Grazi Massafera está “besta”, Alexandro Nero “baba”. Confira as reações dos indicados ao Emmy Internacional
Os indicados brasileiros ao Emmy Internacional estão em êxtase. Em entrevista ao vivo ao programa “Vídeo show”, Grazi Massafera, que concorre como Melhor Atriz da TV mundial, disse estar “besta e retardada” com a indicação ao Emmy por seu trabalho na novela “Verdades Secretas”, que também foi indicada como Melhor Novela. Na manhã desta segunda-feira, ela já havia falado sobre a importância da indicação. “A Larissa me deu muitas alegrias e um desejo imenso de continuar trabalhando e aprendendo cada vez mais, com tudo e todos à minha volta. Nada disso teria sido possível se eu não tivesse contado com a ajuda dos meus amigos de cena, da caracterização, dos meus diretores, da produção, a técnica, os câmeras… É uma gratidão imensa, que vou carregar comigo para sempre”, disse Grazi. A atriz, que concorrerá com a veterana Judi Dench, entre outras candidatas, agradeceu a confiança do autor Walcyr Carrasco, após viver uma série de mocinhas sem graça, até conquistar seu grande papel: a modelo fracassada entregue ao vício. Em entrevista ao jornal Extra, Walcyr Carrasco falou também sobre a importância da indicação ao Emmy de Melhor Novela. “Estou muito feliz, porque foi uma novela que me entreguei inteiramente, que escrevi com alma”. Já Alexandre Nero, que concorre como Melhor Ator pelo desempenho em “A Regra do Jogo”, em que viveu o bandido Romero Rômulo, usou o Facebook para externar sua felicidade. “Aquele momento em que você recebe a notícia que foi indicado ao Emmy de Melhor Ator, ao lado de um tal (rs) Dustin Hoffman, começa a gritar e babar no chão, mas posta nas redes sociais de maneira que possa parecer algo absolutamente corriqueiro e cotidiano (afinal, você precisa manter a linha de artista cult rsrs)”, escreveu Nero. A novela que ele estrelou, “A Regra do Jogo”, também concorre ao prêmio da categoria, disputando com “Verdades Secretas” e produções de outros países. Mas não foram apenas programas da rede Globo, já acostumada a vencer o Emmy Internacional, que receberam indicações neste ano. O programa “Adotada”, da MTV Brasil, também apareceu na disputa de Melhor Programa Não Roteirizado de Entretenimento. A apresentadora da produção, Maria Eugênia Suconic, também revelou ter passado mal, em um post no Facebook. “Era uma segunda normal até você descobrir que…. (Não consegui escrever mais porque estou em choque)”, ela postou, junto da foto da indicação de “Adotada”. Foram, ao todo, sete indicações para produções e artistas brasileiros no Emmy Internacional de 2016. Além dos citados, o programa “Zorro” concorre como Melhor Comédia e “Os Eperientes” como Melhor Minissérie. A cerimônia de premiação do Emmy Internacional vai acontecer no dia 21 de novembro em Nova York, nos Estados Unidos.
Alexandre Nero e Grazi Massafera vão disputar o Emmy Internacional de Melhor Ator e Atriz da TV mundial
O Brasil vai concorrer a sete prêmios no International Emmy Awards 2016. Os nomes dos indicados foram anunciados nesta segunda-feira (26/6), pela Academia de Televisão dos EUA. Os principais destaques são as inclusões dos atores Alexandre Nero (por “A Regra do Jogo”) e Grazi Massafera (“Verdades Secretas”) nas categorias de Melhor Ator e Atriz da televisão mundial (menos a norte-americana, é claro). “A Regra do Jogo” e “Verdades Secretas”, por sinal, também concorrem na categoria de Melhor Novela. Os demais indicados foram o repaginado “Zorra” como Melhor Série de Comédia, “Os Experientes” como Melhor Minissérie e a produção da MTV “Adotada” como Melhor Programa de Entretenimento Não Roteirizado. Alexandre e Grazi terão concorrentes de peso na competição. Entre os atores, aparece ninguém menos que Dustin Hoffman, enquanto a disputa das atrizes inclui Judi Dench. Ambos concorrem pelo telefilme britânico “Roald Dahl’s Esio Trot”. A disputa inclui atrações de 15 países, num total de 40 indicados em 10 categorias. Confira a lista completa aqui. A Globo já venceu 14 prêmios no International Emmy Awards, considerado o Oscar da TV mundial. No ano passado, “Doce de Mãe” e “Império” conquistaram os prêmios de Melhor Série de Comédia e Melhor Novela. Além disso, Fernanda Montenegro venceu o Emmy de Melhor Atriz por “Doce de Mãe”, em 2013, e uma indicação da série “Como Aproveitar o Fim do Mundo” rendeu um remake americano, que estreia em 4 de outubro na rede CW com o título de “No Tomorrow”.
