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    Anne Hathaway está grávida do primeiro filho

    28 de novembro de 2015 /

    A atriz Anne Hathaway (“Um Senhor Estagiário”) está grávida do seu primeiro filho. Após a publicação americana US Magazine ter confirmado a notícia com várias fontes, o programa “E! News” obteve fotos em que ela aparece com uma barriguinha nada discreta (veja abaixo). Anne é casada com o também ator Adam Shulman (“Os Gatões 2: O Início”) desde 2012, mas os dois estão juntos há bem mais tempo. Na época do casamento, ela declarou que desejava ter filhos logo. “Espero me juntar a esse time em breve, eu quero muito ser mãe”, disse ao Hollywood Reporter. Vale observar que, após finalizar “Colossal”, atualmente em produção, ela só tem uma filmagem prevista, o thriller “The Burning Woman”, escrito por Brad Ingelsby (“Tudo por Justiça”), que ainda não tem diretor envolvido nem cronograma de filmagem. Além de “Colossal”, ela também será vista em 2016 na continuação “Alice Através do Espelho”, em que volta a viver a Rainha Branca de “Alice no País das Maravilhas” (2010).

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  • Filme

    Ron Howard vai dirigir suspense sobre mulher traumatizada

    28 de novembro de 2015 /

    O cineasta Ron Howard vai dirigir “The Girl Before”, terceiro suspense seguido com a palavra “Girl” no título a inspirar leilão por seus direitos. Os anteriores foram “Garota Exemplar” e o vindouro “A Garota no Trem”. A Universal adquiriu os direitos do livro, que ainda não foi publicado e, segundo o site Deadline, pode ter sido assinado por um pseudônimo – o autor J.P. Delaney seria, na verdade, o escritor de best-sellers Tony Strong. “The Girl Before” traz a história de uma mulher traumatizada, que se apaixona por uma casa minimalista e pelo arquiteto que a elaborou. Os problemas começam quando ela descobre que uma mulher morreu local, três anos antes, e começa a imaginar que sua própria história é uma reprise do que aconteceu com a moradora anterior. O próximo filme de Ron Howard é “No Coração do Mar”, que estreia nos cinemas brasileiros na quinta-feira, dia 3 de dezembro. Atualmente, ele dá os retoques finais em sua terceira adaptação dos livros de Dan Brown, intitulada “Inferno”.

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  • Filme

    O Regresso: Leonardo DiCaprio e Tom Hardy se enfrentam em novo trailer

    28 de novembro de 2015 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo trailer de “O Regresso” (The Revenant), dirigido pelo mexicano Alejandro González Iñárritu, que venceu o Oscar 2015 por “Birdman”. Voltado para o mercado internacional, a prévia detalha a trama e inclui cenas inéditas impressionantes na neve, registradas pelo diretor de fotografia Emmanuel Lubezki, duplamente vencedor do Oscar (por “Gravidade” e “Birdman”). Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) vive um caçador de peles do Velho Oeste, que, após ficar ferido pelo ataque de um urso, é traído e abandonado por um companheiro, interpretado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A covardia inclui ainda o assassinato do filho do protagonista. Só que, mesmo enterrado vivo, ele sobrevive, motivado pela raiva e o desejo de vingança, e passa a caçar o traidor. Além de dirigir, Iñárritu escreveu a trama em parceria com Mark L. Smith, roteirista especializado em terrores sanguinários como “Temos Vagas” (2007) e sua sequência, adaptando o romance homônimo de Michael Punke. O elenco também inclui Domhnall Gleeson (“Questão de Tempo”), Will Poulter (“Família do Bagulho”), Lukas Haas (“Transcendence”) e Paul Anderson (“Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas em 4 de fevereiro no Brasil.

