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    Setsuko Hara (1920 – 2015)

    29 de novembro de 2015 /

    Morreu Setsuko Hara, lenda do cinema japonês, que estrelou os filmes mais famosos do grande mestre Yasujirō Ozu. Ela faleceu aos 95 anos em 5 de setembro, após passar um mês internada num hospital, mas a notícia só foi divulgada nesta semana pela imprensa japonesa. Seu verdadeiro nome era Masae Aida e ela nasceu em 17 de junho de 1920 em Yokohama, no Japão. Sua irmã mais velha era casada com o cineasta Hisatora Kumagai, o que aproximou sua família da indústria do cinema – até seu irmão virou assistente de fotografia. Sonhando em virar atriz, ela passou num teste no estúdio Nikkatsu e fez sua estreia em 1935, aos 15 anos, no curta “Tama o Nagero”, seguido no mesmo ano pela comédia “Do Not Hesite Young Folks!” O primeiro papel de destaque veio no drama “O Filho do Samurai” (1937), uma coprodução alemã, em que ela interpretou uma donzela que tentava, em sacrifício, jogar-se em um vulcão. O sucesso foi tanto que Setsuko continuou a viver heroínas trágicas em diversos filmes até a 2ª Guerra Mundial, que diminuiu o ritmo de lançamentos do país. Quando a produção cinematográfica foi retomada, Akira Kurosawa a convidou a estrelar o clássico “Não Lamento Minha Juventude” (1946), como a filha de um professor universitário que cai em desgraça política, representando as contradições, angústias e sentimentos de culpa da geração do pós-guerra. Ela também trabalhou com o diretor Kimisaburo Yoshimura em “A Ball at the Anjo House” (1947) e com Keisuke Kinoshita em “Here’s to the Girls” (1949), nos quais foi retratada como a “nova mulher japonesa”, além de voltar a filmar com Kurosawa na adaptação japonesa de “O Idiota” (1951), clássico literário de Fiódor Dostoiévski. No entanto, foi a parceria com Yasujirō Ozu, iniciada em 1949, que teve maior impacto em sua carreira. No primeiro longa da parceria, “Pai e Filha” (1949), ela viveu Noriko, uma mulher adulta que se recusava a se casar e sair de casa, preferindo dedicar sua vida a cuidar do pai, apesar dos esforços da família para convencê-la a noivar. O filme tornou-se um dos maiores clássicos japoneses, considerado um dos mais perfeitos dramas de estudo de personagens já realizados e o 15º melhor filme de todos os tempos (segundo a eleição mais recente do British Film Institute). O sucesso do filme consolidou a imagem de Setsuko como uma filha dedicada a seus pais, inspirando o apelido pelo qual ela ficou conhecida: a Virgem Eterna. Até certo ponto, a realidade espelhava esse papel. Em uma sociedade que considerava o casamento e a maternidade quase obrigatórios, ela permaneceu solteira e sem filhos, sobrevivendo às controvérsias apenas porque era popular o suficiente para evitar as fofocas. Ozu, entretanto, quis mostrar uma Noriko diferente no segundo filme da parceria. Mantendo o nome da personagem em “Também Fomos Felizes” (1951), a atriz mostrou que a relutância em se casar não representava uma devoção paterna equivocada. Era um ato de independência. Na trama, a família se preocupava por Noriko se manter solteira aos 28 anos de idade. Mas a jovem era uma típica representante do Japão do pós-guerra, em que as mulheres trabalhavam e não dependiam de homens para sustentá-las, optando por se casar apenas se quisessem e não por conveniência ou tradição. Setsuko também mostrou que o casamento não era essa maravilha toda, ao estrelar o drama “Vida de Casado” (1951), de Mikio Naruse, no qual se mostrava infeliz ao perceber que, após o matrimônio, sua vida resumira-se a cozinhar e limpar a casa. O terceiro filme que estrelou para Ozu, “Era uma Vez em Tóquio” (1953), ilustrou outro ângulo dos temas anteriormente visitados. Nele, a atriz interpretava uma viúva, também chamada Noriko, cujo marido morreu na guerra. Sua devoção ao falecido, porém, já persistia por mais de uma década, a ponto de preocupar os familiares por sua recusa em se casar novamente. Ela era, entretanto, a única que dava atenção aos pais idosos de seu marido, que viajaram do interior para Tóquio, numa rara visita aos filhos distantes, apenas para serem recebidos com indiferença. Os cunhados de Noriko, tão absorvidos em suas próprias vidas, preferiam ignorar os sentimentos dos pais, enquanto a viúva lhes recebia com o respeito e a devoção de uma filha de verdade, num retrato da degradação das famílias, alimentada pela correria da vida moderna. “Era uma Vez em Tóquio” encerrou a chamada “trilogia Noriko” sob elogios e aplausos ainda mais retumbantes que os de “Pai e Filha”, atingindo status de obra-prima mundial. Considerado um dos trabalhos mais importantes do cinema, ocupa atualmente o 3º lugar na lista do British Film Institute dos melhores filmes de todos os tempos, além de liderar uma lista alternativa do mesmo instituto, com votação exclusiva de cineastas. A atriz ainda estrelou mais três longas de Ozu, “Crepúsculo em Tóquio” (1957), “Dia de Outono” (1960) e “Fim de Verão” (1961), sempre lidando com problemas de família, envolvendo especialmente os pais. O final de sua filmografia também teve espaço para duas aventuras dirigidas por Hiroshi Inagaki, vivendo uma deusa em “A Idade dos Deuses” (1959), sobre a origem do xintoísmo, e seu papel final em “Os Vingadores” (1962), a versão mais bem-sucedida da lenda espadachim dos 47 ronins. Em 1963, logo após a morte de Ozu, ela entrou em depressão e decidiu se afastar da indústria cinematográfica. Aos 43 anos, e no auge de sua popularidade, recusou-se a estrelar novos papeis, irritando seus fãs, a indústria e a imprensa do país, ao declarar que não fazia mais sentido continuar a carreira, pois nos últimos anos só filmava para sustentar seus parentes. Ela se mudou para uma pequena casa no litoral, em Kamakura, antiga capital do Japão, onde permaneceu, vivendo sozinha o resto de sua vida. A imprensa, porém, não se conformou com a decisão e passou a chamá-la de “Greta Garbo do Japão”, pela súbita reclusão. Segundo um sobrinho de 75 anos, ela cultivava a simplicidade e a humildade, e não queria chamar atenção para si, mesmo diante da perspectiva da própria morte.

