Carol é um dos filmes mais belos da temporada de premiações
Um dos filmes mais belos desta atual temporada de premiações é “Carol”, de Todd Haynes, cineasta que já havia mostrado sua sensibilidade no trato de relacionamentos proibidos no igualmente ótimo “Longe do Paraíso” (2002), que também se passava na década de 1950 e que emulava, de maneira mais forte, o cinema de Douglas Sirk, o mestre do melodrama na velha Hollywood. A diferença é que nos filmes de Haynes, e em “Carol” especificamente, as emoções são mais contidas. Como numa tentativa de captar também o sentimento de impotência diante de uma sociedade que não permite seguir impulsos fora da norma. As paixões devem ser tolhidas ou muito bem escondidas, o que não é fácil, especialmente para uma mulher casada, como é o caso de Carol, vivida brilhantemente por Cate Blanchett. Conhecemos inicialmente Carol pelos olhos assustados, mas também muito curiosos, de Therese (Rooney Mara), uma moça que trabalha como balconista em uma loja de departamentos e que sonha em ser fotógrafa. É nessa loja que as duas se descobrem, com uma troca de olhares e de informações e um par de luvas esquecido que faz com que Therese queira mudar de vida, deixar para trás tudo aquilo que não lhe faz mais sentido, inclusive o namorado. Já Carol tem uma história de vida mais longa e complicada. Está passando por um processo de divórcio e tem uma filha que ela corre o risco de perder na justiça para o marido. Aliás, a questão da filha chega a causar mais emoção do que o próprio relacionamento entre as duas mulheres, que é tratado de maneira mais sutil e sóbria. As cenas fotografadas através de vidros e véus funcionam como uma metáfora da dificuldade de alcançar o objeto de desejo naquela sociedade que arruinava a vida de quem fugisse ao padrão estipulado de família. Se nos dias de hoje ainda é um pouco assim, que dirá na década de 1950, quando astros de Hollywood eram obrigados a esconder suas preferências sexuais, ainda que fossem óbvias. Haynes recria a época com apuro, emoldurando tudo de maneira muito elegante. Cada detalhe de roupa, penteado ou mobília ao redor do casal é cuidadosamente pensado, a fim de compor uma espécie de pintura viva, em movimento. Os detalhes da intimidade compartilhada se beneficiam com a direção segura, mas também com a bela atuação do par central, indicadas ao Oscar, assim como a fotografia, o desenho de produção, a trilha e o roteiro adaptado. Curiosamente, o filme é baseado em um romance de Patricia Highsmith, mais conhecida por escrever livros policiais – ela é a autora de “Pacto Sinistro”, que virou um clássico de Alfred Hitchcock, e criadora do assassino serial Ripley, já adaptado em diversos filmes. Mas “Carol”, de certa forma, é um filme sobre um crime, pelo menos um crime para as normas que deviam ser seguidas naquela época. Como dois ladrões, as duas mulheres fogem de carro pelos Estados Unidos em busca de liberdade, paz e amor.
Carol: Novo trailer revela maior intimidade do romance de Cate Blanchett e Rooney Mara
A Weinstein Company divulgou um novo trailer de “Carol”, romance lésbico de época, estrelado por Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Terapia de Risco”). A prévia não possui diálogos e é bem mais sexy que as anteriores, mostrando a eletricidade das carícias sutis e a intimidade do casal na cama, enquanto frases elogiosas da crítica desfilam na tela. “Carol” é uma adaptação do livro “The Price of Salt”, escrito em 1952 pela famosa autora de suspenses Patricia Highsmith (sob o pseudônimo de Claire Morgan), mais conhecida por suas histórias de crimes, que inspiraram filmes como “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock, e “O Talentoso Ripley” (1999), de Anthony Minghella. Na trama, Carol Aird (Blanchett) é uma mulher refinada dos anos 1950, que está presa em um casamento sem amor, mas que lhe sustenta financeiramente. Após seu último envolvimento com uma amante (Sarah Paulson, da série “American Horror Story”), seu marido (Kyle Chandler, da série “Friday Night Lights”) lhe ameaça com o divórcio e a perda da guarda de sua filha. Mas sua disposição em se conformar com o jogo de aparências é colocada em xeque quando ela conhece Therese Belivet (Mara), uma jovem que trabalha numa loja de departamentos e sonha com uma vida melhor. O que começa com uma troca de olhares logo se torna cada vez mais sedutor e irresistível. A adaptação foi roteirizada pela diretora de teatro Phyllis Nagy (“Mrs. Harris”) e dirigida por Todd Haynes, que antes já havia transformado Cate Blanchett em homem no filme “Não Estou Lá” (2007). Elogiadíssimo em sua passagem pelo Festival de Cannes, o drama rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara. A estreia acontece em 18 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 14 de janeiro, no Brasil.
