Novo comercial de Legion apresenta premissa e data de estreia da série derivada dos X-Men
O canal pago americano FX divulgou um novo comercial de “Legion”, primeira série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”, que revela a data da estreia e a premissa da atração. A prévia mostra o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “Downton Abbey”) aprendendo que, embora tenha ouvido que era esquizofrênico por toda a vida, na verdade ele é um poderoso telepata. Além disso, chama atenção o visual de diversas cenas, que incluem arquitetura modernista, tecnologia analógica e figurino da década de 1960. Seria “Legion” uma série de época? Nos quadrinhos, Haller é o filho do Professor Charles Xavier, o que cronologicamente não se encaixaria com uma história passada na mesma época de “X-Men: Primeira Classe” (2011). Desenvolvida pelo excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em 8 de fevereiro no FX e terá exibição simultânea no Brasil pela Fox.
The Walking Dead lidera a audiência da TV paga ao redor do mundo
A exibição do episódio de estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” bateu recordes em quase todos os países em que a série é exibida, informou a Fox Internacional. Segundo dados da empresa, o episódio registrou um impressionante crescimento de 34% em média na quantidade de telespectadores habituais da produção. “Os números nos deixaram verdadeiramente surpresos. Sabíamos que a estreia seria um sucesso, mas nunca imaginávamos um crescimento de mais de 34% para uma série em sua 7ª temporada. ‘The Walking Dead’ é uma série diferenciada, feita por pessoas especiais, e a cada ano que passa, a paixão com que é feita fica evidente para as milhões de pessoas que se sentem parte desta família em todo mundo”, comentou Sharon Tal Yguado, EVP de Global Programming da FOX Networks Group, em comunicado. Nos 28 mercados da América Latina, Europa, Asia e Pacífico onde houve dados estatísticos na manhã seguinte da estreia, “The Walking Dead” superou a audiência das temporadas anteriores e ocupou o 1º lugar na sua faixa horária. No Brasil, a estreia rendeu um índice espetacular, de 3,3 pontos, um aumento de 94% em relação ao episódio de estreia da temporada anterior, colocando a Fox na liderança da TV paga nacional, e só perdendo para a Globo, quando considerados os números da TV aberta. Foi o índice de audiência mais alto obtido pelo canal nos últimos seis anos. Nos EUA, os números iniciais, de 17 milhões de telespectadores ao vivo, cresceram para 20,8 milhões com as reprises e outros plataformas nos três primeiros dias de exibição.
The Walking Dead: Fotos revelam processo de maquiagem da morte brutal de Glenn
O produtor Greg Nicotero, que além de dirigir e produzir “The Walking Dead”, chefia o departamento de maquiagem da série, divulgou em seu perfil no Instagram algumas imagens do trabalho feito para deformar a cabeça de Steven Yeun na cena da morte de seu personagem, Glenn. É impressionante, como foi a materialização na série. Nicotero também foi responsável por dirigir o episódio e comentou seus bastidores num vídeo divulgado pelo canal pago americano AMC, que pode ser conferido logo abaixo. A violência das cenas impressionou grupos conservadores que ensaiaram um pedido de boicote, mas o resultado também liderou a audiência nos EUA e no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde o episódio de estreia da 7ª temporada, exibido no canal pago Fox, só foi menos visto que a programação da Globo.
The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada só teve menos audiência que a Globo no Brasil
A estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” foi o programa mais visto da noite de domingo (23/10) na TV paga brasileira. Segundo o Kantar Ibope, a atração registrou média de 3,25 pontos em sua faixa horária, das 23h30 à 0h30. Os números superaram, inclusive, a programação da TV aberta. Na verdade, a exibição da série no canal pago Fox ficou com o 2º lugar geral na audiência de seu horário, perdendo apenas para a Globo. Vale observar que esta audiência impressionante foi conseguida apesar de o país ter sido apontado como líder da pirataria mundial da estreia da série. A série também garantiu números impressionantes nos EUA. Segundo o instituto Nielsen, o episódio de estreia da temporada foi visto por mais de 17 milhões de espectadores e marcou 8.4 pontos no índice demográfico (o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes).