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  • Série

    Constantine pode voltar na série Legends of Tomorrow

    29 de novembro de 2015 /

    O sucesso alcançado pela aparição de John Constantine em “Arrow” está levando os produtores a considerar o personagem como integrante fixo da vindoura série “Legends of Tomorrow”, que juntará vários heróis da DC Comics. Pelo menos, é o que afirma o site Bleeding Cool, após ouvir fontes ligadas ao canal CW. Não há nenhuma confirmação oficial da emissora ou dos produtores, mas o próprio Bleeding Cool joga a possibilidade para a 2ª temporada de “Legends”. Segundo o site, a ideia dos produtores é promover uma renovação anual entre os integrantes do grupo central de heróis da atração, abrindo, assim, as portas para Constantine, interpretado por Matt Ryan na série homônima cancelada. Por sinal, outros heróis devem surgir em breve. Também de acordo com o site, os produtores de “Legends of Tomorrow” também querem adicionar Steven R. McQueen (o Jeremy de “The Vampire Diaries”) ao elenco da 2ª temporada. O problema é que o ator atualmente participa de “Chicago Fire”.

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  • Filme

    Veja 45 fotos e o trailer do filme sobre a vida do Papa Francisco

    29 de novembro de 2015 /

    A distribuidora italiana Medusa divulgou o pôster, 45 fotos e o trailer de “Chiamatemi Francesco”, cinebiografia de Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco. A prévia mostra Bergoglio na juventude, interpretado pelo argentino Rodrigo de la Serna (“Diários da Motocicleta”), como um padre em defesa dos direitos humanos durante os anos de chumbo da ditadura argentina. O chileno Sergio Hernandez (“Glória”) vive o cardeal e futuro pontífice em seus anos mais recentes. O filme é baseado no livro “Francisco – Vida e Revolução”, da jornalista argentina Elisabetta Piqué, e tem direção do italiano Daniele Luchetti (“Meu Irmão é Filho Único”). A estreia acontece em 3 de dezembro na Itália, após uma premiére mundial marcada para terça, 1 de dezembro, no Vaticano. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Pets: Vídeo mostra encontro de um Minion com cachorrinho da nova animação

    29 de novembro de 2015 /

    A Universal Pictures divulgou um novo vídeo de “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, que promove um crossover com o universo dos “Minions”. O vídeo mostra um dos Minions brincando com um dos Pets da nova animação, e serve para ressaltar que o vindouro filme foi criado pelos “mesmos seres humanos” que fizeram “Meu Malvado Favorito” (2010). “Pets: A Vida Secreta dos Bichos” vai mostrar o que acontece quando os humanos saem para o trabalho ou a escola e os animais de estimação ficam sozinhos em casa. Sim, é “Toy Story” com bichos fofos. O filme tem direção de Chris Renaud, um dos diretores da franquia “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Yarrow Cheney, desenhista de produção de “Meu Malvado Favorito”. O roteiro é de Cinco Paul e Ken Daurio, também de “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Brian Lynch, de “O Gato de Botas” (2011). O elenco de vozes originais inclui os comediantes Louis CK (série “Louie”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). A estreia está marcada para 8 de julho nos EUA, mas apenas em 25 de agosto no Brasil.