Atores de The Big Bang Theory são os mais bem pagos da TV pelo segundo ano
Os atores da série “The Big Bang Theory” são os mais bem-pagos da TV mundial pelo segundo ano consecutivo. Segundo a apuração anual da revista Forbes, Jim Parsons foi o ator televisivo que mais faturou entre junho de 2015 e junho de 2016, recebendo US$ 25,5 milhões no período. Depois dele aparecem os outros três atores da série – Johnny Galecki, Simon Helberg e Kunal Nayyar. O Top 5 se completa com o astro de “NCIS”, Mark Harmon, que faturou US$ 20 milhões. Mas chama atenção que a sequência do ranking volte a destacar quatro atores de uma mesma série, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Ed O’Neill e Eric Stonestreet, todos de “Modern Family”. Curiosamente, na lista feminina há uma inversão. Sofia Vergara, de “Modern Family”, lidera com folga, seguida por Kalley Cuoco, de “The Big Bang Theory”. Entremeados entre os comediantes de “Modern Family”, ainda aparecem na relação da Forbes os atores Nathan Fillion, por “Castle”, e Ray Romano, que já foi o ator mais bem pago dos anos 1990 (na época de “Everybody Loves Raymond”) e faturou mais que ninguém pela cancelada “Vinyl”. Abaixo do Top 10, a principal novidade foi a volta de David Duchovny ao universo dos atores milionários da televisão. Graças ao retorno de “Arquivo X” e seu trabalho na série “Aquarius”, ele faturou US$ 10 milhões, o suficiente para aparecer em 13º lugar, logo atrás de Kevin Spacey, que, por “House of Cards”, é o representante solitário da Netflix na listagem.
Chica Lopes (1929 – 2016)
Morreu a atriz Chica Lopes, que trabalhou em diversas novelas da extinta rede Tupi e do SBT. Ela faleceu no dia 10 de setembro, aos 86 anos, mas a notícia só veio à tona na quarta-feira (21/9), após sua colega, a atriz Jussara Freire, anunciar nas redes sociais. “Chica Lopes, nossa querida e amiga de tantas novelas… A amada Durvalina das duas versões de ‘Éramos Seis’ foi chamada para habitar outra constelação no dia 10 de setembro. Fica a homenagem e muito carinho. Muito, muito obrigada, querida Chica”, escreveu Jussara, sem especificar as causas da morte. Nascida em São Carlos, no interior de São Paulo, a atriz começou a carreira no teatro, na década de 1950, e estreou na TV em 1976, na novela “O Julgamento”, da TV Tupi. No mesmo canal, fez “Éramos Seis” (1977), “Roda de Fogo” (1978), e “O Direito de Nascer” (1978). Ela também atuou na novela “Os Imigrantes” (1981) na Bandeirantes e concentrou a maior parte de sua filmografia neste período de muita atividade. Filmografia, por sinal, bastante eclética, que inclui a produção histórica “Tiradentes, O Mártir da Independência” (1977), clássicos eróticos da Boca do Lixo, como “Força Estranha” (1980) e “A Noite das Depravadas” (1981), e até um drama espírita, “O Médium” (1983), dirigido por Paulo Figueiredo, ator-galã da Globo. Mas após essa largada de fôlego, ela sumiu das telas, só voltando em 1994, lembrada pelo SBT durante a escalação do elenco do remake da novela “Éramos Seis”, na qual interpretou o mesmo papel vivido na gravação original dos anos 1970. Foi um sucesso e desde então ela se estabeleceu como presença constante nas novelas do canal, como “Sangue do meu Sangue” (1995), “Os Ossos do Barão” (1997), “Pícara Sonhadora” (2001), “Marisol” (2002) e “Jamais te Esquecerei” (2003). Um detalhe curioso sobre esse retorno é que todas as produções em que atuou a partir de “Éramos Seis” foram remakes. Até seu único trabalho na Record foi outro remake. Na novela “Escrava Isaura” (2004), ela interpretou a escrava Joaquina, amiga e defensora da protagonista. Seu último papel foi ao ar no remake da novela venezuelana “Cristal” há dez anos, novamente no SBT.
