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    Cannes: Xavier Dolan desaponta ao filmar astros franceses

    20 de maio de 2016 /

    O jovem cineasta canadense Xavier Dolan tem apenas 27 anos, mas já possui uma bela coleção de troféus numa carreira que soma seis longa-metragens. Não foi por acaso que, após ganhar o reconhecimento de Cannes com o Prêmio Especial do Júri pela direção de “Mommy”, em 2014, ele retornou ao festival francês com status de favorito à Palma de Ouro. Entretanto, após as primeiras projeções de “Juste la Fin du Monde”, essa expectativa foi bastante reajustada. “Juste la Fin du Monde” é o primeiro filme de Dolan, que sempre filmou em francês, estrelado exclusivamente por atores da França. A obra é protagonizada por Gaspard Ulliel (“Saint Laurent”) e o elenco ainda inclui Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Vincent Cassel (“Em Transe”) e Nathalie Baye (“Uma Doce Mentira”). Adaptação da peça de mesmo nome de Jean-Luc Lagarce, acompanha um jovem escritor que, depois de 12 anos longe da família, volta para a casa de sua família para anunciar que em breve vai morrer. Entretanto, pequenas picuinhas e ressentimentos mudam o rumo do reencontro, enquanto todas as tentativas de empatia são sabotados pela incapacidade das pessoas para ouvir e amar. O texto lida com a insensibilidade humana. E o diretor pôde conhecer de perto o que isso significa pela reação da crítica ao filme, rotulado como o mais desapontador do festival. Na entrevista coletiva, ele se mostrou conformado. “Estou em Cannes, é normal que alguns filmes sejam bem recebidos, outros não. Talvez tome um tempo para que o filme possa se estabelecer: acho que as pessoas deveriam ouvir o filme, e não só vê-lo”, disse Dolan. “É o meu melhor filme”, completou, elogiando-se. Ele lembrou foi apresentado à peça há seis anos pela amiga e atriz Anne Dorval (de “Mommy”), e que na época também teve dificuldades em perceber sua profundidade. “Na primeira vez que a li, não me identifiquei com os personagens. Acho que não estava maduro o suficiente para entendê-la”. Durante o encontro com a imprensa, Dolan foi bastante questionado pela opção por uma narrativa permeada por close-ups no rosto dos atores, algo mais usado na televisão. “Senti que era necessário estar perto de todos os atores, que não podíamos estar distantes”, respondeu. “É um filme sobre linguagem, sobre comunicação, mas também silêncios e olhares que se vê nos rostos”, ele explicou. Essa proximidade, Dolan aponta, era necessária para transmitir o que não é verbalizado. “O mais fascinante do texto de Lagarce é o nervosismo que os personagens parecem demonstrar e, quando conseguem expressar, geralmente é sobre coisas inúteis. Eles falam e brigam sobre tudo, exceto sobre o que realmente sentem ou desejam profundamente dizer”, observou o diretor. O problema seria justamente esse. O que Dolan enxerga como trunfo, a crítica internacional apontou como defeito. Nem o texto nem os personagens seriam interessantes o suficiente para manter o espectador interessado na conclusão, nem mesmo com um elenco de estrelas francesas na tela. Dolan, porém, não deve se abater muito se o filme fracassar. Ele já está preparando seu próximo projeto, que será sua estreia em inglês, estrelado por Kit Harington (o Jon Snow de “Game of Thrones”), Natalie Portman (“Thor”) e Jessica Chastain (“Interestelar”). Veja Também: Filme de Xavier Dolan com astros franceses ganha fotos, pôsteres e duas cenas inéditas

