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  • Série

    Nova série derivada de Agents of SHIELD pode ser baseada nos Thunderbolts

    21 de janeiro de 2016 /

    A rede americana ABC pode estar desenvolvendo em segredo uma série sobre os Thunderbolts, um grupo de anti-heróis da Marvel. A especulação partiu do site Comic Book Movie, que percebeu a coincidência entre o nome do novo projeto do canal, “Marvel’s Most Wanted”, com o subtítulo da revista em quadrinhos dos Thunderbolts, que também é Marvel’s Most Wanted. Confira a capa abaixo. O projeto de “Marvel’s Most Wanted” está sendo desenvolvido há mais de um ano por parte da equipe de “Agents of SHIELD”, comandada pelo produtor executivo Jeffrey Bell (também da série “Arquivo X”) e o roteirista Paul Zbyszewski (série “Lost”). A atração seria, inicialmente, um spin-off de “Agents of Shield”, destacando as aventuras do casal Bobbi Morse (Adrianne Palicki) e Lance Hunter (Nick Blood). Mas declarações recentes dos executivos da ABC apontam que ela não será mais um derivado e sim uma série totalmente nova. Ainda assim, a trama poderia começar como uma missão de Bobbi e Hunter, infiltrados nos Thunderbolts para investigar suas operações e descobrindo que o grupo é muito mais perigoso do que se imagina. Nos quadrinhos, o Barão Zemo criou os Thunderbolts a partir do grupo Mestres do Terror. Ao contrário do Esquadrão Suicida da DC Comics, eles são uma equipe de vilões que se disfarça de super-heróis quando lhe convém. Além de Zemo, o grupo já teve participações do Homem-Absorvente (já visto na série “Agents of SHIELD”), Ossos Cruzados (já visto em “Capitão América: O Soldado Invernal”), Mercenário, Mr. Hyde/Calvin Zabo e alguns super-heróis de motivação ambivalente, como Viúva Negra, Gavião Arqueiro, Luke Cage, Justiceiro, Elektra, Deadpool e membros dos Inumanos. Vale lembrar que no ano passado surgiram rumores sobre uma série dos Thunderbolts em desenvolvimento para o serviço de streaming Netflix. Será que o projeto vai aparecer na rede ABC?

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  • Filme

    Jet Li será o adversário de Vin Diesel na nova sequência de Triplo X

    20 de janeiro de 2016 /

    O ator Jet Li (“Os Mercenários”) foi confirmado no elenco do filme “xXx: The Return of Xander Cage”, sequência da franquia “Triplo X”, que será estrelada por Vin Diesel. O nome de Li surgiu entre rumores da escalação, divulgados no começo do ano, mas acabou ficando de fora da relação oficial do elenco, divulgada pela equipe de produção. Apesar disso, o site The Hollywood Reporter confirmou a escalação, dizendo que Li será o grande antagonista de Xander Cage, personagem de Diesel, e terá sua própria equipe para enfrentar os aliados do herói. Além de Diesel, outro veterano da franquia, Samuel L. Jackson, está confirmado na produção, que receberá os reforços de Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), Tony Jaa (“Velozes & Furiosos 7”), a modelo e atriz indiana Deepika Padukone (“Piku”) e o lutador irlandês do MMA Conor McGregor. O filme tem direção de D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e roteiro de Chad St. John (do vindouro “Invasão à Londres”), com revisão de F. Scott Frazier (“Códigos de Defesa”). Ainda não há previsão para o lançamento, que só deve chegar aos cinemas em 2017.

