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  • Filme

    Bruce Campbell diz ter só cinco anos de vida com câncer

    5 de setembro de 2026 /

    Astro de “Evil Dead” revelou que a doença é tratável, mas não curável, e prefere concentrar-se em viver

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  • Etc,  Filme

    Danny Hicks (1951 – 2020)

    1 de julho de 2020 /

    O ator Danny Hicks, conhecido por seu papel no clássico de terror “Uma Noite Alucinante” (Evil Dead 2), morreu na terça (30/6) após uma breve luta contra o câncer. Hicks nasceu em Pontiac, Michigan, em 19 de julho de 1951. Mas sua história no cinema começa em 1987, quando foi escalado pelo diretor Sam Raimi para viver o guia caipira Jake, que com sua parceira Bobby Jo (Kassie Wesley) ajuda um casal (Sarah Berry e Richard Domeier) a chegar na cabana da família em meio à mata, após as pontes da região caírem. Mal sabiam eles que uma entidade sobrenatural estava por trás do isolamento da região, e que a cabana era palco de uma luta infernal entre Ash Williams (Bruce Campbell) e os demônios que queriam possuí-lo. “Uma Noite Alucinante” tornou-se cultuadíssimo e rendeu a Hicks uma carreira em filmes de terror (em contraste, sua parceira no filme virou atriz de novelas). Entre os exemplares mais célebres do gênero em sua filmografia estão “Maniac Cop: O Exterminador” (1988), “Violência e Terror” (1989), “O Mestre dos Desejos” (1997) e “2001 Maníacos” (2005). Ele nunca virou protagonista e logo os pequenos papéis também se tornaram raros. Mas Sam Raimi nunca o esqueceu, escalando-o em três filmes que rodou depois de lançá-lo como ator. Hicks pode ser visto em “Darkman: Vingança sem Rosto” (1990) e brevemente em “Homem-Aranha 2” (2004), como passageiro de trem, e “Oz: Mágico e Poderoso” (2013), como um dos cidadãos da Cidade das Esmeraldas. Além disso, também participou do terrir “Meu Nome É Bruce” (2007), estrelado por seu parceiro de “Uma Noite Alucinante”, em que Bruce Campbell vive uma versão de si mesmo como… matador de demônios. “Eu tenho que te dizer, com certeza eu tive um monte de vida nos meus 68 anos”, escreveu Hicks há um mês, ao anunciar nas redes sociais que seu câncer era terminal.

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  • Filme

    Editorial: Traduções dos títulos de filmes no Brasil atingem níveis mais baixos da História

    10 de outubro de 2016 /

    A atual fase de tradução de títulos de filmes internacionais no Brasil está tão ruim que já tem gente com saudades dos anos 1980, quanto todo filme de terror iniciava com “A Hora do” e a maioria dos suspenses era “Selvagem”. O público já se rebelou na internet contra “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, título que o quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp ganhará com exclusividade no Brasil – o original é “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales”. Mas não fica nisso. Três décadas após os gênios da tradução nacional diferenciarem dois filmes da franquia “Evil Dead” com títulos diferentes – “A Hora do Demônio” (1981) e “Uma Noite Alucinante” (1987), fazendo com o terceiro longa fosse batizado como “Uma Noite Alucinante 3”! – , a esperteza, a ginga e a malemolência brasileira voltou a se manifestar em novas nomeações “criativas” dentro da mesma franquia. Após “Uma Noite de Terror” (2013) e “Uma Noite de Terror: Anarquia” (2014), o terceiro filme da franquia “Purge” (nome original) chegou nos cinemas brasileiros no fim de semana passado como “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”. E quem foi ao cinema achando que veria um filme original deveria pedir o dinheiro de volta, diante de tantas e constantes referências e participações de personagens do lançamentos anteriores. Não contentes, os brasileiros mais inteligentes que o resto da população decidiram também diferenciar “De Volta ao Jogo” (2014) de sua continuação, que será lançada no Brasil como “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”. Impressionante? Se a força de uma franquia está na valorização da marca, que supostamente gera acúmulo de público, o que ganha um distribuidor nacional ao querer lançar um filme de franquia como produto individual? Promoção? Aumento? Bônus de Natal? E que tal títulos de filmes que não fazem parte de franquias? Quem acertar como “The Bye Bye Man” vai se chamar no Brasil tem grandes chances de acertar a sequência certa da mega-sena. O título original tem quatro palavras e nenhuma delas aparece na “tradução” nacional, “Nunca Diga seu Nome”. E aí vem os “gringos” da MPA-AL, divisão latino-americana da MPA (Associação do Cinema dos EUA), dizer que o maior problema do cinema no Brasil é a pirataria… Faz sentido. Afinal, este é o país em que “Truth” (verdade) vira “Conspiração e Poder”.

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