Legion: Série derivada dos X-Men é confirmada e ganha primeira foto
O canal pago americano FX aprovou a produção e divulgou a primeira foto (acima) da série “Legion”, derivada do universo dos “X-Men”. A imagem destaca o protagonista David Haller, interpretado por Dan Stevens (série “Downton Abbey”). O personagem é atormentado por vozes e visões que, após anos sendo tratadas como esquizofrenia, revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, Haller é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. “Legion” será a primeira série da Marvel produzida pelo estúdio Fox, com desenvolvimento de Noah Hawley, o criador de “Fargo”, que escreveu o piloto aprovado e irá produzir a adaptação dos quadrinhos. Além de Stevens, a atração contará com Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Jean Smart (série “Fargo”) e Rachel Keller (também de “Fargo”). Aubrey viverá Lenny, uma amiga de David que abusa do álcool e das drogas, mas tem total confiança de que, mais cedo ou mais tarde, sua vida irá mudar. A veterana Jean Smart interpretará Melanie, uma terapeuta ao mesmo tempo carinhosa e exigente, além de muito sagaz e original. E Keller viverá uma mutante chamada Syd, descrita como uma mistura de Vampire e Spyke (ou “Porco-Espinho”). O presidente de programação do FX, Nick Grad, rasgou elogios para a produção no comunicado que anunciou a encomenda da série. “Assim como ele fez ao reimaginar ‘Fargo’, Noah está trazendo toda uma nova estética e sensibilidade para o enormemente popular mundo dos ‘X-Men'”, ele comentou. “O episódio piloto é impressionante, impulsionado por performances incríveis de Dan Stevens, Aubrey Plaza, Jean Smart, Rachel Keller e o resto do elenco. Nós nos juntamos aos nossos parceiros de produção da Marvel, felicitando a equipe criativa pelo que eles conseguiram e estamos tão animados quanto os fãs para a estreia da 1ª temporada”, concluiu. O filho esquizofrênico do Professor X foi criado por Chris Claremont (responsável pelos quadrinhos originais de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) em 1985, na revista dos Novos Mutantes. Mas suas histórias só foram aprofundadas na revista “X-Men Legacy”, publicadas entre 2012 e 2014 nos EUA. “Legion” ainda não tem previsão de estreia.
Criadora de Orange Is the New Black fará série sobre luta livre de mulheres
O serviço de streaming Netflix aprovou a produção de uma nova série de Jenji Kohan, a criadora de “Orange Is The New Black”. Intitulada “G.L.O.W.”, a atração é inspirada na história real do programa homônimo de luta livre feminina, que foi exibido no final dos anos 1980. O programa mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre). No Brasil, foi exibido no SBT com o nome de “Luta Livre de Mulheres”. A série vai acompanhar uma dessas atrizes que entre numa equipe de luta do programa. A produção teve dez episódios encomendados, mas ainda não definiu elenco nem tem previsão de estreia.
Atriz de Arrow revela que Warner mandou tirar o Esquadrão Suicida da série
A atriz Willa Holland, que interpreta a personagem Thea Queen em “Arrow”, contou porque os personagens do Esquadrão Suicida foram eliminados bruscamente da série. Foi ordem da Warner Bros., ela revelou durante a Comic-Con de Londres. Sem esconder sua frustração, ela explicou que os produtores tinham planos para a personagem Arlequina (cuja voz chegou a ser ouvida na 2ª temporada), mas, devido à produção do filme “Esquadrão Suicida”, o estúdio proibiu que ela fosse usada no programa. Pior que isso, a Warner exigiu que os integrantes do Esquadrão já existentes na série fossem cortados, o que fez com que muitas tramas fossem precocemente abortadas e personagens importantes morressem, numa intervenção direta nos rumos criativos da atração. “Quando a DC informou que iriam ter seu próprio filme, nós tivemos que cortar todos os personagens. Foi irritante no começo, mas só piorou depois, quando Stephen (Amell) descobriu que teria um filme da Liga da Justiça. Ele achou, com razão, que seria o Arqueiro Verde na produção, assim como Grant (Gustin) seria o Flash. Essa parecia ser a consequência natural”, disse a atriz. Mas, como sabemos, não foi o que ocorreu. A DC resolveu separar o universo cinematográfico das séries televisivas, depois de ter obrigado o corte de personagens em “Arrow”. “E nós não podemos brigar com eles sobre isso, porque eles são as mesmas pessoas que nos deram esse trabalho. Temos apenas que abaixar a cabeça e aceitar”, conformou-se Holland. Mesmo assim, ela diz que a Warner e a DC deveriam aprender com a Marvel: “A Marvel faz, à sua própria estranha maneira, a mistura entre ‘Agents of SHIELD’, os filmes e demais coisas. Então, é um pouco perturbador, porque você sabe que é possível e pode ser feito, e que seria muito bom se fosse feito”. Por outro lado, enquanto os filmes da DC vem enfrentando críticas negativas, as séries vem colhendo elogios e não param de se multiplicar. A rede americana CW, que exibe “Arrow”, já anunciou que pretende explorar esse universo televisivo compartilhado com o maior crossover já feito, incluindo todas as suas séries dos heróis da DC Comics – que ainda somam “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl” – na próxima temporada.


