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    Andrzej Wajda (1926 – 2016)

    10 de outubro de 2016 /

    Morreu Andrzej Wajda, um dos maiores cineastas da Polônia, vencedor da Palma de Ouro de Cannes e de um Oscar honorário pela carreira de fôlego, repleta de clássicos humanistas. Ele faleceu no domingo (9/10), aos 90 anos, em Varsóvia, após uma vida dedicada ao cinema, em que influenciou não apenas a arte, mas a própria História, ao ajudar a derrubar a cortina de ferro com filmes que desafiaram a censura e a repressão do regime comunista. Nascido em 6 de março de 1926 em Suwalki, no nordeste polonês, Wajda começou a estudar cinema após a 2ª Guerra Mundial, ingressando na recém-aberta escola de cinema de Lodz, onde também estudaram os diretores Roman Polanski e Krzysztof Kieslowski, e já chamou atenção em seu primeiro longa-metragem, “Geração” (1955), ao falar de amor e repressão na Polônia sob o regime nazista. Seu segundo longa, “Kanal” (1957), também usou a luta contra o nazismo como símbolo da defesa da liberdade, e abriu o caminho para sua consagração internacional, conquistando o prêmio do juri no Festival de Cannes. Com “Cinzas e Diamantes” (1958), que venceu o prêmio da crítica no Festival de Veneza, ponderou como pessoas de diferentes classes sociais e inclinações políticas tinham se aliado contra o nazismo, mas tornaram-se inimigas após o fim da guerra. Os três primeiros filmes eram praticamente uma trilogia temática, refletindo as ansiedades de sua geração, que tinha sobrevivido aos nazistas apenas para sofrerem com os soviéticos. Ele também filmou várias vezes o Holocausto, do ponto de vista da Polônia. Seu primeiro longa sobre o tema foi também o mais macabro, contando a história de um coveiro judeu empregado pelos nazistas para enterrar as vítimas do gueto de Varsóvia, em “Samson, a Força Contra o Ódio” (1961). Aos poucos, suas críticas foram deixando de ser veladas. Num novo filme batizado no Brasil com o mesmo título de seu terceiro longa, “Cinzas e Diamantes” (1965), lembrou como os poloneses se aliaram a Napoleão para enfrentar o império russo e recuperar sua soberania. A constância temática o colocou no radar do governo soviético. Mesmo com fundo histórico conhecido, “Cinzas e Diamantes” disparou alarmes. Aproveitando uma tragédia com um ator local famoso, Wajda lidou com a perigosa atenção de forma metalinguista em “Tudo à Venda” (1969), sobre um diretor chamado Andrzej, que tem uma filmagem interrompida pelo súbito desaparecimento de seu ator principal. Considerado muito intelectual e intrincado, o filme afastou o temor de que o realizador estivesse tentando passar mensagens para a população. Mas ele estava. Em “Paisagem Após a Batalha” (1970), o diretor voltou suas câmeras contra o regime, ao registrar o sentimento de júbilo dos judeus ao serem libertados dos campos de concentração no fim da guerra, apenas para sepultar suas esperanças ao conduzi-los a outros campos cercados por soldados diferentes – russos – , inspirando a revolta de um poeta que busca a verdadeira liberdade longe disso. Seus três longas seguintes evitaram maiores controvérsias, concentrando-se em dramas de família e romances de outras épocas, até que “Terra Prometida” (1975) rendeu efeito oposto, celebrado pelo regime a ponto de ser escolhido para representar o país no Oscar. E conquistou a indicação. Ironicamente, a obra que o tornou conhecido nos EUA foi a mais comunista de sua carreira. Apesar de sua obsessão temática pela liberdade, “Terra Prometida” deixava claro que Wajda não era defensor do capitalismo. O longa era uma denúncia visceral de como a revolução industrial tardia criara péssimas condições de trabalho para os operários poloneses, enquanto empresários enriqueciam às custas da desumanização na virada do século 20. Brutal, é considerado um dos maiores filmes do cinema polonês. Satisfeito com a consagração, Wajda manteve o tema em seus filmes seguintes, acompanhando a evolução da situação dos operários poloneses ao longo do século. Mas os resultados foram o