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    The Dirt: Netflix libera foto oficial e trailer legendado do filme da banda Mötley Crüe

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou a primeira foto oficial e a versão legendada do trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe, que também ganhou subtítulo nacional – vai se chamar “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. E nada parece ter ficado de fora. A prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até mesmo as letais. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico que o reanimou era fã da banda e a salvação do músico inspirou o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. A versão de streaming dessa história traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. O roteiro foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). “The Dirt” estreia em 22 de março na plataforma de streaming.

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    Mel Gibson e Vince Vaughn são policiais violentos em trailer de suspense

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Dragged Across Concrete”, thriller criminal estrelado por Mel Gibson e Vince Vaughn, que trabalharam juntos em “Até o Último Homem” (2016). Na trama, eles vivem uma dupla de policiais, que é suspensa quando um vídeo registrando uma abordagem violenta deles chega à mídia. Sem dinheiro, os dois decidem entrar no mundo do crime para sobreviver e se afundam cada vez mais. O filme tem roteiro e direção de S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”), cineasta indie que tem feito carreira com filmes violentos e cultuados. E o elenco ainda inclui Jennifer Carpenter (“Dexter”), Tory Kittles (“The Colony”), Laurie Holden (“The Walking Dead”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”) e Michael Jai White (“Arrow”). Exibido nos festivais de Veneza e Londres, o filme atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 22 de março nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Chris Pratt aparece irreconhecível como vilão em trailer de western

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “The Kid”, western que acompanha o começo da lenda do fora-da-lei Billy the Kid. Mas o Kid do título é outro. Se refere a um garoto que cruza o caminho do pistoleiro por acaso e se torna seu protegido. A trama é apresentada pelo ponto de vista do jovem, vivido pelo estreante Jake Schur, e traz Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) como Billy, Ethan Hawke (“Boyhood”) como o xerife Pat Garrett e um irreconhecível Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia), barbudo e violento, como o tio vilão do protagonista. “The Kid” tem direção do ator Vincent D’Onofrio (o Rei do Crime de “Demolidor”), que também aparece no filme, escrito por Andrew Lanham (“A Cabana”). A estreia está marcada para 8 de março nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Atriz de The Handmaid’s Tale vira roqueira grunge em trailer de drama indie

    21 de fevereiro de 2019 /

    O estúdio indie Gunpowder & Sky divulgou o primeiro trailer de “Her Smell”, em que Elisabeth Moss (a protagonista de “The Handmaid’s Tale”) vive uma roqueira autodestrutiva. Ela aparece em cena liderando uma banda feminina e protagonizando algumas cenas de implosão pessoal e explosão física, regadas a drogas, sexo e rock. O estilo é grunge e sua voz parece imitar Courtney Love. A personagem da atriz se chama Becky Something, uma estrela de rock que leva seus relacionamentos com as companheiras de banda, sua família e até com os fãs ao limite, enquanto trava uma guerra para manter sua sobriedade e resgatar a criatividade que no passado lhe rendeu um inesperado sucesso comercial. O bom elenco também inclui Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Dan Stevens (“Legion”), Agyness Deyn (“Hard Sun”), Gayle Rankin (“GLOW”), Ashley Benson (“Pretty Little Liars”), Dylan Gelula (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Hannah Gross (“Mindhunters”), Eka Darville (“Jessica Jones”), Virginia Madsen (“Designated Survivor”), Eric Stoltz (“Madam Secretary”) e até Amber Heard (“Aquaman”). Além de estrelar, Moss produz o longa-metragem, sua terceira parceria com o cineasta Alex Ross Perry – após “Cala a Boca Philip” (2014) e “Rainha do Mundo” (2015) – , que assina roteiro e direção. Exibido nos festivais SXSW, de Toronto e de Nova York, “Her Smell” tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 12 de abril nos Estados Unidos. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Diane Keaton vira cheerleader da Terceira Idade em trailer de comédia

