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    The Birth of a Nation: Filme sobre rebelião de escravos vence Festival de Sundance

    31 de janeiro de 2016 /

    O filme “The Birth of a Nation” foi o grande vencedor do Festival de Sundance 2016. Amplamente reconhecido, levou o troféu principal do júri e também o prêmio do público, além de ter movimentado a negociação mais vultosa da história do festival do cinema independente. Escrito, dirigido e estrelado por Nate Parker (“Sem Escalas”), “The Birth of a Nation” chamou atenção desde sua première, quando foi plaudido de pé pelo público e rendeu os elogios mais entusiasmados da crítica durante a cobertura do evento deste ano. O drama escravagista toma emprestado o título de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. O “Nascimento” original descrevia os negros de forma estereotipada e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. O novo é seu oposto, girando em torno de Nat Turner (vivido por Nate Parker), escravo que liderou uma rebelião de 48 horas contra fazendeiros no estado da Virgínia em 1831, provocando uma retaliação violenta dos brancos. O elenco também inclui Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) e Jackie Earle Haley (“A Hora do Pesadelo”). Na entrevista coletiva do festival, Parker contou que trabalhou no desenvolvimento do filme por sete anos, mas encontrou muitas dificuldades para levar o projeto adiante. Alguns investidores lhe disseram que “não havia público para essa história” e que “as pessoas fora do país não querem ver gente de cor”. Por isso, precisou investir de seu próprio bolso e sacrificar algumas prioridades de sua vida. A situação mudou drasticamente após a repercussão do filme em Sundance, que levou os estúdios de Hollywood a brigarem pelo direito de distribuí-lo nos cinemas, pois a obra já é tida como um potencial favorito ao Oscar 2017. A Fox Searchlight acabou ficando com a produção por US$ 17,5 milhões, o valor mais elevado já pago pela distribuição de um filme do festival. Mas consta que o Netflix chegou a oferecer até US$ 20 milhões. Na hora de se decidir, o diretor optou pela Fox, baseando-se na distribuição do vencedor do Oscar 2014, “12 Anos de Escravidão”. Durante o agradecimento, porém, Nate Parker não perdeu a chance de cutucar a Academia, aludindo à falta de diversidade do Oscar 2016. “Obrigado Sundance por criar uma plataforma para nós crescermos, ao contrário do que o resto de Hollywood está fazendo”, disse o cineasta. “The Birth of the Nation” foi o quarto filme consecutivo a fazer dobradinha na premiação do Júri e do Público no Festival de Sundance. Os anteriores foram “Fruitvale Station: A Última Parada” (2013), “Whiplash – Em Busca da Perfeição” (2014) e “Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer” (2015). Entre os filmes estrangeiros, o prêmio do júri foi para “Sand Storm”, drama israelense que relata a luta das mulheres de uma cidade beduína. Já o público preferiu o colombiano “La Ciénaga entre el Mar y la Tierra”, de Manolo Cruz e Carlos Castillo, sobre o drama de uma mãe e seu filho doente. Júri e público também se dividiram entre o melhor documentário americano. Enquanto o júri preferiu “Weiner”, sobre um político americano envolvido num escândalo sexual, o público premiou “Jim: The James Foley Story”, dedicado ao jornalista americano decapitado pelo Estado Islâmico em 2014. Entretanto, as opiniões – e as premiações – convergiram em relação ao melhor documentário estrangeiro: “Sonita”, a história de uma refugiada afegã que sonha em virar a nova Rihanna, mas se vê forçada pela família a um casamento arranjado. Vencedores do Festival de Sundance 2016 CINEMA AMERICANO Melhor Filme The Birth of a Nation Melhor Direção Daniel Scheinart e Daniel Kwan, por Swiss Army Man Melhor Documentário Weiner Melhor Direção de Documentário Roger Ross Williams, por Life, Animated Prêmio do Público – Filme The Birth of a Nation Prêmio do Público (Documentário) Jim: The James Foley Story CINEMA MUNDIAL Melhor Filme Sand Storm Melhor Diretor Felix van Groeningen, por Belgica Melhor Documentário Sand Storm Melhor Diretor – Documentário Michal Marczak, por All These Sleepless Nights Prêmio do Público – Filme La Ciénaga entre el Mar y la Tierra Prêmio do Público – Documentário Sonita

