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    Thor: Vídeo revela onde estava o Deus do Trovão durante a Guerra Civil

    30 de agosto de 2016 /

    A Marvel divulgou um divertido vídeo para explicar a ausência de Thor em “Capitão América: Guerra Civil”. Exibido originalmente na San Diego Comic-Con, ele agora chega oficialmente ao YouTube (sem legendas), revelando o que o Deus do Trovão fez durante a luta dos super-heróis do filme passado. Em tom de documentário, o vídeo revela que Thor, vivido por Chris Hemsworth, ficou morrendo de tédio, levando uma vida pacata na Austrália, enquanto os outros heróis brigavam entre si. Em busca de experiências com “pessoas comuns”, ele divide um pequeno apartamento com um rapaz chamado Darryl Jacobson, com direito a um pequeno berço para colocar Mjolnir, seu machado, para dormir. Mas isso não significa que tenha deixado de pensar nas batalhas, criando um quadro elaborado para reunir todas as informações disponíveis sobre o vilão Thanos, como, por exemplo, que “ele não gosta de ficar em pé”. O vídeo ainda conta com participação de Mark Ruffalo, intérprete de Hulk, que estará no filme “Thor: Ragnarok”. O humor, por sinal, lembra um trabalho anterior do diretor do próximo longa de Thor, Taika Waititi, que também assina essa brincadeira. Trata-se do falso documentário de vampiros “What We Do In the Shadows”, considerado Melhor Filme do Festival de Stieges e da Sessão Midnight Madness do Festival de Toronto em 2014. Por sua vez, “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Cineastas brasileiros acusam “governo ilegítimo” de conspirar contra Aquarius em publicação americana

