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    Capitão América: Guerra Civil atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    21 de maio de 2016 /

    “Capitão América: Guerra Civil” tornou-se o primeiro filme do ano a atingir a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação em bilheteria mundial, tornando-se o 25º longa-metragem a integrar o clube dos bilionários do cinema, sem considerar a inflação. A marca, superada na sexta-feira (20/5), após 24 dias de exibição, ainda ajudou o Marvel Studios a cruzar a barreira dos US$ 10 bilhões de bilheteria desde o lançamento de seu primeiro filme, “Homem de Ferro” (2008), há oito anos. É difícil imaginar agora, mas quando a Disney comprou a Marvel por US$ 4 bilhões, em 2009, analistas de mercado chegaram a dizer que o estúdio estava jogando dinheiro fora, pois nenhuma editora de quadrinhos poderia valer tanto. A Disney, claro, não comprou uma editora de quadrinhos. Comprou uma indústria de franquias, que rendem filmes, séries, brinquedos e diversos produtos derivados, movimentando bilhões anuais. Mais que pago, o negócio se provou extremamente lucrativo. Mas o estúdio também vem se dando bem com aquilo que sempre soube fazer de melhor, animações e produções infantis. “Zootopia” pode se juntar em breve ao clube dos bilionários, já que soma atualmente US$ 972,1 milhões, e “Mogli, o Menino Lobo” continua sua ascensão com US$ 836,1 milhão. Com o impulso dos três filmes citados, mais o sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”, a Disney se tornou o primeiro estúdio do ano a atingir US$ 1 bilhão de arrecadação no mercado doméstico (apenas as bilheterias dos EUA). A marca foi conquistada em tempo recorde, em 128 dias.

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    Cannes: Filme finlandês de boxe vence a mostra Um Certo Olhar

    21 de maio de 2016 /

    O drama finlandês “The Happiest Day in the Life of Olli Maki”, do estreante Juho Kuosmanen, foi o vencedor da mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), a seção paralela mais prestigiosa do Festival de Cannes. Filmado em preto e branco, o longa-metragem conta a história de Olli, um jovem padeiro de uma pequena cidade, que é boxeador nas horas vagas e se prepara para disputar o título de peso pena com um campeão americano. Mas, durante os treinos, ele se apaixona e acaba perdendo o foco, tendo que fazer esforços tremendos para atingir o peso ideal. Trata-se de uma história simples, mas muito bem contada, de forma sensível. A premiação também consagrou o americano Matt Ross, ator da série “Sillicon Valley”, que assinou seu segundo longa, “Captain Fantastic”, com o prêmio de Melhor Direção. O longa traz Viggo Mortensen como um pai de seis filhos prodígios, criados no isolamento de uma floresta com a melhor educação possível – de filosofia à física quântica – , que, no entanto, não foram preparados para conviver no mundo de redes sociais e namoros fortuitos que eles vêm a conhecer durante um funeral que reúne todos os parentes distantes. A crítica internacional amou. O cinema francês ficou com o troféu de Melhor Roteiro, dado para as irmãs cineastas Delphine e Muriel Coulin (roteiristas de “Samba”) por seu filme “The Stopover” (Voir du Pays), passado durante três dias de folga de duas soldadas da Guerra do Afeganistão. “Harmonium”, do japonês Kôji Fukada (“Sayônara”), que mostra o esfacelamento de uma família após um estranho passar a morar com eles, ficou com o Prêmio do Júri. E a animação “The Red Turtle”, primeiro longa do holandês Michel Dudok de Wit, que já tem um Oscar de Melhor Curta Animado (“Father and Daughter”, de 2000), completou a lista de consagrados com o Prêmio Especial do Júri. Vencedores da Mostra Um Certo Olhar 2016 Melhor Filme The Happiest Day in the Life of Olli Maki, de Juho Kuosmanen Melhor Direção Matt Ross, por Captain Fantastic Melhor Roteiro Delphine e Muriel Coulin, por The Stopover Prêmio do Júri Harmonium, de Koji Fukada Prêmio Especial do Júri The Red Turtle, de Michel Dudok de Wit