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  • Filme

    M. Night Shyamalan volta ao terror e à boa forma com A Visita

    28 de novembro de 2015 /

    Quem aprecia o cinema de M. Night Shyamalan certamente torcia por sua volta por cima, após o diretor trocar o terror pelos massacrados “O Último Mestre do Ar” (2010) e “Depois da Terra” (2013). Lembrar desses dois filmes até sugere que o novo “A Visita” não é apenas o retorno de Shyamalan ao gênero que o consagrou, mas também parece integrar uma espécie de trilogia com os anteriores. Afinal, os três longas usam o ponto de vista de crianças e tratam, em sua construção narrativa, de questões similares, como o apego e desapego, a necessidade impositiva de crescer diante das adversidades e lidar com relacionamentos desde muito cedo. Portanto, é interessante ver que os trabalhos do diretor são coerentes, por mais que seja tentador enxergar apenas os aspectos negativos. Embora tenha recebido críticas mais animadas, “A Visita” não repete a unanimidade gerada pelos primeiros filmes do diretor, e é até fácil entender o porquê. Shyamalan utiliza o já manjado recurso do “found footage” para contar a história de dois irmãos, que são enviados pela mãe para passar uns dias na casa dos avós que eles não conheciam. Aos poucos, eles vão percebendo um comportamento muito estranho no casal de idosos. Acontece que, apesar de haver um ou dois momentos que remetem à franquia “Atividade Paranormal”, o cineasta vai por um caminho bem diferente, referenciando fábulas, evitando sustos gratuitos e usando seu tradicional cuidado com os enquadramentos, mesmo aderindo à estética da câmera amadora na mão. O que dizer da beleza de uma das cenas finais, envolvendo as crianças e a mãe? Nesse momento, “A Visita” atinge uma qualidade catártica de arrepiar, isso depois das sequências que encerram a questão dos velhinhos sinistros, que nem deve ser contada aqui, sob o risco de estragar as surpresas. Quem lembra dos requintados trabalhos de construção visual que o diretor fez em filmes como “Sexto Sentido” (1999), “A Vila” (2004) e “A Dama na Água” (2006), percebe que ele filma como um pintor, além de usar o cinema de gênero para tratar de assuntos recorrentes, suas obsessões pessoais. Não é muito diferente em “A Visita”, que, na verdade, é uma obra híbrida. Algumas vezes, não sabemos se estamos vendo uma comédia ou um filme que se leva a sério. Noutras, há uma tentativa de tratar dos problemas pessoais dos jovens personagens com uma seriedade dramática que soa deslocada da narrativa, por mais que isso contribua, até positivamente, para a estranheza pretendida. Talvez seja mais fácil definir “A Visita” como um terror que permite sair do cinema com um sorriso nos lábios, especialmente depois da divertida cena final, de uma simpatia impressionante. É Shyamalan voltando à boa forma, em uma produção de baixo orçamento, e se reafirmando como grande autor que é.

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  • Música

    Alceu Valença prepara seu segundo filme, dedicado às musas de suas canções

    27 de novembro de 2015 /

    O cantor Alceu Valença, que estreou como diretor de cinema em 2014 com “A Luneta do Tempo”, prepara seu segundo longa-metragem. Ainda sem título, o projeto está sendo desenvolvido em parceria com Alexandre Moretzsohn (diretor assistente da novela “Avenida Brasil”) e vai girar em torno das musas das canções de Alceu, como “La Belle de Jour” e “Morena Tropicana”. Segundo o blog de Patricia Kogut, no jornal O Globo, a produção também terá uma versão para a TV, como minissérie, no esquema de “Tim Maia”. A figurinista Marília Carneiro (“Primo Basílio”, “Tempos de Paz”) assinará a direção de arte e o figurino. Nas próximas semanas começarão a ser realizados testes com atrizes por todo o Brasil, para escolher as musas cinematográficas. As filmagens estão previstas para abril, com locações no Rio e em Olinda.

