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  • Série

    Netflix desenvolve nova série de super-herói centrada no Justiceiro

    17 de janeiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netfix está planejando desenvolver uma série do Justiceiro, que irá reestrear no universo “live action” da Marvel na 2ª temporada de “Demolidor”. Segundo o site TVLine, o projeto será desenvolvido como um spin-off estrelado por Jon Bernthal (série “The Walking Dead”), intérprete do personagem na produção do herói cego. Em “Demolidor”, o Justiceiro será apresentado como um vigilante que quer acabar com os mafiosos de Hell’s Kitchen – como Matt Murdoch. Mas, ao contrário do Demolidor, ele estará disposto a usar todos os meios necessários para realizar seus objetivos, especialmente os mais letais. A 2ª temporada de “Demolidor” também vai introduzir a heroína Elektra (Elodie Yung, de “G.I. Joe: Retaliação”), e tem estreia marcada para 18 de março.

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  • Filme

    Ronda Rousey vai malhar Tina Fey em comédia

    17 de janeiro de 2016 /

    A lutadora Ronda Rousey vai arrancar o couro de Tina Fey na vindoura comédia “Do Nothing Bitches”. Segundo a Variety, a trama vai mostrar esposas mimadas que resolvem entrar num acampamento onde Ronda Rousey é uma das instrutoras. O roteiro foi escrito por Paula Pell, com quem Tina Fey trabalhou no humorístico “Saturday Night Live” e na comédia “Irmãs”. Por sinal, este filme marcou a estreia de Pell no cinema com grande sucesso nos EUA. Ele estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta (21/1). Assim como “Irmãs”, “Do Nothing Bitches” terá produção da Universal Pictures, que ainda não definiu o diretor nem agendou a estreia. Enquanto planeja sua volta aos ringues, Rousey também se prepara para estrelar o remake de “Matador de Aluguel” e o thriller de ação “Mile 22”.

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  • Filme

    Connie Nielsen será a mãe da Mulher Maravilha

    17 de janeiro de 2016 /

    A atriz dinamarquesa Connie Nielsen, que viveu a mãe da “Ninfomaníaca” (2013), será agora a mãe da Mulher Maravilha no cinema. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, ela foi contratada para viver a Rainha Hipólita, líder das amazonas e mãe da heroína. O estúdio Warner Bros. chegou a negociar com Nicole Kidman, mas houve conflito da produção do filme com as gravações de “Big Little Lies”, minissérie da HBO que, além de estrelar, ela vai produzir. De acordo com a Variety, Robin Wright (série “House of Cards”) chegou a ser cogitada para o papel, mas o estúdio preferir mantê-la no papel para o qual foi originalmente contratada. Ela está no filme como outra guerreira. O elenco de “Mulher-Maravilha” também destaca Gal Gadot como Diana Prince/Mulher-Maravilha, Chris Pine (franquia “Star Trek”) como o Capitão Steve Trevor, além de Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). As filmagens já começaram na Inglaterra, com roteiro de Jason Fuchs (“Peter Pan”) e direção a cargo de Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”). A estreia está prevista para junho de 2017.