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  • Filme

    Lanterna Verde é confirmado no filme da Liga da Justiça

    20 de janeiro de 2016 /

    Além de exibir os primeiros trechos do filme da Mulher Maravilha e entrevistas com os atores confirmados como integrantes da Liga da Justiça, o programa especial sobre os super-heróis da DC Comics, exibido na noite de terça (19/1) na rede americana CW, também trouxe uma informação bastante esperada entre os fãs de quadrinhos: Lanterna Verde vai participar da Liga. A revelação foi feita pelo diretor criativo da DC Entertainment, Geoff Johns, que também lembrou os planos da Warner para produzir um filme sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, previsto para 2020. “Nós ainda temos de ir para o espaço. Assim, o Lanterna Verde e a Tropa dos Lanternas Verdes estarão vindo para se juntar ao universo da Liga da Justiça”, ele afirmou, durante o programa. Embora não exista informação sobre qual Lanterna Verde irá ingressar na Liga, o filme da Tropa deve garantir a participação dos principais personagens que já vestiram o uniforme do herói. Além dos alienígenas vistos no longa estrelado por Ryan Reynolds em 2011, há tempos circula o boato de que John Stewart, o Lanterna Verde negro da Terra, também estaria na trama – e Tyrese Gibson (franquia “Velozes & Furiosos”) tem feito campanha nas redes sociais para ficar com o papel. Nos quadrinhos, além de Hal Jordan, personagem do primeiro filme, e John Stewart, a Terra ainda teve o anti-herói Guy Gardner e o novato Kyle Rayner como integrantes da Tropa dos Lanternas Verdes. O primeiro filme “Lanterna Verde” custou US$ 200 milhões de produção em 2011 e só arrecadou US$ 219 milhões em todo o mundo, tornando-se o maior fracasso da era dos filmes de super-heróis até o recente lançamento do “Quarteto Fantástico” (2015). Desta vez, a Warner terá um bom tempo para estabelecer o(s) personagem(ns) antes de relançá-lo no cinema. O lançamento da “Tropa dos Lanternas Verdes” só acontecerá após a estreia de dois filmes da “Liga da Justiça”, previstos para 2017 e 2019. A estreia do filme espacial da DC Comics está marcada para 19 de junho de 2020 nos EUA.

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  • Série

    The Night Manager: Minissérie estrelada por Tom Hiddleston ganha trailer legendado

    20 de janeiro de 2016 /

    O canal pago brasileiro AMC divulgou o trailer oficial legendado de “The Night Manager”, minissérie de espionagem estrelada por Tom Hiddleston (“Thor”). A prévia destaca a atmosfera de tensão e o grandioso elenco da produção, que inclui Hugh Laurie (“Tomorrowland”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Tobias Menzies (série “Game of Thrones”), David Harewood (série “Supergirl”) e a portuguesa Aure Atika (“O Verão do Skylab”). A minissérie adapta o livro homônimo de John le Carré (autor de “O Espião que Sabia Demais”) em seis episódios, com roteiros de David Farr (“Hanna”). Na trama, Hiddleston vive Jonathan Pine, um ex-soldado britânico que agora trabalha em um hotel. Um dia, ele conhece Sophie (Atika), uma mulher francesa de origem árabe, que lhe fornece documentos que incriminam Richard Onslow Roper (Laurie), um empresário britânico que fez fortuna no mercado negro vendendo armas. Mas ao decidir informar as autoridades britânicas, ele se vê envolvido numa disputa entre agências de inteligência, que resulta em mortes e o arrasta para as sombras da espionagem. A minissérie deve começar a ser exibida em 22 de fevereiro no Brasil, dois meses antes da estreia no Reino Unido, prevista para 19 de abril.

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  • Filme

    Star Wars: Episódio VIII tem estreia adiada em sete meses

    20 de janeiro de 2016 /

    A Disney anunciou o adiamento na estreia de “Star Wars: Episódio VIII”. Anteriormente previsto para maio de 2017, o filme só chegará aos cinemas sete meses depois, em 15 de dezembro de 2017. Assim, a continuação fará sua estreia dois anos após o lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”, que estreou em 17 de dezembro de 2015, batendo recordes de arrecadação em todo o mundo – US$ 1,87 bilhão e contando – para se tornar a 3ª maior bilheteria da história, atrás apenas de “Titanic” e do campeão “Avatar”. O “Episódio VIII” está atualmente em pré-produção. As filmagens vão começar em fevereiro, continuando a história da catadora de lixo Rey (Daisy Ridley), do stormtrooper desertor Finn (John Boyega) e do piloto da resistência Poe Dameron (Oscar Isaac). Rian Johnson (“Looper: Assassinos do Futuro”) assina a direção e o roteiro, enquanto J.J. Abrams, que dirigiu “O Despertar da Força”, volta apenas como produtor executivo. Na data originalmente prevista para a continuação da saga espacial, o estúdio agora vai lançar “Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias”, que iria chegar aos cinemas em julho. Com o adiantamento, o quinto “Piratas do Caribe” estreará em 26 de maio de 2017. No filme, Johnny Depp volta ao papel do capitão Jack Sparrow, ao lado de Geoffrey Rush e Orlando Bloom como Barbossa e Will Turner, respectivamente. Javier Bardem estreia na franquia como o novo vilão, capitão Salazar. A direção é da dupla Joachim Rønning e Espen Sandberg (“Expedição Kon Tiki”).