    30 de agosto de 2016 /

    Kleber Mendonça Filho aumentou o tom e voltou a desancar o governo brasileiro no exterior, chamando-o de “ilegítimo” e, com auxílio de outros cineastas, alimentando uma narrativa de “sutil conspiração” (no dizer de Anna Muylaert) contra seu filme “Aquarius”. Em reportagem da revista americana Variety, linkada no domingo (28/8) pelo Facebook oficial do filme, os cineastas brasileiros insinuaram que o governo está retaliando “Aquarius”, em consequência da manifestação realizada no Festival de Cannes, quando o diretor e seu elenco ergueram cartazes para denunciar que “O Brasil não é mais uma democracia” após sofrer um “golpe de estado”. “Junte os pontos”, Filho disse na reportagem, em referência à classificação etária de 18 anos do filme, devido a um pênis ereto numa cena de sexo grupal, e à inclusão do crítico Marcos Petrucelli, de visão política oposta a sua, na comissão que vai selecionar o candidato brasileiro à disputa de vaga de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2016. “Há muito falatório sobre a possibilidade do filme estar sendo sabotado pelo governo ilegítimo”, ele declarou. Para “juntar os pontos”, Filho voltou a atacar publicamente Petrucelli com calúnias. “Ele disse que fomos à Cannes de férias, pagos pelo governo. Isto é absurdo e louco”, declarou. Na verdade, Petrucelli escreveu no Facebook: “Vergonha é o mínimo que se pode dizer sobre a equipe e o elenco de ‘Aquarius’, filme que está em Cannes esse ano. Ao passar pelo tapete vermelho, os brasileiros protestaram contra o impeachment com cartazes que diziam ‘O Brasil não é mais uma democracia’. Ah não? Qual regime é esse, então, que permitiu ao diretor do filme levar 30 pessoas da equipe para tirar férias na Riviera Francesa? Nem blockbuster de Hollywood comparece a Cannes com tantas pessoas”. A comparação do contraste entre os protestos pela falta de democracia e a existência de liberdade para a equipe do filme ir à Cannes em peso, tratada ironicamente como “férias na Riviera Francesa”, ultrajou Filho, que ignorou a pergunta “Que regime é esse” e transformou o verbo “permitir” (antônimo de proibir, como numa ditadura) em “financiar”, para justificar uma perseguição brutal e infame, que supera os limites da patrulha ideológica. Para montar sua narrativa de vítima de perseguição, Filho alimenta campanha aberta contra a reputação de um crítico de cinema, com direito a uma Carta Aberta à Comissão Brasileira do Oscar, que detalha frases nunca ditas ou escritas por Petrucelli, num ataque pessoal declarado, ecoado por vários outros cineastas e diante do silêncio cúmplice da Abraccine (a suposta Associação dos Críticos de Cinema do Brasil). Recentemente, o nadador olímpico Ryan Lochte perdeu patrocínios por inventar a narrativa de um assalto inexistente, que ele e outros três nadadores teriam sofrido durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, acreditando que a má imagem internacional do país lhe permitiria se safar com impunidade. Vale observar que, embora o crítico não tenha escrito que a viagem para o Festival de Cannes foi paga pelo governo, o filme “Aquarius” recebeu, sim, verba da Ancine para participar do evento, dentro do Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais e de Projetos de Obras Audiovisuais Brasileiras em Laboratórios e Workshops Internacionais, que prevê pagamento de passagens, hospedagem, transportes, alimentação e “despesas afins” para diretor, produtor e ator/atriz. Mas, para Filho, falar isso é um absurdo, uma loucura. Alimentando a polêmica, a produtora Rachel Ellis, de “Boi Neon”, um dos filmes que pediu para ser excluído da disputa do Oscar em solidariedade ao perseguido Filho, enviou um email para a Variety confirmando que a presença na comissão do jornalista, que “expressou suas opiniões de maneira inapropriada”, fez a equipe de seu filme se “sentir extremamente desconfortável sobre participar no processo de seleção, já que [Petrucelli] solapa sua imparcialidade e legitimidade”. Também em email, Anna Muylaert, que igualmente retirou “Mãe Só Há Uma” da disputa, denunciou a existência de uma “sutil conspiração” contra “Aquarius”. “Como eu acredito que ‘Aquarius’ é o candidato certo para o Brasil neste ano, eu decidi não submeter meu filme, para tornar [o de Filho] mais forte”, ela disse, assumindo mais claramente a tentativa de manipulação do resultado da comissão. De fato, parece haver mesmo uma “sutil conspiração”, mas ela não faz parte da denúncia. Seria a própria denúncia. Afinal, o cineasta que mais protesta não pretende retirar seu filme da disputa. Filho acrescentou que irá escrever uma “carta muito democrática” ao Ministro da Justiça, exigindo explicação para a classificação para maiores de 18 anos recebida por “Aquarius”. Ao final, a reportagem da Variety, que não se deu ao trabalho de checar as informações, acabou polarizando seus leitores, a maioria brasileiros. De 16 comentários publicados após a publicação, 9 foram contra a posição de Filho e 7 favoráveis. Um dos comentários chegou a ecoar Petrucelli, falando em “vergonha de ser brasileiro”. Espera-se que, uma hora, o cinema volte a dar orgulho aos brasileiros.

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    Gene Wilder (1933- 2016)