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  • Etc

    Bruna Linzmeyer sofre ataque homofóbico em rede social

    20 de maio de 2016 /

    O perfil do Instagram da atriz Bruna Linzmeyer virou alvo de ataques homofóbicos. A covardia aconteceu depois que o jornal Extra afirmou que ela namora, há cerca de um ano, a cineasta Kity Féo. A atriz da novela “Regra do Jogo”, em cartaz no filme “A Frente Fria que a Chuva Traz”, foi chamada de “aberração” nos comentários de suas fotos por preconceituosos que também ofenderam Féo, assistente de direção de “Serra Pelada” e “Os Penetras”. “Faz isso não, Bruna! Você é linda demais para ser lésbica”, escreveu um internauta. “Bruna aberração! Para desespero dos lixos, homossexuais, mortadelas, feminazis, nordestinos preguiçosos… #Bolsomito2018 segura que o tombo será grande!”, escreveu outra, exaltando o deputado Jair Bolsonaro, que já prestou homenagem a torturador no Congresso. Entretanto, a maior parte dos comentários nas fotos de Bruna se solidarizou com a atriz. “Felicidades para vocês. Muito amor, que é o que todos precisamos!”, disse uma seguidora. “Seja o mais feliz que puder! E ignore os comentários ignorantes e preconceituosos! Viva o amor!”, escreveu outra. A assessoria de imprensa da atriz não confirma o namoro. Em abril, porém, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Bruna afirmou que estava namorando uma mulher.

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  • Filme

    Arlequina pode protagonizar um filme derivado de Esquadrão Suicida

    20 de maio de 2016 /

    O filme do “Esquadrão Suicida” só estreia em agosto, mas o sucesso da personagem Arlequina, interpretada por Margot Robbie (“Golpe Duplo”), já é uma realidade, que pode ser avaliada pela disparada de cosplays inspirados na vilã. A Warner teria percebido e já planeja um filme centrado nela. Segundo o site The Hollywood Reporter, Margot Robbie negocia estrelar e produzir um longa derivado do “Esquadrão Suicida”, que teria, inclusive, roteirista definida, indicada pela própria atriz, embora seu nome não tenha sido revelado. Mas não será um filme solo. A ideia é juntar outras personagens femininas dos quadrinhos da DC Comics, como Batgirl e a equipe de heroínas Aves de Rapina (que já incluiu Katana, presente em “Esquadrão Suicida”), além de algumas vilãs. Arlequina, Mulher-Gato e Hera Venenosa já compartilharam um título de quadrinhos, “Gotham City Sirens”, escrita por Paul Dini, o criador da vilã vivida por Robbie. A Warner, por sua vez, também fez uma websérie animada centrada no universo feminino dos quadrinhos de Batman, intitulada “Gotham Girls”, que juntava o trio de vilãs, além de Batgirl e Zatanna. A Warner recusou-se a comentar a notícia. Por enquanto, o único lançamento marcado é do “Esquadrão Suicida”. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), o filme estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Novo clipe do Coldplay é uma apoteose surreal

    19 de maio de 2016 /

    A banda Colplay lançou seu novo clipe, “Up&Up”, povoado de gigantes e miniaturas vivas. O vídeo é uma apoteose surreal, onde é possível mergulhar num prato de massa, fazer pipoca num vulcão e dirigir sobre os anéis de saturno. Composto inteiramente de justaposições de imagens, a obra mistura cenas de filmes, imagens históricas e gravações inéditas de forma única, bela e atordoante, que subvertem dimensões para criar cenas de poesia sci-fi. É o melhor clipe de toda a carreira da banda inglesa. O surpreendente clipe da Terra de Gigantes é o quarto vídeo extraído do disco “A Head Full of Dreams” e reforça a proposta da banda de trabalhar com diferentes e inovadores artistas visuais em cada canção. Desta vez, a obra foi criada por dois israelenses de 30 anos, Vania Heymann e Gal Muggia. Ambos trabalham em publicidade e já dirigiram clipes. Heymann, por sinal, assinou um bem famoso, a nova versão de “Like A Rolling Stone”, de Bob Dylan, em 2013. Já Muggia vinha trabalhando com artistas do pop israelense, como Ester Rada e Adi Ulmansky.

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  • Música

    Justin Timberlake canta e dança em seu novo clipe, da trilha do filme Trolls

    19 de maio de 2016 /

    O cantor Justin Timberlake divulgou o clipe oficial da música “Can’t Stop the Feeling”, que faz parte da trilha da animação “Trolls”. Ao contrário do vídeo anterior, que tinha clima improvisado, mas reunia todo o elenco do filme, o clipe não faz uma relação tão clara com a produção, mostrando apenas pessoas dançando em situações do cotidiano – a maioria, relacionada a lugares de trabalho. O próprio Justin canta numa lanchonete, num supermercado e na rua. Mas a participação do cantor em “Trolls” não se resume à esta música. Ele também é um dos dubladores principais do filme, além de produtor musical e autor de três canções inéditas da trilha. A animação é, na verdade, um musical sobre os bonecos trolls de cabelos arrepiados, que foram febre nos anos 1960 e tiveram um grande revival há 20 anos. Timberlake protagonizará o longa ao lado de Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”). Os dois viverão o casal de trolls Branch e Princesa Poppy, numa aventura descrita como “épica”. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção de Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), “Trolls” estreia em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Filme