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  • Filme

    A Assassina é eleito melhor filme do ano pela revista Sight & Sound

    27 de novembro de 2015 /

    A revista Sight & Sound, mais tradicional publicação britânica de cinema, abriu a enxurrada de listas com os melhores filmes do ano. E o 1º lugar de sua seleção coube ao épico de artes marciais “A Assassina”, representante de Taiwan na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2016. Estrelado por Shu Qi (“Carga Explosiva”), o longa acompanha uma assassina profissional, que começa a questionar a sua atividade quando se apaixona pelo homem que deveria matar, durante a dinastia Tang (618-907 a.C.). O pódio ainda inclui “Carol”, romance lésbico de época, protagonizado por Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Millennium – O Homem que Não Amava as Mulheres”), seguido pela sci-fi de ação “Mad Max – Estrada da Fúria”. Apesar do Top 3 incluir duas produções americanas, a publicação reserva em sua lista bastante espaço para produções internacionais, premiadas no circuito dos festivais, como “As Mil e uma Noites”, do português Miguel Gomes, “Cemetery of Splendour”, do tailandês Apichatpong Weerasethakul, “O Filho de Saul”, do húngaro Laszlo Nemes, e “No Home Movie”, da belga Chantal Akerman, recentemente falecida. Mesmo assim, nenhum representante latino-americano foi lembrado. Por outro lado, o terror “Corrente do Mal” (12º lugar) e a animação “Divertida Mente” (16º lugar) também figuram na seleção completa. Entre as produções britânicas, o drama “45 Anos” (7º lugar), de Andrew Haigh, e o documentário “Amy” (9º lugar), de Asif Kapadia, foram as mais bem votadas. Publicada desde 1932, a Sight & Sound é a revista oficial do British Film Institute, instituição que possuiu o maior arquivo cinematográfico do mundo, salas de cinema e organiza o Festival de Londres. Por sua vez, a revista é bastante conhecida por suas listas, sendo responsável pela elaboração da mais famosa lista de melhores filmes do mundo, atualizada a cada década. A seleção dos destaques de 2015 foi realizada por meio da votação de 168 críticos, a maior parte do Reino Unido – a repetição de posições, na lista abaixo, reflete sucessivos empates no resultado. Vale lembrar que alguns filmes, que poderiam aparecer na lista, só serão lançados no exterior no final de dezembro e não foram vistos ainda pela crítica – casos, por exemplo, de “O Regresso”, de Alejandro González Iñárritu, “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, e “Joy”, de David O. Russell. Sight & Sound Top 20: Melhores Filmes de 2015 [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 1. A Assassina, de Hou Hsiao-hsien 2. Carol, de Todd Haynes 3. Mad Max: Estrada da Fúria, de George Miller 4. As Mil e Uma Noites, de Miguel Gomes 5. Cemetery of Splendour, de Apichatpong Weerasethakul 6. No Home Movie, de Chantal Akerman 7. 45 Anos, de Andrew Haigh 8. O Filho de Saul, de Laszlo Nemes 9. Amy, de Asif Kapadia 9. Vício Inerente, de Paul Thomas Anderson 11. Anomalisa, de Charlie Kaufman e Duke Johnson 11. Corrente do Mal, de David Robert Mitchell 13. Phoenix, de Christian Petzold 14. Garotas, de Céline Sciamma 14. Hard to Be a God, de Aleksei German 14. Divertida Mente, de Pete Docter 14. Tangerine, de Sean Baker 14. Táxi Teerã, de Jafar Panahi 19. Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa 19. O Olhar do Silêncio, de Joshua Oppenheimer [/symple_column]

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  • Filme

    Atriz de The Walking Dead enfrenta espíritos em trailer de terror

    27 de novembro de 2015 /

    A 20th Century Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer do terror “The Other Side Of The Door”, estrelado por Sarah Wayne Callies (série “The Walking Dead”). A prévia mostra a atriz como uma mãe inconformada com a morte do filho, que descobre um ritual indiano para conversar com os mortos, visando se despedir do menino. Mas, tomada por emoção, ela desobedece as instruções e abre uma passagem para os espíritos dos mortos entrarem neste mundo. O elenco também inclui Jeremy Sisto (série “The Returned”) e o espanhol Javier Botet, especialista em viver monstros femininos, como os vistos na franquia “[REC]”, em “Mama” e “A Colina Escarlate”. Escrito e dirigido pelo inglês Johannes Roberts (“A Floresta dos Condenados”), o terror estreia em 11 de março nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Cavaleiro de Copas: Christian Bale alucina no trailer do novo filme de Terrence Malick

    27 de novembro de 2015 /

    A FilmNation divulgou o pôster alemão e o trailer americano de “Cavaleiro de Copas”, novo drama dirigido por Terrence Malick (“Amor Pleno”). A prévia tem clima alucinatório, acompanhando Christian Bale por festas, encontros amorosos e outros excessos hedonistas, em cenas lindamente fotografadas pelo cinegrafista Emanuel Lubezki (vencedor do Oscar por “Gravidade” e “Birdman”) e pontuadas por reflexões existenciais, numa colagem de imagens que remete à obsessão espiritual de “A Árvore da Vida” (2011). Entre seus encontros, é possível identificar Cate Blanchett (“Blue Jasmine”), Natalie Portman (“Thor”), Teresa Palmer (“Meu Namorado É um Zumbi”), Isabel Lucas (“Imortais”), Imogen Potts (“A Hora do Pesadelo”) e Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”). O elenco ainda conta com Antonio Banderas (“A Pele Que Habito”), Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Joe Manganiello (“Magic Mike”), Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), Joel Kinnaman (“RoboCop”) e a voz de Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”). O lançamento está sendo aguardado há bastante tempo. Para se ter ideia, as filmagens começaram em 2012 e aconteceram simultaneamente a outro projeto do diretor, ainda sem título. A première mundial foi em fevereiro, no Festival de Berlim, e a estreia está marcada para 24 de dezembro no Brasil.