    30 de agosto de 2016 /

    Morreu o ator americano Gene Wilder, um dos comediantes mais populares e influentes da década de 1970, que interpretou Willy Wonka no clássico “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (1971), o personagem-título de “O Jovem Frankenstein” (1974) e inúmeros outros personagens marcantes, numa carreira repleta de sucessos. Ele faleceu na segunda (29/8) devido a complicações decorrentes do Alzheimer, aos 83 anos em Stamford, no Estado de Connecticut. Seu nome verdadeiro era Jerome Silberman. Ele nasceu em 1933, em Wisconsin, e a inspiração para seguir a vida artística veio aos 8 anos de idade, quando o médico de sua mãe, diagnosticada com febre reumática, o chamou num canto e lhe deu a receita para a saúde de sua mãe: “Faça-a rir”. Jerome só foi virar Gene aos 26 anos, pegando emprestado o nome do personagem Eugene Gant, dos romances de Thomas Wolfe, para fazer teatro. Ele participou de várias montagens na Broadway, antes de estrear no cinema como um refém no clássico filme de gângsteres “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967). Mas foi outro filme do mesmo ano, “Primavera para Hitler” (1967), que determinou o rumo da sua carreira. Vivendo um jovem contador, que se associava a um produtor picareta de teatro para montar a pior peça de todos os tempos, Wilder construiu seu tipo cinematográfico definitivo – tímido, compenetrado, mas atrapalhado o suficiente para causar efeito oposto à sua seriedade, fazendo o público rolar de risada. Até a sisuda Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sorriu para ele, com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. “Primavera para Hitler” venceu o Oscar de Melhor Roteiro de 1968 e inaugurou a bem-sucedida parceria do ator com o diretor e roteirista Mel Brooks. Os dois ainda fizeram juntos “Banzé no Oeste” (1974) e “O Jovem Frankenstein” (1974), que figuram entre os filmes mais engraçados da década de 1970. O primeiro era uma sátira de western e o segundo homenageava os filmes de horror da Universal dos anos 1930, inclusive na fotografia em preto e branco. Com “O Jovem Frankenstein”, Wilder também demonstrou um novo talento. Ele foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro pelo filme, que coescreveu com Brooks. Muitas das piadas que marcaram época surgiram de improvisações que ele inclui no filme, em especial seus confrontos com o impagável Mary Feldman, conhecido pelos olhos tortos, no papel de Igor. Seu sucesso com o público infantil, por sua vez, jamais superou sua aparição em “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (1971), como o alegre mas misterioso Willy Wonka, num show de nuances que manteve o público hipnotizado, como um mestre de picadeiro. Mesmo assim, a idolatria das crianças de outrora também vem de seu papel como a Raposa, que roubou a cena de “O Pequeno Príncipe” (1974). Mas Wilder também fez filmes “cabeças”, trabalhando com Woody Allen em “Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo e Tinha Medo de Perguntar” (1972), e com o diretor de teatro Tom O’Horgan (responsável pelas montagens de “Hair” e “Jesus Cristo Superstars”) na adaptação de “Rhinoceros” (1974), de Eugene Ionesco, um clássico do teatro do absurdo. Tantas experiências positivas o inspiraram a passar para trás das câmeras. Ele escreveu e dirigiu “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), sátira ao personagem de Arthur Conan Doyle, em que voltou a se reunir com seus colegas de “O Jovem Frankenstein”, Madeline Kahn e Marty Feldman. O sucesso da empreitada o fez repetir a experiência em “O Maior Amante do Mundo” (1977), em que viveu um rival de Rodolfo Valentino, no auge do Cinema Mudo. Entre um e outro, acabou atuando em outro grande sucesso, “O Expresso de Chicago” (1976), filme do também recém-falecido Arthur Hiller. Com referências aos suspenses de Alfred Hitchock, o filme combinou ação e humor de forma extremamente eficaz, a ponto de