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  • Filme

    Johnny Depp embarca com grande elenco no remake de Assassinato no Expresso Oriente

    30 de setembro de 2016 /

    Os atores Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Michael Pena (“Homem-Formiga”) e Judi Dench (“O Exótico Hotel Marigold”) embarcaram na nova versão de “Assassinato no Expresso Oriente”. A informação foi revelada pelo site da revista The Hollywood Reporter. O estúdio 20th Century Fox sempre pretendeu reunir um grande elenco na produção, para fazer justiça à obra, que já teve uma primeira adaptação cinematográfica dirigida por Sidney Lumet em 1974. O filme clássico, inclusive, rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive Hercule Poirot, e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Nada menos que impressionante. A nova versão será dirigida e estrelada por Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”), que ainda aparecerá em cena no papel de Poirot. Publicado em 1934, o livro acompanha o detetive desvendar um assassinato cometido durante uma viagem do famoso trem Expresso do Oriente, onde não faltam suspeitos. A nova versão foi escrita por Michael Green (“Lanterna Verde”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para novembro de 2017.

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  • Viola Davis
    Filme

    Viola Davis vai estrelar o novo filme do diretor de 12 Anos de Escravidão

    29 de setembro de 2016 /

    A atriz Viola Davis (“Esquadrão Suicida”) é o primeiro nome confirmado no elenco do thriller “Widows”, novo filme do diretor Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”), informou o site da revista Variety. O longa é uma adaptação da série britânica “As Damas de Ouro” (Widows), criada por Lynda La Plante (série “Prime Suspect”) em 1983. A série contava a história de três viúvas de ladrões e uma comparsa que resolvem seguir os passos dos seus maridos, realizando o assalto que eles não conseguiram fazer e que os matou. A atração teve uma 2ª temporada em 1985 e um remake televisivo em 2002, cujo título nacional foi “As Viúvas”. O roteiro está a cargo da romancista Gillian Flynn, autora de “Garota Exemplar”, que passará a ação para os EUA. O projeto ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos.

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  • Javier Bardem
    Filme

    Javier Bardem vai viver Pablo Escobar no cinema

    29 de setembro de 2016 /

    A vida de Pablo Escobar ainda rende, após seu fim na série “Narcos”. Uma produção espanhola será sua próxima cinebiografia, com Javier Bardem no papel do narcotraficante. Intitulado “Escobar”, o filme vai juntar o ator e sua esposa, a atriz Penélope Cruz, que terá o papel da amante do criminoso, a jornalista Virginia Vallejo. A história vai diferir de “Narcos”, que acompanhou o ponto de vista dos policiais que caçaram Escobar, para mostrar sua intimidade pelo olhar da amante, já que se baseia no livro “Amando a Pablo, Odiando a Escobar”, da apresentadora de TV, que teve um romance de vários anos com o traficante. Roteiro e direção estão a cargo do cineasta espanhol Fernando León de Aranoa, responsável por “Um Dia Perfeito” (2015), lançado em julho no Brasil, e outros trabalhos elogiados como “Amador” (2010), “Princesas (2005) e “Segunda-Feira ao Sol” (2002). As filmagens vão começar em 24 de outubro na Colômbia. Além de “Narcos”, onde foi vivido pelo brasileiro Wagner Moura, Pablo Escobar foi visto recententemente em “Escobar: Paraíso Perdido” (2014), com Benicio del Toro, e figurou às margens de “Conexão Escobar” (2016). Para os próximos anos, também são esperados os longas “American Made”, no qual Tom Cruise encarnará o piloto americano Barry Seal, que trabalhou o cartel de Medellín, e “El Patrón”, com John Leguizamo.

