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  • Série

    “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” vai virar série

    15 de janeiro de 2026 /

    Nova adaptação da obra de Stieg Larsson será escrita por roteirista de "Hannibal", prometendo atualizar a história para o contexto contemporâneo

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  • Série

    Criadora de “The Killing” fará série baseada em “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”

    26 de outubro de 2023 /

    O Amazon MGM Studios encomendou uma série inspirada na trilogia “Millennium”, do escritor sueco Stieg Larsson, para a plataforma Prime Video. O projeto está sendo desenvolvido por Veena Sud, criadora de outra atração baseada em trama nórdica, “The Killing”, remake da dinamarquesa “Forbrydelsen”. Apesar da confirmação da showrunner, a trama central permanece um mistério. A informação inicial é que seria uma história inédita centrada em Lisbeth Salander, uma das personagens principais da franquia, mas detalhes adicionais ainda não foram revelados. A produção será uma parceria entre Amazon MGM Studios e Left Bank Pictures, produtora de “The Crown”, que pertence à Sony Pictures Television.   Legado de “Millennium” A série de livros “Millennium” introduziu ao mundo os personagens a hacker punk Lisbeth Salander e o jornalista investigativo Mikael Blomkvist, com três obras escritas por Larsson antes de seu falecimento em 2004: “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”. As três foram adaptadas numa trilogia cinematográfica sueca em 2009, que transformou Noomi Rapace e Michael Nyqvist (1960-2017) em astros internacionais. O sucesso fez os livros continuarem a ser publicados por outros autores e rendeu adaptações de Hollywood. Rooney Mara e Daniel Craig estrelaram o remake americano de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” em 2011, com direção de David Fincher. Mas o resto da trilogia ficou sem adaptação americana. Apesar disso, a Sony ainda produziu “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, de Fede Alvarez, em 2018, baseado no quarto livro (escrito por David Lagercrantz) e com Claire Foy no papel de Lisbeth. Veja abaixo os trailers de três versões diferentes da franquia cinematográfica.

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  • Filme

    Rooney Mara diz que quase largou carreira após “A Hora do Pesadelo”

    9 de janeiro de 2023 /

    A atriz Rooney Mara (“O Beco do Pesadelo”) quase desistiu da carreira de atriz após estrelar “A Hora do Pesadelo” (2010), remake de um clássico do terror da década de 1980. A revelação foi feita durante participação no podcast “LaunchLeft”, mas Mara não entrou em detalhes a respeito do que aconteceu no set do filme, dizendo apenas que “não foi uma boa experiência”. “Tenho que ter cuidado com o que digo e como falo sobre isso”, explicou. “Não foi a melhor experiência fazer o filme e meio que cheguei a esse lugar, onde ainda estou, em que eu não queria atuar a menos que fosse fazendo coisas que sentisse que deveria fazer. Então, depois de fazer aquele filme, eu meio que decidi: ‘Ok, não vou mais atuar, a menos que seja algo que faça me sentir bem'”. Ela diz que teve sorte de em seguida trabalhar com o diretor David Fincher no filme “A Rede Social” (2010), fazendo uma participação pequena, porém marcante, no início do filme. A parceria com o diretor acabou se repetindo em “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011), em que viveu a protagonista e recebeu uma indicação ao Oscar. A atriz contou que David Fincher “teve que lutar muito para que eu conseguisse o papel, porque o estúdio não me queria para isso”. Ela também reconheceu que o papel de Lisbeth Salander “foi um ponto de virada real e definitivo na minha vida e na minha carreira”. “Trabalhei nisso por um ano direto”, lembrou ela. “David realmente me colocou sob sua proteção. Ele se tornou meu mentor de várias maneiras. Ele tomou muito cuidado para garantir que eu soubesse que tinha voz e que minha opinião significava alguma coisa. Ele estava constantemente me capacitando, o que eu acho que realmente afetou o resto das minhas escolhas depois disso”. Rooney Mara estrelou recentemente o drama “Entre Mulheres”, dirigido por Sarah Polley, que está sendo muito elogiado e pode lhe render sua terceira indicação ao Oscar. O filme chega aos cinemas brasileiros em 2 de março. Veja abaixo o trailer de “A Hora do Pesadelo”.

