou, antes de ir para o Instagram com suas bombas. “Me ataca porque eu contei que, para furar a fila da classe econômica da American Airlines, ela disse estar grávida! Tenho testemunhas. Passageiros relataram. Só que é mais uma mentira que você conta. Aliás, quer que eu lembre da última mentira que você contou para o Amaury Nunes, seu ex?”, escreveu ele no Instagram, afirmando que Danielle havia traído o ex-namorado, com quem assumiu o fim do relacionamento em maio de 2016. “Quero ver a Danielle me desmentir que traiu o Amaury com o personal dela”, afirmou. “Vocês foram jantar na pizzaria Braz, na Barra da Tijuca (no Rio). Ele tinha acabado de chegar de um período nos Estados Unidos. O garçom, educado, perguntou se você queria o mesmo vinho da semana passada que estava em falta. Amaury olhou para você e perguntou: ‘Ué, você não bebe vinho, com quem você esteve aqui?’. Ao invés de falar para o Amaury que levou seu amante personal trainer, você foi fazer um escândalo com o coitado do garçom, lembra Danielle???”, escreveu Dias. “O garçom foi humilhado, você queria que o demitissem por expor a sua vida secreta. Isso eu não contei, Danielle. Porque eu achava que as suas mentirinhas públicas eram inofensivas. Coitado do Amaury. O único que te aturou, não por muito tempo. Você me chama de pseudojornalista? Qual foi seu grande papel na TV? Mostrando seu corpo? Que há muito tempo não é mais o mesmo. Danielle, se enxergue. Você é uma farsa. Ninguém te atura por muito tempo. Nem seus amigos (e conhecidos muitos exs), nem os que foram pra cama com você (que não foram poucos, talvez dezenas), mas não ficou nenhum. Olhe pro espelho antes de falar de mim”, ele continuou. “Isso porque eu não falei do perrengue para ela receber a pensão do Guy. Sei até o valor. Uma miséria”, continuou o colunista no Twitter, já envolvendo os filhos da artista na história. “Danielle Winits não é e nunca foi uma pessoa do bem. Só lamento pelos filhos. Noah pelo menos tem pai. Guy merecia uma família melhor”, continuou, antes de André Gonçalves entrar na discussão. “Olá, Leo Dias. Deixa eu te falar uma parada, já que você não respeita ninguém. Já que você mente e inventa um monte de mentira… É o seguinte: não tem processo, eu vou quebrar seus dentes, meu filho! Seu cheirador de cocaína, filho da p… Vou quebrar seus dentes! Não tem Justiça, eu vou quebrar você, seu filho da p… Por causa da tua mentira, sacou?”, ameaçou o ator.

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  • Filme

    Sete Minutos Depois da Meia-Noite revela-se uma fábula sinistra e profundamente bela

