Janet Jackson lança novo clipe, igual aos que fazia há 27 anos
A cantora Janet Jackson lançou o clipe de “Dammn Baby”, terceiro single do seu novo álbum “Unbreakable”. No vídeo, a irmã de Michael Jackson dá seu recado, dizendo-se “original”. E o resultado é tudo menos isso, repetindo-se com uma coreografia cheia de passinhos sincronizados com dançarinos de fundo, em gravação preto e branco – “Rhythm Nation” e “Miss You Much” (ambos de 1989) revisitados. Seu revival da estética da MTV, quando vídeos com dancinhas já valiam um Astronauta Prateado, serve como antítese contrastante de outra época, a do “disco visual” de Beyoncé. O diretor Dave Meyers, por sinal, já ganhou um Astronauta da MTV por “Work It”, de Missy Elliott, em 2003. E desde então virou o cineasta responsável pelo remake do terror “A Morte Pede Carona” (2007), que ninguém viu. Outro sinal dos tempos: a música “Dammn Baby” foi composta pela veterana dupla Jimmy Jam e Terry Lewis, com quem Janet já trabalhava há 27 anos. E os velhos hitmakers continuam adorando clichês de R&B dançante, com batida e sample repetitivos de hip-hop, datados há pelo menos uma década. “Unbreakable” marca a volta da cantora depois de oito anos sem lançar álbuns. Prestes a completar 50 anos, Janet anunciou que seus planos para o resto do ano incluem “começar uma família”. A cantora estaria grávida, segundo boatos mais ou menos confirmados por ela própria. A turnê do disco ficou para 2017.
Power Rangers: Foto revela o novo visual dos heróis para o cinema
A revista Entertainment Weekly, que já havia divulgado a primeira foto oficial do elenco do novo filme dos “Power Rangers”, revelou a primeira imagem dos novos uniformes que os personagens usarão no filme. Os atores reunidos são Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, Naomi Scott (“Perdido em Marte”), Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Ludi Lin (série “Marco Polo”) como a Ranger Rosa e RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul. No filme, eles enfrentarão uma nova versão da vilã clássica Rita Repulsa, vivida por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”). A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Águas Rasas: Blake Lively enfrenta tubarão em trailer legendado
A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer completo legendado do suspense “Águas Rasas” (The Sallows), estrelado por Blake Lively (“A Incrível História de Adaline”). A prévia é, na verdade, completa demais, entregando algumas reviravoltas da trama, que traz a surfista vivida por Lively tentando sobreviver a um ataque de tubarão, isolada num pequeno recife, enquanto a maré sobe inexoravelmente. Escrito por Anthony Jaswinski (“Mistério da Rua 7”) e dirigido por Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”), “Águas Rasas” ainda conta em seu elenco com Óscar Jaenada (“Cantinflas: A Magia da Comédia”) e a estreante Sedona Legge. A estreia está marcada para 11 de agosto no Brasil.
Jodie Foster ganha estrela na Calçada da Fama
A atriz e cineasta Jodie Foster (“Um Novo Despertar”) finalmente ganhou sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles, após dois Oscars e quatro décadas de filmes no currículo. A cerimônia foi realizada na tarde quarta-feira (4/5), e contou com depoimento da também atriz e aspirante a diretora Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”). Foster destacou em seu discurso de agradecimento que cresceu a dez quadras da Hollywood Boulevard e que, quando era menina, passava pela Calçada da Fama para ir à escola. “A cerimônia de entrega de uma estrela é algo que sempre pensei e sonhei”, ela revelou, afirmando que a ocasião era especial por acontecer na véspera da estreia de seu novo trabalho como diretora, o thriller “Jogo do Dinheiro” com os atores George Clooney e Julia Roberts, que terá sua première mundial na próxima quinta (12/5), no Festival de Cannes. Foster agradeceu aos fãs que foram vê-la “completando uma fantasia secreta”, apesar do dia nublado em Los Angeles. E dedicou a estrela a sua mãe e todas as mulheres que a ajudaram em sua carreira, citando a amiga presente. “Tenho que dizer que se alguma vez ficasse trancada em um quarto de 2,5 por 4,5 metros com alguém, estaria realmente contente que fosse Kristen Stewart”, ela disse, lembrando o filme “Quarto do Pânico” (2002) no qual trabalharam juntas. Em seu depoimento, Stewart, por sua vez, afirmou que Foster foi sua “primeira amiga adulta” quando ela, uma menina de apenas dez anos, contracenou com a companheira em “O Quarto do Pânico”. Para Stewart, Foster é um exemplo de atriz feminina que, apesar de ter trabalhado desde muito jovem e ganhado vários prêmios, sempre se manteve uma pessoa “normal e genial”. Duas vezes vencedora do Oscar por “Os Acusados” (1988) e “O Silêncio dos Inocentes” (1991), Jodie Foster nasceu em Los Angeles em 1962 e teve seu primeiro papel de relevância em “Alice Não Mora Mais Aqui” (1974), do diretor Martin Scorsese, mesmo cineasta que a escalou como prostituta aos 13 anos, em “Taxi Driver” (1976), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar. Como diretora, ela comandou quatro filmes: “Mentes que Brilham” (1991), “Feriados em Família” (1995), “Um Novo Despertar” (2011) e “Jogo do Dinheiro”, cuja estreia no Brasil está marcada para 26 de maio.