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  • Filme

    Liga da Justiça: Intérpretes falam dos novos super-heróis do cinema

    20 de janeiro de 2016 /

    A rede americana CW exibiu na noite de terça (19/1) um especial sobre os super-heróis da DC Comics e, além de reciclar cenas de trailers anteriormente divulgados, o programa apresentou os primeiros vídeos oficiais em que os intérpretes comentam personagens ainda inéditos nos cinemas, como Aquaman (vivido por Jason Momoa, da série “Game of Thrones”), Flash (Ezra Miller, de “As Vantagens de Ser Invisível”) e Ciborgue (Ray Fisher, da série “The Astronaut Wives Club”). A propósito, a arte conceitual do filme da “Liga da Justiça”, que andou circulando em alguns sites nesta semana, foi criada especialmente para o programa do CW, como pode ser conferido abaixo. Todos estes heróis vão se encontrar pela primeira vez em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, que estreia em 24 de março, conforme explica o diretor Zack Snyder no quarto vídeo. Snyder também é o responsável pela direção do filme “Liga da Justiça”, previsto para 2017, e sua continuação, agendada para 2019.

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  • Filme

    Mulher Maravilha: Vídeo revela as primeiras cenas do filme

    20 de janeiro de 2016 /

    A rede americana CW exibiu na noite de terça (19/1) um especial sobre os super-heróis da DC Comics e um dos destaques da produção foi o primeiro olhar sobre o filme solo da “Mulher-Maravilha”, que ainda está no começo de suas filmagens. As primeiras cenas do longa, exibidas durante o programa, foram disponibilizadas num vídeo postado no YouTube, que pode ser conferido abaixo. Elas mostram a heroína em luta contra soldados alemães, brandindo uma espada e até disparando a cavalo para cima dos inimigos. Além de mostrar Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”) como a heroína, também é possível ver Chris Pine (franquia “Star Trek”) como o Capitão Steve Trevor. O elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). O roteiro é de Jason Fuchs (“Peter Pan”) e a direção está a cargo de Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”). A estreia está prevista para junho de 2017.

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  • Filme

    Jennifer Lawrence vai viver amante de Fidel Castro no cinema

    20 de janeiro de 2016 /

    A atriz Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”) definiu com qual papel irá tentar disputar uma indicação ao Oscar 2018. De acordo com o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar uma amante de Fidel Castro, Marita Lorenz, no filme “Marita”, escrito por Eric Warren Singer, roteirista de uma de suas indicações anteriores ao Oscar, “Trapaça” (2013). O longa irá contar como Marita conheceu Fidel em 1959 e começou a ter um caso com ele. Depois de engravidar e abortar aos 19 anos, ela foi embora de Cuba e se juntou à luta anti-comunista nos Estados Unidos, sendo recrutada pela CIA para assassinar Castro. Mas ao voltar à Cuba em 1960, ela acabou cedendo ao amor e não conseguiu concluir a missão. A história da personagem é um misto de fatos e lendas. Ainda viva e morando nos EUA, ela escreveu duas autobiografias, em que alega também ter tido um caso com um ditador venezuelano, participado do assassinato do presidente John F. Kennedy e espionado diplomatas para o FBI nos anos 1970. A Sony adquiriu os direitos do projeto numa disputa com vários estúdios e agora procura definir o diretor, prevendo filmagens em Cuba e um lançamento para o final de 2017, de olho no Oscar. O estúdio recentemente produziu um filme estrelado por Lawrence, a sci-fi “Passengers”, que estreia em dezembro nos EUA.