Carol: Cate Blanchett se apaixona por Rooney Mara em quatro cenas do filme
A Weinstein Company divulgou mais quatro cenas de “Carol”, que mostram o envolvimento romântico entre as personagens de Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Terapia de Risco”), com toda a discrição e sutileza que pediam os anos 1950. As prévias revelam o clima do primeiro encontro, a evolução da intimidade, o convite para uma fuga e até uma confissão da paixão, feita por Blanchett para Sarah Paulson (série “American Horror Story”). “Carol” é uma adaptação do livro “The Price of Salt”, escrito em 1952 pela famosa autora de suspenses Patricia Highsmith (sob o pseudônimo de Claire Morgan), mais conhecida por suas histórias de crimes, que inspiraram filmes como “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock, e “O Talentoso Ripley” (1999), de Anthony Minghella. Na trama, Carol Aird (Blanchett) é uma mulher refinada, que está presa em um casamento sem amor, mas que lhe sustenta financeiramente. Após seu último envolvimento com uma amante (Paulson), seu marido (Kyle Chandler, da série “Friday Night Lights”) lhe ameaça com o divórcio e a perda da guarda de sua filha. Mas sua disposição em se conformar com o jogo de aparências é colocada em xeque quando ela conhece Therese Belivet (Mara), uma jovem que trabalha numa loja de departamentos e sonha com uma vida melhor. O que começa com uma troca de olhares logo se torna cada vez mais sedutor e irresistível. A adaptação foi roteirizada pela diretora de teatro Phyllis Nagy (“Mrs. Harris”) e dirigida por Todd Haynes, que antes já havia transformado Cate Blanchett em homem no filme “Não Estou Lá” (2007). Elogiadíssimo em sua passagem pelo Festival de Cannes, o drama rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara. A estreia acontece em 18 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 14 de janeiro, no Brasil.
Julianne Moore estrelará adaptação de novo livro do autor de A Invenção de Hugo Cabret
A atriz Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”) vai estrelar a adaptação do livro infantil “Sem Fôlego” (Wonderstruck), de Brian Selznick (autor de “A Invenção de Hugo Cabret”). “Wonderstruck” acompanha duas crianças, Ben e Rose, que secretamente desejam que suas vidas fossem diferentes. Ben anseia pelo pai que nunca conheceu. Rose sonha com uma misteriosa atriz cuja vida ela narra em um scrapbook. Quando Ben descobre uma pista intrigante no quarto de sua mãe e Rose lê uma manchete instigante no jornal, ambas as crianças embarcam em missões desesperadas para encontrar o que estão perdendo. O detalhe é que, no livro, as duas histórias são separadas por 50 anos de diferença. E enquanto a história de Ben é narrada por palavas, a de Rose se manifesta por meio de imagens. Mas, no final, ambas se entrelaçam de forma a surpreender o leitor. Não está claro qual papel a atriz desempenhará na trama, mas há duas possibilidades distintas: como mãe de Ben e como a atriz misteriosa de Rose. A adaptação está sendo desenvolvida pelo cineasta Todd Haynes, e a produção marcará a quarta parceria entre Moore e o diretor, após trabalharem juntos em “Mal do Século” (1995), “Longe do Paraíso” (2002) e “Não Estou Lá” (2007). Ainda não há cronograma de filmagens nem previsão para a estreia.