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  • Série

    Kevin Bacon vai produzir e estrelar série baseada em O Ataque dos Vermes Malditos

    27 de novembro de 2015 /

    O cultuado terror “O Ataque dos Vermes Malditos” (1990) vai ganhar uma nova série de TV, que será estrelada e produzida por Kevin Bacon, astro do filme original. Segundo a revista Entertainment Weekly, Bacon reprisará o papel de Valentine McKee, seu personagem no longa, e a trama retornará à fictícia cidade de Perfection, no deserto de Nevada. Escrito e dirigido por Ron Underwood, “O Ataque dos Vermes Malditos” mostrava um grupo de pessoas no Meio-Oeste desértico dos EUA tentando sobreviver ao despertar de monstros jurássicos famintos. As criaturas viviam sob o solo e guiavam seus ataques por vibrações sonoras. O filme virou um fenômeno no mercado de vídeo, ganhando quatro sequências lançadas diretamente para as videolocadoras – a mais recente, em outubro de 2015 -, além de uma série de TV, que durou apenas uma temporada em 2003. A nova produção será uma continuação direta do primeiro filme. Com o título original em inglês “Tremors”, o projeto está sendo desenvolvido pelo roteirista Andrew Miller (criador da série “The Secret Circle”) e a produção está a cargo do estúdio Blumhouse, de Jason Blum, responsável pela franquia “Atividade Paranormal” e diversos filmes de terror baratos. Ainda não foi anunciado qual canal exibirá o projeto.

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  • Etc

    Boato: Miley Cyrus e Jared Leto teriam relacionamento de sexo sem compromisso

    27 de novembro de 2015 /

    Um novo casal de famosos estaria circulando escondido pelos hotéis de Los Angeles, numa rotina de amantes, mas sem exclusividade. Segundo vários sites americanos de fofoca, a cantora/atriz Miley Cyrus e o cantor/ator Jared Leto vivem uma relação no estilo “sexo sem compromisso” e tem se encontrado em segredo em hotéis discretos para evitar os paparazzi, que fazem plantão na porta da casa dela. O rumor se espalhou como fogo após uma fonte do site Hollywood Life dar detalhes do relacionamento, que inclui troca de fotos picantes. Como os dois não conseguem se ver com muita frequência, devido a seus compromissos profissionais – Miley está no meio de uma turnê e Jared tem alternado shows de sua banda 30 Seconds to Mars com divulgação do filme “Esquadrão Suicida” – , a cantora mantém o relacionamento quente enviando fotos nuas e provocantes para o celular do ficante. Destemida, ela também estaria atiçando o interesse dos hackers. Outra curiosidade revelada pela fonte do site é que o relacionamento é puramente sexual, com poucas chances de virar relacionamento sério. “A Miley sabe que ele não quer levar a sério porque está saindo com várias outras mulheres, mas ela tem dito aos amigos que não liga e está mais que feliz em manter o relacionamento em segredo”, declarou o informante. A diferença de idade entre os dois é de 20 anos. Miley tem 23 e Jared 43 anos. Mas esta não é a primeira vez que rumores de um romance entre eles vêm à tona. Em fevereiro de 2014, um caso foi especulado, mas nunca confirmado.

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  • Música

    Novo clipe transforma Coldplay em símios do Planeta dos Macacos

    27 de novembro de 2015 /

    O novo clipe da banda inglesa Coldplay, disponibilizado no Facebook nesta sexta (27/11), usa captura de performance e animação para transformar os músicos em símios, num resultado que imita o visual da franquia “Planeta dos Macacos”. A qualidade cinematográfica da realização, tão convincente quanto os filmes da 20th Century Fox, não é casual. Os efeitos foram feitos pela Imaginarium, empresa especializada nesse tipo de trabalho, criada por Andy Serkis, o intérprete de Caesar nos filmes do “Planeta dos Macacos”. Já a direção ficou a cargo de Mat Whitecross, premiado no Festival de Berlim pelo documentário “O Caminho para Guantanamo” (2006), mas que também dirigiu Serkis na cinebiografia “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010). A banda também disponibilizou um curto vídeo de bastidores para mostrar que não se trata apenas de animação, e que os próprios músicos interpretaram os símios. A música “Adventure of a Lifetime” tem pegada dançante e integra o CD “Head Full Of Dreams”, que chega às lojas no dia 4 de dezembro. Here it is! The full video for Adventure Of A Lifetime, the first single from the new album, A Head Full Of Dreams (out December 4). Posted by Coldplay on Sexta, 27 de novembro de 2015