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    Cannes: Cinema Novo, de Eryk Rocha, vence prêmio de Melhor Documentário do festival

    21 de maio de 2016 /

    O filme “Cinema Novo”, dirigido por Eryk Rocha, venceu o prêmio Olho de Ouro (L’Oeil d’Or), dado ao Melhor Documentário exibido ao longo de todas as mostras do Festival de Cannes. “‘Cinema Novo’ é um filme-manifesto sobre a vigência de um movimento cinematográfico quase esquecido dos anos 1960”, indicou o júri do prêmio, presidido por Gianfranco Rosi, vencedor do Urso de Ouro em Berlim esse ano e do Leão de Ouro em Veneza há dois anos com documentários, e que contava com um brasileiro, Amir Labaki, que organiza o festival É Tudo Verdade. O documentário integrou a mostra Cannes Classics, dedicada a filmes clássicos e à preservação da memória e do patrimônio cinematográfico mundial. Trata-se de um ensaio sobre a importância da revolução cinemanovista a partir do pensamento de seus principais autores, como Nelson Pereira dos Santos (“Rio, 40 graus”), Ruy Guerra (“Os Fuzis”), Cacá Diegues (“Ganga Zumba”), Leon Hirszman (“A Falecida”), Paulo César Saraceni (“Porto das Caixas”) e Glauber Rocha (“Deus e o Diabo na Terra do Sol”), pai de Eryk. O troféu Olho de Ouro é o mais novo prêmio paralelo do festival e foi concedido pela primeira vez no ano passado, quando o vencedor foi o chileno “Allende, Meu Avô Allende”, de Marcia Tambutti Allende. O filme brasileiro disputou a premiação com outros 16 documentários.

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    Cannes: Diretor de A Separação usa violência sexual como parábola do Irã moderno

    21 de maio de 2016 /

    Último filme exibido na competição do Festival de Cannes, “The Salesman” (Forushande), do iraniano Asghar Farhadi, também se foca na violência sexual contra uma personagem feminina. Mas num contexto completamente diferente do elogiado “Elle”, de Paul Verhoeven. O novo drama do diretor de “A Separação” (2011), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e de “O Passado” (2013), que rendeu à Bérénice Bejo o prêmio de melhor atriz em Cannes, volta a falar sobre os dilemas morais do Irã moderno. O fio condutor é uma história de mistério e vingança, que envolve um casal de atores de uma montagem local da peça “A Morte do Caixeiro Viajante” de Arthur Miller. Após serem forçados a abandonar seu prédio devido a uma obra, Emad (Shahab Hosseini) e Rana (Taraneh Alidoosti) se mudam temporariamente para um apartamento no centro de Teerã, antes ocupado por uma moradora de comportamento “promíscuo”. Certa noite, o lugar é invadido e a mulher é atacada enquanto toma banho. Temendo por sua privacidade, ela se recusa a procurar a polícia, o que provoca uma mudança de comportamento no então sereno marido. A tensão se eleva e afeta o relacionamento do casal, prejudicando até o trabalho de Emad como professor e a peça na qual os dois atuam. O diretor, que estudou teatro antes de se envolver com cinema, confessou que se sentiu voltando às origens ao filmar o mundo teatral, e que a história de Emad e Rana traça um paralelo com a dos protagonistas de “A Morte do Caixeiro Viajante”, que ambos encenam no palco. “Há tempos queria fazer um filme sobre uma peça de teatro”, disse o cineasta, durante a entrevista coletiva do festival. “A peça fala de personagens que tentam se encaixar em um mundo em transformação. O texto de Arthur Miller conta a história de homens e mulheres que não conseguem acompanhar as mudanças que estão acontecendo em Nova York nos anos 1940 e 1950. Emad e Rana também estão procurando seu lugar na sociedade iraniana, que está sedenta por modernidade. Eles não conseguem se adaptar aos novos tempos”, comparou. As comparações entre a vida real e a ficção teatral embutem na narrativa a discussão dos valores conservadores no Irã. “É fácil ver os conflitos anacrônicos. A escola em que Emad trabalha, por exemplo, ainda separa meninos de meninas. Eles vivem a dicotomia do país”, descreveu o diretor. Farhadi já havia trabalhado com Taraneh Alidoosti e Shahab Hosseini em “À Procura de Elly” (2009), o filme com o qual chamou atenção internacional, premiado no Festival de Berlim, e que era outra parábola moral, disfarçada de história de mistério. E os intérpretes conferem convicção a cada fotograma, enquanto a trama avança em ritmo firme para o suspense intenso.