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  • Etc,  Filme

    Christopher Plummer (1929 – 2021)

    5 de fevereiro de 2021 /

    O ator Christopher Plummer, intérprete de papéis icônicos desde “A Noviça Rebelde” nos anos 1960 ao recente “Entre Facas e Segredos”, morreu nesta sexta (5/2) de causas naturais e cercado pela família aos 91 anos. Natural de Toronto e bisneto do ex-primeiro-ministro canadense John Abbott, Plummer começou sua trajetória pelos palcos e televisão de seu país natal. Mas sua voz estrondosa perfeita para o teatro o motivou a mudar-se para Nova York e tentar entrar na Broadway. Acabou se destacando na TV, em teleteatros gravados ao vivo, e fez sua estreia cinematográfica em 1958, no filme “Quando o Espetáculo Termina”, de Sidney Lumet, no papel de um dramaturgo. Sua carreira só foi deslanchar mesmo em meados dos anos 1960. Ele começou a chamar atenção como o vilão Commodus no épico “A Queda do Império Romano” (1964), de Anthony Mann – o mesmo antagonista que Joaquin Phoenix interpretou em “Gladiador” (2000). E em seguida deu vida a um de seus personagens mais famosos, o Capitão Von Trapp, viúvo que contrata a jovem Maria (Julie Andrews) como babá de seus filhos em “A Noviça Rebelde” (1965). O musical se tornou um dos maiores sucessos de Hollywood, catapultando o ator ao estrelato. Colhendo os louros de “A Noviça Rebelde”, Plummer assumiu uma coleção variadíssima de papéis, como o Marechal Rommel no suspense de guerra “A Noite dos Generais” (1967), o personagem-título da tragédia grega “Édipo Rei” (1968), o imperador inca Atahualpa em “Real Caçador do Sol” (1969), o Duque de Wellington em “Waterloo” (1970), o escritor Rudyard Kipling em “O Homem que Queria ser Rei” (1975) e até o detetive Sherlock Holmes em “Assassinato Por Decreto” (1979). A voz poderosa, o rosto sério e a postura enérgica lhe renderam uma filmografia repleta de figuras de autoridades. Ele parecia sisudo até na hora de fazer rir, como um aristocrata em “A Volta da Pantera Cor-de-Rosa” (1975), a comédia mais engraçada da franquia de Blake Edwards. Mas após o sucesso da ficção científica romântica “Em Algum Lugar do Passado” (1980), sua carreira deu uma guinada rumo ao cinema B, com suspenses, thrillers de ação e até filmes de terror, entre eles o cultuado “Morte nos Sonhos” (1984), passando uma década com mais destaque na TV, onde estrelou o mega hit “Os Pássaros Feridos” (1983) e telefilmes que lhe renderam prêmios da Academia da Televisão. Plummer venceu dois Emmys, como Melhor Ator por “Arthur Hailey’s the Moneychangers” (1976) e Melhor Dublagem pela animação “As Novas Aventuras de Madeline” (1994). Ele retomou as produções cinematográficas de prestígio com uma pequena aparição em “Malcolm X” (1992), de Spike Lee, que foi seguida por desempenhos em “Lobo” (1994), de Mike Nichols, e “Eclipse Total” (1995), de Taylor Hackford. A lista segue com o papel de pai de Brad Pitt na influente sci-fi “Os 12 Macacos” (1995), de Terry Gilliam, de avô de Nicolas Cage em “A Lenda do Tesouro Perdido” (2004), além de um klingon em “Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida” (1991), Van Helsing em “Drácula 2000” (2000) e Aristóteles em “Alexandre” (2004). Também teve participações destacadas em “O Informante” (1999), de Michael Mann, indicado ao Oscar de Melhor Filme, “Uma Mente Brilhante” (2001), de Ron Howard, vencedor do Oscar de Melhor Filme, e “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005), que rendeu um Oscar