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio alerta o mundo sobre os perigos da mudança climática em trailer de documentário

    29 de setembro de 2016 /

    A National Geographic divulgou o pôster e o trailer do documentário “Before the Flood”, em que Leonardo DiCaprio roda o mundo, fala com autoridades e cientistas, e tenta aumentar a conscientização sobre a importância de discutir a mudança climática que afeta o planeta. Quem acompanha a carreira do ator sabe que ele é um ativista dedicado à causa do meio ambiente. Este nem é seu primeiro envolvimento num documentário sobre o tema. Mas é o que mostra mais fôlego, ao levá-lo ao Ártico para testemunhar in loco o derretimento da calota polar e acompanhar seu testemunho sobre o que viu na ONU, diante de delegações de vários países. Graças a sua popularidade, ele também é capaz de ser recebido pelo Papa Francisco e o Presidente dos EUA Barack Obama para registrar seus depoimentos sobre a questão. Além de ser narrador e condutor do filme, ele também mostra fôlego como entrevistador, e ainda divide a produção com o cineasta Martin Scorsese. A direção, por sua vez, é de Fisher Stevens, documentarista vencedor do Oscar em 2010 por “The Cove”, que já abordava a depredação do meio ambiente. A estreia vai acontecer em 21 de outubro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.  

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  • Os Dez Mandamentos
    Filme

    Os Dez Mandamentos vira sucesso internacional

    29 de setembro de 2016 /

    O sucesso de “Os Dez Mandamentos” atravessou o Atlântico. A adaptação da novela da Record estreou em 1º lugar nos cinemas de Portugal, superando o lançamento de “Sete Homens e um Destino”, estrelado por Denzel Washington e campeão das bilheterias americanas. A estreia aconteceu no dia 22 de setembro e, em seu primeiro fim de semana, o longa brasileiro vendeu mais de 8 mil ingressos. O número representa o dobro das vendas do faroeste americano. Além de Portugal, “Os Dez Mandamentos” está sendo um sucesso de público em Angola, onde já foi visto por mais de 200 mil espectadores. Chile e Moçambique serão os próximos países onde o longa deve estrear. No Brasil, o filme da Record é a maior bilheteria nacional do ano com arrecadação de R$ 116,4 milhões.

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  • Daisy Ridley
    Filme

    Daisy Ridley entra no filme de Peter Rabbit

    29 de setembro de 2016 /

    As atrizes Daisy Ridley, estrela de “Star Wars: O Despertar da Força”, e Elizabeth Debicki, vilã de “Agente da UNCLE” e do vindouro “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, entraram no elenco da versão “live action” de “Peter Rabbit”. A informação é do site da revista Variety. Elas se juntam a Rose Byrne (“Vizinhos”) e James Corden (“Caminhos da Floresta”), anteriormente anunciados. As duas trabalharão como dubladoras de personagens animados, assim como Corden, que dará voz ao próprio Peter Rabbit. Já Byrne viverá uma mulher chamada Bea, que é o apelido da escritora que criou o coelho antropomórfico. Personagem de vários livros da escritora inglesa Beatrix Potter, o coelho que usa roupas surgiu em “O Conto de Peter Rabbit”, publicado em 1902, no qual desobedecia sua mãe para aprontar no jardim do Sr. McGregor, comendo vários cenouras até ser visto e perseguido, acabando doente ao perder um sapato e o casaco na perseguição. A trama do filme será justamente focada na rivalidade entre Peter Rabbit e o Sr. McGregor. O roteiro foi escrito por Rob Lieber e está sendo atualmente revisado por Will Gluck (“Annie”), que também irá dirigir o longa. Será a primeira vez que “Peter Rabbit” ganhará um filme, mas o personagem já teve algumas adaptações para o palco e a televisão. Além de uma série animada britânica dos anos 1990, exibida no Brasil pela TV Cultura, ele pode ser visto atualmente numa série criada por computação gráfica no canal pago Nickelodeon. O filme tem lançamento marcado para março de 2018.

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  • Doctor Strange
    Filme

    Doutor Estranho: Personagens do filme ilustram 12 pôsteres

    29 de setembro de 2016 /

    A Marvel divulgou duas coleções de pôsteres com os personagens de “Doutor Estranho”. Os 12 cartazes trazem duas vezes os mesmos destaques individuais: o herói Doutor Estranho (Benedict Cumbarbatch, de “O Jogo da Imitação”), o interesse romântico Christine Palmer (Rachel McAdams, de “Uma Questão de Tempo”), a mestre Anciã (Tilda Swinton, de “Expresso do Amanhã”), os colegas Mordo (Chiwetel Ejiofor, e “12 Anos de Escravidão”) e Wong (Benedict Wong, da série “Marco Polo”) e o vilão Kaecilius (Mads Mikkelsen, da série “Hannibal”). O filme introduz o primeiro super-herói místico da Marvel, mostrando a transformação de Stephen Strange. Inicialmente um médico arrogante, após sofrer um acidente e perder sua habilidade como cirurgião ele busca a cura no Himalaia, onde é acolhido pela Anciã, uma mestre das artes místicas, e inicia sua jornada de redenção para se tornar o maior mago do universo Marvel. Com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”), Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e Dan Hamon (criador da série “Cummunity”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”), “Doutor Estranho” tem sua estreia marcada para o dia 3 de novembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Crossover das séries de super-heróis da DC será motivado por invasão alienígena