Emmy premia o melhor da televisão americana neste domingo
A 68ª edição anual da premiação da Academia da Televisão dos EUA, os Emmy Awards, acontece neste domingo (18/9), com transmissão ao vivo pela TV e pela internet. O público brasileiro poderá assistir à premiação dos melhores programas e artistas da televisão americana a partir das 20h (horário de Brasília), em transmissão ao vivo pelo canal pago Warner, que terá tradução instantânea, e também pelo próprio canal do Emmy no YouTube. A cerimônia que anunciará os vencedores contará com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”), que já esteve à frente da premiação de 2012. O que mais chama atenção na seleção dos indicados deste ano é sua qualidade. Após muitos anos de distanciamento do gosto popular e até mesmo da preferência da crítica, a seleção de 2016 sinaliza que a entrada em cena das plataformas de streaming conspirou para elevar o padrão da disputa. Não é que a Netflix e a Amazon sejam favoritas a dominar a premiação, mas suas séries possibilitaram que atrações da TV paga premium (com assinaturas mais caras e padrão mais elevado) deixassem de ser vistas como exceção para se tornar a regra. Não por acaso, três séries premium lideram a lista de indicações: “Game of Thrones”, do HBO, e as antologias “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” e “Fargo”, ambas do FX. Entre as surpresas, está a tardia descoberta de “The Americans”, indicada pela primeira vez em sua 4ª temporada, e de cara a três prêmios, incluindo Melhor Ator e Atriz para Matthew Rhys e Keri Russell. Assim como “The Americans”, outras séries incensadas pela crítica – e já premiadas no Critics Choice Television Awards – surgem pela primeira vez entre as categorias principais, como “Orphan Black”, num merecido reconhecimento à interpretação de Tatiana Maslani, e “Mr. Robot”, vencedora da mais recente edição do Critics Choice, além do Globo de Ouro 2016. Entre as comédias, as produções com mais nomeações foram “Veep” e “Silicon Valley”. Ou seja, o canal pago HBO liderou não só na categoria dramática (com “Game of Thrones”), mas também emplacou as duas comédias mais indicadas. Com a ajuda dos telefilmes “All the Way” e “Confirmation”, o canal se estabeleceu como força dominante do Emmy 2016 e padrão pelo qual se passa a medir a qualidade de uma produção televisiva. Graças a suas antologias, o segundo canal com mais indicações foi o FX, quase empatado com um surpreendente desempenho do serviço de streaming Netflix, que apareceu em 3º lugar, superando todas as redes abertas e os demais canais pagos. Façanha de tirar o chapéu e bastante importante para definir os rumos da “TV” nos próximos anos. Como a televisão é atualmente mais diversificada que o cinema, o Emmy não teve dificuldades em reunir representantes de diferenças raças em sua seleção, passando ao largo da polêmica que sacudiu o Oscar deste ano. Assim, 21 artistas negros aparecem em 16 categorias de atuação (contra 0 no Oscar). E vale observar que essa diversidade não acontece apenas diante das câmeras, com a inclusão de roteiristas e diretores negros. Não só isso, mulheres diretoras e roteiristas também têm seu espaço na disputa. Parte dos troféus deste ano já foram entregues, antecipadamente, no fim de semana passado. E na cerimônia do chamado Emmy das Artes Criativas, os prêmios técnicos, deu “Game of Thrones” disparado, com nove vitórias. Com isso, a série bateu um recorde, tornando-se a produção dramática mais premiada da história do Emmy, com 35 troféus conquistados ao longo de sua carreira. Se vencer mais dois troféus neste domingo, empatará com as comédia “Frasier” como a série mais premiada de todos os tempos. A série do canal pago HBO venceu, inclusive, o principal prêmio “técnico” do Emmy, como Melhor Elenco de Série de Drama. O equivalente de Comédia foi para “Veep”, enquanto “The People v O.J. Simpson: American Crime Story” venceu como Melhor Elenco de Minissérie ou Telefilme. A premiação das artes criativas também reconheceu os Melhores Atores Convidados. Hank Azaria e Margo Martindale venceram em Drama, por suas participações em “Ray Donovan” e “The Americans”, enquanto Peter Scolari e a dupla Tina Fey e Amy Poehler foram os vitoriosos em Comédia, respectivamente por “Girls” e o programa “Saturday Night Live”. Já a categoria de Documentário foi dominada pelo Netflix, que venceu Melhor Série (“Making a Murderer”), Melhor Telefilme (“What Happened, Miss Simone?”) e todos os prêmios técnicos (com “Making a Murderer”). Outras vitórias de destaque incluíram “Archer” como Melhor Série Animada e “Grease Live” como Melhor Especial. A lista completa dos premiados pode ser conferida aqui. Confira abaixo os concorrentes finais deste domingo. INDICADOS AO EMMY 2016 Melhor série dramática The Americans Better Call Saul Downton Abbey Game of Thrones