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    Antonio Banderas viverá Gianni Versace no cinema

    20 de julho de 2016 /

    O ator espanhol Antonio Banderas (“A Pele que Habito”) vai estrelar cinebiografia do estilista Gianni Versace (1945-1997), fundador da grife Versace, segundo o jornal britânico The Guardian. As filmagens começam em dezembro em Milão, capital da moda, além de Reggio Calábria, cidade italiana onde Versace nasceu, e Miami, onde ele foi assassinado, em frente a sua casa, com dois tiros disparados por um serial killer. Os motivos que levaram ao homicídio nunca foram esclarecidos. A direção ficará por conta de Bille August, que já trabalhou com Banderas em “A Casa dos Espíritos” (1993). Mas a produção não conta com o apoio da família Versace, que já declarou se tratar de uma obra não autorizada, que não poderá sequer para usar a marca Versace. Gianne Versace ficou famoso nos anos 1980, quando impactou a alta costura com uma linha de roupas sexy e colorida. Hoje, a grife é comandada por sua irmã, Donatella, e segue sendo um grife prestigiosa e um sucesso de vendas. Em agosto do ano passado, Banderas se matriculou na escola de moda Central Saint Martins, em Londres, para estudar moda masculina.

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    Shannen Doherty documenta sua luta contra o câncer no Instagram

    20 de julho de 2016 /

    Lutando contra o câncer, a atriz Shannen Doherty, estrela da série dos anos 1990 “Barrados no Baile”, documentou em seu Instagram uma etapa dura de seu tratamento. Nas seis fotos em preto e branco, ela aparece triste e resignada, raspando a cabeça para enfrentar a queda de cabelos ocasionada pelo tratamento, confortada pela mãe e uma amiga, a modelo Anne Kortright-Shilstat. Postadas na terça (19/7), as fotos renderam forte apoio de seus seguidores na rede social. Além de acompanhar o processo, Kortright-Shilstat usou a rede social para apoiar a amiga. “Eu não poderia estar mais orgulhosa de você hoje. Sua força e sua coragem são tão inspiradoras e eu sou muito sortuda de tê-la em minha vida. Obrigado por confiar em mim para ajudá-la em um passo tão grande hoje. Eu estarei sempre aqui por você, não importa o que aconteça. #fuckcancer”, ela escreveu.

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    Anna Muylaert está trabalhando em documentário sobre Impeachment de Dilma

    20 de julho de 2016 /

    A cineasta Anna Muylaert revelou que está trabalhando no roteiro de um documentário sobre o período de afastamento da presidente Dilma Rousseff, cujo mandato sofre um processo de impeachment. A direção é de Lô Politi (“Jonas”), Cesar Charlone (“Cidade de Deus”) é o diretor de fotografia e, segundo o jornal Folha de S. Paulo, a equipe está acompanhando Dilma há 20 dias. “A gente não está filmando o processo de impeachment, mas esse período de afastamento, em que o mandato está em suspenso. Ele será rodado até a decisão final”, disse ao jornal O Globo a diretora dos dramas “Que Horas Ela Volta?” e “Mãe Só Há Uma”, que estreia nesta quinta-feira (21/7). Durante o período da produção, a equipe viajou para Teresina e conversou com assessores e pessoas próximas a Dilma. Mas apesar de Muylaert ter participado ativamente de atos pró-Dilma e contra o “golpe”, ela disse que ainda é cedo para falar sobre o que será o filme. “A gente ainda está descobrindo o que é o filme”. A cada dia que passa, o país também tem descoberto melhor o que foi Dilma.

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    Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, vai abrir o Festival de Gramado