Carol: Cate Blanchett se envolve com Rooney Mara em duas cenas de romance lésbico
A Weinstein Company divulgou duas cenas de “Carol”, romance lésbico de época, estrelado por Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Terapia de Risco”). As prévias revelam como as duas se conhecem e o clima do primeiro encontro, em cenas repletas de olhares e gestos compartilhados de forma discreta, durante os anos 1950. “Carol” é uma adaptação do livro “The Price of Salt”, escrito em 1952 pela famosa autora de suspenses Patricia Highsmith (sob o pseudônimo de Claire Morgan), mais conhecida por suas histórias de crimes, que inspiraram filmes como “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock, e “O Talentoso Ripley” (1999), de Anthony Minghella. Na trama, Carol Aird (Blanchett) é uma mulher refinada, que está presa em um casamento sem amor, mas que lhe sustenta financeiramente. Após seu último envolvimento com uma amante (Sarah Paulson, da série “American Horror Story”), seu marido (Kyle Chandler, da série “Friday Night Lights”) lhe ameaça com o divórcio e a perda da guarda de sua filha. Mas sua disposição em se conformar com o jogo de aparências é colocada em xeque quando ela conhece Therese Belivet (Mara), uma jovem que trabalha numa loja de departamentos e sonha com uma vida melhor. O que começa com uma troca de olhares logo se torna cada vez mais sedutor e irresistível. A adaptação foi roteirizada pela diretora de teatro Phyllis Nagy (“Mrs. Harris”) e dirigida por Todd Haynes, que antes já havia transformado Cate Blanchett em homem no filme “Não Estou Lá” (2007). Elogiadíssimo em sua passagem pelo Festival de Cannes, o drama rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara. A estreia acontece em 18 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 14 de janeiro, no Brasil.
Carol: Romance lésbico de Cate Blanchett e Rooney Mara ganha 45 fotos e novos pôsteres
A TWC divulgou 45 fotos e o novo pôster de “Carol”, romance lésbico estrelado por Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Terapia de Risco”). As fotos são repleta de olhares e gestos compartilhados de forma discreta, que revelam a forma recatada com que o casal se envolve, mostrando pouco afeto em público, durante os anos 1950. As imagens também a família de Carol (Blanchett): o marido vivido por Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”) e a filha interpretada pela jovem estreante Kk Heim. “Carol” é a adaptação do livro “The Price of Salt”, escrito em 1952 pela famosa autora de suspenses Patricia Highsmith (sob o pseudônimo de Claire Morgan), mais conhecida por suas histórias de crimes, que inspiraram filmes como “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock, e “O Talentoso Ripley” (1999), de Anthony Minghella. Na trama, Carol Aird (Blanchett) é uma mulher refinada, que está presa em um casamento sem amor, mas que lhe sustenta financeiramente. Após seu último envolvimento com uma amante (Sarah Paulson, da série “American Horror Story”), seu marido (Chandler) lhe ameaça com o divórcio e a perda da guarda de sua filha. Mas sua disposição em se conformar com o jogo de aparências é colocada em xeque quando ela conhece Therese Belivet (Mara), uma jovem que trabalha numa loja de departamentos e sonha com uma vida melhor. O que começa com uma troca de olhares logo se torna cada vez mais sedutor e irresistível. A adaptação foi roteirizada pela diretora de teatro Phyllis Nagy (“Mrs. Harris”) e dirigida por Todd Haynes, que antes já havia transformado Cate Blanchett em homem no filme “Não Estou Lá” (2007). Elogiadíssimo em sua passagem pelo Festival de Cannes, o drama rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara. A estreia acontece em 18 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 14 de janeiro, no Brasil.