inspirar um subgênero, caracterizado ainda por uma parceria incomum. O segredo da fórmula era pura química. A química entre Wilder e seu parceiro em cena, Richard Pryor, responsáveis pelo estouro do primeiro “buddy film” birracial de Hollywood – tendência que logo viraria moda com “48 Horas” (1982), “Máquina Mortífera” (1987), “A Hora do Rush” (1998) e dezenas de similares. Logo depois, ele fez uma parceria ainda mais inusitada, cavalgando com Harrison Ford em “O Rabino e o Pistoleiro” (1979), penúltimo filme da carreira do mestre Robert Aldrich. Wilder ainda voltou a se reunir com Pryor mais três vezes. O reencontro, em “Loucos de Dar Nó” (1980), foi sob direção do célebre ator Sidney Poitier, que logo em seguida voltou a dirigi-lo em “Hanky Panky, Uma Dupla em Apuros” (1982), coestrelado por Gilda Radner. O ator acabou se apaixonando pela colega de cena e os dois se casaram em meio às filmagens de seu filme seguinte, o fenômeno “A Dama de Vermelho” (1984). Foi o terceiro casamento do ator, mas o primeiro com uma colega do meio artístico. Escrito, dirigido e estrelado por Wilder, “A Dama de Vermelho” marcou época e transformou a então desconhecida Kelly LeBrock, intérprete da personagem-título, numa dos maiores sex symbols da década – “A Mulher Nota Mil”, como diria o título de seu trabalho seguinte – , graças a uma recriação ousada da cena do vestido de Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado” (1955). O estouro foi também musical. A trilha sonora, composta por Stevie Wonder, dominou as paradas graças ao hit “I Just Call to Say I Love You”, que, por sinal, venceu o Oscar de Melhor Canção. Bem-sucedido e respeitado como um artista completo, Wilder voltou a se multiplicar na frente e atrás das câmeras com “Lua de Mel Assombrada” (1986). O título também era uma referência à seu recente casamento com Radner, a atriz principal da trama. O tom da produção lembrava suas antigas comédias com Mel Brooks, mas as filmagens acabaram marcadas por uma notícia triste: Gilda Radner descobriu que tinha câncer. Durante o tratamento, o casal chegou a comemorar a remissão da doença. Aliviado, Wilder filmou uma de suas comédias mais engraçadas, “Cegos, Surdos e Loucos” (1989), seu terceiro encontro com Pryor, novamente dirigido por Hiller, em que os dois vivem testemunhas de um crime. O problema é que o personagem de Wilder é mudo e o de Pryor é cego. Radner morreu uma semana após a estreia e Wilder nunca recuperou seu bom-humor. Fez seu filme de menor graça, “As Coisas Engraçadas do Amor” (1990), dirigido por Leonard Nimoy (o eterno Sr. Spock), e em seguida encerrou a carreira cinematográfica, compartilhando sua despedida com o amigo Richard Pryor, em “Um Sem Juízo, Outro Sem Razão” (1991), no qual viveu um louco confundido com milionário. Ele se casou novamente em 1991, mas manteve viva a memória da esposa ao ajudar a fundar um centro de diagnóstico de câncer em Los Angeles com o nome de Gilda Radner. Profissionalmente, ainda tentou emplacar uma série na TV, “Something Wilder”, que durou só 15 episódios entre 1994 e 1995, e seguiu fazendo pequenos trabalhos esporádicos na televisão. Por conta de uma de suas últimas aparições na telinha, na 5ª temporada de “Will & Grace”, exibida em 2003, ele venceu o Emmy de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia. Dois anos depois, ninguém o convidou a participar do remake de “A Fantástica Fabrica de Chocolate” (2005), dirigido por Tim Burton e com Johnny Depp em seu famoso papel. Ele resumiu sua opinião sobre o filme dizendo: “É um insulto”. Tampouco foi lembrado pelos responsáveis por “Os Produtores” (2005), versão musical de “Primavera para Hitler”. Hollywood o esqueceu completamente. Um dos maiores talentos humorísticos que o cinema já exibiu. “Um dos verdadeiros grandes talentos dos nossos tempos. Ele abençoou cada filme que fizemos com sua mágica e me abençoou com sua amizade”, definiu Mel Brooks em sua conta no Twitter.