    Artes Conceituais de Rogue One: Uma História Star Wars revelam volta de Darth Vader

    19 de maio de 2016 /

    O que era rumor pode ter sido confirmado. Imagens de um guia de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que vazaram na internet, revelam artes conceituais de um vilão bem conhecido dos fãs da franquia: Darth Vader. Uma das imagens mostram o perfil de Vader entre as tropas do Império. Outra o coloca entre o Império e o grupo de rebeldes que, no filme, tentará destruir a Estrela da Morte, o que sugere que ele pode ao menos fazer uma pequena participação no longa. As imagens vazadas também revelam os nomes de alguns personagens da trama, escrita por Chris Weitz (“Cinderela”) e dirigida por Gareth Edwards (“Godzilla”). O oficial do Império interpretado por Ben Mendehlson se chamará Diretor Krennic, enquanto o integrante da aliança rebelde vivido por Diego Luna atenderá pelo nome de capitão Cassian Andor. Já o dróide que lutará com os rebeldes foi batizado de K-250. Os personagens de Jiang Wen e Riz Ahmed se chamarão, respectivamente, Baze e Bodhi Rook, enquanto o especialista em artes marciais vivido por Donnie Yen recebeu o nome de Chirrut. Entre as criaturas com aparência alienígena, o goblin se chamará Bistan, e o outro, com aparência de sapo e corpo humanóide, terá o nome de Pad. Eles se juntam à nova heroína, Jyn Erso, vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”) e identificada no primeiro trailer. O guia está em pré-venda na Amazon, mas nenhuma imagem oficial foi disponibilizada no site. A previsão de entrega, no entanto, é só para 24 de janeiro, mais de um mês depois da estreia do filme, que chega ao Brasil em 15 de dezembro.

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  • Série

    Nova série derivada de Star Trek ganha primeiro teaser

    19 de maio de 2016 /

    A rede americana CBS divulgou o primeiro teaser da nova série derivada de “Star Trek”. O vídeo serve apenas para introduzir o conceito de uma nova atração passada no universo da franquia, com tripulação, alienígenas e vilões inéditos, e ao final apresenta, como logotipo, um emblema bem gasto da frota estelar. A série está sendo desenvolvida por uma equipe que integra três gerações diferentes de trekkers: Alex Kurtzman, roteirista dos filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão – Star Trek” (2013), Bryan Fuller, criador da série “Hannibal” que começou a carreira em 1997 como roteirista das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, e Nicholas Meyer, diretor-roteirista do melhor filme da franquia, “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan” (1982). O elenco ainda não foi definido. A CBS quer utilizar a popularidade da franquia para alavancar seu canal próprio de streaming. A estreia está marcada para janeiro de 2017 no serviço CBS All Access. Seguindo o modelo da Netflix, a ideia é usar a franquia como chamariz para atrair assinantes.