Maravilhoso Boccaccio questiona a moral com uma beleza ímpar
Giovanni Boccaccio (1313-1375) e seu “Decamerão”, com 100 histórias escritas entre 1348 e 1353, marcam uma ruptura com a moral medieval e introduzem um realismo humanista, em que a sexualidade e a perversidade ocupam papel de relevo. Atraente e polêmico material, marco da literatura, um dos responsáveis pela fixação do idioma italiano, foi objeto da atenção dos melhores cineastas da Itália. Em 1962, o filme “Boccaccio 70”, com quatro episódios, reuniu Federico Fellini, Luchino Visconti, Vittorio De Sica e Mario Monicelli numa comédia antológica. Em 1971, foi a vez de Pier Paolo Pasolini filmar “Decameron”, com absoluto destaque para o erotismo. Outro grande trabalho cinematográfico. Agora é a vez dos irmãos Taviani, dupla brilhante de cineastas, contarem histórias livremente inspiradas no “Decamerão” de Boccaccio. A primeira coisa a apontar sobre esse filme dos irmãos Taviani é que ele é de uma beleza ímpar. Filmado na Toscana e Lazio, em lugares encantadores e envolvendo antiquíssimos castelos de até mil anos de idade, nos leva diretamente à cena medieval. A variação das cores e tonalidades se alterna para melhor expressar as diferentes situações contadas pelos narradores. Um elenco jovem, de belas moças e rapazes, contribui para a estética da obra, de maneira relevante. Assim, podemos dizer que “Maravilhoso Boccaccio” é em tudo e por tudo um filme sedutor. As histórias escolhidas e o tom com que são mostradas enfatizam o amor em seus múltiplos ângulos: do grotesco ao dramático e ao erótico, como antídoto para a morte, às vezes cruel e opressor, às vezes ingênuo e equivocado. A criação artística, a literatura, mostra os caminhos da imaginação, absolutamente essencial e necessária para enfrentar o mal, a tragédia, no caso, aqui, a peste negra, que devastava as cidades da Toscana na época em que Boccaccio escreveu. Um grupo de homens e mulheres jovens se refugia numa vila remota, nas colinas que cercam Florença, para escapar da peste e viver em comunidade com absoluta simplicidade, contando histórias uns para os outros. A imaginação é a seiva da vida desses jovens, em especial das mulheres, que tomam a dianteira da ação, a começar por decidir deixar a cidade, talvez numa proposta de vida imoral. Mas o que é a moral, diante da grandeza do amor e da própria sobrevivência?