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  • Filme

    Cannes: Filme de Paul Verhoeven excita, tensiona e eletriza o festival

    21 de maio de 2016 /

    O suspense “Elle” interrompeu a monotonia das vaias em Cannes com doses eletrizantes de tensão. Produção francesa dirigida pelo veterano holandês Paul Verhoeven, o filme traz Isabelle Huppert como uma empresária implacável que é estuprada, na própria casa, por um homem mascarado, e passa a lidar com a situação de forma ambígua. Ao retomar o gênero do thriller sexual, que traz à tona em sua filmografia o clássico “Instinto Selvagem” (1992), Verhoeven demonstrou que continua um mestre em criar situações perversas e obter desempenhos antológicos. A consagração, por meio de elogios rasgados da crítica, representa a volta por cima de um grande cineasta, que nos últimos anos, graças a sucessivos remakes de seus trabalhos, vem sendo alçado ao status de lenda cult. Inspirado em livro de Philippe Djian (o escritor de “Betty Blue”), “Elle” foi escrito pelo americano David Burke (“Os 13 Pecados”), especialista em terrores baratos, e quase foi rodado nos Estados Unidos, onde Verhoeven não filma desde “O Homem sem Sombra” (2000). Mas Hollywood não saberia lidar com a escuridão madura do filme, após virar as costas para o diretor que fez, ainda, “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990) e “Tropas Estelares” (1997), franquias que rendem dinheiro para seus estúdios até hoje. “A ideia inicial do produtor Said Ben Said (coprodutor do brasileiro ‘Aquarius’), que já fez filmes para Roman Polanski, David Cronenberg e Brian DePalma, era, sim, ambientá-lo em uma cidade americana. Mas o livro é francês, Isabelle é uma atriz maravilhosa, e fiquei feliz de filmarmos em Paris. Seria um filme completamente diferente se feito nos Estados Unidos”, contou o cineasta, que está com 77 anos, na entrevista coletiva de Cannes. Sobre seu distanciamento de Hollywood, Verhoeven afirma que não tem encontrado roteiros interessantes nos Estados Unidos. “O que é feito lá hoje em dia não me interessa ou eu mesmo já fiz”, disse, ao mesmo tempo em que se mostrou aberto à propostas. “Se houver um bom roteiro… Dinheiro não importa. Ou melhor, ele chega de qualquer forma, se você é bom naquilo que faz.” Um bom roteiro, por sinal, foi o que fez Isabelle Huppert entrar em “Elle”. A grande atriz, que já foi premiada duas vezes em Cannes – na juventude, por “Violette” (1978), e no auge, por “A Professora de Piano” (2001) – , se disse encantada pela trama cheia de ironia, “que nunca dá explicações, só lança hipóteses, o que facilita a performance”. Sua personagem, Michelle, surge como uma mulher dura e pragmática, que administra tanto a empresa quanto a família da mesma forma, sem muita emoção. Marcada pelos crimes cometidos pelo pai em sua infância, ela mantém distanciamento nas relações com o filho, o ex-marido e a melhor amiga. E não altera sua rotina após sofrer a agressão sexual. Sem envolver a polícia, ela parece apenas curiosa em descobrir a identidade de seu agressor, aparentemente atraída pela ousadia. “A Michelle abre a porta para alguma coisa que gostaria que acontecesse com ela, mas não sabe como confessar isso. Ela é uma mulher que está se questionando o tempo todo, tentando entender quem é”, explicou Huppert. Ela não crê que o sentimento ambíguo despertado pelo estupro vá chocar o público. “A história não é um manifesto sobre um estupro. Não se trata de uma história realista, é como um conto de fadas, uma fantasia”, explica, separando arte e vida real. A consideração da atriz é importante nessa época em a arte vive sob ameaça constante do boicote politicamente correto. Num momento em que as mulheres debatam o machismo do cinema, a personagem de Huppert parece encontrar prazer em sofrer abusos. Sem esconder de ninguém, apenas da polícia, Michelle conta o caso de forma corriqueira para o ex-marido e colegas, que reagem com mais pavor que ela. Logo, fica clara a sua fascinação pelo homem que a violentou. O que deve causar grande rejeição entre as feministas. “A reação dela não é comum a todas as mulheres. Ela vive uma situação particular, que é só dela”, defende Huppert. “O filme não está falando sobre a situação geral das mulheres do mundo”, pondera. Para Verhoeven, porém, a reação de Michelle não é anormal. Anormal é quem se mostra capaz de voar numa produção cinematográfica. “Eu gosto de falar de pessoas, algo que anda se perdendo nas telas, sobretudo no cinema americano, onde os filmes de super-herói prevalecem. Com eles, nós estamos perdendo o contato com a normalidade. Devemos voltar a falar de pessoas normais, porque é nelas que está a riqueza”, disse o diretor. Veja Também: O Trailer