    6 de janeiro de 2017 /

    Estranho ver um menino inglês de 12 anos em pleno século 21 não aparecer em nenhuma cena deslizando o dedo num celular. Esse é o primeiro indício que mostra como, por traz de uma certa normalidade, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls) gira fora do eixo do cinemão. O filme se passa na Londres atual e Connor O’Malley, o garoto em questão, prefere se refugiar com um lápis e uma caixa de tintas numa página em branco. Connor (interpretado por Lewis MacDougall, visto em “Peter Pan”) recusa-se a integrar qualquer grupo, seja na escola, na rua ou na família. No universo dele, o que se pavimenta é apenas um caminho: aquela do papel, em que uma aquarela explode em escarros e respingos compondo formas inusitadas como num quadro de expressionismo abstrato. Dependendo do ângulo, pode-se imaginar uma revoada de corvos ou uma poeira negra levitando de um incêndio, mas quando finalmente toda tinta negra se aglutina, uma estranha criatura, mix de árvore e humanóide aparece. Esse monstro de olhos de fogo encara Connor. É igualzinho a árvore retorcida no cemitério que o menino avista da janela de seu quarto. E aí, no tic tac nervoso daquela mesma noite em que a figura o encarou no papel, mais precisamente à meia-noite e sete, o monstro desperta no cemitério para vir atrás do garoto. O tom em “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” é sinistro com poucos momentos de alivio. A criatura assombra, ameaça e, bem ao inverso de “O Bom Gigante Amigo”, não convida para nenhum tipo de aventura. Ao contrário, o monstro aparece para contar três histórias e em cada uma quebra uma parede da fantasia, forçando Connor a encarar uma dura verdade. A mãe Lizzie (vivida por Felicity Jones de “Rogue One: Uma História Star Wars”) está com câncer em fase terminal e não resta muitas opções ao garoto: o pai (Toby Kebbell, de “Quarteto Fantástico”) é uma figura ausente, e a avó (Sigourney Weaver, da franquia “Alien” e “Avatar”), uma mulher rígida, antiquada e difícil. Adaptação do livro homônimo de Patrick Ness (criador da série sci-fi “Class”), o filme é uma aposta arriscada do diretor espanhol Juan Antonio Bayona. Tinha tudo para dar errado, mas felizmente Bayona mantém a tradição de seus bons trabalhos anteriores, o terror “O Orfanato” (2007) e o drama de catástrofe “O Impossível” (2012). O humano na obra deste diretor é filmado de tal maneira que podemos vê-lo sem que sejamos aviltados. O medo frente ao vazio e à morte não nos abate. Ao contrário, ele provoca uma espécie de embriaguez, que fortalece e nos ergue para além do nosso destino, tão medíocre e tão derrisório. Desprendido de toda pressão de ordem psicológica, é, antes de tudo, o mistério do ser que Bayona consegue com êxito captar na sua complexidade. “Sete Minutos…” reforça a tese. Em um sentido literal, o “monstro” revela-se primeiro um enorme cuspidor de fogo, com a voz de Liam Neeson (“Busca Implacável”), para, cinco minutos depois, derivar de significado. Ele é a metáfora para o desconhecido, para a morte, mas também para a vida. Representa anseios sufocados e sentimentos que mesmo um garoto imaginativo mal sabe definir. Cada um dos três contos narrados pelo monstro oferece uma surpresa estética. São animações nascidas de borrões de tintas, que tratam de bruxas e príncipes movidos por rancores antigos, e cada um toma um rumo inesperado que deixa Connor mais confuso do que nunca. Nenhum deles segue o habitual arco do bem triunfando sobre o mal. O mesmo pode ser dito da maneira como Bayona lida com as cenas reais. A cor e a luz são admiravelmente controladas para nunca soar intensas. O vermelho, o amarelo, o marrom dão o toque outonal para um mundo que está escurecendo. De fato, Bayona continua a ser um estilista visual criativo, a meio caminho entre um Tim Burton e Guillermo Del Toro. E seus atores todos atingem um equilíbrio notável representando tanto as emoções mais superficiais de uma cena, como insinuando sentimentos profundos. A eficiência do filme é inegável. E ainda que Bayona apele para a morbidez sentimental na cena de encerramento, a beleza da obra desculpa o deslize. Como disse o cineasta Jean-Claude Guiguet sobre “De Barulho e de Fúria” (1988), do colega Jean-Claude Brisseau: “Que importa a terra tão escura, o céu tão sombrio, se ainda sobra uma parcela de amor?” É esse o tom que se afirma neste delicado trabalho.

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  • Filme

    Asghar Farhadi volta a filmar o desgaste de uma relação em O Apartamento

    6 de janeiro de 2017 /

    Possivelmente o cinéfilo ocidental não associe nenhuma singularidade cinematográfica ao ler os nomes Shahab Hosseini e Taraneh Alidoosti na abertura de “O Apartamento”, o novo filme do iraniano Asghar Farhadi. E, no entanto, vale a pena sublinhar que são nomes de dois atores magistrais – vistos anteriormente em longas do diretor, respectivamente “A Separação” (2011) e “À Procura de Elly” (2009). Interpretam Emad e Rana, marido e mulher, subitamente confrontados com um problema de segurança no seu prédio que ameaça desabar. O prédio é evacuado forçando os dois a procurarem rapidamente outra lugar para morar. Na nova habitação, Rana será agredida por um desconhecido. O nível da agressão nunca fica muito claro, pode ter sido uma discussão calorosa, pode ter sido algo físico e violento. O fato é que afetou profundamente, abrindo-se uma crise para o casal que, além de obrigá-los a reavaliar todas as suas relações, se cruza com o fato de Emad e Rana serem dois dos intérpretes de uma encenação de “A Morte de um Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller. De fato, “O Apartamento” é um filme sobre o teatro e a vida — ou, talvez melhor, sobre a vida e o seu teatro, de tal modo vamos sentindo e pressentindo como a relação com a verdade se faz através de muitas formas de encenação. Algumas mais conscientes, outras, nem tanto. A tentativa de descoberta de quem agrediu Rana atrai, assim, os elementos recalcados, mesmo nos acontecimentos aparentemente mais banais. Farhadi prossegue numa minuciosa desmontagem das relações dos casais que já encontramos em “Separação” (2011) e “O Passado” (2013). Ele possui o olhar incisivo de um psicólogo, mas também o ceticismo de um filósofo que sabe que as nuances da verdade estão longe de ser automáticas ou transparentes. Um belo filme.