O que Eu Fiz para Merecer Isso? mostra a graça do cinema de Patrice Leconte
“O que Eu Fiz para Merecer Isso?” questiona, já em seu cartaz original, o egoismo do personagem de Christian Clavier (o Astérix de “Astérix e Obélix contra César”). Mas é muito fácil se colocar nos sapatos de Michel, o personagem, principalmente se você gosta muito de alguma forma de arte e valoriza o que pessoas mais pragmáticas consideram ter pouca importância. Michel é um sujeito de meia-idade, fã de jazz, e que por acaso encontrou em uma loja um disco raro de um artista de quem gosta muito. Tudo que ele mais deseja naquele instante é um momento de tranquilidade para poder escutar com calma e com prazer aquela preciosidade. Mas, no meio caminho para a satisfação pessoal, encontra um cliente chato, e a lista de pessoas que o interrompem começa a aumentar em proporção geométrica, assim que ele adentra o prédio onde mora. A própria mulher, vivida pela ainda bela Carole Bouquet (quem não lembra dela em “Esse Obscuro Objeto do Desejo”, de Luis Buñuel?), traz um assunto delicado à tona. Que ele, claro, quer adiar em pelo menos uma hora. A direção de “O que Eu Fiz para Merecer Isso?” é de Patrice Leconte, conhecido realizador que já chegou a ser considerado um dos expoentes do novo cinema francês, graças a filmes como “Um Homem Meio Esquisito” (1989) e “O Marido da Cabeleireira” (1990). Não que ele tenha deixado de fazer filmes, mas suas obras não têm chegado com frequência em nosso circuito. Só por isso, a distribuidora merece parabéns por trazer esta deliciosa comédia. E é curioso como há várias subtramas que também enriquecem o filme, embora a questão básica seja a principal, quase como numa obra de Buñuel, abordando a incapacidade ou a impotência de um homem frente a uma situação – lembrando novamente de “Esse Obscuro Objeto do Desejo” (1977), mas também de “O Anjo Exterminador” (1962). Nas tais subtramas, temos a questão da infidelidade do casal central e uma somatória de personagens secundários que se agigantam mesmo em papéis pequenos, como a almodovariana Rossy de Palma (“Abraços Partidos”), no papel da empregada da casa, os bombeiros que trabalham na reforma de um quarto do apartamento, o vizinho chato que quer saber mais da vida do protagonista e o filho (Sébastien Castro, de “Beijei uma Garota”) com quem ele não consegue ter uma sintonia. É uma comédia leve, inconsequente, baseada numa peça (de Florian Zeller), mas feita com esmero, e que se torna mais e mais interessante à medida em que sua trama evolui, e também à medida em que pensamos nela. Afinal, seu mote é a confirmação sartriana de que o inferno são os outros. Curiosamente, Leconte vem fazendo comédias como essas há bastante tempo – desde os anos 1970, na verdade. No entanto, o que acabou chegando ao nosso circuito foram seus dramas, com um ar mais característico de filmes de arte.
Estreias incluem comédia do Dia das Mães com Julia Roberts
Com “Capitão América: Guerra Civil” monopolizando as salas de cinema do país, as distribuidoras disputam as poucas telas remanescentes com filmes de menor potencial comercial. O lançamento mais amplo vai chegar em pouco mais de 200 salas. Trata-se de “Heróis da Galáxia – Ratchet e Clank”, animação made in Hong Kong que adapta personagens de videogame e que fracassou nos EUA, onde estreou na semana passada em 7º lugar, com apenas 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A segunda maior estreia é “O Maior Amor do Mundo”, que leva a 143 salas a terceira comédia romântica consecutiva do diretor Garry Marshall (“Noite de Ano Novo”) sobre uma data comemorativa – os títulos originais são bem claros, embora os tradutores brasileiros tentem disfarçar o truque. Desta vez, Marshall comemora o Dia das Mães, que cai neste fim de semana. O elenco é uma armadilha para espectadores da Sessão da Tarde, com Julia Roberts, Jennifer Aniston e Kate Hudson, mas o longa não passa de outro refugo das bilheterias americanas – implodiu em 4º lugar e com ridículos 8% de aprovação nos EUA na semana passada. Completa a programação dos shoppings o dispensável remake do terror “Martyrs”, em 118 salas. O filme de 2008, do francês Pascal Laugier, é considerado um dos exemplares mais radicais do subgênero “torture porn”. Já a versão americana (com Troian Bellissario, da série “Pretty Little Liars”) é basicamente uma refilmagem quadro a quadro, que mesmo assim dilui a violência impactante da obra original. Eviscerado pela crítica americana, o filme tem míseros 7% de aprovação no Rotten Tomatoes. Em circuito intermediário, o drama nacional “Prova de Coragem”, de Roberto Gervitz (“Feliz Ano Velho”), chega a 60 salas com Mariana Ximenes (“Zoom”) e Armando Babaioff (“Sangue Azul”). O filme gira em torno da crise de um casal egoísta, que não muda seus planos mesmo diante de uma gravidez de risco. Foi