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  • Série

    Stranger Things: Série sobrenatural com Winona Ryder ganha primeiras fotos

    20 de maio de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou as primeiras fotos de “Stranger Things”, nova série sci-fi, que é passada nos anos 1980 e presta homenagem às produções da época, a começar pelo elenco, liderado por Winona Ryder (estrela de clássicos como “Os Fantasmas se Divertem” e “Edward Mãos de Tesoura”) e Matthew Modine (de “Asas da Liberdade” e “Nascido para Matar”). A trama se passa na pacata cidade de Hawkins, Indiana, onde um garotinho desaparece misteriosamente, sem deixar rastro algum. Sua mãe (Ryder) busca ajuda das autoridades para encontrá-lo, mas, à medida que as investigações se aprofundam, eles descobrem uma série de mistérios que envolvem experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais e um garotinho muito estranho. No elenco, também estão David Harbour (“Aliança do Crime”), Charlie Heaton (“As You Are”), Natalia Dyer (“Hannah Montana: O Filme”), Millie Bobby Brown (série “Intruders”), Cara Buono (“Cidades de Papel”), Ross Partridge (“Olhos da Justiça”) e Rob Morgan (série “Demolidor”). “Stranger Things” foi criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer (série “Wayward Pines”) e tem produção do cineasta Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que ainda assina a direção de dois episódios. A série estreia na Netflix no dia 15 de julho.