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  • Filme

    Moana demonstra evolução dos filmes de princesa da Disney

    6 de janeiro de 2017 /

    Os desafios para as heroínas da Disney estão ficando cada vez mais difíceis. Rapunzel escapou de sua torre em “Enrolados” para que pudesse ver um festival de lanterna, Anna tentou impedir a irmã de congelar seu reino em “Frozen”, e agora a personagem-título de “Moana” tem que salvar seu povo e sua ilha da ira de uma Deusa. Detalhe: ela se atira à proeza sem contar com nenhum príncipe de plantão. Não há necessidade. Mais curioso ainda, sem príncipe, o desenho desenrola-se sem um romance. No lugar do bonitão viril e sorridente, a princesa da polinésia forma dupla com um semideus Maui gordo, desengonçado e meio bobão (dublado originalmente por Dwayne “The Rock” Johnson). A história é simples e cristalina como a textura que os desenhistas dão ao mar do Pacífico Sul. Moana Mawaliki (voz de Auli’i Cravalho na original e de Any Gabrielly, na versão brasileira) está na fila para suceder seu pai, o chefe da tribo e da ilha Motu Nui, mas a mocinha não quer administrar terras, seus olhos são atraídos pelo oceano e pelas lendas que sopram do além-mar. Uma dessas lendas diz respeito a uma pérola rara pertencente à deusa da fertilidade Te Fiti. O semideus Maui apoderou-se da joia e o roubo, dizem-nos, mergulhou o mundo na escuridão – é por isso que os oceanos são agora muitas vezes traiçoeiros. Há, acredite ou não, base histórica para este arranjo: cerca de dois mil anos atrás, uma abrupta mudança de temperatura tomou o Pacífico Sul formando uma zona de ciclones tropicais e a navegação tornou-se quase impossível por dezenas de anos. Como conseqüência, as correntes migratórias dos povos da região cessaram por um longo período. Os roteiristas e diretores Ron Clements e John Musker (responsáveis por “A Pequena Sereia” e “Aladdin”) douram a pílula. Transformam o fenômeno num espetacular embate de semideuses domando tufões e vulcões. A diminuta Moana enfrenta os titãs como se fosse uma formiga. Mas ela tem poderes especiais: os mares dobram-se a sua vontade. Plumas de água se estendem e brincam com os cabelos da princesa. As ondas ocasionalmente a carregam como se fossem um trono líquido. Isso lhe dá a coragem de fugir de sua aldeia para encontrar Maui, resgatar a pérola e entregá-la a Te Fiti. Quando, no entanto, Moana localiza o semideus, ele é um desapontamento grave, um narcisista muscular que perdeu todos os seus poderes especiais. Sem seu gancho de peixe mágico, que lhe permite se transformar em diferentes animais, Maui é praticamente inútil. Moana raspa a superfície da confiança do semideus e encontra um homem alquebrado – rejeitado pela humanidade, odiado pelos deuses, vivendo em ressentimento. Que ele desista tão facilmente de qualquer desafio é muitas vezes jogado no filme como uma piada, mas é difícil não se deixar levar por Maui. Sua auto-aversão o humaniza. Além disso, há um atrativo curioso: tatuagens animadas magicamente aparecem em seu peito e em suas costas após eventos importantes, contando a história de sua vida. O personagens é uma criação maravilhosa, e Dwayne Johnson o exprime com uma mistura hábil de fanfarronice e pathos. “Moana” faz a gente compreender como um personagem aflitivo pode ser tão adorável. E também como Ron Clements e John Musker podem ser afiados, talentosos e certeiros. Ambos têm a habilidade de pegar ideias caóticas e transformá-la em algo impressionante, mesmo quando não parece lógico. Exemplos: um vulcão se contorce e ganha corpo de um monstro e uma deusa serena deita-se na água e transforma-se numa ilha. O surrealismo em cena encadeia-se e forma um sentido, sim. Têm o sentido puro do universo das crianças, o mesmo espírito que nos perpassa quando olhamos um livro ilustrado da nossa infância e suspiramos pelas boas recordações.