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  • Música

    Novo clipe do Coldplay traz Beyoncé como estrela de Bollywood

    31 de janeiro de 2016 /

    A banda Coldplay divulgou um novo clipe, “Hymn For The Weekend”, que tem participação da cantora Beyoncé. Para completar o choque de estilos, as gravações aconteceram na Índia. O vídeo traz a banda fazendo turismo e tocando nas ruas de Mumbai, maior cidade do país, enquanto Beyoncé preenche cartazes, telas de TV e cinemas como estrela de Bollywood. Bastante colorido, o clipe ressalta costumes indianos, inclui uma estrela bollywoodiana de verdade, Sonam Kapoor (“Neerja”), mostra os roqueiros levando um banho de tinturas e se encerra com uma queima de fogos sobre o rio Ganges. A comemoração registrada é o tradicional festival Holi, que comemora a chegada da Primavera com tintas coloridas no ar. A direção é de Ben Mor, que tem no currículo alguns clipes famosos, como “Part of Me”, de Katy Perry, e “Work Bitch”, de Britney Spears. Ele também fez um curta belíssimo sobre os grafiteiros Os Gêmeos em São Paulo. “Hymn For The Weekend” é o terceiro clipe do disco “A Head Full of Dreams”, depois de “Adventure of a Lifetime” e “Birds”. Em abril, o Coldplay traz ao Brasil a turnê do álbum, com shows em São Paulo e no Rio, cujos ingressos já estão esgotados.

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  • Filme

    Colin Trevorrow quer filmar Star Wars: Episódio IX no espaço

    31 de janeiro de 2016 /

    O diretor Colin Trevorrow (“Jurassic World – Mundo dos Dinossauros”) tem planos ambiciosos para “Star Wars: Episódio IX”, filme que encerra a trilogia iniciada por “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Em um debate no Festival Sundance, o cineasta revelou que pretende filmar algumas sequências no espaço sideral. Ele espera apenas a confirmação da viabilidade do projeto, o que tornaria a saga literalmente espacial. “Perguntei se podemos filmar com a tecnologia IMAX no espaço. Ainda não me responderam, mas descobri que algumas pessoas já conseguiram fazer isso”, ele disse no debate, segundo o a revista The Hollywood Reporter. Por sinal, Christopher Nolan, que também participava da discussão, confidenciou que teve ideia semelhante. “Nós pensamos isso quando fizemos ‘Interestelar’. Atualmente, existem imagens incríveis gravadas no espaço”, disse. Antes do filme de Trevorrow, ainda será lançado o “Episódio XVIII”, dirigido por Rian Johnson (“Looper”), que chega aos cinemas em 15 de dezembro de 2017. O último capítulo da trilogia está previsto apenas para 2019.

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  • Filme

    Mostra de Tiradentes premia filme sobre conflitos urbanos

    31 de janeiro de 2016 /

    O filme de título mais longo, “Jovens Infelizes ou um Homem que Grita Não É um Urso que Dança”, foi o vencedor da 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Premiado com o Troféu Barroco da Mostra Aurora, a principal premiação do festival mineiro, o filme do paulista Thiago Mendonça aborda encenações teatrais, anarquia, orgias e conflitos urbanos, mesclando improviso em cenas registradas em meio à manifestações reais de protesto. Ao agradecer o troféu, o diretor dedicou a vitória os movimentos sociais. “Ver esse trabalho sendo recebido da maneira como foi aqui demonstra que a gente pode utilizar o cinema para as nossas lutas”, disse Mendonça. Foi também uma vitória para confirmar, a posteriori, o tema do evento. Único festival de cinema do Brasil que proclama seu mote antes que a crítica posso pensar sobre os filmes, Tiradentes definiu 2016 como sendo o ano para discutir “espaços em conflito”. A carapuça serviu para o vitorioso. Ou a vitória escolheu o filme que melhor coube em sua tese. Sempre fica a dúvida, quando se direciona o foco da forma como Tiradentes se orgulha em fazer. O favorito da crítica, por sinal, era outro, “Animal Político”, de Tião, estrelado por uma vaca. A produção faz carreira no exterior, integrando a seleção de Festival de Roterdã, na Holanda. Já o júri popular elegeu a produção carioca “Geraldinos”, de Pedro Asbeg e Renato Martins, como melhor longa. Trata-se de um documentário sobre a “geral” do Maracanã. Menos prestigiada, apesar de exibir obras mais bem realizadas que a dos jovens da Aurora, a Mostra Transições teve seu vencedor definido por um júri formado por cinco universitários, que premiou um dos filmes mais “surreais” do festival, “Tropykaos”, de Daniel Lisboa. Realizada de 22 a 30 de janeiro, a Mostra de Tiradentes exibiu mais de 100 filmes brasileiros, pulverizados em várias mostras paralelas, a maioria sem caráter competitivo. Isto lhe permitiu trazer obras de autores celebrados, mas que vieram apenas “à passeio”, sem deixar registro nas premiações. Assim, o 2016 de Tiradentes fica para a História como o ano dos “Jovens Infelizes”, coincidentemente no fim de semana em que o cinema perdeu Jacques Rivette, que foi o “jovem infeliz” original, muitas décadas atrás.

