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  • Série

    Extrema direita americana ataca a série Batwoman no Rotten Tomatoes e IMDb

    12 de outubro de 2019 /

    Os minions da extrema direita dos Estados Unidos decidiram se engajar em nova campanha destrutiva, desta vez mirando as notas da série “Batwoman” nos fóruns dos sites Rotten Tomatos e IMDb. A tática é a mesma que tentou forjar um fracasso de público contra “Capitã Marvel”, filme que acabou figurando entre as maiores bilheterias do ano. Perfis falsos foram criados nos últimos dias especificamente para falar mal da atração. Por conta disso, a nota da série no IMDb é apenas 3 (o máximo seria 10) e a avaliação da audiência no Rotten Tomatoes está em 11% (de 100%). A manipulação se torna evidente em contraste com a opinião da crítica, que não pode ser distorcida por trolls, minions ou robôs. O primeiro episódio da série, exibido no domingo passado (6/10) na rede americana The CW, teve 72% de aprovação na média das críticas agregadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Considerando-se que a crítica costuma ser mais exigente que o público, a nota popular se apresenta completamente fora do padrão. Mas não é apenas as avaliações negativas que chamam atenção. Outro dado completamente fora das estatísticas é o número exorbitante de votos disparados contra “Batwoman”, muito superior ao de qualquer outra série. Enquanto a temporada passada de “The Flash”, a atração de super-herói de maior audiência da rede CW, recebeu pouco mais de 800 avaliações do público ao longo de seus 22 episódios, o único capítulo exibido de “Batwoman” gerou mais de 4,4 mil votos em uma semana. Entre os comentários negativos, os mais comuns aludem ao fato de que “era o que se poderia esperar” de uma série com o tema proposto (LGBTQIA+) que não tem “um Batman homem”. A maioria das resenhas é assinada por homens. Vale destacar que, além de ser protagonizada por uma mulher, tanto Batwoman quanto sua intérprete, a atriz Ruby Rose, são lésbicas assumidas nos quadrinhos, na TV e na vida real. Triste e ridículo, o esforço inútil dos nerds de direita contrariados com um mundo sem preconceito não tem força para transformar sua visão negativa em realidade, pois, assim como aconteceu “Capitã Marvel” no cinema, a série “Batwoman” também é um sucesso de público na TV americana. Seu primeiro episódio registrou a maior audiência de estreia das últimas temporadas da CW – e não apenas da temporada deste ano – , superando até a volta de “The Flash” no canal.

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  • Filme

    Público real ignora trolls e dá nota máxima ao filme da Capitã Marvel nos Estados Unidos

    9 de março de 2019 /

    A rejeição ao suposto feminismo de “Capitã Marvel” e da atriz Brie Larson não existe no mundo real. Atacado nos sites americanos que agregam notas do público de cinema por ser contra “homens brancos” (assim se definem os próprios revoltados), a estreia do filme deve se confirmar como a maior do ano no domingo (10/3). Não só isso. O público real de cinema – aquele que não é formado por robôs ou trolls de internet – deu nota A, a segunda maior possível (abaixo só de A+) na pesquisa do CinemaScore, realizada na saída das sessões com quem de fato viu o filme. A nota A é um contraste gritante contra os 31% de aprovação dos usuários do Rotten Tomatoes, resultado de uma campanha de militantes conservadores para tentar fingir o fracasso do filme. Teve blogueiro da direita brasileira que chegou a escrever artigo afirmando que o filme tinha realmente fracassado por conta de seu suposto engajamento, acreditando na força dos trolls. Hilário, considerando que as projeções apontam para uma possível estreia mundial superior a de “Pantera Negra”. A nota A do público americano confirma a vocação de “Capitã Marvel” para a diversão bem-sucedida, seguindo fielmente a fórmula que a Marvel aperfeiçoou no cinema. Desta vez, a história ensina que o verdadeiro poder sempre esteve dentro da mulher que é protagonista de sua própria história. Uma mensagem simples e direta. A aprovação esmagadora do grande público ao contexto de empoderamento demonstra que os reacionários da internet são uma minoria realmente insignificante, que apenas faz muito barulho.

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  • Filme

    Capitã Marvel é atacada pela fúria de “homens brancos” no Rotten Tomatoes

    8 de março de 2019 /

    As mudanças do Rotten Tomatoes para evitar que sua sessão de comentários virasse “plataforma política” só duraram enquanto o embargo aos ataques a “Capitã Marvel” estiveram em vigor. Com a estreia do filme, a direita conservadora e machista pôde voltar novamente a depositar ataques gratuitos ao filme. O que incomoda, segundo uma mostragem das “críticas”, são o fato de “Capitã Marvel” ser um longa de super-heróis estrelado por uma mulher e o fato desta mulher ter opiniões fora das telas. As manifestações revoltadas são assinadas majoritariamente por nomes masculinos. E ironicamente foram postadas nesta sexta (8/3), em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. “Eu sou um homem branco de 41 anos. Eu teria visto este filme, mas aparentemente não sou bem-vindo”, escreveu um internauta. Outro acusou Larson de ser “anti-homem branco”. “A posição anti-homem branco dela me desanimou do filme. Não estou interessado”. “Muito político”, criticou um terceiro. “Não gostei. O filme está sendo endereçado a uma certa demografia. Como homem, não me agradou”, acrescentou um quarto. “Chega de filmes SJW”, decretou outro, usando uma sigla popularizada pela direita, que significa “Social Justice Warrior” (guerreira da justiça social). A fúria dos “homens brancos” com acesso a internet jogou a nota do público no chão, com apenas 31% de aprovação. Já a nota da crítica está em 81%. Entre um e outro aparece a avaliação da imprensa profissional, que o Rotten Tomatoes chama de críticos “top”, com 64%. Outros sites que permitem notas do público também tiveram resultados discrepantes. No Metacritic, a nota é similar a dos críticos “top” do Rotten Tomatoes, 65. Mas a cotação dada pela audiência é de 2,6 – um lixão. O lugar onde a batalha mais feroz está sendo travada é no IMDb, onde fãs e detratores estão disputando cuspe à distância. O equilíbrio deixou a nota do filme baixa, em relação às demais produções da Marvel, mas similar a dos críticos “top”: 6,6. O primeiro filme de super-herói da Marvel estrelado por uma mulher, entretanto, não é o que seus detratores afirmam que é. Sua mensagem de empoderamento é clara, mas a retórica feminista praticamente inexiste. Ela ficou restrita às entrevistas da atriz Brie Larson, que irritou muitos “homens brancos” por desejar que mais mulheres e homens de cor a entrevistassem. Apesar da “guerra cultural” em curso, o filme deve ter uma grande estreia na América do Norte e agradar em cheio aos fãs de quadrinhos interessados numa produção divertida, que leva ao limite a fórmula da Marvel.