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  • Filme

    Cannes: Irmãos Dardenne dividem opiniões com nova parábola moral

    19 de maio de 2016 /

    Com duas Palmas de Ouro no currículo, por “Rosetta” (1999) e “A Criança” (2005), os irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne são sempre favoritos na competição do Festival de Cannes. Mas a première de seu novo filme, “La Fille Inconnue” (A Garota Desconhecida), não obteve a unanimidade crítica com a qual eles se acostumaram. O filme dividiu opiniões, aguardando à velha guarda europeia e irritando os jovens da era digital. Assim como em seu filme anterior, o ótimo “Dois Dias e uma Noite” (2014), os Dardenne voltam a trabalhar com uma atriz francesa no auge de sua carreira. Antes, foi Marion Cotillard. Agora, é Adèle Haenel, vencedora de dois prêmios César (por “Suzanne” e “Amor à Primeira Briga”). Ela vive uma médica que se recusa a atender uma mulher negra após fechar o consultório, apenas para descobrir, no dia seguinte, que a desconhecida foi morta ali perto. O sentimento de culpa ainda lhe cobra pelo afastamento de um estagiário, que chegou a desistir da Medicina depois de uma crise. E isso a torna obcecada por descobrir mais a respeito da falecida, lançando-a numa investigação mais intensa que a da própria polícia. Até que fica claro que, por questões sociais, ela é na verdade a única interessada em descobrir algo sobre aquela morte. “Questões morais sempre partem de pontos de vistas pessoais. Nos sentimos compelidos a buscar histórias que explorem essa perspectiva”, explicou Luc Dardenne, durante a entrevista coletiva do festival. Se o ponto de vista pessoal é o ponto de partida, o objetivo final é, claramente, ecoar como uma parábola moral, onde o sentimento de culpa vira martírio para quem busca a redenção. “O público, claro, pode entender o filme como quiser. Uma vez que tenha sido visto, um filme pertence aos espectadores. Se eles quiserem ver algum exemplo neste, têm liberdade para fazê-los. Podem vê-lo tanto como uma história individual moral quanto como um diagnóstico da sociedade”, Luc completa. A ambição de diagnosticar a sociedade se deve à forma sutil como a trama trata a responsabilidade de sua protagonista diante de uma vítima das classes menos favorecidas. A morta, descobre-se, era uma imigrante africana. E, assim, a trama embute a questão da imigração que está no centro dos debates da Europa atual. “Não estamos tentando mandar nenhum recado”, ele avisa, antes que lhe passem alguma bandeira para agitar. “Estamos contando a história de alguém que se sente responsável… e se recusa a dizer ‘não vi nada'”, explica, para justificar o purgatório em que a personagem passa a habitar. “Ela não abriu a porta quando deveria”.

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    X-Men: Apocalipse é o blockbuster da vez no circuito de estreias

    19 de maio de 2016 /

    Mais uma semana, mais um blockbuster para ocupar cerca de 40% de todos os cinemas disponíveis no Brasil. Desta vez, a iniciativa é da Fox, que lança “X-Men: Apocalipse” em 1.276 salas nesta quinta (19/5), com 814 telas 3D e domínio do circuito IMAX (12 salas). O longa completa o reboot da franquia – um reinicio que rendeu trilogia, com “X-Men: Primeira Classe” (2011) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) – e reintroduz, em suas versões juvenis, alguns dos mutantes mais famosos da Marvel, Cíclope, Jean Grey, Tempestade e Noturno, interpretados por jovens em ascensão – respectivamente, Sophie Turner (série “Game of Thrones”), Tye Sheridan (“Amor Bandido”), Alexandra Shipp (“Straight Outta Compton”) e Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”). O elenco é impressionante, com James McAvoy (“Victor Frankenstein”), Michael Fassbender (“Macbeth”), Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e, desta vez, faz bom uso do status de estrela de Jennifer Lawrence (franquia “Jogos Vorazes”) como líder dos X-Men. O que atrapalha é o tema que se repete pelo terceiro filme de super-herói consecutivo do ano: o conflito entre os “mocinhos” – justificando os 49% (melhor que “Batman vs. Superman”) de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme só estreia na próxima semana nos EUA. Espera-se que, esgotado o assunto, Fox, Marvel e Warner descubram logo outras histórias. Como ainda há salas lotadas com a briga de “Capitão América: Guerra Civil”, a sequência de outro sucesso tem que se contentar com módicas 250 salas. É o tamanho da distribuição reservada para a comédia “Vizinhos 2”, que volta a juntar Seth Rogen e Zac Efron, desta vez contra uma república de garotas bagunceiras comandada por Chlöe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). O humor é grosseiro como o filme anterior, mas tem seu apelo. 62% dos críticos americanos aprovaram. Todos os demais lançamentos disputam o já saturado circuito limitado. Mas não são exatamente clássicos, exceto por um, que é de, de fato, um marco de 1982. Os maiores entre os pequenos são dois dramas com astros famosos, o australiano “A Vingança Está na Moda”, estrelado por Kate Winslet (“O Leitor”), que venceu diversos prêmios em seu país de origem, e “Pais & Filhas”, em que Russell Crowe (“Noé”) e Amanda Seyfried (“Ted 2”) enfrentam seus demônios pessoais, separados por uma geração. Ambos ocupam em torno de 45 telas, mas apenas o primeiro vale o ingresso. Para se ter noção, “Pais & Filhas”, dirigido pelo ex-superestimado Gabriele Muccino (“Sete Vidas”), foi considerado podre, com 18% no Rotten Tomatoes. Dois filmes brasileiros entram na faixa seguinte, com 19 e 17 salas, respectivamente. “Amores Urbanos”, estreia na direção de Vera Egito (assistente de “A Deriva”), tenta retratar as crises da geração que cresceu com a MTV, com roqueiros indies atrás e diante das câmeras, mas a cenografia supera a dramaturgia, deixando sua história de adultos imaturos muito abaixo de, por exemplo, “Califórnia”, sobre o amadurecimento de uma adolescente, feito por uma ex-VJ com sangue de cineasta. Já o documentário “Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil” explora a relação artística e espiritual da artista com o país. Os menores lançamentos inéditos são o drama francês de época “Os Anarquistas” (em 12 salas), mais um romance convencional que uma obra sobre o assunto de seu título, e o exercício sul-coreano “Certo Agora, Errado Antes” (3 salas), em que o diretor Hong Sang-soo se mostra mais Hong Sang-soo que nunca, contando duas vezes a mesma história com pequenas diferenças. Seriam dois filmes pelo preço de um único ingresso? Meio filme pelo preço de um ingresso inteiro? Uma lição sobre contemplação zen? Uma pegadinha que deixa críticos teorizando como trouxas? Ah, as reflexões filosóficas profundas que Hong Sang-soo enseja… Fãs paulistas e cariocas de clássicos ainda tem a opção de assistir à versão remasterizada do imponente “Fitzcarraldo”, de Werner Herzog, um desastre amazônico com tantas histórias de bastidores quanto as que foram eternizadas na tela. O relançamento chega a duas salas, uma em São Paulo e outra no Rio.