para George Clooney. Mas ele próprio teve reconhecimento tardio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, sendo indicado ao Oscar pela primeira vez apenas aos 80 anos de idade, por “A Última Estação” (2009), em que viveu o escritor russo Tolstoi. Curiosamente, após a indicação, não demorou a comemorar sua vitória, conquistando o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2012 por “Toda Forma de Amar” (2010), drama indie de Mike Mills, onde interpretou um viúvo que se assumia gay para o filho (Ewan McGregor). Na ocasião, aos 82 anos de idade, Plummer se tornou o ator mais velho a vencer um Oscar. “Você é só dois anos mais velha que eu, querida. Onde esteve minha vida toda?”, disse ele ao subir no palco e receber a estatueta, arrancando gargalhadas e aplausos da plateia de estrelas. Plummer ainda recebeu uma última nomeação por “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), de Ridley Scott, após substituir Kevin Spacey em refilmagens emergenciais, como o milionário pão-duro John Paul Getty. E com isso registrou um novo recorde em Hollywood. Aos 88 anos, se tornou o ator mais velho a ser indicado ao Oscar. Entre seus últimos desempenhos marcantes estão os papéis-títulos de “O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus” (2009) e “Barrymore” (2011, cinebiografia do ator John Barrymore), de Júlio César em “César e Cleópatra” (2009), do kaiser Guilherme II em “A Exceção” (2016), do velho Scrooge em “O Homem Que Inventou o Natal” (2017), sem esquecer o desempenho como empresário de Al Pacino em “Não Olhe para Trás” (2015), como par de Shirley Maclaine em dois romances de terceira idade, “Um Amor para Toda a Vida” (2007) e “Elsa & Fred: Um Amor de Paixão” (2014), e os dois milionários excêntricos que dão início às tramas de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Entre Facas e Segredos” (2019). Com a vasta carreira e reconhecimento artístico, a morte do ator repercutiu em Hollywood, trazendo à tona muitas memórias compartilhadas por atores e diretores que trabalharam com ele. Ellen Mirren foi uma das estrelas a celebrar o colega: “Tive a grande honra de trabalhar com Chris Plummer em seu papel indicado ao Oscar, Tolstoi [no filme ‘A Última Estação’]. Ele era uma força poderosa tanto como homem quanto como ator. Ele era um ator no significado da palavra no século 19 – seu compromisso com sua profissão. A sua arte era total, sendo o teatro uma constante e a parte mais importante da totalidade da sua vontade de se envolver com a narrativa. Ele era destemido, enérgico, corajoso, experiente, profissional e um monumento ao que um ator pode ser. Um Grande Ator no sentido mais verdadeiro. ” “Uma lenda viva que amava seu ofício e era um cavalheiro absoluto”, definou Rian Johnson, que o dirigiu em “Entre Facas e Segredos”. “Tive a sorte de ter compartilhado um set com ele”. “Que sorte eu tive de ter você ao meu lado naquela que foi uma das melhores experiências da minha carreira”, acrescentou Ana de Armas, também sobre “Entre Facas e Segredos”. “Obrigada para sempre por suas risadas, seu calor, seu talento, suas histórias sobre Marilyn, as vitaminas quando adoeci, sua paciência, sua parceria e sua dedicação. Sempre pensarei em você com amor e admiração”, completou. Christopher Plummer era casado com a atriz Elaine Taylor (“Cassino Royale”) desde 1970, com quem teve uma filha famosa, a também atriz Amanda Plummer, conhecida por “Pulp Fiction” (1994) e “Jogos Vorazes: Em Chamas” (2013).