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  • Etc

    Leandro Hassum revela que seu pai era traficante e integrava a máfia

    27 de novembro de 2015 /

    Leandro Hassum quebrou um tabu ao falar sobre a relação com seu pai, preso por tráfico internacional de drogas quando o comediante tinha 21 anos. A revelação aconteceu no programa de entrevistas de Marília Gabriela, no canal pago GNT. Hassum contou ter sido pego de surpresa na época, pois não imaginava que o pai tivesse envolvimento com negócios ilícitos. “Meu pai era responsável pelo transporte da droga do Brasil para a Europa e para os Estados Unidos. Fazia parte da máfia italiana”, ele explicou, revelando dificuldades em manter a relação após a prisão, em 1994. “Tive um pai que me amou muito, que era um grande pai, mas ele lidava com essa questão do tráfico como sendo uma profissão. Até a morte, ele disse que não era traficante, ele acreditava ser apenas um comerciante”, disse Leandro. O ator cortou relações com o pai depois que ele foi preso pela segunda vez, 11 anos após ser solto, novamente por envolvimento com o tráfico. Leandro disse que precisou de terapia para lidar com a situação e que pretende transformar a história em um livro. Seu pai morreu há um ano, em novembro de 2014. “Ele infartou uma semana depois (da cirurgia de redução de estômago do ator). Pedi para que, se ele falecesse no dia da minha cirurgia, que não me contassem, mas no dia que tive alta ele faleceu, parecia que estava esperando eu estar bem para poder descansar”, contou Hassum. A entrevista com o ator vai ao ar no dia 6 de dezembro.