avesso do que a União Soviética gostaria de ver nas telas. A partir daí, sua carreira nunca mais foi a mesma. Seus filmes deixaram de ser cinema para virarem registros históricos, penetrando nas camadas mais profundas da cultura como agentes e símbolos de uma época de transformação social. “O Homem de Mármore” (1977) encontrou as raízes do descontentamento dos trabalhadores da Polônia no auge do stalinismo dos anos 1950. O filme era uma metáfora da situação política do país e também usava de metalinguagem para tratar da censura que o próprio Wajda sofria. A trama acompanhava uma estudante de cinema que busca filmar um documentário sobre um antigo herói do proletariado, que acreditava na revolução comunista e na igualdade social, mas, ao ter acesso a antigas filmagens censuradas para sua pesquisa, ela descobre que foi exatamente isto que causou sua queda e súbito desaparecimento da história. Diante da descoberta polêmica, a jovem vê seu projeto de documentário proibido. A censura política voltou a ser enfocada em “Sem Anestesia” (1978), história de um jornalista polonês que demonstra profundo conhecimento político e social numa convenção internacional, o que o faz ser perseguido pelo regime, que cancela suas palestras, aulas e privilégios, culminando até no fim de seu casamento, para reduzir o homem inteligente num homem incapaz de se pronunciar. Após ser novamente indicado ao Oscar por um longa romântico, “As Senhoritas de Wilko” (1979), Wajda foi à luta com o filme mais importante de sua carreira. “O Homem de Ferro” (1981) era uma obra de ficção, mas podia muito bem ser um documentário sobre a ascensão do movimento sindicalista Solidariedade, que, anos depois, levaria à queda do comunismo na Polônia e, num efeito dominó, ao fim da União Soviética. A narrativa era amarrada por meio da reportagem de um jornalista enviado para levantar sujeiras dos sindicalistas do porto de Gdansk, que estavam causando problemas, como uma inusitada greve em pleno regime comunista. Ao fingir-se simpatizante da causa dos estivadores, ele ouve histórias que traçam a longa trajetória de repressão aos movimentos sindicais no país, acompanhadas pelo uso de imagens documentais. O filme chega a incluir em sua história o líder real do Solidariedade, Lech Walesa, que depois se tornou presidente da Polônia. Apesar da trajetória evidente do cineasta, o regime foi pego de surpresa por “O Homem de Ferro”, percebendo apenas o que ele representava após sua première mundial no Festival de Cannes, onde venceu a Palma de Ouro e causou repercussão internacional. Sem saber como lidar com a polêmica, o governo polonês sofreu pressão mundial para o longa ir ao Oscar, rendendo mais uma indicação a Wajda e um confronto político com a União Soviética, que exigiu que o filme fosse banido dos cinemas. Assim, “O Homem de Ferro” só foi exibido em sessões privadas em igrejas em seu país. Considerado “persona non grata” e sem condições de filmar na Polônia, que virara campo de batalha, com o envio de tropas e tanques russos para sufocar o movimento pela democracia despertado pelo Solidariedade, Wajda assumiu seu primeiro longa internacional estrelado por um grande astro europeu, Gerard Depardieu. O tema não podia ser mais provocativo: a revolução burguesa da França. Em “Danton – O Processo da Revolução” (1983), o diretor mostrou como uma revolução bem intencionada podia ser facilmente subvertida, engolindo seus próprios mentores numa onda de terrorismo de estado. A história lhe dava razão, afinal Robespierre mandou Danton para a guilhotina, antes dele próprio ser guilhotinado. E mesmo assim o filme causou comoção, acusado de “contrarrevolucionário” por socialistas e comunistas franceses, que enxergaram seus claros paralelos com a União Soviética. Ficaram falando sozinhos, pois Wajda ganhou o César (o Oscar francês) de Melhor Diretor do ano. Sua militância política acabou arrefecendo no cinema, trocada por romances e dramas de época, como “Um Amor na Alemanha” (1983), “Crônica de Acontecimentos Amorosos” (1986) e “Os