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  • Filme,  Música

    George Gerdes (1948 – 2021)

    4 de janeiro de 2021 /

    O cantor e ator americano George Gerdes, que teve papéis em várias séries e filmes como “Amistad” e “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, morreu na última sexta (1/1) aos 72 anos. A notícia foi confirmada nesta segunda pela companheira de Gerdes, Julia Johns, que revelou que o ator havia sofrido um aneurisma cerebral na véspera do ano novo. Gerdes começou carreira como cantor e compositor no início dos anos 1970, adotando o estilo folk pop que estava em voga na época. Embora seus primeiros discos não tenham gerado muito sucesso, ganharam a admiração da artista Joni Mitchell, que era fã declarada. Ele teve mais sorte como ator, após começar a aparecer em filmes entre os anos 1980 e 1990, como “Os Trapaceiros da Loto” (1987, com Michael Keaton), “Jacknife” (1989, com Robert De Niro), “Mulher Solteira Procura” (1992, com Jennifer Jason Leigh), “Boiling Point: Em Ponto de Bala” (1993, com Wesley Snipes), “Amistad” (1997, de Steven Spielberg) e “Morcegos” (1999, com Lou Diamond Phillips). Seus últimos filmes foram a aventura “Mar de Fogo” (2004, com Viggo Mortensen), comédia “Dizem por Aí…” (2005, com Jennifer Aniston), o remake americano do suspense “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011, de David Fincher) e a sci-fi indie “The 11th Green” (lançada em janeiro de 2020), em que interpretou o antigo presidente dos EUA Dwight Eisenhower. Entre suas participações televisivas, ele ainda destacou-se como um vigilante em episódio de “Seinfeld” de 1992, um pastor em episódio de “Arquivo X” de 1994, e um analista em “Alias”, em 2004, além de aparecer em “Arquivo Morto” (Cold Case), “Plantão Médico” (ER), “Mentes Criminosas” (Criminal Minds), “NCIS”, “Lost”, “True Blood”, “Bones”, “Castle”, “Dexter”, “Bosch” e em episódios de 2020 de “Grey’s Anatomy” e “Perry Mason”.

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  • Filme

    Personagem de Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres vai ganhar série

    27 de maio de 2020 /

    A Amazon está desenvolvendo uma série centrada na personagem Lisbeth Salander, que já foi vivida por Noomi Rapace, Rooney Mara e Claire Foy no cinema. Criada pelo escritor sueco Stieg Larsson na saga literária “Millennium”, Salander é uma hacker punk tatuada, bissexual e justiceira, que se alia a um jornalista para desvendar crimes e conspirações. A trilogia original de Larsson já rendeu três filmes suecos (todos lançados em 2009 e exibidos como minissérie na TV em 2010) e um remake americano, “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011), de David Fincher. O escritor morreu antes de ver qualquer um deles, em 2005. Mas a projeção póstuma alcançada pela saga levou seus herdeiros a estender a franquia, publicando mais livros (de outros autores) e negociando novas adaptações. O filme mais recente, “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018), de Fede Alvarez, foi baseado em obra de David Lagercrantz. A série vai se chamar “The Girl with the Dragon Tattoo”, título em inglês do primeiro livro de Larsson, lançado no Brasil como “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”. Mas não será a terceira versão dessa história nas telas. O projeto pretende mostrar novas aventuras de Lisbeth Salander, “a garota com a tatuagem de dragão”, passadas nos dias atuais e com novos coadjuvantes. A Amazon Studios e a produtora Left Bank fecharam a parceria para desenvolver a série em parceria com a divisão televisiva da Sony Pictures, responsável pelas adaptações americanas de cinema. Em fase inicial, o projeto ainda não tem roteirista definido.

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    Novo trailer legendado de Millennium: A Garota na Teia de Aranha traz Claire Foy em cenas de muita ação