Legion: Série derivada dos X-Men ganha novos comerciais
A Fox divulgou novos comerciais de “Legion”, primeira série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. A prévia mostra o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “Downton Abbey”) no hospício, observado pelo psiquiatra vivido por Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”), que revela saber que ele é um mutante, e várias cenas de efeitos visuais. Haller é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em fevereiro no canal pago americano FX e terá exibição simultânea no Brasil pela Fox.
Legion: Primeira série derivada dos X-Men ganha novo comercial
A Marvel divulgou um novo comercial de “Legion”, primeira série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. A prévia mostra o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “Downton Abbey”) no hospício, observado pelo psiquiatra vivido por Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”), que revela saber que ele é um mutante, e várias cenas de efeitos visuais. Haller é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em fevereiro no canal pago americano FX e terá exibição simultânea no Brasil pela Fox.
TV paga brasileira perde 673 mil assinantes em um ano
A TV paga continua a perder assinantes no Brasil. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), serviço encolheu 3,4% em 12 meses, entre agosto deste ano e do ano passado, o que corresponde a perda de 673,1 mil assinantes em 12 meses. Os dados são da Anatel. Só em julho, 20,7 mil pessoas deixaram de utilizar o serviço. Um dos primeiros setores atingidos por crises econômicas, o mercado de TV paga encerrou agosto com 18,9 milhões de assinantes, contra 19,6 milhões em agosto de 2015. A cada 100 municípios no Brasil, 27,78 tem acesso ao serviço, de acordo com a Agência. O grupo Telecom Americas, que inclui as operadoras Claro, Net e Embratel, encerrou agosto com 9,86 milhões de clientes, seguido pela Sky, com 5,32 milhões de assinantes. Bem menores, a Telefônica tem 1,76 milhão de clientes e a Oi, 1,24 milhão.
Legion: Veja dois vídeos da primeira série derivada dos filmes dos X-Men
O canal pago americano FX divulgou dois novos vídeos promocionais de “Legion”, primeira série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. As curtas prévias mostram o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “Downton Abbey”) no hospício, contando sobre quando virou uma mulher ao psiquiatra vivido por Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”) e encarando um paciente babador, ao lado de Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”). Haller é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia na midseason, no começo de 2017, e terá exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
Legion: Bryan Singer confirma que a série terá ligação com o universo dos X-Men
O diretor Bryan Singer confirmou ao site The Hollywood Reporter que a vindoura série “Legion” compartilha o mesmo universo dos longas da franquia “X-Men”. Singer, que é creditado como produtor da atração, afirmou que a série “é parte do universo ‘X-Men’, mas quando você a assistir, não vai precisar rotulá-la assim, porque ela consegue existir por conta própria”. Segundo o cineasta, “Legion” conta uma “história bem ambiciosa, divertida e muito original”. Criada pelo roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”), a série mantém a premissa dos quadrinhos homônimos, acompanhando David Haller, interpretado por Dan Stevens (série “Downton Abbey”), num hospício. O personagem é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, Haller é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Além de Stevens, a atração contará com Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Jean Smart (série “Fargo”), Rachel Keller (também de “Fargo”) e Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”). Aubrey viverá Lenny, uma amiga de David que abusa do álcool e das drogas, mas tem total confiança de que, mais cedo ou mais tarde, sua vida irá mudar. A veterana Jean Smart interpretará Melanie, uma terapeuta ao mesmo tempo carinhosa e exigente, além de muito sagaz e original. Linklater será um interrogador. E Keller viverá uma mutante chamada Syd, descrita como uma mistura de Vampire e Spyke (ou “Porco-Espinho”). “Legion” estreia no canal pago americano FX no começo de 2017, e terá exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