Homeland House of Cards Mr. Robot Melhor atriz em série dramática Claire Danes – Homeland Viola Davis – How To Get Away With Murder Taraji P. Henson – Empire Tatiana Maslany – Orphan Black Keri Russell – The Americans Robin Wright – House of Cards Melhor ator em série dramática Kyle Chandler – Bloodline Rami Malek -Mr. Robot Bob Odenkirk – Better Call Saul Matthew Rhys – The Americans Liev Schreiber – Ray Donovan Kevin Spacey – House of Cards Melhor atriz coadjuvante em série dramática Maura Tierney – The Affair Maggie Smith – Downton Abbey Lena Headey – Game of Thrones Emilia Clarke – Game of Thrones Maisie Williams – Game of Thrones Constance Zimmer – UnREAL Melhor ator coadjuvante em série dramática Jonathan Banks – Better Call Saul Ben Mendelsohn – Bloodline Peter Dinklage – Game of Thrones Kit Harington – Game of Thrones Michael Kelly – House of Cards Jon Voight – Ray Donovan Melhor direção em série dramática Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan Melhor roteiro em série dramática Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL Melhor série cômica black-ish Master of None Modern Family Silicon Valley Transparent Unbreakable Kimmy Schmidt Veep Melhor atriz em série cômica Julia Louis-Dreyfus – Veep Amy Schumer – Inside Amy Schumer Lily Tomlin – Grace And Frankie Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt Tracee Ellis Ross – black-ish Laurie Metcalf – Getting On Melhor ator em série cômica Anthony Anderson – black-ish Aziz Ansari – Master of None Will Forte – The Last Man on Earth William H. Macy – Shameless Thomas Middleditch – Silicon Valley Jeffrey Tambor – Transparent Melhor atriz coadjuvante em série cômica Niecy Nash – Getting On Allison Janney – Mom Kate McKinnon – Saturday Night Live Judith Light – Transparent Gaby Hoffmann – Transparent Anna Chlumsky – Veep Melhor ator coadjuvante em série cômica Louie Anderson – Baskets Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine Keegan-Michael Key – Key & Peele Ty Burrell – Modern Family Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt Tony Hale – Veep Matt Walsh – Veep Melhor direção série cômica Aziz Ansari por “Parents” – Master of None Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep Chris Addison por “Morning After” – Veep Dale Stern por “Mother” – Veep Melhor roteiro em série cômica Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley David Mandel por “Morning After” – Veep Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep Melhor série limitada (minissérie) American Crime Fargo The Night Manager American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Roots Melhor telefilme All The Way Confirmation Luther Sherlock: The Abominable Bride A Very Murray Christmas Melhor atriz em minissérie ou telefilme Sarah Paulson – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Kerry Washington – Confirmation Kirsten Dunst – Fargo Felicity Huffman – American Crime Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill Lili Taylor – American Crime Melhor ator em minissérie ou telefilme Bryan Cranston – All The Way Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride Idris Elba – Luther Cuba Gooding Jr. – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Tom Hiddleston – The Night Manager Courtney B. Vance – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme Melissa Leo – All The Way Regina King – American Crime Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel Kathy Bates – American Horror Story: Hotel Jean Smart – Fargo Olivia Colman – The Night Manager Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme Jesse Plemons – Fargo Bokeem Woodbine – Fargo Hugh Laurie – The Night Manager Sterling K. Brown – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson David Schwimmer – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Travolta – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor roteiro em minissérie ou telefilme Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo David Farr por The Night Manager Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Joe Robert Cole por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor direção em minissérie ou telefilme Jay Roach por All The Way Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo Susanne Bier por The Night Manager Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Singleton por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor talk show ou programa variedades Comedians In Cars Getting Coffee Jimmy Kimmel Live Last Week Tonight With John Oliver The Late Late Show With James Corden Real Time With Bill Maher The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Melhor programa de esquete e variedades Documentary Now! Drunk History Inside Amy Schumer Key & Peele Portlandia Saturday Night Live Melhor especial de variedades Adele Live In New York City Amy Schumer: Live At The Apollo The Kennedy Center Honors The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special Lemonade Melhor reality show ou programa de competição The Amazing Race American Ninja Warrior Dancing With The Stars Project Runway Top Chef The Voice Melhor apresentador de reality show Ryan Seacrest – American Idol Tom Bergeron – Dancing With The Stars Jane Lynch – Hollywood Game Night Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey Tim Gunn – Project Runway RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race