Possessos” (1988), adaptação de Dostoevsky que escreveu com a cineasta Agnieszka Holland. Em compensação, acirrou fora das telas. Ele assinou petições em prol de eleições diretas e participou de manifestações políticas, que levaram ao fim do comunismo na Polônia. As primeiras eleições diretas da história do país aconteceram em 1989, e Wajda se candidatou e foi eleito ao Senado. A atuação política fez mal à sua filmografia. Filmando menos e buscando um novo foco, seus longas dos anos 1990 não tiveram a mesma repercussão. Mas não deixavam de ser provocantes, como atesta “Senhorita Ninguém” (1996), sobre uma jovem católica devota, que acaba corrompida quando sua família se muda para a cidade grande, numa situação que evocava a decadência de valores do próprio país após o fim do comunismo. Por outro lado, seus filmes retratando o Holocausto – “As Duzentas Crianças do Dr. Korczak” (1990), sobre um professor que tenta proteger órfãos judeus no gueto de Varsóvia e morre nos campos de concentração, e “Semana Santa” (1995), evocando como a Polônia lidou com a revolta do gueto de Varsóvia em 1943 – receberam pouca atenção. O que o fez se retrair para o mercado doméstico, onde “Pan Tadeusz” (1999), baseado num poema épico polonês do século 19 sobre amor e intriga na nobreza, virou um sucesso. Durante duas décadas, Wajda sumiu dos festivais, onde sempre foi presença constante, conquistando prêmios, críticos e fãs. Mas estava apenas recarregando baterias, para retornar com tudo. Seu filme de 2007, “Katyn” se tornou uma verdadeira catarse nacional, quebrando o silêncio sobre uma tragédia que afetou milhares de famílias na Polônia: o massacre de 1940 na floresta de Katyn, em que cerca de 22 mil oficiais poloneses foram executados pela polícia secreta soviética. Quarta indicação ao Oscar de sua carreira, “Katyn” foi seu filme mais pessoal. Seu pai, um capitão da infantaria, estava entre as vítimas. Durante a divulgação do filme, o cineasta fez vários desabafos, ao constatar que jamais poderia ter feito “Katyn” sem que o comunismo tivesse acabado, uma vez que Moscou se recusava a admitir responsabilidade e o assunto era proibido sob o regime soviético. “Nunca achei que eu viveria para ver a Polônia como um país livre”, Wajda disse em 2007. “Achei que morreria naquele sistema.” Após acertar as contas com a história de seu pai, focou em outro momento importante de sua vida, ao retomar a trama de “Homem de Ferro” numa cinebiografia. Em “Walesa” (2013), mostrou como um operário simples se tornou o líder capaz de derrotar o comunismo na Polônia. Na ocasião, resumiu sua trajetória, dizendo: “Meus filmes poloneses sempre foram a imagem de um destino do qual eu mesmo havia participado”. Ao exibir “Walesa” no Festival de Veneza, Wajda já demonstrava a saúde fragilizada. Mas cinema era sua vida e ele encontrou forças para finalizar uma última obra, que ainda pode lhe render sua quinta indicação ao Oscar, já que foi selecionada para representar a Polônia na premiação da Academia. Seu último filme, “Afterimage” (2016), é a biografia de um artista de vanguarda, Wladyslaw Strzeminski, perseguido pelo regime de Stalin por se recusar a seguir a doutrina comunista. Um tema – a destruição de um indivíduo por um sistema totalitário – que sintetiza o cinema de Wajda, inclusive nos paralelos que permitem refletir o mundo atual, em que a liberdade artística sofre com o crescimento do conservadorismo. Com tantos filmes importantes, Andrzej Wajda ganhou vários prêmios por sua contribuição ao cinema mundial. Seu Oscar honorário, por exemplo, é de 2000, antes de “Katyn”, e o Festival de Veneza foi tão precipitado que precisou lhe homenagear duas vezes, em 1998 com um Leão de Ouro pela carreira e em 2013 com um “prêmio pessoal”. Há poucos dias, em setembro, ele ainda recebeu um prêmio especial do Festival de Cinema da Polônia. O diretor também é um dos homenageados da 40ª edição da Mostra de Cinema de São Paulo, que começa no dia 20 de outubro. A programação inclui uma retrospectiva com 17 longas do grande mestre polonês.