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  • Filme

    Carla Camurati entra na comissão que definirá o candidato brasileiro ao Oscar 2017

    29 de agosto de 2016 /

    Um dos maiores ícones da retomada do cinema nacional, a diretora e atriz Carla Camurati vai ocupar a vaga de Ingra Lyberato na comissão que selecionará o candidato brasileiro para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2017. Convidada a integrar a comissão pelo próprio Ministro da Cultura Marcelo Calero e pelo secretário de Audiovisual Alfredo Bertini, Carla surpreendeu-se com o questionamento de sua “classe” (na definição de Lyberato) sobre a imparcialidade dos integrantes, afirmando que o convite não foi acompanhado de qualquer orientação política – como, por sinal, já tinha sido dito por Lyberato. “Eu estou do lado do cinema brasileiro, e estarei sempre. Minha preocupação é com a nossa cultura de forma geral”, disse a cineasta, cujo filme “Carlota Joaquina” é apontado como divisor da cinematografia nacional. Seu sucesso de bilheteria, numa fase em que o cinema nacional andava desacreditado, marcou o início do renascimento do mercado para as produções brasileiras, a ponto de servir como referência. É o marco zero da retomada. Camurati vê com bons olhos a produção brasileira. “Temos uma variedade muito interessante tanto em termos de conteúdo como de liguagem. A comissão vai ter um bom momento para fazer sua escolha”, avaliou. Na sexta-feira (26/8), Lyberato anunciou pelas redes sociais que deixaria o comitê de seleção após ter “começado a sofrer”. Ela se referiu à “retirada de alguns filmes preciosos”, que não seriam submetidos à comissão por decisão de seus cineastas, em protesto político, e também à pressões extremas da “classe”. Esta foi a segunda substituição na comissão, que já havia perdido o cineasta Guilherme Fiúza Zenha na quinta-feira (25/8). Segundo sua alegação, “por questões pessoais”. Ele foi substituído pelo cineasta Bruno Barreto, que já chegou disputar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “O Que é Isso, Companheiro?”, em 1998. Com as mudanças, a comissão ficou ainda mais forte e representativa, ainda que o espírito de confronto tenha prejudicado a escolha. Três cineastas retiraram seus filmes da disputa pela vaga ao Oscar 2017 em protesto político contra a própria comissão, devido à sua “imparcialidade questionável”, como se expressou Gabriel Mascaro, que retirou “Boi Neon” da disputa. Em comunicado, a equipe de “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, resumiu: “Não reconhecemos a legitimidade da comissão constituída pela SaV (Secretaria do Audiovisual) para escolher o representante brasileiro na disputa do Oscar 2017”. Além deles, Anna Muylaert também retirou “Mãe Só Há Uma” da apreciação da comissão. Na ocasião, ela deu a entender, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que se tratava de uma tática para forçar a escolha de “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. “Achamos que este é o ano de ‘Aquarius’. É o filme certo”, disse. Outros diretores alinhados com o mesmo discurso não chegaram tão longe, mas assumiram participar de uma conspiração. O objetivo seria, segundo consta num texto publicado no Facebook pelo cineasta Roberto Berliner, tentar forçar a “retirada” de um membro da comissão, que desagrada a “classe” por sua postura mais crítica. Lyberato chegou a dar nome à vítima, em seu desabafo, antes de pedir para sair. “Estamos sendo extremamente pressionado por todas as notícias a ponto de ter gente pedindo para sair. Qual é o objetivo? Forçar o Petrucelli a sair? Forçar todos a sair?”, ela escreveu. O alvo era o crítico Marcos Petrucelli. Desde que seu nome foi incluído na comissão, o cineasta Kleber Mendonça Filho abriu uma frente de ataque à sua participação. Petrucelli não poderia participar da comissão, na visão dos diretores citados, por ter criticado a photo-op da equipe de “Aquarius” em Cannes, quando Filho e seus atores ergueram cartazes para denunciar, em inglês e francês, que “o Brasil não é mais uma democracia” após sofrer um “golpe de estado”. Ele não seria isento, portanto, para escolher o filme que representará o país no Oscar. Além disso, a inclusão do crítico na comissão reforçaria a tese de vitimação de Filho, que estaria sofrendo perseguição pelo protesto no país do caviar. Outro exemplo disso seria a censura de 18 anos que seu filme recebeu do Ministério da Justiça, por mostrar um pênis ereto numa cena de orgia. O diretor escreveu em seu Facebook: “Alguém no governo fortalecendo o marketing desse filme. Incrível”. Apesar de todo o jogo de cena, Filho tirou o corpo fora do protesto, vendo seus colegas-rivais saírem da disputa, sem retirar “Aquarius” da comissão. “Tenho interesse em ver o processo se completar dentro das regras democráticas”, ele afirmou ao jornal Folha de S. Paulo. Seu interesse não deixa de ser um bom exemplo e uma bela lição.