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    Kung Fu Panda 3 estreia em 1º lugar nos EUA e na China

    31 de janeiro de 2016 /

    A animação “Kung Fu Panda 3” assumiu a liderança das bilheterias norte-americanas, faturando US$ 41 milhões em seu fim de semana de estreia. A quantia é inferior à arrecadação dos filmes anteriores (o primeiro abriu com US$ 60,2 milhões e o segundo US$ 47,6 milhões), mas bastante positiva em meio à onda de prejuízos que o estúdio DreamWorks Animation vêm acumulando – em três dias, fez quase metade do que “Os Pinguins de Madagascar” arrecadaram nos EUA em 2015. O desempenho é ainda melhor no mercado internacional. “Kung Fu Panda 3” rendeu mais na China, onde seu lançamento bateu o recorde de abertura de animação, com US$ 57 milhões. Foi a primeira vez que um filme estreou simultaneamente nos EUA e no mercado chinês, e o resultado positivo deve estimular novos lançamentos casados. A recepção na Coreia do Sul também foi ótima, rendendo US$ 11 milhões, seguida pela Rússia, com US$ 5,1 milhões. O Top 3 americano foi completado por dois veteranos do ranking, “O Regresso”, que no sábado (30/1) consagrou Leonardo DiCaprio com o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores), e “Star Wars: O Despertar da Força”, que já está a somente US$ 5 milhões de completar os US$ 900 milhões de arrecadação nos EUA, e a US$ 20 milhões de atingir US$ 2 bilhões mundiais. Os outros dois lançamentos amplos da semana não se deram tão bem. O filme de desastre e heroísmo da Disney, “Horas Decisivas”, abriu em 4º lugar com US$ 10,3 milhões, mas desastre mesmo foi a performance de “Cinquenta Tons de Preto”. A paródia de “Cinquenta Tons de Cinza”, escrita e estrelada por Marlon Wayans, fracassou nas bilheterias, com US$ 6,1 milhões, ficando apenas em 9º lugar. Para completar, levou tomatadas podres, registrando pífios 13% de aprovação na média da crítica, calculada pelo site Rotten Tomatoes. O público brasileiro vai demorar para poder conferir essas estreias. “Horas Decisivas” estreia em 18 de fevereiro, e tanto “Kung Fu Panda 3” quanto “Cinquenta Tons de Preto” chegam aos cinemas nacionais somente em 3 de março. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 41 milhões Total EUA: US$ 41 milhões Total Mundo: US$ 116 milhões 2. O Regresso Fim de semana: US$ 12,4 milhões Total EUA: US$ 138,1 milhões Total Mundo: US$ 247,6 milhões 3. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 10,7 milhões Total EUA: US$ 895,4 milhões Total Mundo: US$ 1,9 bilhão 4. Horas Decisivas Fim de semana: US$ 10,3 milhões Total EUA: US$ 10,3 milhões Total Mundo: US$ 11,9 milhões 5. Policial em Apuros 2 Fim de semana: US$ 8,3 milhões Total EUA: US$ 70,7 milhões Total Mundo: US$ 88,5 milhões 6. Boneco do Mal Fim de semana: US$ 7,8 milhões Total EUA: US$ 21,5 milhões Total Mundo: US$ 21,5 milhões 7. Tirando o Atraso Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 22,8 milhões Total Mundo: US$ 22,8 milhões 8. A 5ª Onda Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 20,1 milhões Total Mundo: US$ 47,5 milhões 9. Cinquenta Tons de Preto Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 6,1 milhões Total Mundo: US$ 6,1 milhões 10. 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 42,5 milhões Total Mundo: US$ 42,5 milhões

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    Premiação do Sindicato dos Atores consagra a diversidade que falta ao Oscar