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  • Série

    Ash vs. Evil Dead é renovada para sua 3ª temporada

    10 de outubro de 2016 /

    O canal pago americano Starz renovou a série “Ash vs. Evil Dead” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito uma semana após a estreia da 2ª temporada, vista por 430 mil pessoas ao vivo. A série é uma continuação da trilogia “Evil Dead” original (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ashley J. Williams, mais conhecido como Ash, o caçador de demônios. Além de Campbell, a atração inclui em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (série “Salem”), mulher de Tapert. A estreia da 2ª temporada também incluiu entre esta turma o veterano Lee Majors (“O Homem de Seis Milhões de Dólares”) como o pai de Ash e Ted Raimi, irmão do cineasta Sam Raimi, como um amigo de infância do protagonista. A 3ª temporada voltará a ter 10 episódios, que serão exibidos em 2017, em data a ser anunciada.

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  • Filme

    A Grande Muralha: Matt Damon enfrenta monstros em novo trailer épico legendado

    10 de outubro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou quatro pôsteres chineses de personagens e um novo trailer legendado de “A Grande Muralha”, superprodução épica estrelada por Matt Damon (“Jason Bourne”). Como a produção original é do estúdio Legendary, trata-se inevitavelmente de um filme de monstros, conforme tem sido a maioria de seus lançamentos (de “Godzilla” ao vindouro “Kong: Ilha da Caveira”). E como a Legendary foi adquirida por uma empresa chinesa, a ação se passa na China, tem coadjuvantes chineses e é dirigida por um mestre do cinema chinês, Zhang Yimou (“Flores do Oriente”). A prévia mostra Matt Damon e Pedro Pascal (série “Narcos”) em trajes medievais, descobrindo, ao serem detidos pelo exército chinês, a razão pela qual a Grande Muralha foi erguida na China: para proteger seus habitantes de monstros vorazes, é claro. Apesar da ênfase em efeitos visuais, o vídeo também explora a capacidade de Yimou para evocar a China feudal com uma fotografia deslumbrante, ao estilo de seus épicos de artes marciais “Herói” (2002) e “O Clã das Adagas Voadoras” (2004). Mas numa escala muito mais grandiosa, graças ao maior orçamento de sua carreira – estimado em US$ 150 milhões. O elenco também inclui Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”), Andy Lau (“O Clã das Adagas Voadoras”), Tian Jing (“O Mestre dos Jogos”), Hanyu Zhang (“O Tomar da Montanha do Tigre”) e o cantor Han Lu (da boy band EXO). A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e dois meses após a première na China.

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  • Série

    Tony Almeida vai reaparecer no spin-off da série 24 Horas

    10 de outubro de 2016 /

    A série “24: Legacy”, spin-off de “24 Horas”, contará com a participação de um personagem importante da trama original. A Fox anunciou que o ator Carlos Bernard vai reprisar seu papel de Tony Almeida. O personagem era um grande aliado de Jack Bauer (Kiefer Sutherland) nas primeiras temporadas de “24 Horas”, mas após sofrer um atentado que acabou matando sua mulher na 5ª temporada, voltou como um vilão no sétimo ano (para revolta dos fãs). A última vez que foi visto, Tony cumpria sua pena na prisão. Ele voltará em caráter recorrente em “24: Legacy”. O novo protagonista da atração será Eric Carter, vivido por Corey Hawkins (o Dr. Dre de “Straight Outta Compton”), um soldado americano que vira alvo de terroristas após voltar de uma missão no Oriente Médio. Assim como a série original, a ação vai acontecer em tempo real, com produção da mesma equipe, liderada por Howard Gordon, Manny Coto e Evan Katz. O elenco ainda inclui Miranda Otto (série “Homeland”), Jimmy Smits (série “Sons of Anarchy”), Dan Bucatinsky (série “Scandal”), Anna Diop (série “The Messengers”), Teddy Sears (série “The Flash”), Ashley Thomas (série “Beowulf: Return to the Shieldlands”) e Charlie Hofheimer (série “Mad Men”). A série vai estrear em 5 de fevereiro, após a transmissão do Super Bowl nos Estados Unidos, e terá apenas 13 episódios.