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  • Série

    Diretor de O Abraço Partido fará primeira série argentina do Netflix

    20 de maio de 2016 /

    O cineasta Daniel Burman, diretor de “O Abraço Partido” (2004), filme vencedor do Urso de Prata no Festival Berlim, está à frente da produção da primeira série argentina encomendada pelo Netflix. Intitulada “Edha”, a atração será um thriller passado no mundo da moda de Buenos Aires com 13 episódios. A série vai acompanhar o relacionamento da personagem-titulo, uma jovem estilista e mãe solteira, com um imigrante turco que se torna modelo. A paixão dos dois se mistura ao desejo dele de vingança, tendo como pano de fundo a cena musical e de moda da capital argentina. “Edha” é a sexta produção latino-americana encomendada pelo serviço de streaming. Após o sucesso de “Narcos”, a Netflix já emplacou a mexicana “Club de Cuervos” e encomendou outra produção do país, “Ingobernable”, além de duas séries brasileiras, a sci-fi “3%” e o projeto de José Padilha sobre a Operação Lava-Jato (ainda sem título). Burman, por sua vez, também está à frente da versão internacional de “Supermax”, série de terror da Globo, que retrata um reality show fictício passado em uma prisão assombrada. Seu filme mais recente é “O Décimo Homem”, que estreou em 5 de maio no Brasil.

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  • Série

    Gilmore Girls revela título da nova temporada e primeiro pôster

    20 de maio de 2016 /

    O revival da série “Gilmore Girls” ganhou um pôster e teve seu subtítulo revelado. Em entrevista ao programa de Ellen DeGeneres, a atriz Lauren Graham, que dá vida a Lorelai Gilmore na série, revelou que o retorno acontecerá com o nome de “Gilmore Girls: A Year in the Life”. Além de anunciar o título da nova temporada, Lauren ainda confirmou o que vinha sido falado sobre a produção: que serão quatro episódios de 90 minutos, cada um passado numa estação diferente (inverno, primavera, verão e outono). “Por isso é que se chama ‘Um Ano na Vida’”, ela explicou, referindo-se ao título original em inglês. Centrada no cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory (Alexis Bledel) na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, a atração serviu para lançar a carreira de muitos astros, como Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”), que viveu a chef Sookie, e os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), que disputavam o coração de Rory. Os três participarão do revival, que também trará de volta Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily Gilmore), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane Kim), Matt Czuchry (Logan) e Yanic Truesdale (Michel Gerard). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, é a responsável por continuar a história, escrevendo e dirigindo os episódios, que ainda não têm data de estreia. No Brasil, o serviço de streaming Netflix informou que a produção será chamada de “Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar”.

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  • Série

    Grey’s Anatomy: Após dez anos, Sara Ramirez deixa a série

    20 de maio de 2016 /

    Após 12 temporadas, os fãs de “Grey’s Anatomy” já se acostumaram com as saídas de personagens importantes da série. Mas algumas despedidas são mais doloridas. Não bastassem as perdas de Sandra Oh em 2014 e Patrick Dempsey em 2015, chegou a vez de Sara Ramirez dar adeus à produção, após dez anos como intérprete da Dra. Callie Torres – desde a 2ª temporada da série. A notícia já tinha sido antecipada no Twitter da atriz, mas só foi confirmada na quinta, quando foi ao ar o final da temporada. O destino da Dra Callie Torres, pelo menos, foi similar ao de Cristina Yang, a personagem de Oh, e não uma tragédia como a que tirou da série o Dr. Derek Shepherd, vivido por Dempsey. A despedida, rumo a outra cidade, sempre deixa no ar a possibilidade de uma visita, especialmente pela ligação de Callie com Arizona (Jessica Capshaw), com quem compartilha uma filha. As duas personagens protagonizaram um dos mais visíveis casamentos lésbicos da televisão. Ramirez se despediu dos fãs por meio de um comunicado nas redes sociais. “Eu sou profundamente grata em ter passado estes últimos dez anos com a minha família em ‘Grey’s Anatomy’ e na ABC, mas agora tenho que ter algum tempo para mim. Foi incrível trabalhar com Shonda, e definitivamente continuaremos a conversar. Eu mando todo o meu amor para Ellen (Pompeo), o resto do elenco e da equipe, e espero ser para sempre um membro da família Shondaland!”, ela escreveu.