    20 de julho de 2016 /

    O filme “Aquarius”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, fará sua estreia nacional na abertura da 44ª edição do Festival de Gramado. O tradicional festival de cinema também vai homenagear a carreira de sua atriz, Sonia Braga, além de Tony Ramos. A ocasião deve suscitar lembranças do Festival de Cannes, onde a première mundial do filme permitiu ao diretor e seu elenco uma photo op de protesto contra o “golpe”. Em “Aquarius”, Sonia Braga vive uma crítica de música aposentada que vive sozinha em um edifício antigo de frente para a praia de Boa Viagem, no Recife. Alvo constante da especulação imobiliária, ela se recusa a vender seu apartamento, sofrendo pressões da construtora e dos próprios vizinhos. O drama de Kleber Mendonça Filho foi reverenciado pela crítica internacional após ser exibido em Cannes e já venceu alguns prêmios internacionais. Além do filme de abertura do evento, que acontece entre 26 de agosto a 3 de setembro na Serra Gaúcha, também foram divulgados os seis longas brasileiros e os sete estrangeiros que concorrerão aos prêmios do festival. Ao contrário do ano passado, quando metade da mostra competitiva já tinha sido exibida no Festival do Rio, desta vez a programação só terá premières nacionais. A lista dos filmes brasileiros inclui duas produções cariocas e quatro paulistas, entre elas os novos longas do veterano Domingos Oliveira (“Infância”), cineasta de presença constante em Gramado, Marcos Dutra, que ficou conhecido pelo terror psicológico “Trabalhar Cansa” (2011), e Matheus Souza (“Apenas o Fim”), especialista em filmes com adolescentes. Mas vem da lista de estreantes a obra mais esperada: a cinebiografia “Elis”, sobre a cantora Elis Regina, com direção de Hugo Prata e roteiro do premiado Luiz Bolognesi (“Uma História de Amor e Fúria”). O perfil da seleção, por sinal, é mais comercial que o visto nos anos anteriores, com comédias e até filmes de ação, além de elenco conhecido da televisão. A bela Sophie Charlotte, inclusive, poderá ser vista em dois longas, “Barata Ribeiro, 716”, de Domingos Oliveira, e “Tamo Junto”, de Matheus Souza. Confira, abaixo, a lista dos longas selecionados para o festival. Seleção competitiva do Festival de Gramado 2016 LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS – “Barata Ribeiro, 716” (RJ), de Domingos Oliveira – “El Mate” (SP), de Bruno Kott – “Elis” (SP), de Hugo Prata – “O Roubo da Taça” (SP), de Caito Ortiz – “O Silêncio do Céu” (SP), de Marco Dutra – “Tamo Junto” (RJ), de Matheus Souza LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS – “Campaña Antiargentina” (Argentina), de Ale Parysow – “Carga Sellada” (Bolívia/México/Venezuela/França), de Julia Vargas – “Espejuelos Oscuros” (Cuba), de Jessica Rodriguez – “Esteros” (Argentina/Brasil), de Papu Curotto – “Guaraní” (Paraguai/Argentina), de Luis Zorraquín – “Sin Norte” (Chile), de Fernando Lavanderos – “Las Toninas Van al Este” (Uruguai/Argentina), de Gonzalo Delgado e Verónica Perrotta

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    Garry Marshall (1934 – 2016)

    20 de julho de 2016 /

    Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.

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    Boato coloca Constantine, Batwoman e Oráculo nas séries de super-heróis da DC Comics

    20 de julho de 2016 /

    O site Bleeding Cool, que tem média de 50% de acertos em seus “furos” (quem lembra a notícia sobre a demissão do elenco do “Quarteto Fantástico”?), deu início a um coleção de rumores sobre as séries de quadrinhos da DC Comics no canal CW. Segundo o site, o produtor Greg Berlanti está insistindo em incluir Batwoman, Oráculo e Constantine nos próximos episódios das séries “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”. Vale lembrar que a CW está estabelecendo um universo compartilhado entre os programas da Dc. Recentemente, os atores Wentworth Miller (Capitão Frio) e John Barrowman (Merlyn) fecharam novos contratos possibilitando que apareçam em qualquer uma das séries desse universo. Segundo o Bleeding Cool, o ator John Wesley Shipp também recebeu a mesma oferta, para retornar como regular em todas as séries no papel de Jay Garrick. A participação de Constantine foi alimentada pela disponibilização no serviço de streaming do CW da série completa do personagem, que foi exibida pela rede NBC até fevereiro de 2015. Além disso, após o cancelamento da série, John Constantine fez sua última aparição num episódio da mais recente temporada de “Arrow”, que acabou tendo 10% mais audiência que a média habitual da atração. Já Batwoman e Oráculo tem ligação direta com o universo de Batman, o que pode gerar maior dificuldade, uma vez que a Fox exibe a série “Gotham”, baseada nestes quadrinhos, com destaque para o pai de Barbara Gordon, a Oráculo. Mesmo assim, as duas personagens já possuem ligações com as atrações do CW. Batwoman é a namorada de Maggie Sawyer, policial que será introduzida na 2ª temporada de “Supergirl”. E Oráculo, apesar de ser originalmente a Batgirl, é a líder do grupo de super-heroínas femininas Aves de Rapina, formado por personagens da série “Arrow”, como Canário Negro, Caçadora e Katana. Os fãs da DC Comics, porém, sabem que Berlanti não respeita os biótipos estabelecidos em meio século de quadrinhos e já imaginam versões televisivas bem diferentes da imagem clássica das heroínas. Afinal, Batwoman e Oráculo são ruivas nas publicações e os personagens ruivos que ele trouxe dos quadrinhos, Jimmy Olsen e Wally West, viraram negros na televisão.