Domingos Montagner (1962 – 2016)
Morreu o ator Domingos Montagner, que interpretava o personagem Santo na novela “Velho Chico”, da Globo, e está nos cinemas na comédia “Um Namorado para Minha Mulher”. A Globo informou seu falecimento, após revelar seu desaparecimento na tarde desta quinta (15/9). Montagner morreu afogado durante a tarde, após um mergulho no rio São Francisco, na cidade de Canindé de São Francisco. As equipes de busca encontraram seu corpo preso nas pedras a 30 metros de profundidade, perto da Usina de Xingó, em Sergipe. A atriz Camila Pitanga foi a última a vê-lo com vida. Ela revelou, em depoimento à polícia, que os dois estavam de folga das gravações e, depois de almoçar, resolveram mergulhar no rio, num local conhecido como prainha do Canindé. “Os dois entraram na água e a correnteza ficou forte de repente. Camila nadou rápido e conseguiu abraçar uma pedra. Ela chegou ver o Domingos nadar contra a correnteza, mas ele cansou e afundou”, disse o delegado ao UOL, confirmando que o local é perigoso, embora sem sinalização de alerta para os turistas. Por ironia, em “Velho Chico”, o personagem de Montagner havia sido dado como morto após sofrer um atentado e levar três tiros, mas foi encontrado por índios e “ressuscitado” com um beijo da amada Tereza (Camila Pitanga). Domingos Montagner nasceu em São Paulo em 26 de fevereiro de 1962. Ele começou a carreira no circo, em 1980, integrando a companhia de teatro La Mínima, e só chegou na TV em 2008, quando participou da série “Mothern”, do canal pago GNT. Ele engatou outros trabalhos em séries, como “Força Tarefa” e “Divã”, antes de estrear nas novelas em 2011, com “Cordel Encantado”. Desde então, vem fazendo várias novelas da Globo, como “Salve Jorge” (2012), “Joia Rara” (2013) e “Sete Vidas” (2015), e ainda iria estrelar “O Que nos Une”, novela de Lícia Manzo prevista para 2017. Sua filmografia também era recente. Ele estreou no filme “Paredes Nuas” (2009), de Ugo Giorgetti, e só voltou ao cinema três anos depois, como o Coronel Raimundo do sucesso “Gonzaga: De Pai pra Filho” (2012). Mas nos últimos dois anos engatou uma sequência forte de produções, aparecendo em “A Grande Vitória” (2014) e “Através da Sombra” (2015), até fazer sua estreia como protagonista em “De Onde Eu Te Vejo” (2016), de Luiz Villaça. Recém-lançados, “Vidas Partidas” (2016) e “Um Namorado da Minha Mulher” (2016), ainda em cartaz, serviram como testes para seu novo status de galã da meia-idade. No drama, inverteu expectativas para dar a seu personagem um contorno abusivo. Já na comédia, extrapolou para criar um tipo de sedutor profissional. Seu último trabalho foi uma pequena participação no filme “O Rei das Manhãs”, sobre o palhaço Bozo, que deve estrear no próximo ano. O ator deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Sofia Vergara é a atriz mais bem paga da TV americana pelo quinto ano seguido
A revista Forbes divulgou a sua lista anual das atrizes mais bem pagas da TV mundial. E a atriz colombiana Sofia Vergara manteve a coroa pelo quinto ano consecutivo. Ela lidera a lista desde 2012 e este ano faturou US$ 43 milhões. Para se ter ideia, o valor é apenas US$ 3 milhões menor que o recebido pela atriz mais bem paga do cinema em 2016, Jennifer Lawrence. Mas não vem só da participação na série “Modern Family”. Sofia tem sua linha própria de móveis e é requisitada para vários comerciais. O 2º lugar ficou com Kaley Cuoco, que teve rendimentos bem menores, US$ 24,5 milhões, alimentados basicamente por seu cachê na série de comédia “The Big Bang Theory”. Ela chega a faturar US$ 1 milhão por episódio, o salário feminino mais alto da TV americana. Em 3º lugar aparece Mindy Kaling, da série “The Mindy Project”, que recebeu US$ 15 milhões também como produtora da atração, além de escrever livros e fazer dublagens. Ellen Pompeo, da série “Grey’s Anatomy”, e Mariska Haritay, que estrela a atração mais longeva da atualidade, “Law & Order: SVU”, são as principais estrelas dramáticas da relação, completando o Top 5 com US$ 14,5 milhões, cada. Vale ressaltar, ainda, que o Top 10 registrou uma surpresa, a aparição da novata Priyanka Chopra, estrela de Bollywood que estreou no ano passado na TV americana, na série “Quantico”. A indiana já aparece em 8º lugar, com US$ 11 milhões.