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  • Filme

    Cannes: Após vaias da crítica, filme de Kristen Stewart é aplaudíssimo pelo público

    20 de maio de 2016 /

    Até em Cannes, a crítica e o público não entram em acordo. O festival francês é conhecido pelo comportamento infantil da crítica, que vaia os filmes de que não gosta como se estivesse num estádio de futebol. Mas todo ano há dissonâncias. Filmes vaiados acabam premiados ou consagrados pelo público. Foi o que aconteceu, nesta semana, com “Personal Shopper”. O drama sobrenatural, que volta a reunir a estrela Kristen Stewart e o diretor francês Olivier Assayas, após o premiado “Acima das Núvens”, recebeu vaias sonoras da crítica, mas foi recebido pelo público com uma ovação ainda mais barulhenta. A première rendeu 4 minutos e meio de aplausos e elogios, com a plateia ficando de pé, ao final da projeção, para homenagear o diretor e o elenco. Pura consagração. Mais cedo, Kristen notou que a imprensa exagerou ao noticiar as vaias ao filme. “Não foi todo mundo que vaiou. Foi uma reação bem dividida”, disse a estrela. No filme, ela vive Maureen, uma assistente-escrava de um celebridade, que aceita os abusos da patroa irritante porque o trabalho lhe permite ficar em Paris “esperando”. Ela passa o tempo escolhendo roupas para a chefe enquanto aguarda o fantasma de seu irmão gêmeo lhe procurar. Os dois compartilhavam a mesma condição congênita, um coração fraco, e tinham um acordo mediúnico sobre esta situação. Aquele que morresse primeiro contataria o outro diretamente do além. E é o que ela espera que aconteça, após o irmão morrer na capital parisiense. O filme deixa claro que fantasmas existem. Mas também há outros perigos, no mundo dos bem vivos, na trama. Por enquanto, “Personal Shopper” só tem estreia comercial marcada para a Europa, em outubro.

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  • Filme

    Cannes: Terror com Elle Fanning rende vaias e palavrões

    20 de maio de 2016 /

    Cinco anos após ganhar o prêmio de direção no festival com “Drive” (2011), o diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn trocou de classe, deixando os incensados para se juntar aos vaiados em Cannes. Seu novo filme, o terror “The Neon Demon”, rendeu apupos sonoros, acompanhados por palavrões estrondantes, durante sua première no festival francês. Mesmo assim, teve quem se entusiasmasse com a estética adotada pelo cineasta para descrever o mundo da moda, com visual publicitário, canibalismo sangrento e trilha eletrônica. “The Neon Demon” acompanha a ascensão relâmpago de uma nova top model, Jesse (Elle Fanning), recém-chegada do interior, que estoura no mundo dos editoriais de moda e passarelas da sofisticada Los Angeles. Com sua beleza e ingenuidade, ela encanta agentes, fotógrafos e estilistas. Mas o mundo fashion é extremamente competitivo e seu sucesso desperta a inveja de um grupo de modelos capazes de tudo. O filme já começa com uma sessão fotográfica em que Jesse aparece coberta de sangue, num simbolismo do “mercado de carne” que seria a profissão de modelo. Trata-se apenas de um apetitivo para o verdadeiro banho de sangue e cenas de delírio que se seguem. Mas até a violência proposta é estilizada. “É um filme de terror adolescente sobre o universo da moda”, definiu Refn durante a entrevista coletiva. “Há algo aterrorizante na ideia de que o mundo deve ser só a beleza. E ainda assim é uma obsessão que só aumenta. Vemos isso acontecer na mídia social, na TV e nos filmes. Tenho duas filhas pequenas, e isso me assusta”, ponderou. Ao contrário de seus filmes anteriores, dominados por protagonistas masculinos, “The Neon Demon” é povoado por personagens femininas fortes, deixando intérpretes como Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”) e Desmond Harrington (série “Dexter”) em posições inferiores às personagens de Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jena Malone (franquia “Jogos Vorazes”), Bella Heathcote (“Sombras da Noite”) e Christina Hendricks (série “Mad Men”). “Em ‘Drive’, levei a masculinidade do protagonista quase ao nível do homoerotismo. ‘Apenas Deus Perdoa’ era sobre emasculação, a ponto de sugerir um retorno ao útero materno. Em ‘The Neon Demon’, os homens são como as namoradas dos filmes anteriores. As mulheres, ao contrário, são tudo, estão no controle. Os homens que aparecem na história são representações de medo, de controle, e do instinto predatório. Eles são dominados por personagens femininos que permitem que eles tenham comportamento predatório, ou como o namorado de bom coração”, comparou o cineasta. A protagonista Elle Fanning tem só 18 anos e perdeu sua noite de formatura para acompanhar a première em Cannes. Mas sua simpatia ajudou a diminuir parte da resistência da crítica. “Eu comecei a atuar ainda garotinha, mas nunca perdi o perfil de quem vem de cidade pequena para tentar a sorte num lugar como Hollywood. Isso gera uma relação direta com a trama de ‘The Neon Demon'”, ela explicou, assumindo o paralelismo do filme com sua própria carreira. Ela também citou outra influência, a princípio nem tão clara, no desenvolvimento da trama. “A gente conversava muito sobre Dorothy de ‘O Magico de Oz’, que sai de um lugar pequeno para cair num universo fantástico. Mas, no nosso filme, o universo é sombrio”. Refn também aproveitou para explicar sua decisão de filmar um clima tão forte de terror. “Tive que falar sobre esse tema usando uma linguagem visual que os adolescentes de hoje compreendem. A criatividade, hoje, tem a ver com reações”, ele apontou, ao mesmo tempo em que se assumiu um cineasta punk rock, dizendo um palavrão: “fuck the system!” Nisso, Refn e a crítica concordaram. Ao final da première, não faltaram palavras fortes e sonoras como reação ao filme.