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  • O Contador - The Accountant
    Filme

    O Contador: Ben Affleck vive perigosamente em 40 fotos e comercial legendado

    10 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou 40 fotos e um comercial legendado do suspense “O Contador”, estrelado por Ben Affleck (“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”). A prévia destaca a clientela ameaçadora do personagem-título, enquanto as fotos registram o bom elenco da produção. A história de Bill Dubuque (“O Juiz”), que chegou a figurar na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood, gira em torno de um contador aparentemente pacato, que tem como cliente algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Ciente que está sendo vigiado pela polícia federal (chefiada por J.K. Simmons, de “Whiplash”), ele decide desviar a atenção, aceitando um cliente legítimo: uma empresa de robótica de última geração. O problema é que uma assistente de contabilidade da companhia (Anna Kendrick) descobre uma discrepância envolvendo milhões de dólares. Isto leva o contador a mergulhar nos registros, mas, conforme se aproxima da verdade, a contagem de corpos começa a subir. A direção é de Gavin O’Connor (“Guerreiro”) e o elenco ainda inclui Jon Bernthal (série “Demolidor”), Jeffrey Tambor (série “Transparent”), John Lithgow (“O Amor É Estranho”), Cynthia Addai-Robinson (série “Arrow”) e Alison Wright (série “The Americans”). A estreia está marcada para 20 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Série Stitchers é renovada para a 3ª temporada

    10 de outubro de 2016 /

    O canal pago Freeform renovou “Stitchers” para a 3ª temporada. A notícia foi compartilhada pelos atores da série, Emma Ishta e Kyle Harris, através de um evento ao vivo na página da produção no Facebook (veja abaixo). A série criada por Jeff Schechter (roteirista de “Beethoven 3 – Uma Família em Apuros”) acompanha uma jovem que é recrutado por uma agência secreta do governo para ser “costurada” na mente de pessoas mortas e usar as memórias dos falecidos para investigar assassinatos e decifrar mistérios. O resultado lembra um mistura juvenil de “iZombie” e “Fringe” com baixo orçamento, mas tem fãs. “A base apaixonada de fãs de ‘Stitchers’ foi bastante vocal sobre querer ver mais desta série e nós atendemos. ‘Stitchers’ provou ser uma atração consistente em termos de performance e estamos orgulhosos do fato de que ela celebra as garotas espertas de todos os lugares”, declarou Karey Burke, vice-presidente de programação e desenvolvimento da Freeform, em comunicado. A 3ª temporada terá novamente 10 episódios, mas sua data de estreia ainda não foi anunciada.

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  • Filme

    Valerian: Sci-fi espacial de Luc Besson ganha primeiro pôster e novas fotos

    10 de outubro de 2016 /

    A EuropaCorp divulgou o pôster e mais quatro fotos de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, nova sci-fi do cineasta francês Luc Besson (“Lucy”), que destaca o casal protagonista. A adaptação dos cultuados quadrinhos franceses, criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme acompanha os exploradores espaciais Valérian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Cidades de Papel”) em uma missão no planeta Sirte, para descobrir se seus habitantes representam um risco para a Terra. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), a cantora Rihanna (“Battleship”) e o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”). A produção marca o retorno do cineasta francês Luc Besson à ficção científica espacial, duas décadas após “O Quinto Elemento” (1997). Além de dirigir, o cineasta assina o roteiro do filme, que será o mais caro já produzido por sua empresa, a EuropaCorp, responsável pela franquia “Busca Implacável”. A estreia está marcada para 20 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento na França e nos EUA.  