exibido no Festival de Brasília, de onde saiu sem nenhum prêmio. Há dois outros lançamentos brasileiros no circuito limitado. Mais amplo, o documentário “O Começo da Vida”, de Estela Renner (“Muito Além do Peso”), é uma coprodução internacional, que faz uma reflexão sobre a importância da infância, em 22 salas. Por sua vez, “Ralé”, de Helena Ignez (“Luz nas Trevas: A Volta do Bandido da Luz Vermelha”), ocupa três salas em São Paulo, uma em Salvador e outra no Rio. O drama se passa nos bastidores de uma filmagem e foi apresentado no Festival do Rio. A lista ainda inclui estreias sul-americanas, por coincidência com duas tramas sobre choque cultural. A comédia “O Décimo Homem”, do veterano cineasta argentino Daniel Burman (“Abraço Partido”), leva a 20 salas a história de um economista que, após levar uma vida bem-sucedida em Nova York, surpreende-se ao reencontrar sua família tradicional. E o drama “Os Inimigos da Dor”, do estreante uruguaio Arauco Hernández Holz (cinematógrafo de “Gigante”), narra a jornada de uma alemão que, ao chegar ao Uruguai, perde sua mala e fica sem rumo. Coprodução brasileira, o filme tem o menor alcance da semana, com exibição em apenas uma sala de São Paulo. A estreia na direção da atriz Natalie Portman (“Thor”), “De Amor e Trevas”, também entra em cartaz, mas sem divulgar o número de salas. De forma a surpreender quem relaciona a atriz a Hollywood, trata-se de um drama israelense, falado em hebraico e baseado nas memórias do escritor Amos Oz, que cresceu com uma mãe suicida (vivida pela própria Portman) e sob a sombra do conflito com a Palestina, durante os anos de formação do Estado de Israel. Completamente invisível, sem salas identificadas, mas com distribuição confirmada pela distribuidora, ainda há uma preciosidade perdida. “Maravilhoso Bocccaccio” é um encanto visual, dirigido pelos irmãos Taviani, que adapta cinco histórias do “Decamerão”, de Giovanni Boccaccio, um dos maiores clássicos da literatura erótica medieval. Embora as tramas pareçam pudicas quando comparadas às adaptações de Pasolini, suas imagens impressionam pela capacidade de evocar pinturas renascentistas. A cenografia e o figurino concorreram ao David di Donatello (o Oscar italiano). Por fim, “A Assassina”, do mestre chinês Hou Hsiao-Hsien (“A Viagem do Balão Vermelho”), reserva a cinco salas, exclusivamente em São Paulo e no Rio, o melhor filme da programação. Repleto de ação, artes marciais e uma fotografia deslumbrante, o longa acompanha uma assassina profissional da dinastia Tang (618-907 a.C.), que se apaixona por seu alvo. A beleza da obra fez de “A Assassina” o filme mais premiado da Ásia em 2015, vencedor de inúmeros troféus, inclusive o de Melhor Direção no Festival de Cannes do ano passado.
Louis Garrel viverá Jean Luc-Godard no novo filme do diretor de O Artista
O ator Louis Garrel (“Dois Amigos”) vai viver o cineasta Jean Luc-Godard no filme “Le Redoutable”, dirigido por Michel Hazanavicius. O projeto está sendo anunciado como uma homenagem ao gênio do movimento nouvelle vague pelo chefe de vendas do estúdio Wild Bunch, Vincent Maraval. “Não é exatamente uma comédia, mas será alegre e carinhoso em grande estilo”, ele descreveu para o site Screen Daily. O filme também marcará a volta de Hazanavicius ao tema dos bastidores cinematográficos, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Direção em 2012 por “O Artista”, e irá focar o romance de Godard com a atriz alemã Anne Wiazemsky, iniciado durante as filmagens de “A Chinesa”, em 1967. Ela tinha apenas 19 anos na época, mas os dois se casaram e ficaram juntos por mais de uma década. A trama é baseada no livro autobiográfico “Un An Après”, de Wiazemsky. A jovem atriz será vivida por Stacy Martin, revelação de “Ninfomaníaca” (2013). “Le Redoutable” ainda não tem data de lançamento definido.
Arnold Schwarzenneger vai estrelar sua primeira comédia em mais de uma década
O ator Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) vai voltar a fazer comédias, mais de uma década depois de seu último filme do gênero, “O Garoto & Eu” (2005). Segundo o site da revista Variety, ele vai estrelar “Why We’re Killing Gunther”. Shwarzenegger vai viver o papel do tal Gunther do título, que é o maior assassino de aluguel do mundo. Com direção e roteiro de Taran Killam (ator do programa “Saturday Night Live”), o filme vai mostrar como a arrogância do personagem leva criminosos do mundo inteiro se unirem para atacá-lo, apenas para ver cada tentativa fracassar, porque Gunther está sempre um passo à frente dos rivais. O elenco ainda contará com o próprio Killam, além de Paul Brittain (série “Trophy Wife”), Kumail Nanjiani (série “Silicon Valley”), Randall Park (série “Fresh Off the Boat”) e Ryan Gaul (série “House of Lies”). As filmagens vão começar em julho e ainda não há previsão para a estreia.
