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  • Música

    Rihanna fica seminua e provoca com sensualidade no clipe de Kiss It Better

    1 de abril de 2016 /

    A cantora Rihanna lançou um novo clipe provocante, em que aparece seminua, coberta apenas por lençóis de seda transparente ou camisolas do mesmo material, deixando entrever seus seios, enquanto canta uma letra convidativa para um amante idealizado. Apesar do alerta de “cenas explícitas” do YouTube, o vídeo da música “Kiss It Better” foi realizado com uma sensualidade de revista de moda, em preto e branco, sem background e com apenas Rihanna em cena. Longe de parecer vulgar, ele valoriza o corpo da cantora, que aparece confortável consigo mesma, como, por sinal, sugere a letra da canção. O responsável pela gravação foi o fotógrafo inglês Craig McDean, que clica campanhas para as principais grifes do planeta – Gucci, Yves Saint Lauren, Giorgio Armani, Oscar de la Renta, Calvin Klein, etc. Ele já lançou livros de fotografias, mas o clipe de Rihanna é sua primeira incursão na direção de imagens em movimento. O trabalho se provou um sucesso. Em menos de 24 horas, o vídeo oficial foi visto mais de 4 milhões de vezes e repercutiu forte nas redes sociais. “Kiss It Better” faz parte do oitavo disco da cantora, “Anti”, que diziam não ser “muito comercial”. A sonoridade, que remete à produções dos anos 1980, evoca a época com a ajuda de um sobrevivente do período. Quem toca guitarra é ninguém menos que o português Nuno Bettencourt, da banda Extreme. Para quem não lembra, ele também distorceu o pop clássico de Janet Jackson “Black Cat”.

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  • Filme

    Para Minha Amada Morta: Aly Muritiba conta como se faz suspense com um filme autoral