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  • Salem
    Série

    Salem: Vídeo de bastidores revela os horrores da 3ª temporada

    9 de outubro de 2016 /

    O canal pago WGN America divulgou um vídeo de bastidores que revela os horrores da 3ª temporada de “Salem”. A prévia traz o elenco e os produtores comentando os próprios episódios, quando bruxas, o diabo e até o cantor Marilyn Manson se enfrentam. Criada pelos roteiristas-produtores Adam Simon (“Evocando Espíritos”) e Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”), “Salem” se passa no século 17, na cidade americana que ficou famosa pela execução de mulheres acusadas de bruxaria. Recém-chegado na trama, Manson, que é o intérprete da música de abertura da série, vai interpretar o “barbeiro/cirurgião” da cidade, chamado Thomas Dinley, com especial apreço por técnicas de tratamento com sanguessugas. Seus talentos estarão em alta demanda diante dos eventos anunciados para a temporada, quando a ressurreição de Mary Sibley (Janet Montgomery) lançar uma maldição sobre a cidade e uma vingança sangrenta contra seu próprio filho, possuído pelo diabo, e todos os seus seguidores bruxos. A estreia dos novos episódios está marcada para 3 de novembro nos EUA, apropriadamente na semana do Halloween.

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  • Série

    Outsiders: Trailer da 2ª temporada promete mais confrontos

    9 de outubro de 2016 /

    O WGN America divulgou o primeiro trailer e a data de estreia da 2ª temporada de “Outsiders”, série que bateu o recorde de audiência do canal pago com 2,8 milhões de telespectadores por episódio, em todas as plataformas. “Esta é a nossa montanha, a nossa casa. Nos protege e vamos morrer por isso. Vocês não são bem-vindos aqui. Avisamos para nos deixar em paz, mas vocês não escutaram. Agora, vão pagar o preço”, anuncia a narração de Gillian Alexy (vista antes na série “The Americans”), enquanto as imagens retomam eventos da temporada inaugural, culminando no cliffhanger do confronto entre a polícia e os montanheses da família Farrell. Criada por Peter Mattei (roteirista de “O Amor nos Tempos do Dinheiro”), a série conta a história dos Farrells, um clã selvagem que vive nas montanhas de Apalaches e luta para manter seu estilo de vida, sem deixar ninguém se aproximar de sua família. No elenco, também estão David Morse (“Amaldiçoado”), Thomas M. Wright (série “The Bridge”), Ryan Hurst (série “Sons of Anarchy”), Joe Anderson (série “Hannibal”), Kyle Gallner (“American Sniper”) e Christina Jackson (série “Boardwalk Empire”). “Outsiders” retorna à televisão norte-americana no dia 24 de janeiro.

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  • Série

    Doctor Who encontra super-herói americano no primeiro vídeo do novo especial de Natal

    9 de outubro de 2016 /

    A rede BBC divulgou um vídeo de bastidores e a primeira foto do novo especial de Natal de “Doctor Who”, que destaca o encontro do Doutor (Peter Capaldi) com um super-herói americano, vivido por Justin Chatwin (séries “Orphan Black” e “Shameless”). É ele quem aparece uniformizado na foto divulgada. Segundo a sinopse, o Doutor vai se juntar ao super-herói e a uma jornalista investigativa (papel de Charity Wakefield, de “Wolf Hall”) para salvar Nova York de uma ameaça alienígena mortal. Além deles, o vídeo revela a participação de Matt Lucas, que reprisará o papel de Nardole, visto no episódio natalino do ano passado. Intitulado “The Return of Doctor Mysterio”, o especial foi escrito por Steven Moffat (criador de “Sherlock” e showrunner de “Doctor Who”) e estreia em 25 de dezembro no Reino Unido.