    21 de fevereiro de 2019 /

    A STX divulgou o primeiro trailer de “Poms”, nova comédia da Terceira Idade, um subgênero que vem crescendo com as mudanças demográficas do mundo moderno. O filme tem tema de superação e mensagem edificante que não ficaria fora de lugar numa produção da Disney. A trama mostra a personagem de Diane Keaton (“Do Jeito que Elas Querem”) tentando formar uma equipe de cheerleaders em sua casa de repouso, com diversas aposentadas. A iniciativa motiva e diverte o grupo de mulheres idosas, até que fica séria, com a inscrição da equipe num concurso. E para enfrentar cheerleaders com as idades de suas netas, elas decidem contratar uma treinadora adolescente. A prévia alterna momentos cômicos com drama de doença, e arranca risos de todas as faixas etárias com algumas tiradas fantásticas, como a troca de ofensas entre as capitãs dos times de cheerleaders. Enquanto uma jovem sugere que sua rival veterana vai “quebrar a bacia”, a vovó retruca mandando ela “engravidar”. O roteiro é do estreante em longas Shane Atkinson, que venceu vários prêmios com seu curta “Penny Dreadful” (2013), e a direção está a cargo de Zara Haynes (“The Legend of Billie Jean King: Battle of the Sexes”), documentarista que também é estreante em longas de ficção. Já os destaques do elenco são as estrelas veteranas: além de Keaton, Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”), Pam Grier (“Jackie Brown”), Rhea Perlman (“Matilda”), Phyllis Somerville (“O Curioso Caso de Benjamin Button”) e Celia Weston (“Senhor Estagiário”). Entre os jovens coadjuvantes, o principal desempenho é de Alisha Boe (“13 Reasons Why”) como a treinadora da equipe senior. A estreia está marcada para 10 de maio nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Minha Vida em Marte é visto por mais de 5 milhões de brasileiros

    21 de fevereiro de 2019 /

    A comédia brasileira “Minha Vida em Marte” superou nessa semana a marca de 5 milhões de ingressos vendidos. Com isso, tornou-se a 15ª produção nacional mais vista nos cinemas em todos os tempos. O número também é mais do que o dobro do total de público de “Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou”, primeiro filme da franquia, que alcançou 1,7 milhão de espectadores. Grande público representa bilheteria milionária. O filme já vendeu mais de R$ 76 milhões em ingressos. E, apesar de estar há oito semanas em exibição, “Minha Vida em Marte” ainda continua lotando os cinemas. No fim de semana passado, ainda era o 3º filme mais visto no país – atrás apenas da estreia de “Alita: Anjo de Combate” e da animação “Como Treinar Seu Dragão 3”. O sucesso vai render, inevitavelmente, nova continuação. Primeiro filme dirigido por Susana Garcia, irmã da protagonista Mônica Martelli, que estreou na função após ser co-roteirista do primeiro filme, “Minha Vida em Marte” deu mais destaque para o papel – originalmente secundário – de Paulo Gustavo e incluiu a inevitável viagem aos Estados Unidos de toda continuação de comédia brasileira que queira virar blockbuster – repetindo “De Pernas pro Ar 2”, “Até que a Sorte nos Separe 2” e “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2”. O elenco se completa com Marcos Palmeira, com quem Mônica tinha ficado na história original, além do português Ricardo Pereira (da novela “Deus Salve o Rei”), Heitor Martinez (“Os Dez Mandamentos”), Fiorella Mattheis (“Vai que Cola”) e a ubíqua Anitta (“Meus Quinze Anos”).

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    Estreias: A Morte Te Dá Parabéns 2 enfrenta Sai de Baixo nos cinemas brasileiros