    1 de abril de 2016 /

    “Para minha Amada Morta” estreou mundialmente no prestigiado Festival de San Sebastián (Espanha), foi premiado no Festival de Montreal (Canadá) e recebeu seis troféus no Festival de Brasília (incluindo Melhor Filme) antes de iniciar seu desafio comercial, com o lançamento nos cinemas nesta quinta-feira (31/3). O filme gira em torno de um homem que, após o desaparecimento da mulher, descobre um outro lado dela através de uma fita de VHS, e embarca numa jornada de aparente vingança. Nesta conversa exclusiva com o Pipoca Moderna, o diretor e roteirista Aly Muritiba analisou os temas centrais (a desconstrução do amor romântico idealizado, entre eles), os recursos estilísticos para contar a sua história e considerou “sorte” encontrar uma distribuidora para lançar no Brasil sua produção autoral. De resto, Muritiba já trabalha em novos projetos – uma adaptação literária da obra de Daniel Galera, “Barba Ensopada de Sangue”, outra do livro “Jesus Kid”, de Lourenço Muratelli, e “Ferrugem”, no qual é responsável por argumento, roteiro e direção. O filme traz uma espécie de duelo entre dois homens, onde a “amada morta” do título é uma espécie de peso “etéreo” que sufoca a vida dos protagonistas… Como é que surgiu a ideia para a história? Eu queria fazer um filme sobre projeção e idealização, sobre a criação da imagem que fazemos de alguém e que nos faz amar esta pessoa. No fim das contas, todo o argumento do filme parte deste ponto: quem é a pessoa que amamos? É possível conhecê-la ou apenas fazer uma ideia do que ela seja a partir de fragmentos de informações que, juntas, formam uma projeção, uma imagem que aprendemos a amar? A partir daí, criei esta trama sobre um sujeito que ama e idealiza profundamente uma mulher, cuja imagem é confrontada por um registro numa fita VHS. Em termos de abordagem, “Para minha Amada Morta” apresenta uma proposta de cinema de autor em função do ritmo, de alguns recursos típicos (fora de campo, fundo desfocado) e de intensidade, ao situar-se mais no diálogos que na ação. Ao mesmo tempo, roça o cinema de gênero com uma história de paixão, traição, investigação e vingança. Como pensou/geriu a combinação destes elementos? Pensando sob o ponto de vista do roteiro, “Para minha Amada Morta” parte de uma premissa bastante simples: o que uma pessoa faz ao descobrir algo que, de certo modo, contradiz tudo o que ele pensava sobre o maior amor de sua vida? A resposta a esta pergunta, óbvio, depende da natureza da descoberta. O que proponho, então, é fazer com que o espectador sinta primeiro o amor devotado por uma pessoa à outra. Então construo este outro a quem o amor é devotado baseando-me em reminiscências (a ausência da pessoa amada, que no meu filme está morta, é presentificada por objetos, roupas, fotos e vídeos) para assim fazer com que o espectador, sem que ele se dê conta, experimente a idealização da pessoa amada. E por ultimo proponho que o espectador descubra junto o personagem aquilo que é capaz de desconstruir a idealização e, portanto, o amor. Trocando em miúdos, eu faço com que o espectador esteja todo o tempo com o protagonista do filme, faço com que o espectador saiba tanto quanto o protagonista, sem, no entanto, saber qual será o próximo passo do protagonista. E esta manobra é muito característica do suspense: nunca saber qual o próximo passo, nunca conseguirmos nos antecipar aos eventos. Por outro lado, o meu protagonista, de posse da informação que deteriora a imagem que ele fazia de sua amada, parte numa espécie de investigação e reconstrução de fatos do passado, ações pertinentes ao thriller. No que diz respeito à direção, aí a questão foi mais no sentido de encontrar a melhor maneira de colocar no espaço este sujeito tão deslocado e perdido, que é o meu protagonista, e, ao mesmo tempo, trabalhar com a duração (ritmo da montagem) de modo a maximizar a sensação de suspensão. Enfim, estes elementos do cinema do gênero já estavam no roteiro, mas, para mim, fazer cinema de gênero apenas copiando os códigos não faz o menor sentido, não é excitante. Então, fui buscar no espectador que sou o tipo e filme que gostaria de ver, e me dei conta de que seria um filme em que eu fosse convidado a participar todo o tempo, criando, descobrindo, escrevinhando mesmo, sabe. E, para mim, isto passa pela longa duração dos planos, pelo quadro mais aberto permitindo a varredura, pelos silêncios e pelo extra-quadro. Daí o desafio tornou-se conjugar este roteiro tão marcadamente de gênero com um desejo de direção distinto. O filme também sugere questões complexas sobre o adultério, particularmente na perspetiva masculina. Um dos homens lida com a traição e com uma mulher que pode ser tanto vista como “liberal” quanto como “promíscua”; o outro tem uma mulher casta e submissa, que aceita o adultério da parte dele, mas que nunca receberia a mesma compreensão em contrapartida… Mas, no fim das contas, é um filme de amor. São homens que amaram de maneira muito distinta a mesma mulher, que foi capaz de amá-los profundamente ao mesmo tempo. O mesmo vale para a personagem da Raquel (Mayana Neiva), a esposa evangélica, onde o amor se realiza como perdão. Sabe, eu não costumo fazer julgamentos morais de meus personagens e acho que este é um péssimo caminho para que um roteirista enverede, mas se eu pudesse julgá-los agora, a posteriori, eu diria que a amada que dá nome ao filme é a personagem mais completa da trama, no sentido de que nasceu, amou e morreu. O ciclo dela foi completo, no sentido de termo, mas também de completude. Aos que ficaram é que sobrou o vazio, a falta, a saudade. Ou seja, ela era um baita ser humano, daqueles que amamos com todos os nossos músculos. Os “duelos” entre os dois atores principais rendem sequências memoráveis. Como foi a escolha deles, particularmente do Lourinelson Vladimir? O Lourinelson fez um filme pouco conhecido chamado “Curitiba Zero Grau” e foi ali que eu conheci seu trabalho. Ele é um baita ator, daqueles que dominam o palco e a plateia com poucos. Ao vê-lo atuar no cinema e depois nos palcos percebi que ele tinha a força de que eu precisava. No caso do Fernando Alves Pinto, bem, eu escrevi o papel para ele fazer. Não por acaso, o personagem carrega o nome do ator. O bacana é que o Nando tem uma ternura muito bela no olhar, no sorriso, que é o contrário do que tem o Louri, um sujeito mais bruto. São seres humanos muito sensíveis, mas de naturezas muito distintas. Um é ar, o outro é terra. E era exatamente desta combinação que eu precisava para construir estes embates. Os mercados mundiais de cinema ressentem-se de um monopólio na distribuição por poucas empresas que impõem um determinado tipo de cinema. Como é que vê a veiculação do filme no contexto da distribuição no Brasil? Distribuir filmes pequenos, autorais, é uma tarefa inglória, afinal o parque exibidor é formado por empresários, que até podem gostar de cinema, mas sua prioridade é o lucro, e, convenhamos, nossos filmes não dão lucro. Então encontrar pelo caminho uma empresa distribuidora como a Vitrine Filmes, que topa botar no mercado filmes como o meu, é como estar perdido no exterior com seu cartão de crédito bloqueado e encontrar um amigo. Como foi a passagem pelo Festival de San Sebastián? San Sebastian foi super importante para maturação do projeto. O “Para Minha Amada Morta” esteve lá em 2013, quando ainda era apenas um roteiro, no Foro de Coproducción, uma ação de mercado de cinema onde você discute seu projeto com profissionais da indústria, e voltou lá em 2014 para o Cine En Construccion, que é uma sessão onde se exibem filmes ainda em processo de finalização e se recebe feedbacks. Ter estado lá estas duas feitas foi ótimo para mim e para que o filme se tornasse o que se tornou, um filme maduro. Quando em 2015 eu fui, enfim, exibir o meu filme no Festival de San Sebastian, eu estava bem seguro do filme que levava, e a indústria já sabia o que esperar, o que é bom, pois assim as surpresas ficam reservadas ao público, que aliás, recebeu “Para Minha Amada Morta” de maneira muito calorosa. Veja Também a Crítica: PARA MINHA AMADA MORTA SUBVERTE AS REGRAS DO SUSPENSE