Legion: Trailer da primeira série derivada dos X-Men traz Dan Stevens como filho do Professor X
A Marvel divulgou o trailer da série “Legion”, primeira produção televisiva derivada da franquia “X-Men”. Exibida na Comic-Con, a prévia mantém a premissa dos quadrinhos homônimos, mostrando David Haller, interpretado por Dan Stevens (série “Downton Abbey”), num hospício. O personagem é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, Haller é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. O vídeo também revela efeitos visuais cinematográficos e sugere uma trama bastante elaborada, cortesia do criador da série, o excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”), que escreveu o piloto e irá produzir a adaptação para o canal pago americano FX. Além de Stevens, a atração contará com Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Jean Smart (série “Fargo”), Rachel Keller (também de “Fargo”) e Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”). Aubrey viverá Lenny, uma amiga de David que abusa do álcool e das drogas, mas tem total confiança de que, mais cedo ou mais tarde, sua vida irá mudar. A veterana Jean Smart interpretará Melanie, uma terapeuta ao mesmo tempo carinhosa e exigente, além de muito sagaz e original. Linklater será um interrogador. E Keller viverá uma mutante chamada Syd, descrita como uma mistura de Vampire e Spyke (ou “Porco-Espinho”). “Legion” estreia na midseason, no começo de 2017, e terá exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
Legion: Série derivada de X-Men terá exibição simultânea no Brasil
O canal pago Fox anunciou que a vindoura série “Legion”, primeira produção televisiva derivada da franquia “X-Men”, terá estreia e exibição de seus capítulos no Brasil com apenas uma hora de diferença em relação ao lançamento nos EUA. A iniciativa se provou um sucesso com as exibições das temporadas mais recentes de “The Walking Dead” e “Arquivo X”. Mas não está claro se a ideia é repetir o procedimento no canal do pacote normal ou se a Fox pretende seguir a estratégia implantada com “Outcast”, que estreia simultaneamente no canal premium Fox1 (com menos assinantes) e apenas uma semana depois no Fox tradicional. Vale observar que a 2ª temporada de “Wayward Pines”, exibida no Fox1 junto dos EUA, permanece inédita no Fox. Nos EUA, a série será exibida no canal pago FX, mas ainda não tem previsão de estreia. Primeira série da Marvel produzida pelo estúdio Fox, “Legion” foi desenvolvida por Noah Hawley, o criador de “Fargo”, que escreveu o piloto aprovado e irá produzir a adaptação dos quadrinhos. Legion é o codinome do protagonista David Haller, interpretado por Dan Stevens (série “Downton Abbey”), um personagem atormentado por legiões de vozes e visões. Após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, Haller é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Além de Stevens, a atração contará com Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Jean Smart (série “Fargo”) e Rachel Keller (também de “Fargo”). Aubrey viverá Lenny, uma amiga de David que abusa do álcool e das drogas, mas tem total confiança de que, mais cedo ou mais tarde, sua vida irá mudar. A veterana Jean Smart interpretará Melanie, uma terapeuta ao mesmo tempo carinhosa e exigente, além de muito sagaz e original. E Keller viverá uma mutante chamada Syd, descrita como uma mistura de Vampire e Spyke (ou “Porco-Espinho”).
Atores e cineastas fazem abaixo-assinado contra liminar que isenta empresas de telefonia do pagamento do Condecine
Diversos profissionais do cinema e da TV assinaram um abaixo-assinado contra a liminar conseguida, há duas semanas, pelo SindiTeleBrasil, que isentou as empresas de telefonia do pagamento da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional). São, ao todo, 136 nomes, entre diretores, atores, produtores e roteiristas, condenando a decisão da Justiça, que eles estimam representar uma perda de R$ 1,1 bilhão para o orçamento gerido pela Ancine (Agência Nacional do Cinema). Intitulado “Abaixo-assinado em defesa do audiovisual brasileiro”, o documento traz assinaturas de, entre outros, cineastas como Fernando Meirelles, Guel Arraes, Cacá Diegues, Roberto Santucci, Alê Abreu e Anna Muylaert, e atores como Selton Mello, Lázaro Ramos, Wagner Moura, Marieta Severo, Leandro Hassum e Fernanda Montenegro. O texto lembra o acordo, feito há cinco anos entre o setor de telefonia e o governo, para as teles