Supermax: Veja uma prévia de 17 minutos da série de terror da Globo
A rede Globo divulgou uma prévia de 17 minutos de “Supermax”, sua primeira série de terror. O vídeo revela a premissa da atração e introduz os personagens como se fosse um reality show, com apresentação de ninguém menos que Pedro Bial. Isto porque a trama gira justamente em torno de um reality show, no qual concorrentes de passado duvidoso são confinados numa prisão desativada em plena Amazônia, como num “Big Brother prisional”. Em pouco tempo, porém, o confinamento vira terror, com direito a manifestações sobrenaturais e aparições de demônios. Segunda minisserie de terror da Globo, após “Amorteamo” no ano passado, “Supermax” foi criada pelo escritor Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”), o roteirista Fernando Bonassi (“Lula, o Filho do Brasil”) e o diretor José Alvarenga Jr. (“Cilada.com”), e a direção dos episódios está a cargo de Alvarenga, do cineasta José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e de Rafael Miranda (diretor assistente da minissérie “O Caçador”). Vale lembrar que quem teve a ideia original de juntar “Big Brother” e terror pela primeira vez foi o produtor inglês Charlie Brooker, que em 2008 criou a minissérie britânica “Dead Set”, sobre como um grupo confinado na casa do “Big Brother” sobrevive a um surto zumbi na Grã-Bretanha. É sensacional. Já a série brasileira vai confinar Mariana Ximenes (“Os Penetras”), Erom Cordeiro (“Paraísos Artificiais”), Maria Clara Spinelli (“Quanto Dura o Amor?”), Rui Ricardo Diaz (“Lula, o Filho do Brasil”), Cleo Pires (“Qualquer Gato Vira-Lata”) e Ravel Andrade (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), entre outros. A atração foi gravada com apoio de técnicos e equipamento do “Big Brother Brasil”, mas também incorporou muita computação gráfica, o que fez com que seu cronograma de pós-produção se estendesse bastante. Por conta disso, a estreia, originalmente programada para o verão passado, só vai acontecer agora, em 20 de setembro. Mas os mais ansiosos poderão ver, antecipadamente, quase todos os episódios de uma vez, a partir desta sexta (16/9) na plataforma de streaming Globo Play. Detalhe importante: o último capítulo foi guardado para ser disponibilizado simultaneamente à transmissão televisiva. “Supermax” também terá uma versão internacional, falada em espanhol, com atores que representam, entre outros, os três países que coproduzem a minissérie: Espanha (Mediaset), México (TV Azteca) e Argentina (TV Pública e Oficinas Burman).
Duda Ribeiro (1962 – 2016)
Morreu o ator Duda Ribeiro, que se destacou no teatro, fez novelas e participou de filmes brasileiros de sucesso. Ele faleceu nesta quarta-feira (14/9) aos 54 anos, no hospital Adventista Silvestre no Rio de Janeiro, devido a complicações no tratamento de um câncer que ele enfrentava desde 2010. Duda Ribeiro nasceu em 5 de junho de 1962, no Rio de Janeiro. Formado em engenharia, virou ator no final dos anos 1980 após ser convidado para a montagem do espetáculo “Nossa Cidade” pelo diretor Carlos Wilson, mesmo sem nunca ter atuado, e seguiu carreira, atuando em várias peças, dirigindo e até escrevendo produções como “Doida Varrida”, “Uma Dupla de Dois” e “Ópera dos Horrores”. Ele estreou na TV na novela “Barriga de Aluguel” (1990), de Glória Perez, e acabou criando um vínculo afetivo com a autora, após namorar sua filha, Daniella Perez, voltando a trabalhar em outros teledramas escritos por ela, como o remake de “Pecado Capital” (1998), “Caminho dos Índias” (2009) e a recente “Salve Jorge” (2012). “Duda chegou em nossa família na adolescência, como o primeiro namorado sério da Dany. E ficou para sempre, como um amigo querido e presente”, escreveu Glória Perez nas redes sociais. “Hoje ele foi embora, depois de lutar tanto e tão bravamente pela vida. Muita saudade, Duda”. O ator também participou da série infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo” como o personagem Jeca Tatu, e de várias outras séries da Globo, como “Labirinto” (1998), “Avassaladoras: A Série” (2006), “Amazônia: De Galvez a Chico Mendes” (2007), “Casos e Acasos” (2008), “SOS Emergência” (2010) e “Tapas & Beijos” (2011), além das sitcoms “Meu Passado Me Condena” (2012) e “Vai que Cola” (2013) no Multishow. Foram poucos papeis no cinema, mas sua carreira vinha crescendo também nesta direção. Após figurar em “Meu Nome Não É Johnny” (2008), participou de “Assalto ao Banco Central” (2011), “O Concurso” (2013) e “O Duelo” (2015), seu último trabalho. Ele estava escalado para a próxima novela de Gloria Perez, “À Flor da Pele”, que estreia em 2017 na Globo.