    29 de setembro de 2016 /

    A rede americana CW revelou em comunicado oficial que o crossover de suas quatro séries de super-heróis da DC Comics será precipitado por uma invasão extraterrestre. Os episódios marcarão a chegada da raça alienígena chamada Dominadores, que já rendeu um crossover nos quadrinhos, chamado “Invasão!”, em 1988. A trama de catástrofe sci-fi abrangerá episódios de “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”, no maior crossover de séries diferentes já feito na história da televisão. O evento acontecerá logo no retorno das séries, durante o mês de outubro, abrangendo inclusive o episódio 100 da série do Arqueiro Verde. Os habitantes do planeta Domínio surgiram nos quadrinhos como vilões do século 30, numa história da Legião dos Super-Heróis publicada em 1967, mas foi somente duas décadas depois, durante “Invasão!”, que viraram um perigo considerável no universo da DC. Escrita por Bill Mantlo, em sua estreia na editora (após longa carreira na Marvel), e desenhada por ninguém menos que Todd McFarlane (o criador de “Spawn”), a minissérie que conduziu o crossover mostrou a chegada de várias naves alienígenas à Terra, numa aliança multiplanetária liderada pelos dominadores, motivando uma união sem precedentes de super-heróis para impedir a invasão. Vale lembrar que, durante sua passagem pela San Diego Comic-Con, o produtor Mark Guggenheim afirmou que será a Supergirl quem conectará todas as séries. “Uma ameaça externa irá envolver Supergirl em ‘The Flash’, depois em ‘Arrow’ e depois em ‘Legends of Tomorrow’”, contou o realizador na ocasião. Pois a trama de “Invasão!” era justamente uma resposta à percepção dos dominadores sobre a ameaça que representava a multiplicação de seres superpoderosos na Terra. Outro detalhe interessante. Já foi revelado que o cliffhanger do final da 1ª temporada de “Supergirl” representava a introdução do super-herói Mon-El (ou Valor). Além de se tornar membro da Legião dos Super-Heróis, Mon-El é um daxamita, uma das raças alienígenas que se aliaram aos dominadores em “Invasão!”, mas acabaram mudando de lado ao perceberem que os meta-humanos da Terra não eram seres perversos. Para completar, uma das subtramas da 1ª temporada de “Legends of Tomorrow” aludia a uma invasão de Thanagar à Terra. E, sim, os thanagarianos também participaram da trama de “Invasão!” Claro que se tratam de séries de TV. E fidelidade à trama de “Invasão!” custaria um orçamento maior que o de “Batman vs. Superman”. Portanto, as expectativas devem ajustadas para a realidade do canal CW. Mesmo assim, não deixa de ser uma notícia excitante para os fãs de quadrinhos. A 3ª temporada de “The Flash” estreia já na próxima semana, em 4 de outubro na rede americana CW, seguida, no dia seguinte, pela estreia da 5ª temporada de “Arrow”. Na semana seguinte, chega a 2ª temporada de “Supergirl”, com exibição a partir de 10 de outubro, e o início da 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”, que completa a programação em 13 de outubro. Todas as séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Jack Reacher
    Filme

    Jack Reacher: Tom Cruise ameaça todo mundo em trailer legendado de seu novo filme de ação

    29 de setembro de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou um novo pôster e mais um trailer (legendado e dublado) de “Jack Reacher: Sem Retorno”, continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro”, de 2012. A prévia repete basicamente as mesmas cenas de todo o material divulgado até aqui, mostrando como o personagem de Tom Cruise faz ameaças que é capaz de cumprir. A diferença é que, desta vez, a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”), que vive a protagonista feminina, quase não aparece. Na trama, ela vive a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.