    17 de setembro de 2018 /

    A Sony divulgou novos pôsteres, mais fotos e o segundo trailer de “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, em versões dublada e legendada. Repleto de cenas de ação, com explosões, tiroteios e perseguições motorizadas, o filme retoma a trama de “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011, com novo diretor e elenco. O principal destaque da prévia é a grande transformação sofrida por Claire Foy, a intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, que aparece como a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, papel interpretado por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. Também é grande a transformação do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig se tornou difícil de identificar, após sofrer rejuvenescimento pela escalação do sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”). A prévia também não deixa claro como serão resolvidos outros problemas de continuidade da franquia. Afinal, entre as tramas do longa anterior e o atual há um hiato grande o suficiente para preencher dois livros completos. É realmente o caso. Como se sabe, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre Blomkvist e Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, é o quarto livro. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a lançar a primeira versão hollywoodiana, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já era indicação de que o público-alvo tinha visto as adaptações suecas no cinema e o remake era só uma reprise. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que nunca foi filmado. E como também virou best-seller, reviveu o interesse da Sony nos personagens. Assim, o estúdio decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, continuações imediadas da trama adaptada no filme de Fincher, para evitar investir em novo remake. Por isso, o resultado tende a ser um híbrido, que tanto pode incluir trechos dos livros anteriores ou, como parece apontar a prévia, abandonar elementos da trama original para contar uma história bem diferente da publicada. Nenhum dos trailers adiantados parece abordar a conspiração da NSA, a Sociedade da Aranha, a luta de hackers e as citações a personagens da Marvel que constam do livro original – Thanos e Vespa são codinomes importantes. Em vez disso, há ênfase no conflito da protagonista com sua irmã malvada, encarnada pela holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), que só surge no livro original na segunda metade da história. O responsável pela adaptação foram os roteiristas Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”), e a direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”). Além dos citados, o elenco também inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Stephen Merchant (“Logan”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Claes Bang (“The Square: A Arte da Discórdia”) e Synnøve Macody Lund (“Headhunters”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Claire Foy é punk e irreconhecível no trailer legendado de Millennium: A Garota na Teia de Aranha

    7 de junho de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster, quatro fotos e o primeiro trailer de “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, em versões dublada e legendada. O filme retoma a trama de “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011, com novo elenco e pulando dois livros. O principal destaque da prévia é a grande transformação sofrida por Claire Foy. Intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, ela aparece como a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, que foi interpretada por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. O mais curioso, porém, é a completa ausência do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig será vivido pelo sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”), mas nem sequer é mencionado no trailer. Assim como a conspiração da NSA, a Sociedade da Aranha, a luta de hackers e as citações a personagens da Marvel que constam do livro original – Thanos e Vespa são codinomes importantes. Em vez disso, há ênfase no conflito da protagonista com sua irmã malvada, encarnada pela holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), que só surge na segunda metade da obra. Isto sugere que a história foi bastante alterada para compensar o fato de que os livros que contam a história do pai de Lisbeth não ganharam adaptação americana. Vale lembrar que o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e reviveu o interesse da Sony nos personagens. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a lançar a versão hollywoodiana, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake americano teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já devia ser indicação de que todos já tinham visto essas histórias no cinema. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que não tinha sido filmado. E assim a Sony decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar” para evitar cair novamente na armadilha dos remakes. O resultado tende a ser um híbrido, que tanto pode incluir trechos dos livros anteriores ou, como parece apontar a prévia, abandonar elementos da trama para contar uma história bem diferente da publicada. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que vai trabalhar com um roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). O elenco ainda inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Stephen Merchant (“Logan”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Claes Bang (“The Square: A Arte da Discórdia”) e Synnøve Macody Lund (“Headhunters”). A streia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Atriz de Blade Runner 2049 será irmã malvada de Lisbeth Salander no novo filme da franquia Millennium

    23 de outubro de 2017 /

    A atriz holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”) está em negociações para participar de “Millennium – A Garota na Teia da Aranha”, que surge como uma espécie de continuação de “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011). Segundo o site da revista Variety, ela deve interpretar a irmã malvada da heroína Lisbeth Salander, que será vivida pela inglesa Claire Foy, estrela da série “The Crown”. O projeto um tanto bizarro da Sony não é uma continuação direta, mas um salto na história, que passa batido por dois livros e muda todo o elenco, resultando num reboot envergonhado. Originalmente, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu só três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e reviveu o interesse da Sony nos personagens. A trilogia de Larsson chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Mas o remake com Daniel Craig e Rooney Mara, apesar de indicado a cinco Oscars, teve fraco desempenho internacional, porque o público já tinha visto os filmes originais. O que explica a falta de interesse da Sony em continuar investindo em histórias já filmadas e sua opção por ir direto em “A Garota na Teia de Aranha”, o único dos livros inéditos no cinema. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que vai trabalhar com um roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). Atualmente em fase de pré-produção, o filme tem lançamento previsto para outubro de 2018.