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    Cannes: Filme de Sean Penn é recebido com risos e piadas

    20 de maio de 2016 /

    A exibição do novo filme dirigido por Sean Penn, “The Last Face”, gerou uma reação inusitada do público e da crítica internacional presente no Festival de Cannes. Ao contrário de outros longas que não agradaram, ele não sofreu vaias. Em vez disso, rendeu risadas e piadas. “The Last Face” é uma história romântica sobre um médico de uma ONG, vivido pelo espanhol Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall), e uma diretora de uma agência internacional de socorro a vítimas de regiões em conflito, interpretada pela sul-africana Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Ambientado entre campos de refugiados da África, o filme tem sua mensagem humanitária comprometida por um romantismo antiquado, repleto de diálogos melosos, que conferem à encenação uma atmosfera piegas e brega no último. “Defendo o filme como o ele é. Claro que todo mundo tem direito a reagir a ele da forma que quiser”, disse o ator e cineasta bissexto, que não dirigia desde “Na Natureza Selvagem” (2007). Na trama, o obstinado cirurgião dos Médicos Sem Fronteiras conhece a lobista humanitária durante a Guerra Civil da Libéria, em 2003, e seu romance é temperado pela luta pela sobrevivência durante o trabalho em várias zonas de conflito na África. O filme vai e volta para 2014, na África do Sul, quando os dois tentam uma reaproximação, depois de quase 10 anos separados. “Embarco no processo de fazer filmes olhando para o mundo. Muita coisa do filme é atual. A fome e ódio estão nos afastando de nossa humanidade. A melhor solução é encontrar beleza nas coisas. Mas o que entendemos por beleza hoje em dia é quase sempre uma perversão. E isso é lamentável”, ele proclama. Penn acredita que até um romance meloso pode ser politizado. “Acho importante entreter, quando entretenimento não é sinônimo do comportamento de um Donald Trump”, disse o diretor, referindo-se ao pré-candidato republicano à Presidência dos EUA. “Eu me interesso por filmes como esse, em que o amor está em guerra, e como essas coisas se misturam”, definiu o diretor. Entretanto, foi exatamente essa mistura que gerou constrangimento. As risadas começaram, na primeira exibição, quando a trama quis comparar “a brutalidade da guerra” com a “brutalidade de um amor impossível entre um homem e uma mulher”. E aumentaram quando ficou clara a quantidade de brancos (o franco-marroquino Jean Reno, o inglês Jared Harris, a francesa Adèle Exarchopoulos e até o filho do diretor estão no elenco) que ocupam o centro dramático, enquanto negros coadjuvam ou figuram como “causa”, numa África que há muito deixou de ser colonial. Isto até rende uma discussão política, mas não a que o diretor deve ter planejado. Penn quis fazer apenas um filme de amor em tempos de cólera e crise humanitária. O filme teria sido inspirado pelo romance entre Penn e Theron, ambos conhecidos por seus posicionamentos sociais. Mas, ao final da produção, esse relacionamento pessoal foi encerrado. Agora, os dois voltam a se encontrar, durante a divulgação, tendo que lidar com a rejeição ao trabalho. Destruído pela crítica, “The Last Face” está sendo considerado o pior longa-metragem do Festival de Cannes.