    31 de janeiro de 2016 /

    O Sindicato dos Atores dos EUA (SAG, na sigla em inglês) entregou seus prêmios anuais na noite de sábado, em Los Angeles. E além de sacramentar Leonardo DiCaprio e Brie Larson como os Melhores Atores do ano, respectivamente por “O Regresso” e o “Quarto de Jack”, alimentou a polêmica em torno da falta de diversidade do Oscar com o reconhecimento a Idris Elba como Melhor Ator Coadjuvante por “Beasts of No Nation”. Nem Elba nem qualquer outro ator negro foram indicados ao Oscar. E isto fará com que, apenas pela segunda vez nesta década, os quatro vencedores individuais do SAG Awards não sejam repetidos na premiação da Academia. A única diferença anterior tinha sido na mesma categoria de Elba, quando Tommy Lee Jones (“Lincoln”) perdeu o Oscar para Christoph Waltz (“Django Livre”) em 2013. A vitória nos SAG Awards dá amplo favoritismo a Leonardo DiCaprio na disputa da estatueta da Academia, após sair de mãos vazias em quatro ocasiões anteriores. E também repara a desatenção cometida contra Brie Larson, que já devia ter sido indicada por “Temporário 12” (2013), filmaço que teve como pecado ser uma produção indie, sem dinheiro para campanha de premiação. Ela não é uma revelação inesperada. A sueca Alicia Vikander completou o quarteto premiado, como Melhor Coadjuvante por sua papel em “A Garota Dinamarquesa”. A premiação do Sindicato também chamou atenção para a grande diferença de diversidade entre o cinema e a televisão dos EUA. Se há falta de bons papéis para atores negros em Hollywood, o mesmo não pode ser dito da TV. A maioria esmagadora dos premiados nas categorias televisivas do SAG Awards foram negros. Inclusive o próprio Idris Elba, que recebeu um segundo prêmio na noite, como Melhor Ator de Telefilme ou Minissérie pela produção britânica “Luther”. Além dele, também foram premiadas Queen Latifah (“Bessie”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”) e Viola Davies (“How to Get Away with Murder”), enquanto apenas dois atores brancos, Jeffrey Tambor (“Transparent”) e Kevin Spacey (“House of Cards”), tiveram seus desempenhos comemorados. Ao contrário do Emmy, o SAG Awards não considera “Orange Is the New Black” dramático, o que lhe permitiu vencer o prêmio de Melhor Elenco em Série de Comédia. E a conquista é outro gol a favor da diversidade, pois não há nenhum elenco mais diversificado que o desta produção do Netflix. As produções do serviço de streaming, por sinal, foram as grandes vencedoras da noite, faturando nada menos que quatro troféus, mais que qualquer outro “canal” ou estúdio. O prêmio de Melhor Elenco de Série de Drama ficou com “Downton Abbey”, que exibiu sua última temporada, enquanto “Game of Thrones” e “Mad Max: Estrada da Fúria” confirmaram seu favoritismo nas categorias de dublês. Considerado o principal prêmio do Sindicato, o troféu de Melhor Elenco de Cinema ficou com “Spotlight: Segredos Revelados”, drama jornalístico estrelado por Michael Keaton, Liev Schreiber, Rachel McAdams e Mark Rufallo, entre outros. Geralmente, o vencedor desta categoria sai como favorito ao Oscar de Melhor Filme. No ano passado, o vencedor foi “Birdman”, que também conquistou o Oscar, mas nem sempre isso se confirma, como ressaltam as vitórias sindicais de “Trapaça” (2013) e “Histórias Cruzadas” (2011), para ficar em exemplos recentes. Vencedores do SAG Awards 2016 CINEMA Melhor Ator Leonardo DiCaprio, “O regresso” Melhor Atriz Brie Larson, “O quarto de Jack” Melhor Ator coadjuvante Idris Elba, “Beasts of No Nation” Melhor Atriz coadjuvante Alicia Vikander, “A garota dinamarquesa” Melhor Elenco “Spotlight: segredos revelados” Melhor Equipe de dublês “Mad Max — Estrada da fúria” TELEVISÃO Melhor Ator em série de comédia Jeffrey Tambor, “Transparent” Melhor Atriz em série de Comédia Uzo Aduba, “Orange is the New Black” Melhor Elenco de série de Comédia “Orange is the New Black” Melhor Ator em Telefilme ou minissérie Idris Elba, “Luther” Melhor Atriz em Telefilme ou minissérie Queen Latifah, “Bessie” Melhor Elenco de série dramática “Downton Abbey” Melhor Ator em série dramática Kevin Spacey, “House of Cards” Melhor Atriz em série dramática Viola Davis, “How to Get Away With Murder” Melhor Equipe de dublês “Game of Thrones”

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    Jacques Rivette (1928 – 2016)