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  • Filme

    Após polêmica, diretor e estúdio pedem desculpas por Deuses do Egito

    29 de novembro de 2015 /

    O trailer de “Deuses do Egito” pegou tão mal que diretor e estúdio vieram à publico pedir desculpas. A Lionsgate, inclusive, praticamente assumiu que o filme dará prejuízo, desejando a si mesma melhor sorte no próximo. A polêmica se deu por conta da escalação de um elenco majoritariamente branco para encenar uma trama passada no Egito antigo. A mesma controvérsia já havia sido ensaiada na época do lançamento de “Êxodo: Deuses e Reis” (2014), mas “Deuses do Egito” chamou ainda mais atenção pela predominância de atores loiros e ruivos – Brenton Thwaites (“O Doador de Memórias”), Nikolaj Coster-Waldau (série “Game of Thrones”), Abbey Lee (“Mad Max: A Estrada da Fúria”), Bryan Brown (“Austrália”), Emma Booth (“Parker”), Goran D. Kleut (“Frankenstein: Entre Deuses e Demônios”), entre outros. O diretor Alex Proyas fez seu mea culpa em comunicado endereçado à revista Forbes. “O processo de lançar um filme tem muitas variáveis ​​complicadas, mas é claro que as nossas escolhas de elenco deveriam ter sido mais diversas. Eu sinceramente peço desculpas aos que estão ofendidos com as decisões que tomamos”, afirmou. O mesmo tom permeou a nota oficial do estúdio Lionsgate. “Nós reconhecemos que é nossa responsabilidade ajudar a garantir que as decisões de elenco reflitam a diversidade e a cultura dos períodos retratados. Neste caso, nós não conseguimos fazer jus aos nossos próprios padrões de sensibilidade e diversidade, pelo qual pedimos sinceras desculpas. A Lionsgate está profundamente empenhada em fazer filmes que refletem a diversidade das nossas audiências. Na próxima, faremos melhor”. “Deuses do Egito” estreia em 25 de Fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Real Rob: Veja o trailer da nova série de comédia de Rob Schneider

    28 de novembro de 2015 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer da nova série de comédia “Real Rob”, escrita, produzida e estrelada pelo comediante Rob Schneider (“Gente Grande”), coadjuvante de praticamente todos os filmes de Adam Sandler. A prévia mostra o ator como uma versão de si mesmo, ao estilo da saudosa série “Curb Your Enthusiasm”, envolvido com problemas de seu casamento e de sua carreira, e conta com a participação de sua esposa Patricia, sua filha Miranda e seus amigos famosos da vida real – como, por exemplo, David Spader (também de “Gente Grande”) e George Lopez (“Idas e Vindas do Amor”), vistos no vídeo. A 1ª temporada terá 9 episódios e será disponibilizada na terça-feira, dia 1º de dezembro.

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  • Filme

    Reese Witherspoon vai produzir filme sobre a criação da boneca Barbie

    28 de novembro de 2015 /

    A atriz Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) vai produzir um filme sobre a criadora da boneca Barbie, a empresária Ruth Handler. A informação foi divulgada após a empresa da atriz, a Pacific Standard, ter comprado os direitos de adaptação do livro “Barbie e Ruth: A História da Boneca mais Famosa do Mundo e da Mulher que a Criou”. O filme vai contar a origem da boneca, passando por sua idealização e destacando o lançamento da primeira Barbie, no final da década de 1950, além de refletir sobre sua influência por todo o planeta. Ruth levou três anos para conseguir aperfeiçoar sua criação, inspirada em brinquedos de papel da filha Barbara (Barbie), até finalmente apresentar a famosa boneca na Feira Internacional de Brinquedos de 1959, em Nova York. Ainda não há informações sobre o cronograma da produção ou sua perspectiva de lançamento. Mas, além deste filme, também está sendo desenvolvido um longa centrado numa aventura de Barbie, que pela primeira vez será vivida por uma atriz real. Este projeto tem roteiro de Diablo Cody, vencedora do Oscar por “Juno” (2007).