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    Ben Affleck escreveu o roteiro de um filme solo do Batman

    1 de abril de 2016 /

    O ator Ben Affleck, que estreou como Batman no filme “Batman vs. Superman”, já escreveu um roteiro para um filme solo do herói dos quadrinhos. A notícia não é um rumor sem fonte. A revelação foi feita ao site The Hollywood Reporter durante uma entrevista dos agentes do ator, Ari Emanuel e Patrick Whitesell da WME-IMG, uma das maiores agências de talentos de Hollywood. “Tem um roteiro que ele escreveu que é uma ideia (para o Batman) muito legal, então existe essa opção”, disse Whitesell, confirmando, por sinal, um antigo boato divulgado pelo site Deadline. Segundo o mesmo boato, Affleck estaria se preparando para dirigir sua própria versão de Batman, escrita em parceria com o diretor criativo da DC Comics, Geoff Johns. O agente, porém, não mencionou a parceria com Johns, nem falou sobre uma possível direção de Affleck. Oficialmente, o ator vai voltar a aparecer como Batman no filme “Esquadrão Suicida”, que estreia em agosto, e em “Liga da Justiça: Parte Um”, que começa a ser filmado em 11 de abril, com direção de Zack Snyder (também de “Batman vs. Superman”). Ele também tem contrato para estrelar “Liga da Justiça: Parte 2”, previsto para 2019. Mas apenas isso. O filme solo de “Batman” representaria um novo contrato de Affleck com a Warner, após “Batman vs. Superman” bater diversos recordes e arrecadar mais de US$ 500 milhões em seus primeiros dias de exibição mundial.

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    Hans Zimmer avisa que Batman vs. Superman foi sua última trilha de super-heróis

    1 de abril de 2016 /

    O compositor Hans Zimmer não pretende voltar a fazer trilhas de super-heróis. Responsável pela musicalidade retumbante dos filmes de Christopher Nolan, incluindo a trilogia “Batman”, Zimmer também assinou as trilhas de “O Homem de Aço” (2013), “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014) e “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. Em entrevista à BBC, ele afirmou que “Batman vs. Superman” foi seu último trabalho no gênero. “Estou oficialmente aposentado dos filmes de super-herói. ‘Batman vs Superman’ foi muito difícil para mim, no sentido de achar uma nova linguagem”, explicou, dizendo-se esgotado. Isto significa que os filmes “Liga da Justiça” e “Mulher-Maravilha”, previstos para 2017, terão uma nova identidade sonora. Zimmer, entretanto, vai manter sua parceria com o cineasta que levou para esse caminho, Christopher Nolan, com quem trabalhou também em “O Grande Truque” (2006), “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). Seu próximo trabalho será novamente um filme do diretor, “Dunkirk”, com estreia também prevista para 2017.