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    Cannes: Cristian Mungiu mostra a força irresistível da corrupção

    20 de maio de 2016 /

    O romeno Cristian Mungiu já tem uma Palma de Ouro, por “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias” (2007), uma obra-prima sobre o horror da vida sob os escombros do comunismo, cujo título descreve um aborto. Ele também foi premiado em Cannes pelo roteiro de “Além das Montanhas” (2012), em que a crença religiosa leva uma jovem à morte. Cineasta que dá cores vivas a um mundo repleto de tons de cinza, ele volta a focar escolhas morais em situações limite em seu novo drama, “Graduation” (“Bacalaureat” no original e “formatura” em tradução literal). O filme gira em torno de um pai dedicado e médico de uma pequena cidade da Transilvânia, chamado Romeo (vivido por Adrian Titieni, de “Instinto Materno”), que preparou a filha (Maria-Victoria Dragus, de “A Fita Vermelha”) para ganhar uma bolsa de estudo para estudar na Inglaterra. Mas, às vésperas dos exames finais do colegial, ela sofre um ataque sexual, desmorona e põe em risco os planos de estudar longe da Romênia. Diante do problema, o pai se desespera e apela para formas de garantir a aprovação da filha, num país marcado pela corrupção e distribuição de propinas, mesmo que isso comprometa todos os princípios que ele ensinou para a menina. Para complicar ainda mais, há uma operação policial contra a corrupção no país – uma Lava Jato romena. A história de “Graduation”, como toda a obra de Mungiu, vem da experiência de viver numa sociedade atrasada por décadas de burocracia comunista, mas encontra enorme ressonância no mundo contemporâneo. A citação à Lava Jato já demonstra como o filme se aproxima da realidade do Brasil, mostrando a universalidade do tema proposto. “A história de Romeo é também uma história sobre uma sociedade e suas instituições”, explicou Mungiu, durante a entrevista coletiva no festival. “Há uma relação entre compromisso, corrupção, educação e pobreza?”, ele questiona, mostrando o debate político que a trama é capaz de inspirar. Ao colocar seus personagens diante de escolhas morais, transfere as mesmas perguntas ao espectador. “O filme fala de um pai que escolhe o que acha ser o melhor para a filha, se é aprendendo a viver no mundo real ou a lutar da forma que for possível para mudar esse mundo”. O cineasta filma tudo com grande naturalismo, sem histeria, como um registro sóbrio de uma realidade social. E foca o mundo inteiro. “Esta história não fala somente da Romênia, mas de uma forma de fazer certas coisas, de como deixamos o comércio entrar em nossas vidas. Espero que seja um filme universal”, ele conclui.

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