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  • Filme

    Trailer de Zoolander 2 registra recorde de visualizações

    28 de novembro de 2015 /

    O trailer de “Zoolander 2” surpreendeu as expectativas e obteve o maior número de visualizações já registrado por uma prévia de filme de comédia em sua primeira semana de exibição. Segundo o site Deadline, foram nada menos que 52,2 milhões de visitas ao endereço oficial do vídeo, superando o antigo recordista, o trailer de “Debi & Lóide 2”, que em 2014 alcançou 49 milhões na primeira semana. A curiosidade pode ter sido despertada por uma campanha online pelo boicote ao filme, disparada justamente pelo trailer, que mostra Benedict Cumberbatch como transexual de forma caricata. A continuação traz de volta os modelos masculinos Derek Zoolander (Ben Stiller) e Hansell (Owen Wilson, de “Meia Noite em Paris”), que precisam lidar com o fato de terem saído de moda desde a década passada. Só que eles não pretendem descer das passarelas sem uma boa briga, providenciada pela CIA, que volta a procurá-los, após o filme original, para alistá-los numa nova missão, visando a captura de um assassino de pessoas bonitas. A parceria tem um motivo: antes de morrer, os bonitões registram selfies com o look mais famoso de Zoolander, o biquinho Blue Steel. Entre as vítimas está o cantor Justin Bieber, mas a maior novidade do elenco é a participação de Penélope Cruz (“O Conselheiro do Crime”) como espiã de roupa colante. Curiosamente, a Paramount Pictures tinha dúvidas sobre o investimento na produção, protelando o projeto por vários anos. Afinal, o filme original, lançado em 2001, não foi um estouro de bilheterias, tornando-se cultuado apenas ao sair em DVD. Com direção de Stiller e roteiro de Justin Theroux, que trabalharam juntos no hilário “Trovão Tropical” (2008), “Zoolander 2” estreia em 11 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    M.I.A. polemiza em clipe sobre a crise dos refugiados na Europa

    28 de novembro de 2015 /

    A cantora M.I.A. voltou a polemizar com um nova música e clipe politizados. Em “Borders”, a rapper inglesa de descendência tâmil (Sri Lanka) aborda a questão da crise migratória, criticando a postura de líderes políticos europeus que cercam suas fronteiras para impedir a entrada de imigrantes. Por isso, o clipe enfatiza multidões tentando superar cercas gigantescas, cobertas por arames farpados. M.I.A. também ilustra o ritmo intenso da migração pelo mar, por meio de verdadeiras esculturas humanas, culminando a produção com barcas sobrecarregadas de refugiados, que rumam para o desastre. Ela mesma dirigiu o vídeo. E o resultado artístico é bem melhor que a letra repetitiva da canção, que soa redundante e confusa diante do tema. Ao mesmo tempo em que cita palavras de efeito, como “Políticos” e “Gente de barco”, M.I.A. também usa um vocabulário destrutivo, que permite dupla interpretação, ao falar em explosões e mortes. Para completar, ela aparece com uma camiseta pirata do time de futebol Paris Saint Germain, em alusão velada ao massacre de Paris. Detalhes preliminares da investigação do ataque apontam que os terroristas usaram as rotas dos imigrantes para entrar na Europa e barbarizar. A música faz parte do quinto álbum da cantora, “Matahdatah”, ainda sem data oficial de lançamento.

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  • Filme

    Norm of the North: Urso polar viaja a Nova York em trailers de animação

    28 de novembro de 2015 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e os trailers da animação “Norm of the North”. A prévia mostra a limitação do CGI utilizado nos desenhos, que resultam em personagens de textura simples, especialmente em sua pelagem, na comparação com as produções de bichos falantes digitais de outros estúdios. Assim como em “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012), há uma motivação ecológica na aventura do personagem-título A trama acompanha Norm, um urso polar atrapalhado, que viaja com três auxiliares lemings para Nova York com a missão de espionar e impedir os planos de invasão humana em seu habitat natural. A dublagem original traz o comediante Rob Schneider (“Gente Grande”) como Norm, além de Heather Graham (“Se Beber, Não Case”), Bill Nighy (“Questão de Tempo”) e Ken Jeong (também de “Se Beber, Não Case”). “Norm of the North” é o primeiro filme dirigido por Trevor Wall, diretor da série animada “Sabrina: Secrets of a Teenage Witch”. A estreia está marcada para 15 de janeiro nos EUA e duas semanas depois, em 28 de janeiro, no Brasil.