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  • Música

    Beyoncé é a grande vencedora do MTV Video Music Awards 2016

    29 de agosto de 2016 /

    A cantora Beyoncé foi a grande vencedora da premiação Video Music Awards 2016, da MTV. Ao todo, foram oito prêmios conquistados, inclusive o de Clipe do Ano, por “Formation” (veja e saiba mais sobre o clipe aqui). Além disso, Beyoncé foi a grande figura do evento, com uma apresentação “surpresa” (anunciada apenas três horas antes da transmissão) de um medley de canções de “Lemonade”, o seu álbum mais recente. Realizada na madrugada de domingo (28/8), no Madison Square Garden, em Nova York, a cerimônia deixou em evidência a força do pop feminino, premiando até Rihanna na categoria de Melhor Clipe Masculino, uma ironia, tendo em vista que ela canta sozinha no clipe “This Is What You Came For”, de Calvin Harris. Rihanna também se apresentou durante a premiação, mostrando ser uma rival à altura da poderosa Beyoncé pela coroa da música pop atual. O evento também reforçou o predomínio da música negra no pop atual, dominando praticamente todas as categorias, incluindo Artista Novo, vencido pela banda DNCE, de Joe Jonas, de pegada R&B branquela, e, pasmem, até Melhor Clipe de Rock, conquistado pela banda Twenty One Pilots, que inclui rap no vocal. A música “Heathens”, por sinal, faz parte da trilha do filme “Esquadrão Suicida” (veja o clipe aqui). Apenas mais dois artistas de rock foram premiados. A banda Coldplay levou o troféu de Melhores Efeitos Visuais, por “Up&Up”, e o saudoso mestre David Bowie o prêmio de Melhor Direção de Arte por “Blackstar”. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do VMAs 2017 Clipe do Ano Beyoncé, “Formation” Melhor Clipe Feminino Beyoncé, “Hold Up” Melhor Clipe Masculino Calvin Harris com Rihanna, “This Is What You Came For” Melhor Artista Novo DNCE Melhor Vídeo em Longa-Metragem Beyoncé, “Lemonade” Melhor Vídeo Pop Beyoncé, “Formation” Melhor Vídeo de Rock Twenty One Pilots, “Heathens” Melhor Vídeo de Hip-Hop Drake, “Hotline Bling” Melhor Colaboração Fifth Harmony con Ty Dolla $ign, “Work from Home” Melhor Canção do Verão Fifth Harmony, “All in My Head (Flex)” Melhor Direção Beyoncé, “Formation” (Melina Matsoukas) Melhor Fotografia Beyoncé, “Formation” (Malik Sayeed) Melhor Edição Beyoncé, “Formation” (Jeff Selis) Melhor Direção de Arte David Bowie, “Blackstar” Melhor Coreografia Beyoncé, “Formation” (Chris Grant, Jaquel Knight, Dana Foglia) Melhores Efeitos Visuais Coldplay, “Up&Up” (Vania Heymann, Gloria FX)

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  • Série

    Jane the Virgin: Eva Longoria vai dirigir episódio da 3ª temporada

    29 de agosto de 2016 /

    A atriz Eva Longoria, até hoje lembrada pela personagem Gabi em “Desperate Housewives”, vai participar da 3ª temporada de “Jane the Virgin”. Mas a participação se dará atrás das câmeras. Ela vai dirigir o terceiro episódio da nova temporada. A notícia foi revelada em duas partes. Primeiro, pelo ator Jaime Camil (intérprete de Rogelio), que postou em seu Instagram uma foto que revela o nome da nova hóspede do Hotel Marbella. E depois pela própria Langoria, que postou no Twitter a capa do roteiro do episódio, que revela seu nome como diretora. Confira abaixo. A gravação, por sinal, já está acontecendo, como demonstra outra foto, desta vez um selfie do elenco, em que Longoria aparece em meio aos atores da série. Esta será a terceira vez que Eva Longoria dirige o episódio de uma série. Ela debutou na função em “Devious Maids” e bisou em “Telenovela”, duas atrações que ela própria produz. “Jane the Virgin” será sua estreia numa produção de terceiros. A 3ª temporada de “Jane the Virgin” começa em 17 de outubro na rede americana CW. Guess who is checking into the Marbella Hotel this Season? #JaneTheVirgin Uma foto publicada por Jaime Camil (@jaimecamil) em Ago 24, 2016 às 3:18 PDT Ohhhhh can't wait! Jane The Virgin get ready! pic.twitter.com/qI2iAW6cim — Eva Longoria Baston (@EvaLongoria) August 25, 2016 This is gonna be fun. Welcome to #janethevirgin @evalongoria ❤️ #badassdirector Uma foto publicada por Justin Baldoni (@justinbaldoni) em Ago 26, 2016 às 6:47 PDT

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  • Série

    Criadora de The Vampire Diaries desenvolve série distópica sobre golpe de estado

    29 de agosto de 2016 /

    A produtora Julie Plec já está planejando seu próximo projeto, diante do fim iminente de “The Vampire Diaries”, que ela criou em parceria com Kevin Williamson. Reforçando sua ligação profissional com a rede CW, Plec está desenvolvendo o piloto de uma nova série para o canal. Intitulado “Rise”, o projeto se passa após um ataque terrorista, com a declaração da lei marcial nos EUA. Mas um grupo de pessoas comuns logo descobre que o ataque foi apenas um pretexto para um golpe de estado – real e não de retórica política – , deixando os militares no comando do país. Segundo informações apuradas pelo site Deadline, “estes heróis inesperados batem de frente com o novo e tirânico regime governamental, plantando a semente da esperança que culminará na Segunda Revolução Americana”. O projeto é uma criação de Chad Fiveash e James Stoteraux, roteiristas-produtores de “The Vampire Diaries”, e será produzido pela My So-Called Company, empresa de Plec, em parceria com a Warner TV. Por enquanto, o projeto ainda está em fase de roteiro. A próxima etapa é conseguir o aval financeiro do canal para produzir seu piloto. E só se o piloto for aprovado “Rise” virará série.