    31 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cineasta francês Jacques Rivette, integrante original da nouvelle vague, que se especializou em filmes sobre teatro, mulheres e experimentalismo, criando uma filmografia cultuadíssima, que desafia a cinefilia. Ele faleceu na sexta (29/1) aos 87 anos de idade e, de acordo com a imprensa francesa, sofria do Mal de Alzheimer há alguns anos. Seu nome de batismo era Pierre Louis Rivette. Ele nasceu em 1928 em Rouen, Seine-Maritime, na França. Estudou brevemente literatura na universidade, até ler o livro de Jean Cocteau sobre as filmagens de “A Bela e a Fera” (1949), que lhe despertou o desejo de virar cineasta. Em 1949, ele rodou o seu primeiro curta-metragem, “Aux Quatre Coins”, em sua cidade natal. E no ano seguinte mudou-se para Paris para seguir sua paixão, passando a ser presença constante no Cine-Clube du Quartier Latin e na Cinémathèque Française. Foi na Cinémathèque, em 1950, que veio a conhecer os jovens Claude Chabrol, Jean-Luc Godard e François Truffaut, que devoravam filmes antigos na primeira fila da projeção, chamando atenção por participar ativamente de debates após as sessões. Naquele ano, ele também filmou seu segundo curta, “Le Quadrille”, produzido e estrelado por Godard, e no qual, segundo o próprio Rivette, “absolutamente nada acontece”. Quando o filme foi exibido no Ciné-Club du Quartier Latin, as pessoas começaram a sair, e, no final, os únicos que ficaram foram Godard e uma menina. Rivette começou a escrever críticas de cinema em 1950 para a Gazeta du Cinéma, co-fundada pelo cineasta Éric Rohmer, e foi contratado por André Bazin no ano seguinte para ajudar a lançar a Cahiers du Cinéma. Com ele, vieram todos os enfant terribles da Cinémathèque, mas Rivette foi quem chamou mais atenção por textos em que defendia diretores de Hollywood, como Howard Hawks, John Ford, Nicholas Ray, Alfred Hitchcock e Fritz Lang, ao mesmo tempo em que atacava o “cinema francês de qualidade”, de cineastas como Claude Autant-Lara, Henri-Georges Clouzot e Rene Clement, escrevendo que eles tinham medo de assumir riscos e tinham se corrompido por dinheiro. A colaboração entre o grupo era tão intensa que “O Truque do Pastor” (1956), novo curta de Rivette, foi escrito e produzido por Chabrol. O próprio Chabrol ainda aparecia em cena, com Godard e Truffaut, fazendo figuração. Rivette também ensaiou uma metragem maior, com “Le Divertissement” (1952), que durava 45 minutos. E, após entrevistar diversos cineastas famosos, considerou-se pronto para filmar seu primeiro longa-metragem. “Paris nos Pertence” (1961) levou três anos para ser filmado, devido ao desafio financeiro de se fazer cinema independente. A obra provocava já no título e estabeleceu os princípios da “experiência Rivette” de cinema, sempre à beira do fantástico e do delírio lúdico e noturno, e usando o teatro como metáfora da aventura humana. Na trama, um grupo de jovens atores ensaia para uma produção de Shakespeare que nunca estreia, enquanto fornecem uma mostra da vida boêmia de Paris no final dos anos 1950. Chabrol, Godard, Jacques Demy e Rivette aparecem em papéis menores. A demora em finalizar seu filme o deixou para trás, quando as estreias de Chabrol (“Nas Garras do Vício”, 1958), Truffaut (“Os Incompreendidos”, 1959) e Godard (“Acossado”, 1960) sacudiram os festivais de cinema, chamando atenção para o movimento nouvelle vague. Chabrol já estava no quarto longa quando “Paris nos Pertence” chegou às telas. E para complicar, assim como os primeiros filmes de Éric Rohmer, seu debut não obteve a mesma repercussão que os trabalhos dos colegas. A falta de uma estreia impactante manteve Rivette por mais tempo na Cahiers, onde se tornou editor, entre 1963 e 1965, levando a revista a adotar uma perspectiva semiótica e deixando-a à beira da falência. Em suas próprias palavras, ser crítico nunca foi seu objetivo, apenas “um bom exercício”. Para seu segundo longa-metragem, Rivette escolheu uma adaptação do romance “A Religiosa”, de Denis Diderot. Incapaz de conseguir financiamento para o projeto, ele dirigiu uma versão teatral, produzida por Godard e estrelada pela mulher dele, Anna Karina. Foi um fracasso completo, mas Karina, que depois também estrelou o filme, ganhou prêmios por sua interpretação. Isto inspirou o diretor a aprofundar o roteiro e buscar parceiros para a produção. A repercussão começou já no anúncio das filmagens, quando a Igreja Católica e integrantes do comitê responsável pela censura cinematográfica avisaram que o longa não passaria nos cinemas. Publicada em 1796, a obra de Diderot demonstrava a brutalidade da Igreja, que mantinha jovens confinadas em conventos contra a própria vontade, e se manifestava por meio de cartas de uma noviça pedindo ajuda para escapar daquela vida. Rivette conseguiu ganhar aprovação da censura, mas mesmo assim o filme foi banido por pressão da Igreja. Diversos jornalistas e cineastas protestaram, criando grande expectativa para sua première no Festival de Cannes, que acolheu a obra, juntando-se ao protesto. Com cenas de tortura psicológica, freiras lésbicas e monges libidinosos, “A Religiosa” foi recebido com palmas entusiasmadas. Diante dos elogios da crítica, a censura foi confrontada e o filme pôde chegar aos cinemas, tornando-se, graças à publicidade criada pela polêmica, o maior sucesso da carreira do cineasta. Sua fama de agitador atingiu o ápice na primavera de 1968, quando liderou um movimento contra o afastamento do diretor da Cinémathèque pelo Ministério da Cultura, que levou milhares às ruas e envolveu distribuidores de cinema ao redor do mundo. Sem se contentar com a vitória nesta batalha, aproveitou o ímpeto para exigir o fim da censura e a ingerência do governo no cinema francês, o que levou a uma histórica interrupção do Festival de Cannes em solidariedade. Era maio de 1968 e a imaginação acreditava que chegaria ao poder. Querendo manifestar essa efervescência em filme, Rivette buscou romper com os limites do cinema em seu trabalho seguinte, “L’Amour Fou” (1969). Dispensou o roteiro, a construção de cenas, as convenções e a estrutura de filmagem para realizar uma obra baseada na improvisação. O fiapo de trama