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  • Etc

    Jamie Foxx vira herói da vida real ao salvar um homem de um carro em chamas

    20 de janeiro de 2016 /

    O ator Jamie Foxx (“Django Livre”) protagonizou uma cena de cinema na vida real, ao resgatar um homem de um carro em chamas, durante a madrugada de terça-feira (19/1) em Los Angeles. O motorista Brett Kyle, de 32 anos, perdeu o controle de seu Toyota Tacoma e capotou em frente à casa do ator. Em um vídeo publicado pelo canal ABC (veja abaixo), Foxx contou que ouviu o acidente e ligou para os bombeiros. Em seguida, correu para fora para ajudar o motorista. O veículo estava virado ao contrário, pegando fogo e o homem contorcia-se ao volante, sem conseguir sair. Foxx teve que cortar seu cinto de segurança para tirá-lo do carro, que, segundo seu relato, foi tomado pelas chamas cinco segundos depois. Depois de arrastar o homem para longe, o ator esperou a chegada dos bombeiros, que o levaram ao hospital para tratar das queimaduras que sofreu. Foxx não mencionou seu ato de heroísmo nas redes sociais, mas os fãs e seguidores o parabenizaram por prestar socorro, assim como o pai da vítima do acidente. “Não importa para mim quem era ou o que ele faz da vida. Apenas a ideia de que alguém faria isso é muito mais do que eu poderia compreender”, disse o pai de Kyle, emocionado.

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  • Filme

    Esquadrão Suicida: Novo trailer é o melhor dos filmes de quadrinhos de 2016

    20 de janeiro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o novo trailer legendado de “Esquadrão Suicida”. Ao som de “Bohemian Rhapsody”, do Queen, a prévia esclarece a premissa, mostrando os vilões encarcerados e a explicação para sua reunião num time. Mas a forma como as cenas são apresentadas, com imagens intensas, interpretação alucinada e frases ácidas, supera as expectativas. Trata-se do melhor trailer de filmes de quadrinhos de 2016. E uma coisa já deixa claro: Margot Robbie (“Golpe Duplo”), como Arlequina, será tão icônica quanto a Mulher Gato de Michelle Pfeiffer. Além de Robbie, o elenco inclui Will Smith (também de “Golpe Duplo”) como o Pistoleiro, Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) como Coringa, Cara Delenvigne (“Cidades de Papel”) como Magia, Jai Courteney (“Divergente”) como Capitão Bumerangue, Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Pompeia”) como o Crocodilo, Joel Kinnaman (“RoboCop”) como Rick Flagg, Adam Beach (“A Conquista da Honra”) como Amarra, Jay Hernandez (“O Albergue”) como El Diablo, a estreante Karen Fukuhara como Katana e Viola Davis (série “How to Get Away with Murder”), que, na pele de Amanda Waller, é a responsável por convencer os vilões a participarem de uma missão suicida em troca da redução de suas penas. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Tudo parece natural em Boi Neon, filme de sensibilidade extraordinária