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  • Série

    Após demissão de Thomas Gibson, Criminal Minds ganhará novos personagens

    29 de agosto de 2016 /

    Como não podia deixar de ser, a demissão de Thomas Gibson terá impacto na narrativa de “Criminal Minds”, a começar pela inclusão de novos personagens. Segundo informações do TV Line, a produção adicionará dois personagens regulares em sua 12ª temporada. Um deles será o sucessor de Aaron Hotchner (papel de Gibson) como líder do time, mas o segundo está sendo mantido em segredo. Vale lembrar que a série já tinha anunciado algumas mudanças para este novo ciclo, incluindo a promoção de Aisha Tyler para o elenco regular, a entrada de Adam Rodriguez (série “CSI: Miami”) no papel de Alvez e a reaparição de Paget Brewster como Emily Prentiss em alguns episódios. Além disso, Shemar Moore também se despediu da série na temporada passada e não voltará nos novos capítulos. Thomas Gibson foi demitido de “Criminal Minds” após chutar um roteirista, durante a gravação de um episódio. Como o ator já tinha exibido esse tipo de comportamento antes, sendo inclusive forçado a fazer terapia de controle de raiva, os produtores optaram por dispensar seus serviços. O ator era um dos membros originais de “Criminal Minds”, interpretando o personagem Aaron Hotchner desde a estreia da série em 2005. Ainda não foi revelado como os roteiristas explicarão a ausência de seu personagem na trama. “Criminal Minds” retorna à televisão americana no dia 28 de setembro.

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  • Série

    Once Upon a Time: Capitão Gancho vai encontrar o Capitão Nemo na 6ª temporada

    29 de agosto de 2016 /

    O ator Faran Tahir (série “Warehouse 13”) vai viver o Capitão Nemo na 6ª temporada de “Once Upon a Time”. Segundo informações da produção, o personagem da clássica sci-fi “20,000 Léguas Submarinas”, de Julio Verne, aparecerá comandando o seu submarino Nautilus e numa trama que irá coloca-lo no caminho do Capitão Gancho. Em comunicado, os criadores da série Adam Horowitz e Edward Kitsis comentaram a chegada do novo personagem: “Estamos empolgados em apresentar a nossa versão deste clássico personagem, Capitão Nemo, de um dos nossos filmes favoritos da Disney. Estamos ansiosos para mostrar como sua mitologia se mistura com a do nosso próprio Hook. Ao menos, que seja para ver o Jolly Roger (navio do Capitão Gancho) bater de frente contra um submarino”. Embora não seja um personagem de animação de fábula encantada da Disney, como a maioria dos personagens da série, “20,000 Léguas Submarinas” realmente foi adaptado pelo estúdio, numa aventura clássica de 1954, com James Mason no papel de Nemo. Vale observar, porém, que a ideia de descrever Nemo como um árabe vem do escritor Alan Moore, nos quadrinhos da “Liga Extraordinária”. A 6ª temporada da série estreia em 25 de setembro nos EUA.

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  • Filme

    Vincent D’Onofrio será irmão de Bruce Willis no remake de Desejo de Matar

    29 de agosto de 2016 /

    Os atores Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”) e Dean Norris (série “Breaking Bad”) se juntaram a Bruce Willis no remake de “Desejo de Matar”, o clássico filme de vigilante estrelado por Charles Bronson em 1974. Willis tem o papel que originalmente foi de Bronson, Paul Kersey, cuja vida é destruída por um crime violento contra sua mulher e filha. Frustrado que os criminosos não são presos, ele decide fazer justiça por conta própria. D’Onofrio irá interpretar seu irmão na trama e Norris viverá o detetive Rains, responsável pelo caso. A direção está a cargo de Eli Roth (“Bata Antes de Entrar”). O filme começa a ser filmado em 26 de setembro, com locações em Montreal e Chicago, e ainda não há previsão para o lançamento.

