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  • Filme

    Missão Impossível é a maior, melhor e mais bem-sucedida estreia de cinema da semana

    26 de julho de 2018 /

    “Missão: Impossível – Operação Fallout” tem a missão mais fácil da semana: lotar os cinema com a melhor aventura da franquia estrelada por Tom Cruise. O filme estreia em 1,3 mil salas no Brasil, um dia antes de chegar nos Estados Unidos, onde conquistou 97% de aprovação da crítica, na média do site Rotten Tomatoes. É disparada a nota mais alta entre todos os demais lançamentos da programação – e uma das mais altas do ano. Só um míssil termonuclear poderá impedir o seu sucesso. Frenético ao extremo, repleto de ação do começo ao fim, o longa explora a coragem suicida de Tom Cruise como nenhum filme antes. O ator, que dispensa dublês e efeitos digitais, vive ele mesmo as situações de perigo, como pilotar helicóptero em fuga, pular de um avião em queda livre, dirigir moto na contra-mão sem capacete ou pular entre prédios distantes. Não foi por acaso que se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Por sinal, a cena em que o ator quebra o tornozelo, durante um erro de cálculo num salto entre edifícios em Londres, entrou no filme. Adaptação de best-seller juvenil, o romance adolescente sobrenatural “Todo Dia” tem público cativo em seu nicho. A trama acompanha alguém que acorda todo o dia num corpo diferente, até que se apaixona pela namorada de seu novo corpo. Melhor que a média do gênero, serve metafísica para adolescentes, ainda que de forma superficial. Os encontros de dois jovens também alimentam “Alguma Coisa Assim”, apelidado de “Boyhood” brasileiro por encontrar seus personagens em três momentos diferentes ao longo de uma década. O terceiro personagem é a rua Augusta, em São Paulo, que em dois dos encontros muda mais que o casal, dos neons piscantes das casas de strip e botecos com mesas de plástico aos restaurantes chiques e bares da moda. Trata-se de um trabalho bastante instigante de Esmir Filho e Mariana Bastos, mas também pragmático, por reunir os curtas originais “Alguma Coisa Assim” (2006) e “Sete Anos Depois” (2014) com novas filmagens, desta vez em Berlim, amarrando tudo com ajuda de um quarto personagem: o próprio tempo. A comédia britânica “A Festa” ironiza a esquerda intelectual com humor negro e fotografia em preto e branco, mas divide opiniões – talvez porque a esquerda intelectual não tenha gostado de se reconhecer na tela de Sally Potter. Mesmo quem desdenha, dá o braço a torçar para a interpretação de Patricia Clarkson, que rouba as cenas como convidada da festa do título, realizada pela personagem de Kristin Scott Thomas para comemorar sua indicação a um cargo político. Clarkson ganhou o BIFA, o prêmio do cinema indie britânico. O francês “Promessa ao Amanhecer” é remake do clássico homônimo de Jules Dassin, baseado na autobiografia do escritor Romain Gary, e tem como maior destaque a participação da atriz Charlotte Gainsbourg como mãe do protagonista, num papel que foi interpretado por Melina Mercouri em 1970. Gainsbourg foi indicada ao prêmio César. Por fim, “Lámen Shop” usa culinária para contar sua história e a História de Singapura. Mais fast food que prato gourmet, não repete a receita de qualidade do diretor singapurense Eric Khoo, conhecido pela animação “Tatsumi” (2011), que venceu o Festival de Tóquio ao retratar a vida de um dos pioneiros dos quadrinhos japoneses. Confira abaixo mais detalhes dos filmes, com sinopses oficiais e trailers, para decidir melhor o que assistir. Missão: Impossível – Operação Fallout | EUA | Ação Obrigado a unir forças com o agente especial da CIA August Walker (Henry Cavill) para mais uma missão impossível, Ethan Hunt (Tom Cruise) se vê novamente cara a cara com Solomon Lane (Sean Harris) e preso numa teia que envolve velhos conhecidos movidos por interesses misteriosos e contatos de moral duvidosa. Atormentado por decisões do passado que retornam para assombrá-lo, Hunt precisa se resolver com seus sentimentos e impedir que uma catastrófica explosão ocorra, no que conta com a ajuda dos amigos de IMF. Todo Dia | EUA | Romance A tem o incrível poder de acordar todos os dias em um corpo diferente, independente de gênero, cor ou idade. Sua rotina de constante adaptação, no entanto, ganha ares tristes quando acorda no corpo de Justin (Justice Smith) e acaba se apaixonando perdidamente pela namorada dele, Rhiannon (Angourie Rice). Alguma Coisa Assim | Brasil | Drama Enquanto buscam diversão, os jovens Caio (André Antunes) e Mari (Caroline Abras), vagam pela noite de São Paulo. Nesse contexto, entre o som e os silêncios, os dois vão se conhecendo ainda mais e ao longo de uma década se reencontram em três momentos muito importantes de suas vidas. A Festa | Reino Unido | Comédia Janet (Kristin Scott Thomas), uma política de esquerda, convida os amigos do partido para comemorar a sua escolha para o cargo de Ministra da Saúde britânica, coroando um objetivo que ela perseguia há anos. Os amigos – e penetras – também têm suas revelações, como uma gravidez inesperada. Mas é a surpresa revelada pelo marido de Janet, o intelectual Bill (Timothy Spall), que transforma completamente o clima da celebração. Promessa ao Amanhecer | França | Drama Desde sua infância na Polônia até a adolescência em Nice, de seus anos de estudante em Paris ao período de seu treinamento como piloto durante a 2ª Guerra Mundial, Romain Gary (Pierre Niney) atribui a vontade de viver intensamente à sua mãe, Nina (Charlotte Gainsbourg). É a força desse amor que o consagra como um dos mais famosos romancistas franceses e o único escritor a vencer o Prêmio Goncourt pela literatura francesa duas vezes, porém essa devoção também se torna um fardo em sua vida. Lámen Shop | Singapura, Japão | Drama Masato (Takumi Saitoh) trabalha no restaurante da família, um dos estabelecimentos de lámen mais reputados em todo o Japão. Quando ele perde o pai, o jovem chef decide buscar as raízes culinárias e históricas do pai e da mãe, também falecida. Através de um diário e de cartas, Masato faz um caminho através de China, Japão e Singapura, confrontando-se ao trauma da batalha de Singapura, que mudou para sempre os rumos de seus pais. Ele decide então acertar as contas com o passado. Vinte Anos | Brasil, Costa Rica | Documentário As recentes transformações da sociedade cubana através de histórias de amor de três casais cubanos, filmadas ao longo de vinte anos.