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    Christian Figueiredo apresenta seus amigos de escola retratados no filme Eu Fico Loko

    5 de janeiro de 2017 /

    No clima do filme “Eu Fico Loko”, o youtuber Christian Figueiredo resolveu apresentar seus amigos da época de colégio, inclusive uma antiga musa, introduzida ao som do sucesso polêmico “Deu Onda”, de MC G15. O filme vai retratar essa turma, mas com nomes fictícios e interpretados por atores. O próprio Christian será interpretado por Filipe Bragança (novela “Chiquititas”), embora também apareça na trama, como sua versão “adulta”. Dirigido pelo estreante Bruno Garotti (assistente dos dois “S.O.S.: Mulheres ao Mar” e “Linda de Morrer”, entre outras produções), o filme estreia na próxima quinta, dia 12 janeiro. Conheça abaixo os personagens reais da história.

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    Nanda Costa é rainha do cangaço nas primeiras fotos de A Costureira e o Cangaceiro

    5 de janeiro de 2017 /

    Foram divulgadas as primeiras imagens de “A Costureira e o Cangaceiro”, que traz Nanda Costa (“Gonzaga: De Pai pra Filho”) como rainha do cangaço O filme é uma nova parceria entre o diretor Breno Silveira e a roteirista Patricia Andrade, com quem trabalhou em “2 Filhos de Francisco” (2005), “Gonzaga: De Pai para Filho” (2012) e “À Beira do Caminho” (2012). A produção foi filmada entre setembro e novembro em Piranhas, no sertão de Alagoas, onde Lampião e Maria Bonita foram capturados e decapitados em 1938. Por sinal, o projeto surgiu em meio à vontade da dupla de fazer um filme sobre Maria Bonita e se deparar com a falta de material histórico sobre a verdadeira rainha cangaceira. Uma alternativa surgiu com a descoberta do livro “A Costureira e o Cangaceiro”, da recifense Frances de Pontes Peebles, que contava uma história fictícia sobre o mesmo tema. Lançado originalmente em inglês (a autora mora nos EUA desde criança), o livro saiu em 2008 pela Nova Fronteira e está esgotado. A trama gira em torno de duas irmãs: Luzia (Nanda Costa), a irmã aventureira, e Emília (Marjorie Estiano, da minissérie “Ligações Perigosas”), a romântica, filhas de costureira, com quem aprendem o ofício e desejam mudar suas vidas. Emília sonha em se casar e se mudar para a capital, mas se decepciona com a sociedade arcaica do Recife, cheia de preconceitos. Já Luzia, para proteger a família, junta-se aos bandoleiros capitaneados por Carcará (Júlio Machado, de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e avança sertão adentro. Ainda não há previsão de estreia.

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    Trailer e pôsteres de Internet – O Filme juntam um monte de youtubers