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    Game of Thrones: Trailer e fotos revelam nova Sacerdotisa Vermelha e a volta dos Caminhantes Brancos

    19 de maio de 2016 /

    O canal pago HBO divulgou o trailer do próximo episódio de “Game of Thrones”, intitulado “The Door”, que traz cinco sequências distintas, sendo quatro bem importantes. Há o questionamento de Sansa (Sophie Turner) às intenções de Baelish (Aidan Gillen) ao enviá-la para os braços de Ramsay (Ewan Rheon), uma nova conversa mística entre Arya (Maisie Williams) e Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha), o momento de definição de quem reinará nas Ilhas de Ferro, a introdução de uma nova Sacerdotisa Vermelha (vivida pela russa Ania Bukstein) na corte de Mareen e o encontro astral entre Bran (Isaac Hempstead Wright) e o temido líder dos Caminhantes Brancos. O episódio também ganhou fotos (clique para ampliá-las) e uma sinopse, que revela que Tyrion (Peter Dinklage) procura uma estranha aliança, Bran descobra uma grande ameaça, Brienne (Gwendoline Christie) sai em uma nova missão e Arya ganha a chance de se provar digna. “The Door” será exibido no domingo (22/5).

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    Série baseada em O Exorcista ganha primeiro trailer cinematográfico

    18 de maio de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou o primeiro trailer de sua nova série baseada em “O Exorcista”. Após um começo meio bobo – o diabo é responsável por depressão juvenil! – , a prévia ganha contornos de terror, com imagens fortes, que se alternam entre a possessão demoníaca e sinais apocalípticos mais característicos de outra franquia, “A Profecia”. O clima é até mais cinematográfico que alguns filmes do gênero lançados recentemente, resultado da direção do cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”), que imprime grande intensidade nas cenas do piloto aprovado. A vídeo também revela que a história é bem diferente daquela filmada em 1973. Trata-se de uma trama inédita e não uma recriação do longa original. A narrativa acompanha a preocupação de uma mãe católica, vivida pela atriz Geena Davis (“Thelma & Louise”, “O Pequeno Stuart Little”), cuja filha teria voltado da faculdade possuída. Ao sentir outros sinais demoníacos em sua casa, ela pede ajuda ao padre de sua paróquia (o mexicano Alfonso Herrera, ex-“Rebelde” e atualmente na série “Sense8”) , que, por sua vez, sente sinais do diabo e procura se consultar com um exorcista experiente (o inglês Ben Daniels, da série “House of Cards”). O elenco ainda inclui Alan Ruck (o eterno Cameron, de “Curtindo a Vida Adoidado”) e as jovens Hannah Kasulka (série “The Fosters”) e Camille Guaty (série “Scorpion”) Desenvolvida pelo roteirista Jeremy Slater (“Renascida do Inferno” e “Quarteto Fantástico”), “The Exorcist” (o título original) vai estrear durante a temporada de outono, entre setembro e novembro, nos EUA.