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  • Série

    Sherlock: Fotos do especial de fim de ano revelam os personagens em trajes de época

    28 de novembro de 2015 /

    A BBC divulgou novas fotos dos personagens do especial de fim de ano da série “Sherlock”, intitulado “The Abominable Bride” (“A Noiva Abominável”, em tradução literal). Além de Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como John Watson, ambos em trajes de época, as fotos incluem Amanda Abbington como Mary Morstan, noiva de Watson, e Natasha O’Keefe como a figura sinistra que dá título ao telefilme. Sua imagem revela pouco, mas o batom borrado e o véu alimentam o mistério sobre a trama. Bem diferente da série, que traz Sherlock Holmes nos dias atuais, o especial será passado na Inglaterra vitoriana, período em que foram publicadas suas aventuras literárias originais, concebidas por Arthur Conan Doyle. “The Abominable Bride” foi escrito por Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores da série, e irá ao ar em 1º de janeiro no Reino Unido.

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  • Etc,  Filme

    Po visita seus “parentes” na China, em fotos da divulgação de Kung Fu Panda 3

    28 de novembro de 2015 /

    A DreamWorks divulgou novas fotos de “Kung Fu Panda 3”. Mas estas são diferentes. Para começar, não foram criadas por computador nem incluem animação. Trata-se de um encontro real entre Po e seus “parentes”. O personagem principal da franquia (na verdade, um ator fantasiado) visitou os pandas trigêmeos do Chimelong Safari Park, localizado na cidade de Guangzhou, na China. Os “pandinhas” gigantes tem apenas um ano de vida e aparecem nas fotos entretidos com suas comidas, sem dar muita bola para o visitante animadão. Meng Meng, Shuai Shai e Ku Ku viraram celebridades por terem nascido em cativeiro no ano passado, já que os pandas correm risco de extinção. O detalhe interessante é que os trigêmeos inspiraram personagens do filme, que vai mostrar o encontro de Po com a família que ele não sabia que tinha. O material promocional da produção vêm há tempos destacando, entre os parentes de Po, três pequenos filhotinhos. Na trama, o paraíso secreto dos pandas será ameaçado por um vilão sobrenatural, que pretende dizimar os mestres de kung fu, e após conhecer sua família, Po terá que treinar todos os pandas desajeitados do vilarejo para combatê-lo. Na dublagem original, Po é interpretado pelo ator Jack Black. Outros nomes conhecidos também tiveram seu retorno confirmado no terceiro filme, como Angelina Jolie, Dustin Hoffman, Lucy Liu, Seth Rogen e Jackie Chan. Entre as novidades, o pai de Po será dublado por Bryan Cranston (série “Breaking Bad”), a panda Mei Mei terá a voz de Kate Hudson (“Noivas em Guerra”) e o vilão Kai será interpretado por J.K. Simmons (“Whiplash”). “Kung Fu Panda 3” estreia em 29 de janeiro nos EUA e apenas em 17 de março no Brasil.

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  • Filme

    Ridley Scott diz que sequência de Prometheus será primeiro filme de uma nova trilogia

    28 de novembro de 2015 /

    Após a 20th Century Fox afirmar, na divulgação da sinopse, que “Alien: Covenant” teria uma sequência, o diretor Ridley Scott foi além, revelando que planeja lançar mais dois filmes após a produção. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, Scott explicou que sua motivação para fazer uma nova trilogia vem do arrependimento de não ter continuado na franquia “Alien” após filmar “Alien, O 8º Passageiro”, em 1979. Ele agora quer responder questões que aquele filme deixou em aberto e nenhum outro cineasta se preocupou em abordar. “Em outras palavras, por que aquela nave estava lá e por que tinha aliens dentro dela. Estas questões serão respondidas”, ele afirmou. O problema é que ele espera responder isso ao longo de três filmes, mesmo que a ideia que motivou o lançamento de “Prometheus” (2012) tenha sido exatamente essa: servir de prólogo e esclarecer a mitologia de “Alien”. “Alien: Covenant” trará de volta Michael Fassbender como o robô (sintético, na definição da franquia) David, mas Noomi Rapace, que também sobreviveu à trama de “Prometheus”, será vista apenas brevemente, segundo o diretor. Não se sabe como o lançamento de uma nova trilogia afetará os planos de “Alien 5”, que chegou a ser aprovado e posteriormente adiado pela Fox, justamente por causa de “Alien: Covenant”. Entretanto, os fãs estavam muito mais animados com o projeto da continuação da franquia original, que traria de volta personagens sumidos desde “Aliens – O Resgate” (1986).

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