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  • Série

    Robert Knepper entra na 6ª temporada de Homeland

    29 de agosto de 2016 /

    O ator Robert Knepper entrou no elenco da 6ª temporada de “Homeland”, como um general do Departamento de Defesa, responsável pelo abastecimento de informações do setor para a nova presidente dos EUA. A nova temporada da série vai se passar após a vitória da primeira mulher nas eleições presidenciais americanas, num timing que reflete a disputa eleitoral real dos EUA, cujas pesquisas de opinião apontam vitória de Hilary Clinton. Na trama, Elizabeth Keane era senadora de Nova York antes de vencer as eleições e virar Presidente dos EUA. A intérprete da personagem é Elizabeth Marvel, que curiosamente já tentou virar presidente antes, na série “House of Cards”. A 6ª temporada de “Homeland” tem sua estreia programada para janeiro, no canal pago Showtime. A série já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, “Homeland” é exibida pelo canal pago FX.

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    Survivor’s Remorse é renovada para a 4ª temporada

    29 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano Starz anunciou a renovação de “Survivor’s Remorse” para a 4ª temporada. O anúncio reflete o aumento considerável de audiência resultante da mudança do horário de sua exibição. Depois de passar para as noites de domingo, a estreia da 3ª temporada teve 159% mais público que o começo do ano anterior. Em média, 3ª temporada mantém uma sintonia 2,9 milhões de telespectadores em diversas plataformas, alta de 20% para o Starz. “Estou incrivelmente orgulhoso do time e do que construímos. O show cresceu muito este ano, atraindo novos fãs e atingindo novos níveis de popularidade. Gostaria de agradecer todos os fãs que fizeram da série um sucesso e o time da Starz por todo o apoio”, declarou o jogador de basquete e produtor da série LeBron James, em comunicado à imprensa. Criada por Mike O’Malley (roteirista da série “Shameless”), a série é centrada no mundo do basquete profissional e explora o que acontece depois que um atleta se torna uma estrela do esporte. Na 3ª temporada, fama e fortuna não evitam que o protagonista sofra com tragédias, o que faz com que ligações familiares sejam testadas. O elenco é formado por Jessie Usher (série “Level Up”), Ashton Leigh (telefilme “American Horror House”), Anna Colwell (série “The Game”), Malana Lea (“Invasão a Casa Branca”) e Ansley Gordon (série “Bro-ing Pains”). Ainda não há previsão para a estreia da 4ª temporada.

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    Aquarius vence Festival de Cinema Mundial de Amsterdam

    28 de agosto de 2016 /

    O filme “Aquarius” venceu o prêmio de Melhor Filme do festival holandês World Cinema Amsterdam. A premiação foi anunciada neste domingo (28/8) e também registrou a vitória de “The Salesman”, do diretor iraniano Asghar Farhadi como Melhor Filme na premiação do público. “Grande felicidade para toda a equipe do filme e estamos ainda mais felizes com a estreia nacional se aproximando, dia 1 de setembro”, manifestou-se a equipe do longa na página oficial do Facebook do longa, dirigido por Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”). Estrelado por Sonia Braga, o filme também foi exibido no Brasil no fim de semana, abrindo a 44ª edição do Festival de Cinema de Gramado, onde foi elogiado pelo Ministro da Cultura Marcelo Calero. Anteriormente, “Aquarius” tinha sido premiado nos Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Sydney, na Austrália. “Aquarius” conta a história de uma jornalista aposentada que mora em um edifício à beira-mar no Recife, cujo nome dá título ao filme. Na trama, ela tenta resistir à especulação imobiliária que quer erguer um arranha-céu moderno no lugar onde mora. O longa teve sua première mundial no Festival de Cannes, onde o diretor e a equipe chamaram atenção por realizar um protesto, erguendo cartazes em inglês e francês, que afirmavam que “O Brasil não é mais uma democracia” por conta de um “golpe de estado”. Um jornalista que lamentou o ato acabou sofrendo patrulhamento ideológico. A situação acirrou quando ele foi convidado a integrar a comissão que escolherá o filme que representará o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2017, levando à desistência de três filmes concorrentes e dois membros da comissão – um deles, alegando pressão extrema da classe. Na semana passada, o filme recebeu do Ministério da Justiça classificação indicativa para maiores de 18 anos, devido a “sexo explícito” e “drogas”, e o diretor insinuou no Facebook que estava sendo perseguido. “Alguém no governo fortalecendo o marketing desse filme. Incrível”, escreveu Filho

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