Sense8: Lana Wachowski divulga 24 fotos da 2ª temporada
A cineasta Lana Wachowski (“O Destino de Júpiter”), cocriadora, diretora, produtora e roteirista de “Sense8”, divulgou via Tumblr as primeiras fotos oficiais da 2ª temporada da série. São 24 fotos que registram cenas da produção, imagens dos bastidores (com a presença de Lana) e muita descontração, mas também a presença de Toby Onwumere (visto na série “The Book of Dallas”), que entrou na série no lugar de Aml Ameen, o intérprete de Capheus, após o ator se desentender com a produtora. A série terá, ainda em maio, gravações em São Paulo, durante a Parada Gay. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), “Sense8” acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A série é exibida no serviço de streaming Netflix, que ainda divulgou a previsão de estreia da 2ª temporada.
Veja nove fotos oficiais de Star Trek: Sem Froteiras
A Paramount Pictures divulgou novas fotos oficiais de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que destacam alguns dos protagonistas: Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoe Saldana, Simon Pegg, John Cho e Anton Yelchin, que retornam aos papéis de Kirk, Spock, McCoy, Uhura e Checov, além dos alienígenas vividos por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”) e Idris Elba (“Beasts of No Nation”), sob camadas de maquiagem. O diretor Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”) também aparece em duas cenas de bastidores. Mas o que mais chama atenção são os novos uniformes azuis da tripulação da Enterprise e o clima sombrio registrado pelas fotos. O roteiro foi escrito por Simon Pegg, intérprete do engenheiro Scotty, em parceria com Doug Jung, que criou a série policial “Dark Blue”. Mas não há maiores detalhes sobre a história, que ainda não ganhou sinopse oficial, mas o primeiro trailer mostrou a destruição da nave Enterprise (de novo!) e a busca de sobrevivência da tripulação num planeta repleto de inimigos. A estreia acontece em 22 de julho nos EUA, mas foi adiada para 1 de setembro no Brasil.
Pets: A Vida Secreta dos Bichos ganha novo trailer legendado com cenas inéditas
A Universal Pictures divulgou um novo trailer legendado de “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, nova animação criada pelos “mesmos seres humanos” que fizeram “Meu Malvado Favorito” (2010). A prévia conta um pouco mais da história, destacando a rivalidade entre os dois principais cãozinhos da história com várias cenas inéditas. A animação vai mostrar o que acontece quando os humanos saem para o trabalho ou a escola, e os animais de estimação ficam sozinhos em casa. E quando uma rivalidade deixa dois cãozinhos em perigo, os bichos da vizinhança iniciam uma aventura para salvar seus amigos capturados pela carrocinha e sequestrados por um coelho psicopata. O filme tem direção de Chris Renaud, um dos diretores da franquia “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Yarrow Cheney, desenhista de produção de “Meu Malvado Favorito”. O roteiro é de Brian Lynch, de “O Gato de Botas” (2011), e a dupla Cinco Paul e Ken Daurio, também de “Meu Malvado Favorito”. Já o elenco de vozes originais inclui os comediantes Louis CK (série “Louie”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). A estreia está marcada para 8 de julho nos EUA, mas apenas em 25 de agosto no Brasil.
Jake Gyllenhaal, Lily Collins, Paul Dano e Tilda Swinton farão filme de monstro do diretor de Expresso do Amanhã
O cineasta sul-coreano Bong Joon-Ho (“Expresso do Amanhã”) revelou o elenco de seu novo filme, “Okja”, em que voltará a filmar monstros gigantes – como em seu grande sucesso, “O Hospedeiro” (2006). Segundo a sinopse, o filme é a história de “uma garotinha disposta a arriscar tudo para impedir que uma poderosa multinacional sequestre seu melhor amigo, um animal enorme chamado Okja”. O elenco contará com Tilda Swinton (que trabalhou com Joon-Ho em “Expresso do Amanhã”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Lily Collins (“Espelho, Espelho Meu”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (o Glenn da série “The Walking Dead”), além da dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalharam com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro”. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming Netflix. As filmagens já começaram, visando um lançamento em 2017 em data ainda indefinida.