acompanhava o ensaio de um grupo de teatro, por sua vez filmado por uma equipe de documentário, e complementado por um drama de bastidores entre o diretor teatral e sua esposa, que também é a atriz principal da peça dentro do filme. A atriz era Bulle Ogier, que se tornaria musa de Rivette, voltando em várias de suas obras. Outra curiosidade é que o longa misturava diferentes bitolas – as cenas do documentário foram filmadas em 16mm -, e terminava num longo take sem cortes da discussão do casal central, culminando na destruição do apartamento em que eles viviam. Entusiasmado com o resultado, o cineasta quis ampliar ainda mais a potencialidade dessa experiência e rodou 30 horas de um novo filme sem roteiro, baseando-se, mais uma vez, em ensaios teatrais e personagens boêmios. Ao editar o resultado em “Não me Toque” (Out 1, 1971), o filme registrou 12 horas e 40 minutos de duração, exibindo múltiplos personagens, vagamente conectados por histórias independentes, cujas tramas se entrelaçavam e revelavam novos personagens com suas próprias tramas paralelas. E tudo a partir da obsessão de um vigarista (Jean-Pierre Leaud), que dizia receber mensagens ocultas do conto “História dos Treze”, de Honoré de Balzac. Apesar da longa duração, ampliada por um ritmo narrativo lento, a ousadia de levar ao limite a estrutura de multiplots teve grande impacto no cinema autoral dos anos seguintes, influenciando Robert Altman, Krzysztof Kieślowski e até Alejandro González Iñárritu. Mas os cinemas não aceitaram a duração de “Não me Toque”, que teve uma première de gala na Casa da Cultura de Le Havre, na Normandia, assistida por 300 pessoas que viajaram de Paris especialmente para a sessão em setembro de 1971. E só. Rivette chegou a planejar exibir o trabalho em capítulos como uma série na TV. Nenhum canal se interessou. Com ajuda da roteirista Suzanne Schiffman, o diretor passou um ano editando uma versão condensada da obra, que batizou de “Out 1: Spectre”. Lançado em 1974, a síntese durava quatro horas e meia e se tornou a versão mais conhecida, até que, em 1989, o Festival de Roterdã resolveu resgatar a maratona original, inspirando a TV francesa a finalmente exibi-la. Depois disso, o filme só foi ganhar sua terceira exibição pública em 2006, como a obra que inaugurou o Museum of the Moving Image, em Nova York, ocasião em que esgotou todos os ingressos e ganhou a fama de ser “O Santo Graal” dos cinéfilos. Seu filme seguinte seguiu rota oposta, com um roteiro bastante estruturado. “Céline e Julie Vão de Barco” (1974) mergulhava na fantasia com referências a “Alice no País das Maravilhas”, mostrando duas desconhecidas: Julie (Dominique Labourier), que segue Céline (Juliet Berto) pelas ruas de Paris e, às vezes, troca de lugar com a outra, até que ambas se vêem transportadas para um drama de época (baseado em contos de Henry James), como se fosse um sonho compartilhado que elas podiam controlar, feito autoras de um livro mágico. Venceu o Prêmio do Júri do Festival de Locarno e influenciou toda a estética “onírica” do diretor David Lynch, mas seu impacto pode ser conferido mesmo no cinema comercial, na trama da comédia “Procura-se Susan Desesperadamente” (1985), estrelada por Madonna. As críticas positivas à forma como destacou a amizade das protagonistas levaram Rivette a planejar uma quadrilogia dedicada às mulheres, batizada de “Cenas da Vida Paralela”, em que cada filme combinaria romance e fantasia. Seu objetivo com esse projeto era aproximar o cinema da poesia. Ele chegou a filmar “Duelo” e “Noroeste” em 1976, opondo personagens fantasiosas, como a Rainha da Noite e a Rainha do Sol e duas piratas, mas sofreu um colapso nervoso durante a produção do terceiro filme, abandonando o projeto em seu começo, após “Duelo” receber críticas negativas e “Noroeste” ser considerado medíocre e ter sua distribuição recusada, causando problemas entre o diretor e seus produtores. Em baixa, Rivette aceitou filmar “Merry-Go-Round” em 1978 por sugestão dos produtores, porque Maria Schneider, a estrela de “O Último Tango em Paris” (1972), queria filmar com ele. O elenco também incluía Joe Dallesandro, muso dos filmes underground de Andy Warhol, numa história de crime de contexto surreal, em que a trilha sonora era tocada por músicos presentes na trama. O filme só chegou aos cinemas em 1981, mesmo ano em que o diretor rodou “Um Passeio por Paris”, considerado o final de uma trilogia sobre a Paris de sua geração – iniciada por “A Cidade Nos Pertence” e “Não Me Toque”. O elenco reunia Bulle Ogier e sua filha, Pascale, como duas mulheres que se encontram de forma aleatória e investigam um mistério estranho e surreal nas ruas da capital francesa, envolvendo vários personagens chamados Max. Como ensaio para esse longa, Rivette ainda dirigiu um curta, “Paris s’en Va”. De volta à filmagem de ensaios teatrais, “Amor por Terra” (1984) trazia Jane Birkin e Geraldine Chaplin como irmãs atrizes, que, após uma apresentação num pequeno apartamento, são convidadas a ensaiar o texto de outra peça numa mansão, baseada na vida do diretor, onde começam a ter visões de uma tragédia prestes a se repetir. Uma das curiosidades desse roteiro é que as irmãs eram Emily e Charlotte, como as irmãs Brontë, e o próximo filme de Rivette, em contraste com sua filmografia experimental, foi uma adaptação de “O Morro dos Ventos Uivantes” (1985), de Emily Brontë, transposta para o sul da França nos anos 1930. Insistente em seu tema, Rivette rodou “O Bando das Quatro” (1989) sobre quatro estudantes de teatro, cujas vidas se alternam entre as peças que ensaiavam e a vida real. Por ocasião da première no Festival de Berlim, ele explicou porque gostava tanto de filmar ensaios: “É muito mais interessante mostrar o trabalho de criação do que o resultado”. O diretor gostou tanto de trabalhar com as jovens atrizes de “O Bando das Quatro” que a experiência o motivou a voltar ao teatro, dirigindo duas peças com as protagonistas do filme. O período também o preparou para rodar o filme que muitos consideram sua obra-prima. Vagamente inspirado num conto de Honoré de Balzac, “A Bela Intrigante” (1991) mostrava como a chegada de uma jovem (Emmanuelle Béart) inspirava...