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  • Curumim
    Filme

    Curumim: Documentário sobre brasileiro executado na Indonésia ganha trailer impactante

    29 de setembro de 2016 /

    O documentário “Curumim” teve seu pôster e trailer divulgados. O filme acompanha os últimos dias de Marcos “Curumim” Archer, brasileiro executado na Indonésia por tráfico de drogas. A prévia é intensa, com imagens gravadas clandestinamente no corredor da morte pelo próprio Archer, e com entrevistas, encenação e imagens de arquivo, que recriam a trajetória do amigo dos amigos das festas cariocas, fuzilado na Ásia em janeiro do ano passado. Preso em 2003, Archer foi quem fez contato com o diretor Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) para pedir que ele filmasse sua história, “como um diário do corredor da morte”. Os dois se conheciam desde a juventude. Desde então, foram mais de 80 horas de conversas gravadas por telefone e imagens captadas graças ao contrabando de um celular para a prisão. Tudo feito sem nenhum apoio da embaixada do Brasil na Indonésia, que não ajudou o cineasta nem para falar com Marcos. Exibido sob aplausos na mostra Panorama, do Festival de Berlim, o filme estreia no Brasil em 3 de novembro.

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  • Música

    DC Super Hero Girls e Fifth Harmony se juntam para celebrar o “girl superpower” em vídeos musicais

    29 de setembro de 2016 /

    A nova animação das heroínas de quadrinhos “DC Super Hero Girls” ganhou um clipe, em que cenas da produção são apresentadas ao som de “That’s My Girl”, da girl band Fifth Harmony. A música foi a escolhida para ser a trilha sonora do primeiro longa da animação, que é estrelada por outro grupo feminino, formado por Mulher Maravilha, Batgirl, Supergirl, Arlequina, Katana, Hera Venenosa e Abelha como estudantes de colegial. Esqueça o “girl power” das Spice Girls. A época agora é de “girl superpower” “DC Super Hero Girls” é uma série da internet, criada para promover uma linha de brinquedos, com o objetivo de atrair mais meninas para os produtos derivados dos quadrinhos da DC Comics. Graças ao sucesso, a produção também ganhou, no mês passado, uma animação em longa-metragem para o mercado de home video, intitulada “DC Super Hero Girls: Hero of the Year”. Mas o hit do Fifth Harmony também ganhou um clipe de verdade, uma superprodução em que a banda ambiciona virar Destiny’s Child, dançando entre “ruínas pós-apocalípticas”. A direção é de Hannah Lux Davis (que também dirigiu o dueto de Ariana Grande e Nicki Minaj, “Side To Side”). Confira os dois vídeos abaixo até enjoar da musiquinha.

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  • Etc

    Mulher-Maravilha é bissexual, “lembra” escritor de seus quadrinhos

    29 de setembro de 2016 /

    Com o filme da Mulher-Maravilha prestes a estrear, a heroína está mudando oficialmente seu status sexual nos quadrinhos. Nesta semana, o atual escritor de sua revista em quadrinhos deu a resposta óbvia à pergunta sobre sua sexualidade. Falando ao site Comicosity, Greg Rucka “lembrou” a todos que a heroína cresceu num lugar onde não havia homens, chamado de paraíso. E é justamente neste lugar (a Ilha Paraíso, também conhecida como Themyscira), que se passa a nova publicação da personagem, mostrando suas aventuras em meio a outras amazonas, com direito a muitos abraços apertados, flertes, sugestões pouco sutis e nudez. “A ilha é para supostamente ser o paraíso. Você supostamente deveria ser capaz de um relacionamento satisfatório, romântico e sexual. E as únicas opções ali são mulheres”, explicou Rucka. “Não faz o menor sentido achar que todas seriam heterossexuais. Mas uma amazona não olha para outra amazona e diz ‘você é gay’. Elas não fazem isso. O conceito não existe. Agora, nós estamos dizendo que Diana se apaixonou e teve relações com outras mulheres? A resposta é obviamente sim”. Essa revelação pode não ser tão surpreendente para os leitores dos gibis, já que a mãe de Diana, a Rainha Hippolyta, mantinha uma relação com Philippus. Nos quadrinhos, a Mulher Maravilha também já celebrou um casamento lésbico, numa história recente. Quando Clark Kent se disse surpreso por ela apoiar a união homossexual, a heroína respondeu: “Clark, o meu país é só de mulheres. Lá não há casamentos gays, apenas casamentos”. Apesar de tudo isso, a sexualidade da Mulher-Maravilha nunca havia sido discutida ou revelada com tanta clareza por um dos autores de suas histórias. Mas nunca é demais ressaltar que sua bissexualidade está presente desde os bastidores de sua criação. Afinal, o psicólogo William Moulton Marston, que além de criar a heroína também inventou o teste do polígrafo (mais conhecido como “detector de mentiras”), era adepto do amor livre e morava com a esposa e a amante na mesma casa nos anos 1930. Para comprovar que as duas mulheres se davam muito bem, Elizabeth Marston deu à sua primeira filha o nome de Olive, em homenagem à amante, Olive Byrne, que também teve filhos com Marston, adotados pelo casal “oficial” para manter as aparências. Além disso, Elizabeth foi uma “mulher de carreira”, dedicando-se à vida profissional, o que era considerado uma qualidade exclusivamente masculina no início do século 20, e teve filhos apenas após ter mais uma mulher na casa para ajudar a criá-los.