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    De Rainha Elizabeth a hacker punk bissexual: Claire Foy será Lisbeth Salander em A Garota na Teia de Aranha

    15 de setembro de 2017 /

    Difícil imaginar Claire Foy, que interpreta a Rainha Elizabeth na série “The Crown” (e antes foi Anna Bolena em “Wolf Hall” e a aristocrata Lady Persephone Towyn em “Upstairs Downstairs”), como uma hacker punk bissexual de 23 anos. Mas é exatamente isso que a Sony Pictures espera que o público veja em “A Garota na Teia de Aranha”. O estúdio oficializou a contratação da atriz para o papel de Lisbeth Salander, que já foi interpretado por Noomi Rapace e Rooney Mara em outros filmes da franquia literária “Millennium” (veja as duas à caráter logo abaixo). A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que também deve mexer no roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). “Eu não poderia estar mais empolgado sobre Claire tomar as rédeas da icônica Lisbeth Salander. Claire é incrível, um talento raro que vai injetar uma nova e empolgante vida em Lisbeth. Mal posso esperar para levar essa história para um público mundial, com Claire Foy no centro”, afirmou o diretor em comunicado, citando o nome da atriz três vezes em três frases. A adaptação seguirá uma trajetória confusa, já que, anteriormente, a Sony filmou o primeiro dos três livros escritos pelo sueco Stieg Larsson, “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011. Fincher queria fazer uma continuação e estruturou o filme de modo que tivesse uma sequência. Mas o estúdio protelou, protelou e agora decidiu filmar… o quarto dos três livros. Ou melhor, o livro publicado após a morte de Larsson e o fecho da trilogia, escrito por David Lagercrantz com os mesmos personagens. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. A Sony correu para lançar sua versão, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake americano teve fraco desempenho internacional, porque obviamente todos já conheciam a história. “A Garota na Teia de Aranha” é o único dos livros da franquia que não foi filmado. A opção da Sony resulta num produto bizarro, já que, ao mudar todo o elenco, a produção perdeu as características de uma continuação tradicional. Mas também não será um típico reboot, pois deverá levar em conta as relações dos protagonistas, introduzidas no filme de Fincher, que não teve resolução. Fincher chegou a sugerir condensar os dois livros seguintes num único filme, mas a Sony decidiu ir direto para o quarto volume, com outro diretor e elenco. Não se sabe como o estúdio irá lidar com a transição das histórias, mas a opção por contar uma trama que ainda permanece inédita nos cinemas parece mesmo resultado de uma reflexão sobre o crescente desinteresse internacional nos remakes americanos. A adaptação de “A Garota na Teia de Aranha” será produzida por Amy Pascal (ex-CEO da Sony) e a equipe original de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, encabeçada por Scott Rudin. A estreia foi marcada para outubro de 2018.

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    Continuação de Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres é confirmada com novo elenco