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  • Filme

    The Veil: Lily Rabe e Jessica Alba encontram o terror em trailer possuído

    16 de janeiro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou 26 fotos, o pôster e o primeiro trailer de “The Veil”, novo terror da produtora Blumhouse (“A Entidade”, “Atividade Paranormal”). A prévia junta duas das características mais marcantes dos filmes da companhia, o falso documentário e o elenco acima da média nas produções do gênero, desta vez juntas num mesmo produto. Mais revelante, porém, é o clima absolutamente tenso do trailer, que combina seita suicida, cabana remota e possessão diabólica. A trama gira em torno de uma seita religiosa conhecida como Véu do Céu, cujos membros cometeram suicídio coletivo. A verdade por trás do que realmente aconteceu se mantém na memória da única sobrevivente do massacre, uma menina de cinco anos. Já adulta, ela retorna ao local das mortes, acompanhada por uma equipe de filmagem, apenas para descobrir que, por trás das mortes, existiam mistérios mais aterrorizantes do que poderia ter imaginado. No elenco, estão Lily Rabe (série “American Horror Story”), Jessica Alba (do primeiro “Quarteto Fantástico”) e Thomas Jane (série “The Expanse”). O roteiro foi escrito por Robert Ben Garant, mais conhecido pela comédia “Uma Noite no Museu” (2006), mas que também escreveu “Jessebelle: O Passado Nunca Morre” (2014). Já a direção ficou a cargo do sumido Phil Joanou, que ganhou notoriedade com o documentário “U2: Rattle and Hum” (1988) e não filmava há dez anos, desde “A Gangue Está em Campo” (2006). “The Veil” estreia em 2 de fevereiro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Colonia: Emma Watson entra em seita sinistra em novo trailer de suspense

    16 de janeiro de 2016 /

    A 20th Century Fox da Alemanha divulgou 25 fotos, o pôster e o novo trailer do filme “Colonia”, estrelado por Emma Watson (“Noé”) e Daniel Brühl (“Rush: No Limite da Emoção”). A prévia mistura política, suspense e até clima de terror, ao retratar o drama dos desaparecidos no Chile e a rotina brutal de uma seita comandada por um nazista. Baseada em fatos verídicos, a trama acompanha um jovem casal separado pelo golpe militar no Chile em 1973. Brühl é preso e enviado para uma comunidade rural chamada Colonia Dignidad, isolada de tudo e de todos, no sul do país. No local, vigiado por cercas e guardas armados, também havia uma seita liderada por um nazista, que cometia abusos contra seus integrantes, além de ministrar torturas encomendadas pelo governo militar. Contra todas as advertências, a personagem de Watson decide se juntar à seita para entrar na Colonia, e passa a viver dias sombrios na esperança de achar seu marido. O elenco ainda conta com Michael Nyqvist (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Richenda Carey (“Mentiras Sinceras”) e Vicky Krieps (“O Homem Mais Procurado”) Dirigido pelo alemão Florian Gallenberger (“Sombras do Passado”), “Colonia” teve sua première mundial no Festival de Toronto e estreia em 18 de fevereiro na Alemanha. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil

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  • Filme

    Christian Bale desiste de viver Enzo Ferrari no cinema por medo de engordar

    16 de janeiro de 2016 /

    O ator Christian Bale desistiu de estrelar a cinebiografia “Enzo Ferrari”. Dirigido por Michael Mann (“Hackers”), o filme pretende contar a história do criador da mais famosa montadora de carros do planeta, a Ferrari. Segundo o site da revista Variety, a saída de Christian Bale se deu por um motivo prosaico: a dificuldade para ganhar peso. O ator chegou a começar o esforço de “engorda”, mas não se sentiu seguro para continuar, por temer não alcançar os quilos necessários antes das filmagens, marcadas para o primeiro semestre deste ano. Além disso, abusar do processo poderia ser prejudicial à sua saúde. Christian Bale é conhecido por se dedicar fisicamente a seus papeis, a ponto de ter virado quase um esqueleto em “O Operário” (2004) e aparecido balofo em “Trapaça” (2013). O emagrecimento visto em “O Vencedor”, por sinal, o ajudou a vencer o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2011. Mas, em seu último filme, “A Grande Aposta”, precisou apenas tirar os sapatos, e mesmo assim foi indicado ao Oscar 2016.