ingressarem no segmento da TV paga, em troca do recolhimento do Condecine. Conhecida como “Lei da TV Paga”, a lei 12.485/2011 destravou a concorrência do setor, permitindo que as empresas de telefonia passassem a oferecer assinaturas de televisão. O governo alegou que a taxa do Condecine seria uma “contrapartida” à redução que fez no Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações). Entretanto, em dezembro o Ministério da Fazenda autorizou um reajuste de quase 28,5% no valor do Condecine, no momento em que o setor sangra com perda de assinantes, colocando em risco o modelo de negócios. Isto levou as empresas a buscarem uma saída jurídica, que encontrou apoio no juiz Itagiba Catta Preta Neto, da Quarta Vara Federal da Justiça Federal do Distrito Federal, responsável por conceder a liminar contra a cobrança, argumentando, no processo, que se tratava de “intervenção estatal” na economia. Embora a lei não faça distinção, em seu despacho o juiz apontou que as teles são agentes de distribuição e não de produção de conteúdo, portanto não poderiam ser enquadrados como tais. “Ainda que se vislumbre uma tênue vinculação entre os setores em questão, tal vinculação não se apresenta como caráter estrito, e isto justifica o afastamento da norma instituidora do tributo, ao menos em princípio”, ele se pronunciou. A questão só deve ser resolvida em outras instâncias jurídicas, eventualmente chegando ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas até a Justiça chegar a uma decisão definitiva, as teles não serão obrigadas a repassar a taxa do Condecine, razão pela qual os artistas de cinema e TV protestam, prevendo encolhimento no orçamento federal disponível para seus projetos. Leia abaixo a íntegra do abaixo-assinado: O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel de celular e Pessoal – SindiTeleBrasil – que representa as empresas Claro, Oi, Telefonica/Vivo, Tim, dentre outras, entrou e obteve liminar na Justiça contra o pagamento da chamada CONDECINE, fonte principal de recursos que alimenta o setor audiovisual através do FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL. Esta contribuição é prevista na lei 12.485/2011 e graças a ela o setor audiovisual brasileiro vive um momento virtuoso traduzido em produções que se destinam às salas de cinema, televisões por assinatura e banda larga. Por ocasião da promulgação da lei, as teles aceitaram pagar essa contribuição e, em contrapartida, elas, que antes eram impedidas de atuar na distribuição de TV, tiveram permitida sua entrada nesse mercado. A veiculação de produtos audiovisuais em suas redes contribui para a expansão dos negócios da telefonia brasileira. Assim, não deixa de ser surpreendente e inaceitável que às vésperas do recolhimento anual da CONDECINE, o setor de telefonia rompa o acordo feito há 5 anos, através de uma liminar, que caso não seja cassada, terá o poder de paralisar todo setor audiovisual brasileiro. Somente em 2014 e 2015, 713 empresas de audiovisual produziram em todo o país 2.867 horas de conteúdos, 306 longas-metragens, 433 séries e telefilmes, gerando empregos qualificados, aumentando nossa presença na TV, salas de cinema e ainda trazendo prestígio internacional para o país, como atestam os prêmios recebidos por filmes como “Que Horas Ela Volta?” e “O Menino e o Mundo”, filme este que, além de vários prêmios mundo afora, concorre ao Oscar de Melhor Animação, ao lado de obras que custaram 300 vezes mais que a animação brasileira. A geração de empregos no setor expande-se a olhos vistos. Técnicos e técnicas, atores e atrizes, diretores e diretoras, produtores e produtoras, roteiristas trabalham com afinco imprimindo nas telas brasileiras, de todos tamanhos, a identidade de nosso povo. Disputamos um mercado extremamente competitivo onde a presença maciça de produtos hegemônicos encontra diversidade justamente pela significância da produção nacional. Ou seja, temos vocação para esse negócio, respeito internacional e comunhão com o público que prestigia nossas obras. Estas obras circulam cada vez mais em celulares, tablets e computadores. Quem as distribui são justamente as teles, portanto, o recolhimento da CONDECINE é naturalmente inerente a este setor. Contribuir para o fortalecimento do audiovisual brasileiro é uma justa contrapartida pelo conteúdo que trafega e incrementa o seu negócio. Nós, abaixo-assinados, repudiamos esta ação judicial promovida pelas