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  • Série

    Class: Spin-off de Doctor Who ganha três trailers que exploram mitologia da série

    9 de outubro de 2016 /

    A rede britânica BBC divulgou três trailers do novo spin-off da série “Doctor Who”, intitulado “Class”. As prévias tem participação do próprio Doutor (Peter Capaldi) e citações à rica mitologia que a originou, com direito à cenas clássicas de “Doctor Who” e lembrança do final trágico de Clara Oswald (Jenna Coleman). “Class” acompanha um grupo de alunos da escola da falecida professora Clara. Acontece que a Coal Hill School tem uma longa tradição em “Doctor Who”, aparecendo desde o primeiríssimo episódio da atração, “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. Após servir de locação para a estreia da série, o colégio londrino só voltou a ser lembrado num episódio de 1988, quando o Doutor viajou no tempo de volta a 1963, para resolver problemas que deixara inacabados em sua primeira aparição na Terra. Foi necessário outro longo hiato para o lugar voltar a ganhar destaque. Isto aconteceu no especial de 50 anos da série, justamente quando Clara Oswald virou a nova companheira de aventuras do Doutor. A chegada de Clara mudou a relação da produção com a escola fictícia e, a partir da 8ª temporada, a maioria dos episódios incluiu cenas relacionadas com o local, destacando seus professores e alunos. “Class”, porém, não deve retomar nenhum dos personagens já conhecidos. Pelos menos, é o que indica o elenco principal, encabeçado por Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”), como uma professora, e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah, escalados como estudantes da Coal Hill School. Criada por Patrick Ness (roteirista da vindoura fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), a série está sendo descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica. “Eu sempre me perguntei se poderia haver uma ‘Buffy’ britânica, e só mesmo o brilhante Patrick Ness para descobrir como fazer isso acontecer”, disse o produtor executivo Steven Moffat (“Doctor Who”) no press release divulgado pela BBC. O novo spin-off vem suprir uma lacuna no universo de “Doctor Who”, que já chegou a ter duas séries derivadas, “Torchwood”, para um público mais velho, e “The Sarah Jane Adventures”, para crianças. A primeira foi cancelada por baixa audiência e a segunda pela morte da atriz principal, Elisabeth Sladen, em 2011. A estreia de “Class” está marcada para 22 de outubro no Reino Unido.

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  • Série

    The Missing: Trailer da 2ª temporada introduz novo caso de desaparecimento

    9 de outubro de 2016 /

    A rede britânica BBC One divulgou o trailer promocional da 2ª temporada de “The Missing”. Originalmente concebida como minissérie, a atração teve tanta repercussão que volta com um novo caso de criança desaparecida. Ou melhor, desta vez se trata do reaparecimento de uma adolescente, anos após ter sumido sem deixar rastros. A menina é agora uma moça traumatizada, que pode ter informações sobre outra jovem sumida. E cabe novamente ao detetive francês Julien Baptiste (Tchéky Karyo) abandonar os planos de sua aposentadoria para mergulhar no antigo caso. A 2ª temporada terá novamente 8 episódios com roteiros dos criadores da atração, os irmãos Harry e Jack Williams, e um elenco formado por David Morrissey (série “The Walking Dead”), Laura Fraser (série “Breaking Bad”), Abigail Hardingham (série “Silent Witness”), Roger Allam (“A Mulher de Preto”), Keeley Hawes (série “Upstairs/Downstairs”), Sura Dohnke (série “Coppers”) e Florian Bartholomäi (série “Deutschland 83”). A estreia acontece no dia 12 de outubro pela BBC One no Reino Unido.

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  • Filme

    Procurando Dory ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

    9 de outubro de 2016 /

    A animação “Procurando Dory” atingiu neste fim de semana a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo, tornando-se a quinta animação a superar a marca na história do cinema. “Procurando Dory” é a segunda produção da Pixar a comemorar o feito. A primeira foi “Toy Story 3” em 2010. O filme também é a terceira maior bilheteria de 2016, atrás apenas de “Capitão América: Gerra Civil” e outra animação de bichos falantes, “Zootopia”. Detalhe: todos os três filmes são lançamentos da Disney. A continuação de “Procurando Nemo” (2003) estreou em junho e continua em cartaz em alguns países. Mas seu principal desempenho aconteceu no mercado doméstico, onde faturou 484,7 milhões. Por conta disso, é a maior bilheteria do ano nos EUA – com bastante folga sobre os US$ 408 milhões de “Capitão América”, o 2º lugar.

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