Supermax: Terror encontra Big Brother Brasil no trailer da nova série da Globo
A rede Globo divulgou as fotos dos personagens e um novo trailer de “Supermax”, produção que vai juntar terror e reality show. A prévia mostra muitos gritos e sangue, e quase consegue explicar a trama, que gira em torno de um reality show, no qual concorrentes de passado duvidoso são confinados numa prisão desativada em plena Amazônia, como num Big Brother prisional. Em pouco tempo, porém, o confinamento vira terror, como demonstra o vídeo abaixo. “Supermax” foi criada pelo escritor Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”), o roteirista Fernando Bonassi (“Lula, o Filho do Brasil”) e o diretor José Alvarenga Jr. (“Cilada.com”), e a direção dos episódios está a cargo de Alvarenga, do cineasta José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e de Rafael Miranda (diretor assistente da minissérie “O Caçador”). A ideia original de juntar Big Brother e terror, porém, é do produtor inglês Charlie Brooker, que em 2008 criou a minissérie “Dead Set”, sobre como um grupo confinado na casa do Big Brother sobrevive a um surto zumbi na Grã-Bretanha. É sensacional. Já a série brasileira vai confinar Mariana Ximenes (“Os Penetras”), Erom Cordeiro (“Paraísos Artificiais”), Maria Clara Spinelli (“Quanto Dura o Amor?”), Rui Ricardo Diaz (“Lula, o Filho do Brasil”), Cleo Pires (“Qualquer Gato Vira-Lata”) e Ravel Andrade (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), entre outros, além de trazer participação de Pedro Bial (“Big Brother Brasil”) como o apresentador do reality show fictício. Por sinal, a atração foi gravada com apoio de técnicos e equipamento do “Big Brother Brasil”, mas também incorporando muita computação gráfica, o que fez com que seu cronograma de pós-produção se estendesse bastante. Por conta disso, a estreia, originalmente programada para o verão passado, só vai acontecer agora, em 20 de setembro. A série também terá uma versão internacional, falada em espanhol, com atores que representam, entre outros, os três países que coproduzem a minissérie: Espanha (Mediaset), México (TV Azteca) e Argentina (TV Pública e Oficinas Burman).
Ator da série Breaking Bad será comentarista da Paralimpíada do Rio para TV britânica
O ator RJ Mitte, intérprete de Walter Jr. (filho do protagonista) na série “Breaking Bad”, virá ao Rio de Janeiro para acompanhar, como comentarista, a Paralimpíada. Portador de paralisia cerebral, ele cobrirá os jogos para o canal pago britânico Channel 4, que montou um time de comentaristas formado por pessoas com deficiência. “Esses homens e mulheres são guerreirros. É maravilhoso ver até onde e como o corpo humano pode ir”, disse Mitte durante uma entrevista ao site do jornal Telegraph. Falando sobre o que o público pode esperar de seu desempenho, ele foi bastante sincero. “Eu não tenho feito muita transmissão ao vivo, mas não estou preocupado com isso. Eu não sou uma pessoa aflita, que fica fazendo várias perguntas. Só aponte uma direção para mim, que eu faço o meu melhor trabalho”, disse ele, sobre sua performance como comentarista. Mitte também explicou que “Breaking Bad” o tornou famoso, mas não rico. “Eu não estou dizendo que eles não pagavam bem – nós fomos mais bem pagos do que muitas pessoas – mas não é o nível que muitos pensam”, contou. “Não estou reclamando, isso me deu uma carreira. Eu não iria para a Paralimpíada se não fosse por ‘Breaking Bad'”, afirmou. A Paralimpíada do Rio começa na quarta-feira, dia 7 de setembro.
Elke Maravilha (1945 – 2016)
Morreu Elke Maravilha, aos 71 anos, na madrugada de terça-feira (16/8) no Rio. A notícia foi compartilhada por seu perfil no Facebook. “Avisamos que nossa Elke já não está por aqui conosco. Como ela mesma dizia, foi brincar de outra coisa. Que todos os deuses que ela tanto amava estejam com ela nessa viagem. Eros anikate mahan (O amor é invencível nas batalhas). (Crianças, conviver é o grande barato da vida, aproveitem e convivam)”, diz o texto. Elke estava internada havia quase um mês na Casa de Saúde Pinheiro Machado, no Rio, após uma cirurgia para tratar uma úlcera. De acordo com o irmão de Elke, Frederico Grunnupp, a artista sofreu uma falência múltipla dos órgãos. Nascida na Rússia em 22 de fevereiro de 1945, Elke Georgievna Grunnupp mudou-se para o Brasil ainda criança, quando sua família fugiu do stalinismo, e naturalizou-se brasileira. Ela logo se tornou fluente em nove línguas: russo, português, alemão, italiano, espanhol, francês, inglês, grego e latim. Seu primeiro emprego foi como professora em uma escola de idiomas. No final dos anos 1960, aproveitou seu 1,80m para se lançar como modelo, tornando-se uma