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  • Filme

    Liam Neeson vai estrelar o quarto thriller do diretor de Sem Escalas

    30 de janeiro de 2016 /

    O ator Liam Neeson e o diretor Jaume Collet-Serra vão se juntar pela quarta vez num novo thriller, “The Commuter”. Segundo o site da revista Variety, as filmagens deverão começar no verão americano (entre junho e agosto). O ator britânico e o cineasta espanhol colaboram anteriormente em “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2013) e “Noite Sem Fim” (2015). A nova produção vai seguir a mesma linha das anteriores, com Neeson interpretando um homem comum que se envolve numa conspiração criminosa durante seu trajeto cotidiano para sua casa. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e adquirido pela Lionsgate. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Jada Pinkett Smith vai voltar à série Gotham

    30 de janeiro de 2016 /

    A atriz Jada Pinkett Smith vai voltar a aparecer em “Gotham”. Segundo apurou o site da revista Variety, ela terá participação importante na metade final da 2ª temporada, embora o contexto de seu retorno esteja sendo mantido em segredo. Sua personagem, a mafiosa Fish Mooney, foi vista pela última vez caindo para a morte aparente nas águas do porto de Gotham, mas, como o showrunner Bruno Heller lembrou, ao comentar este desfecho no ano passado, “ninguém morre para sempre no universo DC”. Para confirmar essas palavras, a atual temporada incluiu um laboratório secreto, conhecido como Indian Hill, que conduz testes em criminosos e aparentemente é capaz de trazer os mortos à vida. A instalação é comandada pelo vilão Professor Hugo Strange, o psiquiatra que nos quadrinhos tenta enlouquecer Bruce Wayne e acaba descobrindo a identidade secreta do Batman. O personagem será interpretado BD Wong (“Jurassic World”) na série. “Gotham” encerra seu hiato de fim de ano em 29 de fevereiro, quando retoma a exibição de episódios inéditos de sua 2ª temporada na rede americana Fox.

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  • Série

    Queen of the South: Série estrelada por Alice Braga ganha primeiro trailer

    30 de janeiro de 2016 /

    O canal pago americano USA divulgou o primeiro trailer de “Queen of the South”, série de tráfico estrelado pela brasileira Alice Braga. Ela interpreta a rainha do título, Tereza Mendoza, cujo namorado é morto no México numa transação de drogas que deu errado. Buscando refúgio nos EUA, ela se une a um amigo para derrubar o traficante responsável pela morte do seu namorado, mas acaba aprendendo tanto sobre o funcionamento do tráfico que fica numa posição de liderar o cartel. A atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur”, desenvolvida pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. O elenco também inclui Peter Gadiot (série “Once Upon a Time in Wonderland”), Joaquim de Almeida (“O Duelo”), Justina Machado (série “Six Feet Under”), Hemky Madera (série “Weeds”) e James Martinez (série “Breaking Bad”). “Queen of the South” vai estrear entre abril e junho no canal pago americano USA. Por curiosidade, “La Reina del Sur” ganhou o nome de “A Rainha do Tráfico” no Brasil e já foi exibida pelo canal +Globosat e pelo Netflix.