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  • Etc,  Filme

    Ministério Público Federal quer acabar com excesso de cópias dubladas nos cinemas brasileiros

    16 de janeiro de 2016 /

    O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo apresentou ação civil pública contra a Agência Nacional de Cinema (Ancine) e dez distribuidoras de filmes que atuam no país para exigir obrigatoriedade de legendas nos filmes lançados no território nacional. A ação visa proibir as distribuidoras de fornecer apenas cópias dubladas, e a Ancine deverá fiscalizar o cumprimento da ordem. De acordo com o MPF, o objetivo é garantir acessibilidade das pessoas com deficiência auditiva aos filmes exibidos nos cinemas brasileiros, garantindo uma cota de cópias legendadas de cada lançamento. Em inquérito feito pelo Ministério Público, verificou-se que muitos cinemas no país disponibilizam somente cópias dubladas dos filmes, o que inviabiliza a compreensão do conteúdo pelas pessoas com deficiência auditiva, apesar de a legislação brasileira garantir a elas o direito de acesso aos meios de comunicação. Na ação, o MPF pede a adoção dos recursos técnicos necessários para a acessibilidade. Mas o Ministério Público quer mais que a simples legendagem – no que contaria com apoio incondicional de todos os cinéfilos brasileiros. A ação visa incluir a legenda de formato closed caption, que inclui os efeitos sonoros, a fim de garantir a total compreensão da obra pelos deficientes até em lançamentos nacionais. Mais controversa, porém, é a determinação de interferir na imagem da obra original, ao pedir a inclusão de uma janela na tela, trazendo um intérprete de libras (linguagem de sinais) num espaço fixo sobre a imagem projetada no cinema, durante o filme inteiro. A ação pede, em caráter liminar, que, em um prazo de 60 dias, as distribuidoras de filmes citadas insiram legendas abertas ou descritivas na forma closed caption, assim como a janela com intérprete de libras em cópias de todas as produções audiovisuais destinadas ao mercado nacional. A Ancine ainda não se manifestou sobre a ação.

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  • Série

    Laura Dern entra no revival da série Twin Peaks

    16 de janeiro de 2016 /

    Uma as atrizes favoritas do diretor David Lynch, Laura Dern se juntou ao elenco da reencarnação da série “Twin Peaks”. O site TVLine noticiou a contratação da atriz, mas não seu papel, pois tudo relativo à produção do revival permanece envolto em mistério. Dern trabalhou em três dos mais famosos filmes do diretor, “Veludo Azul” (1986), “Coração Selvagem” (1990) e “Império dos Sonhos” (2006). Ela vai se juntar a Amanda Seyfried, Jennifer Jason Leigh, Balthazar Getty, Robert Knepper e Bailey Chase, além de alguns veteranos da série dos anos 1990, como Kyle MacLachlan, Sherilyn Fenn, Sheryl Lee, Michael Horse e Miguel Ferrer. O retorno da série já está sendo gravado no interior do estado de Washington, nos EUA, com todos os episódios dirigidos por Lynch. O cineasta também assina as tramas, em parceria com o co-criador do seriado, Mark Frost. O canal pago americano Showtime deverá exibir a “3ª temporada” de “Twin Peaks” em 2017.

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  • Filme

    Free State of Jones: Matthew McConaughey enfrenta o exército confederado em trailer e fotos

    16 de janeiro de 2016 /

    A STX Entertainment divulgou 12 fotos, o pôster e o primeiro trailer do drama escravagista “Free State of Jones”. A prévia destaca o protagonista Matthew McConaughey (“Interestelar”), que após perder o filho na Guerra Civil americana do século 19 renega o exército confederado e decide se rebelar, unindo-se a fazendeiros pobres e escravos foragidos, para proclamar sua independência da América. Escrito e dirigido por Gary Ross (“Jogos Vorazes”), o filme conta a história verídica de Newton Knight (McConaughey), líder de uma das maiores rebeliões na história da Guerra Civil, que chegou a formar o seu próprio país, conhecido como Estado Livre de Jones (Free State of Jones), em repúdio à divisão dos EUA e a situação dos escravos. Ao longo dos anos, ele também combateu a influência racista do Ku Klux Klan e formou a primeira comunidade interracial do Sul, casando-se com uma ex-escrava. O elenco também inclui Gugu Mbatha-Raw (“O Destino de Júpiter”), Mahershala Ali (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”), Keri Russell (série “The Americans”) e Jacob Lofland (“Maze Runner: Prova de Fogo”). “Free State of Jones” tem previsão de lançamento em 7 de julho no Brasil, duas semanas após a estreia nos EUA.