das profissionais preferidas da estilista Zuzu Angel. Foi com o papel de modelo, por sinal, que ela estreou no cinema, fazendo uma pequena participação no filme “Salário Mínimo” (1970), de Adhemar Gonzaga. Por causa da amizade com Zuzu, Elke acabou se envolvendo nos protestos contra o assassinato de Stuart Angel, o filho da estilista pelo regime militar. Na época, ela chegou a enfrentar a tortura da ditadura e ficar presa por seis dias em 1971. Conseguiu ser libertada por intermédio da própria Zuzu, que enviou um delegado para tirá-la da prisão. Esta história foi contada no filme “Zuzu Angel” (2006), no qual Elke foi interpretada pela atriz Luana Piovani e também fez uma participação especial. Uma das consequências de sua rebeldia contra o regime foi a perda de sua cidadania brasileira. Ela nunca pediu anistia para recuperá-la, por considerar que seria uma admissão de culpa. Preferiu virar alemã como sua mãe e requisitar visto de trabalho e residência permanente. A prisão não a deixou estigmada. Alta, loira e elegante, ela já tinha conquistado certa notoriedade por preferir roupas mais ousadas como modelo, e isto lhe abriu as portas para “desfilar” na TV, convidada a virar jurada da “Buzina do Chacrinha”. Ela encantou o apresentador Chacrinha e o público com um visual colorido e exótico, encontrando popularidade instantânea ao ser apresentada pelo apelido Elke Maravilha, que Chacrinha lançou para o Brasil. A relação com Chacrinha, a quem chamava de “painho”, era muito íntima. Em entrevista ao programa “Altas Horas”, em 2014, Elke falou sobre o apresentador, de quem era grande amigo e confidente. “Painho era extremamente afetivo. Ficava horas com ele dentro do camarim. Era muito gostoso”. Ela também foi jurada do “Programa Sílvio Santos”, mas a relação com o dono do baú e do SBT não rende os mesmos elogios. Elke morreu brigada com Sílvio Santos. O sucesso do Chacrinha, líder de audiência na TV brasileira, tornou Elke requisitadíssima. Ela apareceu em nada menos que 13 filmes nos anos 1970, entre eles alguns clássicos como “Quando o Carnaval Chegar” (1972), de Cacá Diegues, “O Rei do Baralho” (1973), de Julio Bressane, “Xica da Silva” (1976), novamente de Diegues, e “Tenda dos Milagres” (1977), de Nelson Pereira dos Santos. Teve até um filme com seu nome, “Elke Maravilha Contra o Homem Atômico” (1978), de Gilvan Pereira, em que lutava contra seu arquirrival dos juris televisivos, Pedro de Lara. No cinema, apareceu ainda nos clássicos “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1981), de Hector Babenco, e “Romance” (1988), de Sergio Bianchi, filmou com a Xuxa, em “Xuxa Requebra” (1999), participou de “A Suprema Felicidade” (2010), de Arnaldo Jabor, e foi redescoberta pela atual safra de comédias brasileiras, como “Mato Sem Cachorro” (2013), “Meu Passado Me Condena” (2013) e “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”, lançado neste ano. Na TV, roubou a cena na minissérie “Memórias de um Gigolô” (1986), da Globo, na qual viveu a inesquecível dona de bordel Madame Iara. A repercussão do papel foi tanta que Elke virou a “madrinha” da Associação das Prostitutas do Rio. Ela também participou das novelas “Pecado Capital” (1998), “Da Cor do Pecado” (2004) e “Caminho das Índias” (2009), entre outras, e teve seu próprio programa, o “Programa Elke Maravilha”, entre 1993 e 1996. Elke teve oito maridos, divertiu-se horrores e nunca quis ter filhos.
Unreal: Veja o trailer do final da 2ª temporada
O canal pago Lifetime divulgou o trailer do último episódio da 2ª temporada de “UnReal”, uma das séries mais contundentes dos últimos anos. A prévia promete um final “épico”, nas palavras da showrunner dinâmica Quinn King (Constance Zimmer), que pode acabar com todo mundo preso. A série gira em torno dos bastidores de um reality show de namoro, ao estilo de “The Bachelor”. Na trama, o programa se chama “Everlasting”, e o que acontece por trás das câmeras é mais escandaloso do que os telespectadores podem imaginar. A atual temporada trouxe o pior dos personagens à tona, após a produção introduzir seu primeiro solteirão negro (BJ Britt, da série “Agentes da SHIELD”), com direito a brutalidade policial e um espiral de loucura da protagonista Rachel (Shiri Appleby), uma produtora capaz de manipular todos os candidatos, e que sempre vai longe demais. A série é inspirada por um curta indie premiado, “Sequin Raze” (2013), de Sarah Gertrude Shapiro, que desenvolveu e produz a atração em parceria com Marti Noxon (roteirista-produtora de “Buffy”, “Mad Men” e “Glee”). O final da temporada vai ao ar na segunda (8/8) nos EUA. A série também é exibida, com algum atraso, pelo Lifetime no Brasil.