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    Star Trek: Chekov não terá novo intérprete após a morte de Anton Yelchin

    19 de julho de 2016 /

    O produtor J.J. Abrams revelou que o personagem Chevok não deverá aparecer nos próximos filmes de “Star Trek”. Interpretado pelo ator Anton Yelchin, que morreu num acidente em junho, o navegador da Enterprise não será vivido por outro ator em novas produções. “Não há como substituí-lo. Não teremos outro ator no papel. Não consigo nem imaginar isso, e acho que Anton merece algo melhor”, disse Abrams, durante a divulgação de “Star Trek: Sem Fronteiros”, último filme em que Yelchin deu vida ao personagem. Abrams disse que já está pensando como justificar a ausência do personagem, mas que ainda não tomou nenhuma decisão: “Eu já pensei e estamos trabalhando nisso, mas ainda é muito cedo para falar nesse assunto”, completou o produtor. O produtor também se disse triste pela morte de Leonard Nimoy, que faleceu quando “Star Trek: Sem Fronteiras” estava em fase de pré-produção. “Sabíamos que iríamos para esse filme com o coração partido pelo Leonard. Mas não tínhamos ideia dos eventos devastadores que aconteceriam depois”, completou Yelchin era jovem, mas já tinha uma carreira respeitável. Mesmo morto aos 27 anos, já tinha mais de 60 produções no currículo, sem nunca ter se envolvido em polêmicas em sua vida pessoal.

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    Esquadrão Suicida: Novo trailer destaca o Pistoleiro, vivido por Will Smith

    19 de julho de 2016 /

    Depois do vídeo centrado em Amanda Waller, a Warner Bros. divulgou uma nova prévia de “Esquadrão Suicida”, que destaca o Pistoleiro (Will Smith, de “Golpe Duplo”). O filme acompanha um grupo de supervilões alistados pelo governo para uma missão suicida, em troca da redução de suas sentenças. Os vilões incluem, Arlequina (Margot Robbie, de “Golpe Duplo”), Coringa (Jared Leto, de “Clube de Compra Dallas”), Rick Flagg (Joel Kinnaman, de “RoboCop”), Capitão Bumerangue (Jai Courteney, de “Divergente”), El Diablo (Jay Hernandez, de “O Albergue”), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje, de “Pompeia”), Katana (a estreante Karen Fukuhara), Amarra (Adam Beach, de “A Conquista da Honra”), Magia (Cara Delenvigne, de “Cidades de Papel”) e Amanda Waller (Viola Davis, da série “How to Get Away with Murder”), a responsável por juntar essa turma barra-pesada. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), o filme estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    xXx: Primeiro trailer legendado do filme de ação junta Neymar e Vin Diesel

    19 de julho de 2016 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer e o título nacional da volta da franquia “Triplo X”. Intitulado “xXx: Reativado”, o filme reúne o personagem Xander Cage, que Vin Diesel viveu em 2002, com uma nova geração de agentes, escolhidos entre atletas radicais do mundo inteiro, entre eles o jogador de futebol Neymar, que aparece rapidamente na prévia, mostrando suas habilidades naturais em sua estreia no cinema. Além de Diesel, o filme também traz de volta Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), que vive pela terceira vez o agente Augustus Eugene Gibbons, e um elenco internacional, formado pela búlgara Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), as australianas Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”) e Toni Collette (“Uma Longa Queda”), o chinês Donnie Yen (“O Grande Mestre”), o tailandês Tony Jaa (“Velozes & Furiosos 7”), a indiana Deepika Padukone (“Piku”), o lutador inglês de MMA Michael Bisping (“Anomalia: Corrida Contra a Vida”) e a colombiana Ariadna Gutiérrez-Arévalo (atual Miss Colômbia). O filme tem roteiro de Chad St. John (“Invasão à Londres”) e F. Scott Frazier (“Códigos de Defesa”), e estreia em 19 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. h

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    Autor de The Walking Dead desenvolve série similar a Game of Thrones