    20 de janeiro de 2016 /

    Apesar de ser um aspecto da cultura popular, que coexiste com shows de bandas de forró, a vaquejada não é muito bem vista por quem vê crueldade na brincadeira de laçar o boi e fazê-lo ir ao chão. De fato é, mas também não se pode negar sua existência, nem perceber o quanto se trata de um tipo de negócio que movimenta uma quantidade significativa de pessoas, principalmente nas cidades do interior do Nordeste. “Boi Neon”, o novo longa-metragem de Gabriel Mascaro, não só trata do assunto, como tem a ousadia de mostrar a vida das pessoas que atuam em seus bastidores, personagens que não passariam de figurantes na lógica de qualquer outro filme convencional, uma vez que o cinema costuma privilegiar quem fica sob os holofotes ou tem uma história de vida mais ligada a uma trajetória de sucesso. Mascaro inverte também a lógica de gênero, evitando mostrar um vaqueiro com os estereótipos mais comuns. Iremar, interpretado por Juliano Cazarré (“Serra Pelada”), trabalha nos currais, sendo responsável por limpar o rabo do boi e prepará-lo para os peões do espetáculo. No entanto, ele sonha em trabalhar com confecção, especialmente feminina. Até tem uma máquina de costuma bem simples e monta seus manequins a partir do que encontra no lixão. E convive com uma mulher que também foge ao estereótipo feminino, Galega, a mãe solteira vivida por Maeve Jinkings (“O Som ao Redor”), que dirige o caminhão da trupe. Como já havia mostrado em seu trabalho anterior, “Ventos de Agosto” (2014), Mascaro demonstra uma obsessão pelos corpos, seja do homem ou da mulher (e, no caso de “Boi Neon” também dos animais), e muito da força do filme vem do modo como ele visualiza esses corpos. Algumas cenas, porém, podem até ser consideradas fortes, levando em consideração como o cinema brasileiro vem se domesticando desde a década de 1990, com a chamada retomada. De fato, o cineasta pernambucano inclui em seu filme imagens explícitas de sexo (com direito a membro em ereção) e não hesita em mostrar uma cena com um cavalo que certamente vai dar o que falar durante e depois das sessões, até por ser também engraçada. Mas apesar de se destacar dentro da estrutura narrativa, essas cenas não são feitas com um intuito sensacionalista, mas para mostrar os corpos como algo natural, ainda que momentos íntimos, como o sexo, o banho e a depilação, sejam considerados de natureza privada. Além da naturalidade com o trato do corpo, também pode causar estranheza ao grande público a estrutura pouco convencional da narrativa, que foge ao tradicional formato “introdução-desenvolvimento-conclusão”, embora esses elementos estejam presentes, mas de uma maneira mais moderna, por assim dizer. Mascaro privilegia o recorte de determinados momentos das vidas de seus personagens, e lhes dá profundidade. A força de cada cena e diálogo do filme, desde as simples conversas de Iremar com a garotinha que não tem contato com o pai, com os outros vaqueiros colegas ou com Galega, é captada com um senso de realismo impressionante, como já se podia notar em “Ventos de Agosto”, e próprio de um diretor que começou com documentários. Não por acaso, as cenas das vaquejadas se destacam como apropriações de eventos reais. Mas a experiência documental também pode ser traçada em sua opção por focar os bastidores e os personagens menos evidentes das vaquejadas. É fácil entender porque “Boi Neon” fez tanto sucesso no circuito dos festivais internacionais – foi premiado nos festivais de Veneza, Toronto, Rio, Nantes, Hamburgo e Adelaide, entre outros. Difícil é não ficar encantado com a sensibilidade do filme e a forma extraordinária com que capta a vida de pessoas tão simples.

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    Ettore Scola (1931 – 2016)