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  • Música

    Vinyl: Trilha da nova série de Martin Scorsese vai virar coleção de discos

    16 de janeiro de 2016 /

    Além de retratar na tela a música dos anos 1970, “Vinyl”, nova série produzida por Martin Scorsese para o canal pago HBO, terá sua trilha sonora registrada numa coleção de discos. Estão previstos dois CDs e vários EPs, que serão disponibilizado ao longo da transmissão da série. A música da época é o motor da atração, que gira em torno de uma gravadora em busca de um novo som para “reinventar” seu negócio, na véspera do surgimento do punk, do hip-hop e da new wave. A trilha sonora vai priorizar o funk e o glam rock do começo dos anos 1970, com direito também a soul e blues clássico. O primeiro disco, “Vinyl: Music from the HBO Original Series — Volume 1”, será lançado no dia 12 de fevereiro, véspera da estreia da atração, e inclui artistas como David Johanson, do New York Dolls, Mott the Hoople, Otis Redding e The Jimmy Castor Bunch, além de covers e músicas originais, entre elas o tema da série, composto por Sturgill Simpson – que é um cantor country! – e as faixas da banda fictícia Nasty Bits (formada por integrantes do Beach Fossil e James Jagger, o filho de Mick). As coletâneas seguintes vão misturar ainda mais as músicas de diferentes épocas, com faixas de Julian Casablancas, Iggy Pop, The Arcs, Chris Cornell, Royal Blood, e Charlie Wilson. A ideia é que, a cada sexta-feira, seja disponibilizado um EP com as músicas que estarão no próximo episódio do programa. Até que, na véspera do season finale, um novo CD reunirá as melhores canções, “Vinyl: Music from the HBO Original Series — Volume 1: Finale”, previsto para 15 de abril. Chamado originalmente de “History of Music”, o projeto surgiu como ideia de Mick Jagger, que pretendia transformá-lo num filme. Mas o cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), que ficou amigo do cantor durante as filmagens do documentário “Shine a Light” (2008), sobre os Rolling Stones, achou que renderia melhor como série. Ele próprio dirigiu o piloto aprovado pela HBO, que foi roteirizado por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”). “Vinyl” tem estreia mundial marcada para 14 de fevereiro na HBO.

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  • Etc,  Filme

    GloboNews vai exibir o impactante documentário India’s Daughter, proibido na Índia

    16 de janeiro de 2016 /

    O contundente documentário “India’s Daughter”, sobre o estupro coletivo e morte violenta de uma estudante de Medicina num ônibus de Deli em 2012, terá sua estreia nacional pelo canal pago GloboNews, em fevereiro. Realizado pela BBC, o filme reconstitui o crime que gerou uma onda de protestos na Índia e chamou atenção mundial para a quantidade de casos similares que acontecem no país. Escrito e dirigido pela cineasta israelense Leslee Udwin, “India’s Daughter” venceu o Festival de San Diego do ano passado e conquistou vários prêmios com sua estética chocante. Além de reconstituir a brutalidade, narrada em detalhes por um dos criminosos, a diretora entrevistou policiais, advogados, parentes dos envolvidos e registrou um dos estupradores, que, diante da câmera, culpou a jovem de 23 anos por seu próprio estupro. Ele é ecoado por outras vozes captadas pelo documentário, que afirmam que uma mulher decente não andaria nas ruas depois das 21 horas. Jyoti Singh havia ido ao cinema com um amigo. A obra é tão impactante que foi proibida na Índia e o governo do país tentou evitar que fosse disponibilizado no YouTube. Confira o trailer abaixo.