    13 de março de 2017 /

    A Sony vai mesmo levar aos cinemas a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”, quatro livro da ex-trilogia “Millennium”, como seu segundo lançamento da franquia. O estúdio marcou o início das filmagens para setembro e anunciou que a produção terá um elenco completamento novo, sem Daniel Craig e Rooney Mara, que estrelaram a primeira história, “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigida por David Fincher em 2011. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que também vai mexer no roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). Lançar um filme coerente será um grande desafio, já que, ao mudar todo o elenco, a produção perdeu as características de uma continuação tradicional. Entretanto, tampouco pode ser considerada um reboot, já que deverá levar em conta as relações dos protagonistas, introduzidas no primeiro filme, que não teve resolução. Que confusão. O mais curioso é que, originalmente, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu só três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criarem histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e revivendo o interesse da Sony na franquia. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. A Sony correu para lançar sua versão, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, caiu vítima da maldição de todos os remakes hollywoodianos desde então, com fraco desempenho internacional. Por conta disso, os planos para suas duas continuações foram arquivados. Fincher chegou a considerar condensar os dois livros seguintes num único filme, mas a Sony decidiu ir direto para o quarto volume. Não se sabe como o estúdio irá lidar com a transição das histórias, mas a opção por contar uma trama que ainda permanece inédita nos cinemas parece mesmo resultado de uma reflexão sobre o crescente desinteresse internacional nos remakes americanos. A adaptação de “A Garota na Teia de Aranha” será produzida por Amy Pascal (ex-CEO da Sony) e a equipe original de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, encabeçada por Scott Rudin. A estreia foi marcada para outubro de 2018.

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    Diretor de O Homem nas Trevas vai filmar continuação de Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres

    4 de novembro de 2016 /

    A Sony Pictures está em negociações avançadas com o cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”) para dirigir a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”, quarto livro da ex-trilogia “Millennium”. A informação foi apurada pelos sites Variety e Deadline. Originalmente, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criarem histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e revivendo o interesse da Sony na franquia. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial os intérpretes dos protagonistas, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. A Sony correu para lançar um remake americano do primeiro filme, intitulado “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011), com direção de David Fincher e estrelado por Daniel Craig e Rooney Mara. Mas apesar de elogiado pela crítica e indicado a cinco Oscars, o suspense não fez o sucesso que o estúdio esperava e os planos para suas duas continuações foram arquivados. Fincher chegou a considerar condensar os dois livros seguintes num único filme, mas a Sony decidiu ir direto para o quarto volume da história. Não se sabe como o estúdio irá lidar com a transição das histórias nem se contará com o mesmo elenco do longa de 2011, mas a decisão de filmar uma adaptação inédita nos cinemas é resultado de uma reflexão sobre o crescente desinteresse internacional nos remakes americanos – lembrando que os livros “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar” já foram filmados na Suécia em 2009. A adaptação de “A Garota na Teia de Aranha” já tem roteiro pronto, escrito por Steven Knight (“Senhores do Crime”), e será produzida por Amy Pascal (ex-CEO da Sony) e a equipe original de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, encabeçada por Scott Rudin. As filmagens devem começar nos primeiros meses de 2017.

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    Franquia Millennium vai voltar ao cinema sem Rooney Mara, Daniel Craig ou David Fincher

    16 de novembro de 2015 /

    A Sony Pictures decidiu retomar a franquia “Millennium”, mas não como os fãs ou o diretor David Fincher esperavam. Ele queria continuar a filmar as adaptações da trilogia escrita por Stieg Larson, dando sequência à história de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, mas o filme de 2011 não fez o sucesso esperado e o estúdio adotou a tática do cansaço para tratar da continuação. Quatro anos depois, a decisão finalmente veio. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o estúdio decidiu adaptar “A Garota na Teia de Aranha”, quarto livro da série literária, pulando “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, que compõem a trilogia original. E vai aproveitar este pulo para realizar um reboot, substituindo Rooney Mara no papel da hacker Lizbeth Salander e Daniel Craig como o jornalista Mikael Blomkvist, além do diretor David Fincher. “A Garota na Teia de Aranha” foi publicado neste ano e, diferentemente dos três primeiros livros, não foi escrito pelo falecido Stieg Larsson, mas sim por David Lagercrantz. Os três livros originais já foram filmados na Suécia, mas a negociação da Sony daria exclusividade ao estúdio para adaptar a nova obra. Ou seja, em vez de continuar a produzir remakes de histórias já vistas no cinema, a aposta é numa história inédita, para tirar a teima em relação à razão do fracasso de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”. O roteiro da adaptação está a cargo de Steven Knight (“Os Senhores do Crime”). Por fim, o site The Wrap está espalhando que a atriz Alicia Vikander (“O Agente da U.N.C.L.E.”) seria a favorita da Sony para substituir Mara.

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