    5 de janeiro de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de “Internet – O Filme”. É para ser uma comédia brasileira, como comprova a completa falta de graça da prévia. “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” também lançou um trailer sem graça e estourou nas bilheterias. Por esta lógica, “Internet – O Filme” fará muito, mas muito mais sucesso. Vale reparar também na forma como a coleção de pôsteres traz o elenco se contorcendo para recriar as poses do cartaz de “Bill e Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991). A “originalidade” fica por conta de molduras de iPad. A ideia de “Internet – O Filme” se resume a juntar um monte de adolescentes que faz sucesso com suas egotrips no YouTube como chamariz para o público de cinema. Segundo a sinopse, o filme terá oito esquetes, a partir de um encontro em uma convenção de youtubers, levando os personagens a vivenciarem momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama. O elenco “em busca da fama” inclui Christian Figueiredo, Rafael Cellbit, Gusta Stockler, Teddy, Júlio Cocielo, Felipe Castanhari, Paulinho Serra, Cauê Moura, Nakada, Pathy dos Reis, entre outros. Kéfera Buchmann também estava nesta lista, mas ela saiu na frente com “É Fada”, e já tendo achado a fama ficou sem tempo em sua agenda para “Internet – O Filme”. A direção é de Fillipo Capuzzi Lapietra, que também estreia em longa-metragem. O lançamento estava marcado para janeiro, mas acabou adiado para 23 de fevereiro, visando sair da frente do filme de Christian Figueiredo, “Eu Fico Loko”, em que ele vive momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama.

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    Resgate da franquia de terror O Chamado ganha fotos e novos trailers legendados

    5 de janeiro de 2017 /

    A Paramount divulgou o pôster nacional e mais dois trailers (em versões dublada e legendada) da retomada da assustadora franquia “O Chamado”. As prévias mostram a volta de Samara, que não precisa mais de fita VHS para assombrar suas vítimas, tornando sua maldição digital e viral. Mais poderosa que antes, ela é capaz até de virar app para celulares. Os trailers e a arte também revelam que a Paramount mudou de ideia em relação ao título. A produção, que começou a ser divulgada como “Chamados” em seus primeiros pôsteres e trailers, agora virou “O Chamado 3”, fazendo referência mais direta aos dois primeiros filmes. O longa retoma a franquia após 12 anos e no rastro de uma nova trilogia do monstro original no Japão. O primeiro “O Chamado” (2002) era remake de “Ringu” (1998), o terror japonês que lançou a mania das mulheres fantasmas de cabelo na cara – adaptando o livro homônimo de Kôji Suzuki, o “Stephen King japonês”. Com duas continuações anteriores à estreia do remake americano, “Ringu” também está vivendo um revival no Japão. Desde que a Samara japonesa, que se chama Sadako, descobriu a internet em “Sadako 3D” (2012) – lançado direto em DVD no Brasil como “A Invocação 3D” – , a franquia rendeu nova trilogia. Por sinal, o filme mais recente promoveu seu encontro com Kayako, a mulher fantasma de cabelo na cara da franquia “O Grito”. A vítima de “O Chamado 3” é a italiana Matilda Anna Ingrid Lutz (“Somewhere Beautiful”), que cai na tentação de ver um estranho vídeo online e acaba recebendo a ameaçadora ligação telefônica que inicia a contagem regressiva: “Sete dias”. O elenco também inclui Alex Roe (“A 5ª Onda”), Zach Roerig (série “The Vampire Diaries”), Johnny Galecki (série “The Big Bang Theory”), Aimee Teergarden (série “Friday Night Lights”), Lizzie Brocheré (série “The Strain”), Laura Wiggins (série “The Tomorrow People”) e Andrea Powell (série “Outcast”). O roteiro passou por versões de Jacob Aaron Estes (“Quase um Segredo”), Akiva Goldsman (“A 5ª Onda”) e David Loucka (“A Última Casa da Rua”). A direção é do espanhol F. Javier Gutiérrez (“Tres Días”) e tem estreia marcada para 2 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    The Walking Dead ganha 14 cartazes com detalhes dos próximos capítulos

    5 de janeiro de 2017 /

    O canal pago AMC divulgou 15 cartazes da segunda metade da 7ª temporada de série “The Walking Dead”, que destacam pequenos detalhes das comunidades formadas pelos sobreviventes do holocausto zumbi. O conceito é exatamente o mesmo da divulgação do começo da temporada, que incluiu a liberação de cartazes similares em setembro, adiantando cenas dos episódios. Os detalhes localizam as imagens em Alexandria, Hilltop, no Reino e até no Santuário, que é liderado por Negan (Jeffrey Dean Morgan), com direito a sugestões de conflito, por meio de close em bananas de dinamite e sombras armadas, sem esquecer dos indefectíveis zumbis. A segunda metade da 7ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear no dia 12 de fevereiro. No Brasil, a série tem exibição simultânea pelos canais pagos Fox e Fox Action (sem intervalos).

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