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    Homer pede desculpas ao Brasil por falha técnica nos Simpsons

    18 de maio de 2016 /

    O #fail do canal pago brasileiro Fox no último domingo (15/5), durante a exibição de “Os Simpsons”, acabou rendendo um pedido de desculpas do próprio Homer J. Simpson. Havia grande expectativa em torno do episódio da semana, intitulado “Simprovised”, por conta de uma inteiração “ao vivo” de Homer com o público. Mas não bastasse a exibição acontecer fora da hora marcada no país, justamente no momento em Homer falaria com os espectadores o episódio ficou sem som. Os fãs ficaram frustados e irados com a experiência. Após o vexame, a Fox foi bombardeada nas redes sociais, com centenas de mensagens reclamando da falha técnica e da falta de respeito pelas mudanças de horário sem comunicação prévia. No Facebook do canal, onde a publicação mais recente era justamente um anúncio do evento ao vivo de Os Simpsons, os comentários foram tomados por críticas e ofensas. A resposta veio na página da série no Facebook, na forma de um vídeo, em que o protagonista pede desculpas pela falha – que, aparentemente, também aconteceu em outros países da América Latina. “Buenos dias. Infelizmente, fiquei sabendo que ‘Homer live’ passou no seu país sem som, que é a parte mais importante de falar. Uma investigação está em andamento. Eu culpo o garoto e ele será punido. Eu também sinto muito”, disse Homer, antes de fazer um mea culpa cômico. “Se em algum momento nós tiramos sarro do seu país, eu sinto muito em dobro. Se for o Brasil, eu sinto muito, muito mesmo, mas não o bastante para aprender português. Mas Brasil, meu amor, eu realmente lamento que isso aconteceu, como se vocês já não tivessem problemas o suficiente. Para o resto de vocês, ‘lo siento’. Amém”. A Fox explicou que o problema aconteceu em decorrência dos desafios de exibir o episódio de forma quase simultânea com os Estados Unidos, e que espectadores que estavam com a tecla SAP ligada não passaram pelo problema. O que significa que, como ninguém fica com tela SAP ligada, todos passaram pelo problema. De todo modo, o episódio foi reexibido na segunda-feira com o áudio original e legendas. Os espectadores, entretanto, também se mostraram frustrados com o curto tempo em que Homer respondeu às perguntas feitas ao vivo (nos Estados Unidos) e confusos com a estratégia de comunicação da emissora, pois haviam entendido que Homer responderia perguntas enviadas por fãs brasileiros.

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    Robin Wright diz que recorreu a ameaças para receber o mesmo que Kevin Spacey em House of Cards

    18 de maio de 2016 /

    A atriz Robin Wright revelou que chegou a ameaçar seus produtores para receber o mesmo salário de seu companheiro de cena Kevin Spacey na 4ª temporada de “House of Cards”. Robin detalhou a negociação em uma entrevista realizada na noite de terça-feira (17/5), na Fundação Rockefeller Foundation, e compartilhada pelo site Huffington Post. Na série do Netflix, ela interpreta a principal protagonista feminina, a Primeira Dama Claire Underwood, parceira de caráter igualmente duvidoso do presidente Frank Underwood, papel de Spacey. E usou estatísticas que apontavam a popularidade da personagem como argumento para receber aumento. Ela ainda afirmou que teria ameaçado “ir a público” se não recebesse o que pedia. Ironicamente, ela “foi a público” mesmo recebendo. Estilo vingança de Claire Underwood. A exigência se alinha com o protesto de outras estrelas de Hollywood e que já rendeu discurso no Oscar, durante a vitória de Patricia Arquette como Melhor Atriz Coadjuvante por “Boyhood” no ano passado. Na indústria cinematográfica contemporânea, apenas Jennifer Lawrence (franquia “Jogos Vorazes”) consegue salários superiores a de seus colegas masculinos. A situação, porém, deve ser um pouco diferente na televisão, já que há muitas séries centradas em protagonistas femininas.

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