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  • Filme

    Críticos elegem Limite o melhor filme brasileiro de todos os tempos

    27 de novembro de 2015 /

    A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) elegeu “Limite”, de Mário Peixoto, o melhor filme nacional de todos os tempos. A eleição foi realizada para o livro “Os 100 Melhores Filmes Brasileiros”, com lançamento previsto para 2016 pela editora Livramento. Na verdade, são 101 filmes, já que houve um empate na “última” posição. A publicação trará textos sobre cada título, escritos pelos associados da Abraccine. Dirigido por Mário Peixoto em 1931,”Limite” acompanha um homem e duas mulheres confinados em um barco em meio à imensidão do oceano, logo após uma intensa tempestade tê-los isolado do mundo. O filme é mudo e foi a única obra realizada por Peixoto, que além de dirigir, escreveu, compôs a trilha, produziu e atuou no longa-metragem. Em 2º lugar, a lista destaca o grande clássico de Glauber Rocha, “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), marco do movimento Cinema Novo. Por sinal, Glauber aparece com outro filme nas primeiras posições, “Terra em Transe” (1967), colocado em 5º lugar. A produção mais atual do Top 10 é “Cidade de Deus” (2002). O longa de Fernando Meirelles, indicado a quatro Oscars, ficou em 8º lugar. Mas outros filmes do século 21 acabaram figurando na lista completa, incluindo uma superestimação de “O Som ao Redor” (2012 – 15º lugar) e uma subestimação de “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro” (2010 – 35º lugar). Entre os mais recentes, aparecem ainda “O Lobo Atrás da Porta” (2014 – 60º lugar), “Que Horas Ela Volta?” (2015 – 71º lugar), “Tatuagem” (2013 – 73º lugar) e “Estômago” (2010 – 74º lugar). Além de trazer 101 filmes sob o título de “100 Melhores”, a seleção conta com “Ilha das Flores” (1989 – 13º lugar), de Jorge Furtado, que é um curta-metragem. [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] Confira o Top 10 da Abraccine: 1. Limite (1931), de Mario Peixoto 2. Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha 3. Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos 4. Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho 5. Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha 6. O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla 7. São Paulo S/A (1965), de Luís Sérgio Person 8. Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles 9. O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte 10. Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade E o resto da lista: 11. Central do Brasil (1998), de Walter Salles 12. Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco 13. Ilha das Flores (1989), de Jorge Furtado 14. Eles Não Usam Black-Tie (1981), de Leon Hirszman 15. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho 16. Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho 17. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho 18. Bye Bye, Brasil (1979), de Carlos Diegues 19. Assalto ao Trem Pagador (1962), de Roberto Farias 20. São Bernardo (1974), de Leon Hirszman 21. Iracema, uma Transa Amazônica (1975), de Jorge Bodansky e Orlando Senna 22. Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri 23. Os Fuzis (1964), de Ruy Guerra 24. Ganga Bruta (1933), de Humberto Mauro 25. Bang Bang (1971), de Andrea Tonacci 26. A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1968), de Roberto Santos 27. Rio, 40 Graus (1955), de Nelson Pereira dos Santos 28. Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho 29. Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos 30. Tropa de Elite (2007), de José Padilha 31. O Padre e a Moça (1965), de Joaquim Pedro de Andrade 32. Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci 33. Santiago (2007), de João Moreira Salles 34. O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969), de Glauber Rocha 35. Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro (2010), de José Padilha 36. O Invasor (2002), de Beto Brant 37. Todas as Mulheres do Mundo (1967), de Domingos Oliveira 38. Matou a Família e Foi ao Cinema (1969), de Julio Bressane 39. Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), de Bruno Barreto 40. Os Cafajestes (1962), de Ruy Guerra 41. O Homem do Sputnik (1959), de Carlos Manga 42. A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral 43. Sem Essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla 44. SuperOutro (1989), de Edgard Navarro 45. Filme Demência (1986), de Carlos Reichenbach 46. À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964), de José Mojica Marins 47. Terra Estrangeira (1996), de Walter Salles e Daniela Thomas 48. A Mulher de Todos (1969), de Rogério Sganzerla 49. Rio, Zona Norte (1957), de Nelson Pereira dos Santos 50. Alma Corsária (1993), de Carlos Reichenbach 51. A Margem (1967), de Ozualdo Candeias 52. Toda Nudez Será Castigada (1973), de Arnaldo Jabor 53. Madame Satã (2000), de Karim Ainouz 54. A Falecida (1965), de Leon Hirzman 55. O Despertar da Besta – Ritual dos Sádicos (1969), de José Mojica Marins 56. Tudo Bem (1978), de Arnaldo Jabor (1978) 57. A Idade da Terra (1980), de Glauber Rocha 58. Abril Despedaçado (2001), de Walter Salles 59. O Grande Momento (1958), de Roberto Santos 60. O Lobo Atrás da Porta (2014), de Fernando Coimbra 61. O Beijo da Mulher-Aranha (1985), de Hector Babenco 62. O Homem que Virou Suco (1980), de João Batista de Andrade 63. O Auto da Compadecida (1999), de Guel Arraes 64. O Cangaceiro (1953), de Lima Barreto 65. A Lira do Delírio (1978), de Walter Lima Junior 66. O Caso dos Irmãos Naves (1967), de Luís Sérgio Person 67. Ônibus 174 (2002), de José Padilha 68. O Anjo Nasceu (1969), de Julio Bressane 69. Meu Nome é… Tonho (1969), de Ozualdo Candeias 70. O Céu de Suely (2006), de Karim Ainouz 71. Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert 72. Bicho de Sete Cabeças (2001), de Laís Bondanzky 73. Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda 74. Estômago (2010), de Marcos Jorge 75. Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes 76. Baile Perfumado (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira 77. Pra Frente, Brasil (1982), de Roberto Farias 78. Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976), de Hector Babenco 79. O Viajante (1999), de Paulo Cezar Saraceni 80. Anjos do Arrabalde (1987), de Carlos Reichenbach 81. Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina 82. O País de São Saruê (1971), de Vladimir Carvalho 83. A Marvada Carne (1985), de André Klotzel 84. Sargento Getúlio (1983), de Hermano Penna 85. Inocência (1983), de Walter Lima Jr. 86. Amarelo Manga (2002), de Cláudio Assis 87. Os Saltimbancos Trapalhões (1981), de J.B. Tanko 88. Di (1977), de Glauber Rocha 89. Os Inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade 90. Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1966), de José Mojica Marins 91. Cabaret Mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia 92. Chuvas de Verão (1977), de Carlos Diegues 93. Dois Córregos (1999), de Carlos Reichenbach 94. Aruanda (1960), de Linduarte Noronha 95. Carandiru (2003), de Hector Babenco 96. Blá Blá Blá (1968), de Andrea Tonacci 97. O Signo do Caos (2003), de Rogério Sganzerla 98. O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006), de Cao Hamburger 99. Meteorango Kid, Herói Intergalactico (1969), de Andre Luis Oliveira 100. Guerra Conjugal (1975), de Joaquim Pedro de Andrade 101. Bar Esperança, o Último que Fecha (1983), de Hugo Carvana

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