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    Fã cria abaixo-assinado para tirar Zack Snyder do comando da Liga da Justiça

    1 de abril de 2016 /

    Uma petição online no site Change.org está tentando juntar fãs para pedir uma troca de comando nos filmes de super-heróis da DC Comics. A principal revindicação é que o diretor Zack Syner não faça os dois filmes da “Liga da Justiça”, já anunciados para os próximos anos. O problema é que, no texto em que pede as assinaturas, o autor, Brian Cruz, comete um erro de informação, mostrando-se não tão ligado assim no universo que pretende defender. “Zack Snyder não é a pessoa certa para levar a Liga da Justiça para a tela grande. Ele já teve duas chances para adaptar personagens da DC Comics, e teve resultados medianos”, escreveu o autor da petição, dizendo-se, em seguida, fã de “Batman vs. Superman”. Pois é. O detalhe é que Snyder já dirigiu três filmes da DC Comics: “Watchmen” (2009), “O Homem de Aço” (2013) e agora “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Até o fim de março (31/3), apenas 12,3 mil pessoas assinaram o abaixo-assinado, apesar de um link para a petição ter sido postado no site nerd ComicBookMovie. As filmagens de “Liga Justiça: Parte Um”, comandadas por Snyder, estão programadas para começar já no dia 11 de abril. O filme estreia em novembro de 2017 e tem uma continuação programada para 2019.

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    Baywatch: Fotos reúnem o elenco da versão de cinema de SOS Malibu

    1 de abril de 2016 /

    O ator Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) divulgou as primeiras fotos que reúnem o elenco central de “Baywatch”, versão para o cinema da série de salva-vidas dos anos 1990 “SOS Malibu”, além de posar ao lado de David Hasselhoff, o astro da atração televisiva, e duas das beldades vestidas nos novos maiôs vermelhos da produção. Além de “The Rock”, o elenco de salva-vidas inclui Zac Efron (“Vizinhos”), Alexandra Daddario (também de “Terremoto – A Falha de San Andreas”), Jon Bass (série “Big Time in Hollywood, FL”), Ilfenesh Hadera (série “Billions”) e a modelo Kelly Rohrbach (série “Rizzoli & Isles”). O elenco ainda inclui Priyanka Chopra (série “Quantico”) como vilã. Escrita por Robert Ben Garant (“Uma Noite no Museu”) e Justin Malen (série “Trophy Wife”), e com direção de Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”), “Baywatch” tem previsão de estreia apenas para maio de 2017.

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    Desierto: Discurso de Trump contra mexicanos inspira psicopata no trailer do novo filme de Gael Garcia Bernal

    1 de abril de 2016 /

    A Itaca Films divulgou dois pôsteres um novo trailer de “Desierto”, suspense estrelado por Gael Garcia Bernal (atualmente em cartaz em “Zoom”), que usa um discurso duro de Donald Trump, candidato à presidência dos EUA, contra os imigrantes mexicanos. Enquanto se ouve o político falar mal do povo mexicano, as imagens mostram “ilegales” atravessando o deserto para tentar a vida nos EUA, demonstrando sua fé e vontade de prosperar, até que viram alvos de um cowboy psicopata, que busca abatê-los com um rifle. Ao final, o vídeo alerta: “As palavras são tão perigosas quanto balas”. Dirigido por Jonás Cuarón, roteirista de “Gravidade” (2013) e filho do cineasta vencedor do Oscar Alfonso Cuarón, o filme faz uma analogia entre o personagem de Bernal e o Moisés que busca a terra prometida. No caso, Moisés é um imigrante mexicano, que atravessa o deserto que separa seu país dos EUA na companhia de outros retirantes, com a esperança de uma vida melhor. Mas o que lhes espera no meio do caminho é um psicopata racista com chapéu de cowboy, armado com um rifle e acompanhado por um cachorro treinado para matar. Jeffrey Dean Morgan (o Negan da série “The Walking Dead”), único americano do elenco, vive o assassino. Entre os demais atores mexicanos, estão Diego Cataño (“Selvagens”), Marco Pérez (“Amores Brutos”) e a estreante Alondra Hidalgo. O filme estreia em 15 de abril no México, e ainda não tem previsão de lançamento nem no Brasil nem nos EUA.

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