teles através do SindiTeleBrasile reiteramos nosso compromisso com o desenvolvimento do setor audiovisual brasileiro. Para tanto, esperamos que a Justiça Brasileira casse esta tentativa torpe de obstruir o nosso crescimento ou mesmo que o SindiTeleBrasil retire sua impensada ação judicial. Em nome de milhares de brasileiros que constroem e consomem nossas obras que geram emoções, risos, reflexões, além de empregos e receitas, manifestamos nossa certeza que o setor audiovisual brasileiro não recuará de seu movimento de expansão. Assinam o documento: Atores: Adriana Esteves Alice Braga Aline Moraes Andréa Beltrão Bruna Lombardi Bruno Gagliasso Bruno Mazzeo Caio Blat Camila Pitanga Carlos Alberto Ricelli Carolina Dieckmann Cauã Reymond Cleo Pires Daniel Oliveira Dira Paes Emilio Dantas Enrique Díaz Fabio Porchat Fernanda Montenegro Fernanda Torres Gisele Fróes Gloria Pires Gregório Duvivier Ingrid Guimarães José Abreu Juliano Cassarré Lazaro Ramos Leandro Hassum Lucio Mauro Malu Galli Márcio Garcia Marcos Frota Marcos Rica Maria Flor Maria Luisa Mendonça Maria Paula Maria Ribeiro Mariana Lima Mariana Ximenes Marieta Severo Miguel Falabela Ney Latorraca Otávio Müller Patrícia Pillar Paulinho Vilhena Paulo Betti Paulo Gustavo Regina Casé Renato Aragão Rodrigo Santoro Selton Melo Silvia Buarque Ulisses Ferraz Vladimir Britcha Wagner Moura Diretores, Produtores e Roteiristas: Alê Abreu Andrucha Waddington Anna Muylaert Antonio Prata Arnaldo Jabor Arthur Fontes Assunção Hernandes Bianca Villar Breno Silveira Cacá Diegues Caio Gullane Cao Hamburger Carlos Cortez Carolina Jabor Claudio Torres Daniel Rezende Daniela Thomas David França Mendes Di Moretti Eliana Soárez Eliane Ferreira Estevão Ciavatta Fabiano Gullane Fábio Mendonça Fernando Gronstein Fernando Meireles Georgia Costa Glaucia Camargos Guel Arraes Gustavo Rosa de Moura Hector Babenco Helena Solberg Hugo Janeba Iafa Britz João Daniel Tikomirof José Alvarenga Jr. Julia Rezende Juliana Reis Karim Ainouz Kiki Lavigne Laís Bodansky Leonardo Monteiro de Barros LG Bayão Luciano Moura Luiz Bolognesi Lula Buarque de Hollanda Malu Andrade Marcos Bernstein Maria Ionesco Maria Amelia Leão Teixeira Maria Camargo Marina Person Marisa Leão Maurício Farias Mauro Mendonça Filho Michel Tikhomiroff Mini Kerti Nando Olival Paulo Morelli Paulo Thiago Pedro Buarque de Hollanda Pedro Morelli Quico Meirelles Reinaldo Moraes Renata Brandão Roberto Santucci Rodrigo Meirelles Ruy Guerra Sara Silveira Sergio Machado Sergio Resende Stephano Capuzzi Suzana Villas Boas Tata Amaral Tati Bernardi Thiago Dottori Tomás Portela Toni Venturi Van Fresnot Walter Lima Jr. Zita Carvalhosa
Pesquisa revela divisão de classes na preferência por programas dublados e legendados
Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que o abismo cultural entre as classes se estende também à TV paga. Encomendada pela PTS, empresa que monitora o mercado de televisão por assinatura, o levantamento deixou claro que a diferença entre os telespectadores que preferem assistir programas dublados ou legendados é social. Enquanto os mais pobres exigem mais programas dublados, os mais ricos preferem áudio original e legendas. De acordo com a pesquisa, entre a classe A, a mais rica, 46% preferem programas legendados. Já na classe C somente 14% apreciam legendas. A grande maioria (64%) dos emergentes só assiste programa estrangeiro se for dublado em português. A classe B oscila entre os dois extremos, com 56% preferindo conteúdo dublado. Embora a pesquisa não revele o grau de escolaridade dos entrevistados, é inevitável associar melhor educação e hábito de leitura com a preferência por legendas, além da cultura cinéfila, desenvolvida por quem frequenta cinemas para ver filmes legendados. Mas embora falha nesse aspecto, um dos dados levantados permite fazer uma associação cultural relevante. 12% da classe C diz que só assiste a programas brasileiros, o que leva a concluir a influência da TV aberta em sua formação, onde toda a programação é 100% falada em português. Graças ao estimulo do consumo durante o governo Lula, a TV por assinatura cresceu principalmente na classe C. Isto explica porque muitas programadoras, como HBO e Telecine, investiram em versões de canais somente com conteúdo dublado. Entretanto, nos últimos meses, durante o governo Dilma II, a crise financeira tem levado a classe C a liderar os pedidos de cancelamento de assinaturas.