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  • Deserto
    Filme

    Festival de Brasília começa sua maior edição dos últimos anos

    20 de setembro de 2016 /

    O 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta terça (20/9) sua maior edição dos últimos anos na capital federal. Só a competição terá 9 longas-metragens, três a mais que nas edições anteriores, além de 12 curtas. A estes filmes se somam outros 20 em mostras paralelas e sessões especiais, chegando a um total de 40 produções cinematográficas. A abertura acontece com o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, premiado no Festival de Cannes deste ano, com exibição no Cine Brasília apenas para convidados. Já o encerramento vai acontecer com a projeção de “Baile Perfumado” (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, numa homenagem aos 20 anos da produção e a retomada do cinema pernambucano. “A gente quer dar de novo ao festival a potência que ele tinha, de trazer para Brasília o melhor do cinema brasileiro, não só na mostra oficial, mas nas mostras paralelas também”, disse o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, em comunicado, ecoando críticas feitas aqui mesmo na Pipoca Moderna. “Queremos que o festival de Brasília seja o festival dos festivais. Todo o cinema brasileiro potente tem que se reunir em Brasília. É o local de discussão política e estética do cinema. Este festival é o mais tradicional evento cultural de Brasília. É uma grande vitrine do estágio da produção tanto do ponto de vista da estética do cinema brasileiro quanto do seu papel político e da discussão política que se estabelece em Brasília”, afirmou o secretário. Todos os nove longas selecionados para a mostra competitiva são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. Uma novidade desta edição é a criação da Medalha Paulo Emílio Salles Gomes, intelectual responsável pela criação do festival, que completaria 100 anos em 2016. O objetivo da medalha é homenagear uma personalidade do cinema brasileiro a cada ano. E a primeira será dada ao crítico de cinema de origem francesa Jean-Claude Bernadet. “Bernadet é um grande teórico, professor e roteirista e, hoje, um grande ator do cinema brasileiro. Ele tudo a ver com a história do festival de cinema”, disse Guilherme Reis. A programação do festival pode ser conferida no site oficial.

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  • Filme

    Festival de Brasília 2016 exibirá 40 filmes

    5 de setembro de 2016 /

    O 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou sua programação completa, prometendo sua maior edição dos últimos anos na capital federal. Só a competição terá 9 longas-metragens, três a mais que nas edições anteriores, além de 12 curtas. A estes filmes se somam outros 20 em mostras paralelas e sessões especiais, chegando a um total de 40 produções cinematográficas. Premiado no Festival de Cannes deste ano, o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, foi selecionado para abrir o festival, no Cine Brasília, com exibição apenas para convidados. Já o encerramento vai acontecer com a projeção de “Baile Perfumado” (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, numa homenagem aos 20 anos da produção e a retomada do cinema pernambucano. “A gente quer dar de novo ao festival a potência que ele tinha, de trazer para Brasília o melhor do cinema brasileiro, não só na mostra oficial, mas nas mostras paralelas também”, disse o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, em comunicado, ecoando críticas feitas aqui mesmo na Pipoca Moderna. “Queremos que o festival de Brasília seja o festival dos festivais. Todo o cinema brasileiro potente tem que se reunir em Brasília. É o local de discussão política e estética do cinema. Este festival é o mais tradicional evento cultural de Brasília. É uma grande vitrine do estágio da produção tanto do ponto de vista da estética do cinema brasileiro quanto do seu papel político e da discussão política que se estabelece em Brasília”, afirmou o secretário. Todo os nove longas selecionados para a mostra competitiva são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. Uma novidade desta edição é a criação da Medalha Paulo Emílio Salles Gomes, intelectual responsável pela criação do festival, que completaria 100 anos em 2016. O objetivo da medalha é homenagear uma personalidade do cinema brasileiro a cada ano. E a primeira será dada ao crítico de cinema de origem francesa Jean-Claude Bernadet. “Bernadet é um grande teórico, professor e roteirista e, hoje, um grande ator do cinema brasileiro. Ele tudo a ver com a história do festival de cinema”, disse Guilherme Reis. O Festival de Brasília deste ano acontecerá de 20 a 27 de setembro na capital federal. A programação do festival pode ser conferida no site oficial.

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  • Filme

    Festival de Brasília anuncia lista de filmes em competição

    2 de agosto de 2016 /

    A organização do Festival de Brasília anunciou os nove longas selecionados para sua mostra competitiva. Todos são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. A comissão julgadora foi formada pelo cineasta e crítico Eduardo Valente, novo curador do festival, ao lado da produtora Andréa Cals, do crítico Marcus Mello e do professor Pablo Gonçalo. O Festival de Brasília deste ano acontecerá de 20 a 27 de setembro na capital federal.

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