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  • Etc,  Filme

    Rotten Tomatoes muda seção de comentários após ataques a Capitã Marvel e Marighella

    1 de março de 2019 /

    O site Rotten Tomatoes decidiu modificar o seu sistema de inclusão de opiniões do público. Após a repercussão de comentários negativos em massa sobre filmes inéditos, como “Capitã Marvel”, “Star Wars: Episódio IX” e até o brasileiro “Marighella”, o RT barrou a possibilidade de que fãs escrevam sobre um filme ou uma série antes da estreia oficial para o público geral. “Nós estamos desabilitando a função de comentários antes da data de lançamento dos filmes. Infelizmente, percebemos um aumento de críticas não construtivas — ocasionalmente beirando a ‘trollagem’ — o que acreditamos ser um desserviço à nossa audiência. Decidimos que desligar essa função, no momento, é o melhor a se fazer”, diz o anúncio do site. Paul Yanover, presidente do grupo Fandango, do qual o Rotten Tomatoes faz parte, contou ao portal CNET que “as mudanças não são uma simples reação do tipo ‘Ai meu Deus, existe ruído em torno de alguns filmes’”, mas ajustes necessários para impedir que opiniões que não tem nada a ver com cinema deem o tom do site. Os ataques de trolls são coordenados por meio do uso de redes sociais e robôs, e refletem uma agenda política conservadora de extrema direita, cujo objetivo é diminuir o impacto de filmes com protagonistas mulheres e/ou personagens não brancos – ou ainda, no caso nacional, que critiquem uma ditadura militar que muitos agora dizem que nem existiu. “Dizer que você não quer ver um filme não é uma resenha”, completou Yanover. “Não queremos que as pessoas usem os comentários como plataforma política”. Os trolls, claro, já retrucaram dizendo que essa alteração foi ordem da Disney, que seria dona do site. Mas, na verdade, o Rotten Tomatoes pertence ao conglomerado Warner, cujos filmes da DC são amados pelos trolls mais rabugentos. Claro que a verdade não impede uma boa fake news de virar teoria da conspiração. De todo modo, esta não foi a única mudança anunciada pelo site, que prepara uma nova identidade visual, com alterações no layout, novos conteúdos editoriais e novos critérios para a escolha de críticos que terão suas opiniões agregadas – e contabilizadas. A data de estreia dessas alterações não foi divulgada.

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  • Etc,  Série

    Steve Carell faz pegadinha na internet com suposta volta da série The Office

    21 de janeiro de 2017 /

    O ator Steve Carell resolveu fazer uma pegadinha com seus seguidores no Twitter. Numa piada típica de Michael Scott, seu personagem na série “The Office”, ele anunciou a volta, justamente, de “The Office” na rede NBC. A internet veio abaixo, com reproduções do tuíte por inúmeros fãs, que comemoraram o retorno da série, exibida entre 2005 e 2013 e vencedora do Emmy. Mas pouco depois, o próprio Carell corrigiu a informação. Em outro post no Twitter, ele revelou que se tratava de um equívoco: “Espera, desculpa. Eu quis dizer Will & Grace! (erro de digitação)”. Ou seja, o ator fingiu que se confundiu e fez piada com o revival de “Will & Grace”, anunciado pela rede americana NBC, que também costumava exibir “The Office”.

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  • Etc,  Filme

    Chris Pratt trolla (muito) Jennifer Lawrence no Instagram

    4 de dezembro de 2016 /

    O ator Chris Pratt resolveu se divertir às custas de Jennifer Lawrence, durante a turnê de imprensa da sci-fi “Passageiros”. O ator tem usado seu Instagram para registrar momentos dos bastidores da divulgação, e não demorou para seus seguidores perceberem uma peculiaridade nas fotos. Ele resolveu cortar Jennifer de todas as imagens. O que parecia um erro bizarro de enquadramento nas primeiras fotos postadas, logo foi assumido como pegadinha. E, para completar a trollagem, ele pediu desculpas e prometeu publicar uma foto de sua brilhante colega. Dito e não feito: ele fotografou a si mesmo e aplicou uma máscara de Photoshop da atriz sobre seu rosto, como pode ser visto na imagem que fecha a galeria acima. Ou seja, mesmo quando a trama é séria, como a de “Passageiros”, Chris Pratt não larga o papel de Senhor das Estrelas. No caso, das estrelas trolladas. Ah, a piada tem a ver com o fato de Jennifer Lawrence não ter conta na rede social. Chris Pratt não ia deixar barato. “Passageiros” tem estreia prevista para 5 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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