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  • Série

    Crisis in Six Scenes: Série é considerada pior trabalho da carreira de Woody Allen

    29 de setembro de 2016 /

    A primeira série da carreira de Woody Allen não emplacou entre a crítica. Com apenas 33% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “Crisis in Six Scenes” foi considerada a pior criação da carreira do cineasta. Para se ter ideia, seu filme menos cotado é “Igual a Tudo na Vida” (2003), que tem 40% de aprovação. Abaixo da minissérie do site Amazon, só mesmo seu primeiro roteiro de cinema, “Que é que Há, Gatinha?” (1965), com 31%. Mas ele ainda não tinha virado diretor na época. A encomenda de “Crisis in Six Scenes” marcou uma mudança na política na Amazon. Até então, o serviço de streaming encomendava pilotos de séries para serem avaliadas pelo público de sua plataforma, encomendando apenas os que passassem pelo critério de popularidade. Com a série de Woody Allen, a encomenda foi direta, baseada no prestígio do autor. Mas Allen foi sincero ao dizer que não dominava o meio e que eles estavam cometendo um erro. Ele disse exatamente isso em entrevistas. Só que a maioria considerou ser uma piada de seu conhecido humor autodepreciativo. Pois não era comédia. Era mesmo drama. Allen não só escreveu e dirigiu, mas também estrelou a minissérie de seis capítulos, passada nos anos 1960, que chega ao Amazon nesta sexta (30/9), contracenando com a estrela pop Miley Cyrus e com Elaine May, indicada a dois Oscars. “Todo o esforço parece cansativo, excessivamente familiar e repetitivo. A única coisa que salva nesta comédia nada cômica é sua brevidade: cada um dos seis episódios tem pouco mais de 20 minutos de duração”, avaliou Brian P. Kelly, do Wall Street Journal. “Se você achou que Woody Allen iria revolucionar a televisão com sua nova série na Amazon, prepare-se para ficar frustrado”, sentenciou Ellen Gray, do jornal Philadelphia Inquirer. “‘Crisis in six scenes’ não é tão bom. Ela convence em poucos momentos, basicamente em trechos de fim de episódios que empilham-se mal em meia hora artisticamente ambiciosa”, afirmou Tim Goodman, da revista The Hollywood Reporter. “Há apenas duas boas ideias escondidas pelos cantos desta série, que mais se assemelha a um filme inchado e quebrado”, definiu Ben Travers, do site IndieWire, que deu nota C- ao projeto. “Os diálogos são travados, as performances esquisitas e a maioria das cenas duram mais que deviam”, resumiu Josh Bell, do Las Vegas Weekly. Até o comentário mais positivo, de Robert Bianco no jornal USA Today, veio cheio de ressalvas. “‘Crisis’ não é Allen no seu auge, nem seu trabalho mais sério e contemplativo como artista. ‘Crisis’ é uma comédia ligeira e supérflua, que começa muito devagar (considere isso como aviso) até culminar numa conclusão satisfatoriamente engraçada”, ele descreveu.

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