    20 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cineasta Ettore Scola, um dos principais nomes do cinema italiano. Ele faleceu na terça-feira (19/1), aos 84 anos de idade. O diretor estava internado em um hospital de Roma desde o último domingo (17), em coma no departamento cardiológico da instituição, de acordo com informações da agência de notícias ANSA. Nascido em 1931 na pequena comuna italiana de Trevico, na província de Avellino, Scola se dedicou ao cinema após estudar Direito e atuar como jornalista, ocasião em que conviveu com o futuro colega de profissão Federico Fellini. A amizade com Fellini, por sinal, marcou sua carreira. Além de dirigir o colega, que participou como ator de “Nós Que Nos Amávamos Tanto” (1974), Fellini foi o tema do último filme de sua carreira, o documentário “Que Estranho Chamar-se Federico”, de 2013. Scola começou no cinema como roteirista de comédias ligeiras, como “O Solteirão” (1955), “Um Conde à Italiana” (1957), “Totó na Lua” (1958), “Caprichos de Mulher” (1958), “Aquele Que Sabe Viver” (1962) e outras similares, e continuou no gênero ao passar para trás das câmeras, estreando como cineasta em 1964 com a comédia “Fala-se de Mulheres”, seguida por “Por um Milhão de Dólares” (1964), o início de sua longa colaboração com Victorio Gassman, que o acompanharia em diversos filmes. Sem abrir mão do humor, sua filmografia foi enveredando pela crítica social, destilando comentários ácidos sobre o país e a humanidade em geral. A mudança de tom começou por “Ciúme à Italiana” (1970), que também marcou sua primeira parceria com Marcello Mastroianni. A trama girava em torno de um triângulo amoroso, formado ainda pela bela Monica Vitti e Giancarlo Giannini, mas era mera desculpa para a sátira social e experimentalismo formal do diretor, que fazia os personagens defenderem seus pontos de vista falando diretamente para o público. Ele voltou a trabalhar com Mastroianni em “Rocco Papaleo” (1971), focando as dificuldades encontradas por imigrantes no exterior – o filme se passa nos EUA. Mas o ponto de virada se deu com “Nós Que Nos Amávamos Tanto” (1974), um balanço de geração que havia sonhado com um mundo melhor nos anos 1960 e agora via-se obrigada a fazer um balanço de seus fracassos. Mas a consagração definitiva veio com “Feios, Sujos e Malvados” (1978), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes. Povoado por personagens extremos, o filme acompanhava os integrantes de uma família miserável e desregrada, que passavam o tempo planejando como transar ou matar uns aos outros. Considerado uma obra-prima, “Feios, Sujos e Malvados” é também um dos retratos mais impiedosos da raça humana. Ele realizou muitos outros filmes excepcionais, como “Um Dia Muito Especial” (1977), em que Marcello Mastroianni e Sophia Loren parecem ser os únicos a não se entusiasmar com a visita de Hitler à Itália em 1938, “O Terraço” (1980), que, ao abordar o direito à felicidade, lhe deu o prêmio de Melhor Roteiro em Cannes, “Casanova e a Revolução”, com Mastroianni vivendo um Casanova envelhecido, e o fenomenal “O Baile” (1983), em que a música e a dança contam a história, sem diálogos, de 50 anos da humanidade. Após a indicação de “O Baile” ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Scolla dirigiu seu segundo filme parcialmente falado em inglês, “Macaroni” (1985), em que Jack Lemmon (“Quanto Mais Quente Melhor”) se juntou a Mastroianni numa viagem à Itália. Ele ainda dirigiu Mastroianni em “Splendor” (1989), uma homenagem ao cinema, e “Che Ora È?” (1989), em que pai e filho tentam acertar suas diferenças. Outra de suas musas foi a atriz francesa Fanny Ardant, que o diretor comandou nos clássicos “A Família” (1987) e “O Jantar” (1998). Scolla também dirigiu um grande elenco francês em “A Viagem do Capitão Tornado” (1990), sua homenagem ao teatro, que acompanhava uma companhia itinerante da Idade Média, que incluía Emmanuelle Béart, Jean-François Perrier e Ornella Muti. Mestre do cinema, Scolla não diferenciava entre humor e drama para realizar seus retratos vibrantes, mas bastante cruéis, da experiência humana. Conforme avançou na idade, também aumentaram suas preocupações com a falência dos valores da sociedade – a crise do cinema em “Splendor” (1988), a crise política em “Mario, Maria e Mário” (1993), a crise social em “A História de um Jovem Homem Pobre” (1995) e a crise moral em “Concorrência Desleal” (2001), entre outras obras, cada vez mais dramáticas e desencantadas. Sua morte foi lamentada por Matteo Renzi, primeiro-ministro italiano, para quem a perda do diretor “deixa um enorme vazio na cultura italiana”.

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    Tirando o Atraso: Robert De Niro e Zac Efron são ridicularizados na divulgação do filme

    20 de janeiro de 2016 /

    O estúdio Lionsgate divulgou quatro cenas sem graça da comédia “Tirando o Atraso” e dois novos pôsteres que ridicularizam seus protagonistas, os atores Robert De Niro e Zac Efron. Incluímos também os pôsteres anteriores, para os mercados francês e americano, para equilibrar a divulgação com a dose de sexismo que faltou nas cenas, mas que extrapolam os limites no trailer. No filme, De Niro é o avô viúvo e safado de Efron, que convence o neto a conduzi-lo numa viagem de luto, logo após o funeral de sua mulher. A jornada acaba se desviando quando a dupla conhece garotas na estrada e o vovô decide aproveitar o “spring break” com muito sexo, drogas e música pop ruim. O elenco ainda inclui Julianne Hough (“Rock of Ages”), Audrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Zoey Deutch (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Dermot Mulroney (“Álbum de Família”) e Adam Pally (série “The Mindy Project”). Com direção de Dan Mazer (“Dou-lhes um Ano”), o filme estreia na quinta (21/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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