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  • Série

    Love: Vídeos apresentam os personagens da série de comédia de Judd Apatow

    16 de janeiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou dois vídeos focados nos personagens centrais de “Love”, nova série de comédia produzida por Judd Apatow – o cineasta de “Ligeiramente Grávidos” (2007) e “Bem-Vindo aos 40” (2012), além de produtor da série “Girls”. Um dos vídeos destaca o quanto o personagem de Paul Rust (série “Super Fun Night”) é um nerd fracassado, enquanto o outro mostra Gillian Jacobs (série “Community”) se portando feito uma alucinada sem noção. “Love” vai mostrar como esse casal improvável acaba se envolvendo e a forma como lida com suas diferenças. A série foi criada por Apatow, Rust e a roteirista Lesley Arfin (série “Girls”) e, em sua 1ª temporada, terá 10 episódios de meia hora. A estreia está marcada para 19 de fevereiro no Netflix.

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  • Filme

    Creed dá a Stallone sua revanche no Oscar, quatro décadas após Rocky

    16 de janeiro de 2016 /

    Diz a lenda que o desconhecido Sylvester Stallone escreveu o roteiro de “Rocky” em uma semana e, ao oferecer aos estúdios, abriu mão do que poderia receber apenas vendendo sua história (o ator teria pouquíssimos dólares em sua conta bancária na época) para poder protagonizar a obra. Lançado em 1976, a produção não apenas foi um sucesso fenomenal, como venceu o Oscar de Melhor Filme e apresentou um personagem que seria imortalizado na cultura pop. Stallone, porém, não levou sua estatueta e, conforme sua carreira evoluiu, parecia que jamais voltaria a ter outra chance. 40 anos e seis filmes depois, Rocky Balboa retorna ao cinema no que deveria ser a primeira vez em que não é o centro das atenções, mas como é comum aos grandes mitos da ficção, ele rouba a cena em “Creed – Nascido para Lutar”, e de quebra dá a Stallone sua chance de revanche, com a segunda indicação ao Oscar pelo personagem criado lá no final dos anos 1970. Dirigido por Ryan Coogler, o filme é o primeiro do universo de Balboa que não conta com roteiro ou produção de seu astro. Neste sentido, “Creed” é próximo de “Star Wars – O Despertar da Força”: uma franquia “tirada” de seu criador (naquele caso, George Lucas) para ser renovada com um novo elenco usando as estrelas do filmes anteriores como coadjuvantes de luxo em uma trama que emula o original. O centro narrativo é Adonis Creed (Jordan), filho de Apollo, ex-rival e depois amigo de Rocky ao longo quatro filmes. O garoto não passa por problemas financeiros como acontecia com Balboa no original, mas também se encontra prisioneiro de uma vida que não quer, e precisa se provar para além do sobrenome famoso. Michael B. Jordan, que já havia estrelado a estreia de Coogler, “Fruitvale Station – A Última Parada” (2013), entrega uma performance enérgica e também cativante, misturando a arrogância do pai nos filmes anteriores com a insegurança de um iniciante que quer sair da sombra de Apollo (mostrada de forma quase literal na cena da luta em frente ao projetor). A direção de Coogler é inspirada, especialmente no plano-sequência que acompanha Adonis no ringue, inovando na forma como o boxe é fotografado no cinema. E apesar do roteiro ser por demais devedor ao filme de 1976, o interesse nos personagens, o bom trabalho dos atores e o gosto forte de nostalgia são mais do que suficientes para fazer de “Creed” um dos melhores filmes da franquia ao lado do primeiro e do seu anterior direto, “Rocky Balboa” (2006). Mas o coração da obra está mesmo em Stallone. A longevidade do personagem provoca uma simpatia imediata assim que entra em cena, e o ator não decepciona ao encarnar Rocky com um misto de segurança e fragilidade em uma luta inesperada, mas que faz todo o sentido com a trajetória do personagem. Ao trazer Balboa pela primeira vez fora dos ringues, “Creed” deixa mais claro do que nunca a temática insistente da franquia: o vencedor não é aquele que ganha a luta, mas sim o que nunca desiste de lutar.

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