    19 de julho de 2016 /

    O autor dos quadrinhos de “The Walking Dead” vai adentrar um universo similar ao de “Game of Thrones”. Robert Kirkman está adaptando para a TV a saga literária “The Chronicles of Amber”, clássico de fantasia escrito por Roger Zelazny. A saga tem 10 volumes, publicados entre 1970 e 1991, além de inúmeros contos e um spin-off, e é considerado um marco do gênero fantástico, comparável à trilogia de J.R.R. Tolkien, “O Senhor dos Anéis”. O próprio George R.R. Martin, criador do universo de “Game of Thrones”, costuma citar a obra de Zelazny com admiração. No complexo universo das Crônicas de Amber existem dois mundos verdadeiros, chamados Amber (ou Ambar) e The Courts of Chaos Caos (as cortes do caos), e entre eles existem as “sombras” – realidades paralelas criadas pela tensão entre os dois mundos superiores. No primeiro livro, Corwin, o personagem principal, acorda na Terra (uma das sombras) após um acidente de carro, sem nenhuma memória de quem é, mas logo descobre que ele é um príncipe de Amber com habilidade de viajar sem consequências entre todas as realidades, e que sua família está em guerra pelo trono do reino místico. A série ainda está em busca de um showrunner, mas a produção será compartilhada por Kirkman e Dave Alpert (produtor de “The Walking Dead”), que assinam um comunicado conjunto sobre o projeto. “Crônicas de Amber é uma das minhas séries literárias favoritas de todos os tempos, e uma das minhas principais inspirações para trabalhar no cinema e na televisão”, declarou Alpert. “Produzir esse projeto é a realização de um sonho da minha vida.” Por enquanto, ainda não há uma emissora atrelada ao projeto, mas o contrato de Kirkman com a AMC dá ao canal de “The Walking Dead” a prioridade sobre a série.

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    Roman Polanski e Olivier Assayas farão filme juntos

    19 de julho de 2016 /

    Dois dos cineastas mais reverenciados da França, Roman Polanski (“O Escritor Fantasma”) e Olivier Assayas (“Acima das Nuvens”) vão juntar forças pela primeira vez, na adaptação do premiado romance “Baseado em Fatos Reais”, de Delphine de Vigan. O filme terá roteiro de Assayas e direção de Polanski. “Baseado em Fatos Reais” acompanha uma escritora bem-sucedida chamada Delphine, como a própria autora. Após publicar o que a crítica considera sua obra-prima, ela se vê paralisada diante da obrigação de criar uma nova história e tem a vida complicada por seu envolvimento com uma ghost writer, que explora sua amizade para tentar influenciar seu processo criativo. Lançado no Brasil pela Intrínseca, o livro venceu diversos prêmios literários no ano passado. Atualmente, Polanski está rodando um filme sobre o caso Dreyfus, escândalo político do final do século 19, que levou um capitão judeu a ser acusado de vender informações secretas da França para o governo alemão. Apesar das inconsistências das provas, ele foi condenado à prisão perpétua, mas a situação revoltou os intelectuais da época, inclusive o brasileiro Rui Barbosa. Já Assayas recebeu o prêmio de Melhor Diretor do Festival de Cannes por seu filme mais recente, “Personal Shopper”, história de fantasmas com Kristen Stewart, que estreia em dezembro na França.

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    Star Trek: Dono da Amazon interpreta alienígena no novo filme da franquia

    19 de julho de 2016 /

    O empresário Jeff Bezos, fundador e dono da Amazon, maior site de comércio do mercado internacional, fará sua estreia como ator no filme “Star Trek: Sem Fronteiras”. Ele aceitou participar da produção como figurante, interpretando um oficial alienígena da Frota Estelar, debaixo de muita maquiagem. “Ele tem uma grande comitiva ao redor dele, mas isso não importou, porque ele realmente investiu na atuação”, elogiou o diretor do filme, Justin Lin, em entrevista à agência Associated Press. “Ele teve que esperar o dia todo porque era um dia complicado no set, mas todos os créditos vão para ele – ele acertou em cheio”. A participação de Bezos foi mantida em segredo até para os atores centrais da franquia espacial. “Eu não sabia quem ele era, mas era óbvio que era alguém importante”, comentou Chris Pine, que interpreta o Capitão Kirk no filme. “Estávamos lá em um momento e de repente seguranças e limousines apareceram. Foi intenso” Para Bezos, a participação foi a realização de um sonho de infância. O executivo já declarou várias vezes seu amor pelo universo criado por Gene Roddenberry em 1966.

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    Aplicativo Tinder vai virar comédia romântica

    19 de julho de 2016 /

    O aplicativo Tinder, criado para promover encontros amorosos entre seus usuários, será tema de uma comédia romântica da Warner Bros. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio contratou a dupla de roteiristas Keith Merryman e David A. Newman (“Pense Como Eles” e “Amizade Colorida”) para desenvolver a história. Chamado “Worst Tinder Date Ever” (pior namoro Tinder de todos os tempos), o filme será ambientado em Los Angeles e reunirá um grupo de pessoas que marcam uma série de encontros desastrosos pelo Tinder até começarem a se apaixonar. Sem diretor e elenco definidos, o filme ainda não possui data de lançamento nos cinemas.

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