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    É oficial: Netflix vai reviver a série Gilmore Girls

    30 de janeiro de 2016 /

    O site de streaming Netflix e a Warner Bros. TV confirmaram a produção de um revival da série “Gilmore Girls”. Os boatos sobre o projeto começaram a circular em novembro, mas agora é oficial. Segundo o site The Hollywood Reporter, os dramas de Lorelai e Rory, a jovem mãe e sua filha, ganharão continuação numa minissérie derivada da atração, que reunirá novamente as atrizes Lauren Graham e Alexis Bledel. Além delas, também estão confirmados os retornos de Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily Gilmore), Sean Gunn (Kirk) e Keiko Agena (Lane Kim). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, será responsável por continuar a história. Ela vai escrever e dirigir todos os novos episódios. Por enquanto, porém, ainda não há definição de quantos capítulos serão produzidos, mas na época em que o boato surgiu falava-se em quatro episódios apenas, de 90 minutos de duração. Cada capítulo seria como um telefilme diferente, passando-se nas quatro estações de um ano – isto é, Inverno, Primavera, Verão e Outono. O projeto pode ter mudado. Com isso, Amy recuperará o controle das personagens que criou. Vale relembrar que ela se afastou de “Gilmore Girls” durante a 7ª e última temporada, devido a uma disputa de contrato com a Warner Bros. Em junho deste ano, durante uma reunião do elenco no Festival ATX, a produtora disse que a série não terminou como ela gostaria. Na ocasião, ela mencionou que adoraria poder concluir a narrativa à sua maneira. Exibida de 2000 a 2007, “Gilmore Girls” acompanhava o cotidiano da mãe solteira Lorelai Victoria Gilmore (Lauren Graham) e sua filha Lorelai “Rory” Leigh Gilmore (Alexis Bledel) na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, aproveitando para explorar diversos temas de relacionamentos, como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais. Repleta de personagens bem peculiares, a atração ainda serviu para lançar a carreira de muitos astros, como a comediante Melissa McCarthy (“As Bem Armadas”) e os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”). A série foi encerrada em sua 7ª temporada, com a jovem Rory se formando na faculdade. Os novos episódios a mostrarão crescida, nos dias atuais, de forma a poder abordar a morte recente do ator Edward Hermann, que interpretou seu avô na trama. A minissérie também marcará o terceiro revival de atrações clássicas da TV produzido pelo Netflix, após o sucesso da 4ª temporada da série de comédia “Arrested Development” e a vindoura continuação/spin-off de “Três É Demais”, intitulada em inglês “Fuller House”, que estreia em 2016. E acontece quando a nostalgia televisiva experimenta grande sucesso, com o revival de “Arquivo X” reunindo 20 milhões de telespectadores em sua estreia.

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    Filha de Meryl Streep vai caçar os hackers da série Mr. Robot

    30 de janeiro de 2016 /

    A atriz Grace Gummer, filha de Meryl Streep, entrou no elenco fixo da 2ª temporada de “Mr. Robot”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar Dominique “Dom” DiPierro, uma jovem agente do FBI que vai caçar os hackers da fsociety, responsáveis pelo ataque contra a Evil Corp. Grummer está se especializando em séries. Ele entrou em “Mr. Robot” após desempenhar papéis fixos em “Newsroom” e “Extant”, além de ter participado de “American Horror Story: Freak Show”. E ainda estará em “Good Girls Revolt”, série da Amazon passada numa revista semanal durante a revolução sexual dos anos 1960. As gravações da 2ª temporada começam em março em Nova York, após a consagração da série nas premiações do Globo de Ouro e Critics Choice Awards.

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    Diretor de Senna vai estrear na ficção com filme sobre a criação do Rolls Royce

    30 de janeiro de 2016 /

    O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) vai produzir a estreia na ficção do diretor Asif Kapadia, responsável pelos documentários “Amy” (2015) e “Senna” (2010). Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, os dois se juntaram para realizar “Silver Ghost”, um filme sobre a história da montadora de carros Rolls Royce. A trama vai abordar a história da icônica marca de carros, que surgiu em 1906 graças à parceria entre os gênios Charles Rolls e Henry Royce. O longa-metragem também enfocará o começo da aviação e o romance secreto entre o barão John Walter Edward Douglas-Scott-Montagu e sua secretária, Eleanor Velasco Thornton, que serviu de modelo para o clássico símbolo presente nos capôs dos Rolls Royce. O projeto foi originalmente desenvolvido pelo cineasta Richard Attenborough (“Ghandi”), que faleceu em 2014. Scorsese declarou, em comunicado, “ter sido cativado pela história de ‘Silver Ghost’ desde que Lord Richard Attenborough me procurou com o projeto”, acrescentando: “Estou muito feliz que vamos poder realizá-lo. É um projeto que requer um grande contador de histórias, e isso é exatamente o que temos com Asif Kapadia.” Ainda não há cronograma para as filmagens de “Silver Ghost”, nem previsão de estreia. Kapadia recentemente anunciou a produção de um novo documentário, desta vez centrado no jogador de futebol argentino Diego Maradona.

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