    21 de fevereiro de 2019 /

    Oito filmes novos chegam aos cinemas nesta quinta (21/2), mas a disputa pelo grande público vai se resumir a “Sai de Baixo – O Filme” e “A Morte Te Dá Parabéns 2”. A comédia nacional tem a distribuição mais ampla da semana, contando com o público da televisão para tentar lotar os cinemas, já que volta a reunir o elenco original da série que foi sucesso na Globo dos anos 1990. Mas é fraquíssima. “A Morte Te Dá Parabéns 2” sai-se um pouco melhor, ainda que não supere o primeiro filme. A sensação é de déjà vu, repetindo situações, o que até é apropriado ao tema – 67& no Rotten Tomatoes. A lista de Hollywood ainda inclui um drama deprimente, “Querido Menino”, em que Timothée Chalamet vive um adolescente viciado em drogas para desespero de seu pai, interpretado por Steve Carell. Os produtores esperavam repercussão na temporada de premiações, mas, apesar de indicações para Chalamet no Globo de Ouro, SAG Awards, BAFTA e Critics Choice, nem a crítica se empolgou – 69% no Rotten Tomatoes. A dica de melhor programa da semana é o suspense dramático italiano “Dogman”. Dirigido por Matteo Garrone (“Gomorra”), acompanha um frágil cuidador de cachorros arrastado para cima e para baixo por um ex-boxeador brutamontes, que diz ser seu amigo enquanto o aterroriza, brutaliza e o faz testemunhar crimes. É uma porrada. Por seu desempenho no papel-título, Marcello Fonte foi considerado o Melhor Ator no Festival de Cannes e o Melhor Ator Europeu de 2018 pela Academia Europeia de Cinema – 78% no Rotten Tomatoes. Também vale conferir o novo filme do iraniano Asghar Farhadi, vencedor de dois Oscars de Melhor Filme em Língua Estrangeira – por “A Separação” (2011) e “O Apartamento” (2016). Diferente de todas as obras de sua carreira, “Todos Já Sabem” foi filmado na Espanha com o casal espanhol Penélope Cruz (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e Javier Bardem (“Mãe!”), além do argentino Ricardo Darín (“Truman”). A trama gira em torno da personagem de Cruz, que retorna a sua cidadezinha natal durante um período festivo, apenas para testemunhar uma série de eventos inesperados que trazem vários segredos à tona. Foi o filme de abertura do Festival de Cannes do ano passado, onde não repetiu a empolgação das obras anteriores do cineasta – 71% no Rotten Tomatoes. Há mais dois filmes brasileiros: “Homem Livre”, primeiro longa de Alvaro Furloni, que envereda pelo suspense psicológico ao acompanhar a paranoia de um ex-presidiário célebre convertido em evangélico (Armando Babaioff, de “Prova de Coragem”), e o documentário “Lembro Mais dos Corvos”, monólogo de uma atriz transexual. Veja abaixo os trailers e as sinopses das estreias, que inclui ainda uma comédia francesa. Sai de Baixo – O Filme | Brasil | Comédia É a volta dos personagens icônicos da série de sucesso da Rede Globo, como Caco (Miguel Falabella), Magda (Marisa Orth) e Ribamar (Tom Cavalcante), assim como novos personagens que vão acrescentar à bagunça. A Morte Te Dá Parabéns 2 | EUA | Terror Depois de morrer diversas vezes para quebrar a maldição temporal que a mantinha presa no dia de seu aniversário, Tree (Jessica Rothe) olha para o futuro, tentando escrever uma nova história ao lado de Carter (Israel Broussard). No entanto, o colega de Carter revela que está revivendo sempre o mesmo dia, retomando com outra vítima o fluxo de repetição. E esta não é a única diferença. Desta vez, morrer não será o suficiente para escapar. Querido Menino | EUA | Drama David Sheff (Steve Carell) é um conceituado jornalista e escritor que vive com a segunda esposa e os filhos. O filho mais velho, Nic Sheff (Timothée Chalamet), é viciado em metanfetamina e abala completamente a rotina da família e daquele lar. David tenta entender o que acontece com o filho, que teve uma infância de carinho e suporte, ao mesmo tempo em que estuda a droga e sua dependência. Nic, por sua vez, passa por diversos ciclos da vida de um dependente químico, lutando para se recuperar, mas volta e meia se entregando ao vício. Dogman | Itália | Suspense Marcello (Marcello Fonte), um humilde funcionário da pet shop Dogman, localizada na periferia de Roma, se envolveu em um dos piores crimes já registrados na história da Itália. Dominado por um sentimento de vingança incontrolável, ele decidiu torturar, durante horas, um ex-boxeador que atormentava todos os moradores do bairro em que vivia. Todos Já Sabem | Espanha, França | Suspense Quando sua irmã se casa, Laura (Penélope Cruz) retorna à Espanha natal para acompanhar a cerimônia. Por motivos de trabalho, o marido argentino (Ricardo Darín) não pode ir com ela. Chegando no local, Laura reencontra o ex-namorado, Paco (Javier Bardem), que não via há muitos anos. Durante a festa de casamento, uma tragédia acontece. Toda a família precisa se unir diante de um possível crime de grandes proporções, enquanto se questionam se o culpado não está entre eles. Na busca por uma solução, segredos e mentiras são revelados sobre o passado de cada um. Homem Livre | Brasil | Drama Hélio Lotte (Armando Babaioff) já foi rodeado de fama e dinheiro, e esteve por muito tempo no centro dos holofotes. Hoje, livre da cadeia após anos preso por um crime brutal, o ex-ídolo do rock só tem uma intenção: ser esquecido. O que ele não imagina é que, ao se abrigar em uma pequena igreja evangélica, partes do seu passado voltarão à tona trazendo mais um acontecimento ruim. Normandia Nua | França | Comédia Georges Balbuzard (François Cluzet) é o prefeito da pequena cidade de Mêle sur Sarthe, na Normandia, onde os agricultores vêm sofrendo cada vez mais por conta de uma crise econômica. Quando o fotógrafo Blake Newman (Toby Jones), conhecido por deixar multidões nuas em suas obras, está passando pela região, Balbuzard enxerga nisso uma oportunidade perfeita para salvar seu povo. Só falta convencer os cidadãos a tirarem a roupa. Lembro Mais dos Corvos | Brasil | Documentário Durante uma crise de insônia, a atriz Julia Katharine, uma mulher transexual, conta a história de sua vida através de um monólogo. A intimidade da personagem central é exposta através de relatos reais de resistência e autoaceitação.

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    The Souvenir: Trailer do filme vencedor do Festival de Sundance destaca filha de Tilda Swinton

    20 de fevereiro de 2019 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer de “The Souvenir”, drama britânico que venceu a mostra competitiva internacional do Festival de Sundance deste ano. A prévia mostra um relacionamento destrutivo, em que um homem manipula uma mulher apaixonada. Mas o destaque principal está na relação entre as intérpretes de mãe e filha. “The Souvenir” marca o primeiro papel de destaque de Honor Swinton Byrne, que contracena com sua mãe de verdade nas cenas, a atriz Tilda Swinton. As duas já tinham trabalhado juntas há dez anos, no único filme anterior de Honor, feito quando ela ainda era criança – “Um Sonho de Amor” (2009). O terceiro nome do elenco é o ator Tom Burke (o Athos da série “The Musketeers” e o Comoran Strike de “Strike”). Tendo como pano de fundo a indústria cinematográfica, “The Souvenir” acompanha uma estudante de cinema (Swinton Byrne) que conhece um homem misterioso (Burke). Em poucos dias, os dois se envolvem num caso de amor sério, mesmo ignorando as preocupações da mãe (Swinton) da jovem e de seus amigos. A estudante passa a tomar grandes quantias de dinheiro de seus pais, entregando-se ao relacionamento e às necessidades de seu novo amor. Por curiosidade, o título se refere a uma pintura de Jean-Honoré Fragonard, feita em 1778, que é vista na cena final da prévia. O filme tem roteiro e direção de Joanna Hogg, diretora de “Aquipélogo” (2010) e “Exibição” (2013), que se baseou numa experiência de sua vida, e deu tanto o que falar durante sua passagem por Sundance que vai ganhar continuação, atualmente em desenvolvimento. Entre os produtores executivos do longa, ainda tem destaque o nome do diretor Martin Scorsese. “The Souvenir” chega aos cinemas americanos em 17 de maio e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Minha Fama de Mau celebra importância de Erasmo Carlos para o rock brasileiro

    20 de fevereiro de 2019 /

    Erasmo Carlos, roqueiro e romântico, cantor e compositor, foi um dos pilares do programa “Jovem Guarda”, um megasucesso televisivo dos anos 1960, que se tornou um movimento de música jovem brasileira, sempre relembrado desde então. Roberto Carlos, o amigo e parceiro de Erasmo, manteve-se em alta sempre, mudando estilo, prioridades e público. Wanderléa, o terceiro pilar da Jovem Guarda, e Erasmo Carlos não conseguiram o mesmo resultado, mas são lembrados por seu pioneirismo que conseguiu incorporar o rock, então nascente, à música brasileira, compondo, vertendo e cantando em português (antes deles houve Celly Campello). Eles comandaram um time de artistas jovens, que se tornaram ídolos da brotolândia, como se dizia na época. Erasmo manteve uma carreira mais discreta como cantor, ao longo do tempo, mas dividindo com Roberto a grande maioria das composições que este lançava ao sucesso. Como acontece até hoje. “Minha Fama de Mau”, o filme de Lui Farias, é uma adaptação do livro escrito por Erasmo Carlos, contando parte de sua vida e carreira, da juventude pobre na Tijuca, vivendo em casa de cômodos, o popular cortiço, ao sucesso retumbante da Jovem Guarda e o posterior declínio. Passa pelo tempo do conjunto The Snakes e pelo conhecimento de Tião, depois Tim Maia, que lhe ensinou três acordes no violão, que lhe valeram muito, e também pelo período de afastamento de Roberto Carlos e a retomada da amizade e da parceria. Lá estão as muitas mulheres que passaram pela vida dele, inclusive a esposa Narinha. O filme optou por escolher uma única atriz para representar todas elas, Bianca Comparato. Uma opção interessante que, na prática, nivela as parceiras amorosas e sexuais por baixo. Todas valem pouco, pelo menos, até o aparecimento de Narinha. É o que deve ter sido captado pelos roteiristas Lui Farias, L. G. Bayão e Letícia Mey, do texto original, suponho. O filme é contado na primeira pessoa, é a visão de Erasmo Carlos sobre sua vida e carreira. O personagem chega a falar diretamente para a câmera, ou seja, contar para o público o que se passava ou o que era sentido por ele. O ator protagonista é Chay Suede, que não se parece fisicamente com Erasmo, mas convence pela entrega ao papel e porque canta bem as canções que marcaram o Tremendão. Gabriel Leone, que faz Roberto, e Malu Rodrigues, que faz Wanderléa, também cantam bem e compõem um bom elenco, assim como Bruno Luca, que faz Carlos Imperial, o empresário pilantra e pretensioso que, de qualquer modo, abriu muitas portas para Erasmo. O filme tem uma boa caracterização de época, incluindo signos muito claros da Jovem Guarda, como ambientes, vestuário, cartazes, instrumentos. Tem também achados interessantes, como a interação entre a interpretação de hoje e as imagens da plateia da época. Os elementos políticos da ditadura militar estão ausentes, mas estavam também ausentes na visão dos brotos e desses ídolos, no período. Algum tempo atrás, vi uma entrevista com Erasmo Carlos, em que ele dizia que estava na hora de se mostrar novamente. E contava que sua neta, na escola, informava às amiguinhas que Erasmo era amigo e parceiro de Roberto Carlos e muito famoso, mas elas relutavam em acreditar. As gerações passam e a história pode se perder. Daí a importância de filmes como “Minha Fama de Mau”. iframe width=”650″ height=”365″ src=”https://www.youtube.com/watch?v=8yh0GHxs8Ns” frameborder=”0″ allowfullscreen>

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    The Dirt: Trailer recria a inacreditável trajetória da banda Mötley Crüe entre sexo, drogas e rock’n’roll

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe. E a prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até as letais. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O elenco traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). A estreia está marcada para 22 de março na plataforma de streaming.

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    Glenn Close transforma A Esposa em filme de Oscar

    17 de fevereiro de 2019 /

    Glenn Close nunca ganhou um Oscar. Sua primeira indicação (como Melhor Atriz Coadjuvante) foi em 1982 (!) por “O Mundo Segundo Garp”, mas quem levou foi Jessica Lange por “Tootsie” (merecido, né). De lá para cá foram mais seis nominações: em 1984 e 1985 por “Os Amigos de Alex” e “The Natural”, em 1987 por “Atração Fatal” (ela perdeu para Cher em “Moonstruck” – sério), em 1989 por sua atuação no maravilhoso “Ligações Perigosas” (Jodie Foster levou por “Acusados”) e 2011 por “Albert Nobbs”. Com “A Esposa”, ela soma sua 7ª indicação, e será meio difícil tirar a estatueta dourada dela – ainda que se prefira Olivia Colman em “A Favorita” – , pois a atriz carrega totalmente sozinha a boa história inspirada no livro de “The Wife” (2003), de Meg Wolitzer, lutando contra um elenco deslocado e mal dirigido: Max Irons (filho de Jeremy Irons) entrega uma atuação patética como filho do casal e, nos flashbacks, Harry Lloyd interpreta um Joe Castleman (o marido jovem do personagem de Glenn Close) digno de novela das 19h da Rede Globo. Pisando sobre todos eles, inclusive um irreconhecível Christian Slater (como o biógrafo mala), Glenn Close brilha numa trama que começa quando o marido Joe (Jonathan Pryce) recebe o Prêmio Nobel de Literatura e precisa ir a Estocolmo receber as honrarias. Sua esposa, Joan (Glenn), entra numa espiral de repensar as escolhas de sua vida, e a trama (meio Agatha Christie, ainda que um tiquinho óbvia) irá revelando aos poucos como o casal construiu seu passado (e seu presente). No fim das contas, um bom filme médio do sueco Björn Runge (“Happy End”), feito para Glenn Close brilhar. Mas será que isso basta para levar o Oscar?

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    Comercial do filme de Pokémon revela que o Pikachu de Hollywood é poliglota

    15 de fevereiro de 2019 /

    A Warner divulgou um comercial de “Pokémon Detetive Pikachu” que destaca novos pokémons da produção, além de demonstrar que Pikachu não só fala inglês perfeito como ainda se arrisca em espanhol. Nada mal para uma criaturinha japonesa que nunca tinha dito uma frase sequer mais de 20 anos. No filme, o personagem de Justice Smith é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão, quando se lembra que o bichinho tem a mesma voz de Deadpool (isto é, do ator Ryan Reynolds)! Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o vídeo de pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. Dizem (o site We Got this Covered diz) até que o vilão Mewtwo faz parte da história. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Disney diz que trailer de Frozen 2 é o mais visto de um filme animado em todos os tempos

    15 de fevereiro de 2019 /

    O primeiro teaser de “Frozen 2” teria sido assistido 116,4 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas, segundo a Disney. O estúdio afirma que os números fazem do trailer o mais assistido de um longa de animação em todos os tempos, superando as 113,6 milhões de visualizações de “Os Incríveis 2”. Veja a celebração oficial abaixo, divulgada nas redes sociais. Vale lembrar que quantidades de visualizações de trailers não são verificáveis, já que os estúdios estariam contabilizando reproduções de vídeo de suas sucursais em todo o mundo, no YouTube, Twitter, Facebook, Instagram e etc, além de compartilhamentos em redes sociais de seus astros e, aparentemente, até de fãs. E muitas dessas “fontes” incluem reproduções automáticas (como quando o trailer começa a ser exibido no segundo em que você abre uma página de rede social). Mas parece existir um acordo entre os diferentes estúdios para nenhum contestar os números do outro, já que nunca houve polêmica neste sentido. Neste caso, em particular, foi a Disney dizendo que superou a si mesma, o que causa menos atrito. Por declaração própria, a Disney teria os trailers mais vistos de todos os tempos, tendo batido recordes não verificáveis com “Vingadores: Ultimato”, com 289 milhões de visualizações em 24 horas, seguido pelo filme anterior, “Vingadores: Guerra Infinita”, com 238 milhões, e o vindouro remake de “O Rei de Leão”, com 224,6 milhões. Para se ter uma ideia mais próxima da realidade, é bom observar que o trailer oficial americano de “Frozen 2” atingiu 13,6 milhões de visualizações em 24 horas no YouTube. Este número é verificável. Muito bom, mas bem diferente do alardeado. Thank you to the fans around the world for making the teaser trailer for #Frozen2 the most viewed animation trailer of all time, with a record-breaking 116.4 million views in 24 hours! pic.twitter.com/wSYj4QkiyI — Disney's Frozen